Doutorado em Educação Matemática

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TRABALHO Ações
UM ESTUDO COMPARATIVO DOS LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DO CHILE, COLÔMBIA E BRASIL: UMA ANÁLISE DO TEMA MEIO AMBIENTE SOB A PERSPECTIVA DA GOVERNABILIDADE
Curso Doutorado em Educação Matemática
Tipo Tese
Data 24/08/2026
Área MATEMÁTICA
Orientador(es)
  • Thiago Pedro Pinto
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Elton Fernandes Barbosa
    Banca
    • Alex Rodrigo Montecino Muñoz
    • GABRIELA DUTRA RODRIGUES
    • Jaqueline de Souza Pereira Grilo
    • Joao Ricardo Viola dos Santos
    • Paola Judith Amaris Ruidiaz
    • Thiago Donda Rodrigues
    • Vanessa Franco Neto
    Resumo
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      UM ESTUDO COMPARATIVO DOS LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DO CHILE, COLÔMBIA E BRASIL: UMA ANÁLISE DO TEMA MEIO AMBIENTE SOB A PERSPECTIVA DA GOVERNABILIDADE
      Curso Doutorado em Educação Matemática
      Tipo Tese
      Data 24/08/2026
      Área MATEMÁTICA
      Orientador(es)
        Coorientador(es)
        Orientando(s)
          Banca
            Resumo
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              Uma Licenciatura em Matemática Feminista: entre mulheres, problemas, possíveis
              Curso Doutorado em Educação Matemática
              Tipo Tese
              Data 03/07/2026
              Área MATEMÁTICA
              Orientador(es)
              • Joao Ricardo Viola dos Santos
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Bruna Letícia Nunes Viana
                Banca
                • Carla Regina Mariano da Silva
                • Joao Ricardo Viola dos Santos
                • Paola Judith Amaris Ruidiaz
                • Patrícia Rosana Linardi
                • Sônia Maria Clareto
                • Thiago Pedro Pinto
                • Vanessa Franco Neto
                Resumo
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                  Apropriação de tecnologias digitais na formação continuada de professores da Matemática do Ensino Superior em Moçambique
                  Curso Doutorado em Educação Matemática
                  Tipo Tese
                  Data 12/05/2026
                  Área MATEMÁTICA
                  Orientador(es)
                  • Marilena Bittar
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Teodosio de Jesus Cosme
                    Banca
                    • Aparecida Santana de Souza Chiari
                    • Cintia Melo dos Santos
                    • Katiane de Moraes Rocha
                    • Marilena Bittar
                    • Saddo Ag Almouloud
                    • Sonia Maria Monteiro da Silva Burigato
                    • Suely Scherer
                    Resumo
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                      As profevivências dos corpos "inconvenientes": perspectivas gays de professories de Matemática
                      Curso Doutorado em Educação Matemática
                      Tipo Tese
                      Data 06/03/2026
                      Área MATEMÁTICA
                      Orientador(es)
                      • Thiago Donda Rodrigues
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • EDUARDO MARIANO DA SILVA
                        Banca
                        • Agnaldo da Conceição Esquincalha
                        • FERNANDO GUIMARÃES OLIVEIRA DA SILVA
                        • Luzia Aparecida de Souza
                        • Thiago Donda Rodrigues
                        • Vanessa Franco Neto
                        Resumo
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                          UM PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES VIA WEBLIVES: INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS EM AULAS DE MATEMÁTICA
                          Curso Doutorado em Educação Matemática
                          Tipo Tese
                          Data 05/03/2026
                          Área MATEMÁTICA
                          Orientador(es)
                          • Suely Scherer
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Claudia Steffany da Silva Miranda
                            Banca
                            • Adamo Duarte de Oliveira
                            • Adriana Fátima de Souza
                            • Frederico Fonseca Fernandes
                            • Gláucia da Silva Brito
                            • Suely Scherer
                            Resumo
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                              O que pode uma pesquisa quando (des)forma? Experiências...(Re)existências...Travessias...Currículos...Matemáticas...
                              Curso Doutorado em Educação Matemática
                              Tipo Tese
                              Data 04/03/2026
                              Área MATEMÁTICA
                              Orientador(es)
                              • Suely Scherer
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Bárbara Drielle Roncoletta Corrêa
                                Banca
                                • Adamo Duarte de Oliveira
                                • Angela Maria Guida
                                • Aparecida Santana de Souza Chiari
                                • Diva Spezia Ranghetti
                                • Frederico Fonseca Fernandes
                                • Gláucia da Silva Brito
                                • Suely Scherer
                                Resumo
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                                  Devir-farinha, devir-mundo: cartografias Parintintin de aprender e resistir
                                  Curso Doutorado em Educação Matemática
                                  Tipo Tese
                                  Data 04/03/2026
                                  Área MATEMÁTICA
                                  Orientador(es)
                                  • Thiago Donda Rodrigues
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Leonardo Dourado de Azevedo Neto
                                    Banca
                                    • ADAILTON ALVES DA SILVA
                                    • Joao Ricardo Viola dos Santos
                                    • Luzia Aparecida de Souza
                                    • Roger Miarka
                                    • Thiago Donda Rodrigues
                                    Resumo
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                                      A PESQUISA-AÇÃO COM PROFESSORAS QUE ENSINAM MATEMÁTICA: DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO ESTOCÁSTICO EM UM GRUPO COLABORATIVO A PARTIR DE TEMAS TRANSVERSAIS
                                      Curso Doutorado em Educação Matemática
                                      Tipo Tese
                                      Data 19/02/2026
                                      Área MATEMÁTICA
                                      Orientador(es)
                                      • Klinger Teodoro Ciriaco
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Jocelei Miranda da Silva
                                        Banca
                                        • Andressa Florcena Gama da Costa
                                        • Fernanda Malinosky Coelho da Rosa
                                        • Harryson Júnio Lessa Gonçalves
                                        • Klinger Teodoro Ciriaco
                                        • Patricia Sandalo Pereira
                                        • Sheila Denize Guimaraes Barbosa
                                        • Thiago Donda Rodrigues
                                        Resumo
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                                          Potencialidades e percalços na mudança de paradigma em um percurso de estudo e pesquisa: condições e restrições que pensam em uma experimentação
                                          Curso Doutorado em Educação Matemática
                                          Tipo Tese
                                          Data 11/02/2026
                                          Área MATEMÁTICA
                                          Orientador(es)
                                          • Marilena Bittar
                                          Coorientador(es)
                                            Orientando(s)
                                            • Katy Wellen Meneses Leão
                                            Banca
                                            • Cintia Melo dos Santos
                                            • JOSE LUIZ CAVALCANTE
                                            • Jose Luiz Magalhaes de Freitas
                                            • Marcus Bessa de Menezes
                                            • Marilena Bittar
                                            • Paula Moreira Baltar Bellemain
                                            • Susilene Garcia da Silva Oliveira
                                            Resumo
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                                              Potencialidades e percalços na mudança de paradigma em um percurso de estudo e pesquisa: condições e restrições que pesam em uma experimentação
                                              Curso Doutorado em Educação Matemática
                                              Tipo Tese
                                              Data 11/02/2026
                                              Área MATEMÁTICA
                                              Orientador(es)
                                                Coorientador(es)
                                                Orientando(s)
                                                  Banca
                                                    Resumo
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                                                      Identidade Profissional na Formação Inicial de Professores de Matemática: Um Movimento (Auto)biográfico
                                                      Curso Doutorado em Educação Matemática
                                                      Tipo Tese
                                                      Data 15/12/2025
                                                      Área MATEMÁTICA
                                                      Orientador(es)
                                                      • Patricia Sandalo Pereira
                                                      Coorientador(es)
                                                        Orientando(s)
                                                        • Gerson dos Santos Farias
                                                        Banca
                                                        • Edilene Simoes Costa dos Santos
                                                        • EDVANILSON SANTOS DE OLIVEIRA
                                                        • Enio Freire de Paula
                                                        • Fernanda Malinosky Coelho da Rosa
                                                        • Patricia Sandalo Pereira
                                                        • SUSIMEIRE VIVIEN ROSOTTI DE ANDRADE
                                                        • Talamira Taita Rodrigues Brito
                                                        Resumo Com vistas aos processos identitários, a nossa tese teve, como objetivo, analisar os movimentos de constituição da identidade profissional (IP) de futuros (as) professores (as) no curso de licenciatura em matemática da UESB de Vitória da Conquista, bem como conhecer as concepções de IP de futuros (as) professores (as) de matemática (FPM) no contexto da formação inicial e identificar nas narrativas autobiográficas os aspectos formativos dos processos de constituição da IP. O estudo buscou tensionar a seguinte questão de pesquisa: Que possíveis narrativas os (as) FPM elaboram sobre seu processo de constituição de IP? Para isso, dialogamos com um referencial teórico que contempla a discussão dos elementos presentes no movimento de constituição da IP na formação inicial de FPM. Assumimos a IP como um conjunto de histórias que atravessam a encruzilhada narrativa das nossas existências enquanto sujeitos-professores, como um mosaico identitário de uma obra inacabada, que se remonta a cada nova experiência de vida e de formação, e esse movimento envolve a percepção e a reinvenção de si e do outro como sujeitos históricos, culturais, sociais e políticos. Como referenciais metodológicos, adotamos a pesquisa (auto)biográfica, sustentada pela produção de narrativas autobiográficas por meio da técnica da entrevista narrativa autobiográfica. As histórias de vida e formação foram contadas por 8 (oito) FPM e analisadas a partir da perspectiva da leitura metafórica em três tempos: o perfil biográfico (Tempo I), as unidades de análise temática emergentes das leituras cruzadas (Tempo II) e a síntese do trabalho autobiográfico, destacando a potência dos participantes (Tempo III). Os resultados demarcam: a) a motivação e a escolha pela docência emergem de experiências pessoais, familiares e escolares, entrelaçadas em discursos de prestígio, desvalorização e resistência; b) as concepções de matemática são construídas a partir de memórias e vivências diversas - familiares, escolares, sociais e territoriais - que influenciam diretamente seus processos identitários; c) a formação inicial representa um choque entre expectativa e realidade, marcada pelo distanciamento entre a matemática da escola e da universidade, causando rupturas, tensões e reconstruções identitárias que revelam a necessidade de uma formação mais humana, integrada e coerente com o propósito de formar professores; d) a participação no PIBID, nos estágios e em projetos formativos emerge como ponto de virada na construção da IP, permitindo que os (as) FPM se reconheçam na docência; e) as concepções de IP apontam para um movimento plural - repleto de memórias, afetos, escolhas, contradições, reflexões e lutas - que se (re)inventa na relação consigo, com o outro e com a escola, encontrando na formação inicial um solo fértil para florescer e transformar-se; f) os afetos, crenças e emoções atravessam profundamente a constituição identitária, orientando percepções, escolhas e modos de agir, revelando como medo, insegurança, afeto e empatia se tornam forças que tensionam, desafiam e impulsionam a reflexão, a ressignificação e o pertencimento na formação docente. Dito isso, constatamos que a IP se constitui como um tecido vivo, costurado pela singularidade, coletividade e subjetividade de cada trajetória de vida e formação.
                                                        Narrativas de uma professora de matemática: um processo de auto-eco-(trans)formação para a integração curricular de tecnologias digitais
                                                        Curso Doutorado em Educação Matemática
                                                        Tipo Tese
                                                        Data 11/12/2025
                                                        Área MATEMÁTICA
                                                        Orientador(es)
                                                        • Suely Scherer
                                                        Coorientador(es)
                                                          Orientando(s)
                                                          • Ana Caroline Lima de Souza
                                                          Banca
                                                          • Angela Maria Guida
                                                          • Aparecida Santana de Souza Chiari
                                                          • Carla Regina Mariano da Silva
                                                          • Diene Eire Mello
                                                          • SÉRGIO FREITAS DE CARVALHO
                                                          • Stelamara Souza Pereira
                                                          • Suely Scherer
                                                          Resumo Esta tese de doutorado, escrita em formato de narrativa, teve por objetivo analisar a auto-eco-(trans)formação de uma professora de matemática em um processo de integração curricular de tecnologias digitais (TD). A pesquisa foi desenvolvida em uma escola pública localizada na cidade de Manaus, no Amazonas, na qual a pesquisadora atuou como professora de matemática
                                                          de uma turma de estudantes, durante dois anos consecutivos, no 6º e no 7º anos do Ensino Fundamental. Os dados da pesquisa foram produzidos a partir de registros em áudio e vídeo, bem como de anotações em um diário da pesquisadora. Esses dados orientaram a análise narrativa, realizada em movimentos de ida e de volta aos registros, o que possibilitou a compreensão do processo de formação da docente. A análise dos dados foi escrita em formato narrativo, a partir dos objetivos da pesquisa e da questão orientadora, a saber: como ocorre a auto-eco-(trans)formação de uma professora de matemática em um processo de integração curricular de tecnologias digitais? Estudos sobre Formação de Professores, Teoria da Complexidade e Integração Curricular de Tecnologias Digitais fundamentaram a tese. As
                                                          conclusões indicaram a importância da formação continuada do professor em serviço, a qual se constituiu em parceria com a comunidade escolar, o grupo de pesquisa e a orientadora, configurando-se como um processo contínuo, recorrente e recursivo, envolvendo planejamento, ações em sala de aula, encontros de estudo e orientações. Trata-se de um movimento formativo ancorado em uma perspectiva auto-eco-(trans)formadora, que considera elementos como identidade profissional, integração curricular de TD e desenvolvimento profissional, tendo o ensino e a aprendizagem em aulas de matemática como unidade integradora. A pesquisa também aponta para a necessidade de planejamentos que considerem o imprevisto e o acolham na construção de currículos escolares. Nesse sentido, os currículos de matemática produzidos em parceria com os estudantes do 6º e do 7º anos apresentam indícios de movimentos de aprendizagem, marcados por momentos de desordem, ordem e organização, próprios de ambientes complexos, como a sala de aula. As TD transformaram esse espaço em um ambiente de construção coletiva do conhecimento, oportunizando o levantamento e a análise de hipóteses. No entanto, para vivenciar processos de integração curricular de tecnologias digitais, é necessário que a escola invista em infraestrutura, como projetor multimídia, notebook e acesso
                                                          à internet nas salas de aula, bem como em formação continuada de professores.
                                                          Palavras-chave: experiência docente; formação continuada; complexidade; aprendizagem; aulas de matemática.
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                                                          MATEMÁTICA E A DISTORÇÃO IDADE-ANO: UM ESTUDO SOBRE TRAJETÓRIAS ESCOLARES E CONTEXTOS SOCIAIS
                                                          Curso Doutorado em Educação Matemática
                                                          Tipo Tese
                                                          Data 06/11/2025
                                                          Área MATEMÁTICA
                                                          Orientador(es)
                                                          • Marilena Bittar
                                                          Coorientador(es)
                                                            Orientando(s)
                                                            • JÉSSICA SERRA CORREA DA COSTA
                                                            Banca
                                                            • Anna Paula de Avelar Brito Lima
                                                            • Cintia Melo dos Santos
                                                            • EDELWEIS JOSE TAVARES BARBOSA
                                                            • Joao Ricardo Viola dos Santos
                                                            • JOSE LUIZ CAVALCANTE
                                                            • Jose Luiz Magalhaes de Freitas
                                                            • Marilena Bittar
                                                            Resumo Esta pesquisa tem como objetivo analisar a relação entre a matemática como componente curricular obrigatório e a distorção idade-ano na educação básica, a partir das percepções de estudantes em situação de defasagem escolar. Fundamentado na Teoria Antropológica do Didático (TAD), proposta por Yves Chevallard e nas teorias desenvolvidas por Pierre Bourdieu e Max Weber, o estudo busca compreender como fatores sociais, institucionais e pedagógicos influenciam a permanência e o desempenho dos estudantes no âmbito educacional.. Para tanto, foram analisadas narrativas de jovens em distorção idade-ano, considerando suas trajetórias escolares, desafios enfrentados e a forma como percebem a matemática e a escola. A metodologia adotada baseia-se na análise de conteúdo concebida por Laurence Bardin (2011), possibilitando a categorização das falas em eixos temáticos relacionados à trajetória de vida, influências na trajetória escolar, desafios enfrentados na escola e percepções sobre a instituição escolar. Os resultados apontam que, embora a matemática seja frequentemente mencionada como um componente curricular desafiador, sua influência direta na evasão escolar não se mostra tão expressiva quanto fatores como o contexto socioeconômico, a necessidade de trabalhar e a ausência de suporte familiar. Além disso, identificamos que políticas públicas voltadas para estudantes em distorção idade-ano desempenham um papel importante na permanência escolar indicando a necessidade de continuidade e ampliação de iniciativas que ofereçam suporte ao estudante, garantindo a conclusão da educação básica. Por fim, entendemos que a matemática, aliada a uma postura docente acolhedora e que valoriza as experiências dos estudantes, pode contribuir para a continuidade dos estudos, tornando-se um elemento de permanência e não um fator de afastamento.
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                                                            Matemática e a distorção idade-ano: um estudo sobre trajetórias escolares e contextos sociais
                                                            Curso Doutorado em Educação Matemática
                                                            Tipo Tese
                                                            Data 06/11/2025
                                                            Área MATEMÁTICA
                                                            Orientador(es)
                                                              Coorientador(es)
                                                              Orientando(s)
                                                                Banca
                                                                  Resumo
                                                                  Download
                                                                    UMA ESCOLA PELO AVESSO: EXPERIMENTAÇÕES EM UM GLOSSÁRIO DIFRATIVO
                                                                    Curso Doutorado em Educação Matemática
                                                                    Tipo Tese
                                                                    Data 29/08/2025
                                                                    Área MATEMÁTICA
                                                                    Orientador(es)
                                                                    • Joao Ricardo Viola dos Santos
                                                                    Coorientador(es)
                                                                    • João Pedro Antunes de Paulo
                                                                    Orientando(s)
                                                                    • Lucas Ferreira Gomes
                                                                    Banca
                                                                    • Carla Regina Mariano da Silva
                                                                    • CLÁUDIA REGINA FLORES DO NASCIMENTO
                                                                    • Heloisa da Silva
                                                                    • João Pedro Antunes de Paulo
                                                                    • Joao Ricardo Viola dos Santos
                                                                    • Júlio Faria Corrêa
                                                                    • Patrícia Rosana Linardi
                                                                    • Thiago Donda Rodrigues
                                                                    Resumo Esta tese enreda agenciamentos que constituem uma escola dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, a partir de uma abordagem de pesquisa pós-qualitativa. O objetivo é produzir leituras difrativas em uma escola como fenômeno espaço-tempo-matéria em emergência. Leituras difrativas com/sobre/a partir de/de (sempre) uma escola. Em paralelo (em diagonal, transversal) — e não em hierarquia —, são operados diálogos, conversações com o Realismo Agencial em desdobramentos com produções do chamado Novo Materialismo. A investigação ocorre no Colégio Estadual Santa Maria Goretti, em Maringá (PR) e se realiza como um glossário difrativo, no qual cada verbete funciona como corte agencial que compõe e desloca potências com o que pode uma escola. Imbricada pelo Realismo Agencial de Karen Barad e por proposições do Novo Materialismo, a pesquisa assume a leitura difrativa como método, ética e política de produção de conhecimento. Uma difração convida habitar padrões de interferência e ressonância, desestabilizando dualismos entre sujeito e objeto, teoria e prática, pesquisador e campo, teoria e análise, introdução e considerações finais. A escrita se arrisca em estar com a escola, deixando-se afetar, bem como afetando, por materialidades, corpos, silêncios, afetos e contradições do cotidiano. O glossário não organiza conceitos, mas sustenta acontecimentos. As leituras não produzem resultados e sim composições que emergem nas dobras do movimento. Algumas palavras foram degustadas (ingeridas, atravessadas, faiscadas) como gestos que sustentam reverberações — luto, precariedade, exterioridade– dentro, parentes multiespécies, angústia — sem fixar significados. Outras seguem sem nome, vibrando nos corredores, nas filas, nas aulas que falham e se refazem, nos desaparecimentos e insistências que atravessam a escola. O que emerge não é uma escola única, mas múltiplas — feitas de acúmulos e perdas, normatividades e rupturas, presenças que não cabem nos protocolos. Goretti se apresenta como insistência: uma escola que intra-age com a crise e, ainda assim, segue se fazendo espaço-vidas. Trata-se de uma escola em invenção, onde aprender e desaprender acontecem juntos, onde pesquisador também é dados (implicados, afetados, transformados). Inventam-se (humanos e não-humanos) cortes que abrem perguntas. Esta tese não se encerra: reverbera, mantém-se em suspensão, vibra e escapa, seguindo como meio de conversa e abertura para o que ainda pode emergir de uma escola pelo avesso.
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                                                                    Curso Doutorado em Educação Matemática
                                                                    Tipo Tese
                                                                    Data 28/07/2025
                                                                    Área MATEMÁTICA
                                                                    Orientador(es)
                                                                    • Marilena Bittar
                                                                    Coorientador(es)
                                                                      Orientando(s)
                                                                      • Janielly Taila dos Santos Verbisck
                                                                      Banca
                                                                      • ADRIANA BREDA
                                                                      • Berta Barquero Farras
                                                                      • Celi Aparecida Espasandin Lopes
                                                                      • CILEDA DE QUEIROZ E SILVA COUTINHO
                                                                      • Marcio Antonio da Silva
                                                                      • Marianna Bosch Casabò
                                                                      • Marilena Bittar
                                                                      • Paula Moreira Baltar Bellemain
                                                                      Resumo Esta tese contribui para a linha de pesquisa desenvolvida no âmbito da teoria antropológica do didático (TAD) sobre a mudança de paradigma pedagógico que se inicia em nossos sistemas educacionais atuais, visando evoluir do monumentalismo ou paradigma da visita às obras para o paradigma do questionamento do mundo. A TAD propõe o desenho e a implementação de novos dispositivos didáticos denominados percursos de estudo e pesquisa (PEP) e PEP para a formação de professores (PEP-FP), com o objetivo de avançar no estudo das condições que facilitam a mudança de paradigma nas instituições educativas atuais, assim como das restrições que dificultam seu desenvolvimento. Nesse contexto, nossa pesquisa centra-se na formação de professores de matemática dos ensinos fundamental e médio no domínio da estatística. Apoia-se em uma metodologia global da engenharia didática — integrando a análise preliminar, a análise a priori, a análise in vivo e a análise a posteriori — no contexto da formação docente no Brasil.
                                                                      A análise preliminar examina as concepções dominantes da estatística e da formação docente em estatística nas universidades brasileiras, alinhando-as com dois modelos principais: a “estatística conceitualista” e a “ciência de dados”. A seguir, apresentam-se três estudos baseados no desenho e implementação de um PEP-FP, seguindo três rondas de um processo de engenharia didática. O primeiro consiste em um PEP-FP piloto baseado em uma questão geradora sobre a distribuição da água no Brasil, desenvolvido online com professores de matemática em formação inicial. O segundo corresponde a um PEP-FP com a mesma questão
                                                                      geradora, implementado online com professores em exercício. Sua análise in vivo e a posteriori permite destacar as condições e restrições associadas ao tratamento de dados estatísticos nos ensinos fundamental e médio. O terceiro e último estudo envolve um PEP-FP presencial com professores em formação inicial que atuavam como residentes pedagógicos em escolas de ensinos fundamental e médio. Esse PEP-FP incluiu diversas implementações de processos de investigação em escolas, desenhados e conduzidos pelos professores em formação.
                                                                      Os resultados evidenciam o papel dos PEP-FP para tornar visíveis e trabalhar com os professores em formação dois fenômenos didáticos relevantes. O primeiro e principal é a invisibilidade do tratamento de dados no ensino de estatística nos ensinos fundamental e médio e na universidade. O segundo diz respeito ao predomínio de uma forma particular de “aplicacionismo” na formação estatística universitária e na formação de professores dos ensinos fundamental e médio.
                                                                      Download
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                                                                      Curso Doutorado em Educação Matemática
                                                                      Tipo Tese
                                                                      Data 24/06/2025
                                                                      Área MATEMÁTICA
                                                                      Orientador(es)
                                                                      • Marilena Bittar
                                                                      Coorientador(es)
                                                                        Orientando(s)
                                                                        • Camila de Oliveira da Silva
                                                                        Banca
                                                                        • Clélia Maria Ignatius Nogueira
                                                                        • JOSE LUIZ CAVALCANTE
                                                                        • Jose Luiz Magalhaes de Freitas
                                                                        • Luzia Aparecida de Souza
                                                                        • Marilena Bittar
                                                                        • Paula Moreira Baltar Bellemain
                                                                        • Sonia Maria Monteiro da Silva Burigato
                                                                        Resumo Esta tese é fruto do desenvolvimento de um Percurso de Estudo e Pesquisa (PEP) que buscou responder a seguinte questão geratriz: Como ocorre um percurso de estudo e pesquisa na transição de paradigmas com (futuros) professores que ensinam matemática nos anos iniciais? Afinal de contas, que (re) construções são produzidas ou não, no equipamento praxeológico dos (futuros) professores rumo ao Paradigma Questionamento do Mundo? Como forma de provocar uma quebra de paradigmas na formação docente mobilizamos a Teoria Antropológica do Didático (TAD) e, como complementação a essa lente teórica, alguns elementos oriundos da Pedagogia Freiriana. A tese é entrelaçada por duas obras de Lewis Carroll, Alice no país das maravilhas e Alice através do Espelho, o que nos leva a tecer com a Dialética Arte e Educação Matemática. O PEP foi desenvolvido com professores e futuros professores dos anos iniciais de diferentes regiões brasileiras, cujos encontros ocorreram de forma online, pelo google meet entre outubro de 2021 e setembro de 2022. O formato desta tese tem um duplo sentido. Por um lado, apresenta-se como um mapa de questões e respostas, sendo essa uma ferramenta que permite apresentar o conhecimento produzido ao longo do PEP. Coerentemente com essa proposta, tais Questões/Respostas expressas no mapa são conectadas por meio de rotas que são compostas por narrativas, que ajudam na tecitura entre os textos, bem como consistem em uma forma de garantir a acessibilidade digital na leitura do próprio mapa da tese. Por outro lado, a apresentação em forma de mapa moveu-nos a considerá-lo como um texto de caráter multipaper, com possibilidade de mobilizar a dialética recepção-difusão do conhecimento, sendo que alguns textos são passíveis de publicação em periódicos oriundos da área de Educação e/ou da Educação Matemática. Os resultados evidenciam a dificuldade de uma mudança paradigmática devido a condições e restrições oriundas de diferentes níveis da escala de codeterminação didática, como demandas advindas de trabalho e/ou dos cursos de ensino superior aos quais também estavam assujeitados; práticas de ensino e aprendizagem culturalmente enraizadas no Paradigma Visita às Obras e desafios na mudança de uma atitude retrocognitiva para procognitiva. Por meio das análises realizadas foi possível identificar que houve (re)construções no equipamento praxeológico dos (futuros) professores envolvidos, como é o caso da relação da própria doutoranda com aspectos oriundos de uma educação inclusiva, em especial, no âmbito das necessidades específicas de pessoas com deficiência visual. Isso nos permite inferir que um PEP que leva em conta algumas dialéticas chevallardianas, bem como a dialética educador-educando, sendo essa constituída por meio da sensibilidade afetiva na abertura ao diálogo com, evidencia condições e restrições para sua realização em um sistema didático inclusivo, além de provocar (re)construções nos equipamentos praxeológicos dos (futuros) professores envolvidos neste percurso.
                                                                        Download
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                                                                        Curso Doutorado em Educação Matemática
                                                                        Tipo Tese
                                                                        Data 16/06/2025
                                                                        Área MATEMÁTICA
                                                                        Orientador(es)
                                                                        • Jose Luiz Magalhaes de Freitas
                                                                        Coorientador(es)
                                                                          Orientando(s)
                                                                          • Cleide Ribeiro Mota Arinos
                                                                          Banca
                                                                          • Cintia Melo dos Santos
                                                                          • Jose Luiz Magalhaes de Freitas
                                                                          • Mariana Moran Barroso
                                                                          • Marilena Bittar
                                                                          • Méricles Thadeu Moretti
                                                                          • Mustapha Rachidi
                                                                          • Sonia Maria Monteiro da Silva Burigato
                                                                          Resumo Esta pesquisa, fundamentada na Teoria dos Registros de Representação Semiótica de Raymond Duval e em dois elementos teóricos complementares desse autor, considera as apreensões e os olhares para a aprendizagem em geometria, foi realizada com a finalidade de investigar contribuições da visualização icônica e da visualização não icônica, articuladas aos registros de representação semiótica e ao discurso para a aprendizagem de geometria por meio de atividades com estudantes do oitavo e nono ano do Ensino Fundamental e primeiro ano do Ensino Médio. Como procedimentos metodológicos, foram realizados nove encontros, no contraturno escolar, onde aconteceram aplicações de sete atividades e contou com a participação de 21 estudantes do oitavo e nono ano do Ensino Fundamental e primeiro ano do Ensino Médio de uma escola privada de Campo Grande/MS. As atividades foram desenvolvidas por duplas de estudantes e às vezes trio. Estas foram desenvolvidas com o intuito de restringir as informações visuais, variando os registros, mobilizando a apreensão discursiva com a finalidade de entrar no modo não icônico de ver uma figura em geometria. As resoluções das atividades realizadas pelos estudantes foram analisadas considerando: os registros de representação semiótica, as apreensões, a visualização icônica, a visualização não icônica, a desconstrução dimensional, a desconstrução instrumental, a exploração heurística nas figuras e a análise do discurso por meio das funções discursivas. Alguns resultados obtidos nessa investigação apontam que a apreensão perceptiva ao se sobressair na resolução de uma atividade contribuiu para a apreensão discursiva ser negligenciada. Notou-se que o fenômeno da incongruência semântica foi minimizado quando a apreensão perceptiva se subordinou às preensões discursiva e operatória e ao olhar inventor. Observou-se que a transição do olhar icônico para o olhar não icônico pode variar para cada estudante e que a desconstrução dimensional pode emergir da visualização icônica ou da visualização não icônica. Conclui-se que a passagem do olhar icônico para o olhar não icônico pode ser realizada articulando a apreensão discursiva, a desconstrução dimensional no olhar não icônico e às funções discursivas, destacando-se a função de expansão discursiva e a apreensão discursiva para o estudante permanecer no olhar não icônico. E assim, realizar outras conclusões e, em alguns casos, deduções matemáticas.
                                                                          Download
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                                                                          Curso Doutorado em Educação Matemática
                                                                          Tipo Tese
                                                                          Data 09/04/2025
                                                                          Área MATEMÁTICA
                                                                          Orientador(es)
                                                                          • Aparecida Santana de Souza Chiari
                                                                          Coorientador(es)
                                                                            Orientando(s)
                                                                            • Victor Ferreira Ragoni
                                                                            Banca
                                                                            • Aparecida Santana de Souza Chiari
                                                                            • Daise Lago Pereira Souto
                                                                            • Helber Rangel Formiga Leite de Almeida
                                                                            • Liliane Xavier Neves
                                                                            • Luzia Aparecida de Souza
                                                                            • Thiago Pedro Pinto
                                                                            • Tiago Dziekaniak Figueiredo
                                                                            Resumo Neste trabalho, que envolve cultura digital, escola, docência, gestão escolar, tecnologias digitais e pandemia, buscamos responder à pergunta: Como a cultura digital escolar se mostra na perspectiva de professores, coordenadores e diretores com o avanço da pandemia no contexto pós-pandêmico? Pautados no objetivo geral de analisar como se mostra a cultura digital escolar na perspectiva de professores, coordenadores e diretores com o avanço da pandemia do coronavírus SARS-CoV-2, entrevistamos três professores de Matemática, três coordenadores pedagógicos e dois diretores de uma escola pública do município de Itaporã, Mato Grosso do Sul. Por meio da metodologia qualitativa, realizamos uma entrevista semiestruturada para a produção de dados, cujas perguntas variaram entre o período anterior à pandemia, durante a pandemia e pós-pandemia. Além disso, também buscamos documentos orientadores e normativos, decretos e portarias de órgãos envolvidos com a educação, como o Ministério da Educação, a Secretaria de Estado de Educação do Mato Grosso do Sul, o Conselho Estadual de Educação e o Conselho Nacional de Educação, para nos auxiliar no entendimento das medidas de enfrentamento da pandemia que afetaram também a educação. É importante salientar que esta tese é escrita em formato multipaper, em que a análise de dados é feita em modo de artigos. Assim, no primeiro artigo observamos as medidas iniciais adotadas durante a pandemia para enfrentar os desafios no ensino escolar, considerando documentos oficiais e entrevistas. O estudo mostrou como a pandemia forçou uma ruptura na cultura escolar tradicional, substituindo as aulas presenciais por remotas, intensificando o uso de tecnologias digitais. Os documentos normativos e falas de gestores e professores revelaram uma transição marcada pela necessidade de adaptação rápida e estratégias híbridas, como atividades digitais e impressas. A análise também destaca a exaustão dos alunos com vídeos digitais e o esforço das escolas para ajustar suas práticas pedagógicas. Antes da pandemia, o uso de tecnologias era opcional, mas tornou-se essencial para viabilizar o ensino remoto, demonstrando uma transformação significativa na cultura digital escolar. No segundo artigo, ao analisarmos o uso de tecnologias digitais no Ensino Remoto Emergencial (ERE) durante a pandemia, com foco na educação básica, observamos uma divisão entre tecnologias digitais, como WhatsApp, Google Meet e vídeos digitais, e tecnologias não digitais. As primeiras foram amplamente utilizadas devido à conectividade e à flexibilidade, possibilitando comunicação síncrona e assíncrona. As entrevistas indicaram que os professores enfrentaram desafios, especialmente no ensino de matemática, ao lidar com conceitos abstratos sem interação direta. Soluções sugeridas incluem complementar vídeos com atividades interativas, como fóruns e tarefas colaborativas, além de integrar metodologias ativas, como quizzes e feedback em tempo real. Destacamos a importância da formação contínua dos professores para lidar com situações emergenciais, promovendo o domínio de tecnologias e estratégias pedagógicas que engajem os alunos à distância. A adaptação docente foi essencial para superar as mudanças abruptas impostas pela pandemia. E, no terceiro artigo, analisamos a influência da formação inicial de professores no uso de tecnologias digitais no ensino de Matemática após a pandemia de covid-19. Percebemos que os currículos de graduação priorizavam algoritmos, programação e softwares, mas negligenciavam a aplicação pedagógica dessas tecnologias. Por isso, propomos a reformulação das disciplinas para incluir o uso didático das tecnologias digitais. Acreditamos que a formação docente deve preparar os professores para atuar em contextos onde o digital está sempre presente, promovendo competências que integrem tecnologia ao ensino, aprendizagem e avaliação, além de estratégias que valorizem o protagonismo estudantil. Observamos também uma carência de letramento digital nos estudantes, dificultando a realização de pesquisas e a reflexão sobre a relevância dos conteúdos. Como solução, sugere-se introduzir o trabalho com tecnologias digitais desde o Ensino Fundamental I, incentivando seu uso educativo e rompendo a percepção de que essas tecnologias servem apenas para recreação.
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