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TRABALHO Ações
Os cibermeios e a representação dos povos indígenas Kaiowá e Guaranis em Mato Grosso do Sul: Estudo de caso da retomada do território indígena Yvy Katu
Curso Mestrado em Comunicação
Tipo Dissertação
Data 22/05/2017
Área COMUNICAÇÃO
Orientador(es)
  • Gerson Luiz Martins
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Everson Umada Monteiro
    Banca
    • Antonio Hilario Aguilera Urquiza
    • Daniela Bertocchi
    • Gerson Luiz Martins
    • Katarini Giroldo Miguel
    Resumo O estudo apresenta uma análise das notícias veiculadas em cibermeios de Mato Grosso do Sul sobre os povos indígenas Kaiowá e Guarani, em conflitos de terra com fazendeiros, pela posse do território. A análise partiu da premissa de que essas representações são realizadas sobre uma perspectiva de pensamento etnocêntrico, capitalista e colonial, que inferioriza os saberes dos indígenas e os excluem das discussões. A pesquisa também buscou compreender como as características do ciberjornalismo interferem no modo de produção e consumo das notícias veiculadas no ciberespaço. A partir do modelo teórico de narrativas sistêmicas de Bertocchi (2013) e da análise de conteúdo de Bardin (2004), analisaram-se as notícias dos cibermeios Campo Grande News e O Progresso relacionadas aos conflitos de terra ocorridos no território indígena Yvy Katu, na cidade de Japorã, sul do estado de Mato Grosso do Sul, na ocupação do território por Kaiowá e Guarani da aldeia Porto Lindo, em outubro de 2013. O território abrange 14 propriedades rurais e o fato foi foco dos noticiários locais. A análise abordou as notícias veiculadas nos cibermeios no intervalo de 14 de outubro de 2013 a 1º de fevereiro de 2014. Sobre a análise estrutural, verificou-se pouco uso das características do ciberjornalismo para descrever o fato. A análise do conteúdo demonstrou uma visão estereotipada do indígena, construída desde o início da colonização do estado e do país, e expôs a ausência de perspectivas indígenas, o que resultou na construção de narrativas pelos pontos de vista de ruralistas. Como resultado, ambos os cibermeios representaram os indígenas e seus atos como selvagens, atrasados e violentos. Palavras-chave: Ciberjornalismo. Kaiowá e Guarani. Representação. Narrativas digitais.
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    A QUESTÃO INDÍGENA FUNDIÁRIA NO MS: INVASÃO DE TERRA, OU RESISTÊNCIA HISTÓRICA?
    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
    Tipo Artigo Científico
    Data 20/05/2017
    Área ANTROPOLOGIA
    Orientador(es)
    • Fabio Silva Martinelli
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Rodrigo José Scatolin
      Banca
      • Fabio Silva Martinelli
      • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
      • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
      Resumo A questão indígena no Estado de Mato Grosso do Sul tem apresentada, a cada ano que
      se passa números assustadores sobre a quantidade de vítima que tem produzido, sem
      que o conflito chegue ao fim de maneira satisfatória para todos. Essa questão envolve o
      entendimento de que o índio não quer apenas a terra como sendo propriedade dele, mas
      sim como sendo parte integrante de toda uma “cosmogonia” que envolve questões
      religiosas, culturais, linguísticas, folclóricas e de identidade como um povo. Apesar
      disso, os conflitos estão cada vez maiores fruto de um processe de ocupação de terra que
      remonta a muitos séculos, mas, mais especificamente pela atuação do Estado brasileiro
      que deveria agir como agente pacificador, porém age como agente desestabilizador do
      tema. Tendo Mato Grosso do Sul a maior população indígena do país, a solução de
      aldeamento urbano, ou rural, transformou-se em um processo segregacional de
      “guetização” do indígena em relação à população não indígena. Este trabalho busca
      analisar a questão fundiária indígena que envolve todos os temas acima e compreender
      como a luta pela terra se tonou, em tese, uma luta pela preservação da identidade e da
      ligação do índio com o seu espaço tradicional de vida. Conclui-se que, a resistência
      apresentada pelo índio em relação à terra liga-se à negativa de anulação de seu ser, de
      sua identidade como povo e como cultura, e não apenas como a luta pelo uso do espaço
      territorial.
      Educação escolar indígena específica e diferenciada
      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
      Tipo Artigo Científico
      Data 20/05/2017
      Área ANTROPOLOGIA
      Orientador(es)
      • Fabio Silva Martinelli
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Tânia Silva de Souza
        Banca
        • Fabio Silva Martinelli
        • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
        • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
        Resumo Como eixo a reflexão acerca da educação escolar indígena no Brasil e os
        processos que configuraram a escola específica e diferenciado, vem sendo construída
        por diversos povos indígenas do país desde a promulgação da Constituição Federal
        (1988), marco de sua conquista pelo direito à diferença. A categoria de escola indígena
        foi criada para garantir a aplicação desse direito a uma educação diferenciada, com
        projeto político-pedagógico elaborado pelos próprios indígenas e professores de acordo
        com seus modos de vida.
        O desafio de garantir uma escola nestes termos significa concretizar a proposta de um
        projeto de educação escolar para os povos indígenas, constituído por especificidades de
        como trabalhar, pelo reconhecimento de suas tradições, das línguas e da memória
        coletiva. Distante de apresentar respostas conclusivas propõe uma educação escolar,
        coletiva e participativa, que critica e dialoga com todos os envolvidos no processo
        educativo.
        A LEI 11.645/08 ABORDANDO A DIVERSIDADENOS ANOS INICIAIS
        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
        Tipo Artigo Científico
        Data 20/05/2017
        Área ANTROPOLOGIA
        Orientador(es)
        • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Genilza Caceres de Souza
          Banca
          • Fabio Silva Martinelli
          • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
          • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
          Resumo Este artigo fala sobre a lei 11.645/08 e como é instituída, vem com a intenção de
          estimular a historia e cultura dos povos indígenas nas escolas públicas e particulares. O presente
          trabalho trata sobre uma pesquisa de campo em uma escola da rede municipal de ensino nos
          anos iniciais, onde mostra a dificuldade e falta de preparo dos docentes em incluir a educação
          intercultural no currículo escolar. O objetivo é verificar se a lei 11.645/08 está fazendo parte do
          contexto escolar, dos planejamentos anuais dos professores e sendo inserido em sala de aula.
          Foi feita uma pesquisa de campo qualitativa com questionário, avaliando o conhecimento do
          docente sobre a lei e sua dificuldade em inserir a mesma em suas aulas. Conclui-se que a lei faz
          parte do currículo escolar e dos planejamentos anuais dos professores, porém não está sendo
          trabalhada com a importância que preconiza a legislação, visto a falta de preparação dos
          profissionais e métodos educativos sobre a lei.
          O ENSINO DA LÍNGUA TERENA NOS ANOS FINAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL NA ESCOLA MARCOLINO LILI - ALDEIA LAGOINHA
          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
          Tipo Artigo Científico
          Data 20/05/2017
          Área ANTROPOLOGIA
          Orientador(es)
          • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Alcery Marques Gabriel
            Banca
            • Fabio Silva Martinelli
            • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
            • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
            Resumo A pesquisa foi realizada na Escola Municipal Indígena Polo “Marcolino Lili”, na
            Aldeia Lagoinha, cujo objetivo foi discutir a pesquisa com a Língua Terena em ambiente
            escolar, situada no Distrito de Taunay/Ipegue, Aquidauana, Mato grosso do Sul. Trata-se de
            uma pesquisa bibliográfica, de caráter etnográfico, envolvendo aspectos empíricos e análise
            documental. Referindo-se por ser uma única comunidade indígena e uma escola a ser estudada
            e também a etnia do povo Terena, na qual eu pertenço e assumo com muito orgulho como
            indígena Terena. Foi observada diretamente em sala de aula nos anos finais do Ensino
            Fundamental na Aldeia Lagoinha. O estudo mostra a importância da preservação e manutenção
            da língua indígena, que é desenvolvido como a primeira língua para os falantes, tendo como
            suporte teórico os textos de Bartolomeu Meliá (1979), Ladeira (1999), Diretrizes Curriculares
            Nacionais, Lei e Diretrizes e Bases para a Educação Nacional (1996), Referencial Curricular
            Nacional para as Escolas Indígenas (1998), Regimento Escolar e Projeto Político Pedagógico
            da Escola Municipal Indígena Polo “Marcolino Lili” (2016). A pesquisa buscou opinião da
            comunidade escolar. E discutir também de que maneira o educador contribui ao ensino da
            língua indígena na escola, na igreja e em casa. A humanidade tem o poder de criar, transformar
            com facilidade os conhecimentos que vão adquirindo ao longo do tempo. E com maior
            facilidade de assimilar e entender os conteúdos que o educador transmite através da língua
            indígena, o aluno compreende melhor e um bom entendimento tendo o ensino de qualidade.
            VALE UNIVERSIDADE INDÍGENA: A VISÃO DOS BENEFICIÁRIOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL - UEMS
            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
            Tipo Artigo Científico
            Data 20/05/2017
            Área ANTROPOLOGIA
            Orientador(es)
            • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Eliana Marinho da Costa Sampaio
              Banca
              • Fabio Silva Martinelli
              • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
              • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
              Resumo O presente artigo apresenta o Programa Vale Universidade Indígena (PVUI),
              pontuando as dificuldades vividas pelos acadêmicos em ingressar e a permanecer no
              Programa até a conclusão de sua graduação. Relata o processo desde a sua implantação bem
              como a necessidade de algumas alterações, ao longo dos anos, que foram necessárias para
              melhor atender os acadêmicos indígenas do Estado de Mato Grosso do Sul, que cursam o
              ensino superior, especificamente na Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS).
              Aponta a Educação como um dos direitos fundamentais desses acadêmicos, considerando a
              existência de um abismo entre a política vigente e a realidade das comunidades indígenas do
              Estado. O Programa procura pensar na especificidade de cada povo que, na sua etnografia,
              não acompanha os valores da sociedade envolvente, por apresentar uma lógica própria de
              construção social, com processos próprios de ser e de viver. A pesquisa levanta uma
              indagação acerca da necessidade dessa gama de leis ajustar uma legislação que esteja
              ancorada à realidade dos acadêmicos, como um fator de inserção desses no mercado de
              trabalho
              UM CAMINHO PARA A PREVENÇÃO AO SUICÍDIO EM ESCOLA NOS TERRITÓRIOS INDIGENAS: CAMPESTRE E CERRO MARANGATU DO MUNICÍPIO DE ANTONIO JOÃO – MS, ENQUANTO FENOMENO SOCIAL
              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
              Tipo Artigo Científico
              Data 20/05/2017
              Área ANTROPOLOGIA
              Orientador(es)
              • Camilla de Oliveira Marné Pschisky
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Janaina Pereira Ifran
                Banca
                • Camilla de Oliveira Marné Pschisky
                • Mariana Pereira da Silva
                • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
                Resumo O alto índice de suicídios na população indígena da etnia Guarani e Kaiwoá, na região
                Sul do Estado de Mato Grosso do Sul (MS), faz necessário uma intervenção ampliada, a qual
                deve ser pensada com a comunidade indígena. Sendo assim em agosto de 2016 foi iniciada
                parcerias para aumentar o número de atores envolvidos em um processo de prevenção ao
                suicídio e de valorização da vida.
                Assim foi iniciado o projeto para os alunos da escola indígena Mbo’eroy Tupã i Arabdu
                Renoi nos territórios indígenas Campestre e Cerro Marangatu localizadas no município de
                Antônio Joao/MS, em parceria com os professores indígenas, onde foram realizadas palestras,
                grupos e atividades educativas com objetivo inicial tirar o tabu da palavra suicídio e trabalhar
                a valorização da vida. Apesar no município de Antônio João não ter uma taxa elevada de
                suicídio nos territórios indígenas citados, no Sistema de Informações da Atenção à Saúde
                Indígena – SIASI temos registros de jovens indígenas que se suicidaram no ano de 2016, sendo
                notificados 03 casos de suicídio e 02 tentativas de suicídio, as quais a saúde indígena não
                dispõe de muitos recursos para o enfrentamento dessa realidade, que se materializa na
                escassez de acesso políticas públicas, na disputa pelo tekora, na subsistência econômica, na
                perda dos modos e costumes próprios de vida, no consumo abusivo de álcool e outras drogas
                e também pela violência e suicídio.
                Muitos episódios poderiam ser evitados se os familiares, comunidade e lideranças
                soubessem mais sobre o que leva as pessoas a tentarem suicídio e quais são os fatores
                desencadeadores desse processo, formando assim uma rede de prevenção interna para redução
                de riscos com o envolvimento de todos os educadores.
                AVANÇOS NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: DA CONSTITUIÇÃO DE 1988 ATÉ AS LEIS ATUAIS
                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                Tipo Artigo Científico
                Data 20/05/2017
                Área ANTROPOLOGIA
                Orientador(es)
                • Lilian Raquel Ricci Tenório
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Carolina de Macedo Fardim
                  Banca
                  • Josimara dos Reis Santos
                  • Lilian Raquel Ricci Tenório
                  • Thiago Moessa Alves
                  Resumo O direito a uma Educação Escolar Indígena que valoriza as línguas e
                  conhecimentos dos povos indígenas começou a ser almejado após os avanços que a
                  Constituição Federal de 1988 proporcionou às sociedades indígenas. Neste trabalho realizo
                  uma breve contextualização da trajetória da educação imposta aos índios, como se deu o
                  processo de escolarização por meio dos jesuítas, que não levava em consideração os
                  costumes, culturas e línguas desses povos. Há, também, uma análise da importância da
                  Constituição Federal de 1988, pois põe fim a uma política integracionista e homogeneizadora,
                  dando lugar a um novo cenário pautado no respeito aos conhecimentos de cada comunidade
                  indígena. Identifico e analiso as principais leis pós-constituição no âmbito educacional, os
                  impactos das propostas relativas aos direitos indígenas e os obstáculos encontrados. Por fim,
                  ressalto a importância de políticas públicas que acolham os anseios dos povos indígenas e
                  retrato os desafios e avanços na formação de professores indígenas.
                  EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: ENFOQUE NA ESCOLA ESTADUAL YVY POTY NA RESERVA TEY’KUÊ DE CAARAPÓ/MS
                  Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                  Tipo Artigo Científico
                  Data 20/05/2017
                  Área ANTROPOLOGIA
                  Orientador(es)
                  • Josimara dos Reis Santos
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Ada Marcia Machado Benites
                    Banca
                    • Josimara dos Reis Santos
                    • Lilian Raquel Ricci Tenório
                    • Thiago Moessa Alves
                    Resumo Este trabalho consiste, em uma análise da Educação Escolar Indígena, cujo enfoque principal
                    será verificar, como ocorreu o processo de implantação da educação diferenciada na Escola
                    Yvy Poty, localizada na Reserva Tey’Kuê de Caarapó/MS. Para isto realizou-se um estudo
                    das leis que passaram garantir a efetivação da escola indígena diferenciada, o intuito é refletir
                    e discutir sobre a diversidade cultural numa perspectiva educacional. Primeiramente buscouse
                    recuperar um pouco da trajetória histórica dos Guarani e Kaiowá em Mato Grosso do Sul,
                    no qual utilizou-se principalmente de autores como: Meliá(1976), Vietta(1998) e Brand
                    (1997), em seguida enfatiza-se os desdobramentos legais que passaram a garantir a efetivação
                    da escola indígena diferenciada, no qual destaca-se a Constituição Federal de 1988 e a Lei de
                    Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN/LDB), além dos movimentos indígenas
                    que foram importantes para a realização e continuidade desse processo, após isto, realizou-se
                    uma pesquisa de campo na reserva Tey’Kuê, para verificar qual a visão dos profissionais
                    indígenas que atuam na área de educação na Escola Estadual Yvy Poty.
                    OS MITOS E LENDAS: COSMOLOGIA DOS GUARANI E KAIOWÁ DA TE’ YIKUÊ – MUNICÍPIO DE CAARAPÓ – MS
                    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                    Tipo Artigo Científico
                    Data 20/05/2017
                    Área ANTROPOLOGIA
                    Orientador(es)
                    • Josimara dos Reis Santos
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Luciana Machado Benites
                      Banca
                      • Josimara dos Reis Santos
                      • Lilian Raquel Ricci Tenório
                      • Thiago Moessa Alves
                      Resumo Este artigo busca retratar os mitos, contos e lendas que compõem a cosmologia dos
                      Guarani/Kaiowá da aldeia Te’ Yikuê localizada no município de Caarapó – MS. Para isso
                      realizou-se uma análise bibliográfica que versa sobre o assunto, no qual textos de Schaden
                      (1974), Meliá (1976), Brand (2001), Pereira (2004), Cavalcante (2013), Careagá (2013),
                      foram fundamentais, além disso, os mesmos permitiram uma breve apresentação a respeito de
                      quem são os Guarani e Kaiowá, em seguida verificou-se in loco, quais mitos e lendas estavam
                      presentes na cosmologia dos Guarani e Kaiowá de Te’yikue, ao ir a campo, algumas técnicas
                      foram utilizadas, como a observação dos fatos, realizadas mediante o olhar. Outro recurso
                      empregado foi à realização de desenhos a cerca dos seres místicos que apareciam nos mitos e
                      lendas. Ouviu-se as histórias, contadas pelos Guarani e Kaiowá, que preservam a oralidade,
                      elemento central entre estes povos, após colhidas as informações fez-se o exercício de
                      escrever, no qual as entrevistas e narrações dos moradores passaram por um processo de
                      interpretação, a fim de perceber quais crenças os Guarani e Kaiowá consideravam
                      fundamental transmitir aos jovens, ainda em campo promoveu-se um debate e pesquisou-se
                      com os jovens o grau de importância que eles atribuem as crenças, para a formação dos
                      mesmos enquanto pessoa.
                      JOGOS, BRINCADEIRAS E BRINQUEDOS, DENTRO E FORA DA ESCOLA MUNICIPAL INDÍGENA ÑANDEJARA PÓLO, DA ALDEIA TE’YIKUE, MUNICÍPIO DE CAARAPÓ
                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                      Tipo Artigo Científico
                      Data 20/05/2017
                      Área ANTROPOLOGIA
                      Orientador(es)
                      • Josimara dos Reis Santos
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Liliane Ines Weirich
                        Banca
                        • Josimara dos Reis Santos
                        • Lilian Raquel Ricci Tenório
                        • Thiago Moessa Alves
                        Resumo O principal objetivo deste artigo centra-se em identificar se existem nos jogos e
                        brincadeiras praticados pelas crianças Guarani/Kaiowá da aldeia Te’yikue, dentro da
                        escola e em espaços que compreendem o entorno social dos mesmos, entendidos aqui
                        como os diversos locais pelos quais circulam a presença da corporeidade. Primeiramente
                        apresentou-se o contexto histórico pelo qual os Guarani e Kaiowá foram submetidos, para
                        isto utilizou-se os autores: Meliá (1976) e Brand (1997), também enfatizou-se elementos
                        da vivência atual destes povos na Te’yikue, ao trazer o tema corporeidade, foi necessário
                        discutir o significado do mesmo, que encontra-se presentes em: Gaya (2006), já no que
                        refere-se as brincadeiras contribuiu com a reflexão Brougère (2001), a construção da
                        problemática de pesquisa resultou na elaboração de uma tabela cuja finalidade foi ordenar
                        os jogos e brincadeiras das crianças Guarani/Kaiowá, de acordo com o que estabelece
                        Parlebas (2001), citado por Marin e Ribas (2013), após isto buscou-se verificar nos jogos
                        e brincadeiras das crianças Guarani/Kaiowá da reserva Te’yikue, a presença da
                        corporeidade, que se configura de duas formas na realidade e no imaginário. A coleta de
                        dados foi possível através da pesquisa de campo Damata (1987) e de técnicas como a
                        utilização de entrevistas e registros fotográficos, que ocorreram durante aulas de educação
                        física na escola municipal indígena Ñandejara Pólo, localizada na Te’yikue e também
                        observações das crianças ao brincarem no entorno das residências delas.
                        INFLUÊNCIA LINGUÍSTICA EM PRODUÇÕES TEXTUAIS DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA ESCOLA ÑANDEJARA-POLO: UM OLHAR PARA A PEDAGOGIA CULTURALMENTE SENSÍVEL
                        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                        Tipo Artigo Científico
                        Data 20/05/2017
                        Área ANTROPOLOGIA
                        Orientador(es)
                        • Thiago Moessa Alves
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Jucilene Duarte Segóvia
                          Banca
                          • Josimara dos Reis Santos
                          • Lilian Raquel Ricci Tenório
                          • Thiago Moessa Alves
                          Resumo Esse estudo tem a finalidade de analisar alguns aspectos relacionados à influência linguística
                          em produções textuais de estudantes dos 8° e 9º da Escola Indígena Ñandejara-Polo,
                          localizada na Aldeia Te`yikue, município de Caarapó, Estado de Mato Grosso do Sul. Por
                          meio da pesquisa bibliográfica e de análise dos dados utilizamos o método descritivo
                          qualitativo. Resultados indicaram uma frequente influência da primeira língua nos textos
                          escritos quer elas: fonológicas e/ou morfológicas o que causa desvios da norma culta em
                          Língua Portuguesa. Orientados pela Pedagogia Culturalmente Sensível, deixamos de punir o
                          que até então era considerado como “erro” em língua para passarmos a valorizar uma
                          educação multicultural em que a influência da primeira língua é utilizada e valorizada no
                          processo de aprendizado da norma culta da Língua Portuguesa como segunda língua.
                          “OS INDÍGENAS SÃO COMPLICADOS”: UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO CARCERÁRIA DE APENADOS INDÍGENAS EM NAVIRAÍ-MS
                          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                          Tipo Artigo Científico
                          Data 20/05/2017
                          Área ANTROPOLOGIA
                          Orientador(es)
                          • Lilian Raquel Ricci Tenório
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Eliciel Freire de Salles
                            Banca
                            • Lilian Raquel Ricci Tenório
                            • Mariana Pereira da Silva
                            • Victor Ferri Mauro
                            Resumo A Lei 6001/1973, conhecida como Estatuto do Índio e a Constituição Federal
                            de 1988 são dois marcos legais peremptórios de elaboração do direito positivado pelos
                            não indígenas para os indígenas. Apesar disso, observa-se que sua efetividade mostra-se
                            deficiente seja no que tange ao real cumprimento pelo poder público seja pelas
                            incompreensões aos quais tais dispositivos são recepcionados por aqueles que deveriam
                            ser o alvo principal: os sujeitos indígenas. O artigo apresenta uma análise sobre os
                            processos de criminalização de indígenas, sobretudo aqueles reclusos na Penitenciária de
                            Segurança Máxima de Naviraí-MS, apontando como o sistema jurídico estatal positivado
                            ao invés de trazer a paz social tem produzido e naturalizado violências interétnicas,
                            negando a pluralidade que se poderia dar pelo direito consuetudinário. Para atingir o
                            escopo estabelecido com a problemática, além da leitura de livros e artigos científicos,
                            fez-se o levantamento de dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública do Estado
                            bem como entrevistas informais.
                            O ETNOCONHECIMENTO DE PLANTAS MEDICINAIS DOS ESTUDANTESDO 3º ANO DO ENSINO MÉDIO REGULAR DA ESCOLA ESTADUALINDÍGENA MBO’EROY GUARANI KAIOWÁ DA ALDEIA GUAPO’Y DOMUNICÍPIO DE AMAMBAI – MS
                            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                            Tipo Artigo Científico
                            Data 20/05/2017
                            Área ANTROPOLOGIA
                            Orientador(es)
                            • Mariana Pereira da Silva
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Duadino Martines
                              Banca
                              • Lilian Raquel Ricci Tenório
                              • Mariana Pereira da Silva
                              • Victor Ferri Mauro
                              Resumo O presente estudo teve por objetivo fazer um levantamento sobre o
                              Etnoconhecimento de plantas medicinais dos estudantes do 3º ano do ensino médio
                              regular da Escola Estadual Indígena Mbo’eroy Guarani Kaiowá da aldeia Guapo’y do
                              município de Amambai – MS e realizar análise quantitativa e qualitativa dos mesmos. O
                              levantamento de dados foi obtido com a aplicação de questionários e realização de
                              oficinas sobre a temática estudada, entre os períodos de Outubro à Novembro de 2016.
                              A partir deste levantamento analisaram-se qualitativa e quantitativamente os dados
                              obtidos e executaram-se oficinas sobre a temática para complementá-lo, onde os
                              resultados foram: 91,4 % dos alunos do 3º ano A conhecem e usam ainda as plantas
                              medicinais e 96,6 % do 3º ano B também. Durante as oficinas pode-se observar que é de
                              interesse dos estudantes indígenas conhecerem os saberes de sua cultura sobre a
                              diversidade de plantas medicinais utilizados pelos povos Guarani Ñandeva e Guarani
                              Kaiowá. Os resultados demonstraram que os saberes diminuíram em comparação aos
                              mais antigos, mas também mostrou que os jovens precisam de um incentivo para
                              conhecer tais práticas de sua cultura que ao longo dos anos vem sofrendo muitas
                              mudanças, ocasionados pela falta de espaço, que é um dentre outros problemas que se
                              encontram presentes no cotidiano dessa comunidade indígena. Há que se destacar que
                              os aspectos históricos e culturais apresentam uma íntima relação com os resultados
                              obtidos.
                              ALUNOS INDÍGENAS EM ESCOLA NÃO DIFERENCIADA: ASDIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO NAESCOLA MUNICIPAL PÓLO JOÃO RODRIGUES EM AMAMBAI,MS
                              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                              Tipo Artigo Científico
                              Data 20/05/2017
                              Área ANTROPOLOGIA
                              Orientador(es)
                              • Mariana Pereira da Silva
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Antonia Oceny Pereira da Silva
                                Banca
                                • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                • Mariana Pereira da Silva
                                • Victor Ferri Mauro
                                Resumo O presente artigo tem como objetivo analisar as dificuldades dos profissionais de
                                educação que lecionam para alunos indígenas em escola não diferenciada. A pesquisa foi
                                realizada Escola Municipal Polo João Rodrigues, a qual tem grande número de alunos indígenas
                                e está localizada próxima à reserva Limão Verde no município de Amambai - MS. A presente
                                pesquisa procurou demonstrar como os professores trabalham com a diferença e diversidade
                                presente no ambiente escolar, mais especificamente no 1° ano do ensino fundamental, tendo em
                                vista que na reserva não possui Centro de Educação Infantil e as crianças passam a ter o contato
                                com a língua portuguesa no 1° ano, dificultando nos primeiros dias a comunicação entre
                                professor-aluno. Em seguida, o artigo mostra como os professores lidam com essas dificuldades
                                através do resultado da pesquisa.
                                O convívio com a diferença e percepção de alunos indígenas no Ensino de Geografia da Escola Estadual João Vitorino Marques
                                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                Tipo Artigo Científico
                                Data 20/05/2017
                                Área ANTROPOLOGIA
                                Orientador(es)
                                • Victor Ferri Mauro
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Leandro Alves da Silva
                                  Banca
                                  • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                  • Mariana Pereira da Silva
                                  • Victor Ferri Mauro
                                  Resumo A escola ela possibilita ao educando uma visão de mundo voltada ao respeito
                                  fortalecendo o conceito de cidadania plena, diante deste conceito e de suma
                                  importância buscar maneiras de construir conhecimentos que envolvam o aluno a sua
                                  comunidade de acordo com seu contexto cultural, propondo uma garantia no espaço de
                                  conhecimento pertinente ao que tange a diversidade, diferenças e direito, buscando um
                                  ensino de qualidade significativo voltado a metodologias agregadas sobre a clientela
                                  nela inserida. A escola pesquisada não e uma escola indígena, a Proposta Política
                                  Pedagógica da escola consta uma filosofia e objetivos que não estão voltados ao
                                  alunado indígena. Os currículos e as práticas pedagógicas estão distantes da realidade
                                  e cotidiano dos mesmos. Os alunos enfrentam dificuldades de aprendizagem tanto pela
                                  falta de capacitação dos professores, quanto pela pouca proximidade entre o conteúdo
                                  e a realidade no contexto dos alunos, pois os conteúdos apenas reproduzem o que as
                                  escolas não indígenas ensinam aos seus alunos.
                                  PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO DE INDÍGENAS GUARANI-KAIOWÁ EM ESCOLAS PÚBLICAS DE ARAL MOREIRA-MS
                                  Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                  Tipo Artigo Científico
                                  Data 20/05/2017
                                  Área ANTROPOLOGIA
                                  Orientador(es)
                                  • Victor Ferri Mauro
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Sandro Cesar Dorneles
                                    Banca
                                    • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                    • Mariana Pereira da Silva
                                    • Victor Ferri Mauro
                                    Resumo O presente artigo tem como finalidade estudar o processo de escolarização e aprendizagem
                                    dos alunos Guarani-Kaiowá da aldeia Guassuty em escolas públicas não indígenas no
                                    município de Aral Moreira. Verificar também se os alunos indígenas da aldeia conseguem
                                    desenvolver o conhecimento curricular apresentado na escola formal, e verificar se também na
                                    escola há espaço para desenvolver suas culturas tradicionais por meio da pedagogia da
                                    oralidade recebida na aldeia ou os mesmos devem ser apresentados ao currículo de forma
                                    integracionista, ou seja, os mesmos devam assimilar os conteúdos sem que haja pouco ou
                                    nenhum esforço dos responsáveis diretos por esses alunos no intuito de respeitar as suas
                                    especificidades e os processos educativos tradicionais. O fazer acontecer o processo de ensino
                                    aprendizagem deixa muito além do que a própria proposta de uma escola indígena específica,
                                    diferenciada, bilíngüe, intercultural.
                                    RETOMADA DE TERRAS INDÍGENAS EM MATO GROSSO DO SUL: A TRAJETÓRIA DOS GUARANI E KAIOWÁ
                                    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                    Tipo Artigo Científico
                                    Data 20/05/2017
                                    Área ANTROPOLOGIA
                                    Orientador(es)
                                    • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Rosivaldo dos Santos Ramos
                                      Banca
                                      • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                      • Mariana Pereira da Silva
                                      • Victor Ferri Mauro
                                      Resumo No presente artigo, realizamos levantamento bibliográfico acerca da história do Povo
                                      Guarani e Kaiowá, que vive na região sul do estado de Mato Grosso do Sul, enfatizando
                                      a trajetória que culminou com a perda de seus territórios e como iniciou a tentativa de
                                      retomada dessas áreas por parte desse Povo, com base em teóricos renomados, em
                                      especial, historiadores e antropólogos, que se dedicaram a essa temática. Utilizou-se
                                      como metodologia pesquisa bibliográfica na qual se destacam como principais
                                      referências as obras de Antônio Brand (1997), Levi Pereira Marques (1999), Kátya
                                      Vietta (2007) e Thiago Leandro Vieira Cavalcanti (2013). A pesquisa está centrada nos
                                      municípios de Dourados e Ponta Porã, tendo em vista a dificuldade de abranger toda a
                                      região ocupada pelos Kaiowá e Guarani. Como resultado, percebe-se os impactos que
                                      foram causados às comunidades Guarani e Kaiowa no sul do estado de Mato Grosso do
                                      Sul diante da perda de seus territórios e os processos de retomada de algumas áreas que
                                      já pertenciam a essas comunidades.
                                      SURDOS BRASILEIROS E BOLIVIANOS EM DESTAQUE: PROCESSO INCLUSIVO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE CORUMBÁ - MS - 2017
                                      Curso Mestrado em Educação
                                      Tipo Dissertação
                                      Data 19/05/2017
                                      Área EDUCAÇÃO
                                      Orientador(es)
                                      • Claudia Araujo de Lima
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Maurício Loubet
                                        Banca
                                        • Alcione Maria dos Santos
                                        • Alexandra Ayach Anache
                                        • Ana Regina e Souza Campello
                                        • Claudia Araujo de Lima
                                        Resumo
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                                          AVALIAÇÃO DO REPARO PERIAPICAL COM OU SEM O EMPREGO DA TERAPIA FOTODINÂMICA (PDT): SÉRIE DE CASOS.
                                          Curso Mestrado em Odontologia
                                          Tipo Dissertação
                                          Data 19/05/2017
                                          Área CLÍNICA ODONTOLÓGICA
                                          Orientador(es)
                                          • Key Fabiano Souza Pereira
                                          Coorientador(es)
                                            Orientando(s)
                                            • Thiago Santos Nery
                                            Banca
                                            • Key Fabiano Souza Pereira
                                            • Luiz Fernando Tomazinho
                                            • Pedro Gregol da Silva
                                            • Tulio Marcos Kalife Coelho
                                            Resumo A periodontite apical crônica caracteriza-se clinicamente pela mortificação pulpar e aumento do espaço periodonto-apical, com a presença de lesões ósseas. Decorrente de alterações pulpares anteriores, a forma crônica resulta ou da alta virulência microbiana ou da baixa resistência, que tornam a sanificação do sistema do canal radicular determinante para a reparação tecidual e êxito do tratamento. Dentre as atuais alternativas para a desinfecção, a Terapia Fotodinâmica (PDT) atua pela ação de radicais livres e oxigênio singleto, eficazes na sanificação microbiana. O objetivo deste estudo foi avaliar o reparo periapical pós-tratamento endodôntico em sessão única de dentes com periodontite apical crônica, com ou sem uso de PDT. Foram avaliados indivíduos (n=10) voluntários com idades entre 18-70 anos, diagnosticados com periodontite apical crônica em dois dentes necrosados na hemi arcada superior ou inferior. Os pacientes foram selecionados na Clínica de Graduação em Endodontia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) da Faculdade de Odontologia Prof. Albino Coimbra Filho , mesmo local da triagem radiográfica prévia. Antes da realização dos tratamentos, exame tomográfico Cone Bean foi obtido dos dentes em questão. Na sequência, os dentes foram tratados em sessão única (instrumentação reciprocante no limite do forame apical, solução de Hipoclorito de Sódio (NaOCl) 5,25% e Irrigação Ultrassônica Passiva - PUI). Após o preparo, os dentes foram divididos em dois grupos por sorteio aleatório: grupo I com aplicação de PDT (laser de baixa intensidade ativado por Azul de Metileno 0,005%) e grupo II sem uso de laser. Na sequência dos procedimentos, os dois grupos receberam obturação dos canais radiculares com cimento endodôntico AH-Plus® (Dentsply, Petrópolis, Brasil) com técnica de onda de condensação contínua. Após doze meses, os grupos (I e II) foram reexaminados com a aplicação do exame de TCCB para avaliação do reparo e mensuração da lesão periapical pelo seu volume e pelo Índice – TCCB PAI.
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