O estágio curricular supervisionado de futuros professores de matemática na perspectiva colaborativa |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
06/08/2019 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Claudinei de Camargo Santana
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- Fernanda Malinosky Coelho da Rosa
- João Coelho Neto
- Patricia Sandalo Pereira
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Resumo |
A presente pesquisa foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, nível de mestrado, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS e teve como objeto de estudo o Estágio Curricular Supervisionado - ECS. Tal pesquisa teve como objetivo analisar os movimentos reflexivos colaborativos no ECS e suas possíveis contribuições à formação de futuros professores de Matemática. O estudo visou responder a seguinte questão de pesquisa: Como o Estágio Curricular Supervisionado, ao articular movimentos reflexivos colaborativos, pode contribuir para a formação inicial de professores de Matemática? Nesta pesquisa são analisados movimentos reflexivos produzidos a partir de instrumentos que permitiram a articulação entre a teoria e a prática, por meio das ações desenvolvidas em sala de aula pelos futuros professores de Matemática. Os sujeitos da pesquisa são futuros professores do curso de Matemática – Licenciatura, da UFMS, campus Campo Grande, matriculados na disciplina Estágio Obrigatório III, Professora Orientadora dessa disciplina e a Pesquisadora. Nesta pesquisa, o material utilizado para análise foram: transcrições das videogravações dos episódios ocorridos nos encontros, entrevistas e relatórios finais. Os dados nos possibilitaram analisar que as experiências vividas pelos futuros professores impactaram, de alguma maneira, em suas concepções de Estágio, e, a partir disso, levaram-vos a realizar algumas transformações em suas práticas, por meio da reflexão. Essas experiências foram pontuadas como contribuições para suas formações, pois possibilitaram mudanças na forma de pensar e de agir profissionalmente. |
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Uma análise praxeológica da proposta de ensino de probabilidade em livros didáticos da educação básica |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
24/04/2019 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Janielly Taila dos Santos Verbisck
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Banca |
- Jose Luiz Magalhaes de Freitas
- Marilena Bittar
- Rute Elizabete de Souza Rosa Borba
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
Esta pesquisa tem como objetivo caracterizar a proposta de ensino da probabilidade ao longo da educação básica a partir de coleções de livros didáticos de mesma autoria. Para tanto, analisamos quatro coleções de livros didáticos, de mesma autoria, uma de cada nível de escolaridade, aprovadas pelo Programa Nacional do Livro Didático dos anos de 2016, 2017 e 2018. Nosso referencial teórico-metodológico é a Teoria Antropológica do Didático, desenvolvida por Yves Chevallard e colaboradores, que nos possibilita mapear, modelar e analisar as escolhas matemáticas e as escolhas didáticas dos elaboradores das coleções. Observou-se que o estudo de probabilidade na coleção dos anos iniciais deu-se, primeiramente, por meio de atividades envolvendo noções de possibilidade e situações de aleatoriedade. A partir do livro referente ao quinto ano é introduzida a noção de probabilidade, nos estudos de fração e porcentagem. A continuidade do estudo no livro referente ao sexto ano foi reduzida, sendo proposta brevemente no estudo de fração. Já nos volumes referentes aos sétimo, oitavo e nono anos, observamos uma ampliação de conceitos relativos ao estudo de probabilidade, além de diversas atividades envolvendo espaço amostral, possibilidades de eventos específicos, o cálculo de probabilidades. Na coleção do ensino médio, no segundo ano as justificativas teóricas são consolidadas. De maneira geral, predominou uma proposta de ensino de probabilidade que visa o trabalho de técnicas para determinação da probabilidade de experimentos, do espaço amostral e as possibilidades de eventos específicos e, em algumas situações, a experimentação através da manipulação de alguns objetos, bem como a constituição teórica de conceitos e justificativas para tais técnicas. Ao longo das quatro coleções, não predomina a articulação entre as visões frequentista, geométrica, axiomática, subjetiva e intuitiva de probabilidade. Ainda que em algumas ocasiões propõe-se uma ou outra dessas concepções, a visão clássica é a dominante nesta proposta de ensino. |
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Modelagem Matemática e currículo: desafios e possibilidades |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
15/04/2019 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Claudia Carreira da Rosa
- Joao Ricardo Viola dos Santos
- Karina Alessandra Pessôa da Silva
- Marcio Antonio da Silva
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Resumo |
Este trabalho apresenta uma investigação que articula concepções de currículo de acordo com Dewey, Coll, Sacristán, Silva e Pires relacionados com a Modelagem Matemática, compreendida como uma alternativa para o ensino da Matemática. A pesquisa tem como objetivo investigar quais os desafios e possibilidades do uso da Modelagem Matemática na sala de aula frente ao Referencial Curricular do Mato Grosso do Sul. Para a coleta de dados, desenvolvemos três atividades em uma escola pública em Campo Grande. Com esses dados, organizamos uma análise local para cada atividade na qual evidenciamos os conteúdos que emergiram de cada uma destas, as competências e habilidades desenvolvidas com os alunos de acordo com o referencial em questão e as relações presentes no decorrer das atividades. Diante disso, elaboramos uma análise global dos dados na qual revela os obstáculos e potencialidades encontradas ao implementar atividades de Modelagem Matemática na sala de aula onde pudemos destacar resultados como a curta duração das aulas e as estratégias que o professor pode optar para lidar com a quebra da sequência didática no decorrer da atividade. Além disso, destacamos a necessidade do professor em se familiarizar a trabalhar com atividades de Modelagem Matemática e como isso pode surtir resultados positivos durante o desenvolvimento das aulas. |
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ENTRE NARRATIVAS, GAIOLAS E VOOS: movimentos de integração de tecnologias digitais de uma professora dos anos iniciais |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
28/02/2019 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Bárbara Drielle Roncoletta Corrêa
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Banca |
- Aparecida Santana de Souza Chiari
- Luzia Aparecida de Souza
- Maria Cristina Lima Paniago
- Suely Scherer
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Resumo |
As tecnologias digitais podem se constituir em uma linguagem a mais para as aulas, se usadas com o intuito de possibilitar que professores e alunos sejam ativos na construção de conhecimentos. Nesta perspectiva, o objetivo desta pesquisa foi analisar movimentos de integração de tecnologias digitais ao currículo dos anos iniciais do Ensino Fundamental, e relações dessa com a construção de conhecimento de uma professora. As informações foram produzidas a partir de uma ação de formação continuada em serviço, vinculada a um projeto intitulado “Integração de Tecnologias Digitais ao Currículo dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: Desafios para/na Inovação”. Ações dessa formação aconteceram em reuniões em espaços presenciais (na escola e universidade), em conversas em espaços virtuais (pelo WhatsApp), envolvendo em alguns momentos apenas pesquisadora e a professora, e em aulas de matemática, com seus alunos, uma turma do 3º e outra do 4º ano do Ensino Fundamental. A análise de informações construídas durante a pesquisa foi realizada em um movimento de narrativas, e se orientou, principalmente, por estudos de Sanchez sobre integração de tecnologias digitais ao currículo, de Becker a respeito da construção de conhecimento e, ainda, pelos estudos realizados por Mishra e Koehler sobre os conhecimentos Tecnológico, Pedagógico e de Conteúdo Específico. Com a análise realizada foi possível identificar ações de um processo de formação continuada que podem ter possibilitado movimentos de integração de tecnologias digitais na prática pedagógica da professora, e ações que oportunizaram a (re)construção de conhecimentos. Além disso, identificamos movimentos de superação da professora relacionados às dificuldades enfrentadas durante o processo de integração. Identificamos, também, a importância e necessidade de se (re)pensar políticas públicas que implementem mais ações de formação continuada em serviço, com vistas a integração de tecnologias digitais ao currículo. Concluímos, ainda, que em processos de integração, é importante que o uso da tecnologia digital se articule ao uso de outras linguagens na prática pedagógica do professor, de modo que tal movimento possa favorecer processos de ensino e de aprendizagem. |
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Entre infâncias, narrativas e delírios: fora da escola, fora da matemática, fora do risco... |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
27/02/2019 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Vivian Nantes Muniz Franco
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Banca |
- Angela Maria Guida
- César Donizetti Pereira Leite
- Joao Ricardo Viola dos Santos
- Luzia Aparecida de Souza
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
Produzir narrativas com crianças de 4 e 5 anos em um fora da escola propõe um movimento de repensar e, em alguns casos, abandonar objetivos, questões de pesquisa, metodologias e teorias postas de antemão. A presença da infância dialoga com o novo, com o espanto, com o inesperado e com a criação de uma outra potência de olhar para o mundo, um olhar sensível às sutilezas do encontro com o outro. Aqui, as narrativas foram problematizadas no contexto da infância, sendo apresentadas como falas, desenhos e imagens que resultam de diferentes exercícios de produção e composição com as crianças. As diversas reinações dessa pesquisa nos colocaram em encontros individuais, com três crianças ao mesmo tempo, mais de um encontro com uma mesma criança, encontros sem entrevista, encontros com crianças de escolas públicas e privadas, com meninas e meninos, encontros… Conversas filmadas, gravadas, desenhadas, interrogadas, silenciadas, conversas… A aproximação com as crianças, com a poesia e com as narrativas me fizeram, por diversos momentos, ser atravessada por muitas inquietações, em um fora da Matemática, desviando meu olhar pesquisocêntrico para outras questões que permeiam a infância, a educação, a pesquisa científica, a escola e também a matemática. Trouxemos aqui, em narrativas fora do risco, reflexões acerca da infância, criança, escola e matemática, que pegam delírios ao serem narrados pelas crianças, desestabilizando e a alterando nossos olhares frente a uma pesquisa dessa natureza. |
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ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM MATEMÁTICA: reflexões e análise a partir de um processo formativo colaborativo |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
27/02/2019 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Abigail Fregni Lins
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- Fernanda Malinosky Coelho da Rosa
- Patricia Sandalo Pereira
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Resumo |
A presente pesquisa foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, nível de mestrado, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Nosso objeto de estudo foi o Estágio Curricular Supervisionado em Matemática. O objetivo foi analisar as contribuições do processo formativo colaborativo no Estágio Curricular Supervisionado em Matemática enquanto espaço formativo, visando a responder a seguinte questão: Como o processo formativo colaborativo (PFC) no Estágio Curricular Supervisionado (ECS) pode contribuir para a formação inicial de professores de Matemática? O referencial teórico adotado para discorrer sobre a Formação Inicial, Estágio Curricular Supervisionado foi Dayrell (1999), Pimenta (1999), Ponte (2004), Pimenta e Lima (2012), Elliot (2015), Franco (2016), entre outros autores, além dos fundamentos legais que regem essa formação. Adotamos uma abordagem qualitativa de pesquisa. Entendendo que o Estágio é o momento que possibilita aos licenciandos vivenciar a prática pedagógica durante sua formação, buscamos desenvolver uma nova proposta formativa nesse espaço, aplicando procedimentos na perspectiva colaborativa, em uma turma do curso de Licenciatura em Matemática da UFMS – Campo Grande, no primeiro semestre de 2017. Os instrumentos de produção de dados foram: relatórios finais de Estágio; slides produzidos para a última aula da disciplina; e áudios das sessões de planejamentos colaborativo, de reflexões e de conversas pelo whatsapp. Da leitura e análise dos dados, emergiram três categorias: relações e interações com os alunos; planejamento; e a reflexão sobre a própria prática dos estagiários enquanto professores. Pudemos concluir que o processo formativo colaborativo no ECS contribuiu para a caracterização de um espaço formativo permeado pela colaboração e pela reflexão. Esperamos que os resultados apresentados possam subsidiar novas propostas de formação, servindo de indicadores para o aprimoramento de diversas práticas de Estágio Curricular Supervisionado. |
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Educação (,) matemática e outras banalidades fundamentais da vida: diálogos a partir dos analfabetismos nossos de cada dia |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
26/02/2019 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Angela Maria Guida
- Joao Ricardo Viola dos Santos
- Luzia Aparecida de Souza
- Roger Miarka
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Resumo |
Nesta investigação, trabalhamos com a produção de narrativas com adultos analfabetos em Mato Grosso do Sul. Nosso objetivo inicial consistia em identificar estratégias matemáticas construídas e mobilizadas por pessoas analfabetas para lidar com situações de seu cotidiano. Para isso, foram realizadas entrevistas com base em princípios e procedimentos da História Oral. Assim, nos propomos a pensar a Educação (Matemática) a partir de experiências de vida narradas por interlocutores que se mantêm fora da escola. Ao perseguirmos esse objetivo inicial, nos colocamos em outro processo analítico que, para além de identificar estratégias, nos permitiu o contato com diferentes modos de vida. Esses novos modos de ver/ler o mundo nos fizeram questionar sobre a ideia de analfabetismo, bem como problematizar discursos que se têm sobre escola, que ecoam mesmo em pessoas que não participaram de processos de escolarização. Nesse sentido, os estudos sobre colonialidade se mostraram fundamentais para pensar não só sobre esses discursos e seus efeitos, mas sobre nossas próprias práticas e, principalmente, na condição de subalternidade que perpassa o analfabetismo, enquanto desvio em um mundo que assume um outro tipo de normalidade. |
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Bases epistemológicas matemáticas e didáticas presentes na constituição da área de Educação Matemática na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
26/02/2019 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
- Edilene Simoes Costa dos Santos
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Kamila da Fonseca Veiga Cavalheiro Leite
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Banca |
- Antonio Sales
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- Luzia Aparecida de Souza
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
O objetivo desta pesquisa consiste em investigar indícios históricos referentes à constituição da área de Educação Matemática na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) no contexto da década de 1980. Definimos esta periodização por representar momentos marcantes, tanto do curso de Licenciatura em Matemática, que configura sua instituição, como em relação ao movimento do ensino de matemática para a Educação Matemática, que se mostrava em processo inicial nessa década. Nossa pesquisa intentou contar uma história acerca de estudos e práticas voltadas às metodologias e teorias da didática e da matemática nesta instituição no período em questão. Dessa forma, estabelecemos como problemática
de pesquisa desvelar quais eram as suas bases epistemológicas matemáticas e didáticas. Utilizamos como suporte teórico-metodológico a história cultural, através dos autores: Chervel sobre a história das disciplinas escolares; Chartier com relação a nova história cultural; Bloch acerca do trabalho baseado no método da Crítica na História, com relação ao Oficio do historiador; Julia referente à cultura escolar como
objeto histórico. Diante disso, desenvolvemos um estudo através do levantamento bibliográfico de obras utilizadas como referencial teórico e metodológico por docentes do então Departamento de Matemática-UFMS nesse período, com o objetivo de identificar aspectos referentes às bases de constituição da área em questão. Em seguida, foram realizadas entrevistas com professores que, à época, constituíam o corpo docente e discente do curso de Licenciatura em Matemática, Prof. Dr. Luiz Carlos Pais e Profa. Dra. Marilena Bittar, respectivamente, para que fosse possível verificar questões referentes às experiências e concepções desses professores. Além disso, realizamos uma análise a respeito dos materiais produzidos no Departamento de Matemática-UFMS. Dentre eles encontram-se as edições da Revista do Laboratório de Ensino de Matemática e o livro não publicado escrito por dois professores do então Departamento de Matemática: Prof. Dr. José Luiz Magalhães de Freitas e Prof. Dr. Luiz Carlos Pais. Consideramos que nesta pesquisa foi possível verificar elementos referentes à constituição da área de Educação Matemática na UFMS através do curso de Licenciatura em Matemática e de ações desenvolvidas por professores do Departamento de Matemática à época. Avaliamos também que este trabalho dá margem a uma série de investigações, visto que, os materiais existentes relativos a esse contexto contemplam uma grande
quantidade de informações ricas em experiências e estudos acerca da cultura da Educação Matemática e a prática docente. |
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NARRATIVAS DE UM PROFESSOR DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO: PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE ALINHADA AO DISCURSO NEOLIBERAL |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
10/12/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Terezinha Inajossa Santos
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Banca |
- Adriano Vargas Freitas
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- Marcio Antonio da Silva
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
Esta dissertação de mestrado em Educação Matemática, foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – PPGedumat/UFMS. A pesquisa objetiva analisar a produção de subjetividades narradas por um professor de matemática, quando fala sobre suas práticas. Tal investigação foi inspirada nas pesquisas de Educação e Currículo, mais especificamente nas perspectivas dos estudos curriculares contemporâneos, em que analisa o currículo como práticas discursivas atravessadas por relações de poder. Para alcançar o objetivo proposto, a produção de dados foi feita por meio de entrevistas narrativas com apenas um professor, visto que a produção de subjetividade é múltipla por si só. A pesquisa também se inspirou nas contribuições teóricas de Foucault, visto que, para o autor não há uma separação entre teoria e metodologia, pois esta é responsável por direcionar a busca pela teoria. Para as análises das narrativas, foi utilizado como ferramenta, a análise do discurso de inspiração foucaultiana. A produção de subjetividade também tem inspiração em Foucault. Para ele, é um processo contínuo de algo produzido, moldado e fabricado em diferentes práticas discursivas. Essas subjetividades, ao produzirem objetos de saber, constituem o campo de ação do sujeito, concretizando-se em métodos, entre os quais se localizam os dispositivos. Nas análises também foi inferido que a produção discursiva do professor Tales, destaca a preparação dos estudantes para vestibulares, o que se materializa em várias práticas pedagógicas. Nesse sentido, foi observado que as enunciações do professor apresentadas nas narrativas, produzem verdades que atravessam o currículo e produzem, no professor, subjetividades alinhadas aos interesses neoliberais, tais como sucesso escolar, produtividade, “passar no vestibular”, mais aulas de matemática para entrar nesse sistema. Assim, surge a necessidade de alinhar o currículo dos estudantes aos interesses neoliberais, visando a produção de ensino pautado na produtividade a fim de potencializar o capital humano. |
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Devires de Imagens: atitudes e matemática(s) construídas e praticadas por um grupo de crianças |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
04/12/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
- Aparecida Santana de Souza Chiari
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Aparecida Santana de Souza Chiari
- Jose Luiz Magalhaes de Freitas
- Ricardo Scucuglia Rodrigues da Silva
- Suely Scherer
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Resumo |
O objetivo deste trabalho é analisar as externalizações de atitudes em relação à matemática de alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental, por meio de produções de vídeo. Os participantes da pesquisa são alunos do 1º ano do Ensino Fundamental de uma escola particular do município de Miranda/MS. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, na qual a produção de dados se deu pelos métodos brainstorming, produção de vídeos, entrevistas e notas de campo. Os pressupostos de infância como experiência (devir) e tecnologias, mais precisamente o vídeo como potencializador de produção de conhecimento, fornecem sustentação teórica para nosso estudo e para o modo como o desenvolvemos, por propiciarem indicativos referentes aos caminhos incertos da infância, além das potencialidades do recurso do vídeo para alunos nativos digitais. Tais pressupostos aliados ao estudo das atitudes, que envolve componentes cognitivos, conativos e afetivos, conduzem a análise dos dados. Com as produções imagéticas, diversas matemática(s) surgem, assumindo variados significados, em diferentes imagens e falas, sendo externalizadas como andar a cavalo, borboletas, palavras, amarelinha, números e tantas outras formas. As atitudes surgem neste deformar, em meio a sentimentos, informações e ações em relação à matemática, constituindo devires. A partir dos resultados, percebe-se que as atitudes se constituem em um movimento de devir, originando matemática(s) que são construídas e praticadas de acordo com as experiências de cada um. Assim, cada aluno constrói sua própria matemática, de acordo com a intensidade que foi direcionada a ela durante estas experiências. Neste contexto, a matemática assume sua multiplicidade, de forma problematizadora, em constante movimento, assumindo os diversos sentidos atribuídos pelas crianças. O recurso do vídeo proporciona um olhar potência para estes diversos saberes, ao possibilitar que as crianças falem não só com a voz, mas com gestos, imagens, sons, além da naturalidade destes em externalizar seus saberes para a câmera. Espera-se que este estudo dispare novas questões sobre a constituição da matemática, sua multiplicidade e os modos de pesquisar na infância. |
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(De)versos, se fez narrativas (ou: estórias sobre formação continuada de professores de matemática no estado de Mato Grosso) |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
27/08/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
- Joao Ricardo Viola dos Santos
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Angela Maria Guida
- Joao Ricardo Viola dos Santos
- Roger Miarka
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
Na busca por problematizar a formação continuada de professores de matemática, este trabalho se caracteriza como uma produção/arte de compor através de narrativas, uma leitura de uma política de formação continuada, quiçá de diversas políticas ou propostas de formações que se entrecruzam entre as estórias e elucubrações contadas por um professor de matemática. Este vivenciou uma proposta de implementação de um Grupo de Trabalho em que se discutiram atividades baseadas em categorias do cotidiano. No total, realizaram-se seis encontros de um Grupo de Trabalho na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário de Sinop, sob coordenação de um professor da instituição, contando com a participação de dez professores, sendo dois professores do Ensino Regular e seis professores-formadores do Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica (Cefapro), ambos da Educação Básica, além de dois professores em formação (um aluno da graduação e um da pós-graduação). Os encontros foram gravados em áudio e vídeo digital e, depois, transcritos. Além disso, foi realizada uma revisão bibliográfica e documental, compreendendo o período entre 1996 e 2015, com a intenção de problematizar rupturas e permanências na política de formação continuada de professores no estado de Mato Grosso. A partir de vivências, espaços e atravessamentos produzimos dois movimentos: Entre versos, narrativas, formações e Entre sentimentos, políticas, formações. Nesses escritos estórias são apresentadas (por que não inventadas) e problematizadas como possibilidades de formação continuada. Nesses dois movimentos de pesquisa, o leitor é convidado para pensar junto, a apresentar sua própria leitura, a se constituir como um terceiro autor da pesquisa. Tomando como principal referência teórico-metodológica o Modelo dos Campos Semânticos, nós professores, por vezes, operamos com o silêncio em um modo de lidar com as atividades (aquelas baseadas em categorias do cotidiano) que fogem as regras das atividades escolares. O Grupo de trabalho oferece espaços aos quais nossos processos de produção de significados, bem como nossos corpos são afetados. Ainda que, até mesmo nesse espaço em que se propõe uma formação outra, nós, professores, procuramos e desejamos estratégias para nossa sala de aula. Outros versos, narrativas, políticas, formações, escapam nesse processo... |
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A Matemática e a atuação do professor de Matemática na percepção de alunos cegos em escolas públicas de Campo Grande – MS |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
27/08/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Rozana Morais Lopes Feitosa
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Banca |
- Joao Ricardo Viola dos Santos
- Jose Luiz Magalhaes de Freitas
- Luzia Aparecida de Souza
- Maria Ednéia Martins Salandim
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Resumo |
Esta pesquisa objetiva uma análise problematizandoas percepções dos alunos cegos acerca do espaço escolar, da matemática e da atuação do professor de matemáticabem como o modo como o contexto escolar marca suas maneiras de pensar e agir sobre a sala de aula em escolas públicas de Campo Grande – MS. Trata-se de uma pesquisa historiográfica com base em discussões acerca do Tempo Presente e História Oral. Esta pesquisa apresenta as narrativas construídas como um modo de explicitar não uma visão de mundo, mas sensibilidades de mundo. Na análise efetuada, várias questões se apresentam como articuladoras dessas diferentes experiências, quais sejam a acessibilidade, a importância do direito à escuta não somente pelos alunos a quem esta é fundamental ao entendimento e orientação, mas também pelos docentes que tendem a esquivar-se do diálogo necessário à análise das necessidades dos alunos. As experiências dentro e fora da escola evidenciam um discurso que se molda tomando como norma o outro, o vidente. Na violência desse movimento, se mostra um processo de naturalização e de estranhamento de práticas e acontecimentos que precisam ser estranhados para que possamos superar o debate em torno da “adaptação”. Essa pesquisa busca contribuir com o projeto, mais amplo, denominado Mapeamento da Formação e Atuação de Professores de Matemática em Mato Grosso do Sul, desenvolvido pelo grupo História da Educação Matemática em Pesquisa (HEMEP). |
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A formação de professores de matemática da Universidade Federal de Mato Grosso Do Sul: um olhar sobre a primeira turma do curso de licenciatura intercultural indígena “povos do pantanal” - PROLIND |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
20/08/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Vlademir Sergio Bondarczuk
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Banca |
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- Fernando Guedes Cury
- Luzia Aparecida de Souza
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
O presente trabalho apresenta a pesquisa de mestrado que teve como objetivo traçar compreensões sobre o curso de Licenciatura Intercultural Indígena “Povos do Pantanal” (Prolind) do Campus de Aquidauana – MS da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Essas compreensões foram traçadas na elaboração de uma narrativa, apresentada ao final do trabalho, na qual buscamos caracterizar os processos que levaram à criação, implantação e estruturação, bem como os perfis do corpo docente e a estrutura física da instituição, constituindo uma versão histórica sobre o curso. Para desenvolvermos nosso trabalho, adotamos a História Oral como metodologia de pesquisa. Por meio dela, constituímos narrativas que, juntamente com outras fontes escritas, nos permitiram refletir sobre a formação de professores indígenas do território etnocultural “Povos do Pantanal”. O Prolind se trata de um curso voltado exclusivamente para formação de indígenas para que esses possam exercer o magistério suas próprias aldeias e etnias. Esta pesquisa está ligada ao Grupo História da Educação Matemática em Pesquisa (Hemep), que busca mapear a formação de professores que ensinam e ensinaram matemática no Mato Grosso do Sul e corrobora com o mapeamento nacional que vem sendo tecido pelo Grupo História Oral e Educação Matemática (Ghoem). Por fim, ficou evidenciado, entre alguns fatores apresentados, que a criação de um curso inédito na UFMS, voltado para a formação de indígenas do território etnocultural “Povos do Pantanal”, trouxe ganhos sociais e culturais, tanto para a Universidade, quanto para os povos indígenas, e que existiu um desejo, tanto por parte de professores, como por parte da comunidade indígena, que o curso fosse implantado de forma permanente e regular, ou ainda que outros cursos fossem oferecidos além da licenciatura, de forma a atender outras necessidades dos “Povos do Pantanal”, com a criação de uma Faculdade Indígena. O curso trouxe aos povos indígenas um empoderamento para que enfrentassem a difícil distinção que a sociedade branca lhes impõe. |
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Aspectos históricos do estudo da aritmética escolar no contexto Mato-Grossense em 1910 - 1975 |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
15/08/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
- Edilene Simoes Costa dos Santos
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Carmyra Oliveira Batista
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- Luzia Aparecida de Souza
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
Esta pesquisa objetivou analisar o estudo da tabuada escolar no ensino de aritmética sob o
prisma dos aspectos históricos dos grupos escolares mato-grossenses nas primeiras décadas do
século XX. Reforça-se que, como constituintes dos aspectos históricos para este estudo, foram
eleitas as legislações de ensino, Programas de Ensinos e livros didáticos que circularam no
contexto dos grupos escolares mato-grossenses no recorte temporal especificado. Para aporte
teórico, foram utilizadas as concepções da história cultural com os conceitos de “apropriação”
de Chartier (2002), “cultura escolar” de Julia (2001), “história das edições didáticas” de
Choppin (2004), “vulgata” e a “história das disciplinas escolares” de Chervel (1990), além dos
“saberes elementares matemáticos” propostos por Valente (2015). Nos documentos oficiais, a
análise focou os métodos de ensinos e a aritmética escolar apropriada durante as modalidades
de grupos escolares; nos Programas de Ensino, foram observados os conteúdos de tabuadas e
suas orientações pedagógicas; por fim, nos livros didáticos, o foco foi a análise da apropriação
do estudo das tabuadas em obras didáticas que circularam no contexto escolar mato-grossense
no período estudado. As conclusões apontam que, na constituição dos grupos escolares matogrossenses
no período da vaga intuitiva, a tabuada escolar constava como um conteúdo do
Programa de Ensino de 1910, que deveria ser ensinada primeiramente por recursos intuitivos e
depois pela memorização de cálculos mentais. Já no Programa de Ensino de 1924, o ensino de
tabuada das quatro operações deveria acontecer no primeiro ano escolar de forma intuitiva com
o auxílio de contador mecânico. Foram identificados, em fontes historiográficas do
Almoxarifado da Instrução Pública do Mato Grosso, os recursos didáticos utilizados na
instrução primária mato-grossense, como as Cartas de Parker, os contadores mecânicos e a
tabuada Póvoas Pinheiro, que caracterizavam os métodos de ensino da vaga intuitiva nas
primeiras décadas do século XX. |
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Jogos de linguagem e Geometria Euclidiana Plana: um olhar para dois manuais didáticos de uso em cursos de Licenciatura em Matemática |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
25/05/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Person Gouveia dos Santos Moreira
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Banca |
- Carolina Tamayo Osorio
- Heloisa Laura Queiroz Goncalves da Costa
- Thiago Donda Rodrigues
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
Esta pesquisa foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática (PPGEduMat), no curso de Mestrado da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul vinculada ao Grupo HEMEP – História da Educação Matemática em Pesquisa e tem como objetivo descrever os jogos de linguagem de dois títulos de Geometria Euclidiana Plana, conteúdo das grades curriculares dos cursos de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Optamos por estudar as obras: Geometria Euclidiana Plana de João Lucas Barbosa (2006) e Geometria Euclidiana Plana e Construções Geométrica de Eliane Quelho Frota Rezende e Maria Lúcia Bontorim de Queiroz (2000). Na perspectiva dos jogos de linguagem de Ludwig Wittgenstein, de modo a procurar semelhanças e diferenças entre os jogos usados pelos autores em suas obras. Contudo, diante do processo de desenvolvimento de nossa pesquisa, entendemos que os manuais didáticos que foram colocados por nós em um movimento Terapêutico Bibliográfico, são partes integrantes de uma determinada forma de vida que é o curso de Licenciatura em Matemática e estão em uso de variadas formas, conforme professor, turma etc. Buscamos realizar a leitura deles vislumbrando sempre um licenciando do curso de Matemática, conflitos e aproximações que poderiam ser notadas com o uso conjunto destes dois manuais. No corpo da pesquisa, trouxemos alguns quadros que sugerem um distanciamento entre os jogos praticados em ambos os manuais didáticos, para um, certas afirmações são tomadas como axiomas/postulados, já para o outro, como definições – em alguns momentos o contrário. A ordenação dessas afirmações e a distribuição nos capítulos e dos capítulos também se apresenta diferente, sugerindo uma outra ordem axiomática. Por fim observamos que ao olhar ambos os manuais por uma perspectiva wittgensteiniana, entendemos que esses apresentam jogos de linguagem diferentes, em certo sentido, Geometrias Euclidianas Planas também diferentes. |
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Entre a necessidade e o jogo político: uma história sobre a criação e a extinção do curso de ciências da UEMS em Cassilândia |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
23/05/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Angela Maria Guida
- Carla Regina Mariano da Silva
- Luzia Aparecida de Souza
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
Este trabalho conta uma história sobre a criação e extinção do curso de Ciências com Habilitação em Matemática da UEMS de Cassilândia – MS. Ele foi elaborado com o objetivo de compreender sobre a formação de professores de Matemática naquela localidade no início da década de 1990. Esse curso iniciou em 1994, logo após a criação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS, e foi extinto no ano de 2000, iniciando nesse ano o curso de Matemática – Licenciatura Plena (em funcionamento até os dias de hoje). Esta pesquisa está inserida no Grupo HEMEP – História da Educação Matemática em Pesquisa – que tem um projeto de mapeamento da formação e atuação de professores de Matemática em Mato Grosso do Sul. Este projeto do grupo está inserido no projeto do GHOEM – Grupo de História Oral e Educação Matemática – que visa mapear a formação e atuação de professores de Matemática no Brasil. Para essa investigação utilizamos a História Oral, que permite ao pesquisador produzir fontes intencionalmente, na criação de uma versão histórica, sem a intenção de estabelecer essa história como uma verdade absoluta. Por meio de entrevistas (realizadas com cinco professores e duas ex-alunas do Curso), documentos oficiais da universidade e notícias de jornais, fizemos alguns apontamentos que julgamos pertinentes, como: a influência política para implantar a UEMS; questões políticas e rivalidades partidárias se sobrepuseram aos interesses educacionais; a carência de professores de Matemática em Cassilândia e região; o desejo da população cassilandense por outros cursos; as dificuldades no início do curso e a contribuição desse curso para as áreas de Física, Química e Biologia. Para falarmos sobre a criação e extinção do curso de Ciências da UEMS de Cassilândia criamos a nossa história, que não buscou resgatar o “fato ocorrido”, mas sim produzir uma história baseada em nossas interpretações de depoimentos, documentos oficiais e recortes de jornais, que expressam o nosso entendimento sobre a formação de professores de Matemática em Cassilândia na década de 1990, tendo como foco o curso de Ciências da UEMS. |
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Elementos na História do Ensino de Matemática no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora entre 1930 a 1970 no Sul do Mato Grosso Uno |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
22/05/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
- Edilene Simoes Costa dos Santos
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Antonio Sales
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- Luzia Aparecida de Souza
- Patricia Sandalo Pereira
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Resumo |
A presente pesquisa tem como campo norteador a seguinte questão: Que trajetória histórica teve o ensino da Matemática no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, sendo este um colégio para moças? Diante disso, refletimos acerca dos processos de constituição da Matemática escolar, nos primeiros anos escolares no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em Campo Grande no Sul do Mato Grosso Uno, entre os períodos de 1930 a 1970; para tanto, nos debruçamos sobre os autores da história cultural, procurando identificar as modificações sofridas através do tempo delimitado na pesquisa, para então, tematizarmos sobre os métodos e processos de ensino da Matemática escolar nesse colégio. Assim, com base nas informações históricas que contribuíram na produção de uma história comprometida com a circulação de objetos culturais, com o estabelecimento de relações entre os saberes escolares, e representações construídas pelos sujeitos em „locus‟, analisamos o que consideramos como elementos históricos: os referenciais, documentos norteadores das ações escolares que entendemos são as reformas Francisco Campos 19890/31, Capanema 4244/42 e a LDB 5692/71, os Regimentos Internos do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, os Relatórios do Inspetor Geral; os materiais didáticos, elementos produzidos no interior do Colégio, tais, matérias didáticos e pedagógicos; e os personagens: que retratam suas experiências como alunas. Dessa forma utilizamos também como fonte de pesquisa o depoimento de uma ex-aluna do Colégio na busca de cobrir algumas lacunas. Para tanto levamos em conta as seguintes categorias para a produção das análises desses elementos: estratégia e tática a partir das concepções de Certeau, cultura escolar de Dominique Julia e disciplina escolar de André Chervel. As análises nos trouxeram informações que a Matemática proposta no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora não tinha distinção de gênero, ou seja, eram as mesmas propostas nas normativas estabelecidas nos períodos delimitado da pesquisa, tendo como espelho a proposta metodológica do Colégio Pedro II, que era referência de ensino no Brasil na época, além de um currículo extenso, com aulas de costura, bordado, música, economia doméstica e saúde. |
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EXPERIÊNCIAS E ESCRITAS DE SI: DESLOCAMENTOS DE PENSAMENTOS SOBRE FORMAÇÃO, EDUCAÇÃO FINANCEIRA, CURRÍCULO E VIDA |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
08/05/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
- Edilene Simoes Costa dos Santos
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- Harryson Júnio Lessa Gonçalves
- Marcio Antonio da Silva
- Thiago Pedro Pinto
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Resumo |
A referida pesquisa objetivou construir uma narrativa das minhas experiências, acontecimentos e deslocamentos de pensamentos, antes e durante a minha passagem em um Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática. Nesse estudo, a Educação Financeira surgiu como um mote na minha formação como professor-pesquisador. Por intermédio de um levantamento bibliográfico inicial, constatei que as escritas de si têm importância na pesquisa de formação dos professores/pesquisadores, pois mobilizam capacidades reflexivas, por intermédio de revisitas ao passado, problematizações do presente e produção de subjetividades, nos mostrando como foram construídos os processos que, de alguma maneira, afetam a formação. Narrei a minha trajetória na área da educação como aluno, professor, coordenador e gestor. A ênfase maior foi na minha atuação como professor, antes e durante a minha inserção no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Para isso, utilizei a metodologia das escritas de si em interlocução com Nóvoa, Finger, Passeggi, dentre outros (as) pesquisadores (as), e também dialogando com o grupo de pesquisa currículo e educação matemática (GPCEM), cujos membros contribuíram para a composição da escrita desta dissertação, por intermédio de comentários ao longo do texto. O referencial teórico sobre experiência é inspirado em Jorge Larrosa. Nesta dissertação, mostro como as discussões sobre educação e vida se dão em um espaço formativo e em um grupo de pesquisa, gerando novas potencialidades nas pesquisas da pós-graduação. Ao final dessa trajetória, chego à conclusão que, além da pedagogia, didática, dentre outros elementos da educação, outros fatores devem ser considerados na constituição do pesquisador, como a sua própria experiência. Os resultados obtidos com a proposta metodológica dos diálogos, durante a minha escrita, foram bastante satisfatórios e abrem novas possibilidades para a pesquisa. Por intermédio da leitura deste texto, espero que futuros pesquisadores sejam incentivados a escreverem as suas escritas de si, compartilhando as suas experiências com outros. |
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Um estudo sobre representações semióticas na aprendizagem de áreas de triângulos e quadriláteros por alunos do quinto e sexto anos do ensino fundamental |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
16/04/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
- Jose Luiz Magalhaes de Freitas
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Cleide Ribeiro Mota Arinos
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Banca |
- Antonio Sales
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- Jose Luiz Magalhaes de Freitas
- Luiz Carlos Pais
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Resumo |
Esta pesquisa tem por objetivo investigar aprendizagens por alunos do quinto e sexto ano do Ensino Fundamental diante de situações envolvendo representações semióticas diversas na abordagem de áreas de triângulos e quadriláteros. Este estudo direcionado para a pesquisa em Educação Matemática analisa a produção dos alunos numa sequência de atividades na qual se variou as representações e os registros para investigar o cálculo de áreas. Atividades estas aplicadas em oito sessões de aproximadamente duas horas cada no contra turno escolar a alunos do 5º e 6º anos do Ensino Fundamental de uma escola privada de Campo Grande/MS. Nas atividades foram exploradas figuras geométricas por meio de tratamentos figurais, como a reconfiguração e a desconstrução dimensional, entre outros. Estas operações podem facilitar a elaboração de estratégias para os cálculos de áreas de figuras planas, bem como validá-las. Os principais registros mobilizados foram: figural, numérico e língua materna. Sobre as análises feitas nos protocolos, áudios e vídeos, percebe-se que o uso de diferentes representações e registros no cálculo de áreas de figuras planas pode favorecer o aparecimento de maneiras distintas de solucioná-las, contribuindo assim para a aprendizagem e autonomia em geometria, oportunizando ao aluno uma nova forma de pensar e raciocinar. A pesquisa fundamentou-se na Teoria de Registros de Representação Semiótica de Duval e em dois elementos teóricos desse autor que tratam dos olhares e apreensões para a aprendizagem em geometria. No que concerne à metodologia, esta pesquisa foi conduzida pela Engenharia Didática proposta por Michele Artigue. |
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Formação inicial de professores de Matemática: limites e perspectivas propiciados pela pesquisa colaborativa no processo de reflexão |
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Curso |
Mestrado em Educação Matemática |
Tipo |
Dissertação |
Data |
15/03/2018 |
Área |
MATEMÁTICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Edilene Simoes Costa dos Santos
- João Coelho Neto
- Klinger Teodoro Ciriaco
- Patricia Sandalo Pereira
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Resumo |
Esta pesquisa está vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação
Matemática, em nível de mestrado, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
(UFMS), atrelada ao grupo de pesquisa Formação e Educação Matemática
(FORMEM). Com vistas à formação inicial do professor de Matemática para a
Educação Básica, o estudo teve como finalidade compreender se os níveis de
reflexões desenvolvidos pelos professores em formação de Matemática estabelecem
limites ou perspectivas para ação do sujeito quando participam do desenvolvimento
de uma pesquisa colaborativa. Temos como questão norteadora: Quais são os
limites e as perspectivas propiciados pela pesquisa colaborativa no processo de
reflexão dos professores em formação de Matemática? Como referencial teórico e
metodológico, utilizamos a pesquisa colaborativa, fundamentada em, Ibiapina
(2008). Para respondermos essa pergunta recorremos a classificação proposta por
Liberali (1999, 2004) em relação a reflexão. A pesquisa foi desenvolvida em uma
turma da disciplina de Prática de Ensino de Matemática IV do curso de Licenciatura
em Matemática, oferecida pelo Instituto de Matemática da Universidade Federal de
Mato Grosso do Sul (UFMS). Adotamos uma abordagem qualitativa de pesquisa e
como procedimentos metodológicos, utilizamos o planejamento, o desenvolvimento
das aulas e as sessões reflexivas (videoformação). Diante dos dados produzidos,
compreendemos que a pesquisa colaborativa proporciona aos professores em
formação movimentos de reflexão ao desenvolverem algumas ações de cunho
docente desencadeadas durante essa pesquisa. Esperamos que os resultados
apresentados possam subsidiar novas propostas de formação inicial de professores
de Matemática pautadas na pesquisa colaborativa. |
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