Doutorado em Educação

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TRABALHO Ações
A INTERNACIONALIZAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO NO BRASIL: MOBILIDADE E PRODUTIVIDADE DOCENTE (2010-2016)
Curso Doutorado em Educação
Tipo Tese
Data 12/12/2017
Área EDUCAÇÃO
Orientador(es)
  • Silvia Helena Andrade de Brito
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Flavia Melville Paiva
    Banca
    • Carla Villamaina Centeno
    • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
    • Mara Regina Martins Jacomeli
    • Margarita Victoria Rodriguez
    • Silvia Helena Andrade de Brito
    Resumo A presente tese, parte da produção da Linha de Pesquisa “História, Políticas e Educação” do
    PPGEdu/FAED/UFMS, tem como objeto as estratégias de internacionalização que foram
    utilizadas pelos programas de pós-graduação em Educação no Brasil, considerando a
    mobilidade e a produtividade internacionais docentes, no período de 2010-2016. A tese com a
    qual se trabalha nessa pesquisa é que as políticas de educação, ciência e tecnologia relacionadas
    ao incentivo da internacionalização na pós-graduação brasileira tendem a priorizar
    determinadas áreas de conhecimento em detrimento de outras, levando-se a padronizar a
    concepção de ciência e não considerando as desigualdades entre elas. Portanto, buscamos
    estudar como a área inicialmente conceitua o termo internacionalização da pós-graduação e
    vem construindo suas estratégias para alavancar este processo nos programas. Os
    procedimentos metodológicos propostos foram: a) estudo do estado do conhecimento sobre
    internacionalização da pós-graduação brasileira na área de conhecimento Educação; b) pesquisa
    documental, visando a análise quantitativa e qualitativa das políticas públicas brasileiras para a
    internacionalização da pós-graduação em especial os documentos: Plano Nacional de Pósgraduação
    2011-2020 (PNPG) produzido pelo Ministério de Educação (MEC); a Estratégia
    Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 2012-2015 e 2016-2019 (ENCTI) do Ministério
    de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), para o estudo da evolução do tratamento da
    internacionalização ao longo dos seis anos propostos para estudo; as Fichas de Avaliação
    (triênios 2007-2009 e 2010-2012) e o Documento de Área do Sistema Nacional de PósGraduação
    da Capes para a área Educação (SNPG) (2010, 2013 e 2016), constantes do processo
    avaliativo da pós-graduação no Brasil, além dos dados divulgados pelos programas na
    Plataforma Sucupira; c) análise do Currículo Lattes dos professores lotados nos programas de
    pós-graduação no período de 2010-2016; e d) entrevistas diretivas com roteiro semiestruturado
    com os coordenadores e ex-coordenadores dos programas elencados para o mesmo período.
    Com o estudo, chegamos a dados que apresentam como a área de conhecimento Educação tem
    tratado sua internacionalização, questionando a necessidade ou não de adequar-se à exigência
    Capes para avaliação de níveis de excelência da área (conceitos 6 e 7 do SNPG), desenvolvendo
    estratégias para otimizar seus objetivos no uso das políticas disponíveis, tanto públicas quanto
    as inerentes às instituições de ensino superior a que estão vinculadas, e como tem planejado a
    continuidade de seu processo de internacionalização. A análise comparativa das entrevistas
    apresentou conceitos ora coincidentes, ora convergentes quanto à visão e conceituação do termo
    internacionalização e suas subcategorias; no entanto, as estratégias tenderam a seguir o mesmo
    padrão de trabalho, com algumas especificidades no encaminhamento de escolhas na formação
    de parcerias internacionais, mostrando que as estratégias mais utilizadas pelos PPG em
    Educação considerados de excelência foram a mobilidade docente, principalmente a realização
    de estágio pós-doutoral; e as publicações em periódicos internacionais. Isso não é coincidente
    com o proposto no PNPG e ENCTI, que valorizam sobretudo os projetos de pesquisas
    internacionalizados, capazes de gerar produtos que se insiram na economia internacionalizada
    do século XXI, o que contribui para ser atribuído o estatuto de prioridade 2 para a área de
    Educação, pela CAPES.
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    A relação de dependência ontológica entre capital, Estado e educação no contexto da sociabilidade capitalista
    Curso Doutorado em Educação
    Tipo Tese
    Data 07/12/2017
    Área EDUCAÇÃO
    Orientador(es)
    • Silvia Helena Andrade de Brito
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Maria Lucia Paniago Lordelo Neves
      Banca
      • Josefa Jackline Rabelo
      • Margarita Victoria Rodriguez
      • Ricardo Pereira de Melo
      • Samira Saad Pulcherio Lancillotti
      • Silvia Helena Andrade de Brito
      Resumo Nosso objeto de estudo neste trabalho, parte das pesquisas da Linha de Pesquisa “História,
      Políticas e Educação” do Programa de Pós-Graduação em Educação/UFMS, diz respeito à
      relação entre educação, capital e Estado, priorizando o manual didático como instrumento
      hegemônico de mediação no processo de educação formal. O objetivo central desse estudo é
      investigar a natureza da relação capital, Estado e educação formal, particularmente o manual
      didático, na sociedade de classe capitalista, apontando as suas articulações estabelecidas para
      o atendimento às necessidades de reprodução do capital, considerando a sua etapa atual. Na
      compreensão e apreensão do método de conhecer a realidade posta, o que implica a educação,
      o capital e o Estado, nosso pressuposto funda-se no pensamento marxiano, sem com isso
      negar o que foi construído historicamente pela humanidade, o que seria um contrassenso da
      perspectiva adotada. Assumimos como método de investigação o materialismo histórico
      dialético por ser imprescindível ao trabalho científico, pois deixa o campo da especulação e se
      detém no campo do real, do concreto, como condição prévia e efetiva. No desenvolvimento da
      pesquisa, tomamos como fundamento teórico a análise das bases materiais do modo de
      produção capitalista, para conhecer como, por quais vias, por quais mediações, os homens
      fazem a totalidade de sua história. Embora tenhamos tomado como prioridade as obras de
      Marx e Engels, também são parte do nosso referencial os escritos de Lukács e Mészáros.
      Nossa investigação indicou que a contribuição da educação para a destruição do capital, está
      nas atividades educativas que desenvolvam a consciência revolucionária, não perdendo de
      vista o fim que se deseja alcançar – a transformação radical da sociedade. É imprescindível
      para a superação da propriedade privada e do capital, a consciência de que a única forma de
      alcançar o “reino da necessidade” (trabalho associado) e o “reino da liberdade” (tempo livre)
      é a destruição do sistema de exploração do trabalho alheio.
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      PROFESSORES NA REDE: FACEBOOK E MEDIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
      Curso Doutorado em Educação
      Tipo Tese
      Data 06/12/2017
      Área EDUCAÇÃO
      Orientador(es)
        Coorientador(es)
        Orientando(s)
          Banca
          • Joelci Mora Silva
          • Maria Cristina Lima Paniago
          • Marilda Goncalves Dias Facci
          • Sonia da Cunha Urt
          Resumo
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            PROFESSORES NA REDE: FACEBOOK E MEDIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
            Curso Doutorado em Educação
            Tipo Tese
            Data 06/12/2017
            Área EDUCAÇÃO
            Orientador(es)
            • Sonia da Cunha Urt
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Joelci Mora Silva
              Banca
              • Bento Duarte da Silva
              • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
              • Maria Cristina Lima Paniago
              • Marilda Goncalves Dias Facci
              • Sonia da Cunha Urt
              Resumo Diante do crescimento significativo das redes sociais online, sobrevieram inquietações acerca da possibilidade de sua inserção na educação escolar. Assim, entender quais os aspectos são evidenciados no processo de ensino e aprendizagem, considerando a inserção do Facebook nas atividades docentes como um ambiente para a mediação, foi a questão que norteou os momentos de estudo. Esse trabalho teve, portanto, como objetivo principal, investigar o potencial contributivo do Facebook nas atividades docentes, ao utilizar seu recurso Grupos como um ambiente para a mediação, na apropriação do conhecimento. O percurso metodológico compôs-se inicialmente do inventário e da análise das produções científicas existentes, que investigaram a interlocução dos temas propostos, com a finalidade de conhecer outros olhares. Em um segundo momento, teve lugar o estudo de campo em uma escola pública municipal na cidade de Campo Grande-MS, realizado com dezesseis professoras do ensino fundamental, ocorrido entre os meses de abril e novembro de 2015, que usou como procedimento a pesquisa colaborativa com abordagem sócio-histórica. Os instrumentos de coleta escolhidos foram as entrevistas semiestruturadas, assim como atividades e registros provenientes das oficinas de aprendizagem: discussões online, exercícios, roda de conversa, grupos no Facebook e caderno de campo. A técnica denominada Análise de Conteúdo foi usada para a análise dos dados obtidos. As discussões nasceram dos momentos descritos e foram direcionadas pelos conceitos que integram a Teoria Histórico-Cultural, embasadas pelos postulados de Vygotsky e de seus pares, bem como pelos ensinamentos dos estudiosos da área de Educação e Tecnologia Educativa. Como resultado, destaca-se que ainda existe resistência diante das tecnologias de comunicação e informação usadas na/para educação escolar. Em relação ao Facebook, ao ser considerado o aumento de volume de trabalho para expandir as dimensões de tempo e espaço das atividades docentes, houve oposição da maioria das professoras, mesmo sendo observado que sua utilização encorajou a interação do grupo, com socializações e atividades coletivas. Infere-se que seu uso demanda uma mudança significativa nas relações e práticas tradicionais. Conclui-se por fim, que a possibilidade de ampliar o contato professor-aluno via interação digital, quando se utiliza o Facebook como ambiente mediador, tem o potencial de colaborar de maneira significativa para a aprendizagem e para o desenvolvimento cognitivo dos discentes.
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              EDUCAÇÃO, CULTURA E HABITUS FRONTEIRIÇO NA MEMORIALÍSTICA DE HÉLIO SEREJO
              Curso Doutorado em Educação
              Tipo Tese
              Data 28/11/2017
              Área EDUCAÇÃO
              Orientador(es)
              • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Alice Felisberto da Silva
                Banca
                • Antonio Hilario Aguilera Urquiza
                • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
                • Katia Cristina Nascimento Figueira
                • Magda Carmelita Sarat Oliveira
                • Silvia Helena Andrade de Brito
                Resumo Esta pesquisa está vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação, da Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, na linha de pesquisa Escola, Cultura e Disciplinas Escolares. Nela, busca-se compreender a constituição de um habitus fronteiriço a partir da análise dos registros de Hélio Serejo, o “memorialista da fronteira”. O objetivo geral da pesquisa consiste em compreender a constituição de um habitus fronteiriço nas práticas sociais, culturais, educativas e religiosas dos grupos sociais que viviam na fronteira no período retratado pelo memorialista Hélio Serejo – final do século XIX e início do século XX. Para tanto, estabelecem-se como objetivos específicos: 1) Extrair das obras de Hélio Serejo elementos que revelem o processo educativo e as práticas sociais, culturais, educativas e religiosas do ser (homem/mulher) fronteiriço; 2) Caracterizar o modo de vida desses agentes configurando-os como um grupo social com suas singularidades; e 3) Analisar se a singularidade do modo de vida desses grupos constitui um habitus de grupo, próprio da fronteira Brasil-Paraguai retratadas na obra de Hélio Serejo. O percurso metodológico consiste numa revisão bibliográfica e na análise de conteúdo das obras do referido memorialista. A perspectiva teórica adotada é a Teoria da Prática, desenvolvida por Pierre Bourdieu. Foi possível extrair dos registros de Serejo elementos que revelam que as práticas sociais na fronteira naquele momento histórico constituíram um modo de ser e estar singular, a partir das intensas trocas culturais ali desenvolvidas. Observa-se que são necessários mais estudos sobre outros contextos de fronteira de modo a elucidar como se manifesta esse habitus fronteiriço, em diferentes lugares e momentos históricos.
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                RETRATOS DA MERITOCRACIA ESCOLAR: DAS IGUALDADES E DESIGUALDADES COMO EXPRESSÕES DA (IN)JUSTIÇA
                Curso Doutorado em Educação
                Tipo Tese
                Data 22/09/2017
                Área EDUCAÇÃO
                Orientador(es)
                • Fabiany de Cassia Tavares Silva
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Rosana Sant'Ana de Morais
                  Banca
                  • Fabiany de Cassia Tavares Silva
                  • Ione Ribeiro Valle
                  • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
                  • Katia Cristina Nascimento Figueira
                  • Lucrecia Stringhetta Mello
                  • Rosângela Gavioli Prieto
                  Resumo Este estudo faz parte do programa de pesquisas do/no Grupo de Estudos e Pesquisas Observatório de Cultura Escolar (OCE), que tem como objetos de estudos, a escola, o currículo e a cultura escolar. Diante disso, apresenta como objeto de investigação as práticas curriculares, que orientam o processo de seleção e hierarquização dos agentes escolares no Colégio Militar de Campo Grande (CMCG) e, nessas práticas, as (in)justiças escolares. Assim, os objetivos são analisar se o mérito individual e as premiações que dela advém são impedimento para que o colégio distribua equitativamente o conhecimento, localizar estratégias educacionais voltadas para uma distribuição justa do conhecimento escolar, em uma perspectiva de igualdade e desvelar a eficácia das estratégias voltadas ao aluno com dificuldade de aprendizagem no CMCG. A justiça educativa, no caso deste estudo, se relaciona às estratégias que a escola põe em prática, a fim de minimizar as desigualdades que ela própria cria. Nesse sentido, trabalhamos com a hipótese de que tal relação, após as reformas educacionais da década de 1990, encontra-se determinada por tentativas de ocultação, ou secundarização, do mérito em nome de uma escola menos desigual, cujo princípio está articulado à proposição de uma escola e um currículo mais justos. Os questionamentos elaborados para este processo estão inseridos em um contexto de análise da relação entre escola e currículo, no que tange às possibilidades de uma distribuição menos desigual do conhecimento escolar. Os conceitos-chave para explicitar a problemática de investigação são a meritocracia, a igualdade de oportunidades e a justiça educativa. O desenho metodológico orienta-se por um conjunto de fontes documentais, a saber: os documentos oficiais (Leis, Regulamentos, Decretos e Portarias); e, os documentos, também oficiais, mas internos ao Colégio Militar de Campo Grande (Plano Geral de Ensino, Regimento Interno, histórico escolar, estatísticas de reprovações, testes de sondagem, atas de conselhos de classe e conselhos de ensino). Para efeitos práticos, consideramos a totalidade dos documentos como “documentos curriculares” e, como diferenciação, usamos os termos “documentos oficiais” e “documentos internos”. Nos documentos oficiais, estabelecemos a análise do Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB) como um espaço de inter-relação entre dois campos distintos, o educativo e o militar, e justificamos utilizando conceitos bourdesianos em que o ethos militar constitui habitus específico na escola básica militar, que influencia a geração de doxa e nomos diferenciados tornados evidentes nas escolhas curriculares dentro do SCMB e no CMCG, colégio que faz parte do Sistema. Concluímos que a valorização do mérito individual e as premiações que dela advêm, não são impedimento para que o CMCG distribua equitativamente o conhecimento, já que no Sistema é vista como um estímulo para a busca pelo conhecimento e, em consequência, para a permanência nesse grupo seleto. Contudo, percebemos que as estratégias educacionais voltadas para uma distribuição justa do conhecimento escolar têm uma perspectiva de busca de igualdade mais voltada para o objetivo de não baixar a “qualidade” educacional que é tradição do Sistema e que faz com que o campo militar se destaque entre os demais campos sociais. Dessa forma, as estratégias voltadas ao aluno com dificuldade de aprendizagem no CMCG não são eficazes, pois os alunos que dependem somente dos dispositivos de recuperação oferecidos pelo colégio não obtêm o mesmo resultado positivo que aqueles que usam seus próprios meios para a efetiva aprendizagem.
                  Palavras-chave: Escola Justa. Justiça Educativa. Igualdade de Oportunidades. Meritocracia escolar. Colégio Militar de Campo Grande.
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                  MONOPOLIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR PRIVADO NO BRASIL POR MEIO DE PROCESSOS DE FUSÕES E AQUISIÇÕES: O GRUPO UNIESP EM QUESTÃO
                  Curso Doutorado em Educação
                  Tipo Tese
                  Data 19/09/2017
                  Área EDUCAÇÃO
                  Orientador(es)
                  • Silvia Helena Andrade de Brito
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Tarcisio Luiz Pereira
                    Banca
                    • Elcio Gustavo Benini
                    • Giselle Cristina Martins Real
                    • Maria Dilneia Espindola Fernandes
                    • Silvia Helena Andrade de Brito
                    • Vera Lúcia Jacob Chaves
                    Resumo Fusões e aquisições fazem parte do mundo corporativo capitalista, visando à adequação de recursos, do porte e da estrutura das empresas ao mercado. O que move o capital é a procura por lucros. Para tal, fusões e aquisições aparecem na etapa do capitalismo monopolista, que se caracteriza pela concentração/centralização do capital, com a fusão/reagrupamento de capitais em todos os setores. Essa também é a forma assumida pelas empresas capitalistas no campo educacional, no Brasil. Nesse sentido, esta tese, alocada na Linha de Pesquisa “História, Políticas e Educação” do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/Campo Grande, tem como objeto a monopolização do ensino superior privado sendo seu objetivo geral analisar as novas configurações e os processos de aquisições e fusões ocorridos neste setor. Para tanto, elege-se como lócus de pesquisa o grupo educacional União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo – Uniesp – que vem expandindo seus negócios na última década, com aquisições de novas Instituições de Ensino Superior Privadas (IESP’s). Para tanto, selecionou-se unidades de ensino mantidas pelo grupo, sendo respectivamente uma lotada no interior do Estado de São Paulo e duas na cidade de São Paulo (capital). Quanto aos procedimentos metodológicos, utilizam-se, além da pesquisa documental, as entrevistas com funcionários, docentes e gestores do Uniesp. Os resultados apontam que a expansão no ensino superior privado no Brasil, assim como os processos de fusões e aquisições ocorridos no setor com a instrumentalização do Estado que, por meio de regulamentações, possibilitou a valorização e o controle sobre a educação (mercadoria) superior, buscou da mesma forma que os empresários da indústria e do comércio exercer a garantia de superlucros e valorização do capital neste espaço, o da educação/ensino superior. Neste cenário, tem surgido novas forças competitivas que quebram o monopólio geográfico, regional e local no mercado de ensino superior privado levando a uma reestruturação, o que pode implicar no desaparecimento de faculdades e universidades de pequeno e médio porte por conta de maior concentração no setor, com aporte expressivo do capital internacional.


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                    A DISTRIBUIÇÃO DE CONHECIMENTOS EM MATEMÁTICA: DIRETRIZES CURRICULARES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO (2008 e 2012).
                    Curso Doutorado em Educação
                    Tipo Tese
                    Data 06/09/2017
                    Área EDUCAÇÃO
                    Orientador(es)
                    • Fabiany de Cassia Tavares Silva
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Heloisa Laura Queiroz Gonçalves da Costa
                      Banca
                      • Carmen Lúcia Brancaglion Passos
                      • Claudia Valentina Assumpção Galian
                      • Constantina Xavier Filha
                      • Fabiany de Cassia Tavares Silva
                      • Regina Tereza Cestari de Oliveira
                      Resumo Este estudo faz parte do programa de pesquisa do/no Observatório de Cultura Escolar (OCE),
                      que toma como fontes e objetos de estudo documentos curriculares produzidos para os espaços
                      da educação formal e não formal entendidos como instância de formação escolar, com objetivos
                      educativos explícitos e ação intencional institucionalizada, estruturada e sistemática; e como
                      uma possibilidade de produção, seleção e distribuição de conhecimento fora das estruturas
                      curriculares do ensino tradicional, respectivamente. Neste contexto, estudamos e analisamos
                      um conjunto de três documentos curriculares propostos para a Educação Básica no componente
                      Matemática, particularmente para as etapas dos Ensinos Fundamental e Médio,
                      organizados/publicados por duas redes de ensino, a saber: Estadual de Mato Grosso do Sul
                      (2012) e Municipal de Campo Grande-MS (2008). Diante disso, objetivamos desvelar a
                      intenção curricular, no tocante aos conhecimentos científicos selecionados, assim como em suas
                      formas prescritas de acesso, traduzindo as competências matemáticas necessárias, no desenho
                      do tipo de aluno que se pretende formar e, em última instância, indicando os conhecimentos
                      entendidos como poderosos, neste processo. Para tanto, nosso desenho metodológico orientase
                      pelas técnicas da pesquisa bibliográfico-documental, ancoradas em chaves de análise,
                      entendidas aqui como categorias que permitem problematizar os conhecimentos selecionados e
                      os conteúdos ofertados nos documentos curriculares, a partir de “lugares” epistemológicos, que
                      transitam entre os campos educativo (teoria crítica do currículo) e matemático (escolar). Nesse
                      exercício, apreendemos que os conteúdos selecionados para estas etapas da Educação Básica,
                      ainda, se configuram como conhecimento dos poderosos, próprios daqueles que dominam a
                      Matemática. E, diante disso, permanece o questionamento, isto é, se estes conhecimentos
                      também conferem poder aos que dele se apropriam, possibilitando a ocupação de novas
                      posições no espaço de lutas, que difere os sujeitos.
                      Palavras-chave: Currículo. Matemática. Ensinos Fundamental e Médio. Conhecimento
                      Poderoso.
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                      ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL E OS MEANDROS DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA NO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE - MS
                      Curso Doutorado em Educação
                      Tipo Tese
                      Data 04/09/2017
                      Área EDUCAÇÃO
                      Orientador(es)
                      • Lucrecia Stringhetta Mello
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Katyuscia Oshiro
                        Banca
                        • Anamaria Santana da Silva
                        • Lucrecia Stringhetta Mello
                        • Otília Maria Alves da Nóbrega Alberto Dantas
                        • Rosana Carla Goncalves Gomes
                        • Ruth Pavan
                        Resumo A tese trata da especificidade da coordenação pedagógica para escola de tempo integral. Contextualiza-se em uma escola municipal de tempo integral do município de Campo Grande – MS, ou seja, no contexto escolar onde ocorre a ação formadora dos coordenadores frente aos professores, atores principais da ação de ensinar e aprender. Defende a necessidade de formação permanente como trabalho articulado e promovido pelo coordenador pedagógico durante o horário de trabalho por meio de HTPA e HTPC. A metodologia de cunho qualitativo utiliza a Análise de Conteúdo (BARDIN, 2011, e FRANCO 2008) para depreender as categorias de análise de entrevistas e questionários obtidos com dezenove professores, quatro coordenadores pedagógicos e dois diretores escolares, tendo com pré - requisito a permanência mínima de dois anos letivos na instituição. Os sujeitos da pesquisa apresentam um perfil com formação superior e atualização constante. As categorias destacam a importância das atribuições do coordenador pedagógico como formador e parceiro do professor nas ações educacionais. As implicações da formação no contexto escolar em uma escola de tempo integral, escola em tempo integral para o discente e docente, o que contribui para formação integral do aluno e do professor. E o acúmulo de atribuições do coordenador pedagógico emergiu durante as entrevistas, sendo este um grande desafio a ser superado na organização da escola. As implicações da coordenação pedagógica na representação dos sujeitos apontam que o coordenador pedagógico deve ser o ator que promove a formação pedagógica do docente, mas ainda é preciso mudanças no contexto escolar, para que de fato esse profissional desempenhe essa ação.
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                        O PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA (PARFOR): o regime de colaboração
                        Curso Doutorado em Educação
                        Tipo Tese
                        Data 01/09/2017
                        Área EDUCAÇÃO
                        Orientador(es)
                        • Margarita Victoria Rodriguez
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Leandro Picoli Nucci
                          Banca
                          • José Vieira de Sousa
                          • Margarita Victoria Rodriguez
                          • Maria Dilneia Espindola Fernandes
                          • Regina Tereza Cestari de Oliveira
                          • Silvia Helena Andrade de Brito
                          Resumo A pesquisa tem por objeto o Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR) e como objetivo analisar o regime de colaboração no que se refere à implementação de políticas educacionais conjuntas. O trabalho estendeu-se aos cursos presenciais do PARFOR em âmbito nacional, no período de 2009 a 2014. A amostragem correspondeu a cinco estados, um em cada região da federação brasileira. A primeira etapa constituiu-se no estudo bibliográfico de textos referentes ao federalismo brasileiro, às relações intergovernamentais, às políticas educacionais e ao referencial teórico, bem como no levantamento de documentos e dados relativos ao PARFOR. A segunda fase incluiu a sistematização e a análise dos dados à luz do referencial teórico. A terceira fase consistiu na escrita e revisão do relatório de pesquisa. Partiu-se da hipótese de que as políticas educacionais sofrem determinações de ordem institucional, advindas da organização federativa do território brasileiro. Após os meados dos anos 1990, a dinâmica federativa foi radicalmente alterada, como fruto da reestruturação produtiva, das metamorfoses no universo do trabalho e da adoção do modelo neoliberal de Estado. Houve um movimento de recentralização da federação, que favoreceu a indução da agenda de políticas da União nas unidades subnacionais. No campo educacional, o regime de colaboração restringiu-se à execução de programas educacionais previamente desenhados em âmbito central, em detrimento da decisão conjunta. Conclui-se que a União, ao induzir o PARFOR, estabeleceu padrões nacionais aos quais as unidades subnacionais deviam se enquadrar; nesse ponto, seguiu a dinâmica centralizadora do federalismo brasileiro. Ao mesmo tempo e contraditoriamente, houve um fortalecimento da gestão local, através do aprendizado ocasionado pela operacionalização da política. A criação de uma arena de pactuação, ainda que limitada à operacionalização do PARFOR, representou um avanço para o amadurecimento das relações intergovernamentais na área educacional, além de condição necessária, mas não suficiente, para a consolidação do regime de colaboração. A ação indutora e coordenadora da União, por meio da cooperação técnica e financeira, demonstrou-se um dos elementos indispensáveis para o enfrentamento das desigualdades federativas na área educacional, uma vez que os estados e municípios apresentam diferentes graus de autonomia para responder às suas próprias demandas por formação de professores.
                          Palavras chave: Federalismo. Políticas educacionais. Regime de colaboração. Parfor.
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                          PRÁTICA DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL: REFLEXÕES COM A INTERDISCIPLINARIDADE E A FENOMENOLOGIA
                          Curso Doutorado em Educação
                          Tipo Tese
                          Data 15/12/2016
                          Área EDUCAÇÃO
                          Orientador(es)
                          • Jucimara Silva Rojas
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Felipe Soligo Barbosa
                            Banca
                            • Jucimara Silva Rojas
                            • Lucrecia Stringhetta Mello
                            • Neide Araújo Castilho Teno
                            • Regina Aparecida Marques de Souza
                            • Wagner Wey Moreira
                            Resumo A intencionalidade desta pesquisa é analisar a prática docente dos professores de Educação Física Infantil, identificando as ações dessa prática em sua linguagem simbólica e desvelando os elementos teóricos presentes por meio da descrição em depoimentos e imagens dos professores participantes após serem questionados sobre como é a sua prática docente com criança. O estudo surge de minha percepção da criança em sua curiosidade, em sua inquietude, no seu movimento enquanto características da infância e a entende pela perspectiva da complexidade humana e sua integralidade, dessa forma damos a importância a cada ação e proposição elaborada pelos adultos para as crianças, é da criança em movimento que este estudo trata, mais especificamente, do movimento pensado pelo professor de Educação Física. Partimos do olhar em Fenomenologia, na sua abordagem da percepção enquanto caminho metodológico e suas reduções, ideográfica e nomotética, para o entendimento da realidade, considerando que essas reduções, embora nos aproximem da realidade, nunca a revela completa, culminando assim na construção da hermenêutica. A tese utiliza da metáfora para contextualizar o movimento, representando os diversos caminhos percorridos pelos sujeitos em suas práticas na Educação Infantil. A roda é o símbolo deste estudo e para complementar este símbolo utilizamos as rodas da música Roda Viva. Na Roda Mundo, tratamos das reflexões dos pares teóricos desta tese entendendo as relações da prática docente do professor de Educação Física com criança e suas superações, a Roda Gigante nos possibilitou ampliarmos nossos horizontes com as contribuições dos seis professores participantes da pesquisa, percebemos que, no imaginário infantil, podemos tocar o céu, e assim vamos pelo Rodamoinho nos levando a interpretação e construção de novas percepções e vínculos teóricos acerca das ações com crianças e da análise da prática docente e por fim faço de minha vida a Roda Pião, brinquedo, brincadeira de infância, fortalecendo vínculos com a criticidade para me manter em movimento. A pesquisa pôde contribuir para um olhar mais sensível a respeito da prática do professor da criança, acrescentando a compreensão do símbolo como uma via de acesso ao mundo interno de cada criança, auxiliando-a na superação dos obstáculos inerentes à sua fase de desenvolvimento. Os resultados da pesquisa são apresentados em categorias abertas, e identifica que a prática docente do professor de Educação Física na Educação infantil se faz desde o planejamento, nos planos e rotinas das aulas pensadas com e para as crianças, que a ação se dá com base na ludicidade dos jogos e brincadeiras, destacando a afetividade da relação humana em cada momento, seja pelo olhar ou pelo tocar, seja pela criatividade do recriar e adaptar em busca da interdisciplinaridade, em um ir além das ações motoras à margem da realidade, lidando, assim com a criança na plenitude de sua infância. O professor de Educação Física é roda, roda que leva e orienta a direção do movimento, roda que dá sentido ao salto, à corrida, ao chutar e rebater, é roda que cria vínculos afetivos, roda que abraça e que se lançam ao desconhecido mundo da criança e faz dele sua principal forma de ação docente. O professor pela ludicidade, criatividade e afetividade torna-se criança com a intencionalidade de ser um agente de mudanças significativas no aluno e também no mundo-vida da escola por meio do diferente.
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                            A Sociologia Educacional de Fernando de Azevedo: formação de professores, intelectuais e elites
                            Curso Doutorado em Educação
                            Tipo Tese
                            Data 21/11/2016
                            Área EDUCAÇÃO
                            Orientador(es)
                            • Silvia Helena Andrade de Brito
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • André Luiz da Motta Silva
                              Banca
                              • Fabiany de Cassia Tavares Silva
                              • José Claudinei Lombardi
                              • Maria Cristina Gomes Machado
                              • Maria Dilneia Espindola Fernandes
                              • Silvia Helena Andrade de Brito
                              Resumo Esta pesquisa tem por objeto o pensamento educacional de Fernando de Azevedo (1894-
                              1974), cobrindo o período entre 1930 e 1960, focando na sua proposta para a sociologia
                              educacional. O objetivo deste trabalho é analisar o lugar da sociologia, da sociologia da
                              educação na formação do professor enquanto intelectual. A tese central deste trabalho é a
                              de que a sociologia ocupa um lugar de mediação entre sua interpretação do processo de
                              mudança social – consolidação do capitalismo no Brasil, de um lado, e o papel da
                              educação, de outro. Mais especificamente, o papel da educação deveria ser o de preparação
                              de novas elites intelectuais por meio do processo de formação de professores. O
                              procedimento metodológico consistiu em analisar as relações daqueles temas expostos no
                              objetivo a partir de uma revisão da literatura dedicada ao pensamento azevediano e da
                              análise de parte da produção bibliográfica de F. de Azevedo. A conclusão principal deste
                              trabalho é o de que Fernando de Azevedo, ao mesmo tempo compartilhava alguns ideais
                              com educadores contemporâneos seus, como Anísio Teixeira, também se distanciava deles
                              pelo relevo conferido à sociologia e à sociologia educacional. Esta última permitia
                              compatibilizar sua visão sobre as elites intelectuais brasileiras, de um lado, com suas
                              aspirações liberal-democráticas, de outro.
                              Palavras-chave: Fernando de Azevedo; Sociologia Educacional; Intelectuais; Formação
                              de professores.
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                              FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E A APROPRIAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: O PERCURSO DE UMA INTERVENÇÃO FORMATIVA
                              Curso Doutorado em Educação
                              Tipo Tese
                              Data 07/11/2016
                              Área EDUCAÇÃO
                              Orientador(es)
                              • Shirley Takeco Gobara
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Rodrigo Claudino Diogo
                                Banca
                                • Alexandra Ayach Anache
                                • Cristiano Rodrigues de Mattos
                                • Marcos Cesar Danhoni Neves
                                • Neusa Maria Marques de Souza
                                • Shirley Takeco Gobara
                                Resumo Este trabalho, cujo método se aproximou da tendência crítico-dialética de investigação, apresenta uma pesquisa desenvolvida com base na teoria da atividade de Leontiev e nos desdobramentos teóricos propostos por Engeström. O objetivo geral da pesquisa foi propor, desenvolver e analisar as ações de uma formação continuada, de abordagem aberta, para professores de Ciências e de Matemática do ensino fundamental, que contribuíssem para a apropriação de conhecimentos sobre as tecnologias da informação e comunicação (TIC) e sobre seu uso como instrumentos da atividade docente. Os princípios orientadores da formação aberta originaram-se dos resultados de uma revisão de literatura sobre a formação continuada de professores de Ciências e de Matemática para a apropriação das TIC em sua prática docente. A teoria da atividade explica o desenvolvimento do psiquismo humano e da consciência a partir das atividades que o homem realiza para se relacionar com o mundo. Segundo seus pressupostos, a atividade humana tem origem em uma necessidade, é orientada por um motivo e é direcionada a um objeto. Engeström filia-se a essa tradição teórica e suas principais contribuições para este trabalho foram os conceitos de sistema de atividade, de intervenção formativa e de aprendizagem expansiva. Para alcançar o objetivo desta pesquisa, foi proposta e realizada uma formação continuada, com o desenvolvimento de ações de mobilização, de integração, de teorização e de suporte, que tiveram seu conteúdo e sua forma negociáveis com os professores participantes. Essa formação foi desenvolvida de novembro de 2013 a junho de 2015 e, no decorrer desse período, houve a participação de 19 docentes de Ciências e de Matemática da rede pública municipal de educação da cidade de Jataí, Estado de Goiás. Entretanto apenas três professoras participaram de todo o processo formativo e foi para elas que o foco analítico se direcionou. A formação continuada foi realizada por meio de encontros formativos que ocorreram quinzenalmente e de modo alternado entre os grupos de professores de Ciências e de Matemática. Também foram realizados encontros de suporte que se destinaram a oferecer apoio à realização das ações da formação, bem como ao uso das tecnologias pelos professores. As análises revelaram indícios de que as docentes se apropriaram de conhecimentos técnicos e didáticos sobre o uso das TIC na educação, em particular para o ensino de Ciências e Matemática. Também, duas delas passaram a conceber as TIC como instrumentos que podem favorecer a aprendizagem dos alunos. Os resultados das análises possibilitaram verificar que uma formação aberta para o uso das TIC é uma atividade pela qual é possível que professores de Ciências e Matemática iniciem um processo de aprendizagem expansiva e se apropriem de conhecimentos relativos ao uso das TIC em suas práticas docentes.
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                                Conteúdo e forma na atividade de formação de professores que ensinam matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental
                                Curso Doutorado em Educação
                                Tipo Tese
                                Data 07/11/2016
                                Área EDUCAÇÃO
                                Orientador(es)
                                • Neusa Maria Marques de Souza
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Anelisa Kisielewski Esteves
                                  Banca
                                  • Alexandra Ayach Anache
                                  • Manoel Oriosvaldo de Moura
                                  • Neusa Maria Marques de Souza
                                  • Shirley Takeco Gobara
                                  • Vanessa Dias Moretti
                                  Resumo A formação contínua de professores que ensinam matemática nos anos iniciais do ensino fundamental é o tema desta pesquisa, que tem por objeto de estudo a relação conteúdo e forma nas ações de ensino do professor em atividade de formação. Para desvelar tal objeto desenvolveu-se, nos anos de 2013 e 2014, um movimento formativo que contou com a participação de professores e coordenadores do 1º ao 5º ano de uma escola em tempo integral da rede municipal de ensino de Campo Grande-MS/Brasil. Nesse processo de formação contínua foram propiciados momentos de discussão de questões relacionadas com os conhecimentos matemáticos em si, análise de suas práticas pedagógicas, planejamento coletivo das atividades de ensino a serem desenvolvidas, além de momentos de socialização de suas experiências. As ações formativas e de pesquisa foram realizadas com o intuito de investigar a relação conteúdo e forma na atividade de ensino em um processo de formação contínua, buscando compreender como mudanças na relação conteúdo e forma da atividade de ensino podem ser produzidas a partir dos modos de organização da formação contínua de professores. Os princípios teórico-metodológicos da teoria histórico-cultural, com enfoque na teoria da atividade e no método em Vigotski, fundamentaram as ações formativas desenvolvidas e sua posterior análise. Uma unidade de análise – ações coletivas na organização do movimento formativo como atividade – foi definida a partir da sistematização dos dados obtidos ao longo do movimento formativo, por meio de gravações e videogravações dos encontros realizados, registros dos professores e anotações de campo. Nas evidências emergentes dos dados analisados, os elementos conteúdo e forma são tomados na perspectiva da dialética marxista, em consonância com o conceito de atividade em Leontiev. Os resultados da pesquisa evidenciam que, ao se tomar o conhecimento científico como conteúdo da atividade de formação do professor, objetivando contribuir para o desenvolvimento de seu pensamento teórico, as ações realizadas a partir do trabalho coletivo na escola – visando à apropriação de novas significações acerca da organização do ensino de matemática e também de seus objetos de ensino – propiciam mudanças no conteúdo e, consequentemente, na forma da atividade de ensino do professor. Essas mudanças, entretanto, não ocorrem de modo linear e isolado, pois estão relacionadas com a forma de organização escolar desenvolvida no interior das relações capitalistas, a qual, por meio das condições concretas de trabalho do professor, pode dificultar o movimento de mudança do conteúdo e forma de sua atividade de ensino.
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                                  A POLÍTICA DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E O CURRÍCULO DE MATEMÁTICA NO IFMS CAMPUS AQUIDAUANA: SIGNIFICADOS RECONTEXTUALIZADOS
                                  Curso Doutorado em Educação
                                  Tipo Tese
                                  Data 04/11/2016
                                  Área EDUCAÇÃO
                                  Orientador(es)
                                  • Marcio Antonio da Silva
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Anderson Martins Corrêa
                                    Banca
                                    • Célia Maria Carolino Pires
                                    • Claudia Lisete Oliveira Groenwald
                                    • Marcio Antonio da Silva
                                    • Neusa Maria Marques de Souza
                                    • Ruth Pavan
                                    Resumo Nesta tese descrevemos o desenvolvimento da pesquisa qualitativa cujo objetivo foi investigar
                                    e descrever significados da Política do Ensino Médio Integrado à Educação Profissional e o
                                    Currículo de Matemática nessa modalidade de ensino praticada no Instituto Federal de
                                    Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul, campus Aquidauana. Por meio da
                                    abordagem do ciclo de políticas de Stephen Ball, analisa-se a dinâmica do processo de
                                    significação e recontextualização dessa política em seus diferentes contextos, quais sejam:
                                    contexto de influência, contexto de produção de textos e contexto da prática. Conclui-se que o
                                    discurso político do ensino médio integrado à educação profissional sofre um processo de
                                    interpretações, reinterpretações e recontextualização, desde a sua formulação até a prática diária
                                    dessa modalidade de ensino. Esse processo faz com que os atores do contexto – professores e
                                    estudantes – atribuam-lhe múltiplos significados, alguns deles até mesmo antagônicos. Para a
                                    análise dos significados da política curricular de matemática nessa modalidade de ensino foram
                                    examinados documentos oficiais e produções acadêmicas sobre o tema. O contexto da prática
                                    foi investigado a partir de discursos de estudantes e professores, com os quais foram realizadas
                                    entrevistas para construção de dados.
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                                    A gestão em centros de educação infantil: políticas e práticas
                                    Curso Doutorado em Educação
                                    Tipo Tese
                                    Data 24/08/2016
                                    Área EDUCAÇÃO
                                    Orientador(es)
                                    • Lucrecia Stringhetta Mello
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Anizia Aparecida Nunes Luz
                                      Banca
                                      • Anamaria Santana da Silva
                                      • Jucimara Silva Rojas
                                      • Lucrecia Stringhetta Mello
                                      • Neide Araújo Castilho Teno
                                      • Rosana Carla Goncalves Gomes
                                      Resumo A tese argumenta as possibilidades da gestão em Centros de Educação Infantil em tempos e espaços de educação pública municipal. Tem como cenário o município de Três Lagoas, MS, anos de 2014/2015, e recupera a história da passagem das Creches, antes sob a responsabilidade da Secretaria de Assistência Social para a Secretaria de Educação, já que ela passa a fazer parte da Educação Básica. Assim a finalidade deste estudo é descrever o contexto histórico e a evolução da expansão da Educação Infantil na Rede Municipal de Ensino, bem como analisar o sentido expresso nos relatos dos sujeitos sobre a concepção de gestão administrativa e pedagógica. No campo teórico, descreve e argumenta a gestão escolar democrática e participativa e o estatuto de direitos da Educação Infantil conferido pelas leis, pelas políticas públicas, pelas concepções de infância(s) subjacentes às práticas dos gestores escolares. A pesquisa de campo segue os pressupostos da pesquisa interdisciplinar e tem, também, o próprio pesquisador como sujeito de sua prática em Educação Infantil. Propõe-se ainda a levantar e analisar fatores intrínsecos à gestão de recursos humanos e pedagógicos, modelos organizacionais dos Centros de Educação Infantil sob a ótica dos sujeitos envolvidos na gestão. Os dados coletados, por meio de relatos de 12 sujeitos/gestores (diretoras e coordenadores pedagógicos), são analisados e interpretados pela análise de conteúdo (BARDIN, 1977; FRANCO, 2003). A pesquisa evidencia que os diretores (eleitos) e coordenadores pedagógicos (especialistas concursados) assumem a cultura da gestão participativa sob as diversas formas: elaboração do projeto político pedagógico, envolvendo a comunidade escolar, mesmo que, apenas em consulta, mantenha o foco e as rotinas observando a criança como um “ser” a educar e a cuidar pelos docentes e atendentes; organização de reuniões pedagógicas, estimulando os docentes e atendentes a participar de fóruns de estudos e discussões promovidos tanto em lócus quanto pela Secretaria de Educação. No cenário de estudo e pesquisa, registram-se, ainda, além das possibilidades mostradas pelos sujeitos de garantir educação de qualidade para crianças de 0 a 5 anos, avanços na história registrada desde 1997, mas ainda não suficientes para atender a demanda de crianças nesse município.
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                                      Universidade Federal de Mato Grosso do Sul em seus alicerces: acontecimentos, institucionalidades e discursos (1962-1979)
                                      Curso Doutorado em Educação
                                      Tipo Tese
                                      Data 12/08/2016
                                      Área EDUCAÇÃO
                                      Orientador(es)
                                      • Antonio Carlos do Nascimento Osorio
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Marcia Regina Cassanho de Oliveira
                                        Banca
                                        • Alessandra Cristina Furtado
                                        • Antonio Carlos do Nascimento Osorio
                                        • Carlos Martins Junior
                                        • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
                                        • Maria do Carmo Brazil
                                        Resumo A presente tese analisa os discursos sobre a emergência e consolidação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), no período de 1962 até o ano em que foi federalizada em 1979. Nosso corpus se constitui de obras memorialísticas, arquivos, relatórios, atas de registros, jornais e históricos escolares sobre a fundação da referida universidade, textos-objeto de análise de discurso arqueológico, com a finalidade de apreender as práticas discursivas, historicamente constituídas, ligadas no contexto de sua emergência. Problematizando a escrita da historiografia tradicional, em sua pretensão de cientificidade, abordamos os discursos enquanto práticas no interior de uma batalha pela constituição da memória e da história. Assim, as práticas não discursivas são integradas no campo de estudo arqueológico, que inclui, além dos arquivos, a história da instituição, de seus agentes, bem como do contexto social e político, contribuindo para o entendimento das condições de emergência da Universidade e o ensino público superior em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul, em suas múltiplas relações com os poderes estabelecidos. Nossa hipótese geral é a de que a emergência da referida instituição de ensino está diretamente relacionada a partir do consórcio entre interesses das elites campo-grandenses e das classes médias, bem como aos interesses dos governos – no nível local, nacional e internacional, em um contexto de convulsão social, internamente, e de Guerra Fria, no plano internacional – respaldados na relação, estabelecida na cultura ocidental, entre saber e poder, colocando a disposição os sujeitos nas diferentes formas de compreensão de suas atuações.
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                                        A educação especial no Brasil: indicadores educacionais de atendimento especializado
                                        Curso Doutorado em Educação
                                        Tipo Tese
                                        Data 26/07/2016
                                        Área EDUCAÇÃO
                                        Orientador(es)
                                        • Monica de Carvalho Magalhaes Kassar
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Andressa Santos Rebelo
                                          Banca
                                          • Alicia Maria Catalano de Bonamino
                                          • Carina Elisabeth Maciel
                                          • José Geraldo Silveira Bueno
                                          • Maria Dilneia Espindola Fernandes
                                          • Monica de Carvalho Magalhaes Kassar
                                          Resumo Nesta pesquisa analisamos como se configuram os atendimentos especializados no Brasil a
                                          partir da implantação do Centro Nacional de Educação Especial, em 1973. Por objetivos
                                          específicos, pretendemos: 1. Discutir as modificações do termo “salas de recursos” e demais
                                          atendimentos em educação especial nos documentos educacionais elaborados pelo governo
                                          federal 2. Analisar o movimento do número de estabelecimentos e dos tipos desses
                                          atendimentos. 3. Analisar o movimento das matrículas de pessoas com deficiências nos
                                          atendimentos de educação especial no Brasil, com foco nas salas de recursos (multifuncionais
                                          ou não), nas diferentes unidades da federação entre os anos de 1973 a 2014. Para o
                                          desenvolvimento da pesquisa realizamos a análise de documentos educacionais, com
                                          contribuição da análise de discurso, e recorremos aos levantamentos estatísticos empreendidos
                                          pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira e aos
                                          microdados obtidos pelo Censo Escolar da Educação Básica (MEC/INEP). A hipótese inicial
                                          que se comprova é que, principalmente após a ofensiva do movimento de inclusão escolar nos
                                          anos 1990, a sala de recursos incorporou a matrícula desse público que estava disposta,
                                          sobretudo nos anos 1970, nos outros atendimentos de Educação Especial (classe especial,
                                          instituições especializadas, entre outros). A força do protagonismo da sala de recursos entre os
                                          demais tipos de atendimento é demonstrada na variação positiva de estabelecimentos com
                                          essa modalidade. Mesmo não apresentando a mesma configuração em todo o período, os
                                          estabelecimentos com salas de recursos sofrem um incremento de 74.510,8%, salto ocorrido,
                                          sobretudo entre os anos de 2010 a 2014. Nesse último período, apesar do alto número de
                                          estabelecimentos, a cobertura do programa de salas de recursos - multifuncionais - não chega
                                          a atender 50% dos alunos com público-alvo da política, matriculados no ensino comum.
                                          Destaca-se a ausência de registro sobre os demais tipos de atendimento/estabelecimentos e de
                                          matrículas escolhidos para comparação nos diferentes períodos históricos (oficina pedagógica,
                                          atendimento itinerante, outras e escolas-empresa), e mesmo outras formas de atendimento,
                                          nos dados do Censo Escolar da Educação Básica (MEC/INEP). Por influência norteamericana,
                                          as concepções de serviço e modalidade de atendimento já estavam presentes na
                                          primeira designação oficial de sala de recursos pelo Centro Nacional de Educação Especial,
                                          delineando a composição dos atendimentos no início da institucionalização da Educação
                                          Especial como política pública pelo governo militar nas décadas de 1970 e 1980. No período
                                          de reabertura democrática, distinguida por movimentos e lutas pelos direitos sociais, a
                                          Secretaria de Educação Especial apresentou a concepção de modalidade de atendimento
                                          educacional, e a ênfase passa a ser a caracterização do atendimento especializado de natureza
                                          educacional. Nos anos 1990, a Secretaria de Educação Especial utiliza os termos modalidade
                                          de atendimento em educação especial e serviço para definir as salas de recursos. Quando da
                                          publicação da Resolução CNE/CEB n° 2/2001, a sala de recursos foi denominada serviço de
                                          natureza pedagógica oferecido na escola comum. E, por último, nos anos 2000, foi
                                          caracterizada por “multifuncional”, como espaço flexível para o serviço de Atendimento
                                          Educacional Especializado. Em todos os períodos estudados, a caracterização de atendimento
                                          especializado como serviço se sobrepõe à concepção de direito ou conquista socialmente
                                          adquirida.
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                                          A CULTURA MATERIAL ESCOLAR NO BRASIL (1998-2015): Análise da produção científica e acadêmica brasileira
                                          Curso Doutorado em Educação
                                          Tipo Tese
                                          Data 10/06/2016
                                          Área EDUCAÇÃO
                                          Orientador(es)
                                            Coorientador(es)
                                            Orientando(s)
                                              Banca
                                              • Alessandra Cristina Furtado
                                              • Eurize Caldas Pessanha
                                              • Regina Tereza Cestari de Oliveira
                                              • Shirley Takeco Gobara
                                              • Silvia Helena Andrade de Brito
                                              Resumo
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                                                A CULTURA MATERIAL ESCOLAR NO BRASIL (1998-2015): Análise da produção científica e acadêmica brasileira
                                                Curso Doutorado em Educação
                                                Tipo Tese
                                                Data 10/06/2016
                                                Área EDUCAÇÃO
                                                Orientador(es)
                                                • Eurize Caldas Pessanha
                                                Coorientador(es)
                                                  Orientando(s)
                                                  • Wanderlice da Silva Assis
                                                  Banca
                                                  • Alessandra Cristina Furtado
                                                  • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
                                                  • Regina Tereza Cestari de Oliveira
                                                  • Shirley Takeco Gobara
                                                  • Silvia Helena Andrade de Brito
                                                  Resumo A necessidade de buscar compreender como a temática cultura material escolar no Brasil se configura com base na produção científica dos pesquisadores da área da Educação motivou a realização deste estudo, que teve como objetivo investigar o papel dos grupos de pesquisa cadastrados no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil (DGP) do CNPq e suas contribuições para a construção e consolidação da pesquisa desta temática. Do ponto de vista teórico-metodológico a pesquisa apoiou-se na abordagem bibliométrica para análise da produção científica. Elegeu-se como fonte de dados as produções científicas e acadêmicas da cultura material escolar no Brasil recuperadas pelo Google Acadêmico e publicadas no período entre 1998 e 2015. A metodologia utilizada foi desenvolvida através da coleta de dados no Google Acadêmico para identificação das produções de pesquisadores brasileiros da temática cultura material escolar no Brasil; análise e interpretação dos resultados obtidos pelos indicadores bibliométricos: distribuição anual, tipologia documental, temática dos canais formais de divulgação, autores e autores mais produtivos – vínculo institucional, colaboração científica e grupos de pesquisa; identificação dos grupos de pesquisa cadastrados no DGP vínculo das produções recuperadas; e descrição dos grupos de pesquisa e suas produções que teve como objetivo de identificar suas características. Os resultados obtidos no Google Acadêmico identificaram a existência de 905 produções científicas e acadêmicas publicadas entre 1998 e 2015, deste total foram selecionadas 257 produções científicas entre artigos de periódicos, artigos publicados em anais de evento, capítulo de livros, dissertações de mestrado e teses de doutorado como corpus para análise bibliométrica. Estas produções são vinculadas a 38 grupos de pesquisa cadastrados no DGP. As análises realizadas permitiram delinear as produções totais da temática cultura material escolar no Brasil e posteriormente os grupos de pesquisa a elas vinculados, sua distribuição geográfica e institucional e os padrões de divulgação de resultados das pesquisas.
                                                  Palavras-chave: Cultura material escolar. Pesquisa científica. Historia da educação
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