Mestrado em Educação

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Trabalhos

Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
CRIAÇÃO E EXPANSÃO DO ENSINO PRIMÁRIO PÚBLICO EM TRÊS LAGOAS: SUL DE MATO GROSSO (1920 - 1970)
Curso Mestrado em Educação
Tipo Dissertação
Data 27/02/2019
Área EDUCAÇÃO
Orientador(es)
  • Margarita Victoria Rodriguez
Orientando(s)
  • Paolla Rolon Rocha
Banca
  • Adriana Aparecida Pinto
  • Margarita Victoria Rodriguez
  • Silvia Helena Andrade de Brito
Resumo
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    A VALORIZAÇÃO DOCENTE NO CONTEXTO DO PLANEJAMENTO EDUCACIONAL: UM ESTUDO SOBRE O CASO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
    Curso Mestrado em Educação
    Tipo Dissertação
    Data 27/02/2019
    Área EDUCAÇÃO
    Orientador(es)
    • Maria Dilneia Espindola Fernandes
    Orientando(s)
    • Beatriz Hiromi Miura
    Banca
    • Bartolina Ramalho Catanante
    • Maria Dilneia Espindola Fernandes
    • Solange Jarcem Fernandes
    Resumo
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      A PERMANÊNCIA DE ESTUDANTES BOLSISTAS DO PROJETO DE EXTENSÃO EM DANÇA DE SALÃO DA UFMS (2007 - 2017)
      Curso Mestrado em Educação
      Tipo Dissertação
      Data 26/02/2019
      Área EDUCAÇÃO
      Orientador(es)
      • Carina Elisabeth Maciel
      Orientando(s)
      • Juliano Candia Pedrozo
      Banca
      • Carina Elisabeth Maciel
      • Debora Pazetto Ferreira
      • Marcelo Victor da Rosa
      • Silvia Helena Andrade de Brito
      Resumo
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        Educação Infantil: ludicidade e prática docente
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 26/02/2019
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Rosana Carla Goncalves Gomes Cintra
        Orientando(s)
        • Carliani Portela do Carmo
        Banca
        • Celia Beatriz Piatti
        • Marta Regina Brostolin da Costa
        • Rosana Carla Goncalves Gomes Cintra
        Resumo A ludicidade desperta o imaginário, a memória, auxilia o sujeito a significar a realidade e contribui para o desenvolvimento e a aprendizagem. A partir de tais conjunturas, esta dissertação tem como objetivo investigar a ludicidade na prática pedagógica do professor. Compreende-se o lúdico como ferramenta, a qual o professor pode utilizar em seu cotidiano. A ludicidade não se limita apenas aos jogos, às brincadeiras e aos brinquedos, mas está relacionada à toda atividade livre e prazerosa, podendo ser realizada em grupo ou individualmente, nas relações sociais do sujeito. A pesquisa consistiu em um levantamento bibliográfico, documental, coleta e análise de dados empíricos. Os instrumentos utilizados para coleta e análise dos dados foram observações de aulas, registros com fotos e vídeos, questionário e entrevista semiestruturada. Para a sistematização dos dados foi utilizada a metodologia núcleos de significação. Teve como viés teórico-metodológico a Psicologia Histórico-Cultural, desenvolvido por Vygotsky e seus colaboradores, a partir do método Materialismo Histórico-Dialético. A pesquisa foi realizada em uma instituição de educação infantil do município de Campo Grande-MS, com duas professoras regentes que trabalham em salas separadas na primeira etapa da Educação Básica, com crianças entre 4 e 5 anos de idade. Ao longo das alocuções dos sujeitos pesquisados os resultados apontam que, as professoras possuem em seu discurso que o lúdico é uma ferramenta pedagógica necessária para o desenvolvimento e aprendizagem das crianças, devendo estar presente na prática pedagógica do professor. Percebemos com clareza que ambas professoras investigadas possuem dificuldades em trabalhar com o lúdico, devido à ausência de materiais e cursos de capacitação oferecidos de forma limitada pelo sistema público da cidade de Campo Grande-MS.
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        GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA DO CAMPO: SENTIDOS E SIGNIFICADOS DA DEMOCRACIA NA ESCOLA
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 25/02/2019
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Celia Beatriz Piatti
        Orientando(s)
        • Jéssika Nogueira da Silva
        Banca
        • Celia Beatriz Piatti
        • Maria do Socorro Silva
        • Sonia da Cunha Urt
        Resumo
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        O Financiamento da Educação no Âmbito do Planejamento Educacional
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 04/09/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Maria Dilneia Espindola Fernandes
        Orientando(s)
        • Maria de Fátima Martins dos Santos
        Banca
        • José Marcelino de Rezende Pinto
        • Maria Dilneia Espindola Fernandes
        • Solange Jarcem Fernandes
        Resumo A presente dissertação está vinculada à linha de pesquisa em História, Políticas e Educação do
        Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. A
        pesquisa tem por objetivo analisar o financiamento da educação brasileira no âmbito do
        planejamento educacional. Nesse sentido, visa a desvelar como o planejamento enquanto peça
        de ação do Estado programou o financiamento da educação e a manutenção do
        desenvolvimento do ensino no Brasil. O estudo contempla o período a partir de 1930, do
        Manifesto dos Pioneiros, até a contemporaneidade. A fundamentação teórica pautou-se numa
        revisão bibliográfica referente à temática utilizando de materiais científicos sobre o
        planejamento público, educacional e no tocante ao financiamento das políticas educacionais.
        Estudou-se o atual Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, bem como os planos que o
        precederam. Investigou-se o processo de planejamento educacional em nível estadual,
        analisando o decurso de elaboração e implementação do Plano Estadual de Educação (PEE)
        2014-2024 de Mato Grosso do Sul. Averiguou-se a experiência institucional e sociopolítica
        advinda desse processo presente na educação pública sul-mato-grossense em articulação com
        o novo Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024. Trabalhou-se com a legislação
        educacional nacional e estadual, com dados do Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais
        Anísio Teixeira (INEP), Relatórios de Monitoramento e Avaliação do PNE, dados do Instituto
        Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e outros documentos necessários à pesquisa,
        produzidos na esfera administrativa estatal. Quanto aos procedimentos metodológicos
        adotados, implicaram a revisão de literatura e análise documental. As categorias de análise
        que nortearam a busca examinadora foram a historicidade dos processos sociais, no âmbito do
        planejamento e financiamento da educação, na sua totalidade e singularidade. A pesquisa
        mostrou que o planejamento é um campo de atuação do Estado cuja configuração é
        condicionada pelas ações do modo de produção capitalista, que exerce a hegemonia nas
        relações sociais. Concluiu-se que o financiamento das políticas educacionais fica prejudicado
        devido à ocorrência de uma série de aspectos técnicos e políticos inerentes à sua composição e
        a seu contexto. Nesse sentido, a análise resultou em alguns aspectos: o planejamento público e
        governamental transcende todos os demais setores, ou seja, a política econômica subordina as
        políticas sociais; a participação da sociedade não é vista como algo relevante, mesmo sendo
        citada no processo de planejamento educacional, como presenciado no atual PNE e de seu
        antecessor; no planejamento educacional, nota-se um distanciamento em relação ao
        planejamento governamental, ambos não estão articulados; há um foco no caráter produtivista
        da educação; as preocupações são maiores em relação ao desenvolvimento capitalista; o
        planejamento educacional nem sempre contribui para que o financiamento das políticas
        sociais seja efetivo e eficaz no combate às desigualdades culturais e sociais do País. O
        trabalho revela a necessidade de uma nova organização do planejamento educacional e
        financeiro, que desvincule com as concepções hegemônicas e construa um novo projeto de
        sociedade que atenda, efetivamente, a reais necessidades educacionais do País.
        Palavras-chave: Política Educacional. Financiamento para manutenção e desenvolvimento do
        ensino. PNE 2014-2024. PEE/MS 2014-2024.
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        OS DESAFIOS DOS TRADUTORES E INTÉRPRETES DE LÍNGUA DE SINAIS COM INDÍGENAS SURDOS
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 23/08/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Alexandra Ayach Anache
        Orientando(s)
        • Bruno Roberto Nantes Araujo
        Banca
        • Alexandra Ayach Anache
        • Marilda Moraes Garcia Bruno
        • Shirley Takeco Gobara
        Resumo A escolarização de estudantes surdos requer atenção para a comunicação entre os participantes da escola, exigindo o esforço coletivo para que ela aconteça, e esse processo tem solicitado a presença dos Tradutores e Intérpretes de Língua de Sinais (TILS) - Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos diferentes ambientes da instituição escolar, pois se entende que a atuação desse profissional em salas de aulas pode reforçar e/ou permitir a comunicação e relacionamento do estudante indígena surdo com o professor na perspectiva da educação inclusiva. A problematização relevante refere-se a propósito de se verificar como os TILS estão utilizando suas práticas interpretativas, considerando as especificidades culturais e linguísticas do estudante indígena surdo. Este estudo tem como objetivos identificar as ações de interpretação e tradução da Libras junto aos estudantes indígenas surdos em escolas comuns urbanas, assim como caracterizar a formação profissional dos TILS com estudantes indígenas surdos e identificar e analisar as estratégias dos recursos de comunicação que os TILS, participantes desta pesquisa, empregam em suas atividades em sala de aula com os estudantes indígenas surdos. Pesquisa, de caráter analítico-descritivo, optou-se pela utilização do tipo qualitativo, e os instrumentos são entrevistas individuais semiestruturadas e questionário com três professores, dois do sexo feminino e um do sexo masculino, com idades entre 25 a 38 anos, todos TILS, que atuam ou atuaram com os indígenas surdos nas escolas comuns urbanas dos municípios de Aquidauana, Anastácio e Campo Grande. Os resultados apontaram que os TILS reconhecem dificuldades relacionadas à capacitação, principalmente no que se refere à educação indígena, entendem que desconhecem a cultura indígena sobre as políticas de educação indígena, respeitam a bagagem linguística dos estudantes indígenas surdos, reconhecem que, embora os estudantes indígenas surdos sejam alfabetizados na Libras há necessidade da criação de sinais indígenas e/ou terena em respeito a sua cultura. Dessa forma, viu-se pela pesquisa que isso só será possível se a Libras, além de ser entendida como primeira língua do estudante índio surdo, for valorizada na escola como um todo. O tradutor intérprete é elemento essencial para que a comunicação entre o surdo e o ouvinte aconteça de forma satisfatória. Verificou-se que a interface entre a Educação Especial e a educação escolar direcionada ao indígena surdo é um campo novo e complexo de investigação e necessita que novas pesquisas sejam realizadas.
        Palavras-chave: Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais; Indígena; Surdo.
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        ERA UMA VEZ ... A CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NO FAZER PEDAGÓGICO DE PROFESSORES DE CRECHE
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 23/04/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Rosana Carla Goncalves Gomes Cintra
        Orientando(s)
        • Maria Socorro de Almeida
        Banca
        • Marta Regina Brostolin da Costa
        • Rosana Carla Goncalves Gomes Cintra
        • Sonia da Cunha Urt
        Resumo O presente estudo teve como objetivo analisar atividade de contação de história no
        contexto da prática pedagógica de professoras que atuam na educação infantil, na
        etapa creche. O trabalho surgiu por meio de questionamentos oriundos da minha
        prática pedagógica, que instigou querer pesquisar essa atividade na prática de
        outros professores. Nossa vertente epistemológica é a Psicologia Histórico-Cultural,
        sustentada pelo pensamento marxista, apoiado no reconhecimento de que é pela
        maneira como o homem se relaciona com os meios de produção, com a
        organização que a sociedade cria, que ele processa suas relações e contradições.
        Assim, a pesquisa é qualitativa, a luz da teoria histórico-cultural, tendo como aporte
        autores como Vigotski (1998; 2001, 2009), Coelho (2003), Cintra (2014; 2015),
        dentre outros, que destacam o processo criativo infantil, a relevância das narrativas
        maravilhosas e a contação de história para crianças numa vertente lúdicaeducacional.
        Adotamos como metodologia fazer um estado do conhecimento e,
        depois, uma investigação empírica que aconteceu primeiramente por meio de
        observações quando nos foi oportunizado verificar o desenvolvimento da atividade
        de contação de histórias desenvolvida por quatro professoras que atuam na
        educação infantil, da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande/MS, e, no
        seguimento, a realização de entrevistas. Como resultado é possível dizer que é
        preciso investir na formação inicial e continuada do professor, com oferta de cursos
        que tragam em seu bojo assuntos relacionados a ludicidade e as práticas lúdicas,
        como a atividade de contação de histórias. Também, que a instituição infantil invista
        mais em recursos pedagógicos lúdicos, como livros apropriados para faixa etária de
        atendimento, fantoches, dedoches, aventais para contar histórias, além de
        ambientes convidativos para o desenvolvimento dessa atividade, pois assim, a
        prática pedagógica do professor torna-se mais enriquecedora. Para mais,
        destacamos que a atividade de contação de história assume no contexto
        educacional infantil um papel social e cultural significativo de desenvolvimento e
        aprendizagens, mediante a maneira como ela é entendida e aplicada no fazer
        pedagógico dos professores. Concluímos, principalmente, pela fala das professoras
        que elas compreendem a relevância dessa atividade para o desenvolvimento
        criativo, afetivo, cognitivo e físico das crianças, pois afirmam que a atividade de
        contação de história acontece cotidianamente no fazer pedagógico com objetivos
        voltados a potencialização da linguagem oral e escrita, as vivências entre seus
        pares no brincar de faz de conta, por meio do movimento corporal, visual e auditivo.
        Para as professoras a contação de história deve ser envolvente e promovendo
        atividades lúdicas voltadas ao prazer de aprender brincando.
        Palavras-chave: Contação de Histórias; Imaginário Infantil; Fazer Pedagógico.
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        ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE TEMPO INTEGRAL EM CAMPO GRANDE - MS: escolarização e currículo para a qualidade da educação ?
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 20/04/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Fabiany de Cassia Tavares Silva
        Orientando(s)
        • ELIO ANTONIO CERIBOLA CRESPAM
        Banca
        • Fabiany de Cassia Tavares Silva
        • Luiz Carlos Novaes
        • Vilma Miranda de Brito
        Resumo Este estudo faz parte do programa de pesquisa do/no Observatório de Cultura Escolar (OCE),
        que toma como fontes e objetos de estudos documentos curriculares produzidos para os
        espaços da educação formal e não formal entendidos como instância de formação escolar,
        com objetivos educativos explícitos e ação intencional institucionalizada, estruturada e
        sistemática; e como uma possibilidade de produção, seleção e distribuição de conhecimento
        fora das estruturas curriculares do ensino tradicional, respectivamente. Neste contexto,
        estudamos e analisamos três projetos de escola integral ofertados pela/na rede municipal de
        educação em Campo Grande – MS, operadas por documentos curriculares, publicados no
        período de 2008 a 2015, que instituem diferentes outros formatos e metodologias em espaços
        e tempos diferençados. Diante disso, analisamos comparadamente esses três modelos de
        escola, a partir de seus documentos curriculares, na perspectiva de apreender os objetivos e as
        intenções dos projetos, bem como nos aproximar das discussões de escolarização de
        qualidade, como sinônimo do tempo integral. Para tanto, operamos com as técnicas do estudo
        comparado, para a identificação e análise das semelhanças, das diferenças, das diacronias e
        das sincronias, registradas nos documentos curriculares.
        Palavras-chave: Educação Básica, Escola de Tempo Integral, Currículo
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        DOCUMENTOS CURRICULARES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL EM MUNICÍPIOS DO MATO GROSSO DO SUL (2000-2015): IDENTIFICANDO CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS, OU PODEROSOS
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 16/04/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Fabiany de Cassia Tavares Silva
        Orientando(s)
        • CLAUDILENE LICIO DIAS CHAVES
        Banca
        • Alessandra Arce Hai
        • Fabiany de Cassia Tavares Silva
        • Margarita Victoria Rodriguez
        Resumo Este estudo faz parte do programa de pesquisa do/no Observatório de Cultura Escolar (OCE)/UFMS, que toma como fontes e objetos de estudos documentos curriculares produzidos para os espaços da educação formal e não formal, entendidos como instância de formação escolar, com objetivos educativos explícitos e ação intencional institucionalizada, estruturada e sistemática, e como uma possibilidade de produção, seleção e distribuição de conhecimento fora das estruturas curriculares do ensino tradicional. Neste contexto, analisamos dois documentos curriculares produzidos para a educação infantil pelas redes municipais de educação de Campo Grande e Dourados, a saber: Referencial Curricular da Rede Municipal de Ensino para a Educação Infantil de Campo Grande-MS (2008) e Proposta Curricular da Educação Básica da Rede Municipal de Ensino de Dourados-MS (2011). Para dar forma à análise pretendida, ancoramo-nos em um corpus documental, que sustenta a produção dos referidos documentos, a saber: o Plano Decenal de Educação do Estado de Mato Grosso do Sul – Decênio 2003 – 2013; o Plano Estadual de Educação do Estado de Mato Grosso do Sul – Decênio 2014 – 2024; o Plano Municipal de Educação de Dourados-MS/2015; o Plano Municipal de Educação de Campo Grande-MS/2007. Diante disso, incursionamos, de um lado, pelos princípios e conteúdos da Teoria Crítica do Currículo, partindo da hipótese de que os documentos curriculares, tornam-se tradutores de discursos oficiais sobre a educação da infância, com delineamentos interessados e endereçados aos processos de escolarização, mesmo sendo esse processo “negado” e; de outro, fundados na noção da justa distribuição de conhecimentos prescritos para o alunado desta etapa da educação básica, desde a publicação dos Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (1999). Para tentar responder, ou refutar tal hipótese, identificamos e analisamos quais os conhecimentos científicos, ou poderosos, registrados nos documentos curriculares eleitos para análises. Neste exercício orientamo-nos pelas técnicas do estudo comparado, pelo qual procuramos identificar e analisar as semelhanças, as diferenças, as diacronias e as sincronias registradas, a partir da eleição de três áreas de comparação – espaço, tempo e conhecimento. As áreas escolhidas expressam, de alguma forma, indícios das práticas curriculares que articulam as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos científicos, ou poderosos, históricamente construídos pelos homens. Nos limites desta pesquisa concluímos que, a despeito das creches e pré-escolas se encontrarem legalmente consolidadas como expressão de direito à educação das crianças, as fontes documentais engendradas para esta etapa da educação básica parecem se omitir da/na tarefa de selecionar, transformar e distribuir conhecimentos científicos, ou poderosos, perpetuando um modelo educacional assistencialista e construtivista, que desconsidera a capacidade das crianças de apreenderem conhecimentos para além dos saberes e contextos culturais em que estão inseridas.
        Palavras-chave: Currículo, Educação Infantil, Educação Básica, Conhecimentos Científicos.
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        O ESPAÇO E O TEMPO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE TEMPO INTEGRAL EM CAMPO GRANDE/MS
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 16/04/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Sonia da Cunha Urt
        Orientando(s)
        • Solange Izabel Balbino
        Banca
        • Jaqueline Moll
        • Junior Vagner Pereira da Silva
        • Sonia da Cunha Urt
        Resumo Esta pesquisa surgiu da necessidade de conhecer o desenvolvimento da Educação Física nas
        Escolas Municipais de Tempo Integral de Campo Grande/MS e qual seu espaço e tempo no
        processo educativo, considerando as especificidades dos projetos dessas escolas. Diante da
        atualidade do tema, que é a Educação Integral em Tempo Integral, vimo-nos diante da
        necessidade de conhecer os caminhos trilhados pela Educação Física nesse espaço escolar que
        se autodenomina distinto. O principal objetivo desta pesquisa foi analisar as ações
        desenvolvidas na área da Educação Física nas Escolas Municipais de Tempo Integral de Campo
        Grande – MS. Questionamos se dentro deste modelo de Escola de Tempo Integral essas ações
        concorrem para possibilitar a formação integral dos alunos. Nossa pesquisa foi traçada na
        perspectiva metodológica do materialismo histórico-dialético, alicerçada na teoria históricocultural.
        Os procedimentos adotados para a coleta dos dados foram a entrevista semiestruturada,
        realizada com professores de Educação Física, e a pesquisa documental, realizada nos Projetos
        Políticos Pedagógicos e nos Projetos de Atividades Complementares de Educação Física das
        referidas escolas. Dentre os estudiosos que fundamentaram esta pesquisa encontram-se as
        autoras Moll (2012; 2014; 2013; 2008) e Cavaliere (2007; 2009; 2014), no âmbito da educação
        integral em tempo integral, Soares et al (1992), Castellani Filho (1983; 2010) e Taffarel (2009),
        para a Educação Física. Para fundamentar as bases epistemológicas, trouxemos Vigotski (1926;
        1996; 1991; 2003; 2005; 2007), Leontiev (1978; 2004), Luria (2013) e seus interlocutores. Por
        meio da análise dos dados, percebemos que o professor não tem um sentimento de
        pertencimento ao contexto escolar e que sente que pode ser expropriado dos seus saberes em
        prol do atendimento às necessidades de um sistema educacional arcaico e impregnado de
        concepções cristalizadas acerca do que é a formação dos indivíduos. Entretanto, esses
        professores procuram trabalhar para a formação integral dos alunos, ainda que com dificuldades
        em romper com as práticas estereotipadas da Educação Física. No contexto da Escola de Tempo
        Integral, os dados mostram que é necessário maior investimento, tanto no aspecto financeiro
        quanto na formação continuada das personagens da escola, pois é preciso maior articulação
        entre todos, incluindo os saberes escolares num patamar de igualdade. Concluímos que a
        implementação dessas escolas é um inegável avanço para a melhoria das condições da educação
        pública brasileira, assim como para a equidade da Educação Física com as demais disciplinas
        do currículo, contudo consideramos necessário investir tempo e esforço para que se possa
        oferecer ainda mais experiências e práticas diferenciadas que possibilitem oportunidades
        concretas de educação integral aos alunos.
        Palavras-chave: Educação Física. Escola de Tempo Integral. Educação Integral. Educação
        Escolar.
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        DISCURSOS E PRÁTICAS: PROBLEMATIZAÇÕES DE UMA PROPOSTA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 22/03/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Antonio Carlos do Nascimento Osorio
        Orientando(s)
        • Dayana de Oliveira Arruda
        Banca
        • Antonio Carlos do Nascimento Osorio
        • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
        • Soraia Napoleão Freitas
        Resumo Este estudo analisou os jogos de saberes e poderes que permeiam discursos e práticas sociais e culturais exercidas no Projeto “Travessia Educacional do Jovem Estudante Campo-grandense” (TRAJE), operacionalizado na Rede Municipal de Ensino de Campo Grande, no Estado de Mato Grosso do Sul, na Instituição denominada Escola Osvaldo Cruz. Instituição que tem entre seus propósitos, oportunizar um modelo de escolarização transversal, enquanto uma modalidade de ensino da educação básica em nível de ensino fundamental, adequando aspectos relacionados à educação de jovens e adultos, em exercícios e dinâmicas singulares. O estudo é vinculado ao Grupo de Estudos e de Investigação Acadêmica nos Referenciais Foucaultianos, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (GEIARF/UFMS), e se configura como de tipo etnográfico, de caráter empírico-analítico e documental, apresentando como fontes constituídas em processo, documentos institucionais, discussões em grupo realizadas com estudantes e entrevistas individuais abertas, empreendidas de modo exploratório também com estudantes, bem como gestores, equipe psicossocial, técnico-pedagógica e docentes do Projeto Traje. Correspondem a fontes profícuas estabelecidas, achados e registros decorrentes de procedimentos observacionais. A análise de dispositivos políticos e pedagógicos, perscrutados sob a perspectiva arqueológica de inspiração foucaultiana, conformam e sistematizam os esforços do estudo realizado, por condições que elevem a escolaridade de jovens de 15 a 17 anos, agrupados por um conjunto de características consideradas semelhantes, reconduzidas a um exame minucioso, cujo resultado os classifica pelas anomalias de ordem cultural, econômica e social. No bojo da problematização, utilizamos da genealogia como possibilidades analíticas em interfaces a relações entre saberes e poderes. Redimensionamos em vistas ao Projeto Traje, a existência de discursos e práticas sociais e culturais efetivas, imbricadas em um aparato institucional aprimorado quanto à utilização de tecnologias de controle e disciplinamento. Como resultados das incursões realizadas, destacamos a fragilidade das intervenções do Estado em detrimento da Proposta do Projeto Traje, enquanto adequação de um padrão de escolarização cujas finalidades são forjadas como pragmáticas, corretivas e resolutivas. Diante disto, o referido Projeto em suas práticas sociais e culturais exercidas, como espaço institucional-escolar, propõe sob discursos e exercícios de proteção, escolarização e guarda, em verdade, regularizar condutas e docilizar corpos, em contraponto a diferentes enfrentamentos, resistências e efeitos, agregando indivíduos em seus (des)ajustes e anormalidades, extrapolando propósitos e ideativos de caráter pedagógicos.
        Palavras-chave: Educação de jovens e adultos; Práticas exercidas; Problematização; Projeto Traje.
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        A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: Um estudo de caso no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul - IFMS (2012-2016)
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 20/03/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Carina Elisabeth Maciel
        Orientando(s)
        • Debora Rogeria Neres de Souza Garcia
        Banca
        • Carina Elisabeth Maciel
        • João Ferreira de Oliveira
        • Silvia Helena Andrade de Brito
        Resumo Este trabalho está vinculado a Linha de Pesquisa 3 - História, Políticas e Educação do
        Curso de Mestrado do Programa de Pós-graduação em Educação da Fundação
        Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/PPGEdu/UFMS. O objeto de estudo dessa
        pesquisa é a Política de Assistência Estudantil e tem como objetivo analisar como as
        ações da Política de Assistência Estudantil se configuram no atendimento aos estudantes
        matriculados na educação superior do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul – IFMS.
        Trata-se de um estudo de caso no IFMS e tem como recorte temporal o período de 2012
        a 2016, tendo em vista que as ações da assistência estudantil no atendimento aos
        estudantes da educação superior tiveram início em 2012. A pesquisa está fundamentada
        no método crítico-dialético, pois este método nos auxiliou a compreender a lógica do
        sistema capitalista e a analisar a Política de Assistência Estudantil. Utilizamos enquanto
        metodologia de pesquisa a análise documental e bibliográfica, visando apresentar as
        análises dos dados institucionais e dos dispositivos legais. As análises da pesquisa
        tiveram como referência os seguintes autores: Castro (2009), Maciel (2011, 2015,
        2016), Mancebo (2015), Frigotto (2011), Otranto (2010, 2015), Oliveira (1994), entre
        outros. Os resultados das análises apontaram que a oferta da educação superior na
        Educação Profissional e Tecnológica se deu a partir do ano de 1969, porém a criação
        dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, em 2008, trouxe uma nova
        concepção de educação profissional, possibilitando aos IF´s a oferta de cursos
        superiores nas modalidades tecnólogo, bacharelado e licenciatura. Ao analisar o Pnaes
        identificou-se que este documento é resultado das lutas por melhores condições de
        permanência na educação superior, porém o Decreto nº 7.234/2010 determinou que as
        ações previstas devessem contemplar estudantes dos institutos federais. Portanto, o
        Pnaes surgiu como estratégia para amenizar os problemas sociais que interferem na
        formação dos estudantes, promover a inclusão e regulamentar as ações da política de
        assistência estudantil na garantia do acesso, permanência e conclusão. O documento
        oficial da assistência estudantil vigente no IFMS não contempla em sua redação todas as
        áreas do programa, atualmente a Política de Assistência Estudantil do IFMS está
        passando por reformulações e essa pesquisa contribuiu para repensarmos as ações de
        assistência estudantil e as necessidades dos estudantes que dificultam sua permanência
        na instituição. Constatou-se que os auxílios de critérios socioeconômicos ofertados no
        IFMS contemplam os estudantes da educação superior, no entanto defendemos a
        ampliação da oferta e dos valores dos auxílios, tendo em vista que os valores atuais são
        baixos e o perfil socioeconômico dos estudantes comprova essa necessidade. As ações
        de assistência estudantil são focalizadas, haja vista os limites dos recursos
        disponibilizados, no entanto são necessárias para promover a permanência de segmentos
        considerados historicamente excluídos. Concluímos que o IFMS busca, por meio de
        uma Política de Assistência Estudantil, a garantia do direito à educação e o
        acompanhamento com vistas a diminuir as dificuldades de ordem social, econômica,
        psicológica e pedagógica.
        Palavras-chave: Política Social. Assistência Estudantil. Educação Superior.
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        PRÁTICA DOCENTE PARA APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 05/03/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Rosana Carla Goncalves Gomes Cintra
        Orientando(s)
        • Elaine Cristina Freitas Veiga
        Banca
        • Alexandra Ayach Anache
        • Juliana Campregher Pasqualini
        • Rosana Carla Goncalves Gomes Cintra
        Resumo Atualmente as discussões se voltam não apenas a matrícula da criança com deficiência, mas a garantia do seu direito a aprendizagem. A partir de tais conjunturas o relatório tem como objetivo investigar os aspectos importantes da prática docente para aprendizagem de crianças com síndrome de Down na Educação Infantil. Compreende-se a inclusão como uma forma de assegurar o acesso equitativo a educação entre as crianças. Portanto buscou-se averiguar se/como o professor da Educação Infantil utiliza a ludicidade para promoção da aprendizagem de crianças com síndrome de Down, tendo em vista a importância da motivação e estimulação já nos primeiros anos de vida e da relevância da Educação Infantil em seu desenvolvimento. A pesquisa consiste em levantamento bibliográfico, documental, coleta e análise de dados empíricos. A pesquisa realizou-se em instituições de Educação Infantil do município de Campo Grande-MS com quatro professoras que tiveram uma criança com síndrome de Down inclusa em sua sala no ano de 2016. Os instrumentos utilizados para coleta foram questionário e a entrevista semiestruturada com 10 perguntas. Para a análise dos dados foi utilizado à metodologia núcleos de significação. A pesquisa tem como viés teórico-metodológico a Psicologia Histórico-Cultural desenvolvido por Vygotsky e seus colaboradores. Ao longo das alocuções das professoras percebeu-se que, de modo geral, todas demonstram dúvidas e dificuldades ao trabalhar de forma a incluir a criança com síndrome de Down em sala, apontando defasagens na formação inicial. O pouco conhecimento na área exigiu que buscassem compensar as lacunas com leituras, palestras e formação continuada, mesmo que esta ainda não seja o suficiente. Por meio das práticas lúdicas o docente promove momentos de aprendizagem para as crianças de forma que ela se interesse e participe ativamente. As atividades lúdicas consistem no desenvolvimento da autonomia, cognição, regras e possibilita a inclusão das crianças com deficiência. É neste processo de trocas que a criança aprende e se desenvolve, tendo contato com signos e desenvolvendo suas funções psicológicas superiores.
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        Trajetória biográfica do professor Luiz Alexandre de Oliveira: em estudo a comunidade e a escola de japoneses Visconde de Cairu no sul de Mato Grosso (1930-1950)
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 20/02/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
        Orientando(s)
        • STEPHANIE AMAYA
        Banca
        • Jacira Helena do Valle Pereira Assis
        • Katia Cristina Nascimento Figueira
        • Maria do Carmo Brazil
        Resumo O objeto de estudo desta pesquisa é a relação do professor Luiz Alexandre de Oliveira com a
        comunidade japonesa e a Escola de Japoneses (Visconde de Cairu) no sul de Mato Grosso, no
        período entre 1930-1950. O objetivo é produzir uma trajetória biográfica temática sobre o
        referido professor no período delimitado. A escolha do termo “biografia temática” é por
        darmos ênfase ao período de maior importância do professor Luiz Alexandre nas relações
        com os imigrantes japoneses. A base empírica da pesquisa é constituída por fontes
        memorialísticas, autobiográficas, documentais e entrevistas que foram concedidas em vida
        pelo professor. A perspectiva teórico-metodológica que direciona a investigação deriva dos
        estudos de Pierre Bourdieu e seus interlocutores. O professor Luiz Alexandre de Oliveira, de
        origem simples, alcançou certa representação social em Campo Grande, dada por sua
        trajetória de advogado, professor, diretor e proprietário de instituições escolares na cidade.
        Foi aluno do Instituto Pestalozzi, fundou o Instituto Rui Barbosa, foi professor e diretor da
        Escola Visconde de Cairu, proprietário da Escola Osvaldo Cruz e professor na escola Normal.
        Também é notório o seu envolvimento em diferentes campos sociais, políticos e educacionais
        que, consequentemente, proporcionaram a ampliação de seus capitais econômico, social,
        simbólico e cultural. Na trajetória política, o professor foi eleito deputado pelo partido União
        Democrática Nacional (UDN), atuou como presidente da Ajuda da Conciliação e Julgamento
        (Justiça do Trabalho) e promotor público, entrou na justiça militar e foi vice-prefeito de
        Campo Grande na primeira Administração de Wilson Barbosa Martins. Doou em vida bens
        materiais (imóveis) que possuía para as instituições que participara, tais como: Federação
        Espírita de Mato Grosso, Loja da Maçonaria e Academia Sul-Mato-Grossense de Letras. Os
        resultados da pesquisa sinalizaram que a relação do professor Luiz Alexandre com a Colônia
        Japonesa no período de Getúlio Vargas (1930-1945) foi marcada por uma ação política e
        estratégica que assegurou a manutenção da Escola Visconde de Cairu e da Cooperativa
        Agrícola, cujo conflito garantiu aos japoneses a posse de seus bens, imóveis e o
        prosseguimento na constituição das pertenças étnicas na e com a sociedade sul-matogrossense,
        sendo atualmente a terceira maior colônia no território nacional. Na relação com
        japoneses, foram mobilizadas estratégias de ambos lados; o grupo étnico no interesse em
        proteger seu patrimônio e o professor Luiz Alexandre em ser reconhecido perante a
        comunidade japonesa, algo que perdura até os dias de hoje.
        Palavras-chave: Professor Luiz Alexandre de Oliveira. Biografia científica temática. Escola
        étnica. Imigrantes japoneses. Bourdieu.
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        Formação Continuada de Professores das Escolas de Tempo Integral da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande - MS
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 16/02/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Margarita Victoria Rodriguez
        Orientando(s)
        • RUBENS SILVA ARGUELHO
        Banca
        • Bartolina Ramalho Catanante
        • Carina Elisabeth Maciel
        • Margarita Victoria Rodriguez
        Resumo Esta pesquisa está inserida na Linha de Pesquisa História, Políticas e Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Teve como objeto de estudo a política formação continuada dos professores que atuam nas escolas de tempo integral da rede municipal de ensino de Campo Grande, na ótica das políticas públicas educacionais instituída no período de 2008 a 2015. Apresenta análise das ações desenvolvidas pelo Município de Campo Grande-MS por meio da Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande (SEMED), destinada às políticas públicas de formação continuada para os professores que atuam nas duas escolas de tempo integral. Os procedimentos metodológicos da pesquisa ocorreram com várias ações. De início realizou-se o levantamento da produção a respeito do objeto de pesquisa, ou seja, o estado do conhecimento referente ao tema formação continuada para professores de escola de tempo integral. Posteriormente fez-se o estudo documental com base na coleta e análise das legislações educacionais nacionais e do município de Campo Grande-MS bem como de documentos da Secretaria Municipal de Educação. Verificou-se que no processo de implementação das escolas de tempo integral do município houve um curso de formação para os 60 professores aprovados no processo de seleção para atuar nessas escolas. Além disso, a formação continuada para esses docentes é tratada no Livro Propostas da Escola de Tempo Integral, elaborado pela secretaria municipal de educação de Campo Grande-MS, que organiza a formação continuada em serviço e propõe outras ações. Porém, ao analisar os documentos municipais (Lei Orgânica do Município; Plano de Cargos e Remuneração do Magistério; Plano Municipal de Educação – 2007/2016 e 2015/2025), constata-se que existem diversas propostas para a formação continuada de professores, no entanto nenhuma ação específica foi observada para tratar da formação continuada para a educação integral.
        Palavras-chave: Formação Continuada. Políticas Públicas. Escola de Tempo Integral.
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        A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA POLÍTICA DE COTAS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR NA UFMS - 2013 a 2016
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 15/02/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Carina Elisabeth Maciel
        Orientando(s)
        • Karoline dos Reis Macedo
        Banca
        • Carina Elisabeth Maciel
        • Eugenia Portela de Siqueira Marques
        • Margarita Victoria Rodriguez
        Resumo Esta pesquisa tem como objetivo analisar a institucionalização da Política de Cotas na Universidade Federal de Mato Grosso Sul, no período de 2013 a 2016. A Lei de Cotas para a Educação Superior é identificada como ação que oportuniza a democratização do acesso à Educação Superior. Para o desenvolvimento da investigação realizamos pesquisa exploratória, bibliográfica e documental, apresentando os documentos oficiais que indicam a forma como se encontra materializada a Política de Cotas na UFMS. Os principais documentos utilizados foram Resoluções, atas e relatórios, entre outros. Os dados estatísticos foram necessários para embasar as análises sobre vagas e ingressantes cotistas. A Lei n. 12.711/2012 configura-se como Ação Afirmativa, com a finalidade de minimizar as fraturas sociais e históricas de grupos considerados como minorias. Contudo, é necessário dizer que as discussões sobre inclusão na Educação Superior são importantes para que, além das atuais ações e estratégias de acesso à educação superior, outras políticas públicas possam ser pensadas e elaboradas com o intuito de oferecer condições de acesso e também permanência aos grupos considerados socialmente excluídos. Os resultados indicam que a Política de Cotas ainda está sendo implementada na UFMS, revista e reorganizada constantemente. A elaboração de diferentes estratégias para efetivar o ingresso e a permanência de estudantes cotistas ainda necessita de mais estudos e ações institucionais, entretanto, a institucionalização está se consolidando gradativamente. Concluímos que a institucionalização da Lei de Cotas na UFMS está em andamento e que a cada ano são desenvolvidas novas estratégias para a efetivação da institucionalização dessa política na instituição em questão.
        Palavras-chave: Educação Superior; Institucionalização; Ação Afirmativa; Política de Cotas.
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        O PROCESSO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO DA ESCOLA NORMAL DOM AQUINO CORRÊA DE TRÊS LAGOAS NO SUL DE MATO GROSSO (1952-1975)
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 15/02/2018
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Margarita Victoria Rodriguez
        Orientando(s)
        • Héllen Caroline Valdez Monteiro
        Banca
        • Alessandra Cristina Furtado
        • Margarita Victoria Rodriguez
        • Silvia Helena Andrade de Brito
        Resumo Esta dissertação está inserida na Linha de Pesquisa História, Política e Educação do Programa
        de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de
        Campo Grande. O objeto de pesquisa é a institucionalização da Escola Normal Dom Aquino
        Corrêa, de Três Lagoas, sul de Mato Grosso, no período em que funcionou, entre 1952 e
        1975. Como metodologia, adota-se o aporte teórico- metodológico materialista dialético,
        utilizando- se como procedimentos metodológicos o exame de documentos coletados na
        Escola Estadual Dom Aquino Corrêa, a análise de entrevistas com ex-normalistas, e uma exprofessora,
        a utilização de fontes primárias, como relatórios de governadores do e a busca por
        bibliografia que trata da temática. Como resultado, apontamos que a criação da instituição
        decorreu dos processos de desenvolvimento econômico do município. As matrículas
        cresceram consideravelmente a partir do momento em que o Estado brasileiro diagnosticou
        que as instituições precisavam contribuir para o processo que levaria ao desenvolvimento
        brasileiro. O currículo proposto para a formação das normalistas esteve surcado pelos
        pressupostos da Escola Nova e o método intuitivo e que promoveu práticas escolares que
        expressaram contradição como resultado das determinações hegemônicas e as subjetividades
        que as envolveram. Demonstramos que houve um equilíbrio da origem profissional dos
        progenitores das ex- normalistas: de um lado atendeu as camadas médias e a burguesia, e de
        outro, a classe trabalhadora. Também se verificou práticas de disciplinamento e controle
        própria da conjuntura do período militar.
        Palavras-chave: Escola Normal Dom Aquino Corrêa; Instituições Escolares; Três Lagoas.
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        A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DIDÁTICO PARA O EDUCADOR PAULISTA JOÃO AUGUSTO DE TOLEDO (1901-1939)
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 15/09/2017
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Silvia Helena Andrade de Brito
        Orientando(s)
        • Rubens Batista da Rocha
        Banca
        • Margarita Victoria Rodriguez
        • Samira Saad Pulcherio Lancillotti
        • Silvia Helena Andrade de Brito
        Resumo Este trabalho, pertencente à Linha de Pesquisa “História, Políticas e Educação” do Programa de Pós-Graduação em Educação/FAED/UFMS, possui como objeto salientar as propostas do educador paulista João Augusto de Toledo (1879-1941) para a organização do trabalho didático. O objetivo geral desta dissertação é analisar como esse educador pensava sobre a organização do trabalho didático. Para tal, serão examinadas a atuação profissional e as obras de João Augusto de Toledo, Didáctica (Nas Escolas Primárias) de 1934, Escola Brasileira de 1930 e Planos de Lição de 1934 no período compreendido entre 1901 e 1939, no estado de São Paulo, quando foi diretor dos Grupos Escolares de Serra Negra e Rio Claro, lente das Escolas Normais de São Carlos, Campinas e Inspetor Escolar, assistente do Instituto de Educação de São Paulo; além de autor de artigos em revistas educacionais especializadas, e principalmente autor de compêndios a serem utilizados pelos professores normalistas e do ensino primário, materializando assim sua proposta para educação no período de transição da chamada Escola Tradicional para a Escola Nova. Para a realização da pesquisa utilizamos como método as contribuições de Marx e Engels, além da categoria, a organização do trabalho didático, de Gilberto Luís Alves. Ao longo da realização deste trabalho, ficou notório que o autor investigado, diante do ideal escolanovista, se posicionou assim: primeiro, que seria possível realizar a transição da Escola Tradicional para a Escola Nova, todavia, seria necessário o apoio estatal, por conta da precariedade das instalações físicas dos prédios e dos recursos pedagógicos existentes ao momento histórico; segundo, a Geografia era a ciência e disciplina com as características fundamentais para a aplicação da Escola Nova; e por fim, que o método intuitivo era o mais evidente e pertinente para ensino de Geografia, conforme, ficou perceptível nas análises dos compêndios do autor investigado.


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        A Escola de Tempo Integral de Campo Grande - MS e as Manifestações de Violência: As Histórias dos Alunos
        Curso Mestrado em Educação
        Tipo Dissertação
        Data 30/06/2017
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Sonia da Cunha Urt
        Orientando(s)
        • Evelyn Fernanda da Silva Braga
        Banca
        • Marilda Gonçalves Dias Facci
        • Rosana Carla Goncalves Gomes Cintra
        • Sonia da Cunha Urt
        Resumo Diante das diversas dificuldades que a escola enfrenta para exercer o seu papel de educar,
        destacamos o problema da violência na escola, tendo em vista os elevados casos de sua
        ocorrência, que ganha destaque nas notícias midiáticas, nos debates acadêmicos e em
        pesquisas que apontam o fenômeno como algo recorrente. Dessa forma, este trabalho visa
        compreender como se manifesta a violência entre alunos de uma escola de tempo integral
        localizada em Campo Grande–MS. Os questionamentos levantados foram sobre a
        manifestação do fenômeno especificamente nesse cenário, e se as atividades desenvolvidas na
        escola de Educação Integral contribuem para a formação dos sujeitos, no sentido de redução
        da violência. Utilizou-se como referencial teórico a Psicologia Histórico-Cultural, com base
        no materialismo histórico- dialético. Participaram dessa pesquisa quinze sujeitos/alunos, do 5°
        ano de uma escola pública municipal. O instrumento utilizado para a coleta de dados foi a
        entrevista semiestruturada. Os resultados da pesquisa apontam que a violência nessa escola é
        manifestada sob a forma de violência verbal (apelidos ofensivos, xingamentos, insultos) e
        violência física (agressões, brigas). A partir do discurso dos participantes fica evidenciado que
        apesar da instituição ser um espaço onde são valorizadas atividades culturais, desportivas e
        artísticas, ainda assim a violência se faz presente em seu cotidiano, corroborando a
        dificuldade manifestada para o enfrentamento da violência na escola que expressa a forma que
        se vive nessa atual sociedade.
        Palavras-chave: Violência na Escola de Tempo Integral. Psicologia Histórico- Cultural.
        Concepções de alunos.
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