Mestrado em Letras

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Os resultados dos processos seletivos serão divulgados no site do curso.

Trabalhos

Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
Um Estudo do Romance: O casamento da minha mãe, de Alice Vieira
Curso Mestrado em Letras
Tipo Dissertação
Data 22/02/2018
Área LETRAS
Orientador(es)
  • Cristiane Rodrigues de Souza
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Jucimar Lopes
    Banca
    • Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
    • Cristiane Rodrigues de Souza
    • José Antonio De Souza
    • Wagner Corsino Enedino
    Resumo
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    Três facies da mulher em contos de Alciene Ribeiro
    Curso Mestrado em Letras
    Tipo Dissertação
    Data 22/02/2018
    Área LETRAS
    Orientador(es)
    • Rauer Ribeiro Rodrigues
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Natália Tano Portela
      Banca
      • Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
      • Ana Lucia Espindola
      • Aurora Cardoso de Quadros
      • Rauer Ribeiro Rodrigues
      Resumo
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        O indígena no mercado de trabalho: O cyberbullying e a (re)produção das identidades
        Curso Mestrado em Letras
        Tipo Dissertação
        Data 12/12/2017
        Área LETRAS
        Orientador(es)
        • Vania Maria Lescano Guerra
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Fabiana Ferrari Nunes
          Banca
          • Fabricio Tetsuya Parreira Ono
          • Marcos Lúcio de Sousa Góis
          • Rejane Cristina de Carvalho Brito Leite
          • Vania Maria Lescano Guerra
          Resumo FERRARI, Fabiana. O indígena no mercado de trabalho: o cyberbullying e a (re)produção das identidades. Três Lagoas, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2017, f. (Dissertação de Mestrado).
          O discurso constitui um cenário em que estão envolvidos a língua, o sujeito e seu espaço histórico, social e cultural. A partir dessa premissa, este trabalho tem por objetivo identificar e problematizar, por meio da Análise do Discurso de origem francesa e de uma perspectiva discursivo-desconstrutiva e transdisciplinar, representações de/sobre sujeitos indígenas incluídos no mercado de trabalho produzidas na rede social Facebook. Assim, busca-se, especificamente: investigar o papel da memória que atravessa o discurso do/sobre trabalhadores indígenas postados no Facebook, verificando a possível ocorrência de manifestações históricas, de formas de discriminação, preconceito e exclusão; estudar o processo identitário do trabalhador indígena discursivizado na rede social Facebook; rastrear efeitos de sentido dos dizeres articulados nos posts e comentários; problematizar o processo de discursivização da identidade dos sujeitos trabalhadores indígenas. Para isso, parte-se do pressuposto de que os discursos postados por indígenas e brancos acerca do indígena no mercado de trabalho estão a inscrever-se em um novo acontecimento discursivo: o cyberbullying. O corpus desta pesquisa reúne regularidades contidas em recortes de publicações coletadas on-line (posts ou comentários), divulgadas na mídia Facebook entre março de 2011 e abril de 2017. As análises se dão pelo método arqueogenealógico proposto por Foucault (1990; 1997; 1999; 2007), desvendando que, a partir da materialidade discursiva, é possível compreender os efeitos de sentido dos discursos, as regularidades enunciativas, as formações discursivas e os interdiscursos que ecoam na memória discursiva dos dizeres inscritos no ambiente virtual. Valemo-nos do arcabouço teórico da Análise do Discurso de origem francesa, a partir dos estudos de Coracini (2003; 2007; 2011), Pêcheux (1988; 1990), Orlandi (1999) e Authier-Révuz (1990; 1998), numa visada transdisciplinar de pesquisa que considera a produtiva relação com a psicanálise (LACAN, 1981; FREUD, 1976). Em relação à estrutura deste texto, a dissertação divide-se em três capítulos. No primeiro, sob o título “Ciberespaço: as condições de produção do indígena no mercado de trabalho”, são discutidos aspectos das condições de produção que compõem o processo de constituição identitária dos sujeitos de pesquisa e a conceituação de ciberespaço, cyberbullying, bullying. No capítulo intitulado “Elucidação da construção teórica”, é tecida a base teórica discursivo-desconstrutiva sob a transdisciplinaridade, de modo a subsidiar os gestos de interpretação dos recortes selecionados. No terceiro capítulo, “Nuances de Cyberbullying: um processo de (In)visibilidade”, a partir do método arqueogenealógico e do deslocamento da linguagem, observam-se efeitos de sentido produzidos nos dizeres dos sujeitos-enunciadores, buscando mostrar o lugar que o sujeito ocupa na sociedade e no meio digital, a visão do outro que agride, que ofende, que diminui. A partir dos resultados do gesto analítico empreendido, pôde-se notar que a mídia reflete e difunde mudanças discursivas que afetam a subjetividade dos sujeitos, de modo a contrastar a identidade dos indígenas no mercado de trabalho, refletindo as significações que atingem a classe operária, a adaptação ao capitalismo e a estereotipação, resultado de discursos colonialistas. Esse processo (re)configura papéis sociais, (re)categorizando a representação do o(O)utro a partir do prisma daquele que, intradiscursivamente, entrelaça dizeres, de modo a atualizar o discurso por meio de já ditos que se naturalizam no bojo da sociedade hegemônica e reverberam estereótipos, excluindo aqueles que afirma incluir.
          Palavras-chave: Discurso; indígenas; mídia; cyberbullying
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          VIOLÊNCIA E MARGINALIDADE NA CENA CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA: NA RIBALTA, NOSSA VIDA NÃO VALE UM CHEVROLET, DE MÁRIO BORTOLOTTO
          Curso Mestrado em Letras
          Tipo Dissertação
          Data 12/12/2017
          Área LETRAS
          Orientador(es)
          • Wagner Corsino Enedino
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Gracy Kely Nonato Ruiz
            Banca
            • Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
            • João Adalberto Campato Junior
            • Ricardo Magalhaes Bulhoes
            • Wagner Corsino Enedino
            Resumo Ancorando-se nas contribuições de Magaldi (1998), Ryngaert (1996) e Pallottini (1989) acerca das noções que configuram o discurso teatral; nos estudos de Quijano (1978) e Enedino (2009) sobre o conceito de marginalidade e nos pressupostos teóricos de Lins (1990) e Ginzburg (2010) no que se refere ao conceito de violência, o objetivo deste trabalho é demonstrar a existência de invariantes que estruturam o projeto estético-político do dramaturgo Mário Bortolotto na peça Nossa vida não vale um Chevrolet (2008). Abordam-se questões concernentes à contracultura, em especial ao movimento denominado Beat Generation, identidade, poder e representações sociais, Além disso, constata-se que, na obra, ficam latentes as contradições entre o “poder” e o “não poder”; entre as aspirações e as frustrações individuais, em decorrência da situação sociocultural das personagens, uma vez que a marginalidade torna-se fator preponderante para a compreensão do estado de inadaptação dos protagonistas, instaurado pela sociedade contemporânea.
            PALAVRAS-CHAVE: Teatro brasileiro contemporâneo; marginalidade; violência
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              Processos Neológicos na Linguagem Homossexual
              Curso Mestrado em Letras
              Tipo Dissertação
              Data 24/08/2017
              Área LETRAS
              Orientador(es)
              • Vanessa Hagemeyer Burgo
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Gustavo Ribeiro Lourenço
                Banca
                • Claudia Cristina Ferreira
                • Ieda Maria Alves
                • Solange de Carvalho Fortilli
                • Vanessa Hagemeyer Burgo
                Resumo LOURENÇO, Gustavo Ribeiro. Processos neológicos na linguagem homossexual. 2016. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos). Programa de Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Três Lagoas, 2016.
                RESUMO
                Este trabalho trata dos processos intralinguísticos mais produtivos para criação de palavras na linguagem homossexual e tem como foco a classificação neológica das palavras incorporadas à linguagem do grupo. Ao considerar o panorama dos estudos voltados à língua portuguesa, constatamos que determinados grupos sociais carregam uma peculiaridade em seu código linguístico: homossexuais, skinheads e surfistas, por exemplo, trazem características próprias no que se refere à linguagem. Esse código linguístico diferenciado também é responsável pela transmissão de uma cultura e a criação de uma identidade social específica de seus falantes. Alves (2004) salienta que os neologismos podem ser formados por mecanismos oriundos da própria língua, os processos autóctones, ou por itens léxicos provenientes de outros sistemas linguísticos. Desta forma, os estudos de neologismos nos auxiliam a compreender essas mudanças que ocorrem dentro da estrutura da língua. Neste trabalho, analisamos 98 neologismos à luz de teorias baseadas em Alves (1990), Barbosa (1998, 2000), Basílio (1991), Biderman (1978, 2001), Carvalho (2009; 2012), Correia e Almeida (2012), Crystal (2004), Steinberg (2003), entre outros autores. Quanto à metodologia utilizada, realizamos coletas sistematizadas em textos escritos – de sites de relacionamentos; aplicativos de relacionamentos direcionados ao público GLBT (como Scruff, Hornet, Grindr e Wapa); um dicionário informal da linguagem homossexual (Libi, 2006); grupos e perfis de redes sociais voltados à comunidade GLBT (Facebook e Twitter); falas espontâneas e entrevistas. A partir dessa análise, pudemos concluir que a utilização desses neologismos está presente na interação do grupo em contextos informais e nas mais diversas situações comunicativas, e que o processo neológico mais recorrente são os neologismos semânticos, contando com 50 formações.
                Palavras-chave: Neologismos. Lexicologia. Linguagem homossexual.
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                  A simbologia dos nomes em Tremor de Terra, de Luiz Vilela
                  Curso Mestrado em Letras
                  Tipo Dissertação
                  Data 28/07/2017
                  Área LÍNGUA PORTUGUESA
                  Orientador(es)
                  • Kelcilene Gracia Rodrigues
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Lucas Rodrigues Neves
                    Banca
                    • Kelcilene Gracia Rodrigues
                    • Marcelo Marinho
                    • Rauer Ribeiro Rodrigues
                    • Rita de Cássia Silva Dinísio
                    Resumo Este estudo visa a analisar o primeiro livro de contos do escritor mineiro Luiz Vilela, Tremor de Terra (1967), a partir de um estudo onomástico das personagens. Acreditamos que a nomenclatura das personagens não ocorre de forma aleatória, constituindo-se em signos dispostos de significado. Ao pensarmos no texto ficcional como um conjunto, descrevemos os efeitos de sentido dos contos, nos quais as personagens são nomeadas de forma a compor um todo significativo com a cena. Tal estudo nos propicia um modo de aproximação do fazer narrativo do escritor. O aporte teórico da pesquisa tem embasamento nas obras que tratam sobre a importância dos nomes das personagens, como, por exemplo, o ensaio de Ana Maria Machado, Recado do nome, e o Dicionário de nomes, de Nelson Oliver. Além dos estudos citados, a Bíblia é também material decisivo para a investigação, por haver contos em que a nomeação das personagens fazem referência a personagens bíblicas. Na análise dos contos nos valemos, também, da recepção crítica ao Tremor de Terra, de modo que constituímos uma pequena fortuna crítica sobre o livro. Dessa forma, a percepção da nomenclatura das personagens como fator decisivo para a construção narrativa justifica a investigação à primeira obra do autor, visto que o trabalho onomástico realizado homologa a significação dos contos.
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                      Processos de Formulação em Contextos Forenses
                      Curso Mestrado em Letras
                      Tipo Dissertação
                      Data 27/07/2017
                      Área LÍNGUA PORTUGUESA
                      Orientador(es)
                      • Vanessa Hagemeyer Burgo
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Junior dos Santos Silva
                        Banca
                        • Claudete Cameschi de Souza
                        • Joceli Catarina Stassi Se
                        • Ulisses Tadeu Vaz de Oliveira
                        • Vanessa Hagemeyer Burgo
                        Resumo
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                          O que é ser índio sendo surdo? Um olhar transdisciplinar
                          Curso Mestrado em Letras
                          Tipo Dissertação
                          Data 21/06/2017
                          Área LETRAS
                          Orientador(es)
                          • Claudete Cameschi de Souza
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Michelle Sousa Mussato
                            Banca
                            • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                            • Claudete Cameschi de Souza
                            • Márcia Aparecida Amador Mascia
                            • Vania Maria Lescano Guerra
                            Resumo MUSSATO, Michelle Sousa. O que é ser índio sendo surdo?: um olhar transdisciplinar. Três Lagoas, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2017, 177f. (Dissertação de Mestrado)
                            Ao lançar um olhar sobre os discursos dos sujeitos surdos de etnia Terena, apresenta-se uma diversidade de representações, construções, deslocamentos e traços identitários atravessados por relações de saber-poder. Dessa forma, nossa hipótese é que esses sujeitos de pesquisa estão à margem da sociedade hegemônica numa dupla exclusão: por serem indígenas e surdos, uma vez que não se encontra uma discursividade que os legitime, que os inscreva como índio surdo. Assim, tendo o discurso como objeto de pesquisa, o objetivo é problematizar o processo de constituição identitária do sujeito surdo indígena por meio de narrativas de si e do outro, pela subjetividade do sujeito em descrever como se vê, como vê o outro (seus pares e o branco) e como acredita que o outro o vê (seus pares e o branco), sendo índio e surdo. Como objetivos específicos buscamos: analisar os modos de dizer nos quais são evocadas as representações do índio surdo sobre si; interpretar os modos de dizer nos quais são evocadas as representações do índio surdos a partir de como ele acredita que o outro o vê na sala de aula e na aldeia onde reside; compreender os modos de dizer nos quais são evocadas as representações do índio surdo acerca da língua de sinais emergente, língua brasileira de sinais, língua portuguesa e língua terena. Desse modo, o indígena surdo é trazido para o centro da nossa investigação por meio de entrevistas gravadas/filmadas em vídeo em língua de sinais, transcritas, na cidade de Miranda, no ano de 2015 e que, devido às regularidades apresentadas, quatorze recortes constituem nosso corpus. Para tanto, valemo-nos das contribuições teóricas da perspectiva discursiva, por entendermos que o discurso se constitui sobre o primado dos interdiscursos, construído, sobretudo, pela presença do o(O)utro, pela heterogeneidade, com auxílio do suporte teórico-metodológico foucaultiano, o arqueogenealógico, que vem suplementar as metodologias teóricas da perspectiva discursiva. O primeiro capítulo volta-se às condições de produção dos discursos, para que, na análise dos dizeres do índio surdo Terena, se possa compreender onde esse sujeito se encontra e como se dá esse entre-lugar que se forja num espaço-tempo simultaneamente real e virtual, caracterizando-se como um limiar, uma fronteira, que une e separa, que abarca e delimita, que abre horizontes e restringe possibilidades. O segundo capítulo tece a base teórica para a sustentação de nossos gestos de interpretação, trazendo uma reflexão mais elaborada a respeito das noções teóricas da Análise do Discurso, dos estudos culturais e também do método arqueogenealógico de Foucault, que nos apoiam na construção do dispositivo de análise em meio a transdisciplinaridade. Por fim, no terceiro capítulo são empreendidos os gestos analíticos divididos em três eixos: Como me vejo?: representação de si; Como acredito que o outro me vê?: representação de si e do outro; Em que universo linguístico me encontro?: representação de língua/linguagem. Dessa forma, foram observadas representações de si, do outro sobre si e da língua/linguagem que não legitimam, que não garantem a inscrição dos sujeitos como sendo índios surdos, pois os traços que constituem a identidade do surdo indígena por meio das (re)construções de sentido acerca da Língua Portuguesa, Libras, Língua Terena e língua de sinais emergentes ressoam vozes que perpetuam a imagem estereotipada do sujeito surdo indígena como sujeito da falta, como corpo deficiente, como aquele que é anormal por ser diferente do branco, sob uma in(ex)clusão.
                            Palavras-chave: Análise do Discurso; identidade; surdez; índio Terena.
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                            Memória, Identidade e Representação Social: Uma leitura de O Ultimo Conhaque de Carlos Herculano Lopes
                            Curso Mestrado em Letras
                            Tipo Dissertação
                            Data 15/03/2017
                            Área LETRAS
                            Orientador(es)
                            • Ricardo Magalhaes Bulhoes
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Lydyane de Almeida Menzotti Silva
                              Banca
                              • João Adalberto Campato Junior
                              • Jose Batista de Sales
                              • Ricardo Magalhaes Bulhoes
                              • Wagner Corsino Enedino
                              Resumo
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                                Narrar a morte: um estudo de “Memórias póstumas de Brás Cubas” e “Fim””.
                                Curso Mestrado em Letras
                                Tipo Dissertação
                                Data 15/03/2017
                                Área LETRAS
                                Orientador(es)
                                • Ricardo Magalhaes Bulhoes
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Kátia Cristina Pelegrino Sellin
                                  Banca
                                  • Cristiane Rodrigues de Souza
                                  • Eliane Aparecida Galvão Ribeiro Ferreira
                                  • João Adalberto Campato Junior
                                  • Ricardo Magalhaes Bulhoes
                                  Resumo
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                                    Entre o discurso oficial e o discurso Kinikinau: representações de escola e território
                                    Curso Mestrado em Letras
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 24/02/2017
                                    Área LETRAS
                                    Orientador(es)
                                    • Claudete Cameschi de Souza
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Daniele Lucena Santos
                                      Banca
                                      • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                                      • Claudete Cameschi de Souza
                                      • Marlene Durigan
                                      • Roberto Leiser Baronas
                                      Resumo
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                                        O Princípio da Cooperação em contexto forense: as máximas conversacionais em audiências judiciais
                                        Curso Mestrado em Letras
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 23/02/2017
                                        Área LETRAS
                                        Orientador(es)
                                        • Vanessa Hagemeyer Burgo
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Claudia Poliana de Escobar de Araujo
                                          Banca
                                          • Claudia Cristina Ferreira
                                          • Solange de Carvalho Fortilli
                                          • Ulisses Tadeu Vaz de Oliveira
                                          • Vanessa Hagemeyer Burgo
                                          Resumo
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                                            O processo de subjetivação do indígena em material didático subsidiado pelas (novas) tecnologias
                                            Curso Mestrado em Letras
                                            Tipo Dissertação
                                            Data 21/11/2016
                                            Área LETRAS
                                            Orientador(es)
                                            • Vania Maria Lescano Guerra
                                            Coorientador(es)
                                              Orientando(s)
                                              • Icléia Caires Moreira
                                              Banca
                                              • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                                              • Claudete Cameschi de Souza
                                              • Silvane Aparecida de Freitas
                                              • Vania Maria Lescano Guerra
                                              Resumo
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                                                "A Tradução e a omissão dos marcadores discursivos nas legendas da série Friends: o (des)respeito às funções comunicativas"
                                                Curso Mestrado em Letras
                                                Tipo Dissertação
                                                Data 31/08/2016
                                                Área LETRAS
                                                Orientador(es)
                                                • Vanessa Hagemeyer Burgo
                                                Coorientador(es)
                                                  Orientando(s)
                                                  • Nayra Modesto dos Santos Nunes
                                                  Banca
                                                  • Claudete Cameschi de Souza
                                                  • Claudia Cristina Ferreira
                                                  • Ulisses Tadeu Vaz de Oliveira
                                                  • Vanessa Hagemeyer Burgo
                                                  Resumo Este estudo visa a analisar como os marcadores discursivos são traduzidos na legendagem dos
                                                  diálogos da série televisiva americana Friends, averiguando se essa tradução consegue estabelecer e
                                                  manter os mesmos efeitos de sentido em língua portuguesa. O córpus é constituído por quinze
                                                  fragmentos, extraídos dos primeiros episódios da primeira, da quinta e da décima temporadas da série,
                                                  transmitida pelo canal Warner, e também disponíveis em DVD ou na internet. A análise do áudio e da
                                                  transcrição da legendagem foram apresentados em dois formatos: o roteiro de fala seguido pelos
                                                  personagens em língua inglesa e a legendagem em língua portuguesa. Quanto aos procedimentos
                                                  metodológicos, esta pesquisa seguiu a abordagem empírico-indutiva, com natureza qualitativointerpretativa.
                                                  O arcabouço teórico está ancorado em conceitos da Análise da Conversação, expostos
                                                  por Chafe (1982), Fávero, Andrade e Aquino (2007), Fraser (1988, 1994), Galembeck (1999),
                                                  Galembeck e Carvalho (1997), Hilgert (2011), Marcuschi (1989, 2001, 2006) e Preti (2003), em
                                                  relação de interface com conceitos oriundos dos Estudos da Tradução, salientados por Arrojo (2007),
                                                  Frota (2000), Gorovitz (2006), Oustinoff (2011), Paes (1990) e Rodrigues (2000). Vale ressaltar que
                                                  os marcadores discursivos desempenham um papel relevante na manutenção da interação verbal,
                                                  contribuindo para o monitoramento da conversação e para a organização do texto falado. Eles podem
                                                  atuar como organizadores e/ou articuladores textuais, indicadores de força ilocutória do discurso,
                                                  planejadores verbais, atenuadores, dentre outras funções. Reconhecer os marcadores discursivos como
                                                  elementos essenciais no processo de significação da atividade linguística implica reconhecer a
                                                  dimensão interacional da linguagem.
                                                  Palavras-chave: Tradução. Legendas. Marcadores discursivos. Estratégias comunicativas
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                                                  Luiz Vilela em contexto extracurricular: Alternativas Metodológicas para o Ensino de Literatura”
                                                  Curso Mestrado em Letras
                                                  Tipo Dissertação
                                                  Data 30/08/2016
                                                  Área LETRAS
                                                  Orientador(es)
                                                  • Rauer Ribeiro Rodrigues
                                                  Coorientador(es)
                                                    Orientando(s)
                                                    • Ângela Nubiato Lopes
                                                    Banca
                                                    • Ana Lucia Espindola
                                                    • Luiz Gonzaga Marchezan
                                                    • Rauer Ribeiro Rodrigues
                                                    • Rita de Cássia Silva Dionísio Santos
                                                    Resumo A proposta do projeto pedagógico, cuja aplicação é relatada nesta dissertação, abordou a problemática da aprendizagem do ensino de leitura literária em sala de aula e caminhos que visam contribuir na formação do leitor literário. A pesquisa, dividida em dois grandes momentos, desenvolveu, na primeira fase, a descrição e aplicação das cinco alternativas metodológicas concebidas por Maria da Glória Bordini e Vera Teixeira Aguiar, apresentadas no livro Literatura: a formação do leitor ─ alternativas metodológicas (1993). A segunda fase se desenvolveu com a criação de um Círculo de Leitura nos moldes propostos inicialmente por Luzia de Maria, no livro O clube do livro: ser leitor, que diferença faz? (2009), e posteriormente discutidos por Rildo Cosson, em Círculos de leitura e letramento literário (2014). Como corpus literário para aplicação da pesquisa, utilizou-se a obra do escritor mineiro Luiz Vilela. As obras de Vilela tratam de temas universais, permitem a expansão do pensamento crítico e foram selecionadas narrativas adequadas à faixa etária dos alunos. Entre os alunos do ensino fundamental que participaram do projeto, os textos despertaram grande interesse e motivação, resultando em análises críticas e sensíveis da realidade. As alternativas, no primeiro momento, e o Círculo de Leitura, no segundo momento, em conjunto com a obra de Luiz Vilela, pareceram adequadas, uma vez que as metodologias e a proposta do círculo decorrem de um longo processo de pesquisa em que foram validadas e reestruturadas. Para despertar nos alunos o interesse de se tornarem leitores literários, optamos por estruturar as aulas fora do período obrigatório, utilizando autor brasileiro que expõe temas com profundidade e sensibilidade, ao mesmo tempo em que propicia reflexão crítica sobre a linguagem e a sociedade. Os resultados da pesquisa demonstraram a importância tanto da aplicação das alternativas quanto da formação do Círculo de Leitura e a necessidade de adaptá-los ao público ao qual a proposta é direcionada. Mostraram também que a escolha de textos literários fora dos best-sellers e das imposições da indústria cultural e da cultura de massa resultam em formação literária e crítica que normalmente não verificamos na escolarização da literatura, nos moldes escolares triviais.
                                                    Palavras-chave: Círculo de Leitura. Escolarização da Literatura. Formação de leitores. Leitor literário. Literatura Brasileira Contemporânea.
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                                                      A construção "se não me engano" no português do Brasil
                                                      Curso Mestrado em Letras
                                                      Tipo Dissertação
                                                      Data 26/08/2016
                                                      Área LETRAS
                                                      Orientador(es)
                                                      • Taisa Peres de Oliveira
                                                      Coorientador(es)
                                                        Orientando(s)
                                                        • Munique Pedro Pereira Pinto
                                                        Banca
                                                        • Edson Rosa Francisco de Souza
                                                        • Joceli Catarina Stassi Se
                                                        • Solange de Carvalho Fortilli
                                                        • Taisa Peres de Oliveira
                                                        Resumo
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                                                          Estrangeirismo linguístico do inglês: um estudo em três versões do dicionário Aurélio eletrônico”
                                                          Curso Mestrado em Letras
                                                          Tipo Dissertação
                                                          Data 19/07/2016
                                                          Área LETRAS
                                                          Orientador(es)
                                                          • Elizabete Aparecida Marques
                                                          Coorientador(es)
                                                            Orientando(s)
                                                            • Maira de Oliveira Ferreira
                                                            Banca
                                                            • Ana Paula Tribesse Patrício Dargel
                                                            • Aparecida Negri Isquerdo
                                                            • Elizabete Aparecida Marques
                                                            • Marlene Durigan
                                                            Resumo FERREIRA, Maira de Oliveira Estrangeirismos da língua inglesa: um estudo em três versões do dicionário Aurélio eletrônico. Três Lagoas: Câmpus de Três Lagoas, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2016.148f. (Dissertação de Mestrado).
                                                            O léxico é o domínio da língua que mais se aproxima da realidade extralinguística pelo fato de representar valores, crenças, hábitos e costumes de um povo. É o conjunto de palavras por meio das quais a sociedade armazena seu conhecimento de mundo, sua cultura. O léxico registra o conhecimento de mundo, está diretamente relacionado ao processo de nomeação do que nos cerca, pois nomeia ao mesmo tempo que cria, descreve e delimita. O objetivo geral deste trabalho é efetuar uma análise das unidades lexicais inseridas no Dicionário Aurélio (FERREIRA, 1999; 2004; 2010) oriundas da língua inglesa, os estrangeirismos. Entendemos como estrangeirismos as unidades lexicais que não sofreram mudanças quanto à sua grafia da língua original e como empréstimo as palavras que já sofreram mudanças quanto à sua grafia, ou seja, os itens lexicais que já sofreram o processo de mudança e aportuguesamento. Temos como objetivo específico analisar as três versões do Dicionário Aurélio no que concerne à delimitação do contingente de verbetes que tem sua etimologia na língua inglesa. Para tanto, verificamos o acréscimo dos estrangeirismos nas versões 3.0, 5.0 e 8.0. O trabalho visa também a verificar a incorporação de estrangeirismos de base inglesa no português brasileiro por áreas do conhecimento, bem como analisar em que proporção esses estrangeirismos foram incorporados nas três diferentes versões do Aurélio, com o intuito de verificar que áreas do conhecimento tiveram maior incremento dessas unidades lexicais no decorrer das três versões. A metodologia desta pesquisa é documental, pois tem como fonte de dados as três versões eletrônicas do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. O corpus de análise compreende os estrangeirismos extraídos dessa obra lexicográfica. Analisamos a nomenclatura dos dicionários mencionados a fim de evidenciar o acréscimo dos estrangeirismos de uma versão para a outra e, para isso, os dados são apresentados em quadros e tabelas, em ordem alfabética, seguidos de uma análise quantitativa-qualitativa, das três versões. Os dados ratificam a ampliação de estrangeirismos da língua inglesa da segunda para a terceira versão do dicionário, confirmando o crescimento lexical da língua portuguesa com a inclusão dessas unidades lexicais para designar novos referentes que, por alguma razão, não foram nomeados em português. O mesmo procedimento metodológico foi utilizado para a análise das áreas mais produtivas, ou seja, as marcas de uso de maior ocorrência de estrangeirismos. Comparando, portanto, as três versões, os dados revelam que as áreas de maior incremento de itens lexicais da língua inglesa (estrangeirismos) foram, ao longo de 11 anos: i) Esporte com 27 acréscimos em relação à primeira versão por nós analisada; ii) Informática, que contém 42 acréscimos de itens lexicais.
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                                                            Uma Leitura de O Fazedor de Velhos, de Rodrigo Lacerda
                                                            Curso Mestrado em Letras
                                                            Tipo Dissertação
                                                            Data 01/04/2016
                                                            Área LETRAS
                                                            Orientador(es)
                                                            • Jose Batista de Sales
                                                            Coorientador(es)
                                                              Orientando(s)
                                                              • Marcilene Moreira Donadoni
                                                              Banca
                                                              • João Luís Cardoso Tápias Ceccantini
                                                              • Jose Batista de Sales
                                                              • Kelcilene Gracia Rodrigues
                                                              • Rauer Ribeiro Rodrigues
                                                              Resumo O objetivo principal desta dissertação é analisar a estrutura do romance juvenil O Fazedor de Velhos (2008), de Rodrigo Lacerda. (1969 - ). Na pesquisa, foram analisados os elementos estruturais da narrativa, como as configurações de personagem, tempo, espaço e narrador. Acreditamos que as personagens lacerdianas, foco deste trabalho, configuram-se por meio da manifestação da intertextualidade na diegese. Deste modo, o livro, a literatura e o romance de formação auxiliam a compreender esse processo de configuração. Como objetivo secundário, elaboramos a fortuna crítica do autor, a partir de comentários de sua produção e da catalogação de críticas e notícias de jornais das principais mídias brasileiras.
                                                              Palavras-chave: Literatura juvenil brasileira. Fortuna crítica. Estrutura narrativa. Rodrigo Lacerda.
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                                                                Processos Identitários do Agente de Escola e Vigilância Penitenciária: Recorte discursivo do trabalho nas muralhas
                                                                Curso Mestrado em Letras
                                                                Tipo Dissertação
                                                                Data 30/03/2016
                                                                Área LETRAS
                                                                Orientador(es)
                                                                • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                                                                Coorientador(es)
                                                                  Orientando(s)
                                                                  • Evelyn Yamashita Biasi
                                                                  Banca
                                                                  • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                                                                  • Claudete Cameschi de Souza
                                                                  • Luciene Jung de Campos
                                                                  • Silvane Aparecida de Freitas
                                                                  Resumo BIASI, Evelyn Yamashita. Processos Identitários do Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária: recorte discursivo do trabalho nas muralhas. Três Lagoas, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, 2016. 115f. (Dissertação de Mestrado).
                                                                  Este trabalho tem por objetivo analisar os processos identitários do Agente de Escolta e Vigilância Penitenciário (AEVP) do Estado de São Paulo. Partimos do pressuposto de que o trabalhador do sistema penitenciário ocupa um papel de poder na configuração social decorrente do exercício de sua função disciplinarizadora enquanto agente mantenedor da ordem carcerária e social, e temos como hipótese de pesquisa que os riscos vivenciados pelo trabalhador e a características do trabalho invisível contribuam para a exclusão desse sujeito. De acordo com Dejours (2011), o trabalho possibilita a construção da identidade e a geração de saúde mental a partir do reconhecimento do outro, assim como pode ser fonte de descompensação psíquica e somática do sujeito por meio da exclusão do sujeito ao coletivo. Diante desses questionamentos, três objetivos específicos foram propostos: a) investigar como os riscos pessoais influenciam na formação dos processos identitários do trabalhador de muralha; b) discutir como as formas de reconhecimento e o sentido atribuído ao trabalho influenciam na constituição da subjetividade e; c) descrever as relações imaginárias e de saber-poder presentes nas relações do trabalho de muralha do sistema penitenciário. A base teórica está fundamentada na Análise do Discurso de linha francesa que compreende o discurso como lugar onde se pode observar a relação entre língua e ideologia, compreendendo o sujeito do inconsciente como ser clivado, incompleto e inconsciente (PÊCHEUX, 1969, 1991, 1999, 2012). Para tanto, ancoramo-nos nas ideias de posição-sujeito de Orlandi (2015) e nas noções de formações imaginárias e ideológicas (PÊCHEUX, 1990). Considerando o caráter transdisciplinar da AD, utilizamos como base para a investigação das relações e construção da identidade no/pelo trabalho a teoria psicodinâmica de Dejours (1992, 1999, 2011). O córpus foi constituído por meio de 17 sequências discursivas recortadas de entrevistas semi direcionadas com oito profissionais que atuam na função em diversas localidades do Estado de São Paulo. A escolha dos recortes se deu a partir do método foucaultiano arquegenealógico (FOUCAULT, 1969, 1996, 2010), pautado nas regularidades e dispersões do discurso. Este estudo foi estruturado a partir de três capítulos: no primeiro tecemos o fio teórico condutor da pesquisa a partir das noções de formação imaginária, ideológica, discursiva e do interdiscurso trouxemos a concepção de sujeito a partir do viés discursivo e das teorias do trabalho; no segundo historicizamos a posição de sujeito-trabalhador de muralha e as concepções históricas sobre o trabalho, bem como as condições de produção e metodológicas do estudo; no último realizamos as análises e as problematizações sobre a relação dos sujeitos com o trabalho e destacamos as formações imaginárias decorrentes desta relação. Os resultados indicam que as situações de risco são permeadas por contradições que envolvem a representação de vulnerabilidade do trabalhador frente ao poder do interno e a possibilidade de desenvolvimento de um trabalho criativo. Outra contradição que se instala envolve a (in)visibilidade do trabalhador: por um lado, o sujeito acredita que quanto maior sua invisibilidade maior é a eficácia do trabalho; de outro lado, o sujeito vivencia o sofrimento por não desenvolver uma função socialmente valorizada. O sentido atribuído ao trabalho aparece atrelado ao esvaziamento a partir da não-produção de aspectos materiais em contrapartida ao preenchimento de sentido enquanto função mantenedora da ordem carcerária. Ainda, a relação de saber-poder oscila entre o agente de muralha, o interno e o Estado, visto que ora um e ora outro detém o poder dentro do espaço penitenciário.
                                                                  Palavras-chaves: Discurso. Identidade. Trabalho. Vigilância. Muralha.
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                                                                  O Processo Identitário do Sujeito Indígena: uma análise discursiva da Carta do Cacique Seattle
                                                                  Curso Mestrado em Letras
                                                                  Tipo Dissertação
                                                                  Data 29/03/2016
                                                                  Área LETRAS
                                                                  Orientador(es)
                                                                  • Vania Maria Lescano Guerra
                                                                  Coorientador(es)
                                                                    Orientando(s)
                                                                    • João Paulo Ferreira Tinôco Machado
                                                                    Banca
                                                                    • Marcos Lúcio de Sousa Góis
                                                                    • Marlene Durigan
                                                                    • Roberto Leiser Baronas
                                                                    • Vania Maria Lescano Guerra
                                                                    Resumo MACHADO, João Paulo F. Tinoco. O processo identitário do sujeito indígena: uma análise discursiva da Carta do Cacique Seattle. 2016. 162 f. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Três Lagoas. 2016.
                                                                    RESUMO
                                                                    Este trabalho tem como objetivo geral estudar o processo de constituição identitária do indígenaarticulado na Carta do Cacique Seattle de 1854, sobretudo as possíveis representações de terra que rastreamos na carta, ora para o indígena, ora para o “homem branco”. Para tanto, perscrutamos as relações de saber e poder e as formações discursivas com o intuito de desvelar os gestos de resistência de Seattle e seu povo. Nosso estudo está fundamentado nas relações de saber/poder discutidas por Foucault (2014ab, 2013, 2012) sob a pluma da Análise do Discurso de linha francesa. Buscamos também conhecimentos a respeito da desconstrução de Derrida (2001), sob a visão discursivo-desconstrutivista de Coracini (2006, 2007, 2014) e Guerra (2008, 2010, 2012, 2013); conceitos de cunho culturalista quanto à crítica pós-colonial de Bhabha (2013) e Santos (2003, 2007, 2009, 2010); e concepções de identidade estudadas por Bhabha (2013), Hall (2013) e Castells (2013). Temos o desejo de trazer o olhar e saberes do indígena a fim de desestabilizar saberes hegemônicos que tentam desvalorizar os saberes dos sujeitos marginalizados.Formulamos a hipótese de pesquisa de que a Carta tem de ser examinada como um monumento, isto é, a Carta torna-se uma Nova História para que desse modo obtenhamos a possibilidade de estudar o processo identitário do indígena, que é construído por meio de tensões e resistências; ações que vão de encontro aos saberes hegemônicos, ao capitalismo, à industrialização e aos interesses do governo que privilegiam grupos específicos.Podemos dizer que osujeito indígena Seattle enfrenta preconceitos, sofrendo gestos de exclusão, por não ser igual ao outro, razão por quebusca, no passado, memórias que lhe podem trazer segurança no presente. E, dentro dessa arena, onde conflitosemergem, o processo identitárioagonístico é engendrado, uma vez que o sofrimento e a angústia perpassam a busca da identidade do colonizado, sempre numa construção relacional com o colonizador.
                                                                    Palavras-chave: Identidade; análise discursivo-desconstrutivista;pós-colonialidade; Carta do Cacique Seattle.
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