| EDUCAÇÃO INFANTIL: DOS DIREITOS LEGAIS À PRÁTICA COTIDIANA. |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
15/09/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Anamaria Santana da Silva
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Arlei Guedes de Souza Arruda
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| Banca |
- Ana Lucia Espindola
- Anamaria Santana da Silva
- Edelir Salomao Garcia
- Patrícia Dias Prado
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| Resumo |
RESUMO
O direito das crianças à infância, cuidado/educação no Brasil é recente e encontra-se
em construção. Diante disso, o presente trabalho de mestrado em Educação da linha
de pesquisa Políticas, Práticas Institucionais e Exclusão/Inclusão Social do programa
de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do
Sul/Campus do Pantanal apresenta o resultado de uma pesquisa que procurou
investigar como estão sendo garantidos os direitos das (os) pequenas (os) no
cotidiano de um CEI. Ou seja, procurou evidenciar como a educação/cuidado estão
sendo efetivados na prática cotidiana em um Centro de Educação Infantil de 0 a 5
anos, da rede pública do município de Corumbá-MS (2010). Para isso, foram
realizados estudos teóricos sobre os temas em foco: políticas da Educação Infantil no
Brasil, Mato Grosso do Sul e em Corumbá; creche e Educação Infantil.
Posteriormente, foi realizado o trabalho empírico com observação participativa e
filmagens no cotidiano das crianças pequenas. O trabalho faz abordagem de um
estudo de caso do tipo etnográfico e insere-se no paradigma de investigação crítica.
O referido trabalho pretende contribuir para discussões de políticas públicas, no
sentido que objetiva compreender como estão sendo efetivados esses direitos em uma
instituição de Educação Infantil. Assim, o trabalho constatou que ocorreram
mudanças, transformações em relação aos direitos das crianças pequenas, na
legislação e na prática. Nas últimas três décadas, na questão dos direitos das crianças
brasileiras, ocorreram avanços e entraves. Ou seja, atualmente as (os) pequenas (os)
têm direito à educação/cuidado, têm o direito de ser criança e ter infância nas
instituições de Educação Infantil. Em relação a prática, constata-se que ocorreram
alguns avanços e outros que ainda não se efetivaram. Pode-se observar que os
avanços na legislação levantam desafios que não são concretizados de imediato, em
específico no que diz respeito à mudança de concepções, crenças e valores que não
se transformam rapidamente. Por fim, os direitos constituídos, garantidos e
efetivados não são dados, são conquistados. |
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| A LEITURA DA LITERATURA INFANTIL E O LETRAMENTO LITERÁRIO: PERFIL DOCENTE NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO (REME) DO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS-MS |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
14/09/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Lucia Espindola
- Anamaria Santana da Silva
- Edelir Salomao Garcia
- Renata Junqueira De Souza
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| Resumo |
Nesta pesquisa de Mestrado, desenvolvida na linha de pesquisa Formação de Educadores e Diversidade, centramo-nos em investigar as práticas de leitura e de letramento literário desenvolvidas por um grupo de professoras concursadas da rede pública de ensino no município de Três Lagoas-MS que trabalham com crianças de cinco anos de idade em escolas e centros de educação infantil. Para alcance dos objetivos propostos, realizamos estudo bibliográfico sobre o atendimento à criança pequena, leitura, letramento literário e formação de leitores. Para a coleta de dados, elaboramos um questionário, que foi respondido pelas professoras, com questões abordando a formação profissional, os materiais lidos por elas, as práticas de leitura em sala de aula e suas concepções acerca de literatura e literatura infantil. Durante o processo de análise dos dados, fomos elaborando o roteiro para entrevistas. Para conhecer o ambiente da leitura na escola, na última etapa da investigação percorremos as instituições de ensino, local de trabalho dos sujeitos da pesquisa. Constatamos que, apesar das muitas lacunas existentes na formação do professor que insere as crianças pequenas nas primeiras experiências com a cultura escrita no espaço escolar, a leitura acontece, mesmo timidamente, e, na maioria das vezes, a prática da leitura se dá por meio da sua escolarização. |
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| Violência no cotidiano escolar: a visão de professores que atuam no ensino fundamental de escolas públicas do município de Corumbá-MS. |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/09/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Monica de Carvalho Magalhaes Kassar
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Polyana Andreza da Silva Costa
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| Banca |
- Anamaria Santana da Silva
- Dimair de Souza Franca
- Monica de Carvalho Magalhaes Kassar
- Nadir Zago
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| Resumo |
A violência escolar tem despertado interesse de pais, educadores e vários segmentos da sociedade civil. É um fato preocupante porque afeta, além do processo de ensino-aprendizagem, as relações interpessoais entre alunos e professores. A necessidade de refletir sobre essa questão inspirou a realização desta pesquisa que teve como objetivo saber o que os professores pensam sobre violência escolar, suas causas, manifestações, conseqüências e formas de enfrentamento. Trata-se de uma pesquisa de campo, de natureza qualitativa, realizada em Corumbá-MS, por meio de entrevistas semi-estruturadas com professores do Ensino Fundamental. Na análise dos dados utilizamos as concepções de Bernard Charlot, Éric Debarbieux, Wanderley Codo e outros autores. Constatamos que na visão dos docentes a violência escolar vai além das agressões físicas e verbais, abrangendo a falta de respeito e todo ato que prejudique outrem. As manifestações de violência mais citadas foram as agressões físicas e verbais entre os alunos; as verbais contra os professores e as incivilidades. As principais causas do aumento dessa violência, segundo os professores, são: a desestruturação familiar, a falta de limites, a influência do contexto social e uma visão equivocada do ECA. As conseqüências da violência escolar para os professores são: profissionalmente, o trabalho pedagógico dificultado e a perturbação do clima escolar; e pessoalmente, sentimentos de tristeza, frustração e impotência; dores de cabeça, cansaço físico, tensão muscular, estresse e nervosismo. Apesar da maioria dos professores apresentarem esses sintomas, 80% dos entrevistados desejam continuar no magistério porque amam a profissão escolhida. As estratégias utilizadas pelos docentes para enfrentar a violência no cotidiano escolar são: conversas com os alunos, envio dos estudantes à coordenação pedagógica e solicitação do comparecimento dos pais à escola, porém, eles sugeriram diversas alternativas para o enfrentamento do problema. Conclui-se ser necessário o desenvolvimento de políticas públicas e de outras estratégias de prevenção e redução da violência nas escolas que favoreçam o clima escolar e as relações sociais, a fim de que a escola cumpra sua função e seja o que ela deve ser: lócus de aprendizagem, de socialização e de produção do conhecimento. |
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| O BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E A RELAÇÃO DO INDIVÍDUO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNDO DO TRABALHO |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
08/09/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Monica de Carvalho Magalhaes Kassar
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Flávia Pedrosa de Camargo
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| Banca |
- Anamaria Santana da Silva
- Hajime Takeuchi Nozaki
- Monica de Carvalho Magalhaes Kassar
- Silvia Marcia Ferreira Meletti
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| Resumo |
O presente trabalho teve como objetivo entender os possíveis impactos do recebimento do
Benefício de Prestação Continuada (BPC) na Educação Profissional de indivíduos com
diagnóstico de deficiência intelectual. O interesse por esta relação justifica-se pelo fato de que
atualmente uma parcela considerável de alunos com deficiências que freqüentam a Educação
Profissional nas escolas especiais recebe este recurso. O Benefício de Prestação Continuada
consiste no pagamento de um salário mínimo direcionado aos indivíduos com deficiência e ao
idoso acima de sessenta e cinco anos que comprovem não possuir meios de prover o próprio
sustento ou tê-lo provido por sua família. Através do materialismo histórico dialético buscouse
delinear as nuances do sistema capitalista e perceber suas influências nas políticas públicas
voltadas à Assistência Social, sobretudo, o Benefício de Prestação Continuada. Para tanto,
foram realizadas entrevistas com oito sujeitos com deficiência intelectual que frequentam a
sala de Qualificação Profissional de uma instituição particular de caráter assistencial no
município de Corumbá/MS e com suas respectivas responsáveis. A análise das entrevistas
demonstrou que a consolidação de uma sociedade pautada no modo de produção capitalista
influencia de forma fundamental a vida de indivíduos com deficiência intelectual em idade
laboral, no entanto o recebimento do benefício não configura a principal causa da não
inserção do sujeito com deficiência intelectual no mundo do trabalho, considerando as
privações vivenciadas por esses indivíduos desde a infância ao frequentarem um espaço
considerado segregado. Apesar da freqüência na instituição especializada, a falta de
escolarização (alfabetização) surgiu como um dos principais fatores para a não inserção dessa
população no mundo do trabalho, além da pouca socialização desses sujeitos que, convivem
com a deficiência desde muito cedo. Verificou-se, ainda, que o benefício auxilia a
sobrevivência das famílias desses indivíduos, porém não promove a emancipação dos
sujeitos, conforme prevê seus objetivos.
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| O Enfrentamento sexual na escola. Seus sentidos e significados para os educadores. |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
10/06/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Maria de Lourdes Jeffery Contini
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Fernanda Pimentel Faria de Miranda
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| Banca |
- Anamaria Santana da Silva
- Edelir Salomao Garcia
- Maria de Lourdes Jeffery Contini
- Wanda Maria Junqueira de Aguiar
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| Resumo |
A violência sexual contra crianças e adolescentes é um problema social que se repercute em
todo o globo. No Brasil, a construção de uma história nacional marcada pela grande
desigualdade sócio-econômica da população agrava ainda mais essa situação. A ação de
enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes requer que ações públicas e
não públicas sejam operacionalizadas em conjunto. Este trabalho buscou explicitar os sentidos
e significados atribuídos à violência sexual contra crianças e adolescentes e às ações de
enfrentamento realizadas no âmbito da escola. O modo de apropriação do Estatuto da Criança
e do Adolescente compôs, também, parte dos elementos de análise. Para tanto, foram
realizadas entrevistas do tipo recorrente as quais foram analisadas em seu conteúdo a partir
dos pressupostos teóricos da psicologia sócio-histórica. A análise das entrevistas evidenciou
uma complexa trama de significados e sentidos contraditórios sobre a ação de enfretamento à
violência sexual. Embora não possuam nenhuma formação específica sobre o enfrentamento a
violência sexual, os professores têm realizado este enfrentamento no âmbito escolar. Os
estudos de Vigotski permitiram compreender os sentidos que os professores vêm construindo
acerca da ação de enfrentamento à violência sexual contra a criança e o adolescente, além de
explicitar os movimentos sociais e subjetivos implicados nessa problemática. Tendo em vista,
o modo pelo qual a Educação se vincula com as atuais políticas de atendimento à infância e a
adolescência e posicionam a escola na ponta inicial da rede de proteção à infância, ganha
destaque o papel social do professor como um dos agentes que integram essa rede de proteção
atribuindo grande importância a ação desse profissional na atividade coletiva de
enfrentamento à violência sexual. |
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| A educação e o processo da intersetorialidade: um estudo do atendimento destinado aos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas de liberdade assistida em Campo Grande-MS. |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
05/05/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Patricia Borges Tenório Noleto
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| Banca |
- Anamaria Santana da Silva
- Edelir Salomao Garcia
- Gaudêncio Frigotto
- Hajime Takeuchi Nozaki
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| Resumo |
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| RESILIÊNCIA E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS: RESILIÊNCIA E O ATO INFRACIONAL COMO SÍNTESE DIALÉTICA DE MÚLTIPLAS DETERMINAÇÕES. |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
02/05/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Cláudia Elizabete da Costa Moraes Mondini
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| Banca |
- Antonio Euzébios Filho
- Hajime Takeuchi Nozaki
- Luis Fernando Galvao
- Monica de Carvalho Magalhaes Kassar
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| Resumo |
Este trabalho teve os seguintes objetivos: montar um quadro teórico sobre a resiliência e
analisar a materialidade do ato infracional e do atendimento aos adolescentes em conflito com
a lei, procurando compreender as mediações presentes entre tais aspectos. O método utilizado
foi o materialismo histórico e dialético, tendo como estratégia de pesquisa a revisão de
literatura, por meio de livros, artigos e documentos da legislação brasileira. O ato infracional é
o fenômeno cuja essência situa-se no modo de produção capitalista e nas suas determinações
históricas que conferem materialidades diferentes para adolescentes da classe dominante e da
classe dominada no contexto socioeducativo. Nesse âmbito, o viés repressivo ainda influencia
práticas e concepções e o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE)
representa um novo paradigma, uma vez que evidencia o enfoque pedagógico das medidas
socioeducativas. A promoção da resiliência nesse contexto pode ocorrer se políticas públicas
específicas forem concretizadas juntamente com a melhoria das condições objetivas de
trabalho dos profissionais. Os estudos sobre a resiliência tendem a situá-la no campo da
metafísica e da abstração. Procurando conferir-lhe materialidade desenvolvemos uma
separação teórica em três tendências: abstratas e acríticas, interacionistas, e críticas e
materialistas históricas. Conclui-se que mais estudos embasados pela terceira classificação
poderão fortalecer o materialismo histórico e dialético no campo da resiliência e também o
conceito ao lhe atribuir concreticidade. O ato infracional não pode ser naturalizado, pois é
uma construção histórica e social, uma síntese dialética de múltiplas determinações. |
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