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TRABALHO Ações
OS SENTIDOS CONSTRUÍDOS PELOS ESTUDANTES SURDOS EM PRÁTICAS TRANSLÍNGUES NO FACEBOOK
Curso Mestrado em Educação
Tipo Dissertação
Data 10/04/2017
Área EDUCAÇÃO
Orientador(es)
  • Alexandra Ayach Anache
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Nelson Dias
    Banca
    • Ruberval Franco Maciel
    • Sandra Eli Sartoreto de Oliveira Martins
    • Shirley Takeco Gobara
    Resumo Esta dissertação trata sobre os sentidos produzidos por meio do Facebook pelos estudantes surdos da educação básica de um município do interior de Mato Grosso do Sul. Os objetivos deste estudo visam: identificar as translinguagens (recursos tecnológicos – Emoticons, gifs, imagens, gráficos, etc.) presentes nas interações estabelecidas pelos surdos nas redes sociais; e, analisar os sentidos das translinguagens empregados pelos estudantes surdos no Facebook. Para alcançar estes objetivos abordamos a temática pela perspectiva histórico cultural e as análises formam feitas por meio das categorias da Translinguagem: Envoicing, Recontextualizar, Interacional e Entextualização. Participaram da pesquisa duas estudantes surdas da educação básica com idade de 27 e 23 anos, matriculadas no 9º ano do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio, respectivamente. Para realizar este estudo, utilizamos a técnica da netnografia que trata sobre técnicas de pesquisas online, para buscar as informações das publicações realizadas pelos estudantes nos seus respectivos perfis do Facebook, foi realizada a captura de tela no período de três meses de publicações. Os estudos revelaram que a construção de sentido é realizada por meios das diversas translinguagens presentes na ferramenta do Facebook e que com a prática translíngue, é possível ampliar as possibilidades comunicativas dos estudantes surdos no processo de produção, ampliação e negociação de sentido.
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    O Setor de Celulose e Papel e a Industrialização em Mato Grosso do Sul
    Curso Mestrado em Geografia
    Tipo Dissertação
    Data 10/04/2017
    Área GEOGRAFIA
    Orientador(es)
    • Francisco Jose Avelino Junior
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Juliana dos Santos Silva
      Banca
      • Cristovao Henrique Ribeiro da Silva
      • Francisco Jose Avelino Junior
      • Jodenir Calixto Teixeira
      Resumo O presente trabalho buscou caracterizar a indústria do setor de celulose e papel em Mato Grosso do Sul. As condições naturais e geoeconômicas trouxeram ao estado grandes investimentos e cadeias produtivas globais pautadas em recursos naturais. Possui arrimo no estado como principal financiador, seja para o setor florestal − fornece matéria-prima para a indústria − quanto para a indústria, no intuito de fomentar a exportação. O comércio exterior, por sua vez, está embasado em políticas industriais ao longo dos anos 2004-2014, período que serve como recorte temporal para o trabalho. O município em que as indústrias do setor atuam se encontra no leste sul mato-grossense: Três Lagoas. As empresas responsáveis por mais de 90% das exportações três-lagoenses são Fibria Celulose S.A., International Paper S.A. (inserida na planta industrial da Fibria), que está em atividade desde o ano de 2009, e Eldorado Brasil Celulose S.A., que iniciou suas operações no final de 2012. No que diz respeito à matéria-prima, o eucalipto ocupava quase um milhão de hectares no ano de 2016, somente em Mato Grosso do Sul. Os avanços foram possíveis graças ao desenvolvimento da silvicultura no país, que cresceu paralelamente à cultura do eucalipto.
      Palavras-chave: Celulose e Papel. Mato Grosso do Sul. Eucalipto e Silvicultura.
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      Operação Ágata - O poder de polícia das Forças Armadas
      Curso Mestrado em Estudos Fronteiriços
      Tipo Dissertação
      Data 10/04/2017
      Área INTERDISCIPLINAR
      Orientador(es)
      • Tito Carlos Machado de Oliveira
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Safira Maria de Figueredo
        Banca
        • Luiza Vieira Sá de Figueiredo
        • Paulo Marcos Esselin
        • Tito Carlos Machado de Oliveira
        • Ynes da Silva Felix
        Resumo
        Povos Indígenas e Museus Etnográficos: Aproximações e Distânciamentos
        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
        Tipo Artigo Científico
        Data 08/04/2017
        Área ETNOLOGIA INDÍGENA
        Orientador(es)
        • Carla Fabiana Costa Calarge
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Ana Carolina Marques
          Banca
          • Carla Fabiana Costa Calarge
          • Miguel Angelo Corrêa
          • Moema Guedes Urquiza
          Resumo O presente estudo tem por objetivo refletir sobre um campo de relações que se estabelece entre os povos indígenas e os museus etnográficos no Brasil, destacando as particularidades entre o processo de criação dessas instituições no pais e as mudanças de paradigmas no contexto atual, ressaltando o protagonismo indígena de hoje em relação a construção desses acervos. Trata-se de um artigo realizado por meio de pesquisa qualitativa e como instrumento de pesquisa, utilizei bibliografias relacionadas aos temas de culturas indígenas e história da fundação dos museus. Como resultado, pode-se observar que houveram muitas transformações em questões relacionadas ao processo de construção das coleções dos museus no que diz respeito à participação dos povos indígenas como protagonistas, porém o caminho para o respeito e valorização das culturas indígenas ainda tem muito a ser percorrido.
          ARTE EDUCAÇÃO VALORIZANDO A CULTURA LOCAL: ideias de novas abordagens no ensino de arte na Terra Indígena Buriti
          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
          Tipo Artigo Científico
          Data 08/04/2017
          Área ETNOLOGIA INDÍGENA
          Orientador(es)
          • Miguel Angelo Corrêa
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Amanda Vieira Sandim
            Banca
            • Carla Fabiana Costa Calarge
            • Miguel Angelo Corrêa
            • Moema Guedes Urquiza
            Resumo O objetivo desse estudo é analisar a educação indígena dentro da Terra Indígena Buriti (TIB), com a etnia Terena, focando o ensino de Arte na Escola Polo Municipal Indígena Cacique Ndeti Reginaldo. Partindo desde a formação da TIB, o surgimento da escola no local e suas finalidades no passado e no presente, investigo alternativas de como a arte educação pode contribuir para valorizar a memória de um povo dentro do ambiente escolar.
            O GRAFISMO INDÍGENA NAS AULAS DE ARTE: Experiências Com a Arte Kadiwéu no Ensino Fundamental
            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
            Tipo Artigo Científico
            Data 08/04/2017
            Área ETNOLOGIA INDÍGENA
            Orientador(es)
            • Miguel Angelo Corrêa
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Maicon Moreno da Costa
              Banca
              • Carla Fabiana Costa Calarge
              • Miguel Angelo Corrêa
              • Moema Guedes Urquiza
              Resumo
              ARTE E GRAFISMO KADIWÉU NAS AULAS DE ARTES VISUAIS: Possibilidades de Sensibilizar e Criar
              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
              Tipo Artigo Científico
              Data 08/04/2017
              Área ETNOLOGIA INDÍGENA
              Orientador(es)
              • Miguel Angelo Corrêa
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Natália de Assis Dias
                Banca
                • Carla Fabiana Costa Calarge
                • Miguel Angelo Corrêa
                • Moema Guedes Urquiza
                Resumo O presente trabalho tem como objetivo analisar uma experiência educativa em uma escola municipal de tempo integral do município de Campo Grande - MS. Utilizou-se uma abordagem qualitativa que destaca as formas de manifestação e os processos do cotidiano do fato investigado conforme descrito por Minayo (2010). O primeiro passo foi discutir a visão geral do índio pela sociedade brasileira e o contato interétnico. Em seguida, uma análise da cultura como bem imaterial e cultura escolar dos temas indígenas. Já a terceira etapa foi a de reflexões sobre a representação dos povos indígenas de maneira estereotipada. O próximo passo foram as reflexões sobre a Lei nº 11.645 de 2008 e sua importância. Após um breve apontamento sobre Mato Grosso do Sul e a etnia Kadiwéu e a Escola como espaço formador e, por fim, o relato de experiência “Arte e grafismo Kadiwéu nas aulas de artes visuais: possibilidades de sensibilizar e criar”. Os resultados da pesquisa indicam que é admissível acreditar na formação dos docentes e na escola como ferramentas de transformação social, recontando a história dos povos indígenas.
                O Olhar Analítico das Representações Midiáticas dos Conflitos Territoriais Entre Indígenas e Fazendeiros no Estado De Mato Grosso Do Sul
                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                Tipo Artigo Científico
                Data 08/04/2017
                Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                Orientador(es)
                • Moema Guedes Urquiza
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • João Romario Zanuncio Sobrinho
                  Banca
                  • Carla Fabiana Costa Calarge
                  • Miguel Angelo Corrêa
                  • Moema Guedes Urquiza
                  Resumo O objetivo do trabalho é analisar como a mídia retratou os conflitos de terras entre fazendeiros e indígenas no Estado do Mato Grosso do Sul de janeiro a dezembro de 2016. As reportagens e artigos estudados são do jornal impresso Correio do Estado que está em atividade há mais de 60 anos na região sul-mato-grossense. A metodologia desse trabalho passou por pesquisa documental, compilação do material midiático, recortes e a leitura sistemática para identificar as falácias carregadas de uma memória colonial, que silencia e coloca as etnias indígenas à margem da sociedade brasileira.
                  Abordagem do Diálogo Intercultural na Eja, Valorizando as Culturas dos Povos Indígenas
                  Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                  Tipo Artigo Científico
                  Data 08/04/2017
                  Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                  Orientador(es)
                  • Moema Guedes Urquiza
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Daniela Araujo Magalhães
                    Banca
                    • Carla Fabiana Costa Calarge
                    • Miguel Angelo Corrêa
                    • Moema Guedes Urquiza
                    Resumo O artigo trata sobre o diálogo intercultural numa escola de EJA em Campo Grande/MS. A metodologia desse trabalho passou pela revisão bibliográfica, fundamentada na reflexão de autores como Antônio Hilário A. Urquiza e José Henrique Prado (2016); Vera Maria Candau (2012); Stuart Hall (1999); Reinaldo M. Fleuri (2001). Além disso, foram realizadas observação de “campo” e entrevistas com quatro alunos do Colégio Rui Barbosa, no qual se trabalha especificamente com Educação de Jovens e Adultos no Ensino Médio. Com as entrevistas, buscamos identificar o posicionamento dos alunos indígenas e não indígenas nesse ambiente e foi possível perceber, após a realização do trabalho, que alguns alunos ainda pensam de acordo com a educação “colonizadora” a que foram submetidos, visão que necessita ser revista e modificada.
                    A IDENTIDADE DO ÍNDIO EM CONTEXTO URBANO: UM ESTUDO SOBRE O POVO TERENA NA ALDEIA MARÇAL DE SOUZA
                    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                    Tipo Artigo Científico
                    Data 08/04/2017
                    Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                    Orientador(es)
                    • Marinês Soratto
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Leandro Pileggi Engenhari Ferreira
                      Banca
                      • Fabio Silva Martinelli
                      • Marinês Soratto
                      • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                      Resumo O estado de Mato Grosso do Sul vive hoje uma condição de ambivalência, possuidor da segunda maior população indígena do país e a maior iniquidade da nação. Frente a esta situação não foi por acaso que a capital Campo Grande foi a primeira cidade do Brasil a instituir uma aldeia urbana, o conjunto residencial Marçal de Sousa. Hoje, passado mais de vinte anos do inicio do assentamento indígena na capital, muitas questões referentes a esta população precisam ser indagadas: quem é o indígena residente na Marçal de Sousa; como foi o transito de contexto do campo para a cidade; a proximidade com a sociedade nacional impediu o seu modo de vida. O presente trabalho versa sobre estas e outras questões envolvendo o povo Terena e a aldeia urbana Marçal de Sousa. Foram realizadas visitas e uma entrevista orientada pelo referencial teórico da historia de vida que ajudaram a compreender esta população que pode ser descrita como guerreira de berço. O povo Terena já nasce lutando contra todas as adversidades, na capital, sua principal luta é contra o modo de vida do homem branco, suas regras, suas instituições e todos os imperativos que regem a sociedade nacional, e mesmo passado vinte anos do êxodo para a cidade ainda carregam aquilo que os torna diferentes, conservam o que os define como indígenas.
                      A TEMÁTICA INDÍGENA NO CONTEXTO EDUCACIONAL: APLICAÇÃO DA LEI 11.645/2008 DENTRO DE UMA INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL DE MATO GROSSO DO SUL
                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                      Tipo Artigo Científico
                      Data 08/04/2017
                      Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                      Orientador(es)
                      • Marinês Soratto
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Mauro Aparecido Cosme da Motta
                        Banca
                        • Fabio Silva Martinelli
                        • Marinês Soratto
                        • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                        Resumo A lei 11.645/08 regulamenta a obrigatoriedade do Ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena em todos os níveis de ensino. O presente trabalho buscou analisar a aplicação da referida lei, nas aulas de história, sociologia, artes e literatura da Escola Estadual Maestro Heitor Villa Lobos, sediada na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, objetivando promover um diálogo institucional sobre a interpretação dos professores e alunos acerca da temática indígena dentro do espaço educativo, desconstruir rótulos e paradigmas já existentes e propor por meio da reflexão o desenvolvimento de estratégias de ensino que contemplem a aplicação da temática indígena na escola em conformidade com a Lei 11.645/08.
                        A LEI 11.645/2008 REPRESENTADA EM PESQUISAS: UMA ANÁLISE DE PRODUÇÕES ACADÊMICAS E SEUS SABERES ESCOLARES
                        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                        Tipo Artigo Científico
                        Data 08/04/2017
                        Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                        Orientador(es)
                        • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Débora Silva Maria
                          Banca
                          • Fabio Silva Martinelli
                          • Marinês Soratto
                          • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                          Resumo A presente pesquisa aborda a Lei 11.645/2008 que substituiu, complementando, a de número 10.639/2003, alterando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 (LDB), prevendo a obrigatoriedade do ensino e estudo da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena na educação básica. Através de um levantamento de dados realizado na plataforma de pesquisa Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), foram analisados quatro artigos científicos relacionados à lei, com o objetivo de investigar e relacionar os saberes escolares que estão sendo divulgados e propostos no ambiente escolar. A delimitação dos artigos levou em consideração a importância da livraria eletrônica Scielo no meio acadêmico. É possível afirmar que durante a leitura dos artigos, constatou-se a preocupação da aplicação dos conteúdos indígenas não apenas em disciplinas da área de humanas e também destacou-se a importância da formação dos professores para trabalhar os conhecimentos étnicos.
                          PRECONCEITO E ESTEREÓTIPO SOBRE OS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL
                          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                          Tipo Artigo Científico
                          Data 08/04/2017
                          Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                          Orientador(es)
                          • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Francisco de Assis Ferreira
                            Banca
                            • Fabio Silva Martinelli
                            • Marinês Soratto
                            • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                            Resumo Este trabalho apresenta resultados significativos, preliminares de uma pesquisa através de obras bibliográficas, que teve como objetivo geral analisar até que ponto os estereótipos, preconceito e discriminação está presente em nossa população. Pôde-se observar que os povos indígenas sempre vêm sofrendo algum tipo de preconceito e discriminação por parte de pessoas que desconhecem ou simplesmente não se interessam em saber sobre os valores desses povos que habitam nosso território há muitos séculos. O fato de não conhecer sobre esses povos, gera na maioria da população certo modismo e comodismo, fazendo assim, uso de palavras e expressões para classificar a população indígena e é assim que surge os estereótipos mais comuns que sempre se ouve em nosso cotidiano.
                            INDÍGENAS NAS ESCOLAS DE CAMPO GRANDE: INVISIBILIZADOS E MINIMIZADOS NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS
                            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                            Tipo Artigo Científico
                            Data 08/04/2017
                            Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                            Orientador(es)
                            • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Sander Barbosa Pereira
                              Banca
                              • Fabio Silva Martinelli
                              • Marinês Soratto
                              • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                              Resumo O presente artigo constitui-se em uma pesquisa bibliográfica e tem como objetivo apontar caminhos para a reflexão de uma educação multicultural no município de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, onde a presença da população Indígena em contexto urbano cresce exponencialmente. O Estado abriga a segunda maior população indígena do país e a proximidade desta com os centros urbanos requer um processo intercultural que leve a estudos e ações para que a educação bilíngue se efetive nas escolas urbanas próximas as comunidades indígenas presente no município, tirando os povos Indígenas da situação de invisibizados e minimizados em referência as políticas educacionais, apesar dos avanços das leis vigentes.
                              EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: PERSPECTIVAS DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DIDÁTICO NA ESCOLA MUNICIPAL SULIVAN SILVESTRE DE OLIVEIRA – TUMUNE KALIVONO - CAMPO GRANDE - MS
                              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                              Tipo Artigo Científico
                              Data 08/04/2017
                              Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                              Orientador(es)
                              • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Gisele Ferreira da Silva de Oliveira
                                Banca
                                • Fabio Silva Martinelli
                                • Marinês Soratto
                                • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                Resumo
                                A CRIANÇA INDÍGENA NA ALDEIA URBANA TUMUNÉ KALIVONO “CRIANÇA DO FUTURO”: primeiras aproximações
                                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                Tipo Artigo Científico
                                Data 08/04/2017
                                Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                                Orientador(es)
                                • Carlos Magno Naglis Vieira
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Bianca de Paula Samaniego de Siqueira Santos
                                  Banca
                                  • Carlos Magno Naglis Vieira
                                  • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                                  • Marcelo Casaro Nascimento
                                  Resumo Este artigo tem como objetivo apresentar a criança indígena em seus espaços e relações; a maneira de como é o processo de interação e integração, bem como mostrar a criança em seus diferentes espaços de circulação e socialização. O processo de mudança de localidade e, consequentemente, a construção de aldeias urbanas, tem como um dos objetivos proporcionar às crianças melhores condições de vida, possibilitando a construção da expectativa de um futuro melhor. Tudo isso foi percebido através de estudo de campo, em conversas informais sobre a vida desses povos, onde pude perceber sua maneira de ser e agir perante a sociedade; e o que é imposto por eles, com a finalidade de conservar a cultura e a educação das crianças, de forma que essa herança étnica perdure pelos tempos, conservando sua identidade histórica.
                                  O BRINCAR DAS CRIANÇAS TERENA NA TERRA INDÍGENA BURITI, MS: EXPERIÊNCIA DE PESQUISA NAS ALDEIAS OLHO D’ÁGUA, ÁGUA AZUL E BARREIRINHO
                                  Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                  Tipo Artigo Científico
                                  Data 08/04/2017
                                  Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                                  Orientador(es)
                                  • Carlos Magno Naglis Vieira
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Marilene Santos de Almeida Pedral
                                    Banca
                                    • Carlos Magno Naglis Vieira
                                    • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                                    • Marcelo Casaro Nascimento
                                    Resumo Nos últimos anos, evidenciamos pouca literatura sobre a temática da criança indígena, apesar de um tímido crescimento. Nesse sentido, o presente trabalho procura desmistificar ideias preconcebidas sobre a criança indígena, apresentando brincadeiras infantis Terena, observadas ainda no período de graduação em Ciências Sociais, na Terra indígena Buriti, Mato Grosso do Sul, Brasil, mais especificamente nas aldeias Água Azul, Olho D água e Barreirinho. O estudo procurou observar o brincar, a partir dos educadores e pais indígenas. Nas comunidades estudadas, o brincar, está inerente a criança e é visto como importante no aprendizado e desenvolvimento, estando presente nas diversas atividades e ambientes da aldeia, sem limite de horas ou local para brincar. Elementos da natureza fazem parte das brincadeiras e as situações de tensão da vida dos adultos estão presentes. Vivendo o dia a dia da aldeia, acompanham a vida dos adultos, imitando e criando de forma dinâmica.
                                    A VALORIZAÇÃO DA CULTURA INDÍGENA, E O PRECONCEITO RACIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA MUNICIPAL USINA DO MIMOSO-POLO-SALA: MARÇAL JOSE DE SOUZA-NESTLÊ
                                    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                    Tipo Artigo Científico
                                    Data 08/04/2017
                                    Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                                    Orientador(es)
                                    • Marcelo Casaro Nascimento
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Sônia Aparecida de Souza
                                      Banca
                                      • Carlos Magno Naglis Vieira
                                      • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                                      • Marcelo Casaro Nascimento
                                      Resumo Este trabalho tem como objetivo investigar como os professores trabalham a questão da cultura indígena e o combate ao preconceito e a discriminação em sala de aula. Foi feito um estudo por meio de uma pesquisa de campo com questionário com perguntas abertas e fechadas aos professores a respeito do tema proposto. Verificou-se como são trabalhadas em sala de aula visando o desenvolvimento e sua cultura, com o objetivo de aprofundar teoricamente alguns pressupostos a partir da prática pedagógica e metodologias que favoreçam a aplicação de temas e medidas que visa a concretização de iniciativas de combate ao racismo. A metodologia adotada para a condução desta pesquisa foi um levantamento que apurou resultados de pesquisa para este estudo e foi necessário embasamento de referencial teórico para suporte do referido estudo. Portanto o resultado inferiu que os professores trabalham a diversidade no processo educativo com debate sobre os temas como justiça, discriminação, preconceito, solidariedade, ética, presentes em todas as matérias do currículo escolar, destacou-se que os conteúdos trabalhados na escola contribuem para o desenvolvimento e construção das identidades e auto-estima facilitando o processo de socialização.
                                      PERMANÊNCIA DO ALUNO INDÍGENA DO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I NA ESCOLA MUNICIPAL IMACULADA CONCEIÇÃO DE CAMPO GRANDE MS
                                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                      Tipo Artigo Científico
                                      Data 08/04/2017
                                      Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                                      Orientador(es)
                                      • Marcelo Casaro Nascimento
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Daniela Souza Brito
                                        Banca
                                        • Carlos Magno Naglis Vieira
                                        • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                                        • Marcelo Casaro Nascimento
                                        Resumo Este artigo tem como objetivo demonstrar a importância da educação indígena. Estabeleceu-se na sala de aula entre o aluno indígena e não indígena, para perceber como é possível através da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”, elucidar e desmistificar as ideias “colonizadas”, que ainda nos deparamos no processo de aprendizagem e inclusive foi o motivo da escolha desse tema. Entender e refletir sobre as diferenças encontradas pelos povos indígenas em meio à sociedade nacional, pois percebemos ao conviver com os alunos indígenas a dificuldade por eles encontrada nesse ambiente, ou seja, uma escola que não foi criada para atender especificamente esse público, porém, visa ajudá-los a melhorar seu aprendizado, dando a eles a possibilidade de melhores empregos e a possibilidade de dar continuidade aos estudos.
                                        MÉTODO CANGURU: A EXPERIÊNCIA DOS PAIS DE RECÉM-NASCIDOS COM BAIXO PESO
                                        Curso Mestrado em Enfermagem
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 07/04/2017
                                        Área ENFERMAGEM
                                        Orientador(es)
                                        • Cristina Brandt Nunes
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Mayara Carolina Cañedo
                                          Banca
                                          • Ana Cláudia Garcia Vieira
                                          • Cristina Brandt Nunes
                                          • Maria Lucia Ivo
                                          • Paula de Oliveira Serafin
                                          Resumo O Método Canguru é uma abordagem assistencial humanizada, aplicada no período neonatal e direcionada à melhoria do cuidado prestado ao recém-nascido de baixo peso e/ou pré-termo, com necessidade de hospitalização. O objetivo deste estudo foi conhecer a experiência dos pais de recém-nascidos de baixo peso na adaptação ao Método Canguru, no ambiente hospitalar e nos cuidados em domicílio. A pesquisa é qualitativa, na modalidade Estudo de Caso, realizada com pais de recém-nascidos pré-termo e/ou baixo peso, atendidos na Unidade Neonatal do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. As técnicas de coleta de dados foram a observação com registro em diário de campo, a elaboração de genogramas e ecomapas, consultas aos prontuários e entrevistas. O estudo é composto por doze casos, sendo 18 recém-
                                          nascidos pré-termo e/ou baixo peso, 12 mães, destas sendo duas adolescentes, e três pais. Os dados foram analisados, segundo o enfoque da análise temática, proposto por Minayo. Foram elencadas três categorias temáticas para a discussão: concepção do Método Canguru para os pais; a experiência dos pais com o Método Canguru no ambiente hospitalar; e a experiência dos pais com o Método Canguru no ambiente domiciliar. Estas categorias surgiram a partir dos seguintes temas: o significado do Método Canguru para os pais; benefícios do Método Canguru para as crianças; a efetividade do Método Canguru; descompasso do Método Canguru; adaptação da família; acompanhamento do bebê após a alta hospitalar: sucessos e insucessos. Considera-se que o Método Canguru foi efetivo na formação de vínculo entre o bebê e os seus pais, devido à participação da família na realização dos cuidados básicos com o bebê, desde a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Os pais aplicaram o contato pele a pele e o banho humanizado, preconizado pelo Método Canguru, no ambiente hospitalar; além disso, a equipe de saúde proporcionou aos pais momentos de aprendizado e troca de experiência. Desvelaram-se também as fragilidades existentes no centro-obstétrico e unidade neonatal, relacionadas ao Método Canguru, ao nascimento e à hospitalização, aos processos de trabalho e à área física. Na percepção dos pais, há profissionais que não demonstram ter perfil para trabalhar com o Método Canguru e com as famílias, em sua integralidade e individualidade. Percebe-se que os pais adquiriram conhecimento quanto ao Método Canguru e mantiveram a realização do contato pele a pele no domicílio, com a utilização da faixa de tecido e com o uso de lençol e de casaco, mas também aplicaram o contato pele a pele sem nenhuma contenção. O Método Canguru potencializa a qualidade de vida dos recém-nascidos baixo peso, ratificando-se como um recurso a mais na atenção à criança e à sua família. Este estudo é importante para a saúde e para a enfermagem, pois demonstrou o conhecimento que os pais adquiriram sobre o Método Canguru durante a hospitalização do filho; além de evidenciar o modo de aplicação do Método Canguru na unidade neonatal e no domicílio.
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