| Flora, frutificação e síndromes de dispersão em formações ribeirinhas. |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
08/04/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Angela Lucia Bagnatori Sartori
- Erich Arnold Fischer
- Fernando Pedroni
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Resumo |
A flora em Mato Grosso do Sul é pouco conhecida e a maior parte dos levantamentos florísticos são direcionados ao Pantanal e regiões vizinhas. Poucos trabalhos têm sido realizados em formações ribeirinhas, especialmente na porção sul do estado. E, estudos fenologicos são ainda mais escassos, sendo pouco conhecidos em florestas ciliares do Brasil. Os objetivos desse trabalho foram registrar as espécies de plantas que ocorrem em formações ribeirinhas dos córregos Touro e Tarumã e descrever a fenologia de frutificação, e as síndromes de dispersão sementes dessa comunidade. Para isso foram selecionados cinco remanescentes e demarcadas 20 parcelas, que totalizaram 1.1 ha. As parcelas foram amostradas mensalmente de julho 2009 a junho de 2010 e as plantas que estavam em frutificação foram marcadas. Exemplares foram coletados e incorporados ao Herbário CGMS. No levantamento florístico os indivíduos registrados foram agrupados em três categorias conforme a condição de alagamento solo (não alagado, ocasionalmente alagado, permanentemente alagado). Os frutos maduros e imaturos foram identificados, quantificados e agrupados quanto à síndrome de dispersão. A correlação de Spearman foi utilizada para verificar se as espécies em frutificação estavam relacionadas a média de temperatura e precipitação do ano de estudo e da médias dos últimos 30 anos. Foram amostrados 1967 indivíduos pertencentes a 256 espécies e 72 famílias, dessas 207 foram acompanhadas no estudo fenológico. Foram registradas 16 espécies pouco frequentes e/ou novos registros para o Mato Grosso do Sul, como Condylocarpon isthmicum, Apteria aphylla, Microlaelia lundii. Foram registradas espécies características de Mata Atlântica (Passiflora jilekii, Capanemia micromera). Das espécies amostradas 104 foram registradas somente em solos não alagados, 15 em solos ocasionalmente alagados e 31 espécies apenas em solos permanentemente alagados. A zoocoria com 63% foi a síndrome de dispersão predominante para a maioria dos hábitos. A anemocoria e autocoria predominaram entre as lianas e herbáceas, respectivamente. Somente 31 espécies foram responsáveis pela maior parte da produção de frutos. A produção de
frutos zoocóricos imaturos foi correlacionada à pluviosidade média dos últimos 30 anos (r=1,00; p,0,05). A produção de frutos anemocóricos maduros variou negativamente com a precipitação (r=-0,66; p<0,05). As formações ribeirinhas apresentam dinâmica determinada pela composição florística. E os padrões de frutificação da comunidade foram influenciados pela estratégia reprodutiva de cada espécie. Os resultados desse estudo contribuíram para o conhecimento da flora do Mato Grosso do Sul, em especial a porção sul do estado, bem como para o conhecimento do comportamento reprodutivo (frutificação) das espécies de formações ciliares. Os resultados encontrados poderão subsidiar trabalhos de recuperação de áreas degradadas nessas formações, especialmente na região estudada. |
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| Tolerância de genótipos de Brachiara spp. (Urochloa spp.) ao estresse hídrico por alagamento |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
06/04/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Geraldo Alves Damasceno Junior
- Rosangela Maria Simeão Resende
- Sanzio Carvalho Lima Barros
- Valdemir Antônio Laura
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| Resumo |
O objetivo foi avaliar a tolerância ao alagamento de quatro cultivares de Brachiaria 13 spp. (Arapoty, Basilisk, Marandu e BRS Piatã) e três genótipos (B140, B144 e B166) de B. 14 brizantha. A morfogênese e a biomassa seca dos sete genótipos foram comparadas em plantas 15 cultivadas em solo alagado e solo bem drenado, por 12 semanas. O alagamento reduziu 16 significativamente a produção de perfilhos nos genótipos B140 e B144. Somente o genótipo 17 B166 e a cv. Arapoty não apresentaram redução significativa quanto a produção de folhas, mas 18 apresentaram significativamente maior altura de plantas na condição alagada. A redução de 19 biomassa seca de parte aérea foi significativa em B140, B144 e cv. Basilisk. Somente para o 20 genótipo B140 não houve diferença significativa entre os tratamentos para material morto. Nos 21 três genótipos de B. brizantha a biomassa seca de raiz diminui significativamente em solo 22 alagado e nos genótipos B140 e B144 evidenciou-se a redução de biomassa seca total. Dentre os 23
24
materiais avaliados, os mais tolerantes ao alagamento são as cultivares de B. brizantha cvs. 1 Marandu e Piatã e os menos tolerantes, os genótipos B140 e B144. |
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| Tetrapterys Cav. (Malpighiaceae) do Centro- Oeste brasileiro |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
01/04/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Augusto Francener Nogueira Gonzaga
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| Banca |
- André Araújo Amorim
- Angela Lucia Bagnatori Sartori
- Arnildo Pott
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Resumo |
O trabalho apresenta a análise taxonômica Tetrapterys (Malpighiaceae) para o Centro-Oeste brasileiro, compreendendo morfológicas, chave de identificação, comentários taxonômicos, dados fenológicos e mapas de distribuição das espécies. Foram encontradas oito espécies ocorrentes na área de estudo: T. ambigua (A. Juss) Nied, T.crispa A. Juss., T. discolor (G. Mey) DC., t. hassleriana Nied., T. jussieuana Nied., T. microphylla (A. Juss) Nied., T. mucronata Cav. e T. ramiflora A. Juss. |
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| Caracterização da Variabilidade fenotípica de Acrocomia aculeata (Jacq) Lodd, ex Mart. (Arecaceae): Etnobotânica, Morfologia, Produtividade e Composição nutricional. |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Carlos Augusto Colombo
- Ieda Maria Bortolotto
- Valdemir Antônio Laura
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| Resumo |
Acrocomia aculeata é uma palmeira de usos múltiplos na região do Pantanal,
sendo uma alternativa econômica e um recurso de subsistência. Extrativistas têm
conhecimento sobre a variabilidade fenotípica, principalmente de frutos. O objetivo
deste trabalho foi analisar características do mesocarpo (polpa) dadas pelos extrativistas,
como também determinar a composição nutricional considerando cores do mesocarpo
(amarela, alaranjada, parda, branca e rosada), a fim de melhorar seu uso conforme o
produto desejado (polpa in natura, farinha, sorvete, etc.). Em três comunidades rurais
em Corumbá, Mato Grosso do Sul, 70 plantas foram selecionadas e a polpa dos frutos
removida por pessoas selecionadas, que caracterizaram o mesocarpo (polpa) de acordo
com sua percepção de cor, quantidade, sabor e teor de gordura. O teste do qui-quadrado
(x2) foi aplicado para verificar a distribuição de freqüência e a associação entre fatores.
Houve diferença entre alguns componentes da composição centesimal em frutos com
diferentes cores de polpa. O teor do resíduo mineral fixo foi significativamente maior
em frutos com polpa branca (3,17g/100g de amostra integral), relativamente aos demais
frutos (2,04 a 2,54g/100g). A caracterização realizada demonstra a existência de
morfótipos da espécie, que podem ser utilizados para fabricação de deteminado produto
de acordo com suas características para promover maior qualidade. As plantas com as
melhores características podem ser selecionadas e multiplicadas de acordo com o
produto desejado, visando maior produtividade. |
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| Espécies herbáceas e subarbustivas de um remanescente de Chaco brasileiro: composição, espectro biológico, fenologia e mecanismos de dispersão. |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Bárbara Ellen de Medeiros Pinto
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| Banca |
- Adriana Guglieri
- Alan Sciamarelli
- Arnildo Pott
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Resumo |
O Chaco representa a maior área de floresta seca da América do Sul e abrange Argentina,
Paraguai, Bolívia e Brasil. A Floresta Chaquenha de Porto Murtinho é a única porção brasileira
que pode ser considerada verdadeira vegetação de Chaco e se encontra muito alterada pela
intensa exploração florestal e pecuária. O presente trabalho teve como objetivos realizar
levantamento florístico e análises fitossociológicas do estrato herbáceo-subarbustivo de um
remanescente de Chaco em Porto Murtinho, Mato Grosso do Sul e avaliar aspectos
relacionados ao espectro biológico, síndromes de dispersão e fenologia das espécies
amostradas. O estudo foi realizado em um remanescente de vegetação chaquenha do tipo
Savana Estépica Arborizada, com cerca de 40 ha, situado na Fazenda Retiro Conceição, no
período de julho/2009 a outubro/2010. Foram encontradas 168 espécies, distribuídas em 116
gêneros e 41 famílias. Os atributos mantilho, material morto e solo descoberto apresentaram os
maiores valores de CR, FR e VI, seguidos pelas espécies Selaginella sellowii, Urochloa
adspersa, Callisia repens, Borreria eryngioides e Bromelia balansae. No espectro biológico
predominou a forma de vida hemicriptófita (53,55%) e a síndrome de dispersão mais
representativa foi a autocoria (74%). A floração e frutificação atingiram seus valores máximos
(49,64% e 46,76%) em outubro/2010 e janeiro/2010, respectivamente, e mínimos (13,67% e
15,11%) em agosto/2010.
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| Avaliação de potenciais fontes para regeneração natural em áreas degradadas por mineração em Mato Grosso do Sul, Brasil |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
29/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Jose Amarildo Avanci Junior
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| Banca |
- Arnildo Pott
- Geraldo Alves Damasceno Junior
- Joanice Lube Battilani
- Rosani do Carmo de Oliveira Arruda
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| Resumo |
A atividade minerária é uma das ações antrópicas mais impactantes que ocorrem atualmente no
Complexo do Urucum, em Corumbá, Mato Grosso do Sul. Este complexo, onde está localizada a maior
jazida de ferro e manganês da América Latina, é composto por morros, inseridos no Bioma Pantanal e
apresenta grande diversidade de espécies, sendo algumas endêmicas na região. Assim, faz-se urgente a
aplicação de mecanismos de recuperação ambiental em áreas degradadas. A utilização de mecanismos
que favorecem a regeneração natural, como a aplicação de bancos de sementes, e espécies nativas
tolerantes às altas concentrações de metais no solo, podem ser recursos mais eficientes e menos
custosos. O presente estudo avaliou o potencial de recuperação do banco de sementes e a utilização da
espécie Aspilia grazielae Santos, endêmica no Maciço do Urucum. A avaliação do banco de sementes
consistiu na coleta de solo em duas áreas do Morro Santa Cruz, uma no topo, degradada pela mineração
e outra na base, preservada. As amostras foram acondicionadas em bandejas em casa de vegetação e a
quantidade de plântulas germinadas foi comparada entre as áreas. Este estudo comparou também a
morfologia e anatomia de Aspilia grazielae Santos, de plantas coletadas na área degradada e de plantas
da área preservada, com o objetivo de verificar se a espécie desenvolve adaptações para sobreviver nos
ambientes estudados. Avaliou-se também a concentração de macro e micronutrientes nas folhas e
raízes, para verificar o potencial hiperacumulador. Para o acompanhamento da caracterização ambiental
foram coletadas amostras de solo na área degradada e na área não degradada e análises de micro e
macronutrientes foram realizadas. Na área preservada germinaram 320 plântulas distribuídas em 14
espécies, cinco gêneros e 15 famílias e na área alterada, 62 plântulas, distribuídas em duas espécies e
duas famílias (Poaceae com 61 plântulas e Fabaceae com uma). Houve predominância de espécies
herbáceas, e as famílias mais numerosas foram Poaceae, Asteraceae e Solanaceae. Os resultados
indicam que o banco de sementes proveniente da área preservada pode ser utilizado como mecanismo
facilitador da regeneração natural em áreas degradadas, pois apresentou maior número de espécies
pioneiras herbáceas. As plantas da área degragada apresentam menor tamanho, menor comprimento e
largura das folhas e comprimento do pecíolo. Nas plantas coletadas na área degradada há uma maior
densidade de depósito de lignina nas células xilemáticas e parenquimáticas, tanto da folha quanto da
raiz. Além disso, a anatomia das folhas das plantas da área degradada mostrou a existência de um
parênquima paliçádico com mais camadas (duas) no mesofilo. As plantas de ambas as áreas estudadas
apresentaram na região do parênquima não funcional da raiz, possíveis grânulos de fitoquelatinas. As
raízes de plantas da área degradada apresentaram altas concentrações de Fe e Mn (37582,95 g/kg e
353,9 g/kg, respectivamente) quando comparadas com plantas da área não degradadas (22506,25 g/kg e
224,60 g/kg), já as folhas das plantas de áreas degradadas apresentaram taxas desses metais menores
(4072,3 g/kg para Fe e 397,71 g/kg para Mn) do que as plantas das áreas não degradadas (4576,92 g/kg
e 1376,87 g/kg). Os resultados dos teores de Fe e Mn obtidos no solo corroboram as características de
cada área, pois estes foram superiores nas áreas onde já houve atividade mineraria (104,38 cmol/dm3 e
623,34 cmol/dm3, respectivamente) e menores nas áreas onde o solo não foi retirado para a lavra (41,38
cmol/dm3 e 276,86 cmol/dm3). A espécie A. grazielae possui grande potencial para regeneração da
cobertura vegetal e assim futuros estudos podem confirmar a utilização da espécie como
fitorremediadora e para conservação da espécie e dos seus habitats, em favor do equilíbrio da região,
que é frágil, por se tratar de um ecossistema peculiar inserido no Bioma Pantanal. |
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| Anatomia da madeira e do carvão do Cerrado: Uma abordagem básica, ecológica e aplicada. |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
28/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Silvana Cristina Hammerer de Medeiros
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| Banca |
- Edna Scremin Dias
- Erika Amano
- Rita Scheel Ybert
- Rosani do Carmo de Oliveira Arruda
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| Resumo |
O Cerrado, segunda maior formação vegetal do Brasil, tem sido desmatado na ultima
década, em parte, para produção de carvão. O conhecimento da anatomia da madeira e
do carvão permite a identificação da espécie e subsidia o controle do comércio, além de
contribuir com estudos antracológicos. O estudo analisa a anatomia macroscopica da
madeira e do carvão de seis espécies nativas do Cerrado e compara os caracteres gerais
da madeira de duas regiões distintas, considerando que diferenças nos fatores
ambientais podem influenciar na estrutura do xilema, e que a madeira do tronco e dos
ramos destas espécies pode diferir, induzindo equívocos na identificação além de
comparar as variações decorrentes da carbonização. As coletas foram realizadas em
duas regiões do Cerrado, nos estados do Mato Grosso do Sul e Goiás, pois apresentam
períodos chuvosos distintos. Foram coletadas amostras do tronco e ramos e processadas
com técnicas convencionais empregadas na anatomia macroscópica da madeira e uma
parte das amostras foi carbonizada por métodos convencionais usados nas carvoarias.
Os resultados demonstraram diferenças quantitativas significantes entre tronco e ramo, e
entre as duas regiões avaliadas. Os elementos de vaso apresentam maior variação. Nos
ramos, os diâmetros dos vasos geralmente foram menores, com maiores frequências. Na
região de maior precipitação anual, ocorrem diâmetros menores acompanhados,
geralmente, de maiores frequências. A anatomia do carvão apresentou pequena variação
quando comparada com a anatomia da madeira. A maioria das alterações foram
quantitativas, como o acréscimo no número de vasos e raios por unidade de área e
diminuição do diâmetro tangencial dos elementos de vasos. As alterações qualitativas
obtidas referem-se a falta de distinção dos limites das camadas de crescimento e a
melhor visualização de cristais prismáticos no carvão. Contudo, as baixas variações
anatômicas obtidas para as seis espécies avaliadas, não são fatores limitantes para a
identificação das espécies, uma vez que as características qualitativas são mantidas e as
variações quantitativas estão dentro do limite aceitáveis. |
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| FITOSSOCIOLOGIA E ESTIMATIVAS DA BIOMASSA AÉREA E DE CARBONO EM CHACO FLORESTADO NO BRASIL |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
28/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Daly Roxana Castro Padilha
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| Banca |
- Angela Lucia Bagnatori Sartori
- Arnildo Pott
- Geraldo Alves Damasceno Junior
- Ivan Bergier Tavares de Lima
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| Resumo |
O Chaco, com pequena extensão em território brasileiro, está se fragmentando devido à atividade
agropecuária na região pantaneira. Poucos estudos têm sido conduzidos, até o momento, nesta formação que
está desaparecendo. O presente trabalho objetivou descrever a composição e estrutura da vegetação de áreas
de Chaco Florestado brasileiro relacionando-as com os caracteres edáficos e o microrrelevo, bem como
estimar a quantidade de biomassa e carbono presentes nelas. Foram amostrados três remanescentes, onde o
levantamento fitossociológico consistiu em uma amostragem de 120 pontos, pelo método de quadrantes,
com a inclusão de árvores com circunferência a altura do peito (CAP) maior ou igual a 15 cm. A partir dos
dados obtidos em campo foram calculados os parâmetros fitossociológicos. Foram também coletadas 6
amostras de solo, duas de cada área, e analisada a relação entre os caracteres edáficos, o microrrelevo (tacuru
e depressão) e a vegetação. Para estimar a biomassa, foram cortadas e pesadas 42 árvores das espécies
Anadenanthera colubrina, Diplokeleba floribunda, Phyllostylon rhamnoides e Coccoloba guaranitica e
outras menos frequentes. A partir de seus pesos secos foram formuladas equações de regressão para estimar
a biomassa da vegetação, e a partir desta, o estoque de carbono. As áreas apresentaram entre 33 e 49
espécies, uma densidade total superior a 1000 indivíduos ha-1 e índice de Shannon a 3,0. C. guaranitica, D.
floribunda e P. rhamnoides foram algumas das espécies com maior valor de importância (VI). Nas
depressões foram predominantes C. guaranitica e Machaonia brasiliensis enquanto nos tacurus (pequenas
elevações do terreno) Sebastiania discolor, D. floribunda e P. rhamnoides. Os solos são eutróficos (V >
60%; m < 7%); argilosos e moderadamente ácidos. As depressões apresentaram maiores teores de alumínio
do que os tacurus, o que pode indicar que as espécies predominantes nelas tenham maior tolerância à
presença deste elemento. A biomassa foi estimada em torno de 105-170 Mg ha-1 e o carbono 50-85 Mg ha-1,
sendo as árvores de grande porte as maiores contribuintes de biomassa. A maioria das equações obtidas
apresentou um coeficiente de determinação (r2) acima de 0,9. As áreas de Chaco Florestado apresentam um
índice de diversidade alto, solos férteis com espécies típicas da região chaquenha, além de microrrelevos que
atuam como microambientes ao influênciar na distribuição das espécies nessas florestas. Possuem também
um bom potencial para armazenamento de biomassa e carbono na vegetação, sendo seus valores superiores
ao estimado para outras florestas chaquenhas, como as da Argentina, por exemplo. |
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| Efeito de bovinos sobre a vegetação lenhosa e o sub-bosque de savanas florestadas no Pantanal sul-mato-grossense. |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
28/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Maria do Carmo Andrade Santos
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| Banca |
- Arnildo Pott
- Geraldo Alves Damasceno Junior
- Suzana Maria de Salis
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| Resumo |
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| Estrutura e composição florística de áreas de floresta ripária do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, Mato Grosso, Brasil. |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
25/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Arnildo Pott
- Catia Nunes Da Cunha
- Erich Arnold Fischer
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Resumo |
O objetivo deste estudo foi analisar a variação da estrutura e composição florística arbórea de diferentes áreas de floresta ripária do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, em relação aos diferentes níveis de inundação e características do solo. O Parque, está localizado no município de Poconé, no estado do Mato Grosso, entre as coordenadas 17 26‟S e 57 10‟W e 17 52‟S e 57 41‟W. A amostragem fitossociológica foi realizado em 4 áreas de florestas ripárias, 120 parcelas de 5 X 15m, totalizando 0,9 ha. Foram amostrados todos indivíduos arbóreos vivos e mortos com diâmetro à altura do peito a 1,3 m do solo (05 cm). Foi medida a altura da ultima cheia para cada indivíduo. As variáveis químicas e físicas do solo foram obtidas das análises de amostras (0-20cm) de cada parcela. No levantamento foram amostrados 1047 indivíduos arbóreos vivos, pertencentes a 24 famílias, 37 gêneros e 51 espécies, e 22 indivíduos mortos para as quatro áreas de floresta ripária. A espécie Symmeria paniculata (de origem amazônica) está sendo registrada pela primeira vez em um estudo fitossociológico na região do Pantanal. A altura da lâmina e a permanência d‟água nas diferentes áreas de floresta ripárias e alguns parâmetros do solo como exemplo a acidez, matéria orgânica e a saturação por alumínio, foram os fatores que aparentemente mais contribuíram para atuar na moldura da estrutura da comunidade, existindo uma grande diversidade florística, vegetação heterogênea, sendo assim cada área de floresta ripária possui características próprias. |
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| Florística e Fenologia Reprodutiva de Árvores e Arbustos em Remanescente de Chaco Brasileiro |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
24/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
- Angela Lucia Bagnatori Sartori
|
| Coorientador(es) |
|
| Orientando(s) |
|
| Banca |
- Andrea Cardoso de Araujo
- Angela Lucia Bagnatori Sartori
- Francisca Soares De Araújo
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Resumo |
O Chaco apresenta sazonalidade climática bem definida. Fatores abióticos associados ao componente florístico e a fenologia reprodutiva foram avaliados em um remanescente de Savana Estépica Arborizada, Chaco Arborizado, ao oeste do Brasil. Coletas de espécies arbóreas e arbustivas foram realizadas, entre julho de 2009 a outubro de 2010, em oito parcelas, totalizando 1,9 ha amostrados; coletas de solo foram obtidas de três profundidades. O componente lenhoso foi representado por 50 espécies arbóreas e 13 arbustivas. Na análise de PCA a maioria das parcelas agrupadas se relacionou negativamente aos parâmetros do solo (M.O., Zn, S, Ca, Mg e Mn). A síndrome predominante entre as espécies foi a zoocoria, seguida pela autocoria e anemocoria. Das 27 espécies incluídas para a distribuição espacial, 81% apresentaram padrão agregado e 18% aleatório, foi verificada diferença significativa entre as categorias Zoocoria-Agregado e Zoocoria-Aleatório. Não foi observada correlação significativa entre a fenologia reprodutiva e as síndromes de dispersão com os fatores abióticos. O solo com nutrientes em camadas profundas deve favorecer para muitas espécies outras estratégias reprodutivas como a independência da floração e frutificação com os fatores abióticos analisados. A prevalência da zoocoria ressalta a importância em se manter os remanescentes para garantir a ação dos agentes dispersores, sobretudo de Chaco no Brasil bastante vulneráveis à ação antrópica. |
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| Florística e Fenologia Reprodutiva de Árvores e Arbustos em Remanescente de Chaco Brasileiro. |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
24/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
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| Resumo |
O Chaco apresenta sazonalidade climática bem definida. Fatores abióticos associados ao componente florístico e a fenologia reprodutiva foram avaliados em um remanescente de Savana Estépica Arborizada, Chaco Arborizado, ao oeste do Brasil. Coletas de espécies arbóreas e arbustivas foram realizadas, entre julho de 2009 a outubro de 2010, em oito parcelas, totalizando 1,9 ha amostrados; coletas de solo foram obtidas de três profundidades. O componente lenhoso foi representado por 50 espécies arbóreas e 13 arbustivas. Na análise de PCA a maioria das parcelas agrupadas se relacionou negativamente aos parâmetros do solo (M.O., Zn, S, Ca, Mg e Mn). A síndrome predominante entre as espécies foi a zoocoria, seguida pela autocoria e anemocoria. Das 27 espécies incluídas para a distribuição espacial, 81% apresentaram padrão agregado e 18% aleatório, foi verificada diferença significativa entre as categorias Zoocoria-Agregado e Zoocoria-Aleatório. Não foi observada correlação significativa entre a fenologia reprodutiva e as síndromes de dispersão com os fatores abióticos. O solo com nutrientes em camadas profundas deve favorecer para muitas espécies outras estratégias reprodutivas como a independência da floração e frutificação com os fatores abióticos analisados. A prevalência da zoocoria ressalta a importância em se manter os remanescentes para garantir a ação dos agentes dispersores, sobretudo de Chaco no Brasil bastante vulneráveis à ação antrópica. |
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| Morfo-anatomia de sistemas subterrâneos de leguminosa e do Chaco brasileiro. |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
23/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Angela Lucia Bagnatori Sartori
- Edna Scremin Dias
- Erika Amano
- Rosani do Carmo de Oliveira Arruda
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| Resumo |
Em regiões como Chaco caracterizadas pelo clima sazonal com temperaturas elevadas durante o período chuvoso, solos compactos e salinos, a disponibilidade hídrica é o fator limitante para o estabelecimento para as plantas. Espécies que habitam estas regiões desenvolvem sistema radicular profundo, eficiente em explorar água subterrânea e algumas peculiaridades anatômicas, principalmente no xilema secundário que aumenta a eficiência e a segurança hidráulica. Em ambientes sujeitos à ação do fogo e períodos intensos de seca, a ocorrência de sistemas subterrâneos gemíferos permitem a sobrevivência das espécies, favorecendo a regeneração dos ramos aéreos e/ou a sua propagação vegetativa. Especula-se que espécies de Leguminosae ocorrentes em formações chaquenhas, possuem adaptações peculiares nas raízes ainda não descritas para aquele ambiente, bem como sistema subterrâneo com potencialidade gemífera, haja vista as condições abióticas locais. Nesse contexto, neste trabalho é (1) descrita a morfo-anatomia de raízes de sete espécies de Leguminosae lenhosas do Chaco brasileiro – Bauhinia hagenbeckii Harms, Mimosa glutinosa Malme, M. hexandra Micheli, M. sensibilis var. urucumensis Barneby, Parkinsonia praecox (Ruiz & Pavon ex. Hook.) J. Hawkins, Prosopis rubriflora Hassl. e P. ruscifolia Griseb. - e correlacionadas as características destas estruturas com as condições ambientais, principalmente referentes ao estresse hídrico e também (2) analisada a natureza estrutural dos sistemas subterrâneos gemíferos de Caesalpinia pluviosa DC., Machaerium eriocarpum Benth e Lonchocarpus nudiflorens Burkart. O sistema radicular das sete espécies descritas é formado por raízes axiais com ramificações próximas à superfície do solo. A presença de características anatômicas nestas raízes como: periderme desenvolvida, córtex estreito, floema secundário amplo, elementos de vaso solitários e agrupados, placa de perfuração simples, pontoações alternas na parede dos vasos, fibras gelatinosas, parênquima axial abundante, raios parenquimáticos uni a trisseriados e grãos de amido no parênquima cortical, axial e radial do floema e do xilema secundário podem ser consideradas para otimizar a absorção e segurança na condução hídrica. Caesalpinia pluviosa, Machaerium eriocarpum e
Lonchocarpus nudiflorens apresentam sistemas subterrâneos constituídos por raízes distribuídas paralelamente à superfície do solo. Nas raízes de C. pluviosa ocorre a ruptura da casca devido à emergência das gemas que são originadas no calo, formado por meio da atividade diferencial do câmbio vascular. As gemas de M. eriocarpum e L. nudiflorens formam-se isoladamente ou em grupos e mantem conexão vascular com xilema primário da raiz. C. pluviosa forma gemas reparativas, de origem exógena e formada após o corte das raízes em campo. Em M. eriocarpum e L. nudiflorens as gemas têm conexão vascular com xilema primário o que sugere sua origem endógena. |
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| Florística, fatores edáficos e fenologia reprodutiva de árvores e arbustos em encosta da Serra de Maracaju, Mato Grosso do Sul, Brasil. |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
22/03/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
- Angela Lucia Bagnatori Sartori
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Angela Lucia Bagnatori Sartori
- Arnildo Pott
- Geraldo Alves Damasceno Junior
- Leandro De Fretias
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| Resumo |
O objetivo do estudo foi avaliar a riqueza, fatores edáficos e a fenologia reprodutiva de árvores e arbustos em uma encosta na Serra de Maracaju. O estudo ocorreu de dezembro (2009) a novembro de 2010 em oito parcelas plotadas ao longo da encosta. A riqueza florística encontrada na encosta foi de 75 espécies distribuídas em 58 gêneros e 31 famílias. Duas formações vegetacionais verificadas para a mesma encosta correspondem a floresta decídua e cerradão, em solo eutrófico, e foram corroboradas pelas análises de similaridade florística e de componentes principais. Maior número de espécies em floração ocorreu no período menos úmido e frutificação no úmido; verificamos correlação negativa entre floração e a pluviometria e positiva com a frutificação. O predomínio de zoocoria ressalta a importância dos animais na manutenção da comunidade estudada da Serra de Maracaju e a presença de duas formações na mesma encosta associadas à fertilidade compõe uma rica biodiversidade. |
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| Estrutura da vegetação de lagoas e campo úmidos associados á vereda, Terenos, Mato Grosso do Sul, Brasil |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
22/02/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
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| Resumo |
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| Estrutura da vegetação de lagoas e campo úmido associados á vereda, Terenos, Mato Grosso do Sul, Brasil |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
22/02/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Arnildo Pott
- Glein Monteiro De Araújo
- Joanice Lube Battilani
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| Resumo |
Foram estudadas duas lagoas, associadas a Vereda em Terenos, MS em dois períodos distintos (seca e cheia) com o objetivo de conhecer a estrutura das comunidades e avaliar se existe relação entre a distribuição das espécies com a profundidade da água. A amostragem foi realizada através de quatro transectos permanentes tanto na lagoa maior quanto na menor, onde de 5 em 5m foi colocado um quadro de PVC de 1 m de lado e estimada visualmente a porcentagem de cobertura de cada espécie ocorrente, solo exposto, material morto, água exposta e profundidade da água superficial e subsuperficial. A precipitação para os meses de dezembro de 2009 e setembro de 2010 foi 309,70 mm e 123 mm. Nas duas lagoas foram registradas 72 espécies, incluídas em 47 gêneros e 31 famílias. As famílias com maior riqueza foram Poaceae (15 espécies), Cyperaceae (11) e Asteraceae, Lentibulariaceae e Onagraceae (4) e os gêneros mais ricos foram Rhynchospora, Utricularia, Ludwigia e Eleocharis (4) e Aeschynomene, Bacopa e Panicum (3). Houve variação no número de espécies amostradas nos períodos seco e chuvoso. Utricularia myriocista, Eleocharis acutangula, Luziola fragilis, Leersia hexandra e Sagittaria rhombifolia foram as espécies que demonstraram maior importância ao longo do estudo, considerando as duas lagoas. Eleocharis acutangula foi a espécie com maior cobertura tanto na cheia quanto na seca, seguida por Bacopa reflexa (cheia), Paspalum wrightii (cheia e seca), Leersia hexandra (cheia e seca) e Rhynchospora trispicata (cheia). Algumas espécies distribuíram-se preferencialmente em profundidades mais rasas, enquanto outras ocorreram nos locais mais profundos, e algumas variaram ao longo das diferentes profundidades. |
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| Variação sazonal e espacial de metabólicos secundários em formação monodominante de Tabebuia aurea |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
17/02/2011 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Claudia Andrea Lima Cardoso
- Neli Kika Honda
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| Resumo |
É comum no Pantanal a presença de formações monodominantes, onde uma ou poucas espécies predominam naturalmente em extensas áreas. Exemplos típicos são: ‘Paratudal’(onde predomina a espécie Tabebuia aurea), ‘Carandazal’ (Copernicia alba), entre outras. A produção e acúmulo de metabólitos biologicamente ativos nas diferentes espécies vegetais e em seus diferentes órgãos estão sob o controle genético, embora estas concentrações possam ser alteradas devido às mudanças de fatores ambientais. Otto R.
Gottlieb ressalta a hipótese da influência de regiões limítrofes de biomas na produção e acúmulo de metabólitos secundários. O objetivo deste trabalho foi avaliar quantitativamente a variação sazonal e espacial dos principais metabólitos secundários de
T. aurea, visando à compreensão da influência de fatores abióticos na composição do metabolismo secundário. Para isso foram coletadas entrecasca do caule e folhas de 4 indivíduos de T. aurea em 4 extremidades e 8 indivíduos no centro distribuídos em 2 locais no paratudal da sub-região Miranda. Foram realizadas duas coletas uma no período de seca e a outra no período de cheia. O composto majoritário foi isolado e identificado como especiosídeo. Foi desenvolvido e validado um método analítico em equipamento de cromatografia líquida de alta eficiência acoplado a detector por arranjos de diodo, para o monitoramento da concentração do composto na estação da seca e cheia, na borda e no centro do paratudal. Foram realizados testes de atividades inseticida e antifúngica. A entrecasca do caule apresentou um perfil fitoquímico mais simples do que o da folha, tendo em comum à presença do especiosídeo. Observou-se que há variação sazonal e espacial na concentração dos metabólitos de T. aurea e o principal fator causador da variação é a cheia. Observamos que na cheia ocorre diminuição na concentração de especiosídeo na entrecasca do caule de indivíduos localizados na borda do paratudal e que este resultado parece estar relacionado com a topografia do terreno, pois na borda o terreno é mais baixo
do que no centro da formação. O especiosídeo apresentou moderada atividade inseticida e antifúngica. |
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| Anatomia comparativa da folha das espécies de Nympheaceae L. (Nympheaceae) Salisb. e os efeitos dos fatores ambientais na morfologia de Nymphaea Gardneriana Planch |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/03/2010 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Arnildo Pott
- Edna Scremin Dias
- Luiz Antonio de Souza
- Rosilda Mara Mussury
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| Resumo |
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| Anatomia foliar de algumas espécies anfíbias de Aeschynomene L. (Fabaceae- Papilionoideae) |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/03/2010 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Angela Lucia Bagnatori Sartori
- Arnildo Pott
- Edna Scremin Dias
- Luiz Antonio de Souza
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| Resumo |
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| Florística, síndromes de dispersão e similaridade de espécies de áreas chaquenhas, Mato Grosso do Sul, Brasil |
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| Curso |
Mestrado em Biologia Vegetal |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
30/03/2010 |
| Área |
BIOLOGIA GERAL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Adriana Guglieri
- Alan Sciamarelli
- Arnildo Pott
- Geraldo Alves Damasceno Junior
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| Resumo |
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