| As cores do nacionalismo e a diversidade: Educação e artes no período modernista |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
25/10/2001 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Lucia Monte Serrat Alves Bueno
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| Banca |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
- Antonio Carlos do Nascimento Osorio
- Marcos Villela Pereira
- Maria Adelia Menegazzo
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| Resumo |
O objetivo desse trabalho é verificar que tipo de leitura se poderia fazer da questão nacionalista, da busca de identidade e do registro das diferenças nas artes plásticas e no ensino das artes, no período que vai da década de 1920 no Brasil, com a proposta modernista, passando pelo Estado Novo, até 1945. Para alcançar esse objetivo dividimos esse trabalho em três capítulos. No primeiro capítulo – Esboçando o Contexto Histórico - traçamos considerações sobre a história política, social e educacional desse período. No segundo capítulo – Colorindo com a Diversidade – procuramos destacar intelectuais e artistas que foram importantes nesse processo e analisamos seus trabalhos observando como registravam as diferenças. No terceiro capítulo – Compondo com o Ensino da Arte – buscamos os elementos na história da educação, e a influência de Dewey na proposta Escola Nova, para compor com o ensino da arte. Dando várias texturas, veremos o ensino formal e informal. Nossas considerações finais aparecerão como Retoques Finais, onde constatamos todo o processo de transformação político e cultural de modernização, o que requer muito tempo de luta, trabalho e ações efetivas de grupos. Deste modo podemos dizer que a Semana de Arte Moderna continua contemporânea ajudando a manter a própria modernidade.
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| A educação ambiental no projeto pedagógico de escolas públicas de Campo Grande |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
19/10/2001 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Suzete Rosana de Castro Wiziack
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| Banca |
- Angela Maria Zanon
- David Victor Emmanuel Tauro
- Lilian do Valle
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| Resumo |
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| O dito e o feito em educação ambiental no Brasil no início do século XXI |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
16/10/2001 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Angela Maria Zanon
- David Victor Emmanuel Tauro
- Maria do Rosário Knechtel
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| Resumo |
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), são constituídos por um conjunto
de livros, editados em 1997 (1
a
. a 4
a
. série), 1998 (5
a
. a 8
a
. série) e 1999 (Ensino Médio), e
formam uma coleção de propostas bem formuladas, bem apresentadas e com sólido
embasamento teórico. Esta proposta implica na introdução do conceito de Transversalidade
na abordagem de temas como Ética, Saúde, Meio Ambiente, Orientação Sexual,
Pluralidade Cultural, Trabalho e Consumo, e também compreende a necessidade de um
enfoque multi, inter e transdisciplinar. A Lei N° 9795, de 27/04/1999, “dispõe sobre
Educação Ambiental [EA], institui a Política Nacional de Educação Ambiental [PNEA],”.
Esta Lei corrobora os PCN quando exige que a EA seja vista sob o enfoque humanista,
holístico, democrático e participativo, considerando a interdependência entre o meio
natural, o socioeconômico e o cultural, na perspectiva da inter, multi e
transdisciplinaridade, fundamentada em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo
aspectos ecológicos, psicológicos, legais,políticos, sociais, econômicos, científicos,
culturais e éticos.Ambos os instrumentos, PCN e PNEA, são complementares, e estão em
harmonia com a tendência consensual no movimento ambientalista internacional. Do muito
que tem sido dito, pesquisei parte do que tem sido feito.Parti do princípio de que os
professores estavam despreparados para tal empreitada, tendo em vista a ausência de
programas preparatórios nos cursos de graduaçãodas IES. Se nada lhes foi ensinado de EA,
não se pode esperar que tragam para as salas de aula conceitos complexos e intrincados
como se exige. A alternativa estaria nos livros. Pesquisei uma amostra dos livros de outro
programa oficial, o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Confrontando o dito
(PCN e PNEA) com o feito(PNLD), nos defrontamos com um abismo. Os livros
pesquisados, ignoram as propostas e exigências do dito e alguns têm feitodivulgações de
conceitos verdadeiramente perniciosos em termos de Educação Ambiental.
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| A pedagogia do MST: para além do seu próprio movimento |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
21/09/2001 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Sonia Mara Flores da Silva
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| Banca |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
- Elcia Esnarriaga de Arruda
- Gilberto Luiz Alves
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| Resumo |
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| Educação: criação ou técnica? Contribuições da educação informal na comunidade jazzística |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
16/07/2001 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- David Victor Emmanuel Tauro
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Alvaro Simões Corrêa Neder
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| Banca |
- David Victor Emmanuel Tauro
- Eron Brum
- Sandino Hoff
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| Resumo |
A presente dissertação busca refletir sobre o papel da criatividade na educação (entendida como fundamental para o advento do indivíduo crítico) e como propiciá-la, relativizando a importância do método ao reconhecer no seu abuso conseqüências negativas como o reprodutivismo e a submissão. Através de pesquisa bibliográfica, partindo da premissa de que a criatividade é função da afetividade, o autor procurou comprovar que ambas são compatíveis com a socialização dos conteúdos libertadores, e mesmo potencializam esta socialização, buscando compreender indivíduo e sociedade sem opor um a outro. Através do trabalho filosófico, psicanalítico e sociológico de Cornelius Castoriadis procurou explicar a relação afetiva com o outro como essencial para a criação, evidenciar como o controle social, interiorizado como repressão, bloqueia o fluxo criativo do pensamento (instaurando a submissão), e de que maneira uma educação para a criatividade, substituindo a repressão pela reflexão, o pode liberar. Por outro lado, o estudo da educação informal na comunidade do jazz forneceu uma analogia para a presente proposta educacional, descrevendo procedimentos conducentes à criatividade, enquanto a educação formal do jazz obteve resultados padronizadores que não se revelaram encorajadores para o desenvolvimento desta linguagem. Desta maneira, as conclusões obtidas são no sentido de que o abuso do método ou o entendimento da educação como técnica devem ser evitados, devendo-se instituir o educando como agente ativo de seu próprio processo de descobrimento, invenção e criação. |
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| O discurso sobre a qualificação do professor da educação básica: um estudo da experiência desenvolvida pela Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso do Sul na década de 90 |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
10/04/2001 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Elcia Esnarriaga de Arruda
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Elcia Esnarriaga de Arruda
- Gilberto Luiz Alves
- Regina Tereza Cestari de Oliveira
- Sandino Hoff
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| Resumo |
Nesse trabalho analisa-se o discurso oficial da qualificação do professor da educação básica, considerando o caso específico das políticas de educação desenvolvidas pela Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso do Sul, na década de 1990. Como referência documental básica, o trabalho utiliza os documentos produzidos pela Secretaria com o objetivo de orientar a implementação das política de educação. Tais políticas, contemplam programas e projetos de qualificação do professor. No trabalho, analisam-se estes programas, por serem considerados os referencias básicos ao entendimento do discurso da qualificação. Também são estudados os documentos emitidos pelos Organismos Internacionais e pelo Governo Federal, com os quais compõe-se um conjunto que expressa o discurso na sua forma mais abrangente. Como fonte dos estudos acadêmicos realizados acerca do tema, utilizou-se a produção contida na Revista “Educação & Sociedade”, uma publicação do CEDES, UNICAMP, que registra boa parte das análises realizadas na década de 1990. O trabalho foi estruturado em quatro capítulos. Nos dois primeiros, realizou-se uma descrição e análise dos documentos governamentais, na tentativa de evidenciar o conteúdo do discurso da qualificação do professor da educação básica. No terceiro, foram estudados os artigos da Revista, para esclarecer o pensamento dominante, no âmbito da academia, acerca do problema da qualificação docente. Finalmente, no quarto capítulo, como contraposição ao discurso, procurou-se discutir o trabalho do professor a partir de suas determinações históricas originais.
PALAVRAS-CHAVE
Educação; formação de professor; qualificação profissional; trabalho didático |
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| A História da disciplina Geografia nas décadas de 1930 e 1940: Expressão e fisionomia do Estado |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
02/03/2000 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Maria Cristina Lanza de Barros
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| Banca |
- Claudemira Azevedo Ito
- Monica de Carvalho Magalhaes Kassar
- Sandino Hoff
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| Resumo |
O objetivo desta dissertação é entedermos porque a disciplina de Geografia alcança sua maior importância no ensino brasileiro, à partir da década de 1930. Para respondermos a esta questão buscamos, através do estudo da história da disciplina de Geografia, avaliar qual foi a função que esta desempenhou neste período para que tivesse conquistado tanto espaço na estrutura curricular do ensino secundário no Brasil. Para atingirmos os objetivos propostos percorremos os seguintes passos: Buscamos entender em um primeiro momento o espaço político, social e econômico do período pós-revolução de 1930 e dentro deste compreender a consolidação da Geografia, no Brasil, enquanto ciência. Posteriormente, fizemos uma análise da disciplina Geografia através do histórico das reformas curriculares. Então constatamos sua posição de destaque nas reformas de 1931 e 1942. A seguir passamos então para uma análise das referidas reformas e de toda legislação regeu o ensino secundário no governo de Getúlio Vargas. Assim, verificamos que à Geografia era dada a função de disciplina estratégica na divulgação e consolidação da política nacionalista desenvolvida por este governo. E, finalmente, partimos para análise dos manuais didáticos e relatórios de inspeção federal que nos mostraram como o discurso geográfico era utilizado na divulgação da ideologia nacionalista, e também que estas reformas, apesar de haverem controlado o desenvolvimento da disciplina de Geografia, traziam embutidas o discurso veiculado pela maioria dos geéografos da época – o método moderno |
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| Os Labirintos da Imagem: quem é o deficiente para aquele que o educa? |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
29/10/1999 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- David Victor Emmanuel Tauro
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Andréa Carla Deuner Brunetto
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| Banca |
- Alexandra Ayach Anache
- Marcia Simoes Correa Neder Bacha
- Maria Anita C. Ribeiro (PUC/RJ)
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| Resumo |
O objetivo deste trabalho é analisar como o deficiente é visto pelos outros, seus semelhantes, e sobretudo pelo professor e técnico de Educação Especial que com ele trabalha. Partindo de uma abordagem psicanalítica, acreditamos que a constituição do sujeito se faz pela alteridade. A forma como é visto pelo outro, pelo professor, enfim, pela cultura, determina como e deficiente mesmo se vê. Elaboramos um perfil das duas instituições de Educação Especial nas quais trabalhmos, e analisamos a dicotomia entre integrar ou institucionalizar o deficiente: freqüentar ensino regular ou serviços especializados? A partir dos relatos de discriminação aos deficientes tanto em nossa cultura, como a exposição que na Antigüidade Clássica os gregos faziam com as crianças que nascessem com alguma deficiência observável no corpo, analisamos porque o deficiente é o estranho, o diferente. Haveria uma tentativa de negar a deficiência, e por que? Definimos o sujeito psicanalítico como essencialmete um deficiente pulsional, desamparado, estrangeiro e manco, tal como Édipo e, posteriomente fizemos uma relação entre o deficiente, o feminino e a castração. |
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| O significado do aprender e do ensinar a linguagem escrita nos primeiros anos escolares |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
26/04/1999 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Antonio Carlos do Nascimento Osorio
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Auredil Fonseca dos Santos
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| Banca |
- Maria Adelia Menegazzo
- Vitória Helena Cunha Esposito
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| Resumo |
O presente estudo objetiva discutir, numa perspectiva fenomenológica, o significado
do aprender e do ensinar a linguagem escrita nos primeiros anos escolares, tomando
como referência alunos e professoras de 1ª à 4ª série de uma escola pública de Campo
Grande / MS. Busca, ainda, explicitar algumas razões que poderiam embasar a
suposição de que é nesse nível de escolaridade que se tem o ponto crucial do ensino e
da aprendizagem dessa forma de expressão. A partir da aplicação de um questionário
aos alunos, foram abordadas questões como: a importância de saber escrever, a
qualidade do atual desempenho lingüístico (apresentado por eles), o significado do
ensino de gramática e, também, as possíveis contribuições dos exercícios gramaticais
para um melhor desempenho da linguagem escrita. Através da técnica da entrevista,
as professoras dos quatro primeiros anos escolares foram interrogadas sobre o
tratamento dado à prática da linguagem escrita, no dia-a-dia da sala de aula. A
realização deste trabalho possibilitou o entendimento de que a crise hoje existente na
sala de aula decorre, fundamentalmente, de uma crise conceptual, em que os
professores demonstram não ter muito clara a concepção que orienta o próprio fazer
pedagógico, frente à emergência de uma nova concepção de homem e da relação
homem-mundo, iluminada pela ética da modernidade.
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|
| A disciplina prática de ensino como reveladora da história da formação do professor primário no Brasil |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
01/04/1999 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Antonio Carlos do Nascimento Osorio
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Antonio Carlos do Nascimento Osorio
- Laurizete Ferragut Passos
- Sandino Hoff
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| Resumo |
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| A relação professor/aluno diante do erro: a visão dos professores das Séries Iniciais do Ensino Fundamental |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/02/1999 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Jesus Eurico de Miranda Rescigno
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Regina Aparecida Marques de Souza
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| Banca |
- Helena Faria de Barros
- Jesus Eurico de Miranda Rescigno
- Jucimara Silva Rojas
- Sírio Lopes Velasco
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| Resumo |
Este estudo tem como objetivo desvendar as facetas do fenômeno pedagógico da
relação professor/aluno diante do “erro” no processo ensino-aprendizagem das séries iniciais
do ensino fundamental, norteado pelos pressupostos teóricos histórico-cultural e da educação
libertadora que evidenciam a importância da dialogicidade como vínculo indissociável para a
construção do conhecimento.
Este trabalho surgiu das experiências acumuladas ao longo da minha trajetória
acadêmica e profissional, observando os “erros” cometidos pelos alunos na construção de seus
conhecimentos e as tentativas de implementação de novos modelos educacionais no trabalho
pedagógico.
A pesquisa qualitativa foi norteadora do processo metodológico, onde utilizei
entrevistas com roteiro como instrumento necessário para mais adiante realizar as análises
destas entrevistas feitas com professores das primeiras séries do ensino fundamental de uma
escola municipal, da cidade de Três Lagoas - MS, focalizando o discurso do professor que
retrata a visão da relação professor/aluno diante do “erro” na construção social do
conhecimento no cotidiano da sala de aula, que possibilitou o repensar dos processos de
formação e aperfeiçoamento docente, no sentido de aproximar cada vez mais a teoria da
prática pedagógica.
Os dados permitiram identificar que a relação professor/aluno diante do “erro” ainda
continua sendo praticada pelos professores sob uma postura definida na educação bancária,
priorizadas nas formas vigentes de correção e no tratamento do “erro”, revelando em última
instância, que para se chegar a uma prática construtiva-libertadora deve-se conceber uma nova
postura de educador sob a luz das teorias estudadas requerendo uma maior profundidade e
melhor utilização dos espaços de formação continuada dos professores em busca das
inovações para a melhoria do processo ensino-aprendizagem.
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| DIVERSIDADE ETNICO-RACIAL E EDUCAÇÃO INFANTIL. TRÊS ESCOLAS, UM PROBLEMA, VÁRIAS RESPOSTAS |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
29/10/1997 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
- Eurize Caldas Pessanha
- Hélio Santos
- Neusa Maria Mendes Gusmão
- Sonia da Cunha Urt
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| Resumo |
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| A profissionalização no ensino de 2º grau em Mato Grosso do Sul: equívoco ou farsa? |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
02/12/1994 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Ana Aparecida Arguelho de Souza
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| Banca |
- Gilberto Luiz Alves
- José Claudinei Lombardi
- Pedro de Alcantara Figueira
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| Resumo |
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| Em busca de respostas para a questão da alfabetização ou do analfabetismo: as representações sociais do professor alfabetizador |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/10/1994 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Alda Maria do Nascimento Osorio
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| Banca |
- Eron Brum
- Eurize Caldas Pessanha
- Ivani Catarina Fazenda
- Sonia da Cunha Urt
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| Resumo |
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|
| A história na contra-mão: análise do ensino de história em Mato Grosso do Sul (1983-1993) |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
19/10/1994 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Regina Maria Barreto Frias
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| Banca |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
- Francisco Cock Fontanella
- Gilberto Luiz Alves
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| Resumo |
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| Educação sexual, família, escola pública: um estudo sobre a sexualidade de meninas pobres em Campo Grande-MS |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
19/09/1994 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Maria Gomes
- Eron Brum
- Iracema Cunha Costa
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| Resumo |
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|
| Consciência e educação: os limites das mediações |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
19/08/1994 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Silvia Tatiana Maurer Lane
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- David Victor Emmanuel Tauro
- Francisco Cock Fontanella
- Silvia Tatiana Maurer Lane
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| Resumo |
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|
| Para além da educação política: o Instituto Cajamar e o processo de formação de quadros |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
27/07/1994 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
- Eron Brum
- José Luis Sanfelice
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| Resumo |
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| Uma experiência educacional assentada (sob) Novo Horizonte: os desencontros dos bem-intencionados "agentes de transformação" |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
25/07/1994 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
- Pedro de Alcantara Figueira
- Sandino Hoff
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| Resumo |
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| Escola Alternativa: experiência de uma proposta pedagógica para crianças e adolescentes de rua |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
25/07/1994 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Lucia Eduardo Farah Valente
- Gilberto Luiz Alves
- Marília Pontes Sposito
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| Resumo |
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