Doutorado em Educação Matemática

Atenção! O edital referente ao processo seletivo e arquivos pertinentes ao curso estão disponíveis no site do curso.
Os resultados dos processos seletivos serão divulgados no site do curso.

Trabalhos

Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
Licenciaturas em Matemática como produção narrativa: aberturas para experiências
Curso Doutorado em Educação Matemática
Tipo Tese
Data 21/09/2018
Área MATEMÁTICA
Orientador(es)
  • Marilena Bittar
Coorientador(es)
  • Luzia Aparecida de Souza
Orientando(s)
  • Adriana Barbosa de Oliveira
Banca
  • Adair Mendes Nacarato
  • Aparecida Santana de Souza Chiari
  • Filipe Santos Fernandes
  • Joao Ricardo Viola dos Santos
  • Jose Luiz Magalhaes de Freitas
  • Marilena Bittar
  • Thiago Pedro Pinto
Resumo Nesta pesquisa busco investigar como cursos de Licenciatura em Matemática, de diferentes localidades do país, são construídos narrativamente por seus estudantes quando esses são indagados acerca de sua formação inicial para atuarem como professores de Matemática na Educação Básica. Para isso realizei um total de onze entrevistas com grupos de licenciandos em matemática, ingressantes e concluintes, de instituições públicas de ensino superior nas regiões Centro-Oeste, Norte, Sul e Sudeste do Brasil. Diante das textualizações produzidas a partir desses encontros optei pela realização de uma análise narrativa, na perspectiva de Bolívar, tendo em vista a possibilidade de explorar as singularidades percebidas nesses encontros de modo particular e, além disso, por meio de sua forma, destacar o tom implementado pelos estudantes. Como olhar teórico os estudos desenvolvidos por Jorge Larrosa acerca da noção de experiência e de Carlos Skliar quanto a leitura do outro mostraram-se um caminho fértil para a produção de compreensões acerca das narrativas desses estudantes. No processo de escuta desses acadêmicos foi possível ouvir os silenciamentos que perpassam suas formações e os afetam, tais como o afastamento da escola e a falta de diálogo com o curso. Outro ponto bastante explorado por eles diz respeito às relações humanas vivenciadas no convívio com professores; afetividade e acolhimento são traços significativos de suas narrativas.
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Cola em prova escrita: de uma conduta discente a uma estratégia docente
Curso Doutorado em Educação Matemática
Tipo Tese
Data 07/06/2018
Área MATEMÁTICA
Orientador(es)
  • Regina Luzia Corio de Buriasco
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Juliana Alves de Souza
    Banca
    • Joao Ricardo Viola dos Santos
    • Luzia Aparecida de Souza
    • Magna Natália Marin Pires
    • Marcele Tavares Mendes
    • Maria Tereza Carneiro Soares
    • Marilena Bittar
    • Regina Luzia Corio de Buriasco
    Resumo Esta pesquisa tem natureza qualitativa e subverte a ideia de cola em provas escritas. Parte de sua universalidade e persistência sinalizando que os mecanismos de controle podem provocar seu aperfeiçoamento e mudanças de estratégia na sua utilização. Convencionalmente, a cola desafia os professores, seus métodos avaliativos, suas escolhas metodológicas, seu domínio de sala de aula e até mesmo sua presença nela. Sai-se desse contexto para investigar a utilização da cola como um processo de subversão, ou seja, partindo de uma conduta comum dos discentes para uma estratégia docente. Para tanto, tomamos a prova-escrita-em-fases como instrumento avaliativo. O estudo, desenvolvido com estudantes de um Curso de Licenciatura em Matemática, teve por principal objetivo investigar a utilização da cola em uma prova-escrita-em-fases como estratégia docente na formação inicial de professores de matemática. A Educação Matemática Realística (RME) foi tomada como abordagem para o ensino de matemática. Nesse ambiente, os alunos são conduzidos a terem participação ativa, a avaliação é integrada à ação de formação e posta em prol do ensino e aprendizagem, constituindo-se em um elemento de formação, uma oportunidade de aprendizagem e uma prática de investigação. Ao final, considera-se que a prova-escrita-em-fases altera a natureza dos instrumentos convencionais de avaliação, coloca o aluno no direito de errar sem ser penalizado e lhe oferece a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, a partir de suas maneiras de lidar com seus tempos e caminhos. As intervenções inerentes às fases reduzem a utilidade da cola porque individualiza a prova. A cola como conduta marginal discente interessa a um tipo de prova que privilegia a repetição. No contexto desta estratégia docente, ela perde sua finalidade, uma vez que a prova realizada em fases elimina a regra da não comunicação. Desse modo, a utilização da cola desperta interesse nos alunos e incentiva o estudo. Já as intervenções revelaram ser um recurso potencial para o professor orientar a resolução dos estudantes e regular o ensino e a aprendizagem.
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