| DISCURSO DO PROJOVEM URBANO: REPRESENTAÇÕES DE SI DE JOVENS EGRESSOS |
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| Curso |
Doutorado em Letras |
| Tipo |
Tese |
| Data |
28/03/2018 |
| Área |
LETRAS |
| Orientador(es) |
- Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
- Claudete Cameschi de Souza
- Claudete Moreno Ghiraldelo
- Maria Leda Pinto
- Valdeni da Silva Reis
- Vania Maria Lescano Guerra
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| Resumo |
MORAES, Suany Oliveira de. Discurso do Projovem Urbano: representações de si de jovens egressos. 2018. 161 f. Tese (Doutorado em Letras) – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Três Lagoas, 2018.
Esta pesquisa tem por principal objetivo problematizar o discurso da primeira turma de jovens egressos do curso de Educação para Jovens e Adultos (doravante EJA) – Projovem Urbano – na cidade de Campo Grande, MS, e mobilizar um novo (efeito de) sentido para uma modalidade de educação inclusiva, inserida no contexto das contingências da contemporaneidade, considerando a memória, os interdiscursos e as formações discursivas que emergem das vozes desses sujeitos-alunos-egressos. Esse programa educacional apresenta um documento pedagógico oficial – o Manual do Educador, que oferece aos jovens uma proposta inclusiva de formação educacional e promotora de cidadania, sob três aspectos fundamentais: a formação escolar básica, a qualificação profissional e a participação cidadã. Tomamos como pressuposto teórico a perspectiva discursivo-desconstrutivista, em consonância com os estudos relacionados à EJA. Nossa hipótese de pesquisa aponta para o atravessamento do discurso tomado como “oficial”, portanto, de efeito de sentido “verdadeiro” e inquestionável, no discurso do sujeito-aluno-egresso, que o leva(ria) a uma avaliação positiva do curso, pelo efeito da hospitalidade. No capítulo I, empreendemos o estado da Arte no que concerne aos estudos científicos sobre/do Projovem Urbano, realizados em diversos programas de pós-graduação, considerando, também, o Manual do Educador como componente das condições de produção das representações identitárias de jovens de 18 a 29 anos, excluídos do ambiente escolar por muitos anos e recém-concluintes do Ensino Fundamental. No capítulo II, trouxemos os fundamentos teórico-metodológicos, considerando a constituição da subjetividade desses jovens, no que diz respeito ao desejo de completude e a falta que lhes são constitutivas, baseando-nos em Coracini (2007, 2014); as relações de saber-poder e resistência que emergem no fio do discurso do aluno-egresso em suas regularidades e dispersões, segundo o método arquegenealógico discutido por Foucault (2013, 2014); o conceito de hosti(pi)talidade de Derrida (2003) e a noção de exclusão, trazendo as reflexões de Bauman (1998, 2013) e Sousa Santos (1999, 2007) no que concerne à educação na contemporaneidade. No capítulo III, analisamos vinte e quatro recortes dos alunos, selecionados a partir de entrevistas semiestruturadas. Esses recortes estão distribuídos em cinco diferentes eixos analíticos, a saber: a formação educacional e a profissional do sujeito, a participação cidadã, a expectativa quanto ao futuro e a discursividade do termo “paciência”, considerando aspectos derridianos da “hospitalidade” e da “hostilidade” no contexto escolar da EJA como espaço de inclusão. Neste sentido, a perspectiva (trans)disciplinar de investigação traz à reflexão o discurso do aluno do Projovem Urbano na constituição de sua identidade marcada pela fluidez e movência – do centro para as margens –, portanto, por um olhar não-hegemônico. Assim, os resultados apontam para a desestabilização do modelo regular de escolarização, ao propor um novo olhar à EJA, promovendo a (re)constituição da identidade de alunos “acolhidos” em um novo tempo-espaço e em uma nova concepção de ensino-aprendizagem: a escola do Projovem Urbano.
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| A JUNÇÃO CONCLUSIVA NO PORTUGUÊS ESCRITO DO BRASIL: UMA ANÁLISE SEMÂNTICO-PRAGMÁTICA |
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| Curso |
Doutorado em Letras |
| Tipo |
Tese |
| Data |
23/03/2018 |
| Área |
LETRAS |
| Orientador(es) |
- Elizabete Aparecida Marques
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Adriana Lúcia de Escobar Chaves de Barros
- Aline Saddi Chaves
- Claudete Cameschi de Souza
- Elizabete Aparecida Marques
- Maria Luceli Faria Batistote
- Solange de Carvalho Fortilli
- Vanessa Hagemeyer Burgo
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| Resumo |
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| Figuras do Universo Ficcional de Lourenço Mutarelli: o monstro, o parasita e o autor |
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| Curso |
Doutorado em Letras |
| Tipo |
Tese |
| Data |
02/03/2018 |
| Área |
LETRAS |
| Orientador(es) |
- Rosana Cristina Zanelatto Santos
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Juliana Ciambra Rahe Bertin
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| Banca |
- Altamir Botoso
- Ramiro Giroldo
- Ricardo Magalhaes Bulhoes
- Rosana Cristina Zanelatto Santos
- Wagner Corsino Enedino
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| Resumo |
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| Poesia transpassada Hilda Hilst e a ressignificação de formas composicionais clássicas |
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| Curso |
Doutorado em Letras |
| Tipo |
Tese |
| Data |
27/02/2018 |
| Área |
LETRAS |
| Orientador(es) |
- Rosana Cristina Zanelatto Santos
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Milena Karine Wanderley de Morais
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| Banca |
- Altamir Botoso
- José Antonio De Souza
- Ramiro Giroldo
- Ricardo Magalhaes Bulhoes
- Rosana Cristina Zanelatto Santos
- Wagner Corsino Enedino
- Wellington Furtado Ramos
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| Resumo |
RESUMO
Tendo em vista que o propósito de nosso estudo é perceber como Hilda Hilst constrói,
ao longo de sua produção poética, diálogo com formas composicionais clássicas, como
elegias, odes, églogas (éclogas), cantigas, trovas, sonetos e baladas, articulando um
processo de ressignificação dessas formas, indagamo-nos acerca da significação dessas
escolhas estéticas no tempo em que as obras que tecem tal diálogo foram produzidas.
Fizemos isso com a intenção de questionar quais foram as possíveis razões que levaram
Hilst a essas escolhas e também como modo de inseri-la no tempo histórico literário.
Como procedimento de investigação, partimos, inicialmente, do levantamento dos
dados nos seus próprios poemas, desde Presságio (1950) até “Mula de Deus”, poema
publicado em separado de Estar sendo, Ter sido (1997), procurando, nos poemas e nos
paratextos editoriais (epígrafes e dedicatórias), sinais que nos levassem aos escritores
com os quais Hilst dialoga nesse âmbito. Nesse processo dialógico tecido através dos
paratextos, encontramos desde escritores antigos como Ovídio e Catulo, passando por,
Bernardim Ribeiro, Camões, John Donne, Juana Inés de La Cruz, Richard Crashaw e
Rainer Maria Rilke e chegando até Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade,
Vinícius de Moraes, Jorge de Lima e Péricles Eugênio da Silva Ramos, os quatro
últimos, seus contemporâneos. Continuando com o processo de levantamento dos
dados, depois da leitura e análise das entrevistas de Hilst organizadas por Cristiano
Diniz em Fico besta quando me entendem (2013), sentimos também a necessidade de
investigar, no seu acervo localizado no CEDAE, Centro de Documentação Alexandre
Eulálio, localizado no Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP, mais indícios
que nos levassem à construção da teia dialógica que Hilst traçou ao retomar os
escritores e as formas composicionais já mencionadas. Foi quando nos deparamos com
os artigos publicados em periódicos acerca da divulgação das obras de Hilst no tempo
em que elas foram lançadas. Eles, os artigos, nos revelaram dois dados preciosos a
nosso estudo: 1) o perfil de Hilst na voz da crítica articulada na época do lançamento de
seus livros e 2) a possível razão para a articulação dos diálogos mencionados com os
escritores e com as formas composicionais que eles articularam, já que há diversas
menções nos artigos acerca das retomadas articuladas por Hilst, sobretudo a partir de
Roteiro do Silêncio (1959). Importante salientar que os artigos colhidos no acervo nos
levaram a outra pesquisa no acervo da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, no
qual encontramos diversos dos artigos colecionados no acervo do CEDAE, assim como
outros que nos dão notícias da atividade literária de Hilst desde 1949 quando participou
da II Exposição Paulista de poesia, e também de publicações em Revistas Literárias
entre 1949 e 1950, antes do lançamento de seu primeiro livro. Essa reunião de
informações nos permite traçar o perfil de Hilda Hilst por meio da voz da crítica de seu
tempo, como também nos dá esteio para observar como a escritora procura romper com
os diversos rótulos articulados por alguns críticos ao longo do tempo. Nesse sentido,
procuramos dar conta, nessa parte da pesquisa, de observar as nuanças das retomadas
articuladas por Hilst no tempo em que as articulou, procurando conhecer em que medida
a recepção das suas escolhas estéticas implicam no aprofundamento de um diálogo
insinuado desde sua primeira obra poética e aprofundado ao longo dela inteira. Para tal,
partimos da análise dos discursos de críticos, jornalistas e literatos como: Reynaldo
Bairão, Temístocles Linhares e Lygia Fagundes Telles, entre 1949 e 1959, época em
que Hilst lança Presságio (1950), Balada de Alzira (1951), Balada do Festival (1955) e
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Roteiro do Silêncio (1959). Passamos a analisar, dessa forma, os silenciamentos
articulados no livro de 1959 diante das coletâneas em que foi publicado, para depois
perceber como o diálogo com as formas composicionais atravessam os dois conjuntos:
“cinco elegias” e “sonetos que não são”. Dos diálogos articulados por Hilda Hilst,
chegamos então a Estar Sendo. Ter sido. (1997) que articula uma retomada a versos das
“Cinco elegias” através do conjunto de poemas “Mula de Deus”. Essa narrativa,
concluímos, é crucial porque articula uma espécie de retorno a toda obra de Hilst e é
construída na perspectiva da ressignificação da própria forma narrativa. |
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| Erotismo como resistência: As narrativas de Marina Colasanti, Márcia Denser e Maria Amélia Mello nos anos finais da ditadura militar |
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| Curso |
Doutorado em Letras |
| Tipo |
Tese |
| Data |
23/02/2018 |
| Área |
LETRAS |
| Orientador(es) |
- Kelcilene Gracia Rodrigues
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Enedir da Silva dos Santos
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| Banca |
- Ana Lucia Espindola
- Antonio Rodrigues Belon
- Eunice Prudenciano de Souza
- José Antonio De Souza
- Paulo Bungart Neto
- Rauer Ribeiro Rodrigues
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| Resumo |
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| O TRABALHO DO TEMPO EM LAVOURA ARCAICA, DE RADUAN NASSAR |
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| Curso |
Doutorado em Letras |
| Tipo |
Tese |
| Data |
23/08/2017 |
| Área |
LETRAS |
| Orientador(es) |
- Rosana Cristina Zanelatto Santos
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Altamir Botoso
- Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
- Ramiro Giroldo
- Ricardo Magalhaes Bulhoes
- Rosana Cristina Zanelatto Santos
- Tiago Ravanello
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| Resumo |
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