Mestrado em Psicologia

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Os resultados dos processos seletivos serão divulgados no site do curso.

Trabalhos

Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
Investigação do controle exercido pelos conceitos de explicação e descrição sobre a resposta verbal de estudantes
Curso Mestrado em Psicologia
Tipo Dissertação
Data 06/02/2014
Área PSICOLOGIA
Orientador(es)
  • Lucas Ferraz Cordova
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Maylla Monnik Rodrigues de Sousa Chaveiro
    Banca
    • Carlos Augusto de Medeiros
    • Lucas Ferraz Cordova
    • Ronaldo Rodrigues Teixeira Junior
    Resumo O objetivo deste estudo foi examinar o controle exercido pelos conceitos de explicação e descrição sobre as respostas verbais de estudantes com e sem formação em Análise do Comportamento. Participaram da pesquisa doze alunos do curso de Psicologia distribuídos em quatro grupos distintos, com três participantes em cada grupo. Os grupos 1 e 2 foram compostos por alunos com treino sobre Behaviorismo Radical e Análise do Comportamento; já os grupos 3 e 4 foram compostos por alunos sem treino com o discurso sobre Behaviorismo Radical e Análise do Comportamento. Cada um dos participantes dos quatro grupos assistiram, separadamente, à exibição de um mesmo vídeo mostrando um rato respondendo em contingência de reforçamento no esquema FI 40 segundos. Aos grupos 1 e 3 foi solicitado aos participantes que “expliquem” o comportamento do rato. Já aos grupos 2 e 4 foi solicitado aos participantes que “descrevam” o comportamento do rato. Os resultados apontaram que, de maneira geral, os participantes dos grupos G1 e G2, correspondentes aos grupos sem formação em Análise do Comportamento, apresentaram, em maioria, respostas mentalistas tanto em relação á instrução de explicar, como em relação à instrução de descrever. Já os participantes dos grupos G3 e G4, correspondentes aos grupos com formação em Análise do Comportamento no decorrer do curso de Psicologia, apresentaram respostas variadas entre três categorias na presença da instrução de explicar, e apresentaram a maior parte de verbalizações de topografia de resposta na presença da instrução de descrever.
    O lugar da emoção na avaliação psicológica de dificuldade de aprendizagem: aberturas à perspectiva Histórico-Cultural
    Curso Mestrado em Psicologia
    Tipo Dissertação
    Data 08/11/2013
    Área PSICOLOGIA
    Orientador(es)
    • Alexandra Ayach Anache
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Heriel Adriano Barbosa da Luz
      Banca
      • Alexandra Ayach Anache
      • Gisele Toassa
      • Inara Barbosa Leao
      Resumo A presente pesquisa almejou apontar pistas à construção de um processo de Avaliação Psicológica Educacional referendada pelos pressupostos da Psicologia Histórico-Cultural, resgatando-se o conceito de emoção, como forma de problematizar o caráter ético e político que essa prática encerra. Nesse percurso, dois momentos marcaram essa investigação: o primeiro, onde foram revisadas e dirigidas críticas às formas tradicionais de AP que se fundamentam em um modelo médico-estatístico, em que se aplica a psicometria como ferramenta de padronização e controle; e o segundo, que a partir da migração dos problemas de aprendizagem das escolas para os centros de saúde, produziram-se novos modelos de AP. Destes destacaram-se três: o psicopedagógico clínico, o neurocognitivista e o da avaliação assistida. Embora surjam como alternativas ao modelo tradicional, estes subjazem em suas práticas e epistemologias, a concepção fragmentária e a-histórica do psiquismo. Essa constatação se deu mediante as análises pautadas no método do Materialismo Histórico e do Materialismo Dialético, fundamentos da Psicologia Histórico-Cultural, e desvelaram as contradições presentes nas AP, sobretudo no que concerne às relações cognoscitiva-afetiva e subjetiva-social e, ainda, ao lugar que o psicólogo ocupa em um campo onde as AP têm funcionado como encomendas de mercado. Acreditamos que por meio da emoção tomada em perspectiva histórico-cultural, seja possível criar novas possibilidades de investigação em AP e de transformação, tanto da prática do psicólogo como de seu compromisso ético-político.
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      Arqueogenealogia da Orquestra Viver Bem
      Curso Mestrado em Psicologia
      Tipo Dissertação
      Data 24/09/2013
      Área PSICOLOGIA
      Orientador(es)
      • Antonio Carlos do Nascimento Osorio
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Arthur Galvão Serra
        Banca
        • Antonio Carlos do Nascimento Osorio
        • Neuza Maria de Fátima Guareschi
        • Tiago Ravanello
        Resumo O Ponto de Cultura Viver Bem! é um projeto social em Campo Grande (MS) que
        oferece, entre outras atividades, aula de música clássica aos jovens do bairro Nova Lima.
        A proposta foi investigar, nesse lócus, os processos de subjetivação e a
        governamentalidade, considerando os jovens como sujeitos atores da resistência nas
        relações de poder que o envolvem. Como procedimentos, realizamos análise foucaultiana
        de práticas e discursos (arqueogenealogia) a partir do arquivo da instituição e de
        entrevistas gravadas com os jovens. A seleção de enunciados para a análise foi
        orientada, conforme propõe o autor, pela problematização sobre o objeto de pesquisa (a
        instituição), considerado como performado por sujeitos, não como um objeto dado e
        definido, mas cujas definições podem ser investigadas em sua proveniência de
        acontecimentos, como resultado provisório e não definitivo das relações de poder. Foi
        possível concluir que o envolvimento dos sujeitos no projeto social pode ser explicado
        pelo recurso que eles podem fazer a um repertório de discursos conforme os movimentos
        de resistência produzirem suas condutas; que as próprias práticas dos sujeitos compõem
        a situação social de forma materialmente verificável; discursos governamentais se
        utilizam das dispersões e disposições dos enunciados produzindo a norma que não
        incidirá definitivamente sobre os sujeitos, mas que: no nível geral pode ser analisada em
        suas regularidades, gerando o saber estatístico, que tem um uso de governo, uma
        implicação no trato da população; no nível individual, se utiliza da disciplina para
        produzir efeitos considerados úteis favorecendo a produção de uma subjetividade
        ajustada, a partir de saberes táticos.
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        O campo amoroso e sua relação com a verdade nas teorias de Freud e Lacan
        Curso Mestrado em Psicologia
        Tipo Dissertação
        Data 26/07/2013
        Área PSICOLOGIA
        Orientador(es)
        • Tiago Ravanello
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Marisa de Costa Martinez
          Banca
          • David Victor Emmanuel Tauro
          • Tiago Ravanello
          • Vera Maria Pollo Flores
          Resumo O presente texto visa abordar o amor na teoria freudiana e lacaniana, sustentando a hipótese
          de que este pode ser defendido segundo o axioma lacaniano do inconsciente estruturado como
          uma linguagem. Assim, percorremos algumas das diferentes formas de aparição do conceito
          de amor na teoria freudiana e lacaniana e suas relações com os conceitos de transferência,
          processos econômicos, pulsão, narcisismo, sexualidade, metáfora, desejo, com o intuito de
          apontar sua estrutura enquanto campo de fenômeno com aproximações e afastamentos frente
          a estes conceitos. Mesmo levando em consideração a importância do amor nas teorias de
          Freud e de Lacan, nossa hipótese é que o estatuto conceitual do amor ficou em aberto, e para
          retomá-lo, utilizaremos a verdade como fio condutor de nosso tema. Deste modo, entendemos
          que o amor em psicanálise, não poderia ser tomado de forma isolada, mas sim, só poderíamos
          discorrer sobre o mesmo, levando em consideração uma rede conceitual na qual ele está
          inserido, isto é, suas relações com a sexualidade, pulsão, desejo e gozo. Nas categorias de
          estudo do tema empregadas no trabalho ressaltamos a presença da correlação entre amor, falta
          e significante e por consequência, a verdade, como uma espécie de denominador comum.
          Assim, conforme concluiremos, Lacan não descarta a soberania da linguagem ao final de seu
          ensino e, nesse sentido, a torna resposta a uma utilização de cunho naturalista. Com base
          nessa abordagem, encontramos correlações entre a concepção de amor e de verdade estudadas
          por Freud e Lacan, na medida em que há efeitos recíprocos na constituição de um fenômeno
          no outro.
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          O conceito de angústia nas teorias de Freud e Lacan e suas relações com a linguagem
          Curso Mestrado em Psicologia
          Tipo Dissertação
          Data 25/07/2013
          Área PSICOLOGIA
          Orientador(es)
          • Tiago Ravanello
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Isloany Dias Machado
            Banca
            • Alexandra Ayach Anache
            • Christian Ingo Lenz Dunker
            • David Victor Emmanuel Tauro
            • Tiago Ravanello
            Resumo Este trabalho sustenta a hipótese de que o conceito da angústia, assim como os demais conceitos da economia psíquica, podem ser abordados segundo o axioma lacaniano do inconsciente estruturado como uma linguagem. Com este intuito, percorremos as duas teorias freudianas da angústia, a primeira como afeto transformado a partir do recalque, e a segunda, pertencente à segunda tópica, da angústia como sinal que aponta para o recalque, ou seja, como causa deste. Em seguida, destacamos a questão da tradução do termo Angst e propusemos algumas possíveis aproximações e afastamentos do conceito de angústia com as descrições de transtorno de ansiedade presentes no DSM-IV-TR e na CID 10, com o objetivo de apontar para um resquício da utilização da terminologia freudiana nos manuais, apesar de sua proposta universalizante e descritiva, sem o uso de referências teóricas diretas. Ao contrário do apagamento do sujeito proposto pelos manuais, temos as conceituações lacanianas sobre angústia, sobretudo a partir do Seminário 10, como constitutiva da estruturação do sujeito. Dentro desta perspectiva, destacamos alguns aspectos da abordagem da angústia na teoria lacaniana, tomando-a como um afeto que não engana, ou seja, como norteadora da ação do analista. Além disso, destacamos as relações do conceito de angústia e objeto a, e buscamos, a partir dos conceitos de discurso do analista, discutir a atuação do psicanalista frente à angústia e seu surgimento na clínica.
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