Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
Estudo da Atividade Eletrocalítica de Pt-Rh-Sn Frente à Eletro-Oxidação de Etanol: Influência da Síntese das Nanopartículas
Curso Doutorado em Química
Tipo Tese
Data 26/05/2017
Área FÍSICO-QUÍMICA
Orientador(es)
  • Martha Janete de Giz
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Luiz Carlos da Silva Junior
    Banca
    • Gilberto Maia
    • Gisele Afonso Bento Mello
    • Marco Antonio Utrera Martines
    • Martha Janete de Giz
    • Pablo Sebastián Fernández
    Resumo SILVA JUNIOR, L. C., Estudo da Atividade Eletrocatalítica de Pt-Rh-Sn frente à Eleltro-oxidação de Etanol: Influência da Síntese das Nanopartículas. Tese de Doutorado – Programa de Pós-Graduação em Química – Mestrado e Doutorado. Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

    A eletro-oxidação de etanol tem sido muito estudada devido ao grande interesse em tecnologias baseadas em fontes energéticas renováveis e de baixo impacto ambiental. Atualmente a eficiência obtida com as células que utilizam a oxidação direta de álcoois (DAFC), que utilizam a platina como catalisador ainda são baixas. Neste contexto, o grande desafio é desenvolver catalisadores utilizando outros metais, que associados à platina, facilitem a quebra da ligação C-C e favoreçam a completa oxidação do álcool a CO2. Nesta perspectiva, este trabalho tem por objetivo a síntese de catalisadores nanoparticulados de PtRhSn/C decomposição atômicas nominal 60:10:30, realizando alterações de agente redutor e estabilizante durante a síntese afim de obter nanopartículas com melhor atividade eletrocatalítica. Os catalisadores foram caracterizados pelas técnicas de energia dispersiva de raios-X, microscopia eletrônica de transmissão, difração de raios-X e espectroscopia de fotoelétrons excitados por raios-X. Os resultados de microscopia eletrônica de transmissão indicaram que as nanopartículas sintetizadas apresentam geometria esférica, cujo tamanho médio é da ordem 2,0 a 3,5 nm. A eletro-oxidação de etanol foi investigada em meio ácido (HClO4 0,1 mol L-1) por meio das técnicas de voltametria cíclica, cronoamperometria e espectroscopia de infravermelho com transformada de Fourier in situ. Este trabalho procurou caracterizar e comparar os processos que ocorrem nos eletrocatalisadores dispersos durante a oxidação de etanol e compreender o efeito da síntese dos eletrocatalisadores frente à reação proposta. Assim, se pode destacar que: os perfis voltamétricos na presença de etanol são influenciados pela síntese de PtRhSn/C, mostrando que o catalisador (PA-Et) que foi sintetizado Utilizando etanol como agente redutor e poliacrilato de sódio como agente estabilizante apresentou a antecipação do potencial de inicio de oxidação; os experimentos cronoamperométricos a 0,6 V mostraram que o catalisador que foi sintetizado utilizando o polivinilpirrolidona como estabilizante (PVP-Et) é o catalisador que apresenta a máxima atividade catalítica para a eletro-oxidação de etanol e os resultados de FTIR in situ permitiram correlacionar as correntes observadas nos voltamogramas com a formação de CO2 e ácido acético. Apesar das composições dos catalisadores serem bem próximas pode-se observar que a quantidade de produção de CO2 para o PA-Et é maior que os outros catalisadores.
    AÇÕES DE ENFERMAGEM COM A FAMÍLIA DA CRIANÇA HOSPITALIZADA: A PERSPECTIVA DA FAMÍLIA
    Curso Mestrado em Enfermagem
    Tipo Dissertação
    Data 26/05/2017
    Área ENFERMAGEM
    Orientador(es)
    • Maria Angelica Marcheti
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Silvana de Castro Souza
      Banca
      • Fernanda Ribeiro Baptista Marques de Almeida
      • Flávia Simphronio Balbino
      • Maria Angelica Marcheti
      • Marisa Rufino Ferreira Luizari
      Resumo
      Download
        Estudo dos indicadores de saúde mental de usuários de drogas na fronteira de Mato Grosso do Sul
        Curso Mestrado em Estudos Fronteiriços
        Tipo Dissertação
        Data 26/05/2017
        Área INTERDISCIPLINAR
        Orientador(es)
        • Luis Fernando Galvao
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Leysianne Pereira Martins
          Banca
          • Carmem Adelia Saad Costa
          • Luis Fernando Galvao
          • Marco Aurelio Machado de Oliveira
          Resumo
          Comunidades de insetos (Hexapoda) associados à massas fecais de equinos
          Curso Mestrado em Biologia Animal
          Tipo Dissertação
          Data 26/05/2017
          Área ZOOLOGIA
          Orientador(es)
          • Ramon Jose Correa Luciano de Mello
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Mariana Castro da Costa e Almeida
            Banca
            • Alessandre Pereira Colavite
            • Fernando Paiva
            • Paula Fernanda Motta Rodrigues
            • Paulo Robson de Souza
            • Vera Cristina Silva
            Resumo Diversos fatores podem influenciar a riqueza e composição das comunidades dos insetos coprófilos. Duas ordens que compõem as comunidades desses organismos se destacam em riqueza e abundância, Coleoptera e Diptera. Besouros desempenham importante papel na reciclagem de nutrientes, especialmente durante o ínstar larval. Da ordem Coleoptera, representantes da família Scarabaeidae possuem o hábito de depositar seus ovos em matéria fecal de diversas espécies de mamíferos. O desenvolvimento dessas larvas nesse local é importante para a decomposição e reciclagem dos nutrientes disponíveis neste tipo de ambiente. Este trabalho teve como objetivo inventariar a comunidade de insetos atraídos para massas fecais de equinos, identificar a sucessão desta comunidade durante os três dias consecutivos de exposição das fezes e comparar a fauna registrada em ambientes com diferentes usos do solo (mata e pastagem). A área de estudo se localiza em Rochedo, MS e se enquadra na classificação de Köppen como Aw – tropical úmido, com verão chuvoso e inverno seco. As coletas foram realizadas de junho de 2015 a abril de 2016, em expedições trimestrais, foram coletados 2072 espécimes de coleópteros, 22348 dípteros e 233 himenópteros. Em relação à dinâmica de visitação das fezes não foi observada diferença entre os ambientes de mata e pasto, todas as ordens coletadas apresentaram mais indivíduos na área de pasto e somente a ordem Diptera apresentou o mesmo número de famílias nas duas áreas, Coleoptera e Hymenoptera apresentaram mais famílias no pasto, contrariando dados de outros estudos. O dendograma de agrupamento não mostrou diferença na composição das famílias encontradas nas armadilhas.
            Download
              A PERCEPÇÃO DE PUÉRPERAS ACERCA DA ASSISTÊNCIA REALIZADA POR ENFERMEIRAS OBSTETRAS NO TRABALHO DE PARTO. Campo Grande 2017
              Curso Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica
              Tipo Monografia
              Data 26/05/2017
              Área ENFERMAGEM OBSTÉTRICA
              Orientador(es)
              • Gislaine Recaldes de Abreu
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Cristiana de Souza Ferreira Rondon
                Banca
                • Eunice Delgado Comeron de Souza
                • Gislaine Recaldes de Abreu
                • Margarete Knoch
                Resumo Esta pesquisa de natureza qualitativa, tipo descritiva, teve como objetivo identificar a
                percepção das puérperas relacionadas ao uso de tecnologias não invasivas de cuidado
                realizadas pela enfermeira obstétrica durante o trabalho de parto na percepção de mulheres
                atendidas e seus efeitos durante o trabalho de parto. A pesquisa foi realizada em um hospital
                escola de Campo Grande /MS, no período de Janeiro a Fevereiro de 2017, fizeram parte do
                estudo 17 mulheres, tendo como instrumento de coleta de dados uma entrevista semiestruturada.
                A análise dos dados utilizou a metodologia de análise de conteúdo de Bardin. Os
                resultados mostraram que as mulheres identificaram os benefícios da utilização das
                Tecnologias não invasivas no trabalho de parto, como fator que propicia o conforto e a
                segurança. Reconhecem a importância da enfermeira obstétrica como acolhedora e
                facilitadora e que esta assistência contribuiu para o protagonismo da mulher durante o seu
                processo de parto.
                COMPETÊNCIAS, VALORES E PRÁTICAS DO FISIOTERAPEUTA: ASPECTOS RELACIONADOS COM A FORMAÇÃO E COM O MUNDO DO TRABALHO
                Curso Mestrado em Saúde da Família
                Tipo Dissertação
                Data 24/05/2017
                Área SAÚDE COLETIVA
                Orientador(es)
                • Adriane Pires Batiston
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Aline Gangi Turino Battini Basso
                  Banca
                  • Adriane Pires Batiston
                  • Fernando Pierette Ferrari
                  • Lais Alves de Souza Bonilha
                  • Maria Elizabeth Araujo Ajalla
                  Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a percepção dos profissionais fisioterapeutas atuantes no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian sobre as competências, valores e práticas essenciais ao fisioterapeuta para a atuação resolutiva e compreender, tanto a visão desses profissionais sobre a contribuição da formação profissional no desenvolvimento de sua prática profissional, como sua visão sobre a experiência cotidiana no desenvolvimento de sua prática profissional. Estudo de natureza descritiva exploratória no qual participaram 18 fisioterapeutas atuantes em um Hospital Escola. Para fins de caracterização dos participantes, eles preencheram um questionário estruturado com informações sociais e profissionais. Para a coleta dos dados, utilizou-se a técnica do grupo focal, conduzido por um mediador, sendo as sessões registradas por meio de gravação de áudio. Cada uma das duas sessões de grupo focal durou em média 60 minutos, sendo que uma sessão contou com onze participantes e a outra com sete. Os dados foram analisados pela técnica de Análise de Conteúdo de Bardin, a partir da qual, estabeleceram-se três categorias temáticas: 1. A prática profissional: o conhecimento técnico e científico; 2. O trabalho do fisioterapeuta: o encontro com o outro e 3. Ser fisioterapeuta: por eles mesmos. Os resultados do estudo demonstram a forte valorização do conhecimento teórico científico e habilidades técnicas como essenciais a um bom fisioterapeuta, e embora mais timidamente, as habilidades relacionais também emergiram como fundamentais ao profissional. Foram apontados como espaços privilegiados de aprendizado: a residência, o cotidiano do trabalho e o estágio curricular durante a graduação. Os participantes consideram o fisioterapeuta um profissional dotado de características, como: detentor do conhecimento técnico e científico, criatividade, perseverança, resolutividade, humanidade e capacidade de adaptação ante as novas situações. Em outra direção, na visão dos próprios fisioterapeutas, esse profissional apresenta dificuldades relacionadas à autonomia e à participação sociopolítica na profissão. Entre os participantes da pesquisa, percebe-se grande valorização de competências cognitivas e motoras e em menor intensidade das competências afetivas. O curso de graduação em Fisioterapia não é relacionado com a maior aquisição de competências para a prática profissional, sendo as experiências práticas, proporcionadas pelo trabalho, as mais significativas para os profissionais. Apesar de se considerarem profissionais dotados de valores, comportamentos e práticas singulares, destacam desafios como a necessidade de união e fortalecimento da categoria profissional. Os resultados deste trabalho contribuirão para reflexões sobre o processo formativo e atuação profissional do fisioterapeuta.
                  Vivências de prazer e sofrimento de feirantes em Corumbá-MS
                  Curso Mestrado em Estudos Fronteiriços
                  Tipo Dissertação
                  Data 24/05/2017
                  Área INTERDISCIPLINAR
                  Orientador(es)
                  • Vanessa Catherina Neumann Figueiredo
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Pamela Arruda Vasconcellos
                    Banca
                    • Marco Aurelio Machado de Oliveira
                    • Milton Augusto Pasquotto Mariani
                    • Rosângela Dutra de Moraes
                    • Vanessa Catherina Neumann Figueiredo
                    Resumo
                    O PRINCÍPIO DO DIÁLOGO NAS ATIVIDADES EDUCATIVAS COLETIVAS NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE
                    Curso Especialização em Residência Multiprofissional em Cuidados Continuados Integrados
                    Tipo Artigo Científico
                    Data 24/05/2017
                    Área INTERDISCIPLINAR
                    Orientador(es)
                    • Estela Marcia Rondina Scandola
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Patricia Tiemy Arakaki Nakashima de Andrade
                      Banca
                      • Estela Marcia Rondina Scandola
                      • Maria de Fátima Bregolato Rubira de Assis
                      • Mauricio Antonio Pompilio
                      Resumo Introdução: O hospital além de ser um local de atendimento de doentes e seus afins, é também o local propício para que ocorra a educação popular em saúde com os usuários, o presente artigo tem por objetivo: analisar as atividades educativas coletivas realizadas no Programa de Residência Multiprofissional em Saúde (PREMUS) a partir do principio do diálogo da Política Nacional de Educação Popular em Saúde (PNEPS). Método: Metodologia de base qualitativa e análise documental, onde se buscou coletar, organizar e analisar os dados das atas que registraram as atividades educativas, entre julho/2014 a julho/2015 que ocorreram na Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI) do Hospital São Julião, sendo utilizado como base para compreensão dos dados, a PNEPS de 2012. Resultado: Foram encontrados os registros de 56 (cinquenta e seis) atas que, por meio de um quadro para organização dos dados em que foram observados: frequência semanal das atividades coletivas de educação em saúde; os temas das atividades estão, geralmente, relacionados às especificidades de cada área profissional; e, no que se refere ao diálogo, observou-se que há interatividade, mas sem a perspectiva dos princípios da PNEPS. Conclusão: Espera-se que este estudo contribua para potencializar o serviço já existente, disseminar para os demais ambientes hospitalares e, sobretudo, reafirmar as possibilidades da educação popular em saúde, como instrumentalidade promotora de conhecimentos e, portanto, indutora de direitos.
                      REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE CORUMBÁ-MS: PERSPECTIVA DE PROFISSIONAIS
                      Curso Mestrado em Saúde da Família
                      Tipo Dissertação
                      Data 23/05/2017
                      Área SAÚDE COLETIVA
                      Orientador(es)
                      • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Silvia de Medeiros Vieira
                        Banca
                        • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                        • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                        • Maria Gorette dos Reis
                        • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                        Resumo A saúde mental precisa ser entendida como uma questão complexa e que necessita de estratégias de trabalho em rede, sendo essencial a interlocução dos serviços que compõem a Rede de Atenção Psicossocial do município. Este trabalho resulta de análise da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), através de pesquisa quantitativa, seccional e descritiva, realizada no município de Corumbá, Mato Grosso do Sul, com objetivo de conhecer e identificar a percepção dos profissionais das equipes de estratégia de saúde da família (ESF), núcleos de apoio a saúde da família (NASF) e centros de apoio psicossocial (CAPS) sobre a articulação e integração dos serviços componentes da RAPS e acolhimento e cuidado continuado dos pacientes com transtornos mentais. A coleta de dados foi realizada de outubro a dezembro de 2015, através de questionários padronizados para cada serviço analisado, respondidos por 63 profissionais. Os resultados apresentam demanda em saúde mental para atendimento das equipes de ESF (81,2%) e NASF (100%). Os resultados referentes às articulação e integração entre os serviços apontam que a RAPS em Corumbá, apesar de estruturada, encontra-se fragmentada. Na perspectiva dos profissionais da ESF, apenas 25,0% se articula com as equipes de CAPS e 48% com as equipes de NASF. Os CAPS têm melhor articulação com outros serviços componentes da rede quando comparados com a ESF, principalmente o CnaRua e o RT. As ferramentas utilizadas para o atendimento e acompanhamento dos pacientes com transtorno mental como apoio matricial, clínica ampliada e projeto terapêutico singular não fazem parte da rotina, nas unidades. Os resultados revelam que apenas 21% dos profissionais da ESF e 50% dos profissionais dos CAPS utilizam o apoio matricial em sua rotina de atendimento; 75% dos profissionais das equipes de ESF não usam a clínica ampliada e 67% não tem o projeto terapêutico singular como ferramenta de apoio. Com relação a prática do acolhimento, os resultados apontam falta de entendimento e planejamento. As equipes se apoiam no atendimento ao paciente com sofrimento mental, porém, a lógica do encaminhamento é prática na rotina das equipes, o que leva a tratamentos pouco efetivos e pacientes com sofrimento mental mal atendidos nas suas necessidades de saúde. O estudo identificou que a participação da família no tratamento do paciente de saúde mental ainda é incipiente.
                        ANÁLISE DAS AÇÕES DE SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO BÁSICA: A PROVOCAÇÃO DE UM ENCONTRO
                        Curso Mestrado em Saúde da Família
                        Tipo Dissertação
                        Data 23/05/2017
                        Área SAÚDE COLETIVA
                        Orientador(es)
                        • Alessandro Diogo de Carli
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Ana Carolina Ametlla Guimarães
                          Banca
                          • Alessandro Diogo de Carli
                          • Anita Guazzeli Bernardes
                          • Leila Simone Foerster Merey
                          • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
                          Resumo A necessidade de ampliação e fortalecimento da Rede de Atenção
                          Psicossocial (RAPS) esta diretamente vinculada à capacidade da Atenção Básica
                          (AB) em desenvolver um trabalho em rede, voltado também para o sofrimento
                          psíquico da população. Buscando compreender quais seriam essas ações e como o
                          fluxo de atendimento às pessoas com sofrimento psíquico se dá no Município de
                          Campo Grande, planejamos o desenvolvimento deste trabalho de pesquisa. Sendo a
                          Estratégia de Saúde da Família (ESF) o principal norteador das politicas de saúde
                          na Rede de Atenção a Saúde (RAS), sabemos que a forma como estas equipes
                          organizam o trabalham e como lidam com as diferentes demandas da população
                          impactam diretamente na estruturação das linhas de cuidado dos agravos à saúde.
                          O objetivo deste estudo foi de analisar a capacidade de resposta da rede de atenção
                          a saúde frente à demanda dos usuários portadores de transtornos mentais e/ou com
                          problemas relacionados ao consumo de álcool ou outras drogas a partir da admissão
                          destes na Rede de Urgência e Emergência (RUE). Trata-se de um estudo
                          quantitativo de intervenção, baseado em dados primários e secundários, que foi
                          realizado no município de Campo Grande (Mato Grosso do Sul), no período de
                          agosto de 2015 a janeiro de 2017. Os sujeitos da pesquisa foram os indivíduos com
                          demandas relacionadas à Saúde Mental que ingressaram na RUE deste município.
                          Foram entrevistados 98 usuários que deram entrada na RUE com demandas
                          relacionadas a algum tipo de sofrimento psíquico, os quais foram submetidos a um
                          questionário estruturado que inqueriu quais os serviços que foram acionados pelo
                          usuário antes da procura pela RUE e se houve propostas de intervenção que
                          antecederam essa demanda. Além disto, o pesquisador intermediou a
                          contrarreferência dos casos avaliados para a Atenção Básica e, transcorrido três
                          meses, constatou, por meio de dados secundários (prontuário eletrônico) quais as
                          ações haviam sido realizadas pelas equipes da AB. Com os dados obtidos na
                          pesquisa, foram realizadas oficinas com os gerentes das Unidades Básicas de
                          Saúde e da Saúde da Família para elaboração de um fluxograma de atendimento às
                          demandas de saúde mental a partir da AB. Este fluxograma foi ainda validado pelos
                          trabalhadores e usuários em seis seminários realizados em parceria com os
                          dispositivos da RAPS. Observamos que a questão norteadora deste trabalho, a qual
                          diz respeito à capacidade da Atenção Básica em responder as demandas de Saúde
                          Mental do seu território, apresentou importante fragilidade quando comparada com a
                          percentagem de usuários que passaram a ser acompanhados pelas equipes da AB.
                          Apenas 33,89% dos usuários avaliados no seguimento realizado, foram
                          acompanhados pelas equipes ao qual foram referenciados. A maioria dos usuários
                          avaliados (61,02%) já realizavam tratamento prévio para o sofrimento apresentado,
                          entretanto apenas 22,04% destes referiram abordar as questões de Saúde Mental
                          com a AB. A maioria dos usuários (54,23%) declarou não manter nenhum contato
                          com as equipes da AB. Apenas 10,17%, das pessoas procuraram outro serviço de
                          saúde antes de recorrer à RUE e somente 5,09%, destes usuários, tiveram sua
                          proposta terapêutica modificada nos últimos sete dias antecedentes; 93,22% se quer
                          estiveram em outro serviço de saúde na semana que antecede sua admissão nos
                          serviços da RUE. A regressão logística realizada para analisar a continuidade do
                          tratamento na AB, após a contrarreferência intermediada, revelou que esta
                          apresentou relação estatística significativa quando: os pacientes já realizavam
                          tratamento prévio; já haviam tido qualquer contato com a AB e se já haviam sido
                          hospitalizados anteriormente por demandas relacionadas ao sofrimento psíquico.
                          Além dos dados quantitativos, também consideramos como resultado deste estudo a
                          elaboração coletiva do fluxograma norteador da atenção em Saúde Mental na RAPS
                          de Campo Grande, fruto das oficinas e seminários, o qual passou a ser utilizado
                          como instrumento norteador das ações de saúde mental na AB. Concluiu-se que
                          existe uma grande dificuldade das equipes da AB em realizarem o atendimento para
                          os usuários com demandas relacionadas ao sofrimento psíquico e uma fragilidade
                          muito evidente na organização da rede de cuidado para o atendimento a estes
                          usuários em situações de crise e para seu seguimento. Nesse sentido, esta pesquisa
                          pode auxiliar na elaboração de novas estratégias de atuação para o atendimento
                          desta demanda, provocando através das oficinas e seminários a construção de
                          espaços de discussão e encontros necessários para o surgimento de novos arranjos
                          objetivando que a rede de cuidado amplie sua capacidade de atuação e de resposta,
                          colocando em destaque a importância e o papel da ESF.
                          Os cibermeios e a representação dos povos indígenas Kaiowá e Guaranis em Mato Grosso do Sul: Estudo de caso da retomada do território indígena Yvy Katu
                          Curso Mestrado em Comunicação
                          Tipo Dissertação
                          Data 22/05/2017
                          Área COMUNICAÇÃO
                          Orientador(es)
                          • Gerson Luiz Martins
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Everson Umada Monteiro
                            Banca
                            • Antonio Hilario Aguilera Urquiza
                            • Daniela Bertocchi
                            • Gerson Luiz Martins
                            • Katarini Giroldo Miguel
                            Resumo O estudo apresenta uma análise das notícias veiculadas em cibermeios de Mato Grosso do Sul sobre os povos indígenas Kaiowá e Guarani, em conflitos de terra com fazendeiros, pela posse do território. A análise partiu da premissa de que essas representações são realizadas sobre uma perspectiva de pensamento etnocêntrico, capitalista e colonial, que inferioriza os saberes dos indígenas e os excluem das discussões. A pesquisa também buscou compreender como as características do ciberjornalismo interferem no modo de produção e consumo das notícias veiculadas no ciberespaço. A partir do modelo teórico de narrativas sistêmicas de Bertocchi (2013) e da análise de conteúdo de Bardin (2004), analisaram-se as notícias dos cibermeios Campo Grande News e O Progresso relacionadas aos conflitos de terra ocorridos no território indígena Yvy Katu, na cidade de Japorã, sul do estado de Mato Grosso do Sul, na ocupação do território por Kaiowá e Guarani da aldeia Porto Lindo, em outubro de 2013. O território abrange 14 propriedades rurais e o fato foi foco dos noticiários locais. A análise abordou as notícias veiculadas nos cibermeios no intervalo de 14 de outubro de 2013 a 1º de fevereiro de 2014. Sobre a análise estrutural, verificou-se pouco uso das características do ciberjornalismo para descrever o fato. A análise do conteúdo demonstrou uma visão estereotipada do indígena, construída desde o início da colonização do estado e do país, e expôs a ausência de perspectivas indígenas, o que resultou na construção de narrativas pelos pontos de vista de ruralistas. Como resultado, ambos os cibermeios representaram os indígenas e seus atos como selvagens, atrasados e violentos. Palavras-chave: Ciberjornalismo. Kaiowá e Guarani. Representação. Narrativas digitais.
                            Download
                            A QUESTÃO INDÍGENA FUNDIÁRIA NO MS: INVASÃO DE TERRA, OU RESISTÊNCIA HISTÓRICA?
                            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                            Tipo Artigo Científico
                            Data 20/05/2017
                            Área ANTROPOLOGIA
                            Orientador(es)
                            • Fabio Silva Martinelli
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Rodrigo José Scatolin
                              Banca
                              • Fabio Silva Martinelli
                              • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                              • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                              Resumo A questão indígena no Estado de Mato Grosso do Sul tem apresentada, a cada ano que
                              se passa números assustadores sobre a quantidade de vítima que tem produzido, sem
                              que o conflito chegue ao fim de maneira satisfatória para todos. Essa questão envolve o
                              entendimento de que o índio não quer apenas a terra como sendo propriedade dele, mas
                              sim como sendo parte integrante de toda uma “cosmogonia” que envolve questões
                              religiosas, culturais, linguísticas, folclóricas e de identidade como um povo. Apesar
                              disso, os conflitos estão cada vez maiores fruto de um processe de ocupação de terra que
                              remonta a muitos séculos, mas, mais especificamente pela atuação do Estado brasileiro
                              que deveria agir como agente pacificador, porém age como agente desestabilizador do
                              tema. Tendo Mato Grosso do Sul a maior população indígena do país, a solução de
                              aldeamento urbano, ou rural, transformou-se em um processo segregacional de
                              “guetização” do indígena em relação à população não indígena. Este trabalho busca
                              analisar a questão fundiária indígena que envolve todos os temas acima e compreender
                              como a luta pela terra se tonou, em tese, uma luta pela preservação da identidade e da
                              ligação do índio com o seu espaço tradicional de vida. Conclui-se que, a resistência
                              apresentada pelo índio em relação à terra liga-se à negativa de anulação de seu ser, de
                              sua identidade como povo e como cultura, e não apenas como a luta pelo uso do espaço
                              territorial.
                              Educação escolar indígena específica e diferenciada
                              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                              Tipo Artigo Científico
                              Data 20/05/2017
                              Área ANTROPOLOGIA
                              Orientador(es)
                              • Fabio Silva Martinelli
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Tânia Silva de Souza
                                Banca
                                • Fabio Silva Martinelli
                                • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                                Resumo Como eixo a reflexão acerca da educação escolar indígena no Brasil e os
                                processos que configuraram a escola específica e diferenciado, vem sendo construída
                                por diversos povos indígenas do país desde a promulgação da Constituição Federal
                                (1988), marco de sua conquista pelo direito à diferença. A categoria de escola indígena
                                foi criada para garantir a aplicação desse direito a uma educação diferenciada, com
                                projeto político-pedagógico elaborado pelos próprios indígenas e professores de acordo
                                com seus modos de vida.
                                O desafio de garantir uma escola nestes termos significa concretizar a proposta de um
                                projeto de educação escolar para os povos indígenas, constituído por especificidades de
                                como trabalhar, pelo reconhecimento de suas tradições, das línguas e da memória
                                coletiva. Distante de apresentar respostas conclusivas propõe uma educação escolar,
                                coletiva e participativa, que critica e dialoga com todos os envolvidos no processo
                                educativo.
                                A LEI 11.645/08 ABORDANDO A DIVERSIDADENOS ANOS INICIAIS
                                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                Tipo Artigo Científico
                                Data 20/05/2017
                                Área ANTROPOLOGIA
                                Orientador(es)
                                • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Genilza Caceres de Souza
                                  Banca
                                  • Fabio Silva Martinelli
                                  • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                  • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                                  Resumo Este artigo fala sobre a lei 11.645/08 e como é instituída, vem com a intenção de
                                  estimular a historia e cultura dos povos indígenas nas escolas públicas e particulares. O presente
                                  trabalho trata sobre uma pesquisa de campo em uma escola da rede municipal de ensino nos
                                  anos iniciais, onde mostra a dificuldade e falta de preparo dos docentes em incluir a educação
                                  intercultural no currículo escolar. O objetivo é verificar se a lei 11.645/08 está fazendo parte do
                                  contexto escolar, dos planejamentos anuais dos professores e sendo inserido em sala de aula.
                                  Foi feita uma pesquisa de campo qualitativa com questionário, avaliando o conhecimento do
                                  docente sobre a lei e sua dificuldade em inserir a mesma em suas aulas. Conclui-se que a lei faz
                                  parte do currículo escolar e dos planejamentos anuais dos professores, porém não está sendo
                                  trabalhada com a importância que preconiza a legislação, visto a falta de preparação dos
                                  profissionais e métodos educativos sobre a lei.
                                  O ENSINO DA LÍNGUA TERENA NOS ANOS FINAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL NA ESCOLA MARCOLINO LILI - ALDEIA LAGOINHA
                                  Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                  Tipo Artigo Científico
                                  Data 20/05/2017
                                  Área ANTROPOLOGIA
                                  Orientador(es)
                                  • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Alcery Marques Gabriel
                                    Banca
                                    • Fabio Silva Martinelli
                                    • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                    • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                                    Resumo A pesquisa foi realizada na Escola Municipal Indígena Polo “Marcolino Lili”, na
                                    Aldeia Lagoinha, cujo objetivo foi discutir a pesquisa com a Língua Terena em ambiente
                                    escolar, situada no Distrito de Taunay/Ipegue, Aquidauana, Mato grosso do Sul. Trata-se de
                                    uma pesquisa bibliográfica, de caráter etnográfico, envolvendo aspectos empíricos e análise
                                    documental. Referindo-se por ser uma única comunidade indígena e uma escola a ser estudada
                                    e também a etnia do povo Terena, na qual eu pertenço e assumo com muito orgulho como
                                    indígena Terena. Foi observada diretamente em sala de aula nos anos finais do Ensino
                                    Fundamental na Aldeia Lagoinha. O estudo mostra a importância da preservação e manutenção
                                    da língua indígena, que é desenvolvido como a primeira língua para os falantes, tendo como
                                    suporte teórico os textos de Bartolomeu Meliá (1979), Ladeira (1999), Diretrizes Curriculares
                                    Nacionais, Lei e Diretrizes e Bases para a Educação Nacional (1996), Referencial Curricular
                                    Nacional para as Escolas Indígenas (1998), Regimento Escolar e Projeto Político Pedagógico
                                    da Escola Municipal Indígena Polo “Marcolino Lili” (2016). A pesquisa buscou opinião da
                                    comunidade escolar. E discutir também de que maneira o educador contribui ao ensino da
                                    língua indígena na escola, na igreja e em casa. A humanidade tem o poder de criar, transformar
                                    com facilidade os conhecimentos que vão adquirindo ao longo do tempo. E com maior
                                    facilidade de assimilar e entender os conteúdos que o educador transmite através da língua
                                    indígena, o aluno compreende melhor e um bom entendimento tendo o ensino de qualidade.
                                    VALE UNIVERSIDADE INDÍGENA: A VISÃO DOS BENEFICIÁRIOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL - UEMS
                                    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                    Tipo Artigo Científico
                                    Data 20/05/2017
                                    Área ANTROPOLOGIA
                                    Orientador(es)
                                    • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Eliana Marinho da Costa Sampaio
                                      Banca
                                      • Fabio Silva Martinelli
                                      • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                      • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                                      Resumo O presente artigo apresenta o Programa Vale Universidade Indígena (PVUI),
                                      pontuando as dificuldades vividas pelos acadêmicos em ingressar e a permanecer no
                                      Programa até a conclusão de sua graduação. Relata o processo desde a sua implantação bem
                                      como a necessidade de algumas alterações, ao longo dos anos, que foram necessárias para
                                      melhor atender os acadêmicos indígenas do Estado de Mato Grosso do Sul, que cursam o
                                      ensino superior, especificamente na Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS).
                                      Aponta a Educação como um dos direitos fundamentais desses acadêmicos, considerando a
                                      existência de um abismo entre a política vigente e a realidade das comunidades indígenas do
                                      Estado. O Programa procura pensar na especificidade de cada povo que, na sua etnografia,
                                      não acompanha os valores da sociedade envolvente, por apresentar uma lógica própria de
                                      construção social, com processos próprios de ser e de viver. A pesquisa levanta uma
                                      indagação acerca da necessidade dessa gama de leis ajustar uma legislação que esteja
                                      ancorada à realidade dos acadêmicos, como um fator de inserção desses no mercado de
                                      trabalho
                                      UM CAMINHO PARA A PREVENÇÃO AO SUICÍDIO EM ESCOLA NOS TERRITÓRIOS INDIGENAS: CAMPESTRE E CERRO MARANGATU DO MUNICÍPIO DE ANTONIO JOÃO – MS, ENQUANTO FENOMENO SOCIAL
                                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                      Tipo Artigo Científico
                                      Data 20/05/2017
                                      Área ANTROPOLOGIA
                                      Orientador(es)
                                      • Camilla de Oliveira Marné Pschisky
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Janaina Pereira Ifran
                                        Banca
                                        • Camilla de Oliveira Marné Pschisky
                                        • Mariana Pereira da Silva
                                        • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
                                        Resumo O alto índice de suicídios na população indígena da etnia Guarani e Kaiwoá, na região
                                        Sul do Estado de Mato Grosso do Sul (MS), faz necessário uma intervenção ampliada, a qual
                                        deve ser pensada com a comunidade indígena. Sendo assim em agosto de 2016 foi iniciada
                                        parcerias para aumentar o número de atores envolvidos em um processo de prevenção ao
                                        suicídio e de valorização da vida.
                                        Assim foi iniciado o projeto para os alunos da escola indígena Mbo’eroy Tupã i Arabdu
                                        Renoi nos territórios indígenas Campestre e Cerro Marangatu localizadas no município de
                                        Antônio Joao/MS, em parceria com os professores indígenas, onde foram realizadas palestras,
                                        grupos e atividades educativas com objetivo inicial tirar o tabu da palavra suicídio e trabalhar
                                        a valorização da vida. Apesar no município de Antônio João não ter uma taxa elevada de
                                        suicídio nos territórios indígenas citados, no Sistema de Informações da Atenção à Saúde
                                        Indígena – SIASI temos registros de jovens indígenas que se suicidaram no ano de 2016, sendo
                                        notificados 03 casos de suicídio e 02 tentativas de suicídio, as quais a saúde indígena não
                                        dispõe de muitos recursos para o enfrentamento dessa realidade, que se materializa na
                                        escassez de acesso políticas públicas, na disputa pelo tekora, na subsistência econômica, na
                                        perda dos modos e costumes próprios de vida, no consumo abusivo de álcool e outras drogas
                                        e também pela violência e suicídio.
                                        Muitos episódios poderiam ser evitados se os familiares, comunidade e lideranças
                                        soubessem mais sobre o que leva as pessoas a tentarem suicídio e quais são os fatores
                                        desencadeadores desse processo, formando assim uma rede de prevenção interna para redução
                                        de riscos com o envolvimento de todos os educadores.
                                        AVANÇOS NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: DA CONSTITUIÇÃO DE 1988 ATÉ AS LEIS ATUAIS
                                        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                        Tipo Artigo Científico
                                        Data 20/05/2017
                                        Área ANTROPOLOGIA
                                        Orientador(es)
                                        • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Carolina de Macedo Fardim
                                          Banca
                                          • Josimara dos Reis Santos
                                          • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                          • Thiago Moessa Alves
                                          Resumo O direito a uma Educação Escolar Indígena que valoriza as línguas e
                                          conhecimentos dos povos indígenas começou a ser almejado após os avanços que a
                                          Constituição Federal de 1988 proporcionou às sociedades indígenas. Neste trabalho realizo
                                          uma breve contextualização da trajetória da educação imposta aos índios, como se deu o
                                          processo de escolarização por meio dos jesuítas, que não levava em consideração os
                                          costumes, culturas e línguas desses povos. Há, também, uma análise da importância da
                                          Constituição Federal de 1988, pois põe fim a uma política integracionista e homogeneizadora,
                                          dando lugar a um novo cenário pautado no respeito aos conhecimentos de cada comunidade
                                          indígena. Identifico e analiso as principais leis pós-constituição no âmbito educacional, os
                                          impactos das propostas relativas aos direitos indígenas e os obstáculos encontrados. Por fim,
                                          ressalto a importância de políticas públicas que acolham os anseios dos povos indígenas e
                                          retrato os desafios e avanços na formação de professores indígenas.
                                          EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: ENFOQUE NA ESCOLA ESTADUAL YVY POTY NA RESERVA TEY’KUÊ DE CAARAPÓ/MS
                                          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                          Tipo Artigo Científico
                                          Data 20/05/2017
                                          Área ANTROPOLOGIA
                                          Orientador(es)
                                          • Josimara dos Reis Santos
                                          Coorientador(es)
                                            Orientando(s)
                                            • Ada Marcia Machado Benites
                                            Banca
                                            • Josimara dos Reis Santos
                                            • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                            • Thiago Moessa Alves
                                            Resumo Este trabalho consiste, em uma análise da Educação Escolar Indígena, cujo enfoque principal
                                            será verificar, como ocorreu o processo de implantação da educação diferenciada na Escola
                                            Yvy Poty, localizada na Reserva Tey’Kuê de Caarapó/MS. Para isto realizou-se um estudo
                                            das leis que passaram garantir a efetivação da escola indígena diferenciada, o intuito é refletir
                                            e discutir sobre a diversidade cultural numa perspectiva educacional. Primeiramente buscouse
                                            recuperar um pouco da trajetória histórica dos Guarani e Kaiowá em Mato Grosso do Sul,
                                            no qual utilizou-se principalmente de autores como: Meliá(1976), Vietta(1998) e Brand
                                            (1997), em seguida enfatiza-se os desdobramentos legais que passaram a garantir a efetivação
                                            da escola indígena diferenciada, no qual destaca-se a Constituição Federal de 1988 e a Lei de
                                            Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN/LDB), além dos movimentos indígenas
                                            que foram importantes para a realização e continuidade desse processo, após isto, realizou-se
                                            uma pesquisa de campo na reserva Tey’Kuê, para verificar qual a visão dos profissionais
                                            indígenas que atuam na área de educação na Escola Estadual Yvy Poty.
                                            OS MITOS E LENDAS: COSMOLOGIA DOS GUARANI E KAIOWÁ DA TE’ YIKUÊ – MUNICÍPIO DE CAARAPÓ – MS
                                            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                            Tipo Artigo Científico
                                            Data 20/05/2017
                                            Área ANTROPOLOGIA
                                            Orientador(es)
                                            • Josimara dos Reis Santos
                                            Coorientador(es)
                                              Orientando(s)
                                              • Luciana Machado Benites
                                              Banca
                                              • Josimara dos Reis Santos
                                              • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                              • Thiago Moessa Alves
                                              Resumo Este artigo busca retratar os mitos, contos e lendas que compõem a cosmologia dos
                                              Guarani/Kaiowá da aldeia Te’ Yikuê localizada no município de Caarapó – MS. Para isso
                                              realizou-se uma análise bibliográfica que versa sobre o assunto, no qual textos de Schaden
                                              (1974), Meliá (1976), Brand (2001), Pereira (2004), Cavalcante (2013), Careagá (2013),
                                              foram fundamentais, além disso, os mesmos permitiram uma breve apresentação a respeito de
                                              quem são os Guarani e Kaiowá, em seguida verificou-se in loco, quais mitos e lendas estavam
                                              presentes na cosmologia dos Guarani e Kaiowá de Te’yikue, ao ir a campo, algumas técnicas
                                              foram utilizadas, como a observação dos fatos, realizadas mediante o olhar. Outro recurso
                                              empregado foi à realização de desenhos a cerca dos seres místicos que apareciam nos mitos e
                                              lendas. Ouviu-se as histórias, contadas pelos Guarani e Kaiowá, que preservam a oralidade,
                                              elemento central entre estes povos, após colhidas as informações fez-se o exercício de
                                              escrever, no qual as entrevistas e narrações dos moradores passaram por um processo de
                                              interpretação, a fim de perceber quais crenças os Guarani e Kaiowá consideravam
                                              fundamental transmitir aos jovens, ainda em campo promoveu-se um debate e pesquisou-se
                                              com os jovens o grau de importância que eles atribuem as crenças, para a formação dos
                                              mesmos enquanto pessoa.
                                              Página 584 de 1.339 (20 de 26.773 registros).