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VULNERABILIDADE COMO ESTRATÉGIA: poder, precariedade e decisão no sistema internacional
Curso Especialização em Direito Internacional
Tipo Trabalho Final de Curso
Data 19/02/2026
Área DIREITO
Orientador(es)
  • Devanildo Braz da Silva
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Inara Arruda Velasco
    Banca
    • Devanildo Braz da Silva
    • Sandro Fabian Francilio Dornelles
    • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
    Resumo Este artigo analisa a vulnerabilidade social como elemento estratégico nas
    dinâmicas de poder do sistema internacional para além de uma condição a ser
    mitigada por meio de políticas humanitárias. Argumenta-se que a vulnerabilidade
    social é politicamente produzida e instrumentalizada por Estados, influenciando
    processos de tomada de decisão estratégica. Para tanto, o trabalho mobilizou os
    conceitos de vulnerabilidade e precariedade, conforme propostos por Judith Butler, ao
    lado de algumas vertentes teóricas das Relações Internacionais. Metodologicamente,
    a pesquisa baseou-se em revisão bibliográfica, análise de documentos e estudos de
    caso a partir dos anos 2000, período marcado por crises globais que evidenciaram a
    centralidade da vulnerabilidade social. A análise demonstra que, especialmente no
    contexto da “Guerra ao Terror” e das intervenções lideradas pelos Estados Unidos, a
    vulnerabilidade foi utilizada como narrativa legitimadora de ações estratégicas,
    produzindo efeitos assimétricos sobre populações e Estados. Conclui-se que
    compreender a vulnerabilidade social como variável estratégica contribui para uma
    leitura mais crítica das relações de poder no sistema internacional contemporâneo.
    ROTA DE INTEGRACAO LATINO-AMERICANA (RILA): POVOS INDÍGENAS E O DIREITO A LIVRE CIRCULAÇÃO, MOBILIDADE E PROTEÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL
    Curso Especialização em Direito Internacional
    Tipo Trabalho Final de Curso
    Data 19/02/2026
    Área DIREITO
    Orientador(es)
    • Devanildo Braz da Silva
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Maria Elda Mendonça Dutra
      Banca
      • Devanildo Braz da Silva
      • Natalia Pompeu
      • Sandro Fabian Francilio Dornelles
      Resumo A análise jurídica da mobilidade indígena na América Latina demanda, imprescindivelmente,
      uma contextualização histórica, visto que a supressão da territorialidade política ancestral e
      das cosmovisões originárias pelos colonizadores resultou em um processo contínuo de
      desterritorialização. A violação dos direitos dos povos autóctones promoveu sua invisibilidade
      e discriminação sistêmica. Hodiernamente, iniciativas como a Integração da Infraestrutura
      Regional Sul-Americana (IIRSA) e a Rota de Integração Latino-Americana (RILA) instituem
      espaços físicos de passagem para favorecer fluxos de mercadorias e pessoas. Contudo, ao
      longo deste trajeto, identifica-se a presença de inúmeras etnias que habitavam a região
      preteritamente à constituição das fronteiras nacionais. Considerando que a mobilidade no
      território ancestral é vital para a salvaguarda da herança cultural e identidade étnica desses
      povos, este estudo analisa, sob a ótica do Direito Internacional dos Direitos Humanos, do
      Direito da Mobilidade Humana e das normativas do MERCOSUL, os instrumentos que
      resguardam o direito à livre circulação. Conclui-se que há uma tensão entre a soberania estatal
      e os direitos originários, exigindo uma reinterpretação das fronteiras.
      A DESTRUIÇÃO DA MEMÓRIA COMO ESTRATÉGIA: VIOLÊNCIA CULTURAL INSTRUMENTALIZADA E ATAQUES SIMBÓLICOS AO PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE
      Curso Especialização em Direito Internacional
      Tipo Trabalho Final de Curso
      Data 19/02/2026
      Área DIREITO
      Orientador(es)
      • Devanildo Braz da Silva
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Hanyel Loango Ribeiro
        Banca
        • Devanildo Braz da Silva
        • Natalia Pompeu
        • Sandro Fabian Francilio Dornelles
        Resumo A destruição deliberada do patrimônio cultural constitui uma das formas mais
        sofisticadas de violência cultural instrumentalizada no cenário internacional
        contemporâneo. Tal prática não incide apenas sobre bens materiais, mas afeta
        diretamente a memória coletiva, a identidade histórica e os processos simbólicos de
        transmissão cultural da humanidade. O artigo analisa atentados contemporâneos
        dirigidos contra museus e instituições de memória à luz do direito humano coletivo e
        intergeracional ao patrimônio cultural da humanidade. Esse direito é compreendido
        como bem jurídico dotado de relevância erga omnes. Sustenta-se que tais atentados
        não configuram meros danos patrimoniais, atos isolados de vandalismo ou efeitos
        colaterais inevitáveis. Ao contrário, constituem estratégias deliberadas de coerção
        simbólica, apagamento histórico e negação identitária. O estudo adota como eixo
        normativo central o Direito Internacional Humanitário e o Direito Internacional do
        Patrimônio Cultural. O Direito Internacional dos Direitos Humanos e o Direito
        Internacional Penal são mobilizados de forma complementar e interpretativa.
        Metodologicamente, emprega-se abordagem jurídico-dogmática, de natureza
        qualitativa e interpretativa. A análise fundamenta-se em fontes normativas,
        doutrinárias e jurisprudenciais, com destaque para o Pacto Roerich de 1935, a
        Convenção da Haia de 1954 e seu Segundo Protocolo, bem como para a
        jurisprudência internacional relevante. Conclui-se que, embora o regime jurídico
        internacional de proteção cultural tenha alcançado significativo grau de consolidação
        normativa, persistem limites estruturais relevantes. Tais limites afetam a prevenção, a
        repressão e a responsabilização da destruição estratégica da memória, sobretudo diante de manifestações contemporâneas de violência simbólica que extrapolam os
        modelos clássicos de conflito armado.
        ENTRE FRONTEIRAS E DIREITOS: contrabando de migrantes à luz do Direito Internacional dos Direitos Humanos e a experiência brasileira
        Curso Especialização em Direito Internacional
        Tipo Trabalho Final de Curso
        Data 18/02/2026
        Área DIREITO
        Orientador(es)
        • Isabelle Dias Carneiro Santos
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Cleide Nascimento da Cunha
          Banca
          • Francisco Ilidio Ferreira Rocha
          • Isabelle Dias Carneiro Santos
          • Jose Paulo Gutierrez
          Resumo O presente artigo analisa o fenômeno do contrabando de migrantes à luz do Direito
          Internacional dos Direitos Humanos, tomando a experiência brasileira como recorte
          empírico para a compreensão dos limites e das possibilidades de proteção jurídica em
          contextos de mobilidade humana irregular. Parte-se da constatação de que a
          intensificação dos fluxos migratórios contemporâneos, impulsionada por conflitos
          armados, desigualdades socioeconômicas e ausência de canais regulares de
          deslocamento, tem ampliado a vulnerabilidade de indivíduos submetidos a redes
          clandestinas de migração, expondo-os a graves riscos à vida, à integridade física e à
          dignidade humana. Nesse contexto, investiga-se em que medida os marcos
          normativos nacionais e internacionais têm sido capazes de assegurar proteção efetiva
          aos migrantes contrabandeados, frequentemente tratados sob uma ótica securitária e
          repressiva. A metodologia adotada é qualitativa, de caráter exploratório e analítico,
          baseada em revisão bibliográfica e análise documental de tratados internacionais,
          legislação brasileira e reportagens jornalísticas. Como resultado, verifica-se a
          existência de uma tensão estrutural entre soberania estatal e universalidade dos
          direitos humanos, evidenciando-se que, embora o ordenamento jurídico brasileiro
          contenha dispositivos protetivos relevantes, persistem lacunas institucionais que
          contribuem para a invisibilização e criminalização do migrante contrabandeado.
          Conclui-se pela necessidade de superação de abordagens exclusivamente
          repressivas, com fortalecimento de políticas públicas orientadas pela centralidade da
          dignidade humana.
          COORDENAÇÃO OU INTEGRAÇÃO TRIBUTÁRIA ENTRE OS PAÍSES DO CORREDOR BIOCEÂNICO DE CAPRICÓRNIO
          Curso Especialização em Direito Internacional
          Tipo Trabalho Final de Curso
          Data 12/02/2026
          Área DIREITO
          Orientador(es)
          • Devanildo Braz da Silva
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Sandra da Silva Valle
            Banca
            • Devanildo Braz da Silva
            • Sandro Fabian Francilio Dornelles
            • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
            Resumo O presente estudo é desenvolvido com o propósito de analisar em que medida a coordenaçãotributária, e em menor grau a integração fiscal entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile, pode favorecer a efetividade comercial do Corredor Bioceânico de Capricórnio, com especial atenção aos impactos fiscais e aduaneiros sobre a competitividade regional. A natureza da pesquisa équalitativa, com emprego do método jurídico-comparado, aplicado à análise dos sistemas tributários e aduaneiros dos quatro países, com referência a modelos internacionais de harmonização fiscal adotados em corredores logísticos e blocos regionais. A pesquisa fundamentase em fontes legislativas e normativas, tratados e acordos internacionais, relatórios institucionais de organismos nacionais e internacionais, literatura jurídica e econômica, bem como reportagens jornalísticas, estas utilizadas de forma complementar, para contextualização empírica. A pesquisa identifica assimetrias estruturais relevantes, especialmente relacionadas ao IVA, regimes especiais, obrigações acessórias e ausência de instâncias supranacionais capazes de uniformizar procedimentos, o que revela a inviabilidade, no cenário atual, de uma integração tributária plena. Os resultados indicam, contudo, que mecanismos de coordenação mínima, como reconhecimento mútuo de regimes, convergência regulatória, simplificação procedimental e medidas de neutralidade fiscal mostram-se juridicamente exequíveis e politicamente aceitáveis, permitindo reduzir custos de conformidade, ampliar a segurança jurídica e fortalecer a competitividade do Estado de Mato Grosso do Sul. Conclui-se que a coordenação tributária constitui a alternativa maisrealista e eficiente para a consolidação do Corredor Bioceânico de Capricórnio, configurando etapa intermediária indispensável para futuras iniciativas de integração fiscal mais profunda.
            A NORMA INTERNACIONAL E AS TEORIAS DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: OS REFLEXOS NA CONSTRUÇÃO JURÍDICO-NORMATIVA DO DIREITO INTERNACIONAL
            Curso Especialização em Direito Internacional
            Tipo Trabalho Final de Curso
            Data 12/02/2026
            Área DIREITO
            Orientador(es)
            • Gustavo Santiago Torrecilha Cancio
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Marcella Maria Ferreira Coltri
              Banca
              • Aldo Almeida Nunes Filho
              • Francisco Ilidio Ferreira Rocha
              • Gustavo Santiago Torrecilha Cancio
              Resumo O presente trabalho tem por objetivo analisar de forma comparativa as teorias das relações
              internacionais, a fim de compreender a relação entre Estado e Direito Internacional, suas
              implicações e efeitos sobre a estrutura jurídica, normas e instituições internacionais. Adotou-se
              como procedimento de pesquisa a pesquisa bibliográfica e documental, de doutrinas, artigos,
              documentos e pareceres institucionais, o método dedutivo, em uma pesquisa do tipo descritivo.
              Como resultado, as teorias das relações internacionais demonstraram que a dinâmica relacional
              internacional e sua natureza influem diretamente na estrutura jurídico-normativa do Direito
              Internacional, suas instituições e respostas e nos comportamentos dos Estados e, para que a
              norma internacional seja respeitada, é preciso considerar, em análise, seus aspectos
              constitutivos (vinculação, precisão e delegação) e políticos.
              DIREITOS HUMANOS: E A PROTEÇÃO INTERNACIONAL DE MULHERES REFUGIADAS EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DE GÊNERO
              Curso Especialização em Direito Internacional
              Tipo Trabalho Final de Curso
              Data 11/02/2026
              Área DIREITO
              Orientador(es)
              • Natalia Pompeu
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Delice Sabina de Oliveira Camara
                Banca
                • Cesar Augusto Silva da Silva
                • Natalia Pompeu
                • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                Resumo Este estudo analisa a relação entre os Direitos Humanos e a proteção internacional de mulheres refugiadas em situações de violência de gênero, com a análise da complexa vulnerabilidade enfrentada e os desafios associados à efetivação de seus direitos fundamentais. Definiu-se como objetivo geral, examinar os mecanismos internacionais de proteção que atendem às necessidades específicas dessas mulheres, com a devida identificação dos instrumentos normativos, bem como o papel desempenhado pelos organismos internacionais, por exemplo, o ACNUR e a ONU Mulheres, bem como as barreiras que dificultam a implementação das garantias previstas. Para atingir esse objetivo, optou-se por adotar uma metodologia qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, baseada em análises bibliográficas e documentais, reunindo tratados internacionais, relatórios institucionais, literatura especializada e relatos de vítimas. Com essa abordagem foi possívelmapear tanto os avanços quanto as limitações existentes na proteção das mulheres refugiadas, destacando a deficiência nos sistemas nacionais e internacionais de acolhimento. Conclui-se que, embora a violência de gênero tenha sido reconhecida como fundamento legítimo para a concessão de refúgio, a efetividade das normas ainda enfrenta restrições, decorrentes de fragilidades estruturais, barreiras culturais e limitações políticas e jurídicas. Diante disso, entende-se que é necessário fortalecer a cooperação internacional e promover políticas públicas sensíveis ao gênero, bem como construir mecanismos de acolhimento mais inclusivos, humanizados e eficazes, capazes de garantir às mulheres refugiadas a proteção integral e a reconstrução de suas vidas com dignidade e segurança.
                INTEGRAÇÃO LABORAL E PROMOÇÃO DO TRABALHO DECENTE PARA REFUGIADOS NO BRASIL: A OPERAÇÃO ACOLHIDA À LUZ DOS OBJETIVOS DA AGENDA 2030
                Curso Especialização em Direito Internacional
                Tipo Trabalho Final de Curso
                Data 11/02/2026
                Área DIREITO
                Orientador(es)
                • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Beatriz Carvalho Lourençoni
                  Banca
                  • Fernando Lopes Nogueira
                  • Natalia Pompeu
                  • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                  Resumo
                  A ROTA BIOCEÂNICA E O COMÉRCIO INTERNACIONAL: UMA ANÁLISE DOS IMPACTOS ECONÔMICOS E JURÍDICOS EM MATO GROSSO DO SUL
                  Curso Especialização em Direito Internacional
                  Tipo Trabalho Final de Curso
                  Data 11/02/2026
                  Área DIREITO
                  Orientador(es)
                  • Natalia Pompeu
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Jane Cristiane de Oliveira Yamaguchi
                    Banca
                    • Fernando Lopes Nogueira
                    • Natalia Pompeu
                    • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                    Resumo
                    RACIONALIDADE PROBATÓRIA, PERSPECTIVA DE GÊNERO E SISTEMA INTERAMERICANO DE DIREITOS HUMANOS: o Protocolo do CNJ e um modelo avaliativo teórico-normativo de governança judicial.
                    Curso Especialização em Direito Internacional
                    Tipo Artigo Científico
                    Data 10/02/2026
                    Área DIREITO
                    Orientador(es)
                    • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Elvis de Assis Amaral
                      Banca
                      • Fernando Lopes Nogueira
                      • Natalia Pompeu
                      • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                      Resumo O artigo analisa a incorporação dos standards probatórios do Sistema
                      Interamericano de Direitos Humanos na prática judicial brasileira a partir do
                      Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de
                      Justiça. Sustenta-se que a efetividade do Protocolo depende da reconfiguração da
                      racionalidade probatória, com superação do mito da neutralidade judicial e adoção
                      de uma imparcialidade substancial compatível com a devida diligência reforçada. A
                      partir do diálogo com a jurisprudência da Corte Interamericana e com teorias
                      contemporâneas da justiça, do reconhecimento e da prova, o estudo propõe um
                      modelo avaliativo teórico-normativo de governança judicial, voltado à aferição
                      qualitativa da conformidade epistêmica das decisões judiciais com perspectiva de
                      gênero. Conclui-se que o Protocolo do CNJ opera como instrumento de
                      reorganização epistêmica da atividade jurisdicional, cuja consolidação exige critérios
                      normativos estáveis de avaliação e accountability.
                      Migração no Estado do Mato Grosso do Sul à Luz do Direito do Trabalho e dos Direitos Humanos
                      Curso Especialização em Direito Internacional
                      Tipo Trabalho Final de Curso
                      Data 10/02/2026
                      Área DIREITO
                      Orientador(es)
                      • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Luana Curvo Santos
                        • Daniel Burigato Costa Filho
                        Banca
                        • Fernando Lopes Nogueira
                        • Natalia Pompeu
                        • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                        Resumo O artigo analisa a migração laboral no Brasil e no Estado do Mato Grosso do Sul (MS),
                        sob o enfoque dos direitos humanos, principalmente do direito fundamental ao trabalho
                        apresentando análise dos imigrantes, sua ocupação profissional, os desafios de acesso
                        aos direitos humanos e ao emprego no MS. A fronteira do Estado do MS contém uma
                        população miscigenada, diversidade cultural, que deveria conviver com base na
                        cooperação entre os povos, visando a erradicação do preconceito, xenofobia, racismo,
                        diminuição das desigualdades, mas ainda há dificuldades estruturais. O Estado tem o
                        desafio de garantir os direitos fundamentais dos migrantes e seu acesso ao trabalho,
                        fornecendo o mínimo existencial para dignidade, em contrapartida a reserva do possível
                        e as dificuldades estruturais nacionais existentes; também deve promover integração
                        social, junto com a sociedade civil organizada, oferecendo oportunidades, combatendo a
                        intolerância. A metodologia de pesquisa é a pesquisa bibliográfica, dedutiva, com
                        análise documental, normativa e doutrinária. Conclui-se que mesmo havendo ampla
                        proteção jurídica, assegurando igualdade de direitos entre trabalhadores nacionais e
                        migrantes, ainda há desafios a sere
                        INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E CULTURAL: a Hallyu (onda coreana) no contexto das negociações Mercosul – Coréia do Sul
                        Curso Especialização em Direito Internacional
                        Tipo Trabalho Final de Curso
                        Data 10/02/2026
                        Área DIREITO
                        Orientador(es)
                        • Devanildo Braz da Silva
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Bruna Geandra Sales
                          Banca
                          • Devanildo Braz da Silva
                          • Isabelle Dias Carneiro Santos
                          • Sandro Fabian Francilio Dornelles
                          Resumo O presente estudo examina criticamente as potenciais repercussões jurídicas e
                          econômicas do Acordo de Livre Comércio em negociação entre o Mercosul e a Coreia
                          do Sul, com ênfase na circulação internacional de bens e serviços associados à
                          Hallyu, fenômeno cultural que se consolidou como vetor de soft power e ativo
                          econômico estratégico da República da Coreia do Sul. A pesquisa parte do
                          reconhecimento de que, embora o Direito do Comércio Internacional concentre
                          historicamente sua análise nos fluxos de produtos agrícolas e industriais, a crescente
                          internacionalização de bens culturais demanda atenção renovada quanto à aplicação
                          de normas tarifárias e não tarifárias, à disciplina de medidas sanitárias e
                          fitossanitárias, à harmonização regulatória e à proteção da propriedade intelectual.
                          Formula-se, assim, a problemática de investigar em que medida a formalização do
                          referido acordo pode contribuir para a integração econômica e cultural entre as partes,
                          potencializando o intercâmbio econômico-cultural mediante a circulação de produtos
                          vinculados à Hallyu no Mercosul. Para tanto, adota-se metodologia qualitativa, de
                          caráter bibliográfico e documental, baseada em literatura especializada, relatórios
                          técnicos de organismos governamentais e estudos de impacto econômico, a exemplo
                          da Secretaria de Comércio Exterior e do Ministério da Agricultura. A relevância
                          acadêmica e prática do trabalho decorre da proposta de articular dimensões jurídicas,
                          econômicas e culturais sob a ótica normativa do comércio internacional, preenchendo
                          lacuna existente na literatura ao situar produtos culturais como objeto legítimo de
                          regulação e de circulação no mercado global.
                          Agenda Ambiental do Mercosul como instrumento de desenvolvimento sustentável e integração regional
                          Curso Especialização em Direito Internacional
                          Tipo Trabalho Final de Curso
                          Data 10/02/2026
                          Área DIREITO
                          Orientador(es)
                          • Natalia Pompeu
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Beatriz Rocha Rodrigues Peruca
                            Banca
                            • Fernando Lopes Nogueira
                            • Natalia Pompeu
                            • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                            Resumo O presente artigo analisa a relação entre o processo de integração regional, o
                            desenvolvimento econômico sustentável e a consolidação de uma agenda ambiental no
                            âmbito de blocos econômicos, com ênfase no Mercado Comum do Sul (Mercosul). Partese da premissa de que a incorporação de políticas ambientais coordenadas no plano
                            regional pode contribuir simultaneamente para a proteção do meio ambiente, o
                            fortalecimento institucional do bloco e a promoção do desenvolvimento econômico
                            sustentável. Tem por objetivo a análise dos benefícios e desafios relacionados à
                            harmonização das legislações ambientais dos Estados-partes, à cooperação regional e
                            à transição para uma economia verde, destacando seus impactos sobre a integração
                            regional. Foi utilizado o método qualitativo, de natureza descritivo-analítica, com base
                            em revisão bibliográfica e documental, utilizando-se tratados e normas firmados no
                            âmbito do Mercosul, legislação constitucional brasileira, estudos acadêmicos
                            especializados e documentos oficiais. Conclui-se que o comprometimento com uma
                            agenda ambiental coordenada entre os países-membros apresenta relevante potencial
                            para impulsionar o crescimento econômico regional, diversificar cadeias produtivas e
                            fortalecer o processo de integração, contribuindo para a consolidação do Mercosul
                            enquanto espaço de cooperação sustentável.
                            INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS E DEMOCRACIA PARITÁRIA: A Recomendação Geral nº 40 da CEDAW ao Estado Brasileiro
                            Curso Especialização em Direito Internacional
                            Tipo Trabalho Final de Curso
                            Data 10/02/2026
                            Área DIREITO
                            Orientador(es)
                            • Natalia Pompeu
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Keyla Ventorim Moura
                              • Luciano Barbosa de Campos
                              Banca
                              • Fernando Lopes Nogueira
                              • Natalia Pompeu
                              • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                              Resumo O presente artigo aborda o conteúdo e os desdobramentos da Recomendação Geral nº
                              40 do Comitê da Convention on the Elimination of all forms of Descrimination Against
                              Women (CEDAW), que reforça a necessidade de assegurar representação igual,
                              inclusiva e paritária das mulheres nos espaços de decisão política. O objetivo da
                              pesquisa é analisar a contribuição da Recomendação Geral nº 40 na consolidação da
                              democracia paritária, ao orientar os Estados signatários na adoção de medidas
                              concretas de equidade de gênero. Examina-se, ainda, a forma como o Estado brasileiro
                              tem respondido às recomendações do Comitê, evidenciando avanços normativos e
                              institucionais, mas também persistentes lacunas na efetivação da participação política
                              feminina. O estudo fundamenta-se em abordagem qualitativa e analítico-descritiva, com
                              base em revisão bibliográfica e documental, especificamente as Observações Finais
                              sobre o oitavo e o nono relatórios periódicos combinados do Brasil, documento voltado
                              especificamente à situação brasileira, emitido pelo Comitê Internacional para a
                              Eliminação da Discriminação contra as Mulheres, bem como as plataformas e base
                              normativa da Organização das Nações Unidas (ONU). Conclui-se que a
                              Recomendação nº 40 da CEDAW representa um marco normativo e político
                              extremamente relevante para o fortalecimento da democracia substantiva e o
                              aprimoramento das políticas públicas voltadas à igualdade de gênero na esfera política,
                              na medida em que estabelece parâmetros objetivos para a adoção de mecanismos de
                              paridade, impõe aos Estados a obrigação de enfrentar barreiras estruturais que limitam
                              a participação feminina e reforça a necessidade de medidas afirmativas permanentes e
                              estruturantes.
                              A PROTEÇÃO DA INFÂNCIA MIGRANTE: A GARANTIA DE DIREITOS FUNDAMENTAIS À CRIANÇAS REFUGIADAS NO BRASIL
                              Curso Especialização em Direito Internacional
                              Tipo Trabalho Final de Curso
                              Data 10/02/2026
                              Área DIREITO
                              Orientador(es)
                              • Devanildo Braz da Silva
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Cicero Gabriel dos Santos
                                Banca
                                • Devanildo Braz da Silva
                                • Isabelle Dias Carneiro Santos
                                • Sandro Fabian Francilio Dornelles
                                Resumo O presente artigo tem como objetivo analisar a proteção da infância migrante no
                                contexto brasileiro, com foco na garantia dos direitos fundamentais das crianças
                                refugiadas. A partir de uma abordagem jurídico-social, busca-se compreender
                                como o Estado brasileiro assegura, ou falha em assegurar, o cumprimento dos
                                princípios da dignidade humana, da proteção integral e do melhor interesse da
                                criança, e de direitos previstos na Constituição Federal de 1988, no Estatuto da
                                Criança e do Adolescente (ECA) e na Convenção sobre os Direitos da Criança.
                                O estudo analisa os desafios enfrentados por crianças em situação de refúgio,
                                como barreiras linguísticas, discriminação, ausência de documentação e
                                dificuldades de acesso à educação, saúde e assistência social. Analisa-se
                                também o papel das políticas públicas no acolhimento e integração dessas
                                crianças, especialmente frente ao aumento dos fluxos migratórios recentes.
                                Conclui-se que, embora o Brasil disponha de um arcabouço jurídico avançado,
                                ainda há lacunas na efetivação prática dos direitos das crianças refugiadas,
                                exigindo maior articulação entre órgãos governamentais, sociedade civil e
                                comunidade internacional para garantir uma proteção efetiva e humanizada à
                                infância migrante.
                                MENINAS EM DESLOCAMENTO: DESAFIOS E POLÍTICAS DE ACOLHIMENTO ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES VENEZUELANAS DESACOMPANHADAS NO BRASIL
                                Curso Especialização em Direito Internacional
                                Tipo Trabalho Final de Curso
                                Data 10/02/2026
                                Área DIREITO
                                Orientador(es)
                                • Isabelle Dias Carneiro Santos
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Kedma Helem de Figueiredo Teixeira
                                  Banca
                                  • Claudia Regina de Oliveira Magalhães da Silva Loureiro
                                  • Isabelle Dias Carneiro Santos
                                  • Maurinice Evaristo Wenceslau
                                  Resumo
                                  NEOLIBERALISMO VERSUS AGENDA AMBIENTAL INTERNACIONAL: É possível assegurar a preponderância do ser humano sobre o lucro?
                                  Curso Especialização em Direito Internacional
                                  Tipo Trabalho Final de Curso
                                  Data 09/02/2026
                                  Área DIREITO
                                  Orientador(es)
                                  • Fernando Lopes Nogueira
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Vítor Manoel Bonfim Silva
                                    Banca
                                    • Fernando Lopes Nogueira
                                    • Natalia Pompeu
                                    • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                                    Resumo O presente artigo objetiva analisar a correlação existente entre a ascensão do
                                    discurso neoliberal enquanto racionalidade na ordem geopolítica global e a
                                    possível dificuldade em se consolidar normas de ordem internacional voltadas à
                                    preservação do meio ambiente. Dessa forma, a metodologia utilizada é a
                                    abordagem qualitativa com viés dedutivo, caracterizando-se enquanto pesquisa
                                    de cunho bibliográfico. Como resultados da pesquisa, foi possível observar que
                                    a consagração do ideário neoliberal ajuda a relativizar a discussão sobre a
                                    necessidade de formação de uma agenda ambiental internacional, na medida
                                    em que países e setores empresariais condicionam a adesão de práticas
                                    sustentáveis à impossibilidade de redução de lucros, utilizando-se, para tanto,
                                    de justificativas e práticas mercadológicas que obstam a preservação do planeta
                                    ao criar mecanismos jurídicos sujeitos a constantes revisões.
                                    FRONTEIRA MÉXICO - ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA: desafios da imigração ilegal, segurança e soberania estatal
                                    Curso Especialização em Direito Internacional
                                    Tipo Monografia
                                    Data 09/02/2026
                                    Área DIREITO
                                    Orientador(es)
                                    • Fernando Lopes Nogueira
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Naiara Biasi Turchiello
                                      Banca
                                      • Fernando Lopes Nogueira
                                      • Natalia Pompeu
                                      • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                                      Resumo O estudo abordará o complexo fenômeno da imigração ilegal, nos Estados Unidos da
                                      América, de migrantes oriundos das Américas do Sul, Central e do México. A pesquisa
                                      investigará as causas de atração e de expulsão que impulsionam essas pessoas a emigrarem de
                                      seus países com a finalidade de ingressar nos Estados Unidos da América através do muro
                                      fronteiriço com o México. Além disso, serão estudadas as políticas públicas de imigração dos
                                      Estados Unidos da América, as legislações norte-americanas que disciplinam a entrada,
                                      permanência e regularização dos migrantes, buscando identificar lacunas e inconsistências
                                      que contribuem para a vulnerabilidade desses indivíduos. O estudo abordará o conceito de
                                      tráfico de pessoas, sua implicação para a segurança nacional e os desafios para a aplicação da
                                      lei. A metodologia empregada combina revisão bibliográfica, análise de legislação e de dados
                                      demográficos. Ao final, serão apresentadas possíveis soluções para a problemática da
                                      imigração ilegal nos Estados Unidos da América, sob o viés do Direito Internacional
                                      Humanitário, visto o conflito existente entre direito humano de migrar e soberania estatal.
                                      Palavras-chave: Imigração ilegal. Américas. Fronteira. Direito internacional humanitário.
                                      Vulnerabilidade.
                                      GESTÃO DE VÍTIMAS DO TRÁFICO HUMANO EM PAÍSES MEMBROS FUNDADORES DO MERCOSUL APÓS A RATIFICAÇÃO DO PROTOCOLO DE PALERMO
                                      Curso Especialização em Direito Internacional
                                      Tipo Trabalho Final de Curso
                                      Data 09/02/2026
                                      Área DIREITO
                                      Orientador(es)
                                      • Fernando Lopes Nogueira
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Isa Rachel Carolina de Oliveira
                                        Banca
                                        • Fernando Lopes Nogueira
                                        • Natalia Pompeu
                                        • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
                                        Resumo O presente trabalho está dedicado ao estudo dos instrumentos jurídicos e das ações
                                        de proteção aos direitos fundamentais das vítimas do tráfico humano; adotados após
                                        a ratificação do Protocolo de Palermo por parte dos Países Membros Fundadores do
                                        MERCOSUL; Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, considerando sua relevância
                                        como instrumento de base no enfrentamento ao tráfico de pessoas; a metodologia
                                        utilizada baseou-se no levantamento documental, bibliográfico, exploratório e
                                        qualitativo de fontes especializadas, legislações internacionais, regionais e
                                        nacionais, relatórios de órgãos oficiais, instituições não governamentais e tratados;
                                        publicados entre 2000 e 2025; resultados demonstram que a pesar da legislação e
                                        das ações efetuadas por cada um dos países, ainda há necessidade de melhorias
                                        no referente à capacidade de articular e coordenar respostas e fortalecer fluxos de
                                        informação interinstitucional; conclui-se que é necessário adotar uma abordagem
                                        estratégica, integral, multila
                                        LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CONTROLE INFORMACIONAL EM CONFLITOS POLÍTICOS INTERNACIONAIS: O PAPEL DAS REDES SOCIAIS SOB A ÓTICA DOS DIREITOS HUMANOS
                                        Curso Especialização em Direito Internacional
                                        Tipo Trabalho Final de Curso
                                        Data 06/02/2026
                                        Área DIREITO
                                        Orientador(es)
                                        • Isabelle Dias Carneiro Santos
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Mariana Comparim de Campos Belo
                                          Banca
                                          • Isabelle Dias Carneiro Santos
                                          • Jose Paulo Gutierrez
                                          • Maurinice Evaristo Wenceslau
                                          Resumo O presente artigo tem como objetivo analisar o impacto das redes sociais no exercício e na
                                          proteção dos direitos humanos, especialmente no que se refere à liberdade de expressão no
                                          contexto contemporâneo, à luz do Direito Internacional dos Direitos Humanos. Parte-se da
                                          compreensão das plataformas digitais como novas esferas públicas de debate, nas quais
                                          empresas privadas exercem crescente poder sobre a regulação do discurso, influenciando
                                          direitos essenciais como a liberdade de expressão, a dignidade da pessoa humana, a vida privada
                                          e o acesso à informação. Nesse sentido, o estudo propõe uma reflexão crítica acerca dos limites
                                          da autorregulação das plataformas digitais, do controle informacional e das tensões existentes
                                          entre soberania estatal, interesses econômicos e a proteção dos direitos humanos, considerando
                                          suas repercussões no plano internacional. Metodologicamente, adota-se uma abordagem
                                          qualitativa, baseada em pesquisa bibliográfica e documental, complementada pela análise de
                                          exemplo empírico extraído de conflitos políticos internacionais recentes, utilizado para ilustrar,
                                          de forma concreta, o uso estratégico das redes sociais em contextos de disputa entre Estados. A
                                          análise documental envolve o exame de tratados e convenções internacionais de direitos
                                          humanos, legislações nacionais pertinentes, bem como das políticas de moderação e regulação
                                          dos meios informacionais, adotando-se o método dedutivo e uma abordagem analítica. Ao
                                          longo do artigo, examinam-se os desafios impostos pela concentração de poder nas redes
                                          sociais, pela moderação privada de conteúdos e pela seletividade na aplicação de normas
                                          internacionais, evidenciando riscos à universalidade dos direitos humanos no ambiente digital.
                                          Conclui-se que a insuficiência dos modelos atuais de regulação e a fragilidade das políticas
                                          públicas voltadas à governança digital comprometem a efetiva proteção desses direitos,
                                          tornando necessária a construção de mecanismos jurídicos mais transparentes, democráticos e
                                          alinhados aos princípios do Direito Internacional dos Direitos Humanos.
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