Mestrado em Biologia Vegetal

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Trabalhos

Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
AVALIAÇÃO DA RESTRIÇÃO DO VOLUME DO RECIPIENTE DE CULTIVO NO CRESCIMENTO E ALOCAÇÃO DE RECURSOS EM ESPÉCIES ARBÓREAS DE CERRADO
Curso Mestrado em Biologia Vegetal
Tipo Dissertação
Data 10/06/2019
Área BIOLOGIA GERAL
Orientador(es)
  • Valdemir Antônio Laura
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Caroline Ramires da Silva
    Banca
    • Andrea Lucia Teixeira de Souza
    • Geraldo Alves Damasceno Junior
    • Liana Baptista de Lima
    • Rogerio Rodrigues Faria
    • Valdemir Antônio Laura
    Resumo A diminuição do componente lenhoso da vegetação do Bioma Cerrado é uma grande ameaça para as áreas naturais remanescentes. Fatores como a baixa disponibilidade de mudas de espécies nativas em viveiros e as condições em que são cultivadas podem acabar afetando o resultado destes projetos. O volume do recipiente é frequentemente considerado uma das variáveis mais influentes na morfologia das mudas. Portanto, a restrição imposta por pequenos recipientes no cultivo de mudas pode ter consequências no desempenho das espécies mesmo após o plantio no local definitivo. Portanto, teve-se como objetivo avaliar experimentalmente o efeito da limitação do volume do recipiente de cultivo de mudas no crescimento em altura e na alocação de recursos entre raízes e partes aéreas de plantas de quatro espécies florestais nativas. Um experimento foi conduzido em casa de vegetação, na Embrapa Gado de Corte em Campo Grande, MS entre os meses de abril de 2018 e janeiro de 2019. O experimento totalmente aleatorizado constituído de três níveis de tratamento: tubetinho de 110 cm3 de volume (A1), tubetão de 290 cm3 (A2) e citropote de 7000 cm3 (CT). A altura das mudas foi registrada semanalmente e ao final de 112 e 224 dias foram também registradas as seguintes medidas de arquitetura: Massa seca da raiz (MSR), massa seca da parte aérea (MSPA), fração de massa na raiz (FMR) e massa seca da planta (MSP). O crescimento das mudas das quatro espécies ao longo do tempo diferiu entre os tratamentos, sendo o recipiente CT o que apresentou maiores médias ao final de 224 dias de avaliação. O volume do recipiente de cultivo influenciou a MSR e MSPA em 112 e 224 dias para A. peregrina, M. urundeuva e J. cuspidifolia, porém H. stigonocarpa foi influenciada apenas pelo tempo de cultivo e não pelos tratamentos em cada tempo. Para a FMR em H. stigonocarpa e J. cuspidifolia os recipientes de menor volume alocaram mais recursos para as raízes aos 112 dias, já A. peregrina aos 224 dias apresentou a mesma relação. Como esperado, o recipiente de maior volume, citropote com 7000 cm³, foi o que obteve as maiores médias de altura das plantas ao final do experimento. O volume disponível para o crescimento da raiz influenciou diretamente o desenvolvimento do sistema radicular e partes aéreas destas plantas. Os modelos ajustados sugerem que ao longo do crescimento, as plantas jovens tenderam a alocar menos biomassa para as raízes em relação às partes aéreas, com exceção de H. stigonocarpa em ambos os tempos e J. cuspidifolia no tempo 112 dias.
    RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA POR TRANSPLANTE DE PLÂNTULAS PROVENIENTES DA REGENERAÇÃO NATURAL
    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
    Tipo Dissertação
    Data 17/05/2019
    Área BIOLOGIA GERAL
    Orientador(es)
    • Leticia Couto Garcia Ribeiro
    Coorientador(es)
    • Geraldo Alves Damasceno Junior
    Orientando(s)
    • Letícia Koutchin dos Reis
    Banca
    • Catia Nunes Da Cunha
    • Catia Urbanetz
    • Leticia Couto Garcia Ribeiro
    • Pedro Henrique Santin Brancalion
    • Ricardo Augusto Gorne Viani
    Resumo Um dos principais gargalos dos programas de restauração ecológica é a aquisição de mudas de diversas espécies do ambiente local ou regional em quantidade suficiente. Para superar este desafio, o transplante de plântulas provenientes da regeneração natural, como sendo um método que permite a conservação do material genético que seria suprimido ou que está disponível dentro de fragmentos conservados, passa a ser de grande importância para a restauração ecológica. Objetivamos com esta dissertação apresentar resultados sobre a prática da restauração por transplante de plântulas jovens provenientes de espécies dominantes da regeneração natural, apresentando dois capítulos. O primeiro trata-se de uma análise bibliométrica sobre estudos realizados no mundo sobre esta prática, na qual encontramos que a mesma foi mais implantada em áreas úmidas, seguida de regiões de florestas tropicais (concentradas no Brasil, onde foram detectados os estudos com maiores riquezas de espécies utilizadas). No segundo capítulo, abordamos a implantação experimental, em ambiente sazonalmente inundável, considerando o uso de proteção anti-herbivoria no qual encontramos diferentes índices de sobrevivência, altamente dependentes da espécie escolhida, tamanho da plântula e a posição topográfica em que essas plântulas são coletadas e implantadas. Ademais, espécies quando cercadas apresentaram significativo aumento dos índices de sobrevivência e menores taxas de herbivoria foliar. As taxas de sobrevivência atingidas foram consideráveis levando em conta que o estudo ocorreu em um período de cheia excepcional (sete meses). Apesar dos custos de implantação de cercas serem maiores, o custo-efetividade individual que considera o número de sobreviventes pelo custo da implantação, foi maior comparado ao de plantio de mudas tradicional. Vale ressaltar que a prática de transplante de plântulas é, em sua maioria, indicada em casos extremos, em que há necessidade de aumentar riqueza e diversidade de formas de vida, em locais desprovidos de rede de coleta de sementes e viveiros, bem como em áreas remotas, enfatizando o seu uso a partir de indivíduos de espécies com alta densidade a fim de não impactar suas populações em ambientes naturais. A fim de corroborar a sua viabilidade em maior diversidade, estudos futuros poderão testar, com maior número de espécies, o que aqui encontramos como o melhor resultado desta prática em áreas inundáveis (transplante de plântulas da menor classe de altura, coletadas da topografia mais sujeita à inundação, plantadas no relevo mais alto e com o uso de cercas anti-herbivoria).
    ESTRUTURA DA REDE DE INTERAÇÃO PLANTA-POLINIZADOR NO PANTANAL E SEUS MECANISMOS DETERMINANTES
    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
    Tipo Dissertação
    Data 02/05/2019
    Área BIOLOGIA GERAL
    Orientador(es)
    • Rafael Soares De Arruda
    Coorientador(es)
    • Camila Aoki
    Orientando(s)
    • Lidianei dos Santos Savala
    Banca
    • Andrea Cardoso de Araujo
    • André Rodrigo Rech
    • Camila Aoki
    • Camila Silveira de Souza
    • GUDRYAN JACKSON BARÔNIO
    • Maria Rosangela Sigrist
    Resumo O uso da abordagem de redes de interações auxilia na identificação de padrões e processos organizadores das comunidades de plantas e polinizadores. Nós estudamos a estrutura da rede de interações entre plantas e visitantes florais ao longo de dois anos em uma sub-região do Pantanal Sul a fim de entender quais são os interagentes, como as interações se estruturam e quais os possíveis mecanismos envolvidos nessa estruturação. Foram registradas 238 interações, entre 55 espécies de plantas e 80 espécies de visitantes florais. A rede de interações planta-visitantes florais apresentou conectância incompleta e baixa, foi aninhada, modular e especializada, exceto na estação seca, quando o aninhamento não foi significativo. O número de espécies interagentes foi significativamente menor na estação seca, que apresentou maior nível de especialização (H2’). Dentre as variáveis preditoras analisadas, o número de indivíduos esteve correlacionado com o grau, a força de interações e a diversidade de parceiros. A diversidade de parceiros apresentou relação com o número de flores. A especialização das espécies (d') não foi relacionada com os atributos florais analisados. Os módulos não foram explicados por relações filogenéticas ou por atributos florais
    CARACTERIZAÇÃO DE FORRAGEIRAS QUANTO À TOLERÂNCIA AO ESTRESSE HÍDRICO
    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
    Tipo Dissertação
    Data 29/04/2019
    Área BIOLOGIA GERAL
    Orientador(es)
    • Valdemir Antônio Laura
    Coorientador(es)
    • Rafael Soares De Arruda
    Orientando(s)
    • Suzy Mary Lima de Souza
    Banca
    • Liana Baptista de Lima
    • Liana Jank
    • MARCELO LATTARULO CAMPOS
    • Mateus Figueiredo Santos
    • Valdemir Antônio Laura
    Resumo A escassez de água é o principal fator abiótico responsável pela baixa produtividade, entretanto, as
    mudanças climáticas terão impactos para a sociedade e a biodiversidade causando a diminuição da
    produção agrícola, aumento dos vetores de diversas doenças e a extinção de animais e plantas. Neste
    trabalho, teve-se por objetivo avaliar duas cultivares e sete genótipos de Megathyrsus maximus (Jacq.)
    B.K.Simon & S.W.L.Jacobs quanto a tolerância ao estresse hídrico, por meio de duas metodologias
    distintas: suspensão da irrigação por 18 dias consecutivos e, aplicação de Polietileno glicol 6000 (PEG6000) por 12 dias consecutivos. No momento de supressão do fornecimento de água e aos dias múltiplos
    de três de interrupção da irrigação e aos dias múltiplos de quatro para solução com PEG-6000 foi
    estimado o teor de clorofila presente nas folhas, anotado o número de folhas e a altura do colmo. A taxa
    de fotossíntese, transpiração, condutância estomática e temperatura das folhas foram obtidos com um
    analisador de gás infravermelho e também, determinamos a biomassa da parte aérea após o estresse e
    após a reidratação. Os dados foram submetidos a ANOVA e foram padronizados pelo comando
    decostand. As cultivares BRS Tamani e Massai e os genótipos, PM19, PM20 e PM21 foram as mais
    tolerantes, altura e condutância estomática não foram significativas em relação ao tempo e a interação
    tempo cultivar. Os destaques são as cultivares Massai e BRS Tamani que, embora afetadas pelo estresse
    hídrico, obtiveram 100% de rebrota e conservaram todas as suas atividades metabólicas podendo inferir
    que estas realocaram seus nutrientes para as raízes a fim de aguardar melhores condições de
    crescimento. Na segunda metodologia, entretanto, destacou-se PM44, seguido pelas cultivares Massai e
    BRS Tamani.
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      DETERMINANTES AMBIENTAIS NA OCORRÊNCIA DE PLANTAS AQUÁTICAS NA TRANSIÇÃO AMAZÔNIA-CERRADO
      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
      Tipo Dissertação
      Data 15/04/2019
      Área BIOLOGIA GERAL
      Orientador(es)
      • Rafael Soares De Arruda
      Coorientador(es)
      • PEDRO VASCONCELLOS EISENLOHR
      Orientando(s)
      • Maria Helena da Silva
      Banca
      • Camila Silveira de Souza
      • Francielli Bao
      • Marco Otávio Dias Pivari
      • Rafael Soares De Arruda
      • Rosa Helena da Silva
      • Suzana Neves Moreira
      Resumo Plantas aquáticas apresentam grande capacidade de adaptação e amplitude ecológica, habitando diversos ambientes. A distribuição dessas plantas está relacionada a diversos fatores ambientais, entre eles fatores abióticos como temperatura, pH, condutividade e concentração de nutrientes. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi determinar a contribuição relativa de variáveis limnológicas na distribuição de plantas aquáticas na transição Amazônia-Cerrado. Utilizando uma Análise Canônica de Redundância (tb-RDA) buscamos relacionar a composição de espécies às variáveis ambientais. Registramos 80 espécies de plantas aquáticas pertencentes a 33 famílias e 55 gêneros. A família mais rica foi Cyperaceae (16 espécies), seguida de Poaceae (8) e Onagraceae (5), e as espécies mais frequentes foram Mikania micranta (Asteraceae) e Urospatha sagittifolia (Araceae). A estruturação da comunidade de plantas aquáticas foi influenciada pelas seguintes variáveis: pH, temperatura da água, temperatura do ar, nitrogênio kjeldahl e nitrogênio orgânico. Não foi observada influência espacial na composição da comunidade, e o alto grau de correlação entre as variáveis ambientais e as espécies aponta para um forte controle local. Nossos resultados sugerem que as espécies apresentam diferenciação de nicho e, consequentemente, as próprias preferências e tolerâncias a respeito das características físico-químicas da água.
      Diversidade genética e fragmentação de habitats naturais de Aspidosperma quebracho-blanco Schltdl. (APOCYNACEAE), questões para conservação em vegetações de Chaco e Savana Estépica
      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
      Tipo Dissertação
      Data 05/04/2019
      Área BIOLOGIA GERAL
      Orientador(es)
      • Maria Ana Farinaccio
      Coorientador(es)
      • Gecele Matos Paggi
      Orientando(s)
      • Thomáz da Silva Guerreiro Botelho
      Banca
      • Adriana Takahasi
      • Gabriel Paganini Faggioni
      • Maria Ana Farinaccio
      • Miriam Valli Buttow
      • Wellington Santos Fava
      Resumo As atividades de intensa retirada de madeira de Aspidosperma quebracho-blanco fazem parte de um passado marcado pela economia extrativista do Chaco, sucedendo na redução de boa parte dos quebrachais. É uma espécie tradicionalmente conhecida pelo uso medicinal no tratamento de malária, propriedades antiasmáticas e reconhecida por estudos químicos pela presença de alcaloides em sua casca. A madeira também possui atributos que a tornaram uma ótima opção para confecção de carpintaria e fabricação de carvão. Nesse contexto, ações que visam apontar novas direções para a gestão das populações naturais da espécie são extremamente necessárias. O presente estudo teve como objetivo conhecer a diversidade genética da espécie com o intuito de subsidiar estratégias de conservação nos habitats fragmentados da espécie. Para o seu desenvolvimento foram realizadas expedições de coleta em toda área de distribuição conhecida (Argentina, Brasil e Paraguai). Os 25 indivíduos, provenientes de cinco populações, foram georreferenciados e posicionados nos arquivos shapefile contendo as fitofisionomias de Chaco e Savana Estépica para identificação de habitats fragmentados. Para descrever a diversidade genética foram utilizados seis marcadores do tipo ISSR, que apresentaram o maior número de fragmentos, boa resolução e caráter mais informativo, após os testes iniciais. Os valores de coeficiente da matriz de similaridade obtidos entre as populações variaram entre 0,26 e 0,55, diferentemente dos encontrados entre os indivíduos (0,0 e 0,77). Já as médias de diversidade genética foram baixas e variaram de forma gradativa, variando entre 0,09 e 0,15 para o índice de Shannon (H’), e de 0,19 a 0,31 na diversidade de Nei (Ne), registros coincidentes com padrões de conteúdo de informação polimórfica (PIC). Quanto a distribuição das populações, evidenciou-se impactos ambientais na região norte do Chaco e na Savana Estépica, locais onde está localizada a maioria das populações amostradas. A autocompatibilidade e os efeitos da fragmentação florestal podem ser os principais responsáveis pela redução da heterozigose e da diversidade genética da espécie. Os resultados obtidos nas análises também sugerem que as populações mais próximas sejam menos divergentes, principalmente nos ambientes de Chaco Árido, onde anemocoria é facilitada. O histórico de perturbações nos fragmentos em que as populações estão localizadas podem torná-las mais vulneráveis aos efeitos de deriva genética, endogamia e efeito de borda, comprometendo também as mais de 200 espécies de insetos associadas a A. quebracho-blanco. Vale ressaltar que as populações de áreas áridas, com condições climáticas adversas, podem ter estabelecimento de mudas comprometido, condição indispensável para coleta de germoplasma em áreas adequadas. Desse modo, os resultados obtidos apontam uma grande ameaça à conservação dos recursos genéticos de A. quebracho-blanco, havendo necessidade de unidades de conservação e criação de novos bancos de germoplasma contendo material genético oriundos de fragmentos mais conservados.
      INTERFERÊNCIA DA AGREGAÇÃO INTERESPECÍFICA E EFICIÊNCIA DOS POLINIZADORES NO SUCESSO REPRODUTIVO DE DUAS ESPÉCIES VEGETAIS NO PANTANAL SUL
      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
      Tipo Dissertação
      Data 21/03/2019
      Área BIOLOGIA GERAL
      Orientador(es)
      • Rafael Soares De Arruda
      Coorientador(es)
      • Andrea Cardoso de Araujo
      Orientando(s)
      • Karen Cristine Bezerra da Silva Santos
      Banca
      • Andrea Cardoso de Araujo
      • André Rodrigo Rech
      • Erich Arnold Fischer
      • Francismeire Jane Telles da Silva
      • Vanessa Gabrielle Nobrega Gomes
      Resumo Em uma comunidade com diferentes espécies vegetais co-ocorrendo no
      espaço, e cujos períodos de floração se sobrepõem, a ocorrência em agregados pode ser
      negativa, devido a potencial competição pelos recursos abióticos necessários para a
      produção de sementes ou pelos serviços dos polinizadores. Assim, de modo a avaliar
      como a agregação heteroespecífica afeta o sucesso reprodutivo (i.e. o número de frutos
      viáveis formados e seu peso) estudamos duas espécies auto incompatíveis no Pantanal
      Sul. A coleta de dados foi realizada na Base de Estudos do Pantanal (BEP-UFMS) em
      Corumbá, Mato Grosso do Sul, Brasil, onde estabelecemos 60 parcelas, 30 para cada
      espécie focal (Richardia grandiflora e Ludwigia lagunae), sendo 15 parcelas em
      manchas monoespecíficas e 15 em heteroespecíficas. Avaliamos a carga polínica
      depositada nos estigmas pelos visitantes florais e também a formação de frutos e
      sementes. Nossos resultados mostraram que L. lagunae tem maior riqueza e abundância
      de carga polínica nos estigmas quando em manchas heteroespecíficas, e nessa condição
      houve uma redução significativa no peso dos frutos. Em Richardia grandiflora também
      foi detectada maior riqueza e abundância de carga polínica em manchas
      heteroespecíficas, tendo havido formação de maior número de frutos viáveis (i.e. com
      mais sementes) em manchas monoespecíficas. Dessa forma, concluímos que para ambas
      as espécies, os indivíduos em parcelas monoespecíficas apresentaram maior sucesso reprodutivo, pois conseguiram produzir frutos de maior peso; ou maior quantidade de
      frutos viáveis, o que pode garantir maior sucesso reprodutivo.
      Caliciaceae foliosas em Mato Grosso do Sul, Brasil
      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
      Tipo Dissertação
      Data 28/02/2019
      Área BIOLOGIA GERAL
      Orientador(es)
      • Adriano Afonso Spielmann
      Coorientador(es)
      • Patricia Jungbluth
      Orientando(s)
      • Thiago Dias Barbosa
      Banca
      • Adriano Afonso Spielmann
      • Andre Aptroot
      • Arnildo Pott
      • Flavio Macedo Alves
      • Marcos Junji Kitaura
      Resumo Caliciaceae é uma família bastante representativa de liquens e apresenta espécies com talos de hábito crostoso, folioso ou fruticoso. Apesar da grande diversidade de espécies (675), poucos inventários foram realizados no Brasil, sendo este o primeiro trabalho desta natureza em Mato Grosso do Sul e com o foco nas Caliciaceae de hábito folioso. Ao todo foram encontrados 38 táxons, incluindo sete novos registros para Mato Grosso do Sul, dois novos registros para o continente americano e quatro espécies novas para a Ciência. São apresentadas descrições detalhadas, comentários e chaves para identificação. Também foi efetuada a revisão teórica sobre o gênero Dirinaria, culminando em uma chave mundial, descrições e comentários sobre as espécies, o que inclui a exclusão de três espécies antes classificadas neste gênero
      Liquens parmelioides (Parmeliaceae) do extremo sul da Mata Atlântica: a diversidade revelada em uma análise integrativa
      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
      Tipo Dissertação
      Data 26/02/2019
      Área BIOLOGIA GERAL
      Orientador(es)
      • Aline Pedroso Lorenz
      Coorientador(es)
      • Luciana da Silva Canez
      Orientando(s)
      • Andressa Silva Rodrigues
      Banca
      • Adriano Afonso Spielmann
      • Aline Pedroso Lorenz
      • Mayara Camila Scur
      • Natália Mossmann Koch
      • Wellington Santos Fava
      Resumo A identificação e a concepção da diversidade de fungos liquenizados têm sido modificadas nas últimas décadas, principalmente com a evolução das técnicas de biologia molecular e de bioinformática. Nesse sentido, o DNA barcoding tem ganhado destaque na área de identificação de fungos liquenizados por ser uma técnica de fácil execução em laboratório, todavia trazendo como primeiro desafio a montagem de um banco de sequências de referência para sua utilização. Com relação a fungos liquenizados, Parmeliaceae, maior família desse grupo de organismos, possui uma enorme diversidade no estado do Rio Grande do Sul. Neste Estado, dentre os diferentes tipos de vegetações presentes, encontram-se grandes áreas de restingas ao longo de toda a faixa litorânea. Esse tipo de vegetação pertence ao bioma Mata Atlântica e é considerado um hotspot de biodiversidade. A partir disso, esse trabalho visa realizar uma abordagem integrativa, ou seja, utilizar dados taxonômicos (baseados em características morfológicas e químicas diagnósticas) e genéticas (monofilia e distâncias genéticas) para discriminar as espécies de liquens parmelioides nas restingas do extremo sul do Brasil. Espécimes selecionados após a identificação passaram pelos processos de extração de DNA, amplificação e sequenciamento da região ITS (DNA barcode universal dos fungos). Análises filogenéticas foram realizadas com sequências de DNA geradas neste estudo e sequências obtidas no GenBank. Como resultado, 286 espécimes foram examinados e 86 sequências de ITS foram geradas, sendo representadas nesse estudo por 45 espécies finais baseadas nos resultados de ambas as análises. Entre as espécies inicialmente identificadas, apenas 17 possuiam sequências disponíveis no GenBank. Destas, seis foram consideradas coespecíficas com as sequências de referência, oito agruparam com sequências da mesma espécie, porém apresentaram divergência superior ao padrão intraespecífico, duas agruparam como mesma espécie, enquanto uma não agrupou com a sequência referência. A partir das 45 espécies finais, foram encontradas 13 novas espécies e 16 novos registros de sequências para o GenBank de espécies já conhecidas, representando um acréscimo de 60% da diversidade de liquens parmelioides nas restingas do extremo sul do Brasil. Desta forma, este trabalho demonstra o quanto a diversidade de fungos liquenizados no Brasil ainda é pouco conhecida, além de reforçar a necessidade para o aumento da aplicação de análises integrativas para se desvendar a real diversidade de espécies.
      Guavira (Campomanesia adamantium (Cambess) O. Berg) em consórcio com espécies de adubos verdes para uso em Sistemas Agroflorestais: crescimento e fenologia reprodutiva
      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
      Tipo Dissertação
      Data 11/09/2018
      Área BIOLOGIA GERAL
      Orientador(es)
      • Leticia Couto Garcia Ribeiro
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Evania Xavier Gondim
        Banca
        • Andrea Cardoso de Araujo
        • Leticia Couto Garcia Ribeiro
        • Maria Gabriela Gutierrez de Camargo
        • Maria Rosangela Sigrist
        • Ricardo Gomes César
        Resumo Apesar de existirem diversos estudos fenológicos nos trópicos, poucos testam as
        alterações fenológicas em espécies nativas sob sistema de cultivo. Estudos sobre a fenologia
        reprodutiva e do formato de implantação de espécies frutíferas com grande potencial econômico
        são necessários para saber a melhor época de coleta dos frutos. Da mesma forma, é necessário
        investigar as interferências do espaçamento de plantio sobre o desempenho das plantas em
        sistemas de cultivo como resultado de possíveis competições por recursos bióticos e abióticos.
        Ademais, considerando os benefícios gerados pela consorciação com leguminosas, a produção
        de biomassa de diferentes espécies utilizadas como adubo verde para fins de aumento no
        crescimento da espécie nativa e sua interação com o espaçamento deve ser melhor investigada.
        Desta forma, o presente estudo visou investigar experimentalmente o efeito de diferentes
        espaçamentos do cultivo da espécie arbustiva Campomanesia adamantium (conhecida
        popularmente como guavira ou guabiroba) em sistemas consorciados com diferentes espécies
        de adubos verdes sobre seu crescimento, fenologia reprodutiva e produção de frutos.
        Hipotetizamos que, devido à competição biótica e abiótica: (1) no maior espaçamento entre as
        linhas de plantio o crescimento, produção de flores e frutos de Campomanesia adamantium
        serão maiores comparativamente a plantios com espaçamentos menores (maior densidade da
        planta cultivada); (2) os indivíduos nos menores espaçamentos terão maior assincronia e um
        atraso da fenologia reprodutiva; (3) os adubos verdes com maior produção de biomassa
        favorecerão o crescimento e a produtividade da espécie consorciada. Para testarmos estas
        hipóteses experimentalmente, implantamos as mudas de Campomanesia adamantium em
        quatro blocos, nos seguintes espaçamentos (linha e entrelinha, respectivamente): (T1) 2,00 m x
        0,40 m; (T2) 2,00 m x 0,80 m; (T3) 2,00 m x 1,20 m; (T4) 2,00 m x 1,60 m. Avaliamos 320
        indivíduos de Campomanesia adamantium distribuidos nesses quatro blocos registrando a
        altura, área da copa durante onze meses e a fenologia reprodutiva durante 16 meses. Além disso,
        avaliamos a massa seca das espécies de leguminosas utilizadas como adubos verdes: Cajanus
        cajan (L.) Huth (feijão guandu), Crotalaria breviflora DC. (crotalária) e Canavalia ensiformis
        (L.) DC. (feijão de porco). Um terço dos indivíduos amostrados de Campomanesia adamantium
        apresentaram reprodução sexuada aos dois anos de idade e na população a floração e frutificação foi fortemente sazonal, portanto sincrônica ocorrendo na transição da estação secachuvosa
        e chuvosa. Todo o processo de reprodução desde o desenvolvimento dos botões florais
        até a presença de frutos maduros, durou em média de 80 dias. O período entre o surgimento das
        primeiras flores e as últimas plantas florirem, foi em média 30 dias. O início na emissão dos
        botões florais ocorreu em setembro, com pico em 26 de setembro e o pico de floração em 02 de
        outubro. O início da floração ocorreu antecipadamente nos espaçamentos maiores (T3 e T4),
        porém, apesar de ser uma diferença estatistiacmente significativa, esta foi de apenas sete dias,
        assim como uma antecipação de três dias no auge da floração nestes espaçamentos. O pico dos
        frutos imaturos ocorreu no dia 05 mês de outubro e da maturação no dia 04 de dezembro, sem
        diferenças entre tratamentos. Ou seja, essa interação apesar de ter afetado a floração em até sete
        dias, não teve efeitos sobre a frutificação. Houve interação entre os diferentes espaçamentos e
        adubos verdes somente para quantidade de flores, ou seja, o adubo verde escolhido afetou a
        produção de flores em relação ao espaçamento. Apesar disso, o espaçamento entre individuos
        e o consorcio com adubos verdes não afetaram a produtividade de Campomanesia adamantium
        nessa idade do plantio (2 anos). Assim, a hipótese de que os espaçamentos afetariam a fenologia
        reprodutiva e produtividade foi confirmada apenas para a floração, porém com uma diferença
        de uma semana de antecipação que poderá antecipar a chegada dos polinizadores no maior
        espaçamento. Quanto às leguminosas, foi possível verificar que nos espaçamentos maiores
        consorciados com a mistura de Crotalaria breviflora e Cajanus cajan, resultaram em maior
        crescimento em altura e área de copa de Campomanesia adamantium . Além disso, uma maior
        biomassa desses adubos verdes foi verificada neste espaçamento (2,00 m x 1,60 m). Assim,
        essa mistura parece ser uma boa opção de adubação para a Campomanesia adamantium nos
        primeiros anos de seu ciclo. Os resultados deste estudo poderão servir de base para o cultivo da
        guavira em Sistemas Agroflorestais consorciados com adubos verdes. Ademais, os exemplos
        aqui levantados sobre os efeitos da competição por recursos em sistemas de cultivos poderão
        ser testados com outras espécies nativas de outras regiões do país e do mundo.
        Ecologia reprodutiva de Dyckia leptostachya Baker: uma bromélia autoincompatível no Pantanal Sul-Mato-Grossense
        Curso Mestrado em Biologia Vegetal
        Tipo Dissertação
        Data 15/08/2018
        Área BIOLOGIA GERAL
        Orientador(es)
        • Gecele Matos Paggi
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Diego Finati Alves
          Banca
          • Aline Pedroso Lorenz
          • Camila Aoki
          • Felipe Wanderley de Amorim
          • Juliana Marcia Rogalski
          • Wellington Santos Fava
          Resumo Dyckia leptostachya Baker é uma espécie nativa da Bolívia, Paraguai, Argentina e Brasil.
          No Brasil, esta espécie ocorre no Pantanal sul-mato-grossense, na cidade de Corumbá,
          sobre bancadas lateríticas. Esse estudo foi conduzido ao longo de um ano e meio, entre
          maio de 2016 e janeiro de 2018, sendo avaliadas a fenologia, a biologia floral e
          reprodutiva da espécie foram estudadas. Dyckia leptostachya floresce durante quase todo
          ano, com picos de floração nos meses de junho e dezembro. A antese ocorreu ao longo de
          todo o dia e apresentou uma duração de três dias. A espécie apresenta atributos florais
          associados à psicofilia. A constante visitação de Phoebis neocypris confirma essa
          observação. Considerando os resultados dos parâmetros de fertilidade natural e da razão
          pólen/óvulo, conclui-se que a espécie apresenta autoincompatibilidade; contudo, com
          base nos experimentos de polinização manual, a espécie apresenta autocompatibilidade.
          Dessa forma, identificamos que a germinação de sementes deve ser considerada como um
          dos principais parâmetros do sucesso reprodutivo da espécie, e não apenas a frutificação,
          uma vez que esta não implica em viabilidade de sementes. Assim, as sementes oriundas
          dos experimentos de polinização cruzada e do controle tiveram as maiores taxas de
          germinação, corroborando com as características de autoincompatibilidade de D.
          leptostachya.
          REDES DE INTERAÇÕES MALPIGHIACEAE-VISITANTES FLORAIS: POLINIZAÇÃO, PILHAGEM E VARIAÇÃO TEMPORAL
          Curso Mestrado em Biologia Vegetal
          Tipo Dissertação
          Data 31/07/2018
          Área BIOLOGIA GERAL
          Orientador(es)
          • Maria Rosangela Sigrist
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Karina Back Militão Miliato
            Banca
            • Isabela Galarda Varassin
            • Maria Rosangela Sigrist
            • Natalia Costa Soares
            • Nicolay Leme da Cunha
            • Rogerio Rodrigues Faria
            Resumo Malpighiaceae são plantas tropicais ocorrem exclusivamente no Novo Mundo, possuem flores de óleo, sendo coletado por abelhas das tribos Centridini, Tapinotaspidini e Tetrapediini. Amostramos os visitantes florais (polinizadores, não polinizadores) de flores de seis espécies de Malpighiaceae durante 11 meses em remanescente de Cerrado, Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Foram analisadas redes inteira polinização, não polinização e redes temporais e métricas de aninhamento, especialização e aninhamento. Em nossos resultados as métricas apresentaram semelhanças. A interação entre os polinizadores e as abelhas coletoras de óleo refletiu o vínculo filogenético Malpighiaceae-Centridini, pois apresentaram maiores valores de especialização e força de interação em ambas as estações, mostrando a dependência das abelhas coletoras de óleo em relação a este recurso floral.
            Caracterização de bactérias promotoras de crescimento vegetal isoladas de arroz selvagem do Pantanal Sul Matogrossense
            Curso Mestrado em Biologia Vegetal
            Tipo Dissertação
            Data 30/07/2018
            Área BIOLOGIA GERAL
            Orientador(es)
            • Gecele Matos Paggi
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Analice Paula de sousa Campelo
              Banca
              • Gecele Matos Paggi
              • José Ivo Baldani
              • Maria Rita Marques
              • Paulo Ivan Fernandes Júnior
              Resumo No Brasil os estudos relacionados à interação de bactérias fixadoras de nitrogênio com
              gramíneas ainda precisam ser explorados no que tange ao conhecimento da interação
              dessas bactérias em espécies de plantas nativas. Diante disso, o objetivo desse trabalho
              foi registrar a ocorrência e identificar bactérias diazotróficas associadas à Oryza latifolia
              e O. glumaepatula, e verificar a sua habilidade para a promoção de crescimento vegetal.
              Foram coletadas amostras das plantas de estudo na fase de floração, em triplicata. As
              coletas foram realizadas na margem esquerda do Rio Paraguai em duas áreas. Para a
              avaliação da ocorrência e número de bactérias diazotróficas nas raízes das plantas foi
              usado o método do número mais provável usando o meio BMGM sem nitrogênio. Após
              o crescimento positivo os frascos das maiores diluições positivas foram repicados
              sucessivamente para meios semissólidos e sólidos semi-específicos
              (NFb/LGI/JNFb/JMV). A diversidade dos isolados foi avaliada por Box-PCR e os perfis
              dos amplicons gerados de cada isolado foram agrupados pelo método UPGMA.
              Características funcionais relacionadas ao potencial biotecnológico dos isolados foram
              avaliadas: atividade celulolítica, proteolítica, amilolítica, produção de sideróforo e ácido
              indol acético (AIA) e, solubilização de fosfato de cálcio e zinco. O sequenciamento do
              gene 16S rRNA para construção da árvore filogenética foi realizado utilizando o
              cálculo do algarítmo Neighbor-Joining. Foram selecionados 33 isolados para o
              experimento de inoculação em casa de vegetação com as duas espécies de arroz,
              avaliadas para o aumulo de biomassa fresca e a massa seca aos 52 dias após a
              semeadura. As duas espécies de arroz selvagem apresentaram elevado número de
              bactérias fixadoras de nitrogênio associadas as suas raízes nas duas áreas de coleta:
              Oryza latifolia (Serra do Amolar: 1,55x107
              e Corixo Bracinho: 1,71x107
              bactérias/g de
              raiz) e O. glumaepatula (1,01x107
              e 0,68x107 bactérias/g de raiz). Foram isoladas um
              total de 201 bacterias diazotróficas nas duas espécies de arroz. Os isolados bacterianos
              apresentaram alta diversidade fenotípica e genotipica. Do total, 80% apresentaram
              algum tipo de atividade enzimática, 66% proteolítica, 21% amilolítica, 16% celulolítica;
              a produção de siderofóros foi observada em 55% dos isolados, e 40% dos isolados
              apresentaram produção de (AIA), sendo a solubilização de fosfato de cálcio e zinco
              observada em 52% e 50% dos isolados, respectivamente. Foram identificados isolados
              pertencentes aos gêneros: Pantoea, Achromobacter, Enterobacter, Stenotrophomonas,
              Pseudomonas e Bacillus. Em Oryza latifolia, os tratamentos com os isolados 110CAL,
              153CAL e 59CAL aumentaram em até 59% o peso da massa fresca; e com o isolado
              110CAL houve um aumento de até 214% de massa seca. Já em O. glumaepatula, o
              tratamento com o isolado 180CAG aumentou em até 54% o peso de massa fresca; e
              com os isolados 180CAG, 132CAG e 163CAG houve um aumento de até 266% de
              massa seca Os tratamentos com os isolados 110CAL e 180CAG do gênero Pantoea,se
              destacaram por aumentaram tanto massa fresca, quanto a massa seca em Oryza latifolia
              e O. glumaepatula, repectivamente. Assim os isolados que apresentaram características
              funcionais relacionadas ao potencial biotecnológico podem possivelmente estimular o
              crescimento vegetal nas plantas nas duas espécies de arroz selvagem.
              FUNGOS LIQUENIZADOS DO CHACO BRASILEIRO: FLORÍSTICA E TAXONOMIA
              Curso Mestrado em Biologia Vegetal
              Tipo Dissertação
              Data 25/07/2018
              Área BIOLOGIA GERAL
              Orientador(es)
              • Adriano Afonso Spielmann
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Jean Marc Edson Torres Pineda
                Banca
                • Adriano Afonso Spielmann
                • Angela Lucia Bagnatori Sartori
                • Marcos Junji Kitaura
                • Patricia Jungbluth
                Resumo O Chaco, bioma de vegetação aberta em planícies semiáridas e úmidas no centro da América do Sul, é uma das maiores formações vegetacionais do continente, presente na Argentina, Paraguai, Bolívia e Brasil. No Brasil, o Chaco corresponde a uma pequena região do sudeste do estado de Mato Grosso do Sul, no município de Porto Murtinho. Tanto no Chaco como um todo, quanto no Bioma no Brasil, ainda são escassos os estudos com liquens. Por essa razão, este estudo é a primeira caracterização e avaliação taxonômica dos liquens de um lugar raramente visitado por liquenólogos. Nós estudamos material de coletas realizadas em excursões de campo ao local de estudo e de exemplares depositados no acervo do Herbário CGMS provenientes da região de Porto Murtinho. Os exemplares foram identificados com o uso de chaves taxonômicas e a identificação dos exemplares precisou de análises morfológicas, anatômicas e químicas. A identificação das substâncias químicas foi realizada com testes de coloração, cromatografia em camada delgada e microcristalização. Foram identificados 72 táxons de macroliquens pertencentes a 25 gêneros e 9 famílias, os quais foram descritos e caracterizados. A descrição dos gêneros é seguida de chaves taxonômicas para a identificação das espécies encontradas. Todas as espécies identificadas apresentam imagens em alta resolução. No caso dos microliquens, um inventário preliminar dos gêneros é apresentado, com 37 gêneros representados em 22 famílias. Enchylium chacoënse, Pyxine endoalbida, Pyxine parapetricola e Physcia brunneocrenulata são espécies novas para a ciência. Dirinaria subconfluens, Heterodermia loriformis, Hyperphyscia endochrysea e Physcia manuelii são citadas pela primeira vez para o Brasil, e 17 espécies são novas ocorrências para o Mato Grosso do Sul. Assim, 25 espécies de macroliquens, mais o gênero Schistophoron de microliquens, são acrescidos à lista de liquens de Mato Grosso do Sul.
                FRUTIFICAÇÃO E DORMÊNCIA EM SEMENTES DE ESPÉCIES LENHOSAS DE LEGUMINOSAE EM VEGETAÇÃO SAZONAL DE CHACO BRASILEIRO
                Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                Tipo Dissertação
                Data 23/07/2018
                Área BIOLOGIA GERAL
                Orientador(es)
                • Maria Rosangela Sigrist
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Ana Maria de Menezes Zanoni
                  Banca
                  • Barbara Franca Dantas
                  • Luís Felipe Daibes de Andrade
                  • Luis Fernando Alberti
                  • Maria Rosangela Sigrist
                  • Tathiana Elisa Masetto
                  Resumo Um padrão observado principalmente em ambientes sazonais e para espécies lenhosas é a dispersão de sementes não dormentes no final da estação seca e início da chuvosa, e dispersão de sementes dormentes nos outros períodos do ano; sendo a dormência física a mais comum em ambientes áridos e dentre espécies da família Leguminosae. Para compreender melhor esse padrão entre espécies do Chaco foram coletados dados fenológicos de frutificação Mimosa hexandra, Parkinsonia praecox e Prosopis rubriflora durante dois anos para a determinação dos padrões de dispersão, sementes das três espécies foram coletadas para testes de germinação e superação de dormência (20, 25, 30, 35 e 20-30ºC/ claro e escuro) e dados de temperatura e pluviosidade com a presença de frutos no mês de amostragem e nos dois meses anteriores. As três espécies apresentaram frutificação unimodal, anual e Parkinsonia praecox e Prosopis rubriflora também apresentaram sazonalidade, não havendo diferença na produção de frutos entre os dois anos e Mimosa hexandra e Parkinsonia praecox apresentaram relação negativa com temperatura e pluviosidade. As três espécies apresentaram sementes ortodoxas e dormentes e germinação em todas as temperaturas, onde o processo de germinação das três espécies independe da luz, mas somente para duas espécies (Mimosa hexandra, Parkinsonia praecox) as temperaturas mais elevadas apresentaram maiores valores de germinação, sendo que fator abiótico não alterou a geminação de Prosopis rubriflora. onde apenas Prosopis rubriflora não demonstrou preferência por nenhuma temperatura para germinar. Assim, nossa hipótese inicial foi confirmada para Mimosa hexandra e Prosopis rubriflora, porém não para Parkinsonia praecox que dispersou seus frutos no final da estação seca ou início da chuvosa, período considerado favorável para maximizar o desenvolvimento e estabelecimento das plântulas. Características essas que permitem às três espécies formar banco de sementes persistentes no solo e não recrutarem todas as sementes de uma vez nos períodos de dispersão, permanecendo no banco de sementes e germinando gradativamente.

                  RELAÇÃO ENTRE FATORES AMBIENTAIS E ESTRUTURA DA VEGETAÇÃO EM FRAGMENTOS DE MATA ATLÂNTICA
                  Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                  Tipo Dissertação
                  Data 25/06/2018
                  Área BIOLOGIA GERAL
                  Orientador(es)
                  • Geraldo Alves Damasceno Junior
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Diego José Guilherme Morais
                    Banca
                    • Arnildo Pott
                    • Erich Arnold Fischer
                    • Geraldo Alves Damasceno Junior
                    • Ricardo Ribeiro Rodrigues
                    • Sandro Menezes Silva
                    Resumo A fragmentação florestal pode causar alterações na estrutura da vegetação, levando à extinção de espécies. Alguns fatores ambientais são importantes para entendimento deste processo. A Mata Atlântica apresenta-se como um dos ecossistemas brasileiros com maior diversidade vegetal e vêm sendo suprimida para fins agrícolas, tornando-se importante conhecer sua relação com fatores ambientais frente às perturbações humanas, com intuito de fornecer dados visando sua conservação. Assim, o objetivo desse trabalho foi verificar se a variação nos componentes químicos e físicos do solo, tamanho, altitude e o isolamento dos fragmentos estão relacionados a variações na riqueza, área basal, abundância e composição de espécies em dez fragmentos de Mata Atlântica no Oeste do estado do Paraná. Foram feitas dez parcelas de 20m x 10m em cada fragmento, totalizando 100 parcelas, amostrando todos os indivíduos com CAP ≥ 15cm a 1,3m do solo, sendo coletados ramos férteis para identificação e deposição no herbário CGMS. Também foram feitas coletas de solo em todas as parcelas para análises químicas e físicas. Foram amostrados 2.237 indivíduos arbustivo-arbóreos de 145 espécies distribuídas em 99 gêneros e 43 famílias. A riqueza, abundância e a área basal das espécies foram maiores em solos com maior fertilidade. A área basal aumentou nos fragmentos maiores e mais elevados. Um grupo de espécies esteve relacionado a solos com maior saturação de bases, matéria orgânica, Fósforo, Silte e pH, outro grupo teve maior relação com outros elementos como Alumínio, Ferro, Argila e altitude e um terceiro grupo se relacionou mais com Enxofre, Zinco e Boro. Algumas espécies ocorreram apenas em fragmentos menores e menos elevados, assim como outras foram exclusivas de fragmentos maiores e de maior elevação. Tamanho e isolamento não foram explicativos da riqueza neste estudo, porém todos os fragmentos, foram considerados importantes para conservação e manutenção da biodiversidade uma vez que tinham espécies exclusivas, independentemente do tamanho.
                    ÓRGÃOS SUBTERRÂNEOS DE ESPÉCIES DE STIGMAPHYLLON A. JUSS. (MALPIGHIACEAE): DESENVOLVIMENTO E ASPECTOS FUNCIONAIS
                    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                    Tipo Dissertação
                    Data 20/06/2018
                    Área BIOLOGIA GERAL
                    Orientador(es)
                    • Rosani do Carmo de Oliveira Arruda
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • ALINE CAMARGO ROSA
                      Banca
                      • Adriana Hissae Hayashi
                      • Angela Lucia Bagnatori Sartori
                      • Arnildo Pott
                      • Gisele Catian
                      • Rosani do Carmo de Oliveira Arruda
                      Resumo  Premissa do estudo: Stigmaphyllon (Malpighiaceae) é um gênero constituído por cerca de 120
                      espécies, ocorrendo amplamente pela América do Sul. O gênero é constituído em sua maioria
                      por lianas que possuem um crescimento secundário particular, gerando uma grande variedade
                      anatômica nos caules. Contudo, pouco se sabe a respeito da anatomia, funções e processos
                      ontogenéticos envolvidos na formação dos sistemas subterrâneos para o gênero. Assim, este
                      estudo se propõe a investigar a função, natureza e origem do espessamento do órgão
                      subterrâneo em S. macedoanum, S. calcaratum, S. bonariense, S. ellipticum. e S. tomentosum.
                       Métodos: Os órgãos subterrâneos foram coletados, armazenados e processados seguindo-se
                      os procedimentos usuais em anatomia vegetal, incluindo análises histoquímicas e de açúcares
                      (Dosagem de açúcares redutores e Cromatografia em camada delgada).
                       Resultados: A natureza das estruturas subterrâneas de todas as espécies é secundária e
                      constitui um órgão que contém água, carboidratos e compostos fenólicos. Todos os órgãos
                      constituem uma raiz, sendo que S. tomentosum constitui-se também em uma porção caulinar.
                      O espessamento é originado através da formação de novos câmbios vasculares “câmbios
                      interxilemáticos” gerados a partir da proliferação do parênquima xilemático, produzindo
                      tecidos vasculares adicionais e abundância de parênquima axial não lignificado. Gemas
                      endógenas, pontoações guarnecidas, cristais prismáticos no xilema e drusas no floema, foram
                      observadas em todas as espécies avaliadas.
                       Conclusões: A ocorrência de tecidos de reserva com carboidratos e de gemas sugere que as
                      estruturas subterrâneas das espécies de Stigmaphyllon investigadas representam uma estratégia importante para o armazenamento de nutrientes, para a propagação vegetativa e proteção do órgão diante de períodos adversos.
                      Etnofarmacologia da utilização da casca da raiz do pequi (Caryocar brasiliense Cambess.) como anti-inflamatória e anti-hiperalgésica
                      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                      Tipo Dissertação
                      Data 24/05/2018
                      Área BIOLOGIA GERAL
                      Orientador(es)
                      • Carlos Alexandre Carollo
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Ellen Pereira da Silva Maciel
                        Banca
                        • Claudia Andrea Lima Cardoso
                        • Denise Brentan da Silva
                        • Nidia Cristiane Yoshida
                        • Vanessa Terezinha Gubert
                        • Wagner Vilegas
                        Resumo A Etnofarmacologia é a ciência que estuda metabólitos bioativos produzidos por espécies vegetais tradicionalmente utilizadas pelo homem no tratamento de doenças. No presente estudo investigamos o potencial farmacológico das raízes do pequi (Caryocar brasiliense), uma espécie arbórea utilizada pelas comunidades locais tanto na alimentação como no tratamento de dores e inflamações. Apesar da vasta utilização popular do pequi, pouco se conhece sobre sua composição química e potencial medicinal. Assim, tendo como premissa a utilização popular, o objetivo deste trabalho foi investigar a estabilidade e identificar os metabólitos secundários da casca da raiz do pequi, bem como quantificar compostos fenólicos e taninos totais, e avaliar biologicamente in vivo a toxicidade aguda em Caenorhabditis elegans e os efeitos anti-inflamatórios e anti-hiperalgésicos em Mus musculus. O extrato aquoso da casca das raízes foi obtido de forma similar à utilização popular por extração aquosa a frio. O perfil químico foi determinado por cromatografia líquida de alta eficiência acoplada a detector de arranjos de diodo e espectrômetro de massas (CLAE-DAD-EM) e a quantificação de compostos fenólicos e taninos totais foi realizado por espectofotometria pelo método Folin-ciocalteau e capacidade de sequestrar radicais livres pelo método DPPH. Os efeitos de toxicidade do EACb foram avaliadas in vivo em nematoides C. elegans, os efeitos das atividades anti-inflamatória (edema de pata e influxo leucocitário) e anti-hiperalgésica (contorção abdominal) foram avaliadas em camundongos machos (18-30 g) da linhagem Swiss utilizando as doses de 1, 16 e 40 mg/Kg do extrato aquoso da casca da raiz de C. brasiliense (EACb). O EACb mostrou estabilidade em solução aquosa, sendo identificado os compostos derivados de ácido gálico, elágico, taninos hidrolisáveis e saponinas triterpenicas. O EACb não demonstrou efeitos tóxicos em C. elegans nas concentrações (7,5 –1000 μg / mL). A dose compatível com a popular de 16 mg/Kg apresentou potencial nas atividade anti-inflamatória e anti-hiperalgésica. Assim, pela primeira vez conseguimos replicar o método popular, validando a utilização popular em tratamentos de dor e inflamações, demonstrando que o resultado pode ser relacionado ao perfil químico encontrado no EACb.
                        PADRÕES DE ESTRUTURAÇÃO DE METACOMUNIDADES DE MACRÓFITAS AQUÁTICAS
                        Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                        Tipo Dissertação
                        Data 11/05/2018
                        Área BIOLOGIA GERAL
                        Orientador(es)
                        • Rafael Soares De Arruda
                        Coorientador(es)
                        • Camila Aoki
                        Orientando(s)
                        • Renata Mariano Corrêa
                        Banca
                        • Aline Lopes
                        • Arnildo Pott
                        • Camila Aoki
                        • Marco Otávio Dias Pivari
                        • Suzana Neves Moreira
                        Resumo Macrófitas aquáticas constituem bom modelo para testar padrões de distribuição, pois ocorrem em pontos discretos circundados por uma paisagem terrestre e apresentam diferentes estratégias de dispersão. O objetivo deste estudo foi entender o padrão de distribuição de macrófitas aquáticas e os mecanismos (fatores ambientais e espaciais) que levam a esse padrão. A amostragem de macrófitas aquáticas e dos parâmetros físico-químicos foi realizada em 30 lagoas nas várzeas do Rio Ivinhema. Foram registradas 82 espécies de macrófitas aquáticas pertencentes a 35 famílias e 63 gêneros. A família mais rica foi Poaceae (14 espécies), seguida de Cyperaceae (13 espécies) e Onagraceae (7 espécies). O sistema de lagoas amostrado apresentou uma alta diversidade de espécies, que se ajusta ao padrão Clementsiano. Isto significa que existe controle local na diversidade beta, que pode evidenciar unidades espaciais discretas. Adicionalmente, em escala regional, a metacomunidade se ajusta a um padrão neutro, o que pode ser explicado pela conectividade entre lagoas. Há um balanço entre os fatores ambientais e o processo de dispersão para a estruturação da comunidade de macrófitas, revelando um forte papel dos fatores ambientais em escala local e da dispersão em escala regional associado com a conectividade.
                        CHUVA E BANCO DE SEMENTES EM PASTAGEM CULTIVADA NO DOMÍNIO DO CERRADO
                        Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                        Tipo Dissertação
                        Data 02/05/2018
                        Área BIOLOGIA GERAL
                        Orientador(es)
                        • Geraldo Alves Damasceno Junior
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Carla Cristina Cerezoli de Jesus
                          Banca
                          • Arnildo Pott
                          • Camila Aoki
                          • Geraldo Alves Damasceno Junior
                          • Marcelo Leandro Bueno
                          • Silvia Rahe Pereira
                          Resumo Os processos naturais de sucessão ocorrem após algum tipo de perturbação na vegetação. A chuva e o banco sementes são considerados os principais mecanismos de regeneração em regiões tropicais, influenciados pelo histórico de uso da terra, tempo após perturbações e o tipo de formação vegetal das áreas circundantes. O tamanho dos diásporos, é outro fator importante e pode interferir na dinâmica das comunidades vegetais. Os grande demoram a entrar no banco de sementes, aumentando as chances de predação. Entender a dinâmica da chuva e do banco de sementes e das comunidades adultas em pastagem é uma ferramenta importante para os estudos de restauração ecológica. O Cerrado está entre as savanas mais ricas e ameaçadas do mundo. As principais ameaças estão associadas à agricultura, consumo de carvão e criação de gado. As características atuais do Cerrado são uma oportunidade para estudos de vegetação em estágio inicial de regeneração. Estudos da chuva e banco de sementes podem ser indicativos para demonstrar graus de resiliência das espécies que se regeneram nessas áreas. Este estudo teve como objetivo (i) estimar a riqueza e abundância de espécies do banco e da chuva de sementes; (ii) realizar levantamento florístico de espécies adultas e, compará-las com a composição do banco e da chuva de sementes; (iii) determinar algumas características funcionais do banco e da chuva de sementes (tamanho dos diásporos: pequeno (0,3-1,0mm); médio (1,8-6,0 mm) e grande (7,0-70 mm), grupos sucessionais, síndromes de dispersão e hábitos de crescimento) em uma pastagem cultivada em Cerrado. Os diásporos foram quantificados, identificadas e categorizadas de acordo com seus traços funcionais. Foram registrados 23.030 diásporos, dos quais 5.049 (1.009,8 sementes/m2) são provenientes do banco de sementes e 17.981 (224,76 sementes/m2) da chuva de sementes, de 75 espécies diferentes. Urochloa decumbens, Centratherum punctatum e Cyperus aggregatus foram as espécies mais representativas
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                          do banco de sementes, enquanto que Urochloa brizantha, Synedrellopsis grisebachii e Sida spp. foram as mais representativas na chuva de sementes. As ervas foram o hábito de crescimento mais abundante com 71,7% de representatividade. Para os grupos sucessionais, as pioneiras com 90,1% tiveram maior representatividade. Foram registrados três tipos de dispersão, a abiótica (autocórica e anemocórica) com 85,2%, e a biótica (zoocórica) com 14,8%. Com relação ao tamanho dos diásporos na chuva e no banco de sementes, a maioria foi pequeno (55,8%, 43 spp.). O restante, 44,2% está distribuído em diásporos médios (34,6%, 20 spp.) e grandes (9,5%, 11 spp.). Verificamos baixa similaridade entre banco e chuva de sementes. Por fim, a comunidade estudada demonstra heterogeneidade em sua composição. Este tipo de composição vem sendo considerado importante para o avanço nas etapas de sucessão em comunidades em processo inicial de regeneração.
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