Mestrado em Biologia Vegetal

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Os resultados dos processos seletivos serão divulgados no site do curso.

Trabalhos

Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
CARACTERIZAÇÃO DE FORRAGEIRAS QUANTO À TOLERÂNCIA AO ESTRESSE HÍDRICO
Curso Mestrado em Biologia Vegetal
Tipo Dissertação
Data 29/04/2019
Área BIOLOGIA GERAL
Orientador(es)
  • Valdemir Antônio Laura
Coorientador(es)
  • Rafael Soares De Arruda
Orientando(s)
  • Suzy Mary Lima de Souza
Banca
  • Liana Baptista de Lima
  • Liana Jank
  • MARCELO LATTARULO CAMPOS
  • Mateus Figueiredo Santos
  • Valdemir Antônio Laura
Resumo A escassez de água é o principal fator abiótico responsável pela baixa produtividade, entretanto, as
mudanças climáticas terão impactos para a sociedade e a biodiversidade causando a diminuição da
produção agrícola, aumento dos vetores de diversas doenças e a extinção de animais e plantas. Neste
trabalho, teve-se por objetivo avaliar duas cultivares e sete genótipos de Megathyrsus maximus (Jacq.)
B.K.Simon & S.W.L.Jacobs quanto a tolerância ao estresse hídrico, por meio de duas metodologias
distintas: suspensão da irrigação por 18 dias consecutivos e, aplicação de Polietileno glicol 6000 (PEG6000) por 12 dias consecutivos. No momento de supressão do fornecimento de água e aos dias múltiplos
de três de interrupção da irrigação e aos dias múltiplos de quatro para solução com PEG-6000 foi
estimado o teor de clorofila presente nas folhas, anotado o número de folhas e a altura do colmo. A taxa
de fotossíntese, transpiração, condutância estomática e temperatura das folhas foram obtidos com um
analisador de gás infravermelho e também, determinamos a biomassa da parte aérea após o estresse e
após a reidratação. Os dados foram submetidos a ANOVA e foram padronizados pelo comando
decostand. As cultivares BRS Tamani e Massai e os genótipos, PM19, PM20 e PM21 foram as mais
tolerantes, altura e condutância estomática não foram significativas em relação ao tempo e a interação
tempo cultivar. Os destaques são as cultivares Massai e BRS Tamani que, embora afetadas pelo estresse
hídrico, obtiveram 100% de rebrota e conservaram todas as suas atividades metabólicas podendo inferir
que estas realocaram seus nutrientes para as raízes a fim de aguardar melhores condições de
crescimento. Na segunda metodologia, entretanto, destacou-se PM44, seguido pelas cultivares Massai e
BRS Tamani.
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    DETERMINANTES AMBIENTAIS NA OCORRÊNCIA DE PLANTAS AQUÁTICAS NA TRANSIÇÃO AMAZÔNIA-CERRADO
    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
    Tipo Dissertação
    Data 15/04/2019
    Área BIOLOGIA GERAL
    Orientador(es)
    • Rafael Soares De Arruda
    Coorientador(es)
    • PEDRO VASCONCELLOS EISENLOHR
    Orientando(s)
    • Maria Helena da Silva
    Banca
    • Camila Silveira de Souza
    • Francielli Bao
    • Marco Otávio Dias Pivari
    • Rafael Soares De Arruda
    • Rosa Helena da Silva
    • Suzana Neves Moreira
    Resumo Plantas aquáticas apresentam grande capacidade de adaptação e amplitude ecológica, habitando diversos ambientes. A distribuição dessas plantas está relacionada a diversos fatores ambientais, entre eles fatores abióticos como temperatura, pH, condutividade e concentração de nutrientes. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi determinar a contribuição relativa de variáveis limnológicas na distribuição de plantas aquáticas na transição Amazônia-Cerrado. Utilizando uma Análise Canônica de Redundância (tb-RDA) buscamos relacionar a composição de espécies às variáveis ambientais. Registramos 80 espécies de plantas aquáticas pertencentes a 33 famílias e 55 gêneros. A família mais rica foi Cyperaceae (16 espécies), seguida de Poaceae (8) e Onagraceae (5), e as espécies mais frequentes foram Mikania micranta (Asteraceae) e Urospatha sagittifolia (Araceae). A estruturação da comunidade de plantas aquáticas foi influenciada pelas seguintes variáveis: pH, temperatura da água, temperatura do ar, nitrogênio kjeldahl e nitrogênio orgânico. Não foi observada influência espacial na composição da comunidade, e o alto grau de correlação entre as variáveis ambientais e as espécies aponta para um forte controle local. Nossos resultados sugerem que as espécies apresentam diferenciação de nicho e, consequentemente, as próprias preferências e tolerâncias a respeito das características físico-químicas da água.
    Diversidade genética e fragmentação de habitats naturais de Aspidosperma quebracho-blanco Schltdl. (APOCYNACEAE), questões para conservação em vegetações de Chaco e Savana Estépica
    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
    Tipo Dissertação
    Data 05/04/2019
    Área BIOLOGIA GERAL
    Orientador(es)
    • Maria Ana Farinaccio
    Coorientador(es)
    • Gecele Matos Paggi
    Orientando(s)
    • Thomáz da Silva Guerreiro Botelho
    Banca
    • Adriana Takahasi
    • Gabriel Paganini Faggioni
    • Maria Ana Farinaccio
    • Miriam Valli Buttow
    • Wellington Santos Fava
    Resumo As atividades de intensa retirada de madeira de Aspidosperma quebracho-blanco fazem parte de um passado marcado pela economia extrativista do Chaco, sucedendo na redução de boa parte dos quebrachais. É uma espécie tradicionalmente conhecida pelo uso medicinal no tratamento de malária, propriedades antiasmáticas e reconhecida por estudos químicos pela presença de alcaloides em sua casca. A madeira também possui atributos que a tornaram uma ótima opção para confecção de carpintaria e fabricação de carvão. Nesse contexto, ações que visam apontar novas direções para a gestão das populações naturais da espécie são extremamente necessárias. O presente estudo teve como objetivo conhecer a diversidade genética da espécie com o intuito de subsidiar estratégias de conservação nos habitats fragmentados da espécie. Para o seu desenvolvimento foram realizadas expedições de coleta em toda área de distribuição conhecida (Argentina, Brasil e Paraguai). Os 25 indivíduos, provenientes de cinco populações, foram georreferenciados e posicionados nos arquivos shapefile contendo as fitofisionomias de Chaco e Savana Estépica para identificação de habitats fragmentados. Para descrever a diversidade genética foram utilizados seis marcadores do tipo ISSR, que apresentaram o maior número de fragmentos, boa resolução e caráter mais informativo, após os testes iniciais. Os valores de coeficiente da matriz de similaridade obtidos entre as populações variaram entre 0,26 e 0,55, diferentemente dos encontrados entre os indivíduos (0,0 e 0,77). Já as médias de diversidade genética foram baixas e variaram de forma gradativa, variando entre 0,09 e 0,15 para o índice de Shannon (H’), e de 0,19 a 0,31 na diversidade de Nei (Ne), registros coincidentes com padrões de conteúdo de informação polimórfica (PIC). Quanto a distribuição das populações, evidenciou-se impactos ambientais na região norte do Chaco e na Savana Estépica, locais onde está localizada a maioria das populações amostradas. A autocompatibilidade e os efeitos da fragmentação florestal podem ser os principais responsáveis pela redução da heterozigose e da diversidade genética da espécie. Os resultados obtidos nas análises também sugerem que as populações mais próximas sejam menos divergentes, principalmente nos ambientes de Chaco Árido, onde anemocoria é facilitada. O histórico de perturbações nos fragmentos em que as populações estão localizadas podem torná-las mais vulneráveis aos efeitos de deriva genética, endogamia e efeito de borda, comprometendo também as mais de 200 espécies de insetos associadas a A. quebracho-blanco. Vale ressaltar que as populações de áreas áridas, com condições climáticas adversas, podem ter estabelecimento de mudas comprometido, condição indispensável para coleta de germoplasma em áreas adequadas. Desse modo, os resultados obtidos apontam uma grande ameaça à conservação dos recursos genéticos de A. quebracho-blanco, havendo necessidade de unidades de conservação e criação de novos bancos de germoplasma contendo material genético oriundos de fragmentos mais conservados.
    INTERFERÊNCIA DA AGREGAÇÃO INTERESPECÍFICA E EFICIÊNCIA DOS POLINIZADORES NO SUCESSO REPRODUTIVO DE DUAS ESPÉCIES VEGETAIS NO PANTANAL SUL
    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
    Tipo Dissertação
    Data 21/03/2019
    Área BIOLOGIA GERAL
    Orientador(es)
    • Rafael Soares De Arruda
    Coorientador(es)
    • Andrea Cardoso de Araujo
    Orientando(s)
    • Karen Cristine Bezerra da Silva Santos
    Banca
    • Andrea Cardoso de Araujo
    • André Rodrigo Rech
    • Erich Arnold Fischer
    • Francismeire Jane Telles da Silva
    • Vanessa Gabrielle Nobrega Gomes
    Resumo Em uma comunidade com diferentes espécies vegetais co-ocorrendo no
    espaço, e cujos períodos de floração se sobrepõem, a ocorrência em agregados pode ser
    negativa, devido a potencial competição pelos recursos abióticos necessários para a
    produção de sementes ou pelos serviços dos polinizadores. Assim, de modo a avaliar
    como a agregação heteroespecífica afeta o sucesso reprodutivo (i.e. o número de frutos
    viáveis formados e seu peso) estudamos duas espécies auto incompatíveis no Pantanal
    Sul. A coleta de dados foi realizada na Base de Estudos do Pantanal (BEP-UFMS) em
    Corumbá, Mato Grosso do Sul, Brasil, onde estabelecemos 60 parcelas, 30 para cada
    espécie focal (Richardia grandiflora e Ludwigia lagunae), sendo 15 parcelas em
    manchas monoespecíficas e 15 em heteroespecíficas. Avaliamos a carga polínica
    depositada nos estigmas pelos visitantes florais e também a formação de frutos e
    sementes. Nossos resultados mostraram que L. lagunae tem maior riqueza e abundância
    de carga polínica nos estigmas quando em manchas heteroespecíficas, e nessa condição
    houve uma redução significativa no peso dos frutos. Em Richardia grandiflora também
    foi detectada maior riqueza e abundância de carga polínica em manchas
    heteroespecíficas, tendo havido formação de maior número de frutos viáveis (i.e. com
    mais sementes) em manchas monoespecíficas. Dessa forma, concluímos que para ambas
    as espécies, os indivíduos em parcelas monoespecíficas apresentaram maior sucesso reprodutivo, pois conseguiram produzir frutos de maior peso; ou maior quantidade de
    frutos viáveis, o que pode garantir maior sucesso reprodutivo.
    Caliciaceae foliosas em Mato Grosso do Sul, Brasil
    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
    Tipo Dissertação
    Data 28/02/2019
    Área BIOLOGIA GERAL
    Orientador(es)
    • Adriano Afonso Spielmann
    Coorientador(es)
    • Patricia Jungbluth
    Orientando(s)
    • Thiago Dias Barbosa
    Banca
    • Adriano Afonso Spielmann
    • Andre Aptroot
    • Arnildo Pott
    • Flavio Macedo Alves
    • Marcos Junji Kitaura
    Resumo Caliciaceae é uma família bastante representativa de liquens e apresenta espécies com talos de hábito crostoso, folioso ou fruticoso. Apesar da grande diversidade de espécies (675), poucos inventários foram realizados no Brasil, sendo este o primeiro trabalho desta natureza em Mato Grosso do Sul e com o foco nas Caliciaceae de hábito folioso. Ao todo foram encontrados 38 táxons, incluindo sete novos registros para Mato Grosso do Sul, dois novos registros para o continente americano e quatro espécies novas para a Ciência. São apresentadas descrições detalhadas, comentários e chaves para identificação. Também foi efetuada a revisão teórica sobre o gênero Dirinaria, culminando em uma chave mundial, descrições e comentários sobre as espécies, o que inclui a exclusão de três espécies antes classificadas neste gênero
    Liquens parmelioides (Parmeliaceae) do extremo sul da Mata Atlântica: a diversidade revelada em uma análise integrativa
    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
    Tipo Dissertação
    Data 26/02/2019
    Área BIOLOGIA GERAL
    Orientador(es)
    • Aline Pedroso Lorenz
    Coorientador(es)
    • Luciana da Silva Canez
    Orientando(s)
    • Andressa Silva Rodrigues
    Banca
    • Adriano Afonso Spielmann
    • Aline Pedroso Lorenz
    • Mayara Camila Scur
    • Natália Mossmann Koch
    • Wellington Santos Fava
    Resumo A identificação e a concepção da diversidade de fungos liquenizados têm sido modificadas nas últimas décadas, principalmente com a evolução das técnicas de biologia molecular e de bioinformática. Nesse sentido, o DNA barcoding tem ganhado destaque na área de identificação de fungos liquenizados por ser uma técnica de fácil execução em laboratório, todavia trazendo como primeiro desafio a montagem de um banco de sequências de referência para sua utilização. Com relação a fungos liquenizados, Parmeliaceae, maior família desse grupo de organismos, possui uma enorme diversidade no estado do Rio Grande do Sul. Neste Estado, dentre os diferentes tipos de vegetações presentes, encontram-se grandes áreas de restingas ao longo de toda a faixa litorânea. Esse tipo de vegetação pertence ao bioma Mata Atlântica e é considerado um hotspot de biodiversidade. A partir disso, esse trabalho visa realizar uma abordagem integrativa, ou seja, utilizar dados taxonômicos (baseados em características morfológicas e químicas diagnósticas) e genéticas (monofilia e distâncias genéticas) para discriminar as espécies de liquens parmelioides nas restingas do extremo sul do Brasil. Espécimes selecionados após a identificação passaram pelos processos de extração de DNA, amplificação e sequenciamento da região ITS (DNA barcode universal dos fungos). Análises filogenéticas foram realizadas com sequências de DNA geradas neste estudo e sequências obtidas no GenBank. Como resultado, 286 espécimes foram examinados e 86 sequências de ITS foram geradas, sendo representadas nesse estudo por 45 espécies finais baseadas nos resultados de ambas as análises. Entre as espécies inicialmente identificadas, apenas 17 possuiam sequências disponíveis no GenBank. Destas, seis foram consideradas coespecíficas com as sequências de referência, oito agruparam com sequências da mesma espécie, porém apresentaram divergência superior ao padrão intraespecífico, duas agruparam como mesma espécie, enquanto uma não agrupou com a sequência referência. A partir das 45 espécies finais, foram encontradas 13 novas espécies e 16 novos registros de sequências para o GenBank de espécies já conhecidas, representando um acréscimo de 60% da diversidade de liquens parmelioides nas restingas do extremo sul do Brasil. Desta forma, este trabalho demonstra o quanto a diversidade de fungos liquenizados no Brasil ainda é pouco conhecida, além de reforçar a necessidade para o aumento da aplicação de análises integrativas para se desvendar a real diversidade de espécies.
    Guavira (Campomanesia adamantium (Cambess) O. Berg) em consórcio com espécies de adubos verdes para uso em Sistemas Agroflorestais: crescimento e fenologia reprodutiva
    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
    Tipo Dissertação
    Data 11/09/2018
    Área BIOLOGIA GERAL
    Orientador(es)
    • Leticia Couto Garcia Ribeiro
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Evania Xavier Gondim
      Banca
      • Andrea Cardoso de Araujo
      • Leticia Couto Garcia Ribeiro
      • Maria Gabriela Gutierrez de Camargo
      • Maria Rosangela Sigrist
      • Ricardo Gomes César
      Resumo Apesar de existirem diversos estudos fenológicos nos trópicos, poucos testam as
      alterações fenológicas em espécies nativas sob sistema de cultivo. Estudos sobre a fenologia
      reprodutiva e do formato de implantação de espécies frutíferas com grande potencial econômico
      são necessários para saber a melhor época de coleta dos frutos. Da mesma forma, é necessário
      investigar as interferências do espaçamento de plantio sobre o desempenho das plantas em
      sistemas de cultivo como resultado de possíveis competições por recursos bióticos e abióticos.
      Ademais, considerando os benefícios gerados pela consorciação com leguminosas, a produção
      de biomassa de diferentes espécies utilizadas como adubo verde para fins de aumento no
      crescimento da espécie nativa e sua interação com o espaçamento deve ser melhor investigada.
      Desta forma, o presente estudo visou investigar experimentalmente o efeito de diferentes
      espaçamentos do cultivo da espécie arbustiva Campomanesia adamantium (conhecida
      popularmente como guavira ou guabiroba) em sistemas consorciados com diferentes espécies
      de adubos verdes sobre seu crescimento, fenologia reprodutiva e produção de frutos.
      Hipotetizamos que, devido à competição biótica e abiótica: (1) no maior espaçamento entre as
      linhas de plantio o crescimento, produção de flores e frutos de Campomanesia adamantium
      serão maiores comparativamente a plantios com espaçamentos menores (maior densidade da
      planta cultivada); (2) os indivíduos nos menores espaçamentos terão maior assincronia e um
      atraso da fenologia reprodutiva; (3) os adubos verdes com maior produção de biomassa
      favorecerão o crescimento e a produtividade da espécie consorciada. Para testarmos estas
      hipóteses experimentalmente, implantamos as mudas de Campomanesia adamantium em
      quatro blocos, nos seguintes espaçamentos (linha e entrelinha, respectivamente): (T1) 2,00 m x
      0,40 m; (T2) 2,00 m x 0,80 m; (T3) 2,00 m x 1,20 m; (T4) 2,00 m x 1,60 m. Avaliamos 320
      indivíduos de Campomanesia adamantium distribuidos nesses quatro blocos registrando a
      altura, área da copa durante onze meses e a fenologia reprodutiva durante 16 meses. Além disso,
      avaliamos a massa seca das espécies de leguminosas utilizadas como adubos verdes: Cajanus
      cajan (L.) Huth (feijão guandu), Crotalaria breviflora DC. (crotalária) e Canavalia ensiformis
      (L.) DC. (feijão de porco). Um terço dos indivíduos amostrados de Campomanesia adamantium
      apresentaram reprodução sexuada aos dois anos de idade e na população a floração e frutificação foi fortemente sazonal, portanto sincrônica ocorrendo na transição da estação secachuvosa
      e chuvosa. Todo o processo de reprodução desde o desenvolvimento dos botões florais
      até a presença de frutos maduros, durou em média de 80 dias. O período entre o surgimento das
      primeiras flores e as últimas plantas florirem, foi em média 30 dias. O início na emissão dos
      botões florais ocorreu em setembro, com pico em 26 de setembro e o pico de floração em 02 de
      outubro. O início da floração ocorreu antecipadamente nos espaçamentos maiores (T3 e T4),
      porém, apesar de ser uma diferença estatistiacmente significativa, esta foi de apenas sete dias,
      assim como uma antecipação de três dias no auge da floração nestes espaçamentos. O pico dos
      frutos imaturos ocorreu no dia 05 mês de outubro e da maturação no dia 04 de dezembro, sem
      diferenças entre tratamentos. Ou seja, essa interação apesar de ter afetado a floração em até sete
      dias, não teve efeitos sobre a frutificação. Houve interação entre os diferentes espaçamentos e
      adubos verdes somente para quantidade de flores, ou seja, o adubo verde escolhido afetou a
      produção de flores em relação ao espaçamento. Apesar disso, o espaçamento entre individuos
      e o consorcio com adubos verdes não afetaram a produtividade de Campomanesia adamantium
      nessa idade do plantio (2 anos). Assim, a hipótese de que os espaçamentos afetariam a fenologia
      reprodutiva e produtividade foi confirmada apenas para a floração, porém com uma diferença
      de uma semana de antecipação que poderá antecipar a chegada dos polinizadores no maior
      espaçamento. Quanto às leguminosas, foi possível verificar que nos espaçamentos maiores
      consorciados com a mistura de Crotalaria breviflora e Cajanus cajan, resultaram em maior
      crescimento em altura e área de copa de Campomanesia adamantium . Além disso, uma maior
      biomassa desses adubos verdes foi verificada neste espaçamento (2,00 m x 1,60 m). Assim,
      essa mistura parece ser uma boa opção de adubação para a Campomanesia adamantium nos
      primeiros anos de seu ciclo. Os resultados deste estudo poderão servir de base para o cultivo da
      guavira em Sistemas Agroflorestais consorciados com adubos verdes. Ademais, os exemplos
      aqui levantados sobre os efeitos da competição por recursos em sistemas de cultivos poderão
      ser testados com outras espécies nativas de outras regiões do país e do mundo.
      Ecologia reprodutiva de Dyckia leptostachya Baker: uma bromélia autoincompatível no Pantanal Sul-Mato-Grossense
      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
      Tipo Dissertação
      Data 15/08/2018
      Área BIOLOGIA GERAL
      Orientador(es)
      • Gecele Matos Paggi
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Diego Finati Alves
        Banca
        • Aline Pedroso Lorenz
        • Camila Aoki
        • Felipe Wanderley de Amorim
        • Juliana Marcia Rogalski
        • Wellington Santos Fava
        Resumo Dyckia leptostachya Baker é uma espécie nativa da Bolívia, Paraguai, Argentina e Brasil.
        No Brasil, esta espécie ocorre no Pantanal sul-mato-grossense, na cidade de Corumbá,
        sobre bancadas lateríticas. Esse estudo foi conduzido ao longo de um ano e meio, entre
        maio de 2016 e janeiro de 2018, sendo avaliadas a fenologia, a biologia floral e
        reprodutiva da espécie foram estudadas. Dyckia leptostachya floresce durante quase todo
        ano, com picos de floração nos meses de junho e dezembro. A antese ocorreu ao longo de
        todo o dia e apresentou uma duração de três dias. A espécie apresenta atributos florais
        associados à psicofilia. A constante visitação de Phoebis neocypris confirma essa
        observação. Considerando os resultados dos parâmetros de fertilidade natural e da razão
        pólen/óvulo, conclui-se que a espécie apresenta autoincompatibilidade; contudo, com
        base nos experimentos de polinização manual, a espécie apresenta autocompatibilidade.
        Dessa forma, identificamos que a germinação de sementes deve ser considerada como um
        dos principais parâmetros do sucesso reprodutivo da espécie, e não apenas a frutificação,
        uma vez que esta não implica em viabilidade de sementes. Assim, as sementes oriundas
        dos experimentos de polinização cruzada e do controle tiveram as maiores taxas de
        germinação, corroborando com as características de autoincompatibilidade de D.
        leptostachya.
        REDES DE INTERAÇÕES MALPIGHIACEAE-VISITANTES FLORAIS: POLINIZAÇÃO, PILHAGEM E VARIAÇÃO TEMPORAL
        Curso Mestrado em Biologia Vegetal
        Tipo Dissertação
        Data 31/07/2018
        Área BIOLOGIA GERAL
        Orientador(es)
        • Maria Rosangela Sigrist
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Karina Back Militão Miliato
          Banca
          • Isabela Galarda Varassin
          • Maria Rosangela Sigrist
          • Natalia Costa Soares
          • Nicolay Leme da Cunha
          • Rogerio Rodrigues Faria
          Resumo Malpighiaceae são plantas tropicais ocorrem exclusivamente no Novo Mundo, possuem flores de óleo, sendo coletado por abelhas das tribos Centridini, Tapinotaspidini e Tetrapediini. Amostramos os visitantes florais (polinizadores, não polinizadores) de flores de seis espécies de Malpighiaceae durante 11 meses em remanescente de Cerrado, Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Foram analisadas redes inteira polinização, não polinização e redes temporais e métricas de aninhamento, especialização e aninhamento. Em nossos resultados as métricas apresentaram semelhanças. A interação entre os polinizadores e as abelhas coletoras de óleo refletiu o vínculo filogenético Malpighiaceae-Centridini, pois apresentaram maiores valores de especialização e força de interação em ambas as estações, mostrando a dependência das abelhas coletoras de óleo em relação a este recurso floral.
          Caracterização de bactérias promotoras de crescimento vegetal isoladas de arroz selvagem do Pantanal Sul Matogrossense
          Curso Mestrado em Biologia Vegetal
          Tipo Dissertação
          Data 30/07/2018
          Área BIOLOGIA GERAL
          Orientador(es)
          • Gecele Matos Paggi
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Analice Paula de sousa Campelo
            Banca
            • Gecele Matos Paggi
            • José Ivo Baldani
            • Maria Rita Marques
            • Paulo Ivan Fernandes Júnior
            Resumo No Brasil os estudos relacionados à interação de bactérias fixadoras de nitrogênio com
            gramíneas ainda precisam ser explorados no que tange ao conhecimento da interação
            dessas bactérias em espécies de plantas nativas. Diante disso, o objetivo desse trabalho
            foi registrar a ocorrência e identificar bactérias diazotróficas associadas à Oryza latifolia
            e O. glumaepatula, e verificar a sua habilidade para a promoção de crescimento vegetal.
            Foram coletadas amostras das plantas de estudo na fase de floração, em triplicata. As
            coletas foram realizadas na margem esquerda do Rio Paraguai em duas áreas. Para a
            avaliação da ocorrência e número de bactérias diazotróficas nas raízes das plantas foi
            usado o método do número mais provável usando o meio BMGM sem nitrogênio. Após
            o crescimento positivo os frascos das maiores diluições positivas foram repicados
            sucessivamente para meios semissólidos e sólidos semi-específicos
            (NFb/LGI/JNFb/JMV). A diversidade dos isolados foi avaliada por Box-PCR e os perfis
            dos amplicons gerados de cada isolado foram agrupados pelo método UPGMA.
            Características funcionais relacionadas ao potencial biotecnológico dos isolados foram
            avaliadas: atividade celulolítica, proteolítica, amilolítica, produção de sideróforo e ácido
            indol acético (AIA) e, solubilização de fosfato de cálcio e zinco. O sequenciamento do
            gene 16S rRNA para construção da árvore filogenética foi realizado utilizando o
            cálculo do algarítmo Neighbor-Joining. Foram selecionados 33 isolados para o
            experimento de inoculação em casa de vegetação com as duas espécies de arroz,
            avaliadas para o aumulo de biomassa fresca e a massa seca aos 52 dias após a
            semeadura. As duas espécies de arroz selvagem apresentaram elevado número de
            bactérias fixadoras de nitrogênio associadas as suas raízes nas duas áreas de coleta:
            Oryza latifolia (Serra do Amolar: 1,55x107
            e Corixo Bracinho: 1,71x107
            bactérias/g de
            raiz) e O. glumaepatula (1,01x107
            e 0,68x107 bactérias/g de raiz). Foram isoladas um
            total de 201 bacterias diazotróficas nas duas espécies de arroz. Os isolados bacterianos
            apresentaram alta diversidade fenotípica e genotipica. Do total, 80% apresentaram
            algum tipo de atividade enzimática, 66% proteolítica, 21% amilolítica, 16% celulolítica;
            a produção de siderofóros foi observada em 55% dos isolados, e 40% dos isolados
            apresentaram produção de (AIA), sendo a solubilização de fosfato de cálcio e zinco
            observada em 52% e 50% dos isolados, respectivamente. Foram identificados isolados
            pertencentes aos gêneros: Pantoea, Achromobacter, Enterobacter, Stenotrophomonas,
            Pseudomonas e Bacillus. Em Oryza latifolia, os tratamentos com os isolados 110CAL,
            153CAL e 59CAL aumentaram em até 59% o peso da massa fresca; e com o isolado
            110CAL houve um aumento de até 214% de massa seca. Já em O. glumaepatula, o
            tratamento com o isolado 180CAG aumentou em até 54% o peso de massa fresca; e
            com os isolados 180CAG, 132CAG e 163CAG houve um aumento de até 266% de
            massa seca Os tratamentos com os isolados 110CAL e 180CAG do gênero Pantoea,se
            destacaram por aumentaram tanto massa fresca, quanto a massa seca em Oryza latifolia
            e O. glumaepatula, repectivamente. Assim os isolados que apresentaram características
            funcionais relacionadas ao potencial biotecnológico podem possivelmente estimular o
            crescimento vegetal nas plantas nas duas espécies de arroz selvagem.
            FUNGOS LIQUENIZADOS DO CHACO BRASILEIRO: FLORÍSTICA E TAXONOMIA
            Curso Mestrado em Biologia Vegetal
            Tipo Dissertação
            Data 25/07/2018
            Área BIOLOGIA GERAL
            Orientador(es)
            • Adriano Afonso Spielmann
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Jean Marc Edson Torres Pineda
              Banca
              • Adriano Afonso Spielmann
              • Angela Lucia Bagnatori Sartori
              • Marcos Junji Kitaura
              • Patricia Jungbluth
              Resumo O Chaco, bioma de vegetação aberta em planícies semiáridas e úmidas no centro da América do Sul, é uma das maiores formações vegetacionais do continente, presente na Argentina, Paraguai, Bolívia e Brasil. No Brasil, o Chaco corresponde a uma pequena região do sudeste do estado de Mato Grosso do Sul, no município de Porto Murtinho. Tanto no Chaco como um todo, quanto no Bioma no Brasil, ainda são escassos os estudos com liquens. Por essa razão, este estudo é a primeira caracterização e avaliação taxonômica dos liquens de um lugar raramente visitado por liquenólogos. Nós estudamos material de coletas realizadas em excursões de campo ao local de estudo e de exemplares depositados no acervo do Herbário CGMS provenientes da região de Porto Murtinho. Os exemplares foram identificados com o uso de chaves taxonômicas e a identificação dos exemplares precisou de análises morfológicas, anatômicas e químicas. A identificação das substâncias químicas foi realizada com testes de coloração, cromatografia em camada delgada e microcristalização. Foram identificados 72 táxons de macroliquens pertencentes a 25 gêneros e 9 famílias, os quais foram descritos e caracterizados. A descrição dos gêneros é seguida de chaves taxonômicas para a identificação das espécies encontradas. Todas as espécies identificadas apresentam imagens em alta resolução. No caso dos microliquens, um inventário preliminar dos gêneros é apresentado, com 37 gêneros representados em 22 famílias. Enchylium chacoënse, Pyxine endoalbida, Pyxine parapetricola e Physcia brunneocrenulata são espécies novas para a ciência. Dirinaria subconfluens, Heterodermia loriformis, Hyperphyscia endochrysea e Physcia manuelii são citadas pela primeira vez para o Brasil, e 17 espécies são novas ocorrências para o Mato Grosso do Sul. Assim, 25 espécies de macroliquens, mais o gênero Schistophoron de microliquens, são acrescidos à lista de liquens de Mato Grosso do Sul.
              FRUTIFICAÇÃO E DORMÊNCIA EM SEMENTES DE ESPÉCIES LENHOSAS DE LEGUMINOSAE EM VEGETAÇÃO SAZONAL DE CHACO BRASILEIRO
              Curso Mestrado em Biologia Vegetal
              Tipo Dissertação
              Data 23/07/2018
              Área BIOLOGIA GERAL
              Orientador(es)
              • Maria Rosangela Sigrist
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Ana Maria de Menezes Zanoni
                Banca
                • Barbara Franca Dantas
                • Luís Felipe Daibes de Andrade
                • Luis Fernando Alberti
                • Maria Rosangela Sigrist
                • Tathiana Elisa Masetto
                Resumo Um padrão observado principalmente em ambientes sazonais e para espécies lenhosas é a dispersão de sementes não dormentes no final da estação seca e início da chuvosa, e dispersão de sementes dormentes nos outros períodos do ano; sendo a dormência física a mais comum em ambientes áridos e dentre espécies da família Leguminosae. Para compreender melhor esse padrão entre espécies do Chaco foram coletados dados fenológicos de frutificação Mimosa hexandra, Parkinsonia praecox e Prosopis rubriflora durante dois anos para a determinação dos padrões de dispersão, sementes das três espécies foram coletadas para testes de germinação e superação de dormência (20, 25, 30, 35 e 20-30ºC/ claro e escuro) e dados de temperatura e pluviosidade com a presença de frutos no mês de amostragem e nos dois meses anteriores. As três espécies apresentaram frutificação unimodal, anual e Parkinsonia praecox e Prosopis rubriflora também apresentaram sazonalidade, não havendo diferença na produção de frutos entre os dois anos e Mimosa hexandra e Parkinsonia praecox apresentaram relação negativa com temperatura e pluviosidade. As três espécies apresentaram sementes ortodoxas e dormentes e germinação em todas as temperaturas, onde o processo de germinação das três espécies independe da luz, mas somente para duas espécies (Mimosa hexandra, Parkinsonia praecox) as temperaturas mais elevadas apresentaram maiores valores de germinação, sendo que fator abiótico não alterou a geminação de Prosopis rubriflora. onde apenas Prosopis rubriflora não demonstrou preferência por nenhuma temperatura para germinar. Assim, nossa hipótese inicial foi confirmada para Mimosa hexandra e Prosopis rubriflora, porém não para Parkinsonia praecox que dispersou seus frutos no final da estação seca ou início da chuvosa, período considerado favorável para maximizar o desenvolvimento e estabelecimento das plântulas. Características essas que permitem às três espécies formar banco de sementes persistentes no solo e não recrutarem todas as sementes de uma vez nos períodos de dispersão, permanecendo no banco de sementes e germinando gradativamente.

                RELAÇÃO ENTRE FATORES AMBIENTAIS E ESTRUTURA DA VEGETAÇÃO EM FRAGMENTOS DE MATA ATLÂNTICA
                Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                Tipo Dissertação
                Data 25/06/2018
                Área BIOLOGIA GERAL
                Orientador(es)
                • Geraldo Alves Damasceno Junior
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Diego José Guilherme Morais
                  Banca
                  • Arnildo Pott
                  • Erich Arnold Fischer
                  • Geraldo Alves Damasceno Junior
                  • Ricardo Ribeiro Rodrigues
                  • Sandro Menezes Silva
                  Resumo A fragmentação florestal pode causar alterações na estrutura da vegetação, levando à extinção de espécies. Alguns fatores ambientais são importantes para entendimento deste processo. A Mata Atlântica apresenta-se como um dos ecossistemas brasileiros com maior diversidade vegetal e vêm sendo suprimida para fins agrícolas, tornando-se importante conhecer sua relação com fatores ambientais frente às perturbações humanas, com intuito de fornecer dados visando sua conservação. Assim, o objetivo desse trabalho foi verificar se a variação nos componentes químicos e físicos do solo, tamanho, altitude e o isolamento dos fragmentos estão relacionados a variações na riqueza, área basal, abundância e composição de espécies em dez fragmentos de Mata Atlântica no Oeste do estado do Paraná. Foram feitas dez parcelas de 20m x 10m em cada fragmento, totalizando 100 parcelas, amostrando todos os indivíduos com CAP ≥ 15cm a 1,3m do solo, sendo coletados ramos férteis para identificação e deposição no herbário CGMS. Também foram feitas coletas de solo em todas as parcelas para análises químicas e físicas. Foram amostrados 2.237 indivíduos arbustivo-arbóreos de 145 espécies distribuídas em 99 gêneros e 43 famílias. A riqueza, abundância e a área basal das espécies foram maiores em solos com maior fertilidade. A área basal aumentou nos fragmentos maiores e mais elevados. Um grupo de espécies esteve relacionado a solos com maior saturação de bases, matéria orgânica, Fósforo, Silte e pH, outro grupo teve maior relação com outros elementos como Alumínio, Ferro, Argila e altitude e um terceiro grupo se relacionou mais com Enxofre, Zinco e Boro. Algumas espécies ocorreram apenas em fragmentos menores e menos elevados, assim como outras foram exclusivas de fragmentos maiores e de maior elevação. Tamanho e isolamento não foram explicativos da riqueza neste estudo, porém todos os fragmentos, foram considerados importantes para conservação e manutenção da biodiversidade uma vez que tinham espécies exclusivas, independentemente do tamanho.
                  ÓRGÃOS SUBTERRÂNEOS DE ESPÉCIES DE STIGMAPHYLLON A. JUSS. (MALPIGHIACEAE): DESENVOLVIMENTO E ASPECTOS FUNCIONAIS
                  Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                  Tipo Dissertação
                  Data 20/06/2018
                  Área BIOLOGIA GERAL
                  Orientador(es)
                  • Rosani do Carmo de Oliveira Arruda
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • ALINE CAMARGO ROSA
                    Banca
                    • Adriana Hissae Hayashi
                    • Angela Lucia Bagnatori Sartori
                    • Arnildo Pott
                    • Gisele Catian
                    • Rosani do Carmo de Oliveira Arruda
                    Resumo  Premissa do estudo: Stigmaphyllon (Malpighiaceae) é um gênero constituído por cerca de 120
                    espécies, ocorrendo amplamente pela América do Sul. O gênero é constituído em sua maioria
                    por lianas que possuem um crescimento secundário particular, gerando uma grande variedade
                    anatômica nos caules. Contudo, pouco se sabe a respeito da anatomia, funções e processos
                    ontogenéticos envolvidos na formação dos sistemas subterrâneos para o gênero. Assim, este
                    estudo se propõe a investigar a função, natureza e origem do espessamento do órgão
                    subterrâneo em S. macedoanum, S. calcaratum, S. bonariense, S. ellipticum. e S. tomentosum.
                     Métodos: Os órgãos subterrâneos foram coletados, armazenados e processados seguindo-se
                    os procedimentos usuais em anatomia vegetal, incluindo análises histoquímicas e de açúcares
                    (Dosagem de açúcares redutores e Cromatografia em camada delgada).
                     Resultados: A natureza das estruturas subterrâneas de todas as espécies é secundária e
                    constitui um órgão que contém água, carboidratos e compostos fenólicos. Todos os órgãos
                    constituem uma raiz, sendo que S. tomentosum constitui-se também em uma porção caulinar.
                    O espessamento é originado através da formação de novos câmbios vasculares “câmbios
                    interxilemáticos” gerados a partir da proliferação do parênquima xilemático, produzindo
                    tecidos vasculares adicionais e abundância de parênquima axial não lignificado. Gemas
                    endógenas, pontoações guarnecidas, cristais prismáticos no xilema e drusas no floema, foram
                    observadas em todas as espécies avaliadas.
                     Conclusões: A ocorrência de tecidos de reserva com carboidratos e de gemas sugere que as
                    estruturas subterrâneas das espécies de Stigmaphyllon investigadas representam uma estratégia importante para o armazenamento de nutrientes, para a propagação vegetativa e proteção do órgão diante de períodos adversos.
                    Etnofarmacologia da utilização da casca da raiz do pequi (Caryocar brasiliense Cambess.) como anti-inflamatória e anti-hiperalgésica
                    Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                    Tipo Dissertação
                    Data 24/05/2018
                    Área BIOLOGIA GERAL
                    Orientador(es)
                    • Carlos Alexandre Carollo
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Ellen Pereira da Silva Maciel
                      Banca
                      • Claudia Andrea Lima Cardoso
                      • Denise Brentan da Silva
                      • Nidia Cristiane Yoshida
                      • Vanessa Terezinha Gubert
                      • Wagner Vilegas
                      Resumo A Etnofarmacologia é a ciência que estuda metabólitos bioativos produzidos por espécies vegetais tradicionalmente utilizadas pelo homem no tratamento de doenças. No presente estudo investigamos o potencial farmacológico das raízes do pequi (Caryocar brasiliense), uma espécie arbórea utilizada pelas comunidades locais tanto na alimentação como no tratamento de dores e inflamações. Apesar da vasta utilização popular do pequi, pouco se conhece sobre sua composição química e potencial medicinal. Assim, tendo como premissa a utilização popular, o objetivo deste trabalho foi investigar a estabilidade e identificar os metabólitos secundários da casca da raiz do pequi, bem como quantificar compostos fenólicos e taninos totais, e avaliar biologicamente in vivo a toxicidade aguda em Caenorhabditis elegans e os efeitos anti-inflamatórios e anti-hiperalgésicos em Mus musculus. O extrato aquoso da casca das raízes foi obtido de forma similar à utilização popular por extração aquosa a frio. O perfil químico foi determinado por cromatografia líquida de alta eficiência acoplada a detector de arranjos de diodo e espectrômetro de massas (CLAE-DAD-EM) e a quantificação de compostos fenólicos e taninos totais foi realizado por espectofotometria pelo método Folin-ciocalteau e capacidade de sequestrar radicais livres pelo método DPPH. Os efeitos de toxicidade do EACb foram avaliadas in vivo em nematoides C. elegans, os efeitos das atividades anti-inflamatória (edema de pata e influxo leucocitário) e anti-hiperalgésica (contorção abdominal) foram avaliadas em camundongos machos (18-30 g) da linhagem Swiss utilizando as doses de 1, 16 e 40 mg/Kg do extrato aquoso da casca da raiz de C. brasiliense (EACb). O EACb mostrou estabilidade em solução aquosa, sendo identificado os compostos derivados de ácido gálico, elágico, taninos hidrolisáveis e saponinas triterpenicas. O EACb não demonstrou efeitos tóxicos em C. elegans nas concentrações (7,5 –1000 μg / mL). A dose compatível com a popular de 16 mg/Kg apresentou potencial nas atividade anti-inflamatória e anti-hiperalgésica. Assim, pela primeira vez conseguimos replicar o método popular, validando a utilização popular em tratamentos de dor e inflamações, demonstrando que o resultado pode ser relacionado ao perfil químico encontrado no EACb.
                      PADRÕES DE ESTRUTURAÇÃO DE METACOMUNIDADES DE MACRÓFITAS AQUÁTICAS
                      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                      Tipo Dissertação
                      Data 11/05/2018
                      Área BIOLOGIA GERAL
                      Orientador(es)
                      • Rafael Soares De Arruda
                      Coorientador(es)
                      • Camila Aoki
                      Orientando(s)
                      • Renata Mariano Corrêa
                      Banca
                      • Aline Lopes
                      • Arnildo Pott
                      • Camila Aoki
                      • Marco Otávio Dias Pivari
                      • Suzana Neves Moreira
                      Resumo Macrófitas aquáticas constituem bom modelo para testar padrões de distribuição, pois ocorrem em pontos discretos circundados por uma paisagem terrestre e apresentam diferentes estratégias de dispersão. O objetivo deste estudo foi entender o padrão de distribuição de macrófitas aquáticas e os mecanismos (fatores ambientais e espaciais) que levam a esse padrão. A amostragem de macrófitas aquáticas e dos parâmetros físico-químicos foi realizada em 30 lagoas nas várzeas do Rio Ivinhema. Foram registradas 82 espécies de macrófitas aquáticas pertencentes a 35 famílias e 63 gêneros. A família mais rica foi Poaceae (14 espécies), seguida de Cyperaceae (13 espécies) e Onagraceae (7 espécies). O sistema de lagoas amostrado apresentou uma alta diversidade de espécies, que se ajusta ao padrão Clementsiano. Isto significa que existe controle local na diversidade beta, que pode evidenciar unidades espaciais discretas. Adicionalmente, em escala regional, a metacomunidade se ajusta a um padrão neutro, o que pode ser explicado pela conectividade entre lagoas. Há um balanço entre os fatores ambientais e o processo de dispersão para a estruturação da comunidade de macrófitas, revelando um forte papel dos fatores ambientais em escala local e da dispersão em escala regional associado com a conectividade.
                      CHUVA E BANCO DE SEMENTES EM PASTAGEM CULTIVADA NO DOMÍNIO DO CERRADO
                      Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                      Tipo Dissertação
                      Data 02/05/2018
                      Área BIOLOGIA GERAL
                      Orientador(es)
                      • Geraldo Alves Damasceno Junior
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Carla Cristina Cerezoli de Jesus
                        Banca
                        • Arnildo Pott
                        • Camila Aoki
                        • Geraldo Alves Damasceno Junior
                        • Marcelo Leandro Bueno
                        • Silvia Rahe Pereira
                        Resumo Os processos naturais de sucessão ocorrem após algum tipo de perturbação na vegetação. A chuva e o banco sementes são considerados os principais mecanismos de regeneração em regiões tropicais, influenciados pelo histórico de uso da terra, tempo após perturbações e o tipo de formação vegetal das áreas circundantes. O tamanho dos diásporos, é outro fator importante e pode interferir na dinâmica das comunidades vegetais. Os grande demoram a entrar no banco de sementes, aumentando as chances de predação. Entender a dinâmica da chuva e do banco de sementes e das comunidades adultas em pastagem é uma ferramenta importante para os estudos de restauração ecológica. O Cerrado está entre as savanas mais ricas e ameaçadas do mundo. As principais ameaças estão associadas à agricultura, consumo de carvão e criação de gado. As características atuais do Cerrado são uma oportunidade para estudos de vegetação em estágio inicial de regeneração. Estudos da chuva e banco de sementes podem ser indicativos para demonstrar graus de resiliência das espécies que se regeneram nessas áreas. Este estudo teve como objetivo (i) estimar a riqueza e abundância de espécies do banco e da chuva de sementes; (ii) realizar levantamento florístico de espécies adultas e, compará-las com a composição do banco e da chuva de sementes; (iii) determinar algumas características funcionais do banco e da chuva de sementes (tamanho dos diásporos: pequeno (0,3-1,0mm); médio (1,8-6,0 mm) e grande (7,0-70 mm), grupos sucessionais, síndromes de dispersão e hábitos de crescimento) em uma pastagem cultivada em Cerrado. Os diásporos foram quantificados, identificadas e categorizadas de acordo com seus traços funcionais. Foram registrados 23.030 diásporos, dos quais 5.049 (1.009,8 sementes/m2) são provenientes do banco de sementes e 17.981 (224,76 sementes/m2) da chuva de sementes, de 75 espécies diferentes. Urochloa decumbens, Centratherum punctatum e Cyperus aggregatus foram as espécies mais representativas
                        10
                        do banco de sementes, enquanto que Urochloa brizantha, Synedrellopsis grisebachii e Sida spp. foram as mais representativas na chuva de sementes. As ervas foram o hábito de crescimento mais abundante com 71,7% de representatividade. Para os grupos sucessionais, as pioneiras com 90,1% tiveram maior representatividade. Foram registrados três tipos de dispersão, a abiótica (autocórica e anemocórica) com 85,2%, e a biótica (zoocórica) com 14,8%. Com relação ao tamanho dos diásporos na chuva e no banco de sementes, a maioria foi pequeno (55,8%, 43 spp.). O restante, 44,2% está distribuído em diásporos médios (34,6%, 20 spp.) e grandes (9,5%, 11 spp.). Verificamos baixa similaridade entre banco e chuva de sementes. Por fim, a comunidade estudada demonstra heterogeneidade em sua composição. Este tipo de composição vem sendo considerado importante para o avanço nas etapas de sucessão em comunidades em processo inicial de regeneração.
                        Espécies tolerantes ao alagamento temporário: implicações para restauração desde a borda da calha do leito regular no Cerrado e no Pantanal
                        Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                        Tipo Dissertação
                        Data 24/04/2018
                        Área BIOLOGIA GERAL
                        Orientador(es)
                        • Leticia Couto Garcia Ribeiro
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Marcia Raquel Avalos Bogarin
                          Banca
                          • Fernanda de Vasconcello Barros
                          • Leticia Couto Garcia Ribeiro
                          • Marcelo Schramm Mielke
                          • Zildamara dos Reis Holsback
                          Resumo A partir da vigência da Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, popularmente conhecida como “Novo Código Florestal”, as Áreas de Preservação Permanente (APP), foram reduzidas. Dentre essas áreas, as APPs hídricas agora são computadas a partir da calha do leito regular dos rios e não mais do leito sazonal maior. Nesse formato, as APPs estão sujeitas a maior variação sazonal do leito dos rios, podendo vir a comprometer os programas de restauração estabelecidos nos limites atuais deste molde legal. Esse estudo teve-se como objetivo identificar as espécies de mata ciliar, dos biomas Cerrado e Pantanal, comumente encontradas em viveiros da região de Campo Grande e São Gabriel do Oeste, Mato Grosso do Sul, com maior tolerância a hipóxia. Avaliamos experimentalmente variáveis morfológicas como: massa seca, altura da planta, diâmetro na base do caule, presença e número de raízes adventícias e de lenticelas, queda e surgimento de folhas. Avaliamos estas variáveis durante o período de exposição à inundação (56 dias) e no período posterior de recuperação após o alagamento (56 dias). Para isso, também avaliamos a sobrevivência das espécies e comparamos as respostas de tolerância entre elas com o intuito de sugerir quais são as espécies mais adequadas para o uso em programas de restauração de mata ciliar temporariamente alagada no Cerrado e no Pantanal, que deverão ser priorizadas dentro dessas novas faixas previstas por lei. Nossos resultados indicam que as treze espécies avaliadas são tolerantes à hipóxia, e que foram capazes de sobreviver durante cerca de dois meses sob alagamento e após o término do alagamento, as variáveis afetadas foram recuperadas, voltando a haver um incremento normal em biomassa de raízes principais. As diferenças verificadas podem estar relacionadas apenas a capacidade de algumas produzirem ou não estruturas morfo-anatômicas e em que quantidade estas estruturas são produzidas. As espécies Calophyllum brasiliense, Cecropia pachystachya, Cedrela odorata, Copaifera langsdorffii, Croton urucurana, Inga laurina, Inga vera, Pterogyne nitens, Triplaris americana, Ormosia arborea, Guibourtia chodatiana e Vitex cymosa são tolerantes e a espécie Tabebuia insignis também pode ser considerada tolerante, porém com diminuição da massa de raízes. Desse modo, o uso de espécies tolerantes ao alagamento deverá ser planejado para implantação em projetos de restauração ecológica dentro dessa faixa (desde a borda da calha do leito regular) das APPs, sujeitas à inundação.
                          Genética da conservação e fluxo gênico de Dyckia ferruginea Mez (Bromeliaceae)
                          Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                          Tipo Dissertação
                          Data 28/07/2017
                          Área BIOLOGIA GERAL
                          Orientador(es)
                          • Gecele Matos Paggi
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Gislaine Moreira de Miranda
                            Banca
                            • Clarisse Palma da Silva
                            • Gecele Matos Paggi
                            • PRISCILA CANESQUI DA COSTA
                            • Wellington Santos Fava
                            Resumo Dyckia ferruginea é uma bromélia de distribuição restrita aos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e, até o momento, não há registros que ela esteja inserida em alguma Unidade de Conservação. Desse modo, caracterizar os níveis de diversidade genética dentro de suas populações é de importância primária para futuros estudos evolutivos, de conservação, melhoramento e manejo dessas plantas. O objetivo geral deste estudo foi avaliar a diversidade genética e fluxo gênico em populações naturais de Dyckia ferruginea (Bromeliaceae) no estado do Mato Grosso do Sul. Para isso, foram amostrados 107 indivíduos de cinco populações. Foram testados 19 marcadores de microssatélites nucleares descritos para outras espécies de Bromeliaceae e 12 marcadores de microssatélites plastidiais desenvolvidos para o gênero Dyckia. No final, foram utilizados seis marcadores polimórficos nucleares e seis marcadores plastidiais. Os índices de diversidade genética foram observados nas cinco populações de D. ferruginea, variando de HO= 0,442 a HO= 0,665 para os marcadores nucleares e HE= 0,917 a HE=1; e 39 haplótipos para os marcadores plastidiais. Baixos a moderados níveis de diferenciação genética entre populações foram encontrados com comparações de FST par a par variando de 0,046 a 0,110 com um número de migrantes por geração variando entre 0,299 e 1,308, com proporção da variação genética devido a diferenças dentro das populações tanto para os marcadores nucleares (88,39%), quanto para os plastidiais (91,87%) demostrando haver um baixo fluxo gênico entre as cinco populações. A análise bayesiana revelou a presença de apenas dois grupos genéticos (K = 2). As populações apresentaram desvios significativos do Equilíbrio de Hardy Weinberg, com o coeficiente de endocruzamento
                            (FIS=0,760). A taxa de fluxo de pólen em relação ao fluxo de semente mostrou um fluxo gênico mais eficiente via sementes. Dyckia ferruginea apresentou baixos índices de diversidade genética e baixo fluxo gênico. Não há registros que D. ferruginea esteja inclusa em Unidades de Conservação e que se encontra na lista de espécies ameaçadas, portanto, são necessárias estratégias de conservação da espécie para que possa garantir ao máximo a permanência dessas populações naturais em longo prazo, bem como a biodiversidade do ecossistema a qual ela pertence.
                            Conservação, diversidade e estrutura genética de populações de Dyckia leptostachya Baker (Bromeliaceae)
                            Curso Mestrado em Biologia Vegetal
                            Tipo Dissertação
                            Data 30/06/2017
                            Área BIOLOGIA GERAL
                            Orientador(es)
                            • Gecele Matos Paggi
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Brenda Baia Brandão
                              Banca
                              • Fernanda Bered
                              • Gecele Matos Paggi
                              • Márcia Goetze
                              • Wellington Santos Fava
                              Resumo Os estudos que envolvem a diversidade genética de plantas são fundamentais no estabelecimento de estratégias de conservação, pois podem estimar o potencial adaptativo das populações. O presente estudo descreveu os padrões de estrutura e diversidade genética populacional e fluxo gênico para Dyckia leptostachya, que ocorre em bancadas laterítica do Mato Grosso do Sul, Brasil. Para as análises genéticas foram utilizados seis locos heterólogos de microssatélites nucleares. As cinco populações de D. leptostachya apresentaram altos índices de diversidade genética (HO= 0,530 e HE= 0,862), estruturação genética moderada (FST= 0,073), assim como número de migrantes efetivos variando de 1,877 a 6,835 indivíduos por geração. As populações apresentaram desvios significativos do Equilíbrio de Hardy-Weinberg, com coeficiente de endocruzamento médio de 0,390. A maior riqueza alélica foi de 8,35 alelos para a população do Parque Natural Municipal de Piraputangas I. Foi observada grande variação genética (96,64%) dentro das populações. Baixos a moderados níveis de diferenciação genética entre populações foram encontrados com comparações de FSTpar a par, variando de 0,034 a 0,101. Análises bayesianas revelaram que D. leptostachya é composta por apenas dois grupos genéticos. O número de migrantes por geração foi alto (> 1), o que mantêm a coesão das populações com alto fluxo gênico. A alogamia associada à reprodução vegetativa pode ser responsável pelos altos níveis de diversidade genética encontrados para a espécie. Nossos resultados demonstram a importância de unidades de conservação para a preservação de espécies, bem como, que diferentes populações são necessárias para a manutenção de uma espécie como uma unidade evolutiva.
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