Mestrado em Letras

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Trabalhos

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TRABALHO Ações
Teatro, sociedade e comparativismo literário: filigranas do discurso jurídico em A Partilha, de Miguel Falabella
Curso Mestrado em Letras
Tipo Dissertação
Data 30/06/2021
Área LITERATURA BRASILEIRA
Orientador(es)
  • Wagner Corsino Enedino
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Jéssica Nágilla Hagemeyer
    Banca
    • Agnaldo Rodrigues da Silva
    • Cristiane Rodrigues de Souza
    • João Adalberto Campato Junior
    • Marlene Durigan
    • Wagner Corsino Enedino
    Resumo Ancorando-se nos estudos de Ubersfeld (2005), Ryngaert (1996), Pallottini (1998) e Pavis (1999) acerca do modo de estruturação do texto teatral, nos postulados de Bachelard (1996) concernentes à poética do espaço, apoiada pelas contribuições de Antonio Candido (2000) no que diz respeito aos aspectos sociológicos que circunscrevem um texto literário, associada às contribuições de Lenza (2012) e Venosa (2014) no que tange aos Direitos Fundamentais e Direito de Família, esta pesquisa tem como objetivo discutir e analisar os aspectos jurídicos encontrados na peça teatral A Partilha, de Miguel Falabella. Seguindo o método qualitativo-descritivo, o aporte teórico desta dissertação está fundamentado na vertente da Literatura Comparada, especificamente, na interação entre Direitos Fundamentais, conexos à subárea do Direito de Família, e Literatura. Sob o viés do discurso teatral, este estudo propõe uma análise das questões socioafetivas e suas implicações no ambiente familiar durante o processo de inventário e partilha de bens. Tendo em vista que se trata de uma relevante obra da dramaturgia brasileira, bem como de uma representação das relações de desavenças familiares, A Partilha se mostra como o palco ideal para a reflexão sócio jurídico presente nas relações pessoais. Com efeito, cumpre destacar que na seção “Por entre letras, palcos e telas: o (re)teatralizar de uma bios” incursionarmos por uma síntese biográfica do artista Miguel Falabella, bem como sua dramaturgia, a fim de compreendermos a configuração do seu projeto estético. Em “Do panorama histórico ao contexto social: na ribalta, A Partilha” abordamos o momento histórico em que a peça foi concebida, a fim de compreendermos o processo de criação artística da obra e os motivos ensejadores de sua elaboração. As reflexões inscritas na seção “As filigranas dos Direitos Fundamentais na peça A Partilha” partem dos elementos que compõe a ação dramática da obra, associado ao que rege os Direitos Fundamentais na seara do Direito de Família, bem como suas implicações no ambiente familiar. Por meio da análise dos diálogos das personagens, é possível compreender como se realiza um processo de partilha no Brasil, as particularidades da escolha do inventariante e quais as suas atribuições nessa fase processual. Além disso, evidenciamos as significativas transformações na legislação civilista, desde a concepção/encenação da peça até o contexto atual, no que diz respeito ao processo sucessório, a fim de acompanhar a dinâmica social de proteção das (novas) composições familiares inscritas na diegése. Por fim, constatamos que a peça proporcionou o debate da socioafetividade, a qual ganhou destaque no ordenamento jurídico hodierno, pois prioriza a proteção jurídica dos laços afetivos construídos ao longo da vida.
    DANTAS MOTA E MÁRIO DE ANDRADE: ENTRE A CORRESPONDÊNCIA, AS ANOTAÇÕES MARGINAIS E A POESIA
    Curso Mestrado em Letras
    Tipo Dissertação
    Data 28/06/2021
    Área LITERATURA COMPARADA
    Orientador(es)
    • Cristiane Rodrigues de Souza
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Ana Elisa Tonetti de Almeida
      Banca
      • Alexandre de Melo Andrade
      • Cristiane Rodrigues de Souza
      • Marina Damasceno de Sá
      • Ricardo Magalhaes Bulhoes
      • Wagner Corsino Enedino
      Resumo Com base nas contribuições de Pino & Zular (2007) acerca da Crítica Genética; nas reflexões de Sandra Nitrini (2000) concernentes à Literatura Comparada, bem como nos estudos de Michel Collot (2013) sobre a poética e a filosofia da paisagem, este trabalho focaliza o diálogo que se estabelece entre o escritor mineiro José Dantas Mota e o paulistano Mário de Andrade, percebido por meio da correspondência entre os dois, das anotações marginais presentes no volume Surupango: ritmos caboclos (1932), de Dantas Mota, parte da biblioteca do escritor paulistano, assim como em poemas do escritor mineiro, marcados pela relação com o autor de Pauliceia desvairada. Objetivamos, assim, estudar a construção da poesia de Dantas Mota em Surupango e em alguns poemas de Elegias do país das gerais (1988), identificando as influências que o poeta mineiro recebeu de Mário de Andrade em relação à construção de paisagens poéticas, música e cultura popular. Assim, partimos do pressuposto de que as cartas que ambos trocaram influenciaram significativamente a composição artística de Dantas. A pesquisa se desenvolve a partir do estudo das cartas inéditas de Dantas Mota, localizadas no acervo de Mário de Andrade, disponível no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP), e das cartas do escritor paulistano publicadas no volume de poesias completas Elegias do país das gerais, de Dantas Mota, bem como das anotações de Mário de Andrade, no exemplar de 1932, integrante de sua biblioteca pessoal, que compõe seu acervo no IEB-USP. Além disso, são feitas leituras comparativas de poemas de Dantas Mota e de Mário de Andrade, escolhidos por se aterem a temas relevantes para ambos: a paisagem, a música e a cultura popular já que esses elementos os aproximam.

      PALAVRAS-CHAVE: Literatura Brasileira. Literatura Comparada. Crítica Genética. Mário de Andrade. Dantas Mota. Poesia. Cartas.
      Um olhar discursivo-desconstrutivo sobre a Carta Aberta "Contra o genocídio da população indígena
      Curso Mestrado em Letras
      Tipo Dissertação
      Data 22/12/2020
      Área LÍNGUAS INDÍGENAS
      Orientador(es)
      • Vania Maria Lescano Guerra
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Graziele Ferreira dos Santos
        Banca
        • Fabricio Tetsuya Parreira Ono
        • Flávio Roberto Gomes Benites
        • Marcos Antônio Bessa Oliveira
        • Silvelena Cosmo Dias
        • Vania Maria Lescano Guerra
        Resumo SANTOS, Graziele Ferreira dos Santos. Um olhar discursivo-desconstrutivo sobre a
        Carta Aberta “Contra o genocídio da população indígena”. Três Lagoas: Câmpus de
        Três Lagoas, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2020. 115f. (Dissertação de Mestrado).
        Os povos indígenas brasileiros sofreram (e sofrem) discriminação desde os tempos
        coloniais, apesar do avanço intelectual que a sociedade adquire recorrentemente. A
        representação sobre os povos indígenas acarreta essa situação periférica, com base em estereótipos que permeiam o imaginário social. Para tanto, nosso objetivo é
        problematizar as representações sobre os povos indígenas sul-mato-grossenses e sobre o governo brasileiro que atravessam o discurso da Carta Aberta ‒ Contra o genocídio da população indígena ‒ e da produção audiovisual ‒ Massacre de Caarapó: o assassinato de Clodiodi Guarani Kaiowá. Dessa forma, o corpus desta pesquisa reúne representações sobre o indígena, do indígena sobre si mesmo e do governo, a partir de recortes do texto da Carta e de relatos do vídeo. Levantamos a hipótese de que as representações sobre os povos indígenas, no discurso da Carta Aberta e da produção audiovisual, podem contribuir para a luta por seus direitos, mas também acarretar a demarcação da posição de sujeito da exclusão. Pautamos nosso olhar no arcabouço teórico da Análise do Discurso de origem francesa (PÊCHEUX, 2009; FOUCAULT, 1995; ORLANDI, 2003; CORACINI, 2007), por meio do método foucaultiano arqueogenealógico (FOUCAULT, 2014; GREGOLIN, 2004) e da perspectiva discursivo-desconstrutiva (CORACINI, 2010; GUERRA, 2010, 2012). Os resultados demonstram que as representações sobre o sujeito indígena, ainda, são perpassadas pelo imaginário colonial, em que as marcas de exclusão atravessam o dizer do enunciador, a partir das denúncias marcadas pelo descaso e pela situação periférica em que se encontram os povos indígenas brasileiros perante a sociedade hegemônica. Com esse pensar e com base em reflexões discursivas, consideramos que o discurso indígena constitui denúncia sobre exclusão, representações estereotipadas, que surgiram à época em que o Brasil foi colônia de Portugal.
        CONSTRUÇÕES CONDICIONAIS COM “DESDE QUE” NO PORTUGUÊS BRASILEIRO
        Curso Mestrado em Letras
        Tipo Dissertação
        Data 31/08/2020
        Área LÍNGUA PORTUGUESA
        Orientador(es)
        • Taisa Peres de Oliveira
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Ingridy Inara Perico
          Banca
          • Edson Rosa Francisco de Souza
          • Flávia Bezerra de Menezes Hirata Vale
          • Michel Gustavo Fontes
          • Solange de Carvalho Fortilli
          • Taisa Peres de Oliveira
          Resumo O objetivo principal deste estudo foi analisar como o conectivo desde que pode instaurar a condicionalidade e, então, estar conectado à rede de condição, enquanto exemplar não prototípico. Este trabalho foi organizado em quatro capítulos, os quais se distinguiram em fundamentação teórica, construções condicionais, metodologia e os resultados, aspectos formais e funcional-cognitivos para a leitura condicional introduzida por meio do exemplar desde que, a fim de compreender a manifestação hipotética, distinguindo-a da temporal, e ainda comparar essa a dos itens protótipos da categoria condicional no português do Brasil, se e caso. Essa pesquisa fundamentou-se na abordagem dos Modelos Baseados no Uso (MBU), bem como, para a compreensão da nuance semântico-pragmática, foram elencados alguns parâmetros teórico-analíticos que permitiram a verificação de como a condicionalidade funciona em construções iniciadas por desde que. Estes parâmetros foram investigados na análise desse trabalho, especificamente contida no capítulo quatro, e baseiam-se nos estudos e classificações desenvolvidos por Dancygier (1998) acerca da execução dentro do paradigma condicional. Entre as características da condicionalidade enquanto categoria cognitiva, foram analisados esquemas conceituais que envolvem o processamento de informação, entre os quais estão: a não assertividade; os domínios cognitivos; a criação de espaços mentais, o distanciamento epistêmico e a predição. Cabe salientar que nossa pesquisa se vinculou a uma abordagem baseada no uso e funcional, logo envolvendo as propriedades morfossintáticas, semântico-pragmáticas e funcionais de acordo com o uso. Sabe-se também que o conectivo desde que pode assumir funções diferentes conforme o contexto, a configuração modo temporal: a nuance temporal e a nuance condicional. De acordo com o princípio de não sinonímia (Goldberg, 2005) e os MBU sobre a fluidez categorial, sobretudo no entendimento da expressão condicional em português brasileiro, como as pesquisas de Oliveira (2008; 2014); Neves (1997; 2010); Hirata-Vale (2005; 2009, 2011), entre outros, pautou-se esta pesquisa na diversidade de formação de conectores, em especial na seleção e na classificação de conectivos adverbiais ainda são extremamente difusas e complexas, visto que entendemos que, se existem formas diferentes, os significados também são ligeiramente diferentes entre as estruturas linguísticas. Enfim, a categoria de conectivos passou a ser delineável e com possibilidade grande de variação na base conceitual que os forma. Mas, quando se considerou a condicionalidade como uma categoria conceitual, foi necessário explanar quais as especificidades de cada exemplar associado ao eixo condicional, para que pudéssemos compreender melhor como a condicionalidade em si pode ser processada não só contextualmente e no discurso, mas também na formação cognitiva e formal das construções condicionais com desde que. Os dados da pesquisa foram coletados na base online Corpus do Português (FERREIRA, DAVIES, 2006), no recorte sincrônico dos séculos XX e XXI. A análise, por sua vez, foi assentada em pressupostos dos modelos baseados no uso, tais como encontrados em: Sweetser (1990); Dancygier (1998); Bybee (2010), entre outros. Junto com os parâmetros de condicionalidade, foram considerados ainda parâmetros formais, como: a ordenação sintática dos enunciados e a correlação modo-temporal entre núcleo e a oração condicional.
          USOS DO VERBO DEITAR: UM EXERCÍCIO DE ANÁLISE COM A ABORDAGEM CONSTRUCIONAL
          Curso Mestrado em Letras
          Tipo Dissertação
          Data 31/08/2020
          Área LÍNGUA PORTUGUESA
          Orientador(es)
          • Solange de Carvalho Fortilli
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Arielly Ferreira Berlandi
            Banca
            • Renato Rodrigues Pereira
            • Sebastião Carlos Leite Gonçalves
            • Solange de Carvalho Fortilli
            • Vanessa Hagemeyer Burgo
            Resumo
            MARCADORES CONVERSACIONAIS EM AUDIÊNCIAS TRABALHISTAS: ESTRATÉGIAS LINGUÍSTICAS DOS JURISTAS
            Curso Mestrado em Letras
            Tipo Dissertação
            Data 28/05/2020
            Área LÍNGUA PORTUGUESA
            Orientador(es)
            • Vanessa Hagemeyer Burgo
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Julia Augusta Oslei de Souza
              Banca
              • LETÍCIA JOVELINA STORTO
              • Solange de Carvalho Fortilli
              • Taisa Peres de Oliveira
              • Vanessa Hagemeyer Burgo
              Resumo O objetivo geral deste trabalho é evidenciar, dentro de uma perspectiva sociointeracional da língua falada a presença de marcadores conversacionais e as estratégias linguísticas dos juristas, utilizadas a fim levar as partes do processo a formular acordos ou provar as matérias fáticas objetivamente, sem vícios e do modo imparcial. O aporte teórico desta pesquisa está fundamentado nos princípios da Análise da Conversação e da Pragmática em relação de interface com a Linguística Forense, Direito e Processo do Trabalho, com base, especialmente, nos trabalhos de Sacks, Schegloff e Jefferson (1974), Koch (2015, 2016), Marcuschi (1986), Caldas-Coulthard (2014), Couthard e Johnson (2010) e Coulthard (2014). No que concerne à estrutura, este trabalho é composto por cinco capítulos: no capítulo um, apresentamos questões pertinentes à língua falada e marcadores conversacionais; o segundo capítulo trata da Face, Polidez e Atenuação; o terceiro da Linguística Forense e da interação em contextos legais. No quarto capítulo, descrevemos a metodologia, constituição do corpus e no quinto análise e discussão dos dados. Por fim, apresentamos as considerações finais a respeito da pesquisa. De acordo com os resultados, assinalamos que o intuito primordial dos juristas é por fim a lide, respeitados os princípios e normas jurídicos e, assim, os falantes aplicam os marcadores conversacionais, em suas diversas funções, como estratégias linguísticas, visto que são de extrema importância para desenvolvimento coerente do texto falado e utilizados, a fim de atenuar o discurso, planejar a sua fala, manifestar opinião, dentre outras. Na tentativa de formalizar acordos processuais, os juízes e advogados se valem de mecanismos como a polidez, atenuação e também do marcador paralinguístico riso, o qual traz ao contexto forense maior grau de informalidade, beneficiando as tratativas. Já nas audiências em que a instrução processual não pode ser evitada, os marcadores conversacionais são utilizados, mormente, no sentido de conter as partes no que tange a observância de imparcialidade e objetividade. Por derradeiro, as articulações por meio do uso dos marcadores conversacionais transformam em efeitos semânticos explícitos as intenções implícitas do locutor. Percebe-se que a maior incidência quanto à utilização dos marcadores conversacionais se dá nas audiências em que o acordo é firmado entre as partes. Logo, nas audiências em que não há acordo, mas oitiva de testemunhas, o diálogo é mais engessado e sequencial.
              O subsesquema V_QUE condicional no português
              Curso Mestrado em Letras
              Tipo Dissertação
              Data 13/03/2020
              Área LETRAS
              Orientador(es)
              • Taisa Peres de Oliveira
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Camila Gabriele da Cruz Clemente
                Banca
                • Edson Rosa Francisco de Souza
                • Joceli Catarina Stassi Se
                • Michel Gustavo Fontes
                • Solange de Carvalho Fortilli
                • Taisa Peres de Oliveira
                Resumo
                As analogias e suas implicações estéticas na obra O livro das semelhanças, de Ana Martins Marques
                Curso Mestrado em Letras
                Tipo Dissertação
                Data 05/03/2020
                Área LITERATURA BRASILEIRA
                Orientador(es)
                • Cristiane Rodrigues de Souza
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Danilo Santos Fernandes
                  Banca
                  • Alexandre de Melo Andrade
                  • Cristiane Rodrigues de Souza
                  • Júlio Cezar Bastoni da Silva
                  • Ricardo Magalhaes Bulhoes
                  • Wagner Corsino Enedino
                  Resumo RESUMO: Lançado em 2015, O livro das semelhanças, de Ana Martins Marques, mostrou-se a obra mais repleta de analogias na poética da autora até o momento. Sabendo disso, o trabalho organiza-se por meio de análises poéticas que se voltam à principal característica da elaboração dos poemas da obra: as analogias. Para isso, utilizamos textos de Octavio Paz (1972, 1985, 2009), Jorge Luís Borges (2000, 2017), Alfredo Bosi (1977, 1988, 1999) e outros.

                  PALAVRAS CHAVE: Semelhanças, Analogia, Análise poética
                  (Em) Serra de Maracaju, Sonhos Guaranis
                  Curso Mestrado em Letras
                  Tipo Dissertação
                  Data 28/02/2020
                  Área LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNAS
                  Orientador(es)
                  • Claudete Cameschi de Souza
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Flávio Zancheta Faccioni
                    Banca
                    • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                    • Claudete Cameschi de Souza
                    • Fabricio Tetsuya Parreira Ono
                    • Fernanda Correa Silveira Galli
                    • Silvane Aparecida de Freitas
                    • Vania Maria Lescano Guerra
                    Resumo Com o objetivo geral de problematizar representações dos povos originários nas canções de Almir Sater, Geraldo Espíndola e Paulo Simões, e com os objetivos específicos de apreender os efeitos de sentido dos discursos; analisar representações de terra, identidade, história e memória a partir das construções discursivas contidas nos corpora, e; de ampliar e intensificar as discussões acerca de representações dos povos originários nos discursos, este trabalho traz um gesto interpretativo das canções, Kikio (Geraldo Espíndola), Sonhos Guaranis (Almir Sater e Paulo Simões) e Serra de Maracaju (Almir Sater e Paulo Simões). Parto da hipótese de que os povos originários são representados por um imaginário colonial, alimentado por um arquivo ainda colonial. A questão que norteia o gesto analítico/interpretativo nesse texto é: como são representados os povos originários nas canções analisadas? Como suporte teórico, apoio-me na Análise do discurso de linha francesa, mas comungo, também, da história, da música, dos estudos culturalistas, geográficos e mitológicos, que me possibilitam desenvolver um trabalho heterogêneo e plural. Utilizo os procedimentos metodológicos da arqueogenealogia foucaultiana, para desestabilizar os enunciados e para desenvolver pesquisas de campo e entrevistas. Organizo este texto em três capítulos, no primeiro construo as condições de produção do trabalho e apresento as canções e os autores. No segundo capítulo, empreendo-me pelos conceitos teóricos que utilizo no texto, apresentando-os e dissertando-os. O capítulo três é dedicado às análises, reflexões a partir dos enunciados das canções e ao entrecruzamento, ao final do capítulo, dos enunciados das três canções. Por meio das análises, observo que as canções exortam a formação do povo sul-mato-grossense, a história dos povos originários em confronto com a sociedade envolvente e a memória que é constituída, ainda, por um imaginário repleto de traços do colonialismo e de um arquivo colonial.
                    Do silêncio à má-fé: a construção narrativa de 'os novos', de Luiz Vilela.
                    Curso Mestrado em Letras
                    Tipo Dissertação
                    Data 23/08/2019
                    Área LETRAS
                    Orientador(es)
                    • Kelcilene Gracia Rodrigues
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Mateus Antenor Gomes
                      Banca
                      • Kelcilene Gracia Rodrigues
                      • Luiz Gonzaga Marchezan
                      • Rauer Ribeiro Rodrigues
                      Resumo
                      ENTRE (IN)DEFINIÇÕES DE CONTEMPORANEIDADE E ASPECTOS FORMAIS DO TEXTO DRAMÁTICO INFANTIL: UM ANÁLISE DE A VIAGEM DE UM BARQUINHO, DE SYLVIA ORTHOF
                      Curso Mestrado em Letras
                      Tipo Dissertação
                      Data 12/06/2019
                      Área LETRAS
                      Orientador(es)
                      • Wagner Corsino Enedino
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • LUCIANA PETRONI ANTIQUEIRA CHIRZÓSTOMO
                        Banca
                        • Paulo Custódio de Oliveira
                        • Ricardo Magalhaes Bulhoes
                        • Wagner Corsino Enedino
                        Resumo
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                          ESTUDO DISCURSIVO SOBRE A (IN)EXCLUSÃO DE MULHERES COM DEPENDÊNCIA QUÍMICA
                          Curso Mestrado em Letras
                          Tipo Dissertação
                          Data 27/03/2019
                          Área LETRAS
                          Orientador(es)
                          • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Aline Rodrigues da Silva
                            Banca
                            • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                            • Claudete Moreno Ghiraldelo
                            • Fabricio Tetsuya Parreira Ono
                            Resumo Observa-se um histórico de estigmatização em relação às mulheres que são dependentes químicas a partir da discriminação e exclusão social (ALVES, ROSA, 2016). Essa exclusão integra processos discursivos que constituem relações de poder, produzindo efeitos de verdade sobre as mulheres com dependência química. Isto posto, nossa hipótese é que, nos dizeres das mulheres dependentes químicas, articulam-se marcas discursivas de (in)exclusão a partir da sua construção como anormal diante do olhar de si e do outro. Esta pesquisa tem como objetivo compreender a constituição dos processos de (in)exclusão, hos(til)pitalidade e (a)normalidade nos dizeres das mulheres com dependência químicas. Como objetivos específicos, buscamos interpretar questões referentes aos discursos, às formações discursivas e efeitos de sentidos advindos dos dizeres das mulheres com dependência química. Também procuramos compreender esses discursos no campo de relações de saber e poder, bem como problematizar a relação entre hospitalidade, hostilidade e anormalidade nos modos como a mulher dependente química se vê e acredita que é vista. Para tanto, partimos de uma perspectiva teórica discursiva-descontrutiva (CORACINI, 2007) com contribuições dos filósofos Foucault (1979, 2010), sobre anormalidade e exclusão, e Derrida (2003), sobre hos(til)pitalidade. A partir desse olhar analítico, ressaltamos a perspectiva teórica-metodológica da arqueogenealogia com base em Foucault (1988, 2005). Para a realização da pesquisa, adotamos como procedimento visitas ao Centro de Atenção Psicossocial álcool e drogas (CAPS ad), de Três Lagoas (MS), coleta do córpus pelo contato com a instituição e com as mulheres participantes, seleção dos recortes enunciativos e análise e interpretação desses recortes. A análise do córpus se desenvolveu por meio da seleção dos recortes enunciativos extraídos dos sete textos escritos pelas mulheres atendidas na instituição e da transcrição de uma conversa, que aconteceu no primeiro semestre 2018. A partir da constituição do córpus, questionamos: como os sentidos de exclusão e inclusão são construídos nos dizeres das mulheres dependentes químicas em recuperação? De quais formas a hospitalidade e a hostilidade se cruzam nesses dizeres? Como acontece o processo de normalização das mulheres com dependência química? A exclusão das mulheres que são dependentes químicas envolve a vontade de verdade desenvolvida por um “guia” (como a “família”, “amigos”, “empresa” e “Deus”) que constrói um efeito de verdade sobre elas a partir da inclusão. Em outras palavras, a vontade de verdade é um sistema de exclusão que inclui pelo cuidado de si, construindo efeitos de poder que formam traços de si pelo olhar do outro. Por meio do pharmakon, materializado pela família e pelas drogas como remédio e veneno, as mulheres que são dependentes químicas tornam-se, ao mesmo tempo, hóspedes reféns e hospedeiras hostis. Por fim, notamos que seu processo de normalização perpassa o silêncio como interdição no discurso e a corrigibilidade pela correção e disciplinarização do corpo pela norma. Esta dissertação está dividida em três capítulos: “Condições de produção: gênero, representação e arqueogenealogia”, no qual discutimos as condições de produção dos dizeres das mulheres que são dependentes químicas e a perspectiva teórica-metodológica da pesquisa; “Um percurso teórico para entender a (in)exclusão”, sobre as noções basilares da Análise do Discurso; e “Mulheres, fronteiras e dependência química”, organizado em três eixos analíticos sobre (in)exclusão, hos(til)pitalidade e (a)normalidade.
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                            O USO DE VERBOS COGNITIVOS EM CONSTRUÇÕES PARENTÉTICAS EPISTÊMICAS: UMA ABORDAGEM DO PONTO DE VISTA DA GRAMATICALIZAÇÃO
                            Curso Mestrado em Letras
                            Tipo Dissertação
                            Data 08/03/2019
                            Área LETRAS
                            Orientador(es)
                            • Solange de Carvalho Fortilli
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Letícia de Almeida Barbosa Santos
                              Banca
                              • Michel Gustavo Fontes
                              • Sebastião Carlos Leite Gonçalves
                              • Solange de Carvalho Fortilli
                              • Taisa Peres de Oliveira
                              Resumo O presente estudo toma como objeto de pesquisa os verbos cognitivos, que expressam processos mentais mais e menos abstratos, tais como raciocínios, produção de conhecimentos, crenças, julgamentos e posicionamentos do falante diante de um conteúdo. São verbos como crer, achar, pensar, acreditar, imaginar, supor, deduzir e outros, que são, muitas vezes, encaixadores de orações, as quais tem estatuto de argumento interno. Apesar de seu estatuto típico, o de predicado, eles podem atuar como unidades textuais independentes da estrutura básica da sentença, tendo como domínio o enunciado todo ou parte dele. Por serem extraoracionais e suspenderem o tópico em desenvolvimento, para dar lugar a uma atitude do falante, podem ser chamados de parentéticos. Considerando que muitos verbos cognitivos expressam, além de atividades de raciocínio e conhecimentos, os posicionamentos do falante diante da proposição, analisam-se, nesse trabalho, as acepções de um pequeno conjunto de verbos cognitivos, para captar nuances que proporcionam um intercâmbio entre a da cognição e a modalidade epistêmica, via que fortalece a expressão de atitude e crença em alguns contextos. Ao considerar que estes verbos tendem a se aproximar do eixo modal epistêmico, assume-se, aqui, a gramaticalização no sentido mais amplo, como consideram Hopper; Traugott (1993) e Himmelmann (2004), autores que não apontam a mudança de categoria como mudança preponderante, privilegiando alterações de comportamento e expansão semântico-pragmática. Ao analisar as acepções dos verbos crer, acreditar, supor, pensar, achar, imaginar, deduzir e calcular, foi possível observar a atuação de mecanismos sintáticos e, sobretudo, semânticos na trajetória de abstratização. Nesta perspectiva, cumpre-se a identificação dos mecanismos de gramaticalização que proporcionam usos mais abstratos, sob a hipótese de que, quando parentetizado, há mais visibilidade de seu caráter subjetivo, visto que o falante lança uma afirmação e, em seguida, uma ressalva, relativizando a veracidade do conteúdo afirmado e evidenciando como se relaciona com a proposição. Na análise, tomam-se como base estudos como os de Traugott; Dasher (2001); Thompsom; Mulac (1991); Gonçalves (2003; 2004; 2007); Casseb-Galvão (2004) e Fortilli (2013). Para análise e interpretação dos resultados foram coletados dados entre os séculos XIX, XX e XXI, no corpus do português, disponível online. Assim, para além do processo de abstratização, foi possível observar o aumento da frequência de ocorrências com verbos cognitivos parentetizados no português.
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                              Marcha Por Uma Literatura Sul-matogrossense: O Conto Regional De Hélio Serejo
                              Curso Mestrado em Letras
                              Tipo Dissertação
                              Data 28/02/2019
                              Área LETRAS
                              Orientador(es)
                              • Rosana Cristina Zanelatto Santos
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Cesar Luiz Oliveira Viegas
                                Banca
                                • José Fernandes
                                • Maria Adelia Menegazzo
                                • Rosana Cristina Zanelatto Santos
                                Resumo
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                                  POR UMA DRAMATURGIA DE CAIO FERNANDO ABREU: UMA LEITURA DE PODE SER QUE SEJA SÓ O LEITEIRO LÁ FORA
                                  Curso Mestrado em Letras
                                  Tipo Dissertação
                                  Data 28/02/2019
                                  Área LETRAS
                                  Orientador(es)
                                  • Wagner Corsino Enedino
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Maysa Bernardes Buzzolo
                                    Banca
                                    • Anderson Possani Gongora
                                    • João Adalberto Campato Junior
                                    • Wagner Corsino Enedino
                                    Resumo
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                                      AS FORMAS DE POLIDEZ EMPREGADAS EM TRIBUNAIS PARA ATENUAR OS ATOS AMEAÇADORES À FACE DOS INTERLOCUTORES
                                      Curso Mestrado em Letras
                                      Tipo Dissertação
                                      Data 21/02/2019
                                      Área LETRAS
                                      Orientador(es)
                                      • Vanessa Hagemeyer Burgo
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Fernanda Camargo Aquino
                                        Banca
                                        • LETÍCIA JOVELINA STORTO
                                        • Vanessa Hagemeyer Burgo
                                        • Wagner Corsino Enedino
                                        Resumo Este trabalho visa a analisar as formas de polidez empregadas para atenuar os atos ameaçadores à face do defensor e do promotor de justiça no ambiente forense, na comarca de Três Lagoas (MS). Nossa análise se ampara nos pressupostos de Goffman (1967), que desenvolveu o conceito de face como o valor social positivo que uma pessoa efetivamente reclama para si por meio daquilo que os outros presumem ser a linha por ela tomada durante um contato específico. Por intermédio do método empírico-indutivo verificamos quais estratégias de polidez são as mais recorrentes em um plenário de Tribunal do Júri. O presente trabalho está ancorado nas bases teóricas da Análise da Conversação em relação de interface com a Linguística Forense. A pesquisa está fundamentada, especialmente, nas perspectivas analíticas de trabalhos de Goffman (1967), Brown e Levinson (1987), Marcuschi (2003), Koch (2009), Kerbrat-Orecchioni (2006), Coulthard e Johnson (2010), Galembeck (1999) e Coulthard (2007). Para a constituição do corpus, utilizamos gravações de audiências nas sessões do plenário do Tribunal do Júri na comarca de Três Lagoas, interior de Mato Grosso do Sul, transcritas conforme Preti (2003). Ao final, esta pesquisa permite evidenciar que as formas de polidez utilizadas para atenuar os atos ameaçadores de face são mecanismos utilizados, muitas vezes, para fortalecer a argumentação dos interlocutores envolvidos no ambiente forense.
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                                          A ESPERANÇA É UM DOCE: FILHO DE PINGUÇO NO ACERVO DE ALCIENE RIBEIRO
                                          Curso Mestrado em Letras
                                          Tipo Dissertação
                                          Data 25/05/2018
                                          Área LETRAS
                                          Orientador(es)
                                          • Rauer Ribeiro Rodrigues
                                          Coorientador(es)
                                            Orientando(s)
                                            • Maria do Socorro Pereira Soares Rodrigues do Carmo
                                            Banca
                                            • Alfredo Ricardo Silva Lopes
                                            • Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
                                            • Aurora Cardoso de Quadros
                                            • Rauer Ribeiro Rodrigues
                                            Resumo
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                                              Um Olhar Discursivo em Reflexões Pedagógicas Sobre o Ensino da EJA": Relações Poder-Saber
                                              Curso Mestrado em Letras
                                              Tipo Dissertação
                                              Data 26/03/2018
                                              Área LETRAS
                                              Orientador(es)
                                              • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                                              Coorientador(es)
                                                Orientando(s)
                                                • Cristiane dos Santos Liberato Eugenio
                                                Banca
                                                • Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
                                                • Claudete Cameschi de Souza
                                                • Silvelena Cosmo Dias
                                                • Vera Regina Martins e Silva
                                                Resumo
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                                                  CONSTRUÇÕES CONDICIONAIS INTRODUZIDAS POR "CASO" NO PORTUGUÊS DO BRASIL
                                                  Curso Mestrado em Letras
                                                  Tipo Dissertação
                                                  Data 05/03/2018
                                                  Área LETRAS
                                                  Orientador(es)
                                                  • Taisa Peres de Oliveira
                                                  Coorientador(es)
                                                    Orientando(s)
                                                    • Camila Fernandes da Silva
                                                    Banca
                                                    • Flávia Bezerra de Menezes Hirata Vale
                                                    • Sebastião Carlos Leite Gonçalves
                                                    • Solange de Carvalho Fortilli
                                                    • Taisa Peres de Oliveira
                                                    Resumo Neste trabalho investiga-se a construção condicional introduzida por caso no português contemporâneo do Brasil considerando-se que a relação de condicionalidade constitui-se um campo complexo em que se abriga uma variedade de formas que podem expressar diferentes sentidos. A base teórica para este trabalho é a teoria funcionalista da linguagem aliada às contribuições da linguística cognitiva, as quais sustentam nossa visão de que a língua deve ser tratada em seu uso real, efetivo, como um instrumento de comunicação em que o contexto cultural, social e cognitivo influencia significativamente no modo como a língua é estruturada. Acredita-se que a construção introduzida por caso possui comportamento específico e apresenta diferenças pragmáticas, semânticas e morfossintáticas, e, portanto não deve ser avaliada como equivalente à construção condicional canônica do português brasileiro. Assim, o objetivo principal desta dissertação é mostrar de que modo se constrói a relação de condicionalidade nas construções introduzidas por caso. Especificamente, o propósito do trabalho é descrever e analisar os aspectos sintáticos, semânticos e pragmáticos das construções condicionais iniciadas por caso, a fim de possibilitar sua caracterização para o português do Brasil e desse modo, verificar quais são os principais traços que permitem que essa construção possa ser considerada como um exemplar da categoria condicional. Para isso, foram elencados como critérios de análise os parâmetros de condicionalidade definidos por Dancygier (1998) os quais são: (i) Causalidade, (ii) Não-assertividade, (iii) Predição, (iv) Distância epistêmica e (v) Espaços mentais. Avaliamos, além dos traços de condicionalidade, parâmetros formais como a posição da oração condicional em relação à oração núcleo, e o tempo e modo verbal da construção. Neste estudo, foram consideradas ocorrências do português brasileiro contemporâneo, coletadas no banco de dados disponível online Corpus do português (www.corpusdoportuguês.org). Os resultados confirmam que, dada a peculiaridade do conector caso, a ideia de condição se estabelece nas construções por ele introduzidas de forma particular, se distinguindo do exemplar canônico em diferentes pontos.
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                                                    Um Estudo do Romance: O casamento da minha mãe, de Alice Vieira
                                                    Curso Mestrado em Letras
                                                    Tipo Dissertação
                                                    Data 22/02/2018
                                                    Área LETRAS
                                                    Orientador(es)
                                                    • Cristiane Rodrigues de Souza
                                                    Coorientador(es)
                                                      Orientando(s)
                                                      • Jucimar Lopes
                                                      Banca
                                                      • Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
                                                      • Cristiane Rodrigues de Souza
                                                      • José Antonio De Souza
                                                      • Wagner Corsino Enedino
                                                      Resumo
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