O subsesquema V_QUE condicional no português |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
13/03/2020 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Camila Gabriele da Cruz Clemente
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Banca |
- Edson Rosa Francisco de Souza
- Joceli Catarina Stassi Se
- Michel Gustavo Fontes
- Solange de Carvalho Fortilli
- Taisa Peres de Oliveira
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Resumo |
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As analogias e suas implicações estéticas na obra O livro das semelhanças, de Ana Martins Marques |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
05/03/2020 |
Área |
LITERATURA BRASILEIRA |
Orientador(es) |
- Cristiane Rodrigues de Souza
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Alexandre de Melo Andrade
- Cristiane Rodrigues de Souza
- Júlio Cezar Bastoni da Silva
- Ricardo Magalhaes Bulhoes
- Wagner Corsino Enedino
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Resumo |
RESUMO: Lançado em 2015, O livro das semelhanças, de Ana Martins Marques, mostrou-se a obra mais repleta de analogias na poética da autora até o momento. Sabendo disso, o trabalho organiza-se por meio de análises poéticas que se voltam à principal característica da elaboração dos poemas da obra: as analogias. Para isso, utilizamos textos de Octavio Paz (1972, 1985, 2009), Jorge Luís Borges (2000, 2017), Alfredo Bosi (1977, 1988, 1999) e outros.
PALAVRAS CHAVE: Semelhanças, Analogia, Análise poética |
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(Em) Serra de Maracaju, Sonhos Guaranis |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
28/02/2020 |
Área |
LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNAS |
Orientador(es) |
- Claudete Cameschi de Souza
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
- Claudete Cameschi de Souza
- Fabricio Tetsuya Parreira Ono
- Fernanda Correa Silveira Galli
- Silvane Aparecida de Freitas
- Vania Maria Lescano Guerra
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Resumo |
Com o objetivo geral de problematizar representações dos povos originários nas canções de Almir Sater, Geraldo Espíndola e Paulo Simões, e com os objetivos específicos de apreender os efeitos de sentido dos discursos; analisar representações de terra, identidade, história e memória a partir das construções discursivas contidas nos corpora, e; de ampliar e intensificar as discussões acerca de representações dos povos originários nos discursos, este trabalho traz um gesto interpretativo das canções, Kikio (Geraldo Espíndola), Sonhos Guaranis (Almir Sater e Paulo Simões) e Serra de Maracaju (Almir Sater e Paulo Simões). Parto da hipótese de que os povos originários são representados por um imaginário colonial, alimentado por um arquivo ainda colonial. A questão que norteia o gesto analítico/interpretativo nesse texto é: como são representados os povos originários nas canções analisadas? Como suporte teórico, apoio-me na Análise do discurso de linha francesa, mas comungo, também, da história, da música, dos estudos culturalistas, geográficos e mitológicos, que me possibilitam desenvolver um trabalho heterogêneo e plural. Utilizo os procedimentos metodológicos da arqueogenealogia foucaultiana, para desestabilizar os enunciados e para desenvolver pesquisas de campo e entrevistas. Organizo este texto em três capítulos, no primeiro construo as condições de produção do trabalho e apresento as canções e os autores. No segundo capítulo, empreendo-me pelos conceitos teóricos que utilizo no texto, apresentando-os e dissertando-os. O capítulo três é dedicado às análises, reflexões a partir dos enunciados das canções e ao entrecruzamento, ao final do capítulo, dos enunciados das três canções. Por meio das análises, observo que as canções exortam a formação do povo sul-mato-grossense, a história dos povos originários em confronto com a sociedade envolvente e a memória que é constituída, ainda, por um imaginário repleto de traços do colonialismo e de um arquivo colonial. |
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Do silêncio à má-fé: a construção narrativa de 'os novos', de Luiz Vilela. |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
23/08/2019 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
- Kelcilene Gracia Rodrigues
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Kelcilene Gracia Rodrigues
- Luiz Gonzaga Marchezan
- Rauer Ribeiro Rodrigues
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Resumo |
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ENTRE (IN)DEFINIÇÕES DE CONTEMPORANEIDADE E ASPECTOS FORMAIS DO TEXTO DRAMÁTICO INFANTIL: UM ANÁLISE DE A VIAGEM DE UM BARQUINHO, DE SYLVIA ORTHOF |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
12/06/2019 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- LUCIANA PETRONI ANTIQUEIRA CHIRZÓSTOMO
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Banca |
- Paulo Custódio de Oliveira
- Ricardo Magalhaes Bulhoes
- Wagner Corsino Enedino
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Resumo |
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ESTUDO DISCURSIVO SOBRE A (IN)EXCLUSÃO DE MULHERES COM DEPENDÊNCIA QUÍMICA |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
27/03/2019 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
- Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
- Claudete Moreno Ghiraldelo
- Fabricio Tetsuya Parreira Ono
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Resumo |
Observa-se um histórico de estigmatização em relação às mulheres que são dependentes químicas a partir da discriminação e exclusão social (ALVES, ROSA, 2016). Essa exclusão integra processos discursivos que constituem relações de poder, produzindo efeitos de verdade sobre as mulheres com dependência química. Isto posto, nossa hipótese é que, nos dizeres das mulheres dependentes químicas, articulam-se marcas discursivas de (in)exclusão a partir da sua construção como anormal diante do olhar de si e do outro. Esta pesquisa tem como objetivo compreender a constituição dos processos de (in)exclusão, hos(til)pitalidade e (a)normalidade nos dizeres das mulheres com dependência químicas. Como objetivos específicos, buscamos interpretar questões referentes aos discursos, às formações discursivas e efeitos de sentidos advindos dos dizeres das mulheres com dependência química. Também procuramos compreender esses discursos no campo de relações de saber e poder, bem como problematizar a relação entre hospitalidade, hostilidade e anormalidade nos modos como a mulher dependente química se vê e acredita que é vista. Para tanto, partimos de uma perspectiva teórica discursiva-descontrutiva (CORACINI, 2007) com contribuições dos filósofos Foucault (1979, 2010), sobre anormalidade e exclusão, e Derrida (2003), sobre hos(til)pitalidade. A partir desse olhar analítico, ressaltamos a perspectiva teórica-metodológica da arqueogenealogia com base em Foucault (1988, 2005). Para a realização da pesquisa, adotamos como procedimento visitas ao Centro de Atenção Psicossocial álcool e drogas (CAPS ad), de Três Lagoas (MS), coleta do córpus pelo contato com a instituição e com as mulheres participantes, seleção dos recortes enunciativos e análise e interpretação desses recortes. A análise do córpus se desenvolveu por meio da seleção dos recortes enunciativos extraídos dos sete textos escritos pelas mulheres atendidas na instituição e da transcrição de uma conversa, que aconteceu no primeiro semestre 2018. A partir da constituição do córpus, questionamos: como os sentidos de exclusão e inclusão são construídos nos dizeres das mulheres dependentes químicas em recuperação? De quais formas a hospitalidade e a hostilidade se cruzam nesses dizeres? Como acontece o processo de normalização das mulheres com dependência química? A exclusão das mulheres que são dependentes químicas envolve a vontade de verdade desenvolvida por um “guia” (como a “família”, “amigos”, “empresa” e “Deus”) que constrói um efeito de verdade sobre elas a partir da inclusão. Em outras palavras, a vontade de verdade é um sistema de exclusão que inclui pelo cuidado de si, construindo efeitos de poder que formam traços de si pelo olhar do outro. Por meio do pharmakon, materializado pela família e pelas drogas como remédio e veneno, as mulheres que são dependentes químicas tornam-se, ao mesmo tempo, hóspedes reféns e hospedeiras hostis. Por fim, notamos que seu processo de normalização perpassa o silêncio como interdição no discurso e a corrigibilidade pela correção e disciplinarização do corpo pela norma. Esta dissertação está dividida em três capítulos: “Condições de produção: gênero, representação e arqueogenealogia”, no qual discutimos as condições de produção dos dizeres das mulheres que são dependentes químicas e a perspectiva teórica-metodológica da pesquisa; “Um percurso teórico para entender a (in)exclusão”, sobre as noções basilares da Análise do Discurso; e “Mulheres, fronteiras e dependência química”, organizado em três eixos analíticos sobre (in)exclusão, hos(til)pitalidade e (a)normalidade. |
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O USO DE VERBOS COGNITIVOS EM CONSTRUÇÕES PARENTÉTICAS EPISTÊMICAS: UMA ABORDAGEM DO PONTO DE VISTA DA GRAMATICALIZAÇÃO |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
08/03/2019 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
- Solange de Carvalho Fortilli
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Letícia de Almeida Barbosa Santos
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Banca |
- Michel Gustavo Fontes
- Sebastião Carlos Leite Gonçalves
- Solange de Carvalho Fortilli
- Taisa Peres de Oliveira
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Resumo |
O presente estudo toma como objeto de pesquisa os verbos cognitivos, que expressam processos mentais mais e menos abstratos, tais como raciocínios, produção de conhecimentos, crenças, julgamentos e posicionamentos do falante diante de um conteúdo. São verbos como crer, achar, pensar, acreditar, imaginar, supor, deduzir e outros, que são, muitas vezes, encaixadores de orações, as quais tem estatuto de argumento interno. Apesar de seu estatuto típico, o de predicado, eles podem atuar como unidades textuais independentes da estrutura básica da sentença, tendo como domínio o enunciado todo ou parte dele. Por serem extraoracionais e suspenderem o tópico em desenvolvimento, para dar lugar a uma atitude do falante, podem ser chamados de parentéticos. Considerando que muitos verbos cognitivos expressam, além de atividades de raciocínio e conhecimentos, os posicionamentos do falante diante da proposição, analisam-se, nesse trabalho, as acepções de um pequeno conjunto de verbos cognitivos, para captar nuances que proporcionam um intercâmbio entre a da cognição e a modalidade epistêmica, via que fortalece a expressão de atitude e crença em alguns contextos. Ao considerar que estes verbos tendem a se aproximar do eixo modal epistêmico, assume-se, aqui, a gramaticalização no sentido mais amplo, como consideram Hopper; Traugott (1993) e Himmelmann (2004), autores que não apontam a mudança de categoria como mudança preponderante, privilegiando alterações de comportamento e expansão semântico-pragmática. Ao analisar as acepções dos verbos crer, acreditar, supor, pensar, achar, imaginar, deduzir e calcular, foi possível observar a atuação de mecanismos sintáticos e, sobretudo, semânticos na trajetória de abstratização. Nesta perspectiva, cumpre-se a identificação dos mecanismos de gramaticalização que proporcionam usos mais abstratos, sob a hipótese de que, quando parentetizado, há mais visibilidade de seu caráter subjetivo, visto que o falante lança uma afirmação e, em seguida, uma ressalva, relativizando a veracidade do conteúdo afirmado e evidenciando como se relaciona com a proposição. Na análise, tomam-se como base estudos como os de Traugott; Dasher (2001); Thompsom; Mulac (1991); Gonçalves (2003; 2004; 2007); Casseb-Galvão (2004) e Fortilli (2013). Para análise e interpretação dos resultados foram coletados dados entre os séculos XIX, XX e XXI, no corpus do português, disponível online. Assim, para além do processo de abstratização, foi possível observar o aumento da frequência de ocorrências com verbos cognitivos parentetizados no português. |
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Marcha Por Uma Literatura Sul-matogrossense: O Conto Regional De Hélio Serejo |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
28/02/2019 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
- Rosana Cristina Zanelatto Santos
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Cesar Luiz Oliveira Viegas
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Banca |
- José Fernandes
- Maria Adelia Menegazzo
- Rosana Cristina Zanelatto Santos
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Resumo |
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POR UMA DRAMATURGIA DE CAIO FERNANDO ABREU: UMA LEITURA DE PODE SER QUE SEJA SÓ O LEITEIRO LÁ FORA |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
28/02/2019 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Anderson Possani Gongora
- João Adalberto Campato Junior
- Wagner Corsino Enedino
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Resumo |
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AS FORMAS DE POLIDEZ EMPREGADAS EM TRIBUNAIS PARA ATENUAR OS ATOS AMEAÇADORES À FACE DOS INTERLOCUTORES |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
21/02/2019 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- LETÍCIA JOVELINA STORTO
- Vanessa Hagemeyer Burgo
- Wagner Corsino Enedino
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Resumo |
Este trabalho visa a analisar as formas de polidez empregadas para atenuar os atos ameaçadores à face do defensor e do promotor de justiça no ambiente forense, na comarca de Três Lagoas (MS). Nossa análise se ampara nos pressupostos de Goffman (1967), que desenvolveu o conceito de face como o valor social positivo que uma pessoa efetivamente reclama para si por meio daquilo que os outros presumem ser a linha por ela tomada durante um contato específico. Por intermédio do método empírico-indutivo verificamos quais estratégias de polidez são as mais recorrentes em um plenário de Tribunal do Júri. O presente trabalho está ancorado nas bases teóricas da Análise da Conversação em relação de interface com a Linguística Forense. A pesquisa está fundamentada, especialmente, nas perspectivas analíticas de trabalhos de Goffman (1967), Brown e Levinson (1987), Marcuschi (2003), Koch (2009), Kerbrat-Orecchioni (2006), Coulthard e Johnson (2010), Galembeck (1999) e Coulthard (2007). Para a constituição do corpus, utilizamos gravações de audiências nas sessões do plenário do Tribunal do Júri na comarca de Três Lagoas, interior de Mato Grosso do Sul, transcritas conforme Preti (2003). Ao final, esta pesquisa permite evidenciar que as formas de polidez utilizadas para atenuar os atos ameaçadores de face são mecanismos utilizados, muitas vezes, para fortalecer a argumentação dos interlocutores envolvidos no ambiente forense. |
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A ESPERANÇA É UM DOCE: FILHO DE PINGUÇO NO ACERVO DE ALCIENE RIBEIRO |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
25/05/2018 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Maria do Socorro Pereira Soares Rodrigues do Carmo
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Banca |
- Alfredo Ricardo Silva Lopes
- Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
- Aurora Cardoso de Quadros
- Rauer Ribeiro Rodrigues
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Resumo |
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Um Olhar Discursivo em Reflexões Pedagógicas Sobre o Ensino da EJA": Relações Poder-Saber |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
26/03/2018 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
- Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Cristiane dos Santos Liberato Eugenio
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Banca |
- Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento
- Claudete Cameschi de Souza
- Silvelena Cosmo Dias
- Vera Regina Martins e Silva
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Resumo |
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CONSTRUÇÕES CONDICIONAIS INTRODUZIDAS POR "CASO" NO PORTUGUÊS DO BRASIL |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
05/03/2018 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Camila Fernandes da Silva
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Banca |
- Flávia Bezerra de Menezes Hirata Vale
- Sebastião Carlos Leite Gonçalves
- Solange de Carvalho Fortilli
- Taisa Peres de Oliveira
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Resumo |
Neste trabalho investiga-se a construção condicional introduzida por caso no português contemporâneo do Brasil considerando-se que a relação de condicionalidade constitui-se um campo complexo em que se abriga uma variedade de formas que podem expressar diferentes sentidos. A base teórica para este trabalho é a teoria funcionalista da linguagem aliada às contribuições da linguística cognitiva, as quais sustentam nossa visão de que a língua deve ser tratada em seu uso real, efetivo, como um instrumento de comunicação em que o contexto cultural, social e cognitivo influencia significativamente no modo como a língua é estruturada. Acredita-se que a construção introduzida por caso possui comportamento específico e apresenta diferenças pragmáticas, semânticas e morfossintáticas, e, portanto não deve ser avaliada como equivalente à construção condicional canônica do português brasileiro. Assim, o objetivo principal desta dissertação é mostrar de que modo se constrói a relação de condicionalidade nas construções introduzidas por caso. Especificamente, o propósito do trabalho é descrever e analisar os aspectos sintáticos, semânticos e pragmáticos das construções condicionais iniciadas por caso, a fim de possibilitar sua caracterização para o português do Brasil e desse modo, verificar quais são os principais traços que permitem que essa construção possa ser considerada como um exemplar da categoria condicional. Para isso, foram elencados como critérios de análise os parâmetros de condicionalidade definidos por Dancygier (1998) os quais são: (i) Causalidade, (ii) Não-assertividade, (iii) Predição, (iv) Distância epistêmica e (v) Espaços mentais. Avaliamos, além dos traços de condicionalidade, parâmetros formais como a posição da oração condicional em relação à oração núcleo, e o tempo e modo verbal da construção. Neste estudo, foram consideradas ocorrências do português brasileiro contemporâneo, coletadas no banco de dados disponível online Corpus do português (www.corpusdoportuguês.org). Os resultados confirmam que, dada a peculiaridade do conector caso, a ideia de condição se estabelece nas construções por ele introduzidas de forma particular, se distinguindo do exemplar canônico em diferentes pontos. |
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Um Estudo do Romance: O casamento da minha mãe, de Alice Vieira |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
22/02/2018 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
- Cristiane Rodrigues de Souza
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
- Cristiane Rodrigues de Souza
- José Antonio De Souza
- Wagner Corsino Enedino
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Resumo |
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Três facies da mulher em contos de Alciene Ribeiro |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
22/02/2018 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
- Ana Lucia Espindola
- Aurora Cardoso de Quadros
- Rauer Ribeiro Rodrigues
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Resumo |
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O indígena no mercado de trabalho: O cyberbullying e a (re)produção das identidades |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
12/12/2017 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
- Vania Maria Lescano Guerra
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Fabricio Tetsuya Parreira Ono
- Marcos Lúcio de Sousa Góis
- Rejane Cristina de Carvalho Brito Leite
- Vania Maria Lescano Guerra
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Resumo |
FERRARI, Fabiana. O indígena no mercado de trabalho: o cyberbullying e a (re)produção das identidades. Três Lagoas, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2017, f. (Dissertação de Mestrado).
O discurso constitui um cenário em que estão envolvidos a língua, o sujeito e seu espaço histórico, social e cultural. A partir dessa premissa, este trabalho tem por objetivo identificar e problematizar, por meio da Análise do Discurso de origem francesa e de uma perspectiva discursivo-desconstrutiva e transdisciplinar, representações de/sobre sujeitos indígenas incluídos no mercado de trabalho produzidas na rede social Facebook. Assim, busca-se, especificamente: investigar o papel da memória que atravessa o discurso do/sobre trabalhadores indígenas postados no Facebook, verificando a possível ocorrência de manifestações históricas, de formas de discriminação, preconceito e exclusão; estudar o processo identitário do trabalhador indígena discursivizado na rede social Facebook; rastrear efeitos de sentido dos dizeres articulados nos posts e comentários; problematizar o processo de discursivização da identidade dos sujeitos trabalhadores indígenas. Para isso, parte-se do pressuposto de que os discursos postados por indígenas e brancos acerca do indígena no mercado de trabalho estão a inscrever-se em um novo acontecimento discursivo: o cyberbullying. O corpus desta pesquisa reúne regularidades contidas em recortes de publicações coletadas on-line (posts ou comentários), divulgadas na mídia Facebook entre março de 2011 e abril de 2017. As análises se dão pelo método arqueogenealógico proposto por Foucault (1990; 1997; 1999; 2007), desvendando que, a partir da materialidade discursiva, é possível compreender os efeitos de sentido dos discursos, as regularidades enunciativas, as formações discursivas e os interdiscursos que ecoam na memória discursiva dos dizeres inscritos no ambiente virtual. Valemo-nos do arcabouço teórico da Análise do Discurso de origem francesa, a partir dos estudos de Coracini (2003; 2007; 2011), Pêcheux (1988; 1990), Orlandi (1999) e Authier-Révuz (1990; 1998), numa visada transdisciplinar de pesquisa que considera a produtiva relação com a psicanálise (LACAN, 1981; FREUD, 1976). Em relação à estrutura deste texto, a dissertação divide-se em três capítulos. No primeiro, sob o título “Ciberespaço: as condições de produção do indígena no mercado de trabalho”, são discutidos aspectos das condições de produção que compõem o processo de constituição identitária dos sujeitos de pesquisa e a conceituação de ciberespaço, cyberbullying, bullying. No capítulo intitulado “Elucidação da construção teórica”, é tecida a base teórica discursivo-desconstrutiva sob a transdisciplinaridade, de modo a subsidiar os gestos de interpretação dos recortes selecionados. No terceiro capítulo, “Nuances de Cyberbullying: um processo de (In)visibilidade”, a partir do método arqueogenealógico e do deslocamento da linguagem, observam-se efeitos de sentido produzidos nos dizeres dos sujeitos-enunciadores, buscando mostrar o lugar que o sujeito ocupa na sociedade e no meio digital, a visão do outro que agride, que ofende, que diminui. A partir dos resultados do gesto analítico empreendido, pôde-se notar que a mídia reflete e difunde mudanças discursivas que afetam a subjetividade dos sujeitos, de modo a contrastar a identidade dos indígenas no mercado de trabalho, refletindo as significações que atingem a classe operária, a adaptação ao capitalismo e a estereotipação, resultado de discursos colonialistas. Esse processo (re)configura papéis sociais, (re)categorizando a representação do o(O)utro a partir do prisma daquele que, intradiscursivamente, entrelaça dizeres, de modo a atualizar o discurso por meio de já ditos que se naturalizam no bojo da sociedade hegemônica e reverberam estereótipos, excluindo aqueles que afirma incluir.
Palavras-chave: Discurso; indígenas; mídia; cyberbullying |
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VIOLÊNCIA E MARGINALIDADE NA CENA CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA: NA RIBALTA, NOSSA VIDA NÃO VALE UM CHEVROLET, DE MÁRIO BORTOLOTTO |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
12/12/2017 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Amaya Obata Mourino de Almeida Prado
- João Adalberto Campato Junior
- Ricardo Magalhaes Bulhoes
- Wagner Corsino Enedino
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Resumo |
Ancorando-se nas contribuições de Magaldi (1998), Ryngaert (1996) e Pallottini (1989) acerca das noções que configuram o discurso teatral; nos estudos de Quijano (1978) e Enedino (2009) sobre o conceito de marginalidade e nos pressupostos teóricos de Lins (1990) e Ginzburg (2010) no que se refere ao conceito de violência, o objetivo deste trabalho é demonstrar a existência de invariantes que estruturam o projeto estético-político do dramaturgo Mário Bortolotto na peça Nossa vida não vale um Chevrolet (2008). Abordam-se questões concernentes à contracultura, em especial ao movimento denominado Beat Generation, identidade, poder e representações sociais, Além disso, constata-se que, na obra, ficam latentes as contradições entre o “poder” e o “não poder”; entre as aspirações e as frustrações individuais, em decorrência da situação sociocultural das personagens, uma vez que a marginalidade torna-se fator preponderante para a compreensão do estado de inadaptação dos protagonistas, instaurado pela sociedade contemporânea.
PALAVRAS-CHAVE: Teatro brasileiro contemporâneo; marginalidade; violência |
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Processos Neológicos na Linguagem Homossexual |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
24/08/2017 |
Área |
LETRAS |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Claudia Cristina Ferreira
- Ieda Maria Alves
- Solange de Carvalho Fortilli
- Vanessa Hagemeyer Burgo
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Resumo |
LOURENÇO, Gustavo Ribeiro. Processos neológicos na linguagem homossexual. 2016. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos). Programa de Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Três Lagoas, 2016.
RESUMO
Este trabalho trata dos processos intralinguísticos mais produtivos para criação de palavras na linguagem homossexual e tem como foco a classificação neológica das palavras incorporadas à linguagem do grupo. Ao considerar o panorama dos estudos voltados à língua portuguesa, constatamos que determinados grupos sociais carregam uma peculiaridade em seu código linguístico: homossexuais, skinheads e surfistas, por exemplo, trazem características próprias no que se refere à linguagem. Esse código linguístico diferenciado também é responsável pela transmissão de uma cultura e a criação de uma identidade social específica de seus falantes. Alves (2004) salienta que os neologismos podem ser formados por mecanismos oriundos da própria língua, os processos autóctones, ou por itens léxicos provenientes de outros sistemas linguísticos. Desta forma, os estudos de neologismos nos auxiliam a compreender essas mudanças que ocorrem dentro da estrutura da língua. Neste trabalho, analisamos 98 neologismos à luz de teorias baseadas em Alves (1990), Barbosa (1998, 2000), Basílio (1991), Biderman (1978, 2001), Carvalho (2009; 2012), Correia e Almeida (2012), Crystal (2004), Steinberg (2003), entre outros autores. Quanto à metodologia utilizada, realizamos coletas sistematizadas em textos escritos – de sites de relacionamentos; aplicativos de relacionamentos direcionados ao público GLBT (como Scruff, Hornet, Grindr e Wapa); um dicionário informal da linguagem homossexual (Libi, 2006); grupos e perfis de redes sociais voltados à comunidade GLBT (Facebook e Twitter); falas espontâneas e entrevistas. A partir dessa análise, pudemos concluir que a utilização desses neologismos está presente na interação do grupo em contextos informais e nas mais diversas situações comunicativas, e que o processo neológico mais recorrente são os neologismos semânticos, contando com 50 formações.
Palavras-chave: Neologismos. Lexicologia. Linguagem homossexual. |
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A simbologia dos nomes em Tremor de Terra, de Luiz Vilela |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
28/07/2017 |
Área |
LÍNGUA PORTUGUESA |
Orientador(es) |
- Kelcilene Gracia Rodrigues
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Kelcilene Gracia Rodrigues
- Marcelo Marinho
- Rauer Ribeiro Rodrigues
- Rita de Cássia Silva Dinísio
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Resumo |
Este estudo visa a analisar o primeiro livro de contos do escritor mineiro Luiz Vilela, Tremor de Terra (1967), a partir de um estudo onomástico das personagens. Acreditamos que a nomenclatura das personagens não ocorre de forma aleatória, constituindo-se em signos dispostos de significado. Ao pensarmos no texto ficcional como um conjunto, descrevemos os efeitos de sentido dos contos, nos quais as personagens são nomeadas de forma a compor um todo significativo com a cena. Tal estudo nos propicia um modo de aproximação do fazer narrativo do escritor. O aporte teórico da pesquisa tem embasamento nas obras que tratam sobre a importância dos nomes das personagens, como, por exemplo, o ensaio de Ana Maria Machado, Recado do nome, e o Dicionário de nomes, de Nelson Oliver. Além dos estudos citados, a Bíblia é também material decisivo para a investigação, por haver contos em que a nomeação das personagens fazem referência a personagens bíblicas. Na análise dos contos nos valemos, também, da recepção crítica ao Tremor de Terra, de modo que constituímos uma pequena fortuna crítica sobre o livro. Dessa forma, a percepção da nomenclatura das personagens como fator decisivo para a construção narrativa justifica a investigação à primeira obra do autor, visto que o trabalho onomástico realizado homologa a significação dos contos. |
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Processos de Formulação em Contextos Forenses |
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Curso |
Mestrado em Letras |
Tipo |
Dissertação |
Data |
27/07/2017 |
Área |
LÍNGUA PORTUGUESA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Claudete Cameschi de Souza
- Joceli Catarina Stassi Se
- Ulisses Tadeu Vaz de Oliveira
- Vanessa Hagemeyer Burgo
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Resumo |
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