| VIABILIDADE FINANCEIRA DA CONSTRUÇÃO DE ESTRUTURA ARMAZENADORA DE GRÃOS EM CHAPADÃO DO SUL |
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| Curso |
Especialização em MBA em Economia do Agronegócio |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
18/05/2026 |
| Área |
ADMINISTRAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Leonardo Francisco Figueiredo Neto
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- ALINE BRUFATO
- Alice Züge Rodrigues
- GLENDA APARECIDA VERON BERNARDO
- PEDRO HENRIQUE NASCIMENTO RODRIGUES
- VINICIUS DE PAULO LOPES
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| Banca |
- Christiane Marques Pitaluga Miguita
- Leonardo Francisco Figueiredo Neto
- Luiz Henrique Botelho
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| Resumo |
O crescimento da produção de grãos no Brasil, especialmente de soja e milho, tem
aumentado significativamente a demanda por investimentos em infraestrutura de
armazenagem, o que evidencia a importância dessa etapa para a eficiência logística e para a
competitividade do agronegócio. Diante disso, o presente estudo teve como objetivo analisar a
viabilidade econômico-financeira da implantação de uma unidade armazenadora de grãos em
uma propriedade rural localizada no município de Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul. A
metodologia adotada caracteriza-se como uma pesquisa aplicada, de abordagem quantitativa
nas seguintes técnicas de investimento: Valor Presente líquido (VPL), Taxa Interna de
Retorno (TIR) e PAYBACK DESCONTADO (PD) fundamentada na coleta e análise de
dados técnicos, produtivos e financeiros reais, os quais subsidiaram a elaboração de fluxos de
caixa projetados e a aplicação de indicadores de avaliação de investimentos. Os resultados
apontaram que a armazenagem própria proporciona redução de custos operacionais e
logísticos, melhoria da qualidade dos grãos e maior flexibilidade na comercialização,
permitindo ao produtor maior autonomia na tomada de decisão. Além disso, o investimento
demonstrou capacidade consistente de geração de valor ao longo do tempo, com retorno
compatível com a vida útil do empreendimento. Conclui-se que a implantação da estrutura é
viável. |
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| ANÁLISE COMPARATIVA DOS CUSTOS LOGÍSTICOS DO TRANSPORTE DE SOJA DE CAMPO GRANDE (MS) PARA EXPORTAÇÃO VIA PORTO DE SANTOS (SP) E PORTO DE ANTOFAGASTA (CHILE) PELA ROTA BIOCEÂNICA |
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| Curso |
Especialização em MBA em Economia do Agronegócio |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
18/05/2026 |
| Área |
ADMINISTRAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Odirlei Fernando Dal Moro
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- ALOISIO SULZ DE ALMEIDA FILHO
- GODOLFINO RICARDO PALMAS PIRES
- João Paulo Silva Malaquias
- JOSÉ CARLOS ALVES BARBOSA
- ROGÉRIO EDUARDO GARCIA DE ALMEIDA
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| Banca |
- Luciane Cristina Carvalho
- Matheus Wemerson Gomes Pereira
- Odirlei Fernando Dal Moro
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| Resumo |
O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) foi criado através da celebração do Tratado de
Assunção, em 1991, pelos países-fundadores – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e o
comércio mundial se desenvolveu grandemente até os dias atuais. Os corredores bioceânicos
foram idealizados com o objeto de aumentar as possibilidades de escoamento da produção dos
países pelos Oceanos Atlântico e Pacífico. A Rota Bioceânica que sai do Brasil e vai até o
Chile está em sua fase final de construção. Este trabalho tem por finalidade analisar os custos
logísticos envolvidos para realizar a exportação da soja para a China, tendo como alternativas
o Porto de Santos (Brasil) e o Porto de Antofagasta (Chile). Dessa forma utilizou-se de
pesquisa bibliográfica descritiva, analisando suas vantagens e benefícios econômicos. Ao
final verificou-se que a Rota Bioceânica apresenta grande potencial de escoamento da
produção do Mato Grosso do Sul com características competitivas viáveis principalmente em
relação ao tempo, também para outros Estados. |
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