Especialização em Direito Internacional

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Trabalhos

Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
O papel do direito tributário na consolidação das rotas de integração Sul-Americana: Desafios fiscais do corredor rodoviário Bioceânico Brasil-Chile (RILA)
Curso Especialização em Direito Internacional
Tipo Trabalho Final de Curso
Data 15/12/2025
Área DIREITO TRIBUTÁRIO
Orientador(es)
  • Aldo Almeida Nunes Filho
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Geovani Silva de Souza
    Banca
    • Aldo Almeida Nunes Filho
    • Isabelle Dias Carneiro Santos
    • Joao Francisco de Azevedo Barretto
    Resumo
    A legítima defesa no direito internacional: O caso do conflito entre Tailândia e Camboja em 2025
    Curso Especialização em Direito Internacional
    Tipo Trabalho Final de Curso
    Data 15/12/2025
    Área DIREITOS ESPECIAIS
    Orientador(es)
    • Isabelle Dias Carneiro Santos
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Marcus Vinicius de Paiva Brito
      Banca
      • Aldo Almeida Nunes Filho
      • Isabelle Dias Carneiro Santos
      • Joao Francisco de Azevedo Barretto
      Resumo
      Atuação da organização dos estados americanos na defesa dos direitos humanos dos povos indígenas do Brasil: Uma análise do caso Xukuru VS. Brasil
      Curso Especialização em Direito Internacional
      Tipo Trabalho Final de Curso
      Data 11/12/2025
      Área DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO
      Orientador(es)
      • Isabelle Dias Carneiro Santos
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Jonas Eduardo Feliciano
        Banca
        • Isabelle Dias Carneiro Santos
        • Joao Francisco de Azevedo Barretto
        • Jose Paulo Gutierrez
        Resumo O escopo temático do presente estudo incidiu sobre a intervenção da Organização
        dos Estados Americanos (OEA) na salvaguarda dos Direitos Humanos dos povos
        indígenas do Brasil, com foco no caso contencioso n.º 12.728 – Povo Indígena Xukuru
        vs. Brasil. Teve como objetivo analisar a contribuição da OEA, por meio da Comissão
        e da Corte Interamericana de Direitos Humanos, na proteção dos direitos territoriais e
        culturais dos povos originários. A metodologia adotada foi qualitativa, históricobibliográfica e documental, ancorada na estruturação do Sistema Interamericano de
        Direitos Humanos, seus instrumentos normativos e órgãos jurisdicionais. Foram
        examinados os desdobramentos do caso Xukuru, desde a petição inicial à Comissão
        Interamericana, passando pela sentença da Corte em 2018, até as resoluções de
        supervisão de cumprimento em 2019 e 2023. Constatou-se que o Estado brasileiro foi
        responsabilizado internacionalmente por violações aos direitos à propriedade coletiva,
        às garantias judiciais e à proteção judicial, em razão da morosidade e ineficácia na
        demarcação e desintrusão das terras indígenas. Como medidas de reparação, foram
        determinadas ações como a conclusão da desintrusão, a criação de um fundo
        comunitário e a publicação da sentença. Concluiu-se que, embora avanços tenham
        sido registrados, persistem desafios estruturais e políticos que dificultam a plena
        efetivação dos direitos dos povos indígenas, sendo essencial o fortalecimento da
        atuação da OEA, a mobilização da sociedade civil e o comprometimento estatal com
        a justiça e a dignidade dos povos originários.
        GOVERNANÇA PÚBLICA E COMPLIANCE NA AMÉRICA DO SUL: Modelos, Desafios e Perspectivas
        Curso Especialização em Direito Internacional
        Tipo Trabalho Final de Curso
        Data 08/12/2025
        Área DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO
        Orientador(es)
        • Fernando Lopes Nogueira
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • David Elias Cardoso Câmara
          Banca
          • Fernando Lopes Nogueira
          • Natalia Pompeu
          • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
          Resumo O trabalho analisa a governança pública e o compliance na América do Sul, com foco em seus modelos, desafios e perspectivas. A partir de uma abordagem qualitativa e método comparativo, examinam-se marcos normativos e experiências de Argentina, Chile, Colômbia e Brasil. Conclui-se que a boa governança e o compliance consolidam-se
          como instrumentos essenciais para a integridade, eficiência e fortalecimento democrático das instituições públicas.
          As novas diretrizes aplicáveis às demandas trabalhistas e previdenciárias no Brasil a partir do ODS 18 e do protocolo de julgamento com perspectiva racial do CNJ
          Curso Especialização em Direito Internacional
          Tipo Trabalho Final de Curso
          Data 08/12/2025
          Área DIREITO DO TRABALHO
          Orientador(es)
          • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Bianca Della Pace Braga Medeiros
            Banca
            • Fernando Lopes Nogueira
            • Natalia Pompeu
            • Tchoya Gardenal Fina do Nascimento
            Resumo O presente artigo examina as novas diretrizes aplicáveis às demandas trabalhistas e
            previdenciárias no Brasil a partir do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 18 (Igualdade
            Étnico-Racial), da Agenda 2030 Brasileira, e do Protocolo de Julgamento com Perspectiva
            Racial, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça por meio da Resolução n. 598/2024. Partese da premissa de que a efetivação da justiça racial constitui condição essencial para a realização
            dos direitos sociais e para a consolidação do Estado Democrático de Direito, e que a mera
            normatividade formal é insuficiente para transformar práticas institucionais historicamente
            marcadas por desigualdades raciais. O estudo tem por objetivo identificar como esses
            instrumentos, em articulação com o PIDESC, convenções da OIT e os 17 ODS da ONU,
            fornecem parâmetros técnicos e hermenêuticos capazes de orientar o julgamento das ações
            trabalhistas e previdenciárias sob perspectiva racial. A pesquisa adota metodologia qualitativa
            e analítico-descritiva, baseada em levantamento documental e normativo e fundamentada em
            abordagem interdisciplinar que integra perspectivas do Direito Constitucional, do Direito
            Internacional dos Direitos Humanos e do Direito Antidiscriminatório, considerando o contexto
            socioeconômico brasileiro marcado por desigualdades persistentes no acesso ao trabalho
            formal, na distribuição de renda e na proteção previdenciária. Conclui-se que o ODS 18 e o
            Protocolo do CNJ, ao incorporarem a dimensão racial na interpretação e na valoração da prova,
            inauguram uma política pública judiciária comprometida com a igualdade material e com a
            reparação de desigualdades estruturais, atribuindo ao Judiciário um papel ativo e necessário na
            construção de decisões mais justas, efetivas e compatíveis com os compromissos internacionais
            assumidos pelo Brasil.
            O STATUS JURÍDICO DA CRIANÇA MIGRANTE PARA O ACESSO À EDUCAÇÃO NO BRASIL
            Curso Especialização em Direito Internacional
            Tipo Trabalho Final de Curso
            Data 08/12/2025
            Área DIREITOS ESPECIAIS
            Orientador(es)
            • Elaine Dupas
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Debora Rosa Cleveston
              Banca
              • Claudia Regina de Oliveira Magalhães da Silva Loureiro
              • Elaine Dupas
              • Isabelle Dias Carneiro Santos
              Resumo O presente estudo tem como objetivo analisar o status jurídico da criança migrante no
              Brasil, com ênfase na efetivação do direito à educação como instrumento de inclusão
              social e proteção integral. Diante do aumento dos fluxos migratórios internacionais e da
              presença crescente de famílias estrangeiras em território brasileiro, a pesquisa busca
              compreender como o ordenamento jurídico nacional assegura a essas crianças o acesso
              igualitário à educação pública, independentemente de sua nacionalidade ou situação
              documental. Para tanto, tem-se como objetivos específicos: analisar a proteção da criança
              no ordenamento jurídico brasileiro; analisar a proteção jurídica à criança migrante;
              elencar os principais desafios para a efetivação dos direitos e; analisar o acesso à educação
              em região de fronteira, utilizando a experiência do município de Mundo Novo/MS. A
              abordagem fundamenta-se na Constituição Federal de 1988, no Estatuto da Criança e do
              Adolescente (ECA) e na Lei de Migração (Lei nº 13.445/2017), que consagram o
              princípio da universalidade dos direitos humanos e a prioridade absoluta da infância.
              Também são considerados tratados internacionais, como a Convenção sobre os Direitos
              da Criança e o Pacto Global para Migração Segura, Ordenada e Regular, que reforçam a
              obrigação dos Estados em garantir o direito à educação sem discriminação. Além do
              embasamento jurídico, o estudo discute os desafios práticos enfrentados por crianças
              migrantes em escolas públicas brasileiras, como barreiras linguísticas, exigências
              documentais e falta de políticas públicas específicas. A pesquisa evidencia que a
              efetividade do direito à educação transcende a mera previsão normativa, exigindo ações
              integradas entre União, Estados e Municípios. Assim, o trabalho reafirma a importância
              de políticas educacionais inclusivas que assegurem o pleno desenvolvimento e a
              dignidade da criança migrante, fortalecendo os fundamentos de uma sociedade
              democrática e plural.
              AS DIFERENÇAS E AS CONVERGÊNCIAS ENTRE DIREITO INTERNACIONAL HUMANITÁRIO E DIREITO INTERNACIONAL DAS CATÁSTROFES DIANTE DOS CONFLITOS ARMADOS CONTEMPORÂNEOS
              Curso Especialização em Direito Internacional
              Tipo Trabalho Final de Curso
              Data 08/12/2025
              Área DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO
              Orientador(es)
              • Isabelle Dias Carneiro Santos
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Renan Bastos Rosas
                Banca
                • Elaine Dupas
                • Heloisa Helena de Almeida Portugal
                • Isabelle Dias Carneiro Santos
                Resumo O presente trabalho analisa as diferenças e convergências entre o Direito
                Internacional Humanitário (DIH) e o Direito Internacional das Catástrofes (DIC) diante dos conflitos armados contemporâneos, destacando a crescente interdependência entre esses dois ramos do direito na proteção de civis e na gestão das consequências humanitárias. O estudo teve como objetivo compreender como o DIC pode complementar o DIH na mitigação dos impactos causados por guerras modernas, especialmente em contextos de destruição ambiental, colapso de infraestrutura e deslocamentos forçados. A metodologia utilizada baseou-se em uma revisão bibliográfica qualitativa, com análise crítica de artigos, dissertações, teses e relatórios internacionais publicados entre 2019 e 2025. Os resultados evidenciam que o DIC, ao
                enfatizar a cooperação internacional e a solidariedade entre os Estados, amplia o alcance humanitário do DIH e fortalece a capacidade de resposta global em cenários híbridos de guerra e desastre. Conclui-se que a proteção humanitária contemporânea exige uma abordagem interdisciplinar e colaborativa, capaz de unir o direito, a política e a ética na defesa da dignidade humana.
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