Mestrado em Ciências do Movimento

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Trabalhos

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TRABALHO Ações
O EFEITO DO TREINAMENTO DO ASSOALHO PÉLVICO CONVENCIONAL E AVANÇADO NOS SINTOMAS URINÁRIOS, FUNÇÃO SEXUAL E QUALIDADE DE VIDA DE MULHERES CLIMATÉRICAS: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO
Curso Mestrado em Ciências do Movimento
Tipo Dissertação
Data 03/02/2022
Área EDUCAÇÃO FÍSICA
Orientador(es)
  • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
Coorientador(es)
  • Ana Paula Silva Ferreira
Orientando(s)
  • Dayane Aparecida Moisés Caetano Bottini
Banca
  • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
  • Cristine Homsi Jorge Ferreira
  • Gustavo Christofoletti
  • Silvio Assis de Oliveira Junior
  • Suzi Rosa Miziara Barbosa
Resumo A sexualidade e a continência são aspectos centrais da qualidade de vida da mulher e podem ter impactos negativos no climatério. O treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) é recomendado como tratamento de primeira linha para IUE em mulheres (nível de evidência A). Atualmente outros métodos se propõem a realizar o mesmo tratamento, embora não haja, ainda, evidências concretas de sua eficácia. Objetivo: Comparar o impacto da Ginástica Abdominal Hipopressiva (GAH) com o treinamento convencional dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) sobre a incontinência urinária de esforço, a função sexual e a qualidade de vida de mulheres no período de climatério. Métodos: Foi conduzido um ensaio clínico randomizado controlado com 31 mulheres, climatéricas, que tinham incontinência urinária de esforço e eram sexualmente ativas. Foram alocadas em dois grupos: 16 no grupo submetido ao TMAP e 15 no grupo GAH. Ambos os grupos receberam 26 sessões, duas vezes por semana e atendimentos individuais.Todas as voluntárias foram avaliadas em dois momentos, ao início e ao final das intervenções. O desfecho primário foi avaliado por meio do questionário Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form (ICIQ-SF) e os secundários foram dados pela capacidade de contração dos MAP avaliada por meio da palpação vaginal; a função sexual avaliada pelo questionário Female Sexual Function Index (FSFI) e a qualidade de vida utilizando-se o questionário Utian Quality of Life – UQOL. Resultados: Os grupos TMAP e GAH obtiveram melhora na incontinência urinária, -11,00 e -6,33, respectivamente, mas o TMAP foi superior, com diferença significativa p=0,011. Houve efeito significativo no momento de análise de ambos os grupos, porém sem diferença entre os grupos em relação a força de contração, tempo de sustentação, repetições rápidas e lentas. A função sexual das mulheres melhorou em relação ao tempo de tratamento, mas, não evidenciamos melhora significativa entre os grupos. Em relação a qualidade de vida não observou-se melhora em relação aos momentos e nem em relação aos grupos. Conclusão: Em relação aos sintomas de IUE e sobre a função sexual, ambos os grupos apresentaram melhora, no entanto o TMAP foi superior a GAH no que se refere à IUE. Não houve alteração na qualidade de vida das mulheres tratadas.

PALAVRAS-CHAVE: Modalidades de fisioterapia. Sexualidade. Climatério. Sintomas do trato urinário inferior. Diafragma da pelve.
INFLUÊNCIA DO USO DE SMARTPHONE SOBRE O EQUILÍBRIO ESTÁTICO E DINÂMICO DE ADULTOS JOVENS E IDOSOS DURANTE A REALIZAÇÃO DE DUPLA-TAREFA
Curso Mestrado em Ciências do Movimento
Tipo Dissertação
Data 19/01/2022
Área EDUCAÇÃO FÍSICA
Orientador(es)
  • Gustavo Christofoletti
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Tayla Borges Lino
    Banca
    • ANGELA CRISTINA DE LIMA
    • Gustavo Christofoletti
    • Lilian Assuncao Felippe
    • Rodrigo Luiz Carregaro
    • Thomaz Nogueira Burke
    Resumo Os aparelhos smartphones estão cada vez mais presentes na rotina dos idosos. Seu uso vai desde atividades de lazer e descontração até tarefas profissionais. O objetivo deste estudo foi verificar o custo da dupla-tarefa com smartphone sobre a mobilidade e o equilíbrio de idosos, e analisar o impacto das funções cognitivas neste processo. Cento e um participantes, divididos entre idosos e adultos jovens (grupo controle), foram
    incluídos neste estudo. O custo da dupla-tarefa com smartphone foi verificado em atividades motoras em pé e durante a marcha, associadas com tarefas de digitação e conversação ao celular. Testes cognitivos foram incluídos para analisar impacto desta variante no modelo estatístico. A análise dos dados envolveu comparações multivariadas entre grupos e tarefas. Os resultados apontaram um maior custo da dupla-tarefa com
    smartphone em idosos do que em adultos jovens. O uso do smartphone em dupla-tarefa aumentou significativamente os desafios de mobilidade e equilíbrio dos participantes (tamanho do efeito de 0,731 e de 0,640, respectivamente). Análises univariadas comprovaram que a tarefa de digitação é mais desafiadora na atividade de marcha e a tarefa de conversação na atividade parada em pé. As funções cognitivas interferiram
    significativamente na realização das atividades com smartphone (tamanho do efeito de 0,202). Em conclusão, este estudo identificou que o custo da dupla-tarefa com smartphone é maior em idosos, com impacto tanto da atividade de digitação quanto da conversação ao celular. As funções cognitivas exercem uma importante influência na mobilidade e no equilíbrio de idosos durante o uso do smartphone.
    ATLETAS OLÍMPICOS BRASILEIROS APRESENTAM MAIOR LONGEVIDADE QUE A POPULAÇÃO GERAL? UM ESTUDO DE COORTE RETROSPECTIVO
    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
    Tipo Dissertação
    Data 08/12/2021
    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
    Orientador(es)
    • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Aline Ortega Soloaga
      Banca
      • Carlos Alexandre Fett
      • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
      • Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
      • Hugo Alexandre de Paula Santana
      • Leonardo de Sousa Fortes
      Resumo Objetivo: Investigar se atletas olímpicos brasileiros vivem mais que a população geral. Métodos: Trata-se de um estudo de coorte retrospectivo com análise de dados secundários. Foram contemplados dados de todos os atletas brasileiros, de ambos os sexos, idade e modalidades disputadas a partir da sétima edição dos Jogos Olímpicos Modernos (1920) até a vigésima quinta edição (1992). Os dados foram obtidos de duas principais bases: o sítio eletrônico do Comitê Olímpico Brasileiro e o livro Atletas Olímpicos Brasileiros, da autora Katia Rubio. Dados como sexo, data de nascimento, data de óbito, modalidade e sub-modalidade esportiva ou prova, foram coletados. Foram feitas comparações entre os atletas vs população geral pareada pela idade e entre atletas de força/ potência (FP) vs resistência/ misto (RM). Resultados: Mais de 54,37% dos atletas têm 79,75% mais chances de viver mais do que o esperado para a população em geral. A expectativa de vida dos atletas foi maior do que a expectativa de vida da população em geral. Não houve diferença na expectativa de vida ao comparar atletas de FP (69 anos) vs RM (68,6 anos), valor de p = 0,90. Conclusão: os atletas olímpicos brasileiros vivem mais do que o esperado para a população geral pareada por sexo e idade. Porém, não há diferenças entre os atletas que praticam esportes com características de FP e RM, no que diz respeito à longevidade.

      Palavras-chave: modalidade, expectativa de vida, idade, sexo
      EFEITOS DO EXERCÍCIO FÍSICO AQUÁTICO NOS FATORES DE RISCO NEUROPSICOLÓGICOS DE QUEDAS EM IDOSOS DA COMUNIDADE: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO
      Curso Mestrado em Ciências do Movimento
      Tipo Dissertação
      Data 07/05/2021
      Área EDUCAÇÃO FÍSICA
      Orientador(es)
      • Juliana Hotta Ansai
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Dayane Melo Campos
        Banca
        • Anielle Cristhine de Medeiros Takahashi
        • Charles Taciro
        • Juliana Hotta Ansai
        • Larissa Pires de Andrade
        • Paula Felippe Martinez
        Resumo Introdução: Com o declínio fisiológico do envelhecimento, os idosos podem apresentar mais
        taxa e risco de quedas. As quedas trazem como consequências danos pessoais, gastos públicos
        com intervenções cirúrgicas, medicação e reabilitação. Assim, a diminuição dos fatores de
        risco de quedas é essencial para a saúde dos idosos, sendo o exercício físico uma estratégia
        terapêutica. Dentre diversos recursos, o exercício físico aquático pode ser utilizado para
        diminuir os fatores de risco potencialmente modificáveis de quedas, como o declínio
        cognitivo, sintomas depressivos e de ansiedade, porém há necessidade de evidências para
        comprovação de seus efeitos. Objetivos: Verificar os efeitos de um protocolo de exercício
        físico aquático sobre os fatores de risco neuropsicológicos de quedas em idosos da
        comunidade. Método: Foi realizado um ensaio clínico controlado randomizado, unicêntrico,
        unicego, com idosos da comunidade, com idade acima de 65 anos e sem comprometimento
        cognitivo. Os participantes foram distribuídos em dois grupos de forma aleatória (Exercício
        Físico Aquático e Controle). O Grupo Exercício Físico Aquático (GEFA) realizou o protocolo
        de exercícios multicomponente e o Grupo Controle (GC) recebeu apenas ligações mensais
        para monitoramento da saúde geral. Os treinamentos aquáticos tiveram intensidade
        progressiva, conforme Escala de Percepção de Esforço Borg Modificada (BORG-CR10),
        duração de 16 semanas, frequência duas vezes por semana e uma hora por sessão, em dias não
        consecutivos. Os participantes foram avaliados inicialmente e após 16 semanas de
        treinamento. A avaliação consistiu em dados clínicos e sociodemográficos, avaliação do nível
        de atividade física (Questionário Baecke modificado para idosos), medidas de cognição
        (Exame cognitivo de Addenbrooke – versão revisada (ACE-R)), funções executivas (Bateria
        de Avaliação Frontal) e sintomas comportamentais (Escala de Depressão Geriátrica – versão
        curta e Aparelho Cardioemotion). Para análise dos dados por intenção de tratamento, foi
        adotado um nível de significância de α=0,05 e utilizado o software SPSS (20.0). Resultados:
        A amostra final consistiu de 49 idosos, sendo 25 do GC e 24 do GEFA. Com relação aos
        fatores neuropsicológicos da amostra total, não houve diferenças significativas entre grupos
        em nenhuma variável. Houve diferenças significativas entre momentos, independente do
        grupo, napontuação total do ACE-R e no domínio memória. Os dois grupos apresentaram
        melhoras na pontuação total, enquanto o GEFA apresentou melhor ganho no domínio
        memória. Ao avaliar apenas os idosos que aderiram a pelo menos 50% da intervenção, houve
        melhora significativa após 16 semanas na pontuação total do ACE-R, em especial no GEFA.
        Conclusão: O exercício físico aquático apresentou efeitos positivos nas funções cognitivas em
        idosos da comunidade, com potencial de diminuição do risco de quedas nesta população.
        Efeitos do Exercício Físico Aquático em Idosos da comunidade nos Fatores Motores de Risco de Quedas: Um Ensaio Clínico Randomizado
        Curso Mestrado em Ciências do Movimento
        Tipo Dissertação
        Data 07/05/2021
        Área EDUCAÇÃO FÍSICA
        Orientador(es)
        • Juliana Hotta Ansai
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Daniela Lemes Ferreira
          Banca
          • Charles Taciro
          • Daniela Godoi Jacomassi
          • Juliana Hotta Ansai
          • Karina Gramani Say
          • Paula Felippe Martinez
          Resumo Introdução: O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial e está associado a
          mudanças fisiológicas, que podem levar ao aumento da incapacidade, fragilidade e maior
          risco de quedas. As reduções da força muscular, flexibilidade e estabilidade são fatores
          de risco motores potencialmente modificáveis ao risco de quedas, fornecendo uma lógica
          para criar intervenções que visem a sua melhora. Nesse sentido, o exercício físico
          aquático, que proporciona situações desafiadoras que favorecem o treinamento de
          mobilidade, força muscular e estabilidade postural de forma segura, pode ser um ótimo
          recurso para prevenção de quedas. Objetivos: Verificar os efeitos de um protocolo de
          exercício físico aquático sobre os fatores de risco motores potencialmente modificáveis
          de quedas em idosos da comunidade. Método: Foi realizado um ensaio clínico controlado
          randomizado, unicêntrico, unicego, com 49 idosos a partir de 65 anos, não ativos, sem
          déficit cognitivo divididos em dois grupos (Grupo Treinamento Aquático GTA e Grupo
          Controle GC), com dois momentos de avaliação (m1 = inicial, m2 = após 16 semanas de
          treinamento). Foram avaliados força muscular com o teste de sentar e levantar 5 vezes;
          mobilidade com o teste Timed and Go (TUG) simples e associado a dupla-tarefa; e
          estabilidade postural através dos dados estabilométricos obtidos pela plataforma de força.
          O GC recebeu apenas ligações mensais para monitoramento da saúde geral. O GTA
          realizou o treinamento aquático que teve duração de 16 semanas, com duas sessões por
          semana de 1 hora cada, em dias não consecutivos. A intensidade foi gradualmente
          progredida conforme Escala de Percepção de Esforço Borg Modificada (BORG-CR10)
          (0 a 10 pontos). Os dados foram analisados pelos testes Qui-quadrado, teste t
          independente e também o teste ANOVA two-way e foi adotado um nível de significância
          de α=0,05 e utilizado o software SPSS (20.0). Resultados: Foram avaliados no período
          inicial 52 idosos e, após 16 semanas, 49 idosos foram reavaliados, 24 do GTA e 25 do
          GC. Na amostra total, os dois grupos melhoraram nas performances de força muscular e
          na tarefa cognitivo-motora e realizaram a dupla tarefa com menos erros na tarefa
          secundária. Houve diminuição significativa após 16 semanas da área do centro de pressão
          da postura ereta, olhos fechados e pés em posição tandem no GC. O GC apresentou maior
          velocidade média do deslocamento médio lateral do centro de pressão na postura ereta,
          olhos abertos e pés em tandem nos dois momentos de avaliação. Conclusão: O exercício
          físico aquático é um ótimo recurso para melhora dos fatores motores de quedas,
          principalmente na força muscular e mobilidade, sugerindo continuidade de mais
          pesquisas com maior aderência.
          RESPOSTAS CARDIOVASCULARES DE LESADOS MEDULARES TRAUMÁTICOS SUBMETIDOS AO EXERCÍCIO DE FORÇA
          Curso Mestrado em Ciências do Movimento
          Tipo Dissertação
          Data 03/05/2021
          Área EDUCAÇÃO FÍSICA
          Orientador(es)
          • Jeeser Alves de Almeida
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Juliana Vicente de Souza
            Banca
              Resumo A lesão medular é uma síndrome neurológica que compromete as principais funções motoras,
              sensitivas e autonômicas. Sua principal consequência é a impossibilidade de exercer as
              atividades da vida diária, levando esses indivíduos a terem uma vida mais sedentária/inativa, o
              que leva ao aumento do percentual de gordura corporal, risco de doenças cardiovasculares,
              diabetes tipo II e síndrome metabólica. Com isso acredita-se que o treinamento de força possa
              promover melhoras cardiovasculares, promovendo aumento do controle autonômico, força
              muscular e autonomia funcional. O presente estudo tem como objetivo avaliar as respostas
              cardiovasculares em indivíduos com lesão medular traumática por meio de treinamento de
              força, usando métodos preconizados para o acompanhamento como, Cold Pressor Test,
              Classificação neurológica de lesão (ASIA), Medida de Independência Funcional (MIF) e por
              fim uma avaliação da qualidade de vida desses. Por meio desta abordagem será realizado um
              estudo experimental para a determinação do perfil destes pacientes na cidade de Campo
              Grande- MS, avaliando como uma intervenção com uso destes instrumentos pode auxiliar na
              recuperação de funções motoras, proporcionando melhora na qualidade de vida. Para análise
              estatístico será realizado o Teste t Student, comparando os resultados entre os dois grupos (G1
              = Sedentários/ G2 = Treinados), sendo o valor de significância adotado pelo presente estudo com o
              valor de p > 0.05.
              EFEITO DO MÉTODO PILATES SOBRE A DOR MUSCULOESQUELÉTICA NA GESTAÇÃO: REVISÃO SISTEMÁTICA
              Curso Mestrado em Ciências do Movimento
              Tipo Dissertação
              Data 03/05/2021
              Área EDUCAÇÃO FÍSICA
              Orientador(es)
              • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
              Coorientador(es)
              • Ana Paula Silva Ferreira
              Orientando(s)
              • Vanessa de Souza Ferraz
              Banca
              • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
              • Ana Carolina Rodarti Pitangui de Araújo
              • Daniele de Almeida Soares Marangoni
              • Hugo Alexandre de Paula Santana
              Resumo Introdução: A gestação é um processo complexo que envolve grandes modificações fisiológicas, biomecânicas e hormonais em um curto espaço de tempo e estas alterações podem desencadear dores musculoesqueléticas, influenciando negativamente na funcionalidade e qualidade de vida das gestantes. Embora vários estudos tenham investigado a eficácia do Pilates para este público em relação à dor musculoesquelética, há a necessidade de avançar o conhecimento e a pesquisa sobre o tema proposto. Objetivo: Avaliar a eficácia do método Pilates em comparação a acompanhamento convencional de pré-natal no controle da dor musculoesquelética em gestantes. Métodos: As buscas eletrônicas foram realizadas sem restrição de linguagem ou ano de publicação nas bases de dados Medline via
              Pubmed, Embase, CINAHL, LILACS, PEDro, e SPORTDiscus em 20 novembro de 2021. Foram utilizadas as palavras-chave “Pilates” e “Gravidez” e as estratégias de busca foram adaptadas para cada banco de dados. Ensaios Clínicos randomizados foram incluídos com mulheres gestantes com sintomas álgicos músculo esqueléticos e Pilates como método de intervenção em comparação ao acompanhamento pré-natal convencional. A avaliação crítica foi feita com a ferramenta Risk of Bias e GRADE para avaliar a qualidade da evidência. Procedemos uma metanálise para o desfecho principal por meio do software Revman4. Resultados: através de nossas buscas, 687 artigos foram identificados, mas apenas dois cumpriram os critérios de inclusão e foram incluídos nesta revisão. Apenas dois estudos compararam o Pilates com um grupo controle de pré-natal convencional para dor a curto prazo. Na metanálise, houve diferença significativa para dor na comparação entre o grupo Pilates e o grupo controle sem exercício, diferença média [DM] -23,09 95% (IC), de -31.07 para 15.10, p= 0.001, (65 indivíduos sendo 33 no grupo Pilates e 32 no grupo convencional). Conclusão: O Pilates foi associado a um efeito benéfico sobre a dor em comparação com o acompanhamento pré-natal convencional. Os estudos individuais mostram que o Método Pilates é melhor do que o acompanhamento pré-natal convencional sobre a função física e mental e não traz riscos à saúde materna
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