| PERFIL DE RENDIMENTO FISICO NO FUTEVÔLEI: Comparação entre atletas profissionais e recreacionais |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
23/09/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Alexandre Igor Araripe Medeiros
- Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
- Junior Vagner Pereira da Silva
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O futevôlei é uma modalidade praticada em quadras de areia que combina fundamentos do futebol e do voleibol, exigindo saltos, deslocamentos rápidos, agilidade, equilíbrio dinâmico, flexibilidade e capacidade aeróbia. Apesar do crescimento da modalidade, ainda são escassos os estudos que descrevem o perfil físico de seus praticantes. O objetivo deste trabalho foi avaliar e comparar o perfil de desempenho físico entre atletas profissionais e praticantes recreacionais de futevôlei. A amostra foi composta por 18 homens, distribuídos em grupo profissional (GP; n = 8) e grupo recreacional (GR; n = 10). Foram avaliados o salto vertical pelo CMJ com o aplicativo MyJump2, a agilidade pelo teste SEMO, o equilíbrio dinâmico pelo mSEBT, a flexibilidade pelo teste de Wells e a capacidade aeróbia pelo Shuttle Run de 20 metros. Os dados foram apresentados em média e desvio-padrão, com verificação da normalidade pelo teste de Shapiro-Wilk e comparação entre grupos pelo teste t de Student para amostras independentes, adotando-se p < 0,05. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos nas variáveis analisadas. Conclui-se que, na amostra avaliada, atletas profissionais e praticantes recreacionais apresentaram respostas físicas semelhantes, sugerindo que o desempenho no futevôlei depende de múltiplos fatores além do nível competitivo. |
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| EFEITO AGUDO DO TERERÉ ENRIQUECIDO E TRADICIONAL SOBRE O DESEMPENHO DE CORREDORAS BEM TREINADAS EM UM TESTE CONTRARRELÓGIO: UM ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO E CRUZADO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
10/09/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Christianne de Faria Coelho Ravagnani
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Raquel Medeiros Kaizer Rossignoli Barizon
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| Banca |
- Alessandro Moura Zagatto
- Christianne de Faria Coelho Ravagnani
- Patrícia Aparecida Vieira Fontes
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
A aplicação de recursos ergogênicos é uma conduta comum para atletas, expressando-se a tendência pelo interesse em estratégias naturais. A erva-mate (Ilex Paraguariensis), é uma planta sul-americana composta por nutrientes bioativos como a cafeína (CAF). No Centro-Oeste brasileiro é consumida principalmente como Tereré. Apesar de sua composição nutricional promissora, a concentração de CAF existente nem sempre atende ao valor considerado ergogênico pela literatura, o que possibilita enriquecê-la visando este fim. O objetivo do presente estudo é analisar os efeitos de um Tereré enriquecido (TRE), contendo 125 mg de CAF, no desempenho de corredoras bem treinadas. Trata-se de um ensaio clínico randomizado e cruzado executado em 5 sessões, sendo: 1 sessão para familiarização, 3 sessões experimentais com intervalo de 3 a 7 dias, e 1 sessão para teste incremental máximo para mensuração de consumo máximo de oxigênio (VO2max). Nas sessões experimentais, as atletas realizaram um teste contra relógio de 4 quilômetros, 45 minutos após ingestão de TRE ou Tereré tradicional (TRT) ou água (50g infundidos com água gelada em 6mL/kg de massa corporal). Foram avaliadas 12 mulheres com 30,7 ± 5,9 anos, 56,2 ± 6,15 kg e 162,41 ± 6,5 cm, percentual de gordura corporal 19,3 ± 4,7%, VO2max 57,5 ± 9,2 mL·kg⁻¹·min⁻¹, experiência média de 5,6 ± 3,2 anos na modalidade e volume semanal de corrida de 29,9 ± 8,75 km nos últimos 6 meses. Aplicou-se uma ANOVA de Medidas Repetidas para comparação entre os grupos, adotando-se significância de p |
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| SOBREPESO E OBESIDADE EM PRÉ-ESCOLARES DE 3 E 4 ANOS PARTICIPANTES DO ESTUDO SUNRISE BRASIL: PREVALÊNCIA SEGUNDO REGIÃO E CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
09/09/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Sarita de Mendonca Bacciotti
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- NAKAL LAURENÇO FORTUNATO DA SILVA
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| Banca |
- Joel Saraiva Ferreira
- María Rúa Alonso
- Sarita de Mendonca Bacciotti
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
A obesidade infantil constitui importante desafio de saúde pública e pode se manifestar desde os primeiros anos de vida. Entretanto, permanecem lacunas quanto à prevalência de excesso de peso especificamente entre crianças de 3 e 4 anos e à sua distribuição em diferentes contextos geográficos e sociodemográficos. Esta dissertação teve como objetivo analisar o sobrepeso e a obesidade em pré-escolares de 3 e 4 anos a partir de evidências da literatura e de dados do Estudo SUNRISE Brasil. Foram desenvolvidos dois estudos complementares. O primeiro consistiu em uma revisão de escopo, conduzida conforme as recomendações do Joanna Briggs Institute e do PRISMA-ScR, com buscas nas bases PubMed, Web of Science e Scopus. Foram incluídos 46 estudos de 25 países, sendo 27 transversais e 19 longitudinais. A prevalência de obesidade variou de 0,2% a 27,1%, com expressiva heterogeneidade nos indicadores antropométricos e critérios de classificação. Apenas um estudo foi realizado exclusivamente em área rural, evidenciando limitada representação desse contexto. O segundo estudo apresentou delineamento transversal e incluiu 1.351 crianças de 3 a 4,9 anos, recrutadas por conveniência em municípios das cinco regiões brasileiras, em áreas urbanas e rurais. Segundo o peso para estatura, 8,6% apresentaram excesso de peso, sendo 5,7% sobrepeso e 2,9% obesidade. Pelo IMC para idade, a prevalência de excesso de peso foi de 8,9%, sendo 5,5% sobrepeso e 3,4% obesidade. Foram observadas diferenças entre os participantes agrupados segundo região dos locais de coleta, com maiores prevalências de excesso de peso nos municípios da Região Sul, mas não foram identificadas diferenças significativas segundo sexo, idade, raça/cor, escolaridade dos responsáveis ou área de residência. A baixa estatura apresentou prevalência de 2,7% e o baixo peso de 0,5%. Conclui-se que o excesso de peso já está presente na idade pré-escolar, enquanto as evidências disponíveis apresentam importante heterogeneidade metodológica e limitada representação rural. Os resultados do SUNRISE Brasil ampliam o conhecimento sobre crianças de 3 e 4 anos em diferentes contextos brasileiros, embora a amostragem por conveniência impeça a generalização dos achados para a população nacional. |
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| PERFIL DE JOGO DO FUTEVÔLEI PROFISSIONAL: características temporais, demandas físicas e frequência cardíaca em competição oficial |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
09/09/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Alexandre Igor Araripe Medeiros
- Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
- Junior Vagner Pereira da Silva
- Rodolfo Andre Dellagrana
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| Resumo |
O futevôlei é uma modalidade brasileira que combina elementos do futebol e do vôlei de praia, disputada em quadra de areia com restrição ao uso das mãos. Apesar do crescimento e da profissionalização dessa prática, permanecem escassas as investigações que integrem características temporais, físicas e cardiovasculares. Este estudo teve como objetivo descrever o perfil do jogo de futevôlei masculino, analisando demandas temporais, físicas e a frequência cardíaca de atletas em competição oficial. Trata-se de estudo observacional transversal, descritivo e quantitativo. Dez atletas profissionais foram monitorados em 12 sets por meio de filmagem, para as variáveis temporais e os saltos, e pelo sistema Polar Team Pro, com sistema de posicionamento global e monitor de frequência cardíaca, para as medidas físicas e cardiovasculares. Os dados foram tratados por estatística descritiva (média, desvio-padrão, mediana, quartis e valores mínimo-máximo), e a confiabilidade das medições por vídeo foi verificada pelo coeficiente de correlação intraclasse. Os resultados evidenciaram padrão intermitente de disputa, com ralis breves (7,9 s) intercalados por pausas mais longas (21,7 s) e razão pausa:trabalho de 2,7:1, além de distância média de 462 m por set, velocidade máxima de 13,2 km·h⁻¹, média de 23,8 saltos por atleta e por set, frequência cardíaca média de 143 batimentos por minuto e média das frequências cardíacas máximas individuais de 195 batimentos por minuto. Conclui-se que o futevôlei masculino apresenta perfil temporal intermitente e demandas locomotoras, de saltos e cardiovasculares mensuráveis em competição oficial, fornecendo referências iniciais para a caracterização da modalidade e para o planejamento do treinamento. |
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| DESENVOLVIMENTO INFANTIL DE CRIANÇAS BRASILEIRAS - ANÁLISE DO ECDI PROJETO SUNRISE BRASIL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
08/09/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Sarita de Mendonca Bacciotti
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Anelise Reis Gaya
- Christianne de Faria Coelho Ravagnani
- Fernando Cesar de Carvalho Moraes
- Sarita de Mendonca Bacciotti
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| Resumo |
A primeira infância é um período crítico do desenvolvimento humano, sendo influenciada por fatores biológicos, sociais e ambientais. Desigualdades regionais e diferenças entre contextos urbanos e rurais podem impactar significativamente as oportunidades de
desenvolvimento infantil. Nesse sentido, o monitoramento do desenvolvimento em nível populacional torna-se essencial para subsidiar políticas públicas. Objetivo: Analisar o desenvolvimento infantil de crianças brasileiras de três a quatro anos de idade, segundo sexo,
idade, região e local de residência (urbano e rural). Metodologia: Trata-se de um estudo observacional, transversal e de abordagem quantitativa, realizado com crianças de 36 a 59 meses, matriculadas em instituições de educação infantil das cinco macrorregiões do Brasil (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte), em áreas urbanas e rurais. Os dados foram coletados por meio do Early Childhood Development Index 2030 (ECDI2030) e de questionário sociodemográfico, aplicado aos responsáveis por entrevista realizada presencialmente ou por telefone. As análises incluíram estatística descritiva e inferencial, considerando nível de significância de 5%. Resultados: A amostra foi composta por 1.310 pré-escolares, sendo 50,9% do sexo masculino e 49,1% do sexo feminino, com idades distribuídas entre 36 a 41 meses (13,4%), 42 a 47 meses (21,7%) e 48 a 59 meses (64,9%). A análise dos dados demonstrou que o desenvolvimento infantil não adequado está associado a vulnerabilidades sociodemográficas. Verificou-se maior frequência de inadequação no desenvolvimento entre os meninos (25,3%) em relação às meninas (11,7%), e entre as crianças de 48 a 59 meses (23,3%) em comparação às de 36 a 41 meses (6,8%). Adicionalmente, possuir responsáveis com escolaridade até o ensino fundamental (32,5%) e residir em área rural (26,1%) apresentaram maiores proporções de não adequação. A sobreposição desses múltiplos fatores de risco elevou a probabilidade de desenvolvimento não adequado para mais de 50% em cenários de alta vulnerabilidade (atingindo 53,2% na região Sul e 53,1% na região Norte). Considerações finais: O desenvolvimento não adequado foi
mais frequente entre crianças expostas simultaneamente a vulnerabilidades demográficas, familiares e territoriais. As disparidades identificadas reforçam a urgência da implementação de políticas públicas intersetoriais que combinem saúde, educação e proteção social para promover o desenvolvimento equitativo na primeira infância. |
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| "ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MEDIDAS DO SISTEMA BACKSPINE, BACKSCANNER E RADIOGRAFIAS NA AVALIAÇÃO DAS CURVATURAS SAGITAIS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM E SEM ESCOLIOSE |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/08/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Paula Ribeiro
- Glaucia Helena Goncalves
- Gustavo Christofoletti
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
INTRODUÇÃO: A avaliação precisa das curvaturas da coluna vertebral, especificamente a cifose torácica e a lordose lombar, é crucial para o diagnóstico e o acompanhamento de alterações posturais em crianças e adolescentes. Atualmente, o método padrão-ouro é a radiografia, que utiliza o Ângulo de Cobb, mas sua repetição frequente em uma população em crescimento acarreta riscos significativos devido à exposição acumulada à radiação ionizante. Reconhecendo essa limitação, este estudo se insere em um cenário de escassez de alternativas não ionizantes validadas na população brasileira, buscando avaliar novas tecnologias tridimensionais de superfície de forma comparativa. OBJETIVO: Avaliar de forma comparativa o desempenho dos sistemas de avaliação tridimensional sem radiação, baseados em Inteligência Artificial, BackSpine3D e BackScanner, na mensuração da cifose torácica e da lordose lombar em crianças e adolescentes com e sem escoliose, utilizando a radiografia como método de referência. METODOLOGIA: Estudo transversal e observacional com dados secundários de dois bancos de dados: estudantes sem escoliose (Grupo UFMS / BD1-CMCG, n=95) e pacientes com escoliose (Grupo Escoliose Brasil / BD2-EB, n=230), com idades entre 10 e 17 anos. Os participantes foram submetidos ao escaneamento tridimensional do tronco pelo sistema BackSpine3D (câmera de profundidade Structure acoplada ao iPad, sem marcadores) e à radiografia panorâmica da coluna em ortostase (projeções AP e perfil) para obtenção do Ângulo de Cobb de referência. Os modelos 3D também foram avaliados em relação ao sistema BackScanner. A precisão preditiva de ambos os sistemas foi quantificada pelo cálculo do Root Mean Square Error (RMSE) em relação ao exame radiográfico. RESULTADOS: Na amostra CMCG (n=95), o RMSE para a cifose torácica foi de 15,73° para o BackSpine e de 12,82° para o BackScanner (redução de 18,50% em relação ao BackSpine); para a lordose lombar, os valores foram de 20,16° para o BackSpine e 23,75° para o BackScanner (aumento de 17,80% em relação ao BackSpine). Na amostra EB (n=230), o RMSE para a cifose torácica foi de 13,49° (BackSpine) e 16,58° (BackScanner) (aumento de 22,90% no erro); para a lordose lombar, obteve-se RMSE de 27,13° (BackSpine) e 27,28° (BackScanner) (diferença de 0,16° ou aumento de 0,60% no erro). Os resultados revelaram que o desempenho dos sistemas variou conforme a curvatura e a população analisada, não havendo uma superioridade sistemática e uniforme de um método de superfície sobre o outro. O 7 tamanho do erro na estimativa da lordose lombar foi significativamente maior em comparação com a cifose torácica em ambas as amostras, o que reflete a grande influência da inclinação pélvica e da distribuição de tecidos moles sobre o contorno de superfície corporal na região lombar. CONCLUSÃO: Tanto o BackSpine3D quanto o BackScanner apresentam potencial clínico promissor como ferramentas não invasivas e isentas de radiação para triagem e acompanhamento longitudinal das curvaturas sagitais. Contudo, devido aos expressivos valores de RMSE encontrados, os sistemas tridimensionais de superfície ainda não devem substituir o exame radiográfico em situações clínicas que exijam máxima precisão na avaliação estrutural e tomada de decisões terapêuticas. |
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| FADIGA NEUROMUSCULAR PÓS-JOGO EM ATLETAS DE FUTSAL: AVALIAÇÃO TEMPORAL COM TESTES DE SALTO VERTICAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
07/08/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Patricia Riquelme de Barros
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| Banca |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- Joel Saraiva Ferreira
- Marcelo Goncalves Duarte
- Renato Silva Nacer
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| Resumo |
Introdução: O futsal é caracterizado por ações intermitentes de alta intensidade que impõem elevada demanda neuromuscular aos atletas, favorecendo o desenvolvimento de fadiga central e periférica após as partidas. O monitoramento da recuperação é fundamental para subsidiar o planejamento do treinamento, otimizar o desempenho esportivo e minimizar os efeitos da fadiga. Objetivo: Analisar o comportamento temporal da potência muscular dos membros inferiores em atletas universitários de futsal nos períodos de 24, 48 e 72 horas após uma partida, por meio de testes de salto vertical. Métodos: Estudo observacional analítico realizado com dez atletas universitários de futsal. As avaliações foram realizadas em cinco momentos: pré-jogo (MD-1), imediatamente após a partida (Match Day), 24 horas (MD+1), 48 horas (MD+2) e 72 horas (MD+3). O desempenho neuromuscular foi avaliado pelos testes SJ e CMJ em plataforma de força, sendo analisadas variáveis cinéticas e cinemáticas. A carga externa da partida foi monitorada por meio do sistema GPS Polar Team Pro® (10 Hz). A percepção subjetiva de esforço da sessão (PSEs) foi obtida imediatamente após a partida, enquanto a qualidade total de recuperação (TQR) foi avaliada nos momentos pós-jogo. Os dados foram analisados por ANOVA para medidas repetidas, seguida do teste post hoc de Tukey, e correlação de Pearson, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: O SJ apresentou maior sensibilidade para detectar alterações decorrentes da fadiga neuromuscular, evidenciadas por reduções significativas na altura do salto, velocidade de saída e tempo de voo, principalmente em MD+1, com recuperação progressiva nas avaliações subsequentes. No CMJ, observaram-se alterações significativas na força pico relativa e no índice de força reativa (RSI), indicando comprometimento da capacidade de produção rápida de força após a partida. As variáveis de carga externa relacionadas às acelerações e desacelerações apresentaram correlações moderadas com parâmetros dos testes de salto, enquanto as medidas perceptivas apresentaram associação limitada com o desempenho neuromuscular. Conclusão: A fadiga neuromuscular provocada por uma partida de futsal foi mais evidente nas primeiras 24 horas após o jogo, com recuperação progressiva ao longo de 72 horas. O SJ demonstrou maior sensibilidade para identificar alterações temporais associadas à fadiga neuromuscular, enquanto o CMJ complementou essa avaliação por meio da força pico relativa e do índice de força reativa (RSI). Além disso, acelerações e desacelerações apresentaram maior associação com as alterações neuromusculares do que a distância total percorrida, enquanto os indicadores perceptivos acompanharam apenas parcialmente o processo de recuperação dos atletas. |
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| EFEITOS DE UM JOGO DE FUTSAL SOBRE A FORÇA MUSCULAR ISOMÉTRICA E A MUDANÇA DE DIREÇÃO: ANÁLISE TEMPORAL DA RECUPERAÇÃO EM ATLETAS AMADORES |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
06/05/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Karoline dos Santos Quirino
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- José Fernando Vila Nova de Moraes
- Marcelo Goncalves Duarte
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| Resumo |
Introdução: O futsal é um esporte caracterizado com altas demandas neuromusculares, devido a exigência de ações rápidas como sprints, saltos e mudanças de direção. Logo, um bom desempenho esportivo está ligado à estrutura física, força, potência e agilidade dos atletas. Ademais movimentos de aceleração e desaceleração, duração do jogo, comportamentos táticos e técnicos consomem energia com altas demandas musculares podendo induzir à fadiga. Saber quando os jogadores estão recuperados para um novo treino ou partida é de interesse de toda comissão técnica, logo, avaliar capacidade de sprints, força e potência muscular pode ser uma boa estratégia, com intenção de monitorar a fadiga e recuperação muscular. Objetivos: O objetivo primário deste estudo é analisar as forças de extensão e flexão do joelho, antes e após uma partida de futsal identificando o comportamento das forças até 3 dias após o jogo. Métodos: Trata-se de um estudo observacional transversal, onde foram convidados a participar os jogadores universitário de futsal. Para avaliar os fatores de desempenho foram utilizados os testes de força muscular de extensão e flexão do joelho com o dinamômetro isométrico; assim como o teste de mudança de direção 505 modificado. As variáveis analisadas foram avaliadas em momentos distintos, um momento pré-jogo e em três momentos pós-jogos (24h, 48h e 72h), com o objetivo de identificar qual o comportamento dos dados em diferentes momentos. Resultados e Conclusão: Os resultados indicaram que a força muscular de extensores e flexores do joelho manteve-se estável após a partida de futsal ao comparar dados pré com três dias posteriores, enquanto o desempenho na mudança de direção apresentou melhora ao longo do período de recuperação. Esses achados contribuem para a compreensão das respostas neuromusculares e auxiliam no planejamento do treinamento e da recuperação em atletas de futsal. |
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| EFEITOS ENTRE GRAMA NATURAL E ARTIFICIAL NO DESEMPENHO FÍSICO DE JOVENS JOGADORES DE FUTEBOL: UM ESTUDO EXPERIMENTAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/03/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- JOÃO PEDRO DE LIMA DOARTH
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| Banca |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- João Cláudio Braga Pereira Machado
- Rodolfo Andre Dellagrana
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O desempenho no futebol é influenciado por fatores físicos, técnicos, táticos e psicológicos, bem como por constrangimentos ambientais. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de diferentes terrenos (grama natural e artificial) nas respostas físicas de jovens jogadores de futebol. Inicialmente, 18 atletas da categoria sub-15 masculino foram submetidos à avaliação antropométrica e ao protocolo de identificação de talentos no futebol (WILSON et al., 2021), visando à distribuição equilibrada das equipes nas etapas subsequentes. 13 atletas completaram todas as fases do estudo e participaram de jogos reduzidos 6x6 (área por jogador = 102,08 m²), compostos por dois tempos de seis minutos e intervalo de 90 segundos, utilizando GPS de 10 Hz. Os dados foram apresentados por meio de estatística descritiva. A normalidade foi verificada por meio do teste de Shapiro-Wilk e as comparações através de teste t pareado e ANOVA de medidas repetidas. Os resultados demonstraram valores superiores em grama natural (NG) em comparação com a grama artificial (AT) (p < 0,05) para Distância Total Percorrida (metros; NG: 999,5±408,4; AT: 830,4±387,8), Distância Percorrida (metros por minuto; NG: 79,0±32,5; AT: 67,0±31,0), Velocidade Média (km·h⁻¹; NG: 4,9±2,0; AT: 4,2±1,9) e Sprints (>19 km·h⁻¹; NG: 4,4±3,8; AT: 2,9±3,0). Além disso, houve diferença estatística na interação entre superfície e zonas de velocidade para a distância percorrida, acelerações e uma zona de desaceleração, com resultados superiores em grama natural. Conclui-se que, na categoria sub-15, a prática do futebol em grama natural impõe maior demanda física quando comparada à grama artificial. |
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| EFEITOS DA COMBINAÇÃO DE TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE (HIIT) COM SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A REMODELAÇÃO ESTRUTURAL DE DIFERENTES OSSOS EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
04/03/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Marcio Ian De Souza Pereira
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Charles Taciro
- Letícia Alves Paiva
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
Introdução: a análise do tecido ósseo é capaz de fornecer importantes dados que embasam estudos sobre fraturas, lesões articulares e patologias. É bem fundamentado que o exercício físico impacta positivamente nesse tecido e com o crescente interesse em treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) e a suplementação com creatina é interessante avaliar o impacto dessa combinação sobre a remodelação óssea. Objetivo: Analisar os efeitos da combinação de HIIT com suplementação com creatina sobre histomorfometria e composição estrutural do espectro Raman em diferentes ossos de ratos. Métodos: Esse estudo experimental foi realizado com 20 ratos Wistar machos com 60 dias de idade que foram distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário sob creatina (CR), treinado controle (T) e treinado sob creatina (TCR). Os grupos CR e TCR receberam dieta padrão suplementada com creatina monoidratada. Enquanto T e TCR realizaram cinco sessões semanais de protocolo HIIT (corrida em esteira com 3 min 60% x 4 min 85% da VMáx). Este ciclo foi repetido por sete vezes, completando 49 minutos cada sessão. Após a eutanásia foi analisada fosfatase alcalina em laboratório e realizada coleta do fêmur e tíbia para análise de histofotometria e análise de espectroscopia Raman. Os resultados foram analisados de forma descritiva e quantitativa através de análise de variância de medidas repetidas (p < 0,05). Resultados: O protocolo HIIT melhorou o desempenho físico dos ratos e reduziu ingestão alimentar e calórica, índice de massa corporal e índice de Lee, com influência da creatina somente nos grupos treinados. Além disso, o HIIT resultou em menor fração de área trabecular e total no fêmur enquanto a combinação de HIIT com a suplementação de creatina aumentou fração de area e area total da tibia. Não houve alteração nos níveis de fosfatase alcalina ou bandas de Raman. Conclusão: o HIIT promoveu diferentes efeitos na histomorfometria óssea, com redução da fração de área trabecular e total no fêmur e aumento desses na tíbia quando associado a suplementação com creatina. |
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| EFEITOS DA DISTRAÇÃO POR USO DO CELULAR NO DESEMPENHO DE CONDUTORES: UMA ANÁLISE COMPARATIVA EM AMBIENTE SIMULADO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
26/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Gustavo Christofoletti
- Karina Ayumi Martins Utida
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
Introdução: O ato de dirigir exige alta demanda cognitiva e integração motora, processos que são severamente prejudicados por tarefas secundárias. O uso de telefones celulares ao dirigir é um dos principais fatores de risco para acidentes de trânsito globalmente, carecendo de análises experimentais imersivas sobre diferentes modalidades de distração. Objetivo: Avaliar, por meio de simulação em realidade virtual 3D, como conversas telefônicas e o envio de mensagens de texto influenciam os comportamentos de segurança e o desempenho motor ao dirigir. Métodos: Trinta e três participantes (16 do sexo masculino e 17 do sexo feminino; idade média: 28,0 ± 3,3 anos) realizaram um protocolo de direção de 9 minutos em simulador 3D. Cada participante foi submetido a três condições: (1) condução livre (sem distrações), (2) conversação ao celular e (3) digitação de mensagens. Foram analisados indicadores de direção insegura: distração do olhar, número de acidentes, invasão de faixas de pedestres, paradas ilegais, falha em sinalizar, avanço de semáforo vermelho e excesso de velocidade. Os riscos relativos foram estimados via modelos de regressão de Poisson. Resultados: Ambas as tarefas secundárias aumentaram significativamente a probabilidade de violações de trânsito. Em comparação à condução livre, conversar ao telefone elevou o risco de acidentes em 131%, de paradas ilegais em 124% e de invasão de faixas de pedestres em 84%. O envio de mensagens de texto foi ainda mais crítico, aumentando o risco de acidentes em 215%, paradas ilegais em 141% e invasão de faixas em 110%. Não foram observadas alterações significativas na velocidade média ou no avanço de semáforos. Conclusão: O uso do celular, independentemente da modalidade, prejudica substancialmente a segurança rodoviária e o desempenho do condutor. Os achados reforçam a necessidade de políticas públicas e estratégias educativas focadas na redução da condução distraída. |
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| VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE PREVISÃO DE RESPOSTA AO EXERCÍCIO FÍSICO ASSOCIADO À VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NA DPOC |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
20/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Daniel Martins Pereira
- Gisele Walter da Silva Barbosa
- Karla Luciana Magnani Seki
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
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| Resumo |
CORRÊA, L. M. Validação de um modelo de previsão de resposta ao exercício físico
associado à ventilação não invasiva na DPOC. Campo Grande – MS, 2026. [Dissertação de
Mestrado Universidade Federal de Mato Grosso do Sul].
A DPOC é uma doença caracterizada por sintomas respiratórios crônicos que impactam na
qualidade de vida. A reabilitação pulmonar é indicada para esta população, mas a limitação ao
exercício causada pelo surgimento desses sintomas é uma barreira no tratamento. A
associação da VNI ao exercício surge como uma estratégia para promover maior tolerância ao
exercício, com objetivo de suprir a demanda ventilatória do paciente. Entretanto, a indicação
é empírica e carece de parâmetros para a individualização do tratamento, visto que segundo a
literatura, apenas 50% dos pacientes respondem de forma significativa com aumento na
tolerância ao exercício. O objetivo deste estudo é validar um modelo de previsão de resposta
ao exercício físico associado à ventilação não invasiva na DPOC, previamente desenvolvido.
Participam da pesquisa treze indivíduos com DPOC classificação GOLD II, III, e IV,
otimizados para o tratamento medicamentoso e livres de exacerbações. As avaliações
consistiram de entrevista, teste de esforço cardiopulmonar em cicloergômetro, aferição da
pressão inspiratória máxima, testes de esforço com carga constante também no
cicloergômetro associadas ao uso de máscara orofacial com aplicação de VNI e terapia
SHAM. Os dados foram analisados e avaliados de acordo com o modelo pré-estabelecido
estudado para categorização em respondedor (R) ou não respondedor (NR) à associação de
VNI ao exercício. Na prática clínica, o modelo apresentou baixa acurácia (44,2%),
sensibilidade (33,3%) e especificidade (57,1%) e capacidade preditiva limitada, incorrendo
em erros de classificação como falsos positivos e negativos. Diante da falha do modelo em
identificar precisamente a resposta dos pacientes à ventilação não invasiva, a indicação do
suporte ventilatório deve seguir baseada na avaliação clínica individualizada, evidenciando a
necessidade de pesquisas futuras para o desenvolvimento de modelos mais refinados. |
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| VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE PREVISÃO DE RESPOSTA AO EXERCÍCIO FÍSICO ASSOCIADO À VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NA DPOC |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
20/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Daniel Martins Pereira
- Gisele Walter da Silva Barbosa
- Karla Luciana Magnani Seki
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
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| Resumo |
A DPOC é uma doença caracterizada por sintomas respiratórios crônicos que impactam na qualidade de vida. A reabilitação pulmonar é indicada para esta população, mas a limitação ao exercício causada pelo surgimento desses sintomas é uma barreira no tratamento. A associação da VNI ao exercício surge como uma estratégia para promover maior tolerância ao exercício, com objetivo de suprir a demanda ventilatória do paciente. Entretanto, a indicação é empírica e carece de parâmetros para a individualização do tratamento, visto que segundo a literatura, apenas 50% dos pacientes respondem de forma significativa com aumento na tolerância ao exercício. O objetivo deste estudo é validar um modelo de previsão de resposta ao exercício físico associado à ventilação não invasiva na DPOC, previamente desenvolvido. Participam da pesquisa treze indivíduos com DPOC classificação GOLD II, III, e IV, otimizados para o tratamento medicamentoso e livres de exacerbações. As avaliações consistiram de entrevista, teste de esforço cardiopulmonar em cicloergômetro, aferição da pressão inspiratória máxima, testes de esforço com carga constante também no cicloergômetro associadas ao uso de máscara orofacial com aplicação de VNI e terapia SHAM. Os dados foram analisados e avaliados de acordo com o modelo pré-estabelecido estudado para categorização em respondedor (R) ou não respondedor (NR) à associação de VNI ao exercício. Na prática clínica, o modelo apresentou baixa acurácia (44,2%), sensibilidade (33,3%) e especificidade (57,1%) e capacidade preditiva limitada, incorrendo em erros de classificação como falsos positivos e negativos. Diante da falha do modelo em identificar precisamente a resposta dos pacientes à ventilação não invasiva, a indicação do suporte ventilatório deve seguir baseada na avaliação clínica individualizada, evidenciando a necessidade de pesquisas futuras para o desenvolvimento de modelos mais refinados. |
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| ASSOCIAÇÃO ENTRE APTIDÃO FÍSICA, SINTOMAS CLÍNICOS E AUTOEFICÁCIA EM INDIVÍDUOS COM ARTRITE REUMATOIDE: UM ESTUDO TRANSVERSAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Thomas Ícaro Balta Moutinho
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| Banca |
- Juliana Hotta Ansai
- Marcelo Goncalves Duarte
- Paula Felippe Martinez
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica associada a dor, fadiga, redução da aptidão física e incapacidade funcional, com impacto significativo sobre a qualidade de vida. A autoeficácia, definida como a crença do indivíduo em sua capacidade de manejar os desafios impostos pela doença, tem emergido como um determinante psicossocial relevante nos desfechos clínicos da AR. Este estudo transversal teve como objetivo analisar a associação entre aptidão física, sintomas clínicos, nível de atividade física e autoeficácia em adultos com AR. Participaram do estudo indivíduos em acompanhamento ambulatorial, submetidos a avaliação única que incluiu a Arthritis Self-Efficacy Scale (ASES-8), escalas de dor (EVA) e fadiga (FAS), instrumentos de funcionalidade (HAQ e WHODAS 2.0), além do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). A aptidão física foi avaliada por meio da força de preensão manual, teste de sentar e levantar cinco vezes (FTSTS) e capacidade cardiorrespiratória estimada pelo Chester Step Test (VO₂máx). A atividade da doença foi avaliada pelo DAS-28. Os resultados demonstraram que maiores níveis de autoeficácia associaram-se a menor fadiga, menor incapacidade funcional e melhor desempenho cardiorrespiratório. A atividade física autorreferida apresentou associações fracas a moderadas com a autoeficácia e com desfechos clínicos, enquanto as medidas objetivas de aptidão física, especialmente o VO₂máx, mostraram associações mais consistentes com funcionalidade e limitação global. Observou-se ainda elevada prevalência de comprometimento funcional e baixa aptidão cardiorrespiratória na amostra. Em conjunto, os achados indicam que a funcionalidade na AR resulta de uma interação complexa entre fatores físicos e psicossociais, com a autoeficácia atuando como elemento central na modulação dos sintomas e do desempenho funcional. Esses resultados reforçam a importância de abordagens de reabilitação integradas, que combinem intervenções físicas e estratégias voltadas ao fortalecimento da autoeficácia. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do
tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia
cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui-se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Silvio Assis de Oliveira Junior
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marcos Ferreira Minicucci
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marcos Ferreira Minicucci
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marcos Ferreira Minicucci
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| Associações entre Fatores Maternos, Interação e Desfechos Precoces do Desenvolvimento em Lactentes Pré-Termo |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
- Roberta Lins Gonçalves
- Tathiana Ghisi de Souza
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| Resumo |
Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente são determinantes importantes dos desfechos do desenvolvimento infantil. A compreensão desses fatores amplia a visão sobre o desenvolvimento global da criança e permite identificar riscos e elementos protetores que influenciam trajetórias mais saudáveis desde os primeiros meses de vida. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos GMs, a interação mãe-lactente, o estresse percebido materno e o desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional longitudinal, recorte do projeto AMORA e aprovado pelo comitê de ética da instituição proponente (CAAE: 67923223.7.0000.0021). Os dados foram coletados entre outubro de 2025 e outubro de 2025. As ferramentas de avaliação utilizadas foram: General Movements Assesment (GMA), Escala de Estresse Percebido (PSS), Recorded Interaction Task (RIT) e Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). Resultados: 68 recém-nascidos pré-termo e suas mães foram acompanhados e avaliados durante os 4 primeiros meses de vida conforme idade corrigida. Os dados foram analisados no software SPSS, versão 23.0. Houve associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta hospitalar [χ²(2) = 9,051; p = 0,005; V = 0,616]. A qualidade da interação mãe–lactente (RIT) apresentou correlação moderada e significativa com o desempenho em linguagem, tanto considerando o escore total (ρ = 0,511; p = 0,025) quanto o engajamento do lactente isoladamente (ρ = 0,536; p = 0,018). Conclusão: Os resultados demonstram que tanto a qualidade dos GMs quanto a interação mãe–lactente constituem importantes indicadores de risco e proteção para o desenvolvimento de lactentes pré-termo, sobretudo nas habilidades de linguagem. Esses achados reforçam a relevância de avaliações sistemáticas e de estratégias de suporte parental desde o período de hospitalização. |
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| Associações entre Fatores Maternos, Interação e Desfechos Precoces do Desenvolvimento em Lactentes Pré-Termo |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
- Roberta Lins Gonçalves
- Tathiana Ghisi de Souza
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| Resumo |
Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente são determinantes importantes dos desfechos do desenvolvimento infantil. A compreensão desses fatores amplia a visão sobre o desenvolvimento global da criança e permite identificar riscos e elementos protetores que influenciam trajetórias mais saudáveis desde os primeiros meses de vida. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos GMs, a interação mãe-lactente, o estresse percebido materno e o desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional longitudinal, recorte do projeto AMORA e aprovado pelo comitê de ética da instituição proponente (CAAE: 67923223.7.0000.0021). Os dados foram coletados entre outubro de 2025 e outubro de 2025. As ferramentas de avaliação utilizadas foram: General Movements Assesment (GMA), Escala de Estresse Percebido (PSS), Recorded Interaction Task (RIT) e Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). Resultados: 68 recém-nascidos pré-termo e suas mães foram acompanhados e avaliados durante os 4 primeiros meses de vida conforme idade corrigida. Os dados foram analisados no software SPSS, versão 23.0. Houve associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta hospitalar [χ²(2) = 9,051; p = 0,005; V = 0,616]. A qualidade da interação mãe–lactente (RIT) apresentou correlação moderada e significativa com o desempenho em linguagem, tanto considerando o escore total (ρ = 0,511; p = 0,025) quanto o engajamento do lactente isoladamente (ρ = 0,536; p = 0,018). Conclusão: Os resultados demonstram que tanto a qualidade dos GMs quanto a interação mãe–lactente constituem importantes indicadores de risco e proteção para o desenvolvimento de lactentes pré-termo, sobretudo nas habilidades de linguagem. Esses achados reforçam a relevância de avaliações sistemáticas e de estratégias de suporte parental desde o período de hospitalização. |
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