| EFEITOS DE UM JOGO DE FUTSAL SOBRE A FORÇA MUSCULAR ISOMÉTRICA E A MUDANÇA DE DIREÇÃO: ANÁLISE TEMPORAL DA RECUPERAÇÃO EM ATLETAS AMADORES |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
06/05/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Karoline dos Santos Quirino
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- José Fernando Vila Nova de Moraes
- Marcelo Goncalves Duarte
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| Resumo |
Introdução: O futsal é um esporte caracterizado com altas demandas neuromusculares, devido a exigência de ações rápidas como sprints, saltos e mudanças de direção. Logo, um bom desempenho esportivo está ligado à estrutura física, força, potência e agilidade dos atletas. Ademais movimentos de aceleração e desaceleração, duração do jogo, comportamentos táticos e técnicos consomem energia com altas demandas musculares podendo induzir à fadiga. Saber quando os jogadores estão recuperados para um novo treino ou partida é de interesse de toda comissão técnica, logo, avaliar capacidade de sprints, força e potência muscular pode ser uma boa estratégia, com intenção de monitorar a fadiga e recuperação muscular. Objetivos: O objetivo primário deste estudo é analisar as forças de extensão e flexão do joelho, antes e após uma partida de futsal identificando o comportamento das forças até 3 dias após o jogo. Métodos: Trata-se de um estudo observacional transversal, onde foram convidados a participar os jogadores universitário de futsal. Para avaliar os fatores de desempenho foram utilizados os testes de força muscular de extensão e flexão do joelho com o dinamômetro isométrico; assim como o teste de mudança de direção 505 modificado. As variáveis analisadas foram avaliadas em momentos distintos, um momento pré-jogo e em três momentos pós-jogos (24h, 48h e 72h), com o objetivo de identificar qual o comportamento dos dados em diferentes momentos. Resultados e Conclusão: Os resultados indicaram que a força muscular de extensores e flexores do joelho manteve-se estável após a partida de futsal ao comparar dados pré com três dias posteriores, enquanto o desempenho na mudança de direção apresentou melhora ao longo do período de recuperação. Esses achados contribuem para a compreensão das respostas neuromusculares e auxiliam no planejamento do treinamento e da recuperação em atletas de futsal. |
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| EFEITOS ENTRE GRAMA NATURAL E ARTIFICIAL NO DESEMPENHO FÍSICO DE JOVENS JOGADORES DE FUTEBOL: UM ESTUDO EXPERIMENTAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/03/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- JOÃO PEDRO DE LIMA DOARTH
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| Banca |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- João Cláudio Braga Pereira Machado
- Rodolfo Andre Dellagrana
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O desempenho no futebol é influenciado por fatores físicos, técnicos, táticos e psicológicos, bem como por constrangimentos ambientais. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de diferentes terrenos (grama natural e artificial) nas respostas físicas de jovens jogadores de futebol. Inicialmente, 18 atletas da categoria sub-15 masculino foram submetidos à avaliação antropométrica e ao protocolo de identificação de talentos no futebol (WILSON et al., 2021), visando à distribuição equilibrada das equipes nas etapas subsequentes. 13 atletas completaram todas as fases do estudo e participaram de jogos reduzidos 6x6 (área por jogador = 102,08 m²), compostos por dois tempos de seis minutos e intervalo de 90 segundos, utilizando GPS de 10 Hz. Os dados foram apresentados por meio de estatística descritiva. A normalidade foi verificada por meio do teste de Shapiro-Wilk e as comparações através de teste t pareado e ANOVA de medidas repetidas. Os resultados demonstraram valores superiores em grama natural (NG) em comparação com a grama artificial (AT) (p < 0,05) para Distância Total Percorrida (metros; NG: 999,5±408,4; AT: 830,4±387,8), Distância Percorrida (metros por minuto; NG: 79,0±32,5; AT: 67,0±31,0), Velocidade Média (km·h⁻¹; NG: 4,9±2,0; AT: 4,2±1,9) e Sprints (>19 km·h⁻¹; NG: 4,4±3,8; AT: 2,9±3,0). Além disso, houve diferença estatística na interação entre superfície e zonas de velocidade para a distância percorrida, acelerações e uma zona de desaceleração, com resultados superiores em grama natural. Conclui-se que, na categoria sub-15, a prática do futebol em grama natural impõe maior demanda física quando comparada à grama artificial. |
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| EFEITOS DA COMBINAÇÃO DE TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE (HIIT) COM SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A REMODELAÇÃO ESTRUTURAL DE DIFERENTES OSSOS EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
04/03/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Marcio Ian De Souza Pereira
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Charles Taciro
- Letícia Alves Paiva
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
Introdução: a análise do tecido ósseo é capaz de fornecer importantes dados que embasam estudos sobre fraturas, lesões articulares e patologias. É bem fundamentado que o exercício físico impacta positivamente nesse tecido e com o crescente interesse em treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) e a suplementação com creatina é interessante avaliar o impacto dessa combinação sobre a remodelação óssea. Objetivo: Analisar os efeitos da combinação de HIIT com suplementação com creatina sobre histomorfometria e composição estrutural do espectro Raman em diferentes ossos de ratos. Métodos: Esse estudo experimental foi realizado com 20 ratos Wistar machos com 60 dias de idade que foram distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário sob creatina (CR), treinado controle (T) e treinado sob creatina (TCR). Os grupos CR e TCR receberam dieta padrão suplementada com creatina monoidratada. Enquanto T e TCR realizaram cinco sessões semanais de protocolo HIIT (corrida em esteira com 3 min 60% x 4 min 85% da VMáx). Este ciclo foi repetido por sete vezes, completando 49 minutos cada sessão. Após a eutanásia foi analisada fosfatase alcalina em laboratório e realizada coleta do fêmur e tíbia para análise de histofotometria e análise de espectroscopia Raman. Os resultados foram analisados de forma descritiva e quantitativa através de análise de variância de medidas repetidas (p < 0,05). Resultados: O protocolo HIIT melhorou o desempenho físico dos ratos e reduziu ingestão alimentar e calórica, índice de massa corporal e índice de Lee, com influência da creatina somente nos grupos treinados. Além disso, o HIIT resultou em menor fração de área trabecular e total no fêmur enquanto a combinação de HIIT com a suplementação de creatina aumentou fração de area e area total da tibia. Não houve alteração nos níveis de fosfatase alcalina ou bandas de Raman. Conclusão: o HIIT promoveu diferentes efeitos na histomorfometria óssea, com redução da fração de área trabecular e total no fêmur e aumento desses na tíbia quando associado a suplementação com creatina. |
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| EFEITOS DA DISTRAÇÃO POR USO DO CELULAR NO DESEMPENHO DE CONDUTORES: UMA ANÁLISE COMPARATIVA EM AMBIENTE SIMULADO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
26/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Gustavo Christofoletti
- Karina Ayumi Martins Utida
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
Introdução: O ato de dirigir exige alta demanda cognitiva e integração motora, processos que são severamente prejudicados por tarefas secundárias. O uso de telefones celulares ao dirigir é um dos principais fatores de risco para acidentes de trânsito globalmente, carecendo de análises experimentais imersivas sobre diferentes modalidades de distração. Objetivo: Avaliar, por meio de simulação em realidade virtual 3D, como conversas telefônicas e o envio de mensagens de texto influenciam os comportamentos de segurança e o desempenho motor ao dirigir. Métodos: Trinta e três participantes (16 do sexo masculino e 17 do sexo feminino; idade média: 28,0 ± 3,3 anos) realizaram um protocolo de direção de 9 minutos em simulador 3D. Cada participante foi submetido a três condições: (1) condução livre (sem distrações), (2) conversação ao celular e (3) digitação de mensagens. Foram analisados indicadores de direção insegura: distração do olhar, número de acidentes, invasão de faixas de pedestres, paradas ilegais, falha em sinalizar, avanço de semáforo vermelho e excesso de velocidade. Os riscos relativos foram estimados via modelos de regressão de Poisson. Resultados: Ambas as tarefas secundárias aumentaram significativamente a probabilidade de violações de trânsito. Em comparação à condução livre, conversar ao telefone elevou o risco de acidentes em 131%, de paradas ilegais em 124% e de invasão de faixas de pedestres em 84%. O envio de mensagens de texto foi ainda mais crítico, aumentando o risco de acidentes em 215%, paradas ilegais em 141% e invasão de faixas em 110%. Não foram observadas alterações significativas na velocidade média ou no avanço de semáforos. Conclusão: O uso do celular, independentemente da modalidade, prejudica substancialmente a segurança rodoviária e o desempenho do condutor. Os achados reforçam a necessidade de políticas públicas e estratégias educativas focadas na redução da condução distraída. |
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| VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE PREVISÃO DE RESPOSTA AO EXERCÍCIO FÍSICO ASSOCIADO À VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NA DPOC |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
20/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Daniel Martins Pereira
- Gisele Walter da Silva Barbosa
- Karla Luciana Magnani Seki
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
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| Resumo |
CORRÊA, L. M. Validação de um modelo de previsão de resposta ao exercício físico
associado à ventilação não invasiva na DPOC. Campo Grande – MS, 2026. [Dissertação de
Mestrado Universidade Federal de Mato Grosso do Sul].
A DPOC é uma doença caracterizada por sintomas respiratórios crônicos que impactam na
qualidade de vida. A reabilitação pulmonar é indicada para esta população, mas a limitação ao
exercício causada pelo surgimento desses sintomas é uma barreira no tratamento. A
associação da VNI ao exercício surge como uma estratégia para promover maior tolerância ao
exercício, com objetivo de suprir a demanda ventilatória do paciente. Entretanto, a indicação
é empírica e carece de parâmetros para a individualização do tratamento, visto que segundo a
literatura, apenas 50% dos pacientes respondem de forma significativa com aumento na
tolerância ao exercício. O objetivo deste estudo é validar um modelo de previsão de resposta
ao exercício físico associado à ventilação não invasiva na DPOC, previamente desenvolvido.
Participam da pesquisa treze indivíduos com DPOC classificação GOLD II, III, e IV,
otimizados para o tratamento medicamentoso e livres de exacerbações. As avaliações
consistiram de entrevista, teste de esforço cardiopulmonar em cicloergômetro, aferição da
pressão inspiratória máxima, testes de esforço com carga constante também no
cicloergômetro associadas ao uso de máscara orofacial com aplicação de VNI e terapia
SHAM. Os dados foram analisados e avaliados de acordo com o modelo pré-estabelecido
estudado para categorização em respondedor (R) ou não respondedor (NR) à associação de
VNI ao exercício. Na prática clínica, o modelo apresentou baixa acurácia (44,2%),
sensibilidade (33,3%) e especificidade (57,1%) e capacidade preditiva limitada, incorrendo
em erros de classificação como falsos positivos e negativos. Diante da falha do modelo em
identificar precisamente a resposta dos pacientes à ventilação não invasiva, a indicação do
suporte ventilatório deve seguir baseada na avaliação clínica individualizada, evidenciando a
necessidade de pesquisas futuras para o desenvolvimento de modelos mais refinados. |
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| VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE PREVISÃO DE RESPOSTA AO EXERCÍCIO FÍSICO ASSOCIADO À VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NA DPOC |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
20/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Daniel Martins Pereira
- Gisele Walter da Silva Barbosa
- Karla Luciana Magnani Seki
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
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| Resumo |
A DPOC é uma doença caracterizada por sintomas respiratórios crônicos que impactam na qualidade de vida. A reabilitação pulmonar é indicada para esta população, mas a limitação ao exercício causada pelo surgimento desses sintomas é uma barreira no tratamento. A associação da VNI ao exercício surge como uma estratégia para promover maior tolerância ao exercício, com objetivo de suprir a demanda ventilatória do paciente. Entretanto, a indicação é empírica e carece de parâmetros para a individualização do tratamento, visto que segundo a literatura, apenas 50% dos pacientes respondem de forma significativa com aumento na tolerância ao exercício. O objetivo deste estudo é validar um modelo de previsão de resposta ao exercício físico associado à ventilação não invasiva na DPOC, previamente desenvolvido. Participam da pesquisa treze indivíduos com DPOC classificação GOLD II, III, e IV, otimizados para o tratamento medicamentoso e livres de exacerbações. As avaliações consistiram de entrevista, teste de esforço cardiopulmonar em cicloergômetro, aferição da pressão inspiratória máxima, testes de esforço com carga constante também no cicloergômetro associadas ao uso de máscara orofacial com aplicação de VNI e terapia SHAM. Os dados foram analisados e avaliados de acordo com o modelo pré-estabelecido estudado para categorização em respondedor (R) ou não respondedor (NR) à associação de VNI ao exercício. Na prática clínica, o modelo apresentou baixa acurácia (44,2%), sensibilidade (33,3%) e especificidade (57,1%) e capacidade preditiva limitada, incorrendo em erros de classificação como falsos positivos e negativos. Diante da falha do modelo em identificar precisamente a resposta dos pacientes à ventilação não invasiva, a indicação do suporte ventilatório deve seguir baseada na avaliação clínica individualizada, evidenciando a necessidade de pesquisas futuras para o desenvolvimento de modelos mais refinados. |
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| ASSOCIAÇÃO ENTRE APTIDÃO FÍSICA, SINTOMAS CLÍNICOS E AUTOEFICÁCIA EM INDIVÍDUOS COM ARTRITE REUMATOIDE: UM ESTUDO TRANSVERSAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Thomas Ícaro Balta Moutinho
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| Banca |
- Juliana Hotta Ansai
- Marcelo Goncalves Duarte
- Paula Felippe Martinez
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica associada a dor, fadiga, redução da aptidão física e incapacidade funcional, com impacto significativo sobre a qualidade de vida. A autoeficácia, definida como a crença do indivíduo em sua capacidade de manejar os desafios impostos pela doença, tem emergido como um determinante psicossocial relevante nos desfechos clínicos da AR. Este estudo transversal teve como objetivo analisar a associação entre aptidão física, sintomas clínicos, nível de atividade física e autoeficácia em adultos com AR. Participaram do estudo indivíduos em acompanhamento ambulatorial, submetidos a avaliação única que incluiu a Arthritis Self-Efficacy Scale (ASES-8), escalas de dor (EVA) e fadiga (FAS), instrumentos de funcionalidade (HAQ e WHODAS 2.0), além do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). A aptidão física foi avaliada por meio da força de preensão manual, teste de sentar e levantar cinco vezes (FTSTS) e capacidade cardiorrespiratória estimada pelo Chester Step Test (VO₂máx). A atividade da doença foi avaliada pelo DAS-28. Os resultados demonstraram que maiores níveis de autoeficácia associaram-se a menor fadiga, menor incapacidade funcional e melhor desempenho cardiorrespiratório. A atividade física autorreferida apresentou associações fracas a moderadas com a autoeficácia e com desfechos clínicos, enquanto as medidas objetivas de aptidão física, especialmente o VO₂máx, mostraram associações mais consistentes com funcionalidade e limitação global. Observou-se ainda elevada prevalência de comprometimento funcional e baixa aptidão cardiorrespiratória na amostra. Em conjunto, os achados indicam que a funcionalidade na AR resulta de uma interação complexa entre fatores físicos e psicossociais, com a autoeficácia atuando como elemento central na modulação dos sintomas e do desempenho funcional. Esses resultados reforçam a importância de abordagens de reabilitação integradas, que combinem intervenções físicas e estratégias voltadas ao fortalecimento da autoeficácia. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do
tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia
cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui-se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marcos Ferreira Minicucci
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marcos Ferreira Minicucci
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marcos Ferreira Minicucci
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| Associações entre Fatores Maternos, Interação e Desfechos Precoces do Desenvolvimento em Lactentes Pré-Termo |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
- Roberta Lins Gonçalves
- Tathiana Ghisi de Souza
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| Resumo |
Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente são determinantes importantes dos desfechos do desenvolvimento infantil. A compreensão desses fatores amplia a visão sobre o desenvolvimento global da criança e permite identificar riscos e elementos protetores que influenciam trajetórias mais saudáveis desde os primeiros meses de vida. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos GMs, a interação mãe-lactente, o estresse percebido materno e o desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional longitudinal, recorte do projeto AMORA e aprovado pelo comitê de ética da instituição proponente (CAAE: 67923223.7.0000.0021). Os dados foram coletados entre outubro de 2025 e outubro de 2025. As ferramentas de avaliação utilizadas foram: General Movements Assesment (GMA), Escala de Estresse Percebido (PSS), Recorded Interaction Task (RIT) e Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). Resultados: 68 recém-nascidos pré-termo e suas mães foram acompanhados e avaliados durante os 4 primeiros meses de vida conforme idade corrigida. Os dados foram analisados no software SPSS, versão 23.0. Houve associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta hospitalar [χ²(2) = 9,051; p = 0,005; V = 0,616]. A qualidade da interação mãe–lactente (RIT) apresentou correlação moderada e significativa com o desempenho em linguagem, tanto considerando o escore total (ρ = 0,511; p = 0,025) quanto o engajamento do lactente isoladamente (ρ = 0,536; p = 0,018). Conclusão: Os resultados demonstram que tanto a qualidade dos GMs quanto a interação mãe–lactente constituem importantes indicadores de risco e proteção para o desenvolvimento de lactentes pré-termo, sobretudo nas habilidades de linguagem. Esses achados reforçam a relevância de avaliações sistemáticas e de estratégias de suporte parental desde o período de hospitalização. |
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| Associações entre Fatores Maternos, Interação e Desfechos Precoces do Desenvolvimento em Lactentes Pré-Termo |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
- Roberta Lins Gonçalves
- Tathiana Ghisi de Souza
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| Resumo |
Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente são determinantes importantes dos desfechos do desenvolvimento infantil. A compreensão desses fatores amplia a visão sobre o desenvolvimento global da criança e permite identificar riscos e elementos protetores que influenciam trajetórias mais saudáveis desde os primeiros meses de vida. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos GMs, a interação mãe-lactente, o estresse percebido materno e o desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional longitudinal, recorte do projeto AMORA e aprovado pelo comitê de ética da instituição proponente (CAAE: 67923223.7.0000.0021). Os dados foram coletados entre outubro de 2025 e outubro de 2025. As ferramentas de avaliação utilizadas foram: General Movements Assesment (GMA), Escala de Estresse Percebido (PSS), Recorded Interaction Task (RIT) e Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). Resultados: 68 recém-nascidos pré-termo e suas mães foram acompanhados e avaliados durante os 4 primeiros meses de vida conforme idade corrigida. Os dados foram analisados no software SPSS, versão 23.0. Houve associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta hospitalar [χ²(2) = 9,051; p = 0,005; V = 0,616]. A qualidade da interação mãe–lactente (RIT) apresentou correlação moderada e significativa com o desempenho em linguagem, tanto considerando o escore total (ρ = 0,511; p = 0,025) quanto o engajamento do lactente isoladamente (ρ = 0,536; p = 0,018). Conclusão: Os resultados demonstram que tanto a qualidade dos GMs quanto a interação mãe–lactente constituem importantes indicadores de risco e proteção para o desenvolvimento de lactentes pré-termo, sobretudo nas habilidades de linguagem. Esses achados reforçam a relevância de avaliações sistemáticas e de estratégias de suporte parental desde o período de hospitalização. |
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| ASSOCIAÇÕES ENTRE FATORES MATERNOS, INTERAÇÃO E DESFECHOS PRECOCES DO DESENVOLVIMENTO EM LACTENTES PRÉ-TERMO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
10/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Ana Carolina Aguirres Braga
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| Banca |
- Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
- Roberta Lins Gonçalves
- Tathiana Ghisi de Souza
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| Resumo |
Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente exercem influência significativa sobre o desenvolvimento infantil. Entretanto, ainda são escassos os estudos que acompanham lactentes pré-termo desde o período de hospitalização até os primeiros meses após a alta, combinando avaliações neuromotoras precoces, medidas padronizadas de desempenho neuropsicomotor e indicadores da dinâmica mãe-lactente. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos general movements (GMs), interação mãe-lactente, estresse percebido materno e desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Estudo observacional analítico longitudinal conduzido entre outubro de 2024 e outubro de 2025. Os lactentes foram avaliados na admissão do estudo, na alta hospitalar e aos 3 meses de idade corrigida para a prematuridade, por meio da General Movements Assessment (GMA) e, aos 4 meses, pela Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). O estresse materno foi mensurado pela Escala de Estresse Percebido (PSS-14) quando o lactente atingia 40 semanas, e a interação mãe-lactente foi avaliada aos 3 meses pela Recorded Interaction Task (RIT). As categorias da GMA foram comparadas pelo teste exato de Fisher, com magnitude expressa pelo V de Cramer. As relações entre interação mãe-lactente, estresse materno e desempenho na BSDI-III foram analisadas por correlação de Spearman, sendo as variáveis significativas incluídas em modelos de regressão linear. Resultados: Participaram 57 díades mãe-lactente; destas, 23 díades realizaram o seguimento completo. Observou-se associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta (p = 0,003; V = 0,690). Não houve associação entre os GMs na alta e aos 3 meses de idade (p = 1,000). A qualidade da interação mãe-lactente correlacionou-se de forma moderada e significativa com a linguagem (ρ = 0,588; p = 0,013). Considerando-se isoladamente o engajamento do lactente, essa associação foi forte e significativa (ρ = 0,653; p = 0,005). Em contrapartida, a interação materna isolada não se associou de forma significativa à linguagem do lactente (ρ = 0,434; p = 0,082). No que se refere ao domínio cognitivo, a qualidade da interação mãe-lactente demonstrou uma correlação moderada e significativa, tanto pelo escore total (ρ = 0,520; p = 0,033) quanto pelo engajamento do lactente, analisado isoladamente (ρ = 0,496; p = 0,043). A interação materna, por sua vez, não mostrou correlação estatisticamente significativa com o desempenho do lactente (ρ = 0,333; p = 0,192). Não houve correlação entre as pontuações no RIT e o domínio motor (ρ’s < 0,357; p’s > 0,159) da BSDI-III. O estresse materno percebido correlacionou-se de forma negativa e moderada com o domínio de linguagem (ρ = –0,416; p = 0,048), indicando que quanto maior a percepção materna de estresse, pior o desempenho linguístico do lactente. Não foram encontradas correlações significativas entre estresse materno e os domínios cognitivo (ρ = -0,155; p = 0,480) e motor (ρ = –0,013; p = 0,951) da BSDI-III. Na regressão linear múltipla, o modelo para o desempenho linguístico mostrou-se significativo [Fp = 0,030], indicando que o estresse materno exerceu efeito sobre esse domínio. Níveis mais elevados de estresse associaram-se a pior desempenho linguístico do lactente, explicando 32% da variância do escore de linguagem. O modelo para cognição não foi estatisticamente significativo [p = 0,314]. Conclusão: A trajetória favorável dos modelos maternos reforça a capacidade de organização neurológica precoce, apesar da vulnerabilidade clínica na ausência de lesão cerebral. A interação entre mãe e bebê foi um preditor do desenvolvimento precoce da linguagem e da cognição infantil, e o estresse materno foi um preditor do desenvolvimento precoce da linguagem infantil. Esses achados são consistentes com um modelo diádico do desenvolvimento inicial, no qual o risco biológico, o estado emocional materno e o envolvimento diádico estão inter-relacionados e associados conjuntamente às trajetórias de desenvolvimento. |
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| CORRELAÇÃO DA AVALIAÇÃO ELETROMIOGRÁFICA DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO E AVALIAÇÃO URODINÂMICA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
01/12/2025 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
- Carla Adelino Suaid
- Gustavo Christofoletti
- Marco Antonio Goncalves
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| Resumo |
A incontinência urinária é uma disfunção recorrente e de alto impacto na
vida das mulheres, a avaliação realizada com a Eletromiografia de Superfície (EMG) é
altamente recomendada e permite caracterizar as fibras musculares dessas pessoas
com essa condição. Objetivo: Comparar o perfil eletromiográfico do assoalho pélvico
em participantes com IUE, IUU, IUM e sem IU. Metodologia: Trata-se de pesquisa de
caráter transversal, prospectivo, observacional, a amostra será por conveniência, é
esperada a participação de 136 participantes de acordo com o cálculo amostral, serão
coletadas respostas de questionários, e todos os participantes serão avaliados com uso
da Eletromiografia (EMG) que tem caráter objetivo e analisa de forma detalhada a
função muscular. Os participantes com incontinência urinária serão divididas em quatro
grupos: G1 com IUE, G2 com IUU, G3 IUM e G4 Sem IU, de acordo com o resultado do
exame urodinâmico, as consultas ocorrerão em momento único através dos respectivos
instrumentos: Avaliação da bexiga hiperativa OAB - V8 (1); Qualidade de Vida - ICIQ –
SF (2); Questionário para Diagnóstico da incontinência urinária: Questionário para
Diagnoóstico da Incontinência (QUID-br); e por último Three Incontinence Questionnaire
– 3IQ-Br (3) para diferenciar o tipo de incontinência; A função da musculatura do
assoalho pélvico será avaliada de acordo com o esquema PERFECT e através da EMG,
a avaliação eletromiográfica registrará objetivamente dados específicos como a
contração muscular e suas medidas de amplitude em microvolts; o tônus basal com
valores em segurança, fibras fásicas (força/velocidade), fibras lentas (resistência
muscular), predominância de fibras (tipo I e/ou II) demonstradas através da frequência
de sinal e monitoramento da presença ou não de sinergismo abdominopélvico.
Resultados Esperados: Caracterização da função muscular do assoalho pélvico,
hiperatividade da bexiga, qualidade de vida e tipo de incontinência urinária. Serão
consideradas relevantes as análises que apresentam p valor |
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| CORRELAÇÃO DA AVALIAÇÃO ELETROMIOGRÁFICA DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO E AVALIAÇÃO URODINÂMICA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
01/12/2025 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
- Carla Adelino Suaid
- Gustavo Christofoletti
- Marco Antonio Goncalves
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| Resumo |
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| EFEITOS AGUDOS DA TERAPIA FOTOBIOMODULADORA CONTROLADA POR DOSE-DEPENDÊNCIA NO DESEMPENHO E FADIGA MUSCULAR DURANTE A CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA DE EXTENSÃO DO JOELHO EM PESSOAS IDOSAS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
05/09/2025 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- Marcelo Augusto Assunção Sanches
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
COSTA, Marcos Sampaio. EFEITOS AGUDOS DA TERAPIA FOTOBIOMODULADORA CONTROLADA POR DOSE-DEPENDÊNCIA NO DESEMPENHO E FADIGA MUSCULAR DURANTE A CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA DE EXTENSÃO DO JOELHO EM PESSOAS IDOSAS. 2025. f. Dissertação (Mestre em Ciência do Movimento) – Programa de Pós-Graduação em Ciência do Movimento, Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, Campo Grande, MS, Brasil.
A prática do exercício físico é importante para a qualidade de vida no envelhecimento, entretanto cerca de 55% das pessoas idosas desistem de realiza-lo devido à fadiga muscular. A Terapia de fotobiomodulação (TFBM) é utilizada para estimular o rendimento físico em atletas e indivíduos saudáveis. Este estudo teve como objetivo analisar a aplicação prévia da TFBM ao Teste de Resistência Isométrica (TRI) no músculo quadríceps femoral (QF) de idosas na promoção do desempenho físico. As participantes (28 mulheres, 71,22±5,83 anos) do estudo duplo-cego foram divididas aleatoriamente nos grupos tratado com TFBM Ativa e TFBM Placebo, sendo o estudo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMS, com parecer número 6.529.039. A TFBM foi realizada com a Matriz de Lasers (830 nm) e LEDs (850 nm) em uma aplicação prévia ao TRI na área do QF. As participantes desenvolveram o TRI (60% da contração isométrica voluntária máxima - CIVM), até o limite de tolerância (20% da CIVM), com registro eletromiográfico (Frequência Mediana–Fmed), do tempo de resistência e da força muscular. Após 48 horas realizaram aplicação ativa ou placebo da TFBM antes do TRI (registro da Fmed e tempo de resistência). Os tempos de resistência foram normalizados em Percentual da Variação do Tempo (∆t (%)). A TFBM Ativa demonstrou maior ∆t (%) (194,21%), com diferença significante em relação a TFBM Placebo (70,16%) (p |
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| EFEITOS TERAPÊUTICOS NA ESTABILOMETRIA, CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA COM A ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR ASSOCIADA SIMULTANEAMENTE À FOTOBIOMODULAÇÃO NOS MÚSCULOS QUADRÍCEPS FEMORAIS E GASTROCNÊMIOS DE IDOSAS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
05/09/2025 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Mireuza da Silva de Oliveira
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Marcelo Augusto Assunção Sanches
- Silvio Assis de Oliveira Junior
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
Introdução: O envelhecimento predispõe a redução da força muscular, promovendo instabilidade na locomoção e no equilíbrio corpóreo. Nesse sentido, torna-se importante analisar as respostas de estabilidade corpórea, capacidade funcional e a qualidade de vida na aplicação simultânea da Eletroestimulação Neuromuscular (EENM) e Terapia de Fotobiomodulação (TFBM), em ambos os músculos quadríceps femorais (QF) e gastrocnêmicos (Gt) de idosas. Objetivos: analisar se a TFBM potencializa e suplementa as respostas terapêuticas da Estimulação Elétrica Neuromuscular (EENM) na estabilidade corpórea, capacidade funcional e qualidade de vida de idosas submetidas a um programa de quatro semanas de intervenção aplicada nos músculos quadríceps femorais e gastrocnêmios bilateralmente. Metodologia: As participantes (28 mulheres, 71,22±5,83 anos) do estudo duplo-cego foram divididas aleatoriamente nos grupos tratados com EENM associada à TFBM ativa (n=14) e EENM associada à TFBM placebo (n=14), sendo realizado três vezes semanais (intervalos de 48 horas) durante quatro semanas (12 sessões). As participantes foram submetidas a EENM (50 Hz, com 20 minutos a sessão) aplicada bilateralmente nos músculos do QF e Gt, com evolução semanal no tempo de contração-repouso. A energia da TFBM foi aplicada no QF (125,1 J) e no Gt (41,7 J) com Matrizes de Lasers (830 nm) e LEDs (850 nm). As análises das respostas terapêuticas foram por meio da estabilometria, testes para capacidade funcional de velocidade da marcha e Time Up and Go (TUG), e o questionário SF-36 para Qualidade de Vida. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMS, com parecer número 6.529.039 e inscrito no Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (ReBEC): U1111-1311-0859. Os resultados foram analisados estatisticamente, com comparações entre os grupos e em momentos pré e pós-tratamento, utilizando testes apropriados para dados paramétricos e não paramétricos, com significância de p |
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| EFEITO DO CONSUMO AGUDO DO TERERÉ (Ilex paraguariensis) NO DESEMPENHO ANAERÓBIO DE ATLETAS COM DEFICIÊNCIA MOTORA: UM ESTUDO CLÍNICO RANDOMIZADO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
05/09/2025 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Christianne de Faria Coelho Ravagnani
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Christianne de Faria Coelho Ravagnani
- Giovanna Carla Interdonato
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
Introdução: A evolução do esporte paralímpico aumentou o nível de competitividade nas provas, levando atletas, treinadores e pesquisadores a buscar alternativas para uma vantagem competitiva sobre os adversários. Atletas com deficiências possuem desafios extras, em função da menor massa e potência muscular e em alguns casos o comprometimento da postura, equilíbrio e certas capacidades físicas. O Tereré, bebida típica do Mato Grosso do Sul e Paraguai, possui a erva mate como principal ingrediente, apresentando potencial ergogênico, por conta da quantidade considerável de cafeína em sua composição. Entretanto seus efeitos nunca foram testados entre atletas com deficiência. Objetivo: Avaliar os efeitos agudos da ingestão do Tereré (erva-mate) sobre o desempenho anaeróbio de atletas com deficiência motora. Metodologia: Trata-se de um estudo randomizado, duplo-cego, cruzado (com wash-out de 7 a 14 dias) e controlado por placebo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa envolvendo Seres Humanos. Foram selecionados cinco atletas do sexo masculino, lesão medular T11-T12 (1), T3-T6(1), amputado de MMII (1), mielomeningocele(1) e encefalopatia crônica não evolutiva (ECNE) (1) nas modalidades natação, basquete em cadeira de rodas, canoagem e futebol de amputados, faixa etária ≥ 16 anos, com participação ativa em competições (regional e nacional) por pelo menos um ano e com uma frequência mínima de três sessões de treino por semana. As coletas ocorreram no mesmo dia da semana e horário. No primeiro encontro (E1), no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, foram coletados peso e estatura, anamnese, feita a familiarização com o teste, orientações sobre a participação na pesquisa e entrega do kit alimentar padronizado. No segundo e terceiro encontros, realizados na academia escola, os participantes foram randomicamente alocados para ingerirem Tereré TrrEX ou placebo TrrPL. Dados sobre o consumo alimentar e ingestão de cafeína foram coletados por meio de um recordatório de 24 horas e questionário, respectivamente. Após duas horas de jejum (de água e comida), os atletas foram submetidos a parâmetros clínicos (pressão arterial e frequência cardíaca) seguidos da administração das bebidas (TrrEX ou TrrPL). Após 60 minutos da ingestão da bebida, os participantes realizaram o teste de medicine ball em três tentativas. Em seguida, realizaram o teste de esforço de Wingate de 30 segundos adaptado no cicloergômetro de braço. Cinco minutos após o teste, os atletas responderam questionário de humor e deram sua opinião sobre a condição consumida. Resultados: A ingestão do TrrEX não promoveu alteração estatisticamente significante nas variáveis potência máxima (p= 0,96), potência média (p= 0,97), potência mínima (p= 0,78), índice de fadiga (p= 0,27) e na distância arremessada pelos membros superiores no teste de medicine ball (p= 0,98) em comparação com o TrrPL. Conclusão: Os resultados deste estudo permitem concluir que a ingestão aguda de tereré não apresentou efeitos ergogênicos sobre o desempenho anaeróbio de atletas com deficiência motora. |
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| EFEITOS AGUDOS DO TREINAMENTO DE SPRINTS SUPERCURTOS EM PACIENTES COM HIPERTENSÃO ARTERIAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
03/09/2025 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O exercício físico tem sido amplamente reconhecido pela sua eficácia em melhorar a saúde e promover a qualidade de vida de seus praticantes, o que o torna uma opção de tratamento não medicamentoso de baixo custo e com impacto em diversos aspectos da vida do indivíduo. A literatura vem estudando, de forma mais recente, os efeitos do Sprint Intervalado de Alta Intensidade (SIT), variante do Treinamento Intervalados de Alta Intensidade (HIIT) no tratamento de diversas doenças. Há evidências de adaptações fisiológicas positivas em menor tempo, mas até o momento pouco se sabe sobre a segurança deste protocolo no sistema cardiovascular de pessoas com diagnóstico de hipertensão e pré-hipertensão. Objetivo: A pesquisa consiste em averiguar os efeitos do treino de sprints curtos de alta intensidade (short Sprint Interval Training, sSIT) em pessoas hipertensas e pré-hipertensas, buscando marcadores fisiológicos que direcionem uma nova metodologia para o tratamento e ou controle não medicamentoso em indivíduos com hipertensão. Método: A amostra foi composta por 10 homens entre 20-65 anos com diagnóstico clínico de hipertensão em grau I ou pré-hipertensos. Os voluntários foram submetidos a exames laboratoriais e clínicos (exame de sangue, ECG em repouso e teste de esforço em ciclo ergômetro). Executaram 2 seções de sSIT, sendo 2 minutos de aquecimento a 25 W, 10 sprints de 5 s com 80% da intensidade máxima obtida no teste de esforço, com intervalos ativos de recuperação de 55 s a 25 W, seguido de 2 minutos de recuperação ativa a 25 W. Foram coletados durante e após cada sprint: frequência cardíaca, pressão arterial, percepção subjetiva do esforço e valência afetiva, além do lactato antes e ao final do protocolo. Resultados: Indicam aumentos significativos nas variáveis FC, PAS, PAD e DP durante a aplicação de um protocolo sSIT, com respostas mais pronunciadas em hipertensos, sugerindo maior estresse cardiovascular, mas dentro de limites seguros. Sugerem boa adaptação dos hipertensos ao exercício de alta intensidade, o que significa que o sSIT pode ser usado por hipertensos grau I, sob supervisão. Os achados demonstram que o protocolo de exercício elevou os níveis de lactato no pós-exercícios, com respostas semelhantes entre normotensos e hipertensos, sugerindo um maior esforço percebido e desconforto físico, em ambos os grupos. |
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