Mestrado em Ciências do Movimento

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TRABALHO Ações
VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE PREVISÃO DE RESPOSTA AO EXERCÍCIO FÍSICO ASSOCIADO À VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NA DPOC
Curso Mestrado em Ciências do Movimento
Tipo Dissertação
Data 20/02/2026
Área EDUCAÇÃO FÍSICA
Orientador(es)
  • Paulo de Tarso Guerrero Muller
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Lucas Magalhães Corrêa
    Banca
    • Daniel Martins Pereira
    • Gisele Walter da Silva Barbosa
    • Karla Luciana Magnani Seki
    • Paulo de Tarso Guerrero Muller
    Resumo CORRÊA, L. M. Validação de um modelo de previsão de resposta ao exercício físico
    associado à ventilação não invasiva na DPOC. Campo Grande – MS, 2026. [Dissertação de
    Mestrado Universidade Federal de Mato Grosso do Sul].
    A DPOC é uma doença caracterizada por sintomas respiratórios crônicos que impactam na
    qualidade de vida. A reabilitação pulmonar é indicada para esta população, mas a limitação ao
    exercício causada pelo surgimento desses sintomas é uma barreira no tratamento. A
    associação da VNI ao exercício surge como uma estratégia para promover maior tolerância ao
    exercício, com objetivo de suprir a demanda ventilatória do paciente. Entretanto, a indicação
    é empírica e carece de parâmetros para a individualização do tratamento, visto que segundo a
    literatura, apenas 50% dos pacientes respondem de forma significativa com aumento na
    tolerância ao exercício. O objetivo deste estudo é validar um modelo de previsão de resposta
    ao exercício físico associado à ventilação não invasiva na DPOC, previamente desenvolvido.
    Participam da pesquisa treze indivíduos com DPOC classificação GOLD II, III, e IV,
    otimizados para o tratamento medicamentoso e livres de exacerbações. As avaliações
    consistiram de entrevista, teste de esforço cardiopulmonar em cicloergômetro, aferição da
    pressão inspiratória máxima, testes de esforço com carga constante também no
    cicloergômetro associadas ao uso de máscara orofacial com aplicação de VNI e terapia
    SHAM. Os dados foram analisados e avaliados de acordo com o modelo pré-estabelecido
    estudado para categorização em respondedor (R) ou não respondedor (NR) à associação de
    VNI ao exercício. Na prática clínica, o modelo apresentou baixa acurácia (44,2%),
    sensibilidade (33,3%) e especificidade (57,1%) e capacidade preditiva limitada, incorrendo
    em erros de classificação como falsos positivos e negativos. Diante da falha do modelo em
    identificar precisamente a resposta dos pacientes à ventilação não invasiva, a indicação do
    suporte ventilatório deve seguir baseada na avaliação clínica individualizada, evidenciando a
    necessidade de pesquisas futuras para o desenvolvimento de modelos mais refinados.
    ASSOCIAÇÃO ENTRE APTIDÃO FÍSICA, SINTOMAS CLÍNICOS E AUTOEFICÁCIA EM INDIVÍDUOS COM ARTRITE REUMATOIDE: UM ESTUDO TRANSVERSAL
    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
    Tipo Dissertação
    Data 13/02/2026
    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
    Orientador(es)
    • Paula Felippe Martinez
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Thomas Ícaro Balta Moutinho
      Banca
      • Juliana Hotta Ansai
      • Marcelo Goncalves Duarte
      • Paula Felippe Martinez
      • Thomaz Nogueira Burke
      Resumo A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica associada a dor, fadiga, redução da aptidão física e incapacidade funcional, com impacto significativo sobre a qualidade de vida. A autoeficácia, definida como a crença do indivíduo em sua capacidade de manejar os desafios impostos pela doença, tem emergido como um determinante psicossocial relevante nos desfechos clínicos da AR. Este estudo transversal teve como objetivo analisar a associação entre aptidão física, sintomas clínicos, nível de atividade física e autoeficácia em adultos com AR. Participaram do estudo indivíduos em acompanhamento ambulatorial, submetidos a avaliação única que incluiu a Arthritis Self-Efficacy Scale (ASES-8), escalas de dor (EVA) e fadiga (FAS), instrumentos de funcionalidade (HAQ e WHODAS 2.0), além do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). A aptidão física foi avaliada por meio da força de preensão manual, teste de sentar e levantar cinco vezes (FTSTS) e capacidade cardiorrespiratória estimada pelo Chester Step Test (VO₂máx). A atividade da doença foi avaliada pelo DAS-28. Os resultados demonstraram que maiores níveis de autoeficácia associaram-se a menor fadiga, menor incapacidade funcional e melhor desempenho cardiorrespiratório. A atividade física autorreferida apresentou associações fracas a moderadas com a autoeficácia e com desfechos clínicos, enquanto as medidas objetivas de aptidão física, especialmente o VO₂máx, mostraram associações mais consistentes com funcionalidade e limitação global. Observou-se ainda elevada prevalência de comprometimento funcional e baixa aptidão cardiorrespiratória na amostra. Em conjunto, os achados indicam que a funcionalidade na AR resulta de uma interação complexa entre fatores físicos e psicossociais, com a autoeficácia atuando como elemento central na modulação dos sintomas e do desempenho funcional. Esses resultados reforçam a importância de abordagens de reabilitação integradas, que combinem intervenções físicas e estratégias voltadas ao fortalecimento da autoeficácia.
      INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS
      Curso Mestrado em Ciências do Movimento
      Tipo Dissertação
      Data 13/02/2026
      Área EDUCAÇÃO FÍSICA
      Orientador(es)
        Coorientador(es)
        Orientando(s)
          Banca
          • Letícia Alves Paiva
          • Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
          • Silvio Assis de Oliveira Junior
          Resumo O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do
          tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia
          cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui-se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício.
          INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS
          Curso Mestrado em Ciências do Movimento
          Tipo Dissertação
          Data 13/02/2026
          Área EDUCAÇÃO FÍSICA
          Orientador(es)
          • Silvio Assis de Oliveira Junior
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Alex Yuiti Ogura
            Banca
            • Letícia Alves Paiva
            • Marcos Ferreira Minicucci
            • Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
            • Silvio Assis de Oliveira Junior
            Resumo O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício.
            INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS
            Curso Mestrado em Ciências do Movimento
            Tipo Dissertação
            Data 13/02/2026
            Área EDUCAÇÃO FÍSICA
            Orientador(es)
              Coorientador(es)
              Orientando(s)
                Banca
                • Letícia Alves Paiva
                • Marcos Ferreira Minicucci
                • Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
                • Silvio Assis de Oliveira Junior
                Resumo O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício.
                Associações entre Fatores Maternos, Interação e Desfechos Precoces do Desenvolvimento em Lactentes Pré-Termo
                Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                Tipo Dissertação
                Data 12/02/2026
                Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                Orientador(es)
                  Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                    Banca
                    • Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
                    • Daniele de Almeida Soares Marangoni
                    • Roberta Lins Gonçalves
                    • Tathiana Ghisi de Souza
                    Resumo Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente são determinantes importantes dos desfechos do desenvolvimento infantil. A compreensão desses fatores amplia a visão sobre o desenvolvimento global da criança e permite identificar riscos e elementos protetores que influenciam trajetórias mais saudáveis desde os primeiros meses de vida. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos GMs, a interação mãe-lactente, o estresse percebido materno e o desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional longitudinal, recorte do projeto AMORA e aprovado pelo comitê de ética da instituição proponente (CAAE: 67923223.7.0000.0021). Os dados foram coletados entre outubro de 2025 e outubro de 2025. As ferramentas de avaliação utilizadas foram: General Movements Assesment (GMA), Escala de Estresse Percebido (PSS), Recorded Interaction Task (RIT) e Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). Resultados: 68 recém-nascidos pré-termo e suas mães foram acompanhados e avaliados durante os 4 primeiros meses de vida conforme idade corrigida. Os dados foram analisados no software SPSS, versão 23.0. Houve associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta hospitalar [χ²(2) = 9,051; p = 0,005; V = 0,616]. A qualidade da interação mãe–lactente (RIT) apresentou correlação moderada e significativa com o desempenho em linguagem, tanto considerando o escore total (ρ = 0,511; p = 0,025) quanto o engajamento do lactente isoladamente (ρ = 0,536; p = 0,018). Conclusão: Os resultados demonstram que tanto a qualidade dos GMs quanto a interação mãe–lactente constituem importantes indicadores de risco e proteção para o desenvolvimento de lactentes pré-termo, sobretudo nas habilidades de linguagem. Esses achados reforçam a relevância de avaliações sistemáticas e de estratégias de suporte parental desde o período de hospitalização.
                    Associações entre Fatores Maternos, Interação e Desfechos Precoces do Desenvolvimento em Lactentes Pré-Termo
                    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                    Tipo Dissertação
                    Data 12/02/2026
                    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                    Orientador(es)
                      Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                        Banca
                        • Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
                        • Daniele de Almeida Soares Marangoni
                        • Roberta Lins Gonçalves
                        • Tathiana Ghisi de Souza
                        Resumo Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente são determinantes importantes dos desfechos do desenvolvimento infantil. A compreensão desses fatores amplia a visão sobre o desenvolvimento global da criança e permite identificar riscos e elementos protetores que influenciam trajetórias mais saudáveis desde os primeiros meses de vida. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos GMs, a interação mãe-lactente, o estresse percebido materno e o desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional longitudinal, recorte do projeto AMORA e aprovado pelo comitê de ética da instituição proponente (CAAE: 67923223.7.0000.0021). Os dados foram coletados entre outubro de 2025 e outubro de 2025. As ferramentas de avaliação utilizadas foram: General Movements Assesment (GMA), Escala de Estresse Percebido (PSS), Recorded Interaction Task (RIT) e Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). Resultados: 68 recém-nascidos pré-termo e suas mães foram acompanhados e avaliados durante os 4 primeiros meses de vida conforme idade corrigida. Os dados foram analisados no software SPSS, versão 23.0. Houve associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta hospitalar [χ²(2) = 9,051; p = 0,005; V = 0,616]. A qualidade da interação mãe–lactente (RIT) apresentou correlação moderada e significativa com o desempenho em linguagem, tanto considerando o escore total (ρ = 0,511; p = 0,025) quanto o engajamento do lactente isoladamente (ρ = 0,536; p = 0,018). Conclusão: Os resultados demonstram que tanto a qualidade dos GMs quanto a interação mãe–lactente constituem importantes indicadores de risco e proteção para o desenvolvimento de lactentes pré-termo, sobretudo nas habilidades de linguagem. Esses achados reforçam a relevância de avaliações sistemáticas e de estratégias de suporte parental desde o período de hospitalização.
                        ASSOCIAÇÕES ENTRE FATORES MATERNOS, INTERAÇÃO E DESFECHOS PRECOCES DO DESENVOLVIMENTO EM LACTENTES PRÉ-TERMO
                        Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                        Tipo Dissertação
                        Data 10/02/2026
                        Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                        Orientador(es)
                        • Daniele de Almeida Soares Marangoni
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Ana Carolina Aguirres Braga
                          Banca
                          • Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
                          • Daniele de Almeida Soares Marangoni
                          • Roberta Lins Gonçalves
                          • Tathiana Ghisi de Souza
                          Resumo Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente exercem influência significativa sobre o desenvolvimento infantil. Entretanto, ainda são escassos os estudos que acompanham lactentes pré-termo desde o período de hospitalização até os primeiros meses após a alta, combinando avaliações neuromotoras precoces, medidas padronizadas de desempenho neuropsicomotor e indicadores da dinâmica mãe-lactente. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos general movements (GMs), interação mãe-lactente, estresse percebido materno e desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Estudo observacional analítico longitudinal conduzido entre outubro de 2024 e outubro de 2025. Os lactentes foram avaliados na admissão do estudo, na alta hospitalar e aos 3 meses de idade corrigida para a prematuridade, por meio da General Movements Assessment (GMA) e, aos 4 meses, pela Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). O estresse materno foi mensurado pela Escala de Estresse Percebido (PSS-14) quando o lactente atingia 40 semanas, e a interação mãe-lactente foi avaliada aos 3 meses pela Recorded Interaction Task (RIT). As categorias da GMA foram comparadas pelo teste exato de Fisher, com magnitude expressa pelo V de Cramer. As relações entre interação mãe-lactente, estresse materno e desempenho na BSDI-III foram analisadas por correlação de Spearman, sendo as variáveis significativas incluídas em modelos de regressão linear. Resultados: Participaram 57 díades mãe-lactente; destas, 23 díades realizaram o seguimento completo. Observou-se associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta (p = 0,003; V = 0,690). Não houve associação entre os GMs na alta e aos 3 meses de idade (p = 1,000). A qualidade da interação mãe-lactente correlacionou-se de forma moderada e significativa com a linguagem (ρ = 0,588; p = 0,013). Considerando-se isoladamente o engajamento do lactente, essa associação foi forte e significativa (ρ = 0,653; p = 0,005). Em contrapartida, a interação materna isolada não se associou de forma significativa à linguagem do lactente (ρ = 0,434; p = 0,082). No que se refere ao domínio cognitivo, a qualidade da interação mãe-lactente demonstrou uma correlação moderada e significativa, tanto pelo escore total (ρ = 0,520; p = 0,033) quanto pelo engajamento do lactente, analisado isoladamente (ρ = 0,496; p = 0,043). A interação materna, por sua vez, não mostrou correlação estatisticamente significativa com o desempenho do lactente (ρ = 0,333; p = 0,192). Não houve correlação entre as pontuações no RIT e o domínio motor (ρ’s < 0,357; p’s > 0,159) da BSDI-III. O estresse materno percebido correlacionou-se de forma negativa e moderada com o domínio de linguagem (ρ = –0,416; p = 0,048), indicando que quanto maior a percepção materna de estresse, pior o desempenho linguístico do lactente. Não foram encontradas correlações significativas entre estresse materno e os domínios cognitivo (ρ = -0,155; p = 0,480) e motor (ρ = –0,013; p = 0,951) da BSDI-III. Na regressão linear múltipla, o modelo para o desempenho linguístico mostrou-se significativo [Fp = 0,030], indicando que o estresse materno exerceu efeito sobre esse domínio. Níveis mais elevados de estresse associaram-se a pior desempenho linguístico do lactente, explicando 32% da variância do escore de linguagem. O modelo para cognição não foi estatisticamente significativo [p = 0,314]. Conclusão: A trajetória favorável dos modelos maternos reforça a capacidade de organização neurológica precoce, apesar da vulnerabilidade clínica na ausência de lesão cerebral. A interação entre mãe e bebê foi um preditor do desenvolvimento precoce da linguagem e da cognição infantil, e o estresse materno foi um preditor do desenvolvimento precoce da linguagem infantil. Esses achados são consistentes com um modelo diádico do desenvolvimento inicial, no qual o risco biológico, o estado emocional materno e o envolvimento diádico estão inter-relacionados e associados conjuntamente às trajetórias de desenvolvimento.
                          CORRELAÇÃO DA AVALIAÇÃO ELETROMIOGRÁFICA DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO E AVALIAÇÃO URODINÂMICA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES
                          Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                          Tipo Dissertação
                          Data 01/12/2025
                          Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                          Orientador(es)
                          • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Regiane Alves de Almeida
                            Banca
                            • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                            • Carla Adelino Suaid
                            • Gustavo Christofoletti
                            • Marco Antonio Goncalves
                            Resumo A incontinência urinária é uma disfunção recorrente e de alto impacto na
                            vida das mulheres, a avaliação realizada com a Eletromiografia de Superfície (EMG) é
                            altamente recomendada e permite caracterizar as fibras musculares dessas pessoas
                            com essa condição. Objetivo: Comparar o perfil eletromiográfico do assoalho pélvico
                            em participantes com IUE, IUU, IUM e sem IU. Metodologia: Trata-se de pesquisa de
                            caráter transversal, prospectivo, observacional, a amostra será por conveniência, é
                            esperada a participação de 136 participantes de acordo com o cálculo amostral, serão
                            coletadas respostas de questionários, e todos os participantes serão avaliados com uso
                            da Eletromiografia (EMG) que tem caráter objetivo e analisa de forma detalhada a
                            função muscular. Os participantes com incontinência urinária serão divididas em quatro
                            grupos: G1 com IUE, G2 com IUU, G3 IUM e G4 Sem IU, de acordo com o resultado do
                            exame urodinâmico, as consultas ocorrerão em momento único através dos respectivos
                            instrumentos: Avaliação da bexiga hiperativa OAB - V8 (1); Qualidade de Vida - ICIQ –
                            SF (2); Questionário para Diagnóstico da incontinência urinária: Questionário para
                            Diagnoóstico da Incontinência (QUID-br); e por último Three Incontinence Questionnaire
                            – 3IQ-Br (3) para diferenciar o tipo de incontinência; A função da musculatura do
                            assoalho pélvico será avaliada de acordo com o esquema PERFECT e através da EMG,
                            a avaliação eletromiográfica registrará objetivamente dados específicos como a
                            contração muscular e suas medidas de amplitude em microvolts; o tônus basal com
                            valores em segurança, fibras fásicas (força/velocidade), fibras lentas (resistência
                            muscular), predominância de fibras (tipo I e/ou II) demonstradas através da frequência
                            de sinal e monitoramento da presença ou não de sinergismo abdominopélvico.
                            Resultados Esperados: Caracterização da função muscular do assoalho pélvico,
                            hiperatividade da bexiga, qualidade de vida e tipo de incontinência urinária. Serão
                            consideradas relevantes as análises que apresentam p valor
                            CORRELAÇÃO DA AVALIAÇÃO ELETROMIOGRÁFICA DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO E AVALIAÇÃO URODINÂMICA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES
                            Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                            Tipo Dissertação
                            Data 01/12/2025
                            Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                            Orientador(es)
                              Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                                Banca
                                • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                                • Carla Adelino Suaid
                                • Gustavo Christofoletti
                                • Marco Antonio Goncalves
                                Resumo
                                EFEITOS AGUDOS DA TERAPIA FOTOBIOMODULADORA CONTROLADA POR DOSE-DEPENDÊNCIA NO DESEMPENHO E FADIGA MUSCULAR DURANTE A CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA DE EXTENSÃO DO JOELHO EM PESSOAS IDOSAS
                                Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                Tipo Dissertação
                                Data 05/09/2025
                                Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                Orientador(es)
                                • Adalberto Vieira Corazza
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Marcos Sampaio Costa
                                  Banca
                                  • Adalberto Vieira Corazza
                                  • Hugo Alexandre de Paula Santana
                                  • Marcelo Augusto Assunção Sanches
                                  • Thomaz Nogueira Burke
                                  Resumo COSTA, Marcos Sampaio. EFEITOS AGUDOS DA TERAPIA FOTOBIOMODULADORA CONTROLADA POR DOSE-DEPENDÊNCIA NO DESEMPENHO E FADIGA MUSCULAR DURANTE A CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA DE EXTENSÃO DO JOELHO EM PESSOAS IDOSAS. 2025. f. Dissertação (Mestre em Ciência do Movimento) – Programa de Pós-Graduação em Ciência do Movimento, Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, Campo Grande, MS, Brasil.
                                  A prática do exercício físico é importante para a qualidade de vida no envelhecimento, entretanto cerca de 55% das pessoas idosas desistem de realiza-lo devido à fadiga muscular. A Terapia de fotobiomodulação (TFBM) é utilizada para estimular o rendimento físico em atletas e indivíduos saudáveis. Este estudo teve como objetivo analisar a aplicação prévia da TFBM ao Teste de Resistência Isométrica (TRI) no músculo quadríceps femoral (QF) de idosas na promoção do desempenho físico. As participantes (28 mulheres, 71,22±5,83 anos) do estudo duplo-cego foram divididas aleatoriamente nos grupos tratado com TFBM Ativa e TFBM Placebo, sendo o estudo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMS, com parecer número 6.529.039. A TFBM foi realizada com a Matriz de Lasers (830 nm) e LEDs (850 nm) em uma aplicação prévia ao TRI na área do QF. As participantes desenvolveram o TRI (60% da contração isométrica voluntária máxima - CIVM), até o limite de tolerância (20% da CIVM), com registro eletromiográfico (Frequência Mediana–Fmed), do tempo de resistência e da força muscular. Após 48 horas realizaram aplicação ativa ou placebo da TFBM antes do TRI (registro da Fmed e tempo de resistência). Os tempos de resistência foram normalizados em Percentual da Variação do Tempo (∆t (%)). A TFBM Ativa demonstrou maior ∆t (%) (194,21%), com diferença significante em relação a TFBM Placebo (70,16%) (p
                                  EFEITOS TERAPÊUTICOS NA ESTABILOMETRIA, CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA COM A ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR ASSOCIADA SIMULTANEAMENTE À FOTOBIOMODULAÇÃO NOS MÚSCULOS QUADRÍCEPS FEMORAIS E GASTROCNÊMIOS DE IDOSAS
                                  Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                  Tipo Dissertação
                                  Data 05/09/2025
                                  Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                  Orientador(es)
                                  • Adalberto Vieira Corazza
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Mireuza da Silva de Oliveira
                                    Banca
                                    • Adalberto Vieira Corazza
                                    • Marcelo Augusto Assunção Sanches
                                    • Silvio Assis de Oliveira Junior
                                    • Thomaz Nogueira Burke
                                    Resumo Introdução: O envelhecimento predispõe a redução da força muscular, promovendo instabilidade na locomoção e no equilíbrio corpóreo. Nesse sentido, torna-se importante analisar as respostas de estabilidade corpórea, capacidade funcional e a qualidade de vida na aplicação simultânea da Eletroestimulação Neuromuscular (EENM) e Terapia de Fotobiomodulação (TFBM), em ambos os músculos quadríceps femorais (QF) e gastrocnêmicos (Gt) de idosas. Objetivos: analisar se a TFBM potencializa e suplementa as respostas terapêuticas da Estimulação Elétrica Neuromuscular (EENM) na estabilidade corpórea, capacidade funcional e qualidade de vida de idosas submetidas a um programa de quatro semanas de intervenção aplicada nos músculos quadríceps femorais e gastrocnêmios bilateralmente. Metodologia: As participantes (28 mulheres, 71,22±5,83 anos) do estudo duplo-cego foram divididas aleatoriamente nos grupos tratados com EENM associada à TFBM ativa (n=14) e EENM associada à TFBM placebo (n=14), sendo realizado três vezes semanais (intervalos de 48 horas) durante quatro semanas (12 sessões). As participantes foram submetidas a EENM (50 Hz, com 20 minutos a sessão) aplicada bilateralmente nos músculos do QF e Gt, com evolução semanal no tempo de contração-repouso. A energia da TFBM foi aplicada no QF (125,1 J) e no Gt (41,7 J) com Matrizes de Lasers (830 nm) e LEDs (850 nm). As análises das respostas terapêuticas foram por meio da estabilometria, testes para capacidade funcional de velocidade da marcha e Time Up and Go (TUG), e o questionário SF-36 para Qualidade de Vida. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMS, com parecer número 6.529.039 e inscrito no Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (ReBEC): U1111-1311-0859. Os resultados foram analisados estatisticamente, com comparações entre os grupos e em momentos pré e pós-tratamento, utilizando testes apropriados para dados paramétricos e não paramétricos, com significância de p
                                    EFEITO DO CONSUMO AGUDO DO TERERÉ (Ilex paraguariensis) NO DESEMPENHO ANAERÓBIO DE ATLETAS COM DEFICIÊNCIA MOTORA: UM ESTUDO CLÍNICO RANDOMIZADO
                                    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 05/09/2025
                                    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                    Orientador(es)
                                    • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Adriano Cañete Avalos
                                      Banca
                                      • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                      • Giovanna Carla Interdonato
                                      • Hugo Alexandre de Paula Santana
                                      • Silvio Assis de Oliveira Junior
                                      Resumo Introdução: A evolução do esporte paralímpico aumentou o nível de competitividade nas provas, levando atletas, treinadores e pesquisadores a buscar alternativas para uma vantagem competitiva sobre os adversários. Atletas com deficiências possuem desafios extras, em função da menor massa e potência muscular e em alguns casos o comprometimento da postura, equilíbrio e certas capacidades físicas. O Tereré, bebida típica do Mato Grosso do Sul e Paraguai, possui a erva mate como principal ingrediente, apresentando potencial ergogênico, por conta da quantidade considerável de cafeína em sua composição. Entretanto seus efeitos nunca foram testados entre atletas com deficiência. Objetivo: Avaliar os efeitos agudos da ingestão do Tereré (erva-mate) sobre o desempenho anaeróbio de atletas com deficiência motora. Metodologia: Trata-se de um estudo randomizado, duplo-cego, cruzado (com wash-out de 7 a 14 dias) e controlado por placebo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa envolvendo Seres Humanos. Foram selecionados cinco atletas do sexo masculino, lesão medular T11-T12 (1), T3-T6(1), amputado de MMII (1), mielomeningocele(1) e encefalopatia crônica não evolutiva (ECNE) (1) nas modalidades natação, basquete em cadeira de rodas, canoagem e futebol de amputados, faixa etária ≥ 16 anos, com participação ativa em competições (regional e nacional) por pelo menos um ano e com uma frequência mínima de três sessões de treino por semana. As coletas ocorreram no mesmo dia da semana e horário. No primeiro encontro (E1), no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, foram coletados peso e estatura, anamnese, feita a familiarização com o teste, orientações sobre a participação na pesquisa e entrega do kit alimentar padronizado. No segundo e terceiro encontros, realizados na academia escola, os participantes foram randomicamente alocados para ingerirem Tereré TrrEX ou placebo TrrPL. Dados sobre o consumo alimentar e ingestão de cafeína foram coletados por meio de um recordatório de 24 horas e questionário, respectivamente. Após duas horas de jejum (de água e comida), os atletas foram submetidos a parâmetros clínicos (pressão arterial e frequência cardíaca) seguidos da administração das bebidas (TrrEX ou TrrPL). Após 60 minutos da ingestão da bebida, os participantes realizaram o teste de medicine ball em três tentativas. Em seguida, realizaram o teste de esforço de Wingate de 30 segundos adaptado no cicloergômetro de braço. Cinco minutos após o teste, os atletas responderam questionário de humor e deram sua opinião sobre a condição consumida. Resultados: A ingestão do TrrEX não promoveu alteração estatisticamente significante nas variáveis potência máxima (p= 0,96), potência média (p= 0,97), potência mínima (p= 0,78), índice de fadiga (p= 0,27) e na distância arremessada pelos membros superiores no teste de medicine ball (p= 0,98) em comparação com o TrrPL. Conclusão: Os resultados deste estudo permitem concluir que a ingestão aguda de tereré não apresentou efeitos ergogênicos sobre o desempenho anaeróbio de atletas com deficiência motora.
                                      EFEITOS AGUDOS DO TREINAMENTO DE SPRINTS SUPERCURTOS EM PACIENTES COM HIPERTENSÃO ARTERIAL
                                      Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                      Tipo Dissertação
                                      Data 03/09/2025
                                      Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                      Orientador(es)
                                      • Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Marcio Sampaio Costa
                                        Banca
                                        • Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
                                        • Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
                                        • Paulo de Tarso Guerrero Muller
                                        • Silvio Assis de Oliveira Junior
                                        Resumo O exercício físico tem sido amplamente reconhecido pela sua eficácia em melhorar a saúde e promover a qualidade de vida de seus praticantes, o que o torna uma opção de tratamento não medicamentoso de baixo custo e com impacto em diversos aspectos da vida do indivíduo. A literatura vem estudando, de forma mais recente, os efeitos do Sprint Intervalado de Alta Intensidade (SIT), variante do Treinamento Intervalados de Alta Intensidade (HIIT) no tratamento de diversas doenças. Há evidências de adaptações fisiológicas positivas em menor tempo, mas até o momento pouco se sabe sobre a segurança deste protocolo no sistema cardiovascular de pessoas com diagnóstico de hipertensão e pré-hipertensão. Objetivo: A pesquisa consiste em averiguar os efeitos do treino de sprints curtos de alta intensidade (short Sprint Interval Training, sSIT) em pessoas hipertensas e pré-hipertensas, buscando marcadores fisiológicos que direcionem uma nova metodologia para o tratamento e ou controle não medicamentoso em indivíduos com hipertensão. Método: A amostra foi composta por 10 homens entre 20-65 anos com diagnóstico clínico de hipertensão em grau I ou pré-hipertensos. Os voluntários foram submetidos a exames laboratoriais e clínicos (exame de sangue, ECG em repouso e teste de esforço em ciclo ergômetro). Executaram 2 seções de sSIT, sendo 2 minutos de aquecimento a 25 W, 10 sprints de 5 s com 80% da intensidade máxima obtida no teste de esforço, com intervalos ativos de recuperação de 55 s a 25 W, seguido de 2 minutos de recuperação ativa a 25 W. Foram coletados durante e após cada sprint: frequência cardíaca, pressão arterial, percepção subjetiva do esforço e valência afetiva, além do lactato antes e ao final do protocolo. Resultados: Indicam aumentos significativos nas variáveis FC, PAS, PAD e DP durante a aplicação de um protocolo sSIT, com respostas mais pronunciadas em hipertensos, sugerindo maior estresse cardiovascular, mas dentro de limites seguros. Sugerem boa adaptação dos hipertensos ao exercício de alta intensidade, o que significa que o sSIT pode ser usado por hipertensos grau I, sob supervisão. Os achados demonstram que o protocolo de exercício elevou os níveis de lactato no pós-exercícios, com respostas semelhantes entre normotensos e hipertensos, sugerindo um maior esforço percebido e desconforto físico, em ambos os grupos.
                                        Impacto de uma órtese articulada de joelho na mobilidade e no controle postural em pacientes com AVC: uma perspectiva da gerontotecnologia
                                        Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 02/09/2025
                                        Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                        Orientador(es)
                                        • Gustavo Christofoletti
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Maurício Rodrigues Comin
                                          Banca
                                          • Ana Carolina dos Santos Demarchi
                                          • Evandro Gonzalez Tarnhovi
                                          • Gustavo Christofoletti
                                          • Renato Silva Nacer
                                          Resumo Contexto: Avanços recentes na gerontecnologia têm proporcionado benefícios tanto para o envelhecimento saudável quanto para o patológico. Certas condições neurológicas, como o acidente vascular cerebral (AVC), podem reduzir a independência do paciente ao comprometer a mobilidade e o controle postural. Objetivo: Investigar se uma órtese de joelho articulada pode melhorar a mobilidade e o controle postural em pacientes com AVC. Método: Cinquenta participantes hemiparéticos com histórico de AVC isquêmico (idade média: 59,2 ± 7,6 anos; tempo desde o AVC: 50,8 ± 32,4 meses) participaram de tarefas de marcha e permanência em pé, com e sem a órtese de joelho articulada no lado hemiparético. A mobilidade foi avaliada por meio do teste Timed Get-Up-and-Go (TUG), medindo-se o tempo e o número de passos. O controle postural foi avaliado com o sistema K-Force Plate, incluindo medidas de centro de pressão, deslocamento total, oscilação frontal e lateral, e distribuição de peso. Comparações pareadas foram usadas para avaliar as diferenças nos resultados com e sem a órtese. O nível de significância foi de 5%. Foram relatados os tamanhos de efeito (TE). Resultados: O uso da órtese de joelho articulada melhorou significativamente a mobilidade dos participantes (p = 0,004; TE = 0,466 para o tempo, e p = 0,003; TE = 0,441 para o número de passos). Em relação ao controle postural, apenas a oscilação lateral mostrou melhora significativa (p = 0,031; TE = 0,189). Conclusão: O uso da órtese de joelho articulada melhorou significativamente a mobilidade em participantes com histórico de AVC. Em contraste, entre todas as variáveis de controle postural, apenas a oscilação lateral apresentou melhora. A gerontecnologia deve continuar explorando dispositivos capazes de aprimorar de forma mais eficaz o controle postural em pacientes com AVC.

                                          Palavras-chave: AVC, idosos, limitação de mobilidade, equilíbrio postural, tecnologias assistivas.
                                          DESEMPENHO NO BEACH TENNIS: DESAFIOS PARA UMA MODALIDADE EM EXPANSÃO
                                          Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                          Tipo Dissertação
                                          Data 02/09/2025
                                          Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                          Orientador(es)
                                          • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                          Coorientador(es)
                                            Orientando(s)
                                            • Mario Luiz Dutra Zeni
                                            Banca
                                            • Fabricio Cesar de Paula Ravagnani
                                            • Joel Saraiva Ferreira
                                            • Luciano Basso
                                            • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                            Resumo Os esportes de raquete são modalidades de grande popularidade e estão em constante desenvolvimento. Na busca pelo melhor desempenho e evolução se utilizam das ciências dos esportes que busca aplicar a teoria na prática. Modalidades mais tradicionais como o tênis, badminton e tênis de mesa já possuem uma produção de conhecimento consolidada e constante. Modalidades contemporâneas e em ascensão, surgem e necessitam da construção desse conhecimento científico para continuarem evoluindo. O Beach Tennis (BT) é uma dessas modalidades e que nos últimos anos vem atraindo grande atenção. Contudo, ainda pouco conhecimento foi produzido em relação aos aspectos físicos-motores, de caracterização dos atletas e de seu treinamento. Assim, esse estudo tem como objetivo propor um teste de desempenho específico para a modalidade BT denominado Agilitybt, que envolva agilidade (mudanças rápidas de direção em resposta a um estímulo), assim como descrever características de atletas de BT (perfil antropométrico, de hábitos esportivos e de desempenho físico-motor geral) e comparar o desempenho físico específico por sexo e categoria competitiva. Foi adotado um desenho transversal, envolvendo 44 atletas (24 homens e 20 mulheres) de diferentes categorias competitivas (A, B, C), que competiram em torneios oficiais de BT em 2024. O teste proposto (Agilitybt) foi desenvolvido após análise da literatura sobre os testes de agilidade, assim como o entendimento das características do jogo de BT, considerando o piso de prática (areia), distâncias percorridas no jogo, material (raquete, bola) e estímulos específicos (gestos técnicos da modalidade). Na sequência se realizou estudo piloto com participação de uma equipe de peritos composta por atletas e professores que contribuíram com a construção do teste. Adicionalmente, foram realizados testes gerais de força de preensão manual (dominante e não dominante), arremesso de medicine ball sentado, salto horizontal, velocidade (10 m), mudança de direção (T modificado). Não foi encontrado diferenças antropométricas relevantes entre os sexos, mas homens relataram maior volume de treino específico em BT (p = 0,029). Atletas da categoria A apresentaram mais experiência e participaram de mais torneios. Os testes gerais de desempenho físico-motor mostraram diferenças estatísticas entre homens e mulheres (p < 0,001 e p 0,004), compatíveis com fatores biológicos. O tempo mínimo e máximo da realização do teste Agilitybt foi de 8,33 e 11,20 s entre os atletas masculinos, e no feminino de 9,01 e 12,97 s. Esse tempo corresponde aos deslocamentos a partir do momento da simulação do saque até a chegada ao centro da quadra distante a 3 metros da rede depois de ter respondido aos 3 estímulos gerados pelo avaliador, totalizando 28,40 m, independente do cenário realizado. O teste Agilitybt apresentou evidências de validade ecológica ao reproduzir deslocamentos e respostas a estímulos observados em situações reais de jogo representando uma proposta para a avaliação motora no BT para professores e técnicos.

                                            Palavras-chave: beach tennis, esportes de raquete, desempenho físico, desempenho motor, agilidade.
                                            ASSOCIAÇÃO ENTRE ASPECTOS PSICOCOGNITIVOS, ATIVIDADE FÍSICA E DOR CRÔNICA EM PESSOAS IDOSAS FREQUENTADORES DE UM CENTRO DE CONVIVÊNCIA.
                                            Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                            Tipo Artigo Científico
                                            Data 02/09/2025
                                            Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                            Orientador(es)
                                              Coorientador(es)
                                              Orientando(s)
                                                Banca
                                                  Resumo
                                                  ASSOCIAÇÃO ENTRE ASPECTOS PSICOCOGNITIVOS, ATIVIDADE FÍSICA E DOR CRÔNICA EM PESSOAS IDOSAS FREQUENTADORES DE UM CENTRO DE CONVIVÊNCIA.
                                                  Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                                  Tipo Dissertação
                                                  Data 02/09/2025
                                                  Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                                  Orientador(es)
                                                  • Glaucia Helena Goncalves
                                                  Coorientador(es)
                                                    Orientando(s)
                                                    • Dilene Barbosa Escobar
                                                    Banca
                                                    • Glaucia Helena Goncalves
                                                    • Lilian de Fatima Dornelas
                                                    • Luiz Fernando Approbato Selistre
                                                    • Luziane de Fátima Kirchner
                                                    Resumo Introdução: A dor crônica é um fenômeno multifatorial e altamente prevalente, especialmente entre idosos. Entre seus fatores de risco destacam-se os aspectos psicocognitivos e o nível de atividade física, entretanto ainda não estão esclarecidos quais destes aspectos precisam ser considerados no tratamento e prevenção. Objetivos: Avaliar a associação entre os aspectos psicocognitivos, atividade física e dor crônica em pessoas idosas frequentadoras de um centro de convivência do idoso. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal com idosos (≥60 anos) frequentadores de um Centro de Convivência. Para as avaliações, foram utilizados os seguintes instrumentos: Mini Exame do Estado Mental; Escala de Depressão Geriátrica Abreviada; Escala de Pensamentos Catastróficos sobre a Dor; Escala de Tampa de Cinesiofobia; Inventário de Dor Breve; Escala Graduada da Dor Crônica; Questionário Baecke Modificado para Idosos; e Teste de Caminhada de 6 Minutos. Para identificar os preditores da dor, utilizou-se regressão linear multivariada. Resultados: A amostra final incluiu 73 pessoas idosas (83,6% mulheres; idade média 74 anos). A maioria apresentou funções cognitivas preservadas, baixo nível de atividade física, cinesiofobia moderada e dor de baixa intensidade, com mínima interferência nas atividades diárias. A análise multivariada mostrou associação de desempenho cognitivo, sintomas depressivos, cinesiofobia e, sobretudo, catastrofização com maiores escores de dor, sendo esta última a variável mais expressiva nos modelos. Em contraste, quanto maior o nível de atividade física, menores os índices de dor, embora com associações significativas apenas em alguns desfechos e com menor magnitude. Conclusão: Os resultados relevam que os aspectos psicocognitivos, em especial a catastrofização, apresentaram importante relação com a intensidade e manutenção da dor crônica em idosos, superando o número e magnitude das associações observadas em relação à atividade física. Assim, sugere-se que novos estudos investiguem sobre os efeitos do manejo dos fatores cognitivos e emocionais em estratégias de prevenção e tratamento, combinados à prática de atividade física.

                                                    Palavras-chave: Fatores Psicológicos. Exercício Físico. Dor Nociplástica. Idosos.
                                                    EFEITO DO EXERCÍCIO FÍSICO PARA O ASSOALHO PÉLVICO SOBRE OS SINTOMAS URINÁRIOS EM MULHERES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA.
                                                    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                                    Tipo Dissertação
                                                    Data 01/09/2025
                                                    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                                    Orientador(es)
                                                    • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                                                    Coorientador(es)
                                                      Orientando(s)
                                                      • Priscila Rosa Albuquerque Dias Donato
                                                      Banca
                                                      • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                                                      • Luziane de Fátima Kirchner
                                                      • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
                                                      • Thomaz Nogueira Burke
                                                      Resumo Introdução: Os sintomas do trato urinário inferior (LUTS) impactam significativamente a qualidade de vida de mulheres com esclerose múltipla (EM). O Treinamento Muscular para o Assoalho Pélvico (PFTA), especialmente combinado com eletroestimulação, surge como alternativa terapêutica não invasiva. Objetivo: Mapear e sintetizar evidências de ensaios clínicos randomizados (ECRs) sobre protocolos de tratamento para LUTS em mulheres com EM, explorando a heterogeneidade metodológica e clínica. Métodos: Buscas foram realizadas em MEDLINE (PubMed), Embase (Elsevier), Cochrane Library, LILACS (BVS) e PeDro até junho de 2025, sem restrições de idioma ou ano. ECRs envolvendo mulheres com EM e LUTS foram incluídos. O risco de viés foi avaliado pela ROB 2.0 e a qualidade da evidência pelo GRADE. Os resultados foram sintetizados narrativamente. Resultados: Foram incluídos 6 ECRs (175 mulheres com EM e LUTS). As intervenções incluíram PFTA, frequentemente associado a biofeedback, eletroestimulação, neuromodulação ou telereabilitação. Todos os estudos demonstraram melhora nos LUTS e na qualidade de vida da população. Conclusão: O PFTA, principalmente com eletroestimulação ou neuromodulação, mostra potencial terapêutico para LUTS em mulheres com EM. Contudo, a baixa qualidade metodológica dos estudos limita a força das evidências. Financiamento: Esta pesquisa foi realizada com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES) – Código de Financiamento 001. Registro: PROSPERO CRD420251020383.
                                                      Palavras-chave: esclerose múltipla, sintomas do trato urinário inferior, modalidades de fisioterapia
                                                      IMPACTO DOS SINTOMAS DO TRATO URINÁRIO INFERIOR, ATIVIDADE BIOELÉTRICA DOS MÚSCULOS DO ASSOALHO PÉLVICO E QUALIDADE DE VIDA EM MULHERES COM HTLV-1: ESTUDO TRANSVERSAL
                                                      Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                                      Tipo Dissertação
                                                      Data 21/08/2025
                                                      Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                                      Orientador(es)
                                                      • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                                                      Coorientador(es)
                                                        Orientando(s)
                                                        • Sandra Aparecida Pereira Fernandes
                                                        Banca
                                                        • Adriane Bertotto
                                                        • Adriane Pires Batiston
                                                        • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                                                        • Silvio Assis de Oliveira Junior
                                                        Resumo Introdução: O Vírus Linfotrópico de Células T Humanas Tipo 1 (HTLV-1) é um retrovírus que infecta as células T e está Associated Myelopaty/Tropical Spastic Paraparesis, uma condição neurodegenerativa com paraparesia espástica, alterações sensoriais, disfunções urinária e intestinal. Objetivo: Avaliar a atividade bioelétrica dos músculos do assoalho pélvico (MAP), a ocorrência de incontinência urinária (IU) e o impacto na qualidade de vida (QV) em mulheres com HTLV-1. Método: Um estudo transversal que avaliou 20 mulheres, por meio dos questionários sociodemográfico, International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form, Overactive Blader Questionnaire, Qualiveen, avaliação funcional do assoalho pélvico, escala de Osame e eletromiografia (EMG). Resultados: Destacaram-se o índice do IMC (26,75 ± 5,39) para sobrepeso. A média do Pico de contração voluntária máxima µV (18,10 ± 7,23) com a ativação das fibras abaixo da média, as variáveis Qualiveen, preocupações com as limitações, e Qualiveen escore que se correlacionaram positivamente (r = 0,92), e ainda, destaque para o modelo de predição construído, capaz de analisar relações entre o ICIQ (y = 19,320) com base no Power (x = 2,958), para compreender a relação de predição entre Power e ICIQ-SF. Discussão: Observa-se que o índice do IMC pode acarretar uma sobrecarga na musculatura pélvica, prejudicando a funcionalidade dos músculos, e quanto maior a preocupação maior o impacto na QV e por outro lado quanto maior a força muscular, menor impacto da IU na QV. Conclusão: Conclui-se que os sintomas do trato urinário inferior impactam significativamente a QV dessas mulheres de forma negativa por limitações, preocupações e medos, configurando um cenário que demanda análise multifatorial. A EMG forneceu dados objetivos sobre a atividade bioelétrica, evidenciando déficits nos MAP que desenvolvem ação rápida, características das fibras fásicas. A detecção precoce das disfunções pélvicas, associada ao monitoramento eletromiográfico, pode favorecer um diagnóstico mais ágil e um manejo mais eficaz das manifestações urogenitais relacionadas ao HTLV-1.
                                                        Palavras-chave: HTLV-1; Sintomas do trato urinário inferior; Assoalho pélvico; Qualidade de vida; Eletromiografia
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