Mestrado em Ciências do Movimento

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TRABALHO Ações
OS VALORES NORMATIVOS DE REFERÊNCIA PARA EFICIÊNCIA VENTILATÓRIA NO BRASIL E NO MUNDO: UM ESTUDO IN-SILICO
Curso Mestrado em Ciências do Movimento
Tipo Dissertação
Data 21/08/2024
Área EDUCAÇÃO FÍSICA
Orientador(es)
  • Paulo de Tarso Guerrero Muller
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Priscila Caroline Silva dos Santos Dantas
    Banca
    • Glaucia Helena Goncalves
    • Paulo de Tarso Guerrero Muller
    • Rodrigo Koch
    • Silvio Assis de Oliveira Junior
    Resumo Este estudo examina a inclinação VE-VCO2, uma medida crítica no TECP que verifica
    a quantidade de CO2 que é removido durante o exercício. Esse desequilíbrio muitas vezes
    resulta em dispneia, um marcador para desfechos negativos em pacientes. Apesar de sua
    importância, a comparabilidade das inclinações VE-VCO2 entre diferentes ergômetros e sexos
    em vários países tem sido pouco estudada. Nossa pesquisa analisou várias equações preditivas
    de VE-VCO2 baseadas em sexo, idade e tipo de ergômetro, focando nelas como únicas variáveis
    independentes, com o objetivo de desenvolver um modelo de referência para a EV,
    identificando discrepâncias e semelhanças para aplicação global. A metodologia envolveu um
    estudo IN-SILICO. Após identificarmos as principais equações de avaliação de VE-VCO2
    incluímos apenas as que continham sexo e idade para a realização das simulações
    computacionais. Excluímos equações com fórmulas quadráticas ou variáveis adicionais. Essas
    simulações geraram 5.000 iterações para n=150, cobrindo idades de 20 a 80 anos. Esse grande
    tamanho amostral visou dados estatisticamente robustos para propor novas diretrizes para a
    avaliação da EV. Os principais achados mostraram discordância moderada a alta entre as
    equações preditivas de VE-VCO2 baseadas na idade em diferentes populações. Comparando
    ergômetros, os homens apresentaram menores taxas de discordância do que as mulheres. Nosso
    estudo encontrou alta concordância em homens, mas não em mulheres, sugerindo diferenças
    mais específicas dependentes do ergômetro nas mulheres. Isso pode ser devido a diferentes
    estratégias respiratórias e restrições ventilatórias entre os sexos. Uma limitação é o pequeno
    número de equações baseadas na idade para comparação. No entanto, nossa abordagem
    estatística foi adequada para comparações significativas. Em conclusão, as equações preditivas
    para inclinações VE-VCO2 são altamente discordantes em uma base transcultural para ambos
    os ergômetros. Uma iniciativa global para desenvolver equações universais é necessária, devido
    à importância deste índice no ambiente clínico, especialmente para avaliar dispneia e prever
    morbidade/mortalidade clínica e cirúrgica.
    O IMPACTO DA PANDEMIA DE COVID-19 NA PRODUÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS SOBRE IDOSOS PELOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS EFEITOS NA ÁREA 21 – EDUCAÇÃO FÍSICA
    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
    Tipo Dissertação
    Data 09/08/2024
    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
    Orientador(es)
      Coorientador(es)
      Orientando(s)
        Banca
          Resumo O objetivo deste estudo foi investigar os impactos da pandemia de COVID-19, na
          produção de artigos científicos dos Profissionais de Educação Física a respeito do
          idoso e seus efeitos na área 21: Educação Física. Nesse estudo, 558 pesquisadores
          de programas de pós-graduação da área Educação Física tiveram sua produção

          avaliada entre os anos 2018 e 2022. Foram incluídos apenas artigos, cujo público-
          alvo era idoso. Esses artigos foram analisados, segundo os estratos Qualis e o fator

          de impacto das revistas. De um total de 17.932 artigos publicados pelos
          pesquisadores, 969 eram estudos sobre o idoso. Durante a pandemia, houve uma
          queda na quantidade de artigos publicados sobre idosos (P = 0,001), com piora nos
          estratos Qualis (P = 0,001). O fator de impacto das revistas não foi afetado pela
          pandemia (P = 0,426). Os resultados apontam impacto negativo da pandemia da
          COVID-19 na quantidade da produção científica sobre o idoso e na qualidade,
          segundo o estrato Qualis. E como impacto positivo, observou-se um aumento da
          produção científica na região nordeste e segundo o JCR, o fator de impacto das
          revistas não foi afetado pela pandemia.
          O IMPACTO DA PANDEMIA DE COVID-19 NA PRODUÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS SOBRE IDOSOS PELOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS EFEITOS NA ÁREA 21 – EDUCAÇÃO FÍSICA
          Curso Mestrado em Ciências do Movimento
          Tipo Dissertação
          Data 09/08/2024
          Área EDUCAÇÃO FÍSICA
          Orientador(es)
          • Gustavo Christofoletti
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Vanderlei Porto Pinto
            Banca
            • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
            • Gustavo Christofoletti
            • Joel Saraiva Ferreira
            • Rafael Presotto Vicente Cruz
            Resumo O objetivo deste estudo foi investigar os impactos da pandemia de COVID-19, na
            produção de artigos científicos dos Profissionais de Educação Física a respeito do
            idoso e seus efeitos na área 21: Educação Física. Nesse estudo, 558 pesquisadores
            de programas de pós-graduação da área Educação Física tiveram sua produção

            avaliada entre os anos 2018 e 2022. Foram incluídos apenas artigos, cujo público-
            alvo era idoso. Esses artigos foram analisados, segundo os estratos Qualis e o fator

            de impacto das revistas. De um total de 17.932 artigos publicados pelos
            pesquisadores, 969 eram estudos sobre o idoso. Durante a pandemia, houve uma
            queda na quantidade de artigos publicados sobre idosos (P = 0,001), com piora nos
            estratos Qualis (P = 0,001). O fator de impacto das revistas não foi afetado pela
            pandemia (P = 0,426). Os resultados apontam impacto negativo da pandemia da
            COVID-19 na quantidade da produção científica sobre o idoso e na qualidade,
            segundo o estrato Qualis. E como impacto positivo, observou-se um aumento da
            produção científica na região nordeste e segundo o JCR, o fator de impacto das
            revistas não foi afetado pela pandemia.
            Reprodutibilidade das respostas físicas de jovens jogadores de futebol durante jogos reduzidos organizados por bio-banding
            Curso Mestrado em Ciências do Movimento
            Tipo Dissertação
            Data 26/07/2024
            Área EDUCAÇÃO FÍSICA
            Orientador(es)
            • Rodolfo Andre Dellagrana
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Melquisedeque da Silva Moraes
              Banca
              • Anderson Santiago Teixeira
              • Guilherme Moreira Caetano Pinto
              • Hugo Alexandre de Paula Santana
              • Rodolfo Andre Dellagrana
              Resumo O bio-banding busca diminuir o viés de seleção e gerar equidade nas oportunidades entre atletas de maturação distinta. Em um ambiente de muitas variáveis, a reprodutibilidade surge como uma possibilidade de verificar a consistência das respostas físicas. Portanto, o objetivo deste estudo foi analisar a reprodutibilidade dos indicadores de desempenho de corrida durante jogos reduzidos a partir do confronto entre equipes de mesmo e diferente estatuto maturacional em jovens jogadores de futebol. Participaram do estudo 36 atletas de futebol do sexo masculino, com faixa etária entre 12 a 15 anos de idade (Sub13 N=20; Sub15 N=16), e foram submetidos a seis fases de avaliações: 1) medidas antropométricas, para determinar o pico de velocidade de crescimento (PVC) e testes físicos; 2) protocolo de jogos reduzidos para identificação de jovens talentos no futebol; 3) jogos reduzidos com equipes oponentes com jogadores com mesmo PVC; 4) jogos reduzidos com equipes oponentes com jogadores com diferente PVC; 5 e 6) os encontros 3 e 4 foram repetidos, com intuito de verificar a reprodutibilidade das demandas físicas (distância total percorrida – DT, velocidade máxima, velocidade média e sprints). Para a estatística descritiva foi utilizada média e desvio padrão. A normalidade foi verificada pelo teste de Shapiro-Wilk. Para comparar as diferenças para as variáveis antropométricas e físicas pré jogo, a ANOVA two-way foi realizada (fator 1 = categoria; fator 2 = maturação), seguida pelo teste de post-hoc de Bonferroni. O teste-t pareado foi realizado para comparar as variáveis dependentes entre as condições de teste e reteste. O tamanho de efeito (TE) foi calculado, e o critério de Cohen foi adotado (>0,2 = efeito pequeno; >0,5 = efeito moderado; >0,8 = efeito grande). A correlação de Pearson foi realizada para analisar a relação entre as demandas físicas durante os jogos. Por fim, o teste t para amostras independentes foi realizado para comparar o delta entre jogos com oponentes de mesmo e diferente estágios maturacionais. Para o tratamento estatístico foi utilizado o software IBM SPSS Statistics for Windows, versão 21.0 (IBM Corp.,Armonk, NY, USA). O nível de significância adotado foi de 5%. De maneira geral, em ambas categorias (sub-13 e sub-15) os tardios apresentaram respostas reprodutíveis jogando contra o mesmo estatuto maturacional. No entanto, no jogo contra diferente estatutos maturacionais as respostas físicas reduziram no segundo jogo. Para os avançados, foi o contrário, as repostas foram reprodutíveis no jogo contra maturação não pareada, mas não foram reprodutíveis contra atletas de maturação pareada. Portanto, os resultados indicam que as respostas físicas dos jovens jogadores de futebol durante jogos reduzidos não são consistentemente reprodutíveis quando se consideram diferentes estágios maturacionais. Em conclusão, observou-se que as variáveis de desempenho físico variaram significativamente entre o primeiro e o segundo jogo, tanto em confrontos com oponentes de mesmo estatuto maturacional quanto em jogos entre jogadores de maturações diferentes. Isto destaca a complexidade das interações entre maturação biológica e desempenho físico em contextos de jogos reduzidos.
              Efeitos de dois Programas de Telerreabilitação sobre a capacidade funcional e qualidade de vida de pessoas com Osteoartrite de joelho: Um ensaio clínico randomizado único cego
              Curso Mestrado em Ciências do Movimento
              Tipo Dissertação
              Data 05/06/2024
              Área EDUCAÇÃO FÍSICA
              Orientador(es)
              • Glaucia Helena Goncalves
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Fernando Dias Boeira
                Banca
                • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                • Glaucia Helena Goncalves
                • Gustavo Christofoletti
                • Robson Chacon Castoldi
                Resumo Introdução A osteoartrite (OA) é uma doença degenerativa, crônica, que causa dor,
                limitação e incapacidade funcional. Os sintomas geralmente são de início gradual e
                progressivo, exigindo tratamento contínuo e a longo prazo. O exercício físico é o
                tratamento não cirúrgico mais benéfico da OA de joelho. Entretanto, esses pacientes
                costumam diminuir o nível de atividade física ao longo do tempo, sendo um grande
                desafio para o tratamento. Uma alternativa para incentivar a manutenção do exercício
                físico é oferecer esta modalidade remotamente, com supervisão, utilizando tecnologia
                da telecomunição para reabilitação. Objetivo: Avaliar os efeitos de dois programas de
                telerreabilitação, nos formatos síncrono e assíncrono, sobre a capacidade funcional e
                qualidade de vida de pessoas com OA de joelho. Método: Este é um ensaio clínico
                randomizado, único cego, de análise quantitativa, com dois momentos de avaliação:
                pré e pós intervenção. Os participantes com OA de joelho foram randomizados em
                dois grupos: grupo síncrono (GS), que realizou o programa de exercícios por
                videochamada; e o grupo assíncrono (GA), que realizarou o mesmo programa de
                exercícios com o apoio de cartilha explicativa. O programa de exercícios foi realizado
                três vezes por semana durante seis semanas. Os participantes foram avaliados
                quanto ao desempenho funcional pelos testes: Caminhada Rápida de 40 metros
                (TC40m); Sentar e levantar de 30 segundos (TSL30s); e Subir e Descer Escadas
                (TEscada); e responderam sobre sua percepção de dor, função física, qualidade de
                vida e adesão por meio dos questionários: Western Ontario and McMaster Universities
                Osteoarthritis Index (WOMAC), World Health Organization Quality of Life - versão
                curta (WHOQOL-bref) e Exercise Adherence Rating Scale (EARS). Resultados:
                Foram avaliados 30 participantes, com idade média entre 41 e 76 anos (93,3% do
                sexo feminino), IMC de 30.6 kg/m2. Os grupos foram homogêneos quantos às
                características demográficas e clínicas. Com relação aos testes de desempenho
                físico, ambos os grupos apresentaram significativa diminuição de tempo na execução
                do T-C40m, No T-SL30, ambos os grupos apresentaram aumento significativo na
                quantidade de movimentos realizados e T-Escada, houve significativa diminuição de
                tempo de execução. WOQHOL-Bref não foram observadas interações significativas
                entre grupos ou momentos. WOMAC, nas dimensões ‘Dor’ e ‘Função’, apenas o grupo
                assíncrono apresentou diferenças significativas. WOMAC – Total, foi observada
                diferença significativa. No EARS, o GS apresentou média de 17,00 (6,5) e o GA, de
                16,40(5,59) na seção B, e 27,90 (4,77) e 24,30(6,9), na seção C, indicando boa
                aceitação de ambos os programas. Conclusão: Nos resultados, observamos que
                ambos os programas são exequíveis e bem aceitos. Entretanto, não foi possível fazer
                conclusões consistentes a respeito da modalidade síncrona quanto a dor e função.
                Análise do histórico de lesões esportivas e fatores associados segundo o nível de graduação no Brazilian Jiu-Jitsu
                Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                Tipo Dissertação
                Data 29/04/2024
                Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                Orientador(es)
                • Silvio Assis de Oliveira Junior
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Lucas Gabriel Ortigoza
                  Banca
                  • Claudiane Maria Barbosa
                  • Rafael Lima Kons
                  • Rodolfo Andre Dellagrana
                  • Silvio Assis de Oliveira Junior
                  Resumo Introdução: Além de um esporte de combate, o Brazilian Jiu-jitsu (BJJ) é
                  também um esporte aplicado à defesa pessoal, que tem por objetivo subjugar o seu
                  oponente, utilizando a força por meio de um sistema de alavancas. Em termos de prática,
                  o BJJ envolve importante condicionamento físico, concentração e controle emocional. As
                  diferentes e complexas exigências do BJJ podem constituir fatores associados com o
                  acometimento de lesões esportivas. Outros fatores associados ao desenvolvimento de
                  lesões incluem faixa etária, composição corporal, flexibilidade, sobrecarga de
                  treinamento, histórico de lesões prévias e nível de graduação. Esses atributos devem ser
                  considerados para melhor compreensão dos mecanismos de lesões nessa modalidade.
                  Objetivo: Analisar o histórico de lesões musculoesqueléticas esportivas e fatores
                  associados segundo o nível de graduação em praticantes de BJJ. Metodologia: O presente
                  estudo constitui-se como pesquisa descritiva e analítica, sob delineamento transversal
                  retrospectivo. A casuística amostral foi constituída por meio de conveniência e contou
                  com 109 participantes procedentes de sete academias de treinamento de BJJ, situadas no
                  município de Campo Grande, MS. Os participantes foram alocados em três grupos
                  independentes, definidos segundo categoria (cor) de faixa: G1, com participantes com
                  faixa branca; G2, com participantes de faixas azul e roxa; e G3, com participantes de
                  faixas marrom e preta. Foram coletados dados demográficos, antropométricos e dados
                  referentes a lesões musculoesqueléticas esportivas por meio de questionários. A
                  flexibilidade foi analisada por meio do teste de sentar e alcançar no banco de Wells.
                  Resultados: Em relação à casuística, os participantes eram de ambos os gêneros, sendo
                  87 do gênero masculino e 22 do gênero feminino, e detinham idade de 32,6±7,9 anos,
                  1,74±0,82 m de estatura e 82,1±14,5 kg de massa corporal. Em relação às características
                  esportivas, os participantes possuíam 77,0 (6,0 – 300,0) meses de prática de BJJ e carga
                  horária de treinamento de 5,8 (1,0 – 45,0) h/semana. Os grupos G2 e G3 possuíam maiores
                  valores de índice de massa corporal. Quanto ao histórico de treinamento (HT) os
                  participantes do G3 possuíam maiores valores do que os demais grupos. A taxa de lesões
                  por praticante, assim como a taxa de lesões por praticante lesionado foram maiores no
                  G3, embora G2 tenha apresentado maior número de casos de lesão.Em membros
                  superiores, os participantes de G2 mostraram maior prevalência de lesões em comparação
                  ao G1, com maiores índices e diferenças estatísticas, sucessivamente, em ombros,
                  cotovelos e conjunto antebraço, punho e mão. Nos membros inferiores, lesões em joelho
                  e complexo tornozelo/pé foram mais prevalentes em G2 e G3, quando comparados a G1.
                  Não foram constatadas diferenças estatisticamente significativas nas comparações entre
                  G2 e G3.
                  Conclusão:As lesões articulares no ombro ,por entorse e chave de
                  articulação/estrangulamento foram as mais comuns em todos os níveis de graduação, do
                  BJJ.Indivíduos com maior nível de graduação apresentaram maiores índices de lesões
                  musculares retrospectivas.Tempo de exposição semanal ao treinamento ,constituiu um
                  dos principais fatores preditivos de lesões em praticantes Iniciantes enquanto
                  idade,tempo de exposição em meses e nível de graduação esteve associado ao maior
                  ocorrência retrospectivas de lesões,nos praticantes Intermediários e Avançados.
                  Impactos da COVID-19 na produção científica dos Programas de Pós-graduação em Educação Física
                  Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                  Tipo Dissertação
                  Data 24/04/2024
                  Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                  Orientador(es)
                  • Gustavo Christofoletti
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Sarah Jane Lemos de Melo
                    Banca
                    • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                    • Gustavo Christofoletti
                    • Mariana Bogoni Budib
                    • Thomaz Nogueira Burke
                    Resumo A pandemia de COVID-19 gerou transformações significativas na sociedade, especialmente no cenário educacional, levando os profissionais de educação física a adotarem o treinamento online. Apesar dessas mudanças, o impacto da pandemia na produção científica dos pesquisadores em educação física permanece pouco explorado. Este estudo analisou os currículos de 558 pesquisadores brasileiros em 27 programas de pós-graduação em Educação Física, com o objetivo de investigar o potencial impacto da pandemia nas publicações científicas. As análises foram feitas em ambiente virtual, com dados publicamente disponíveis nos site dos Programas de Pós-graduação e nos respectivos currículos lattes. A produção dos pesquisadores de 2018 a 2022 passou por uma análise abrangente, considerando o número total de publicações, a classificação Qualis (índice brasileiro que avalia a qualidade dos estudos) e o Fator de Impacto da Clarivate (JCR). Os dados foram analisados por meio de testes Qui-Quadrado e Kruskall-Wallis, com um nível de significância de 5%. No total, os pesquisadores publicaram 17.932 manuscritos no período mencionado. Durante a pandemia de COVID-19, houve uma redução de 16,4% no número de artigos publicados (P = 0,001). Essa diminuição foi semelhante
                    entre homens e mulheres (P = 0,603) e associada a uma piora na classificação Qualis (P = 0,001). Por outro lado, o Fator de Impacto dos periódicos onde os manuscritos foram publicados permaneceu estável (P = 0,275). Com relação ao perfil dos pesquisadores, a maioria possui graduação em Educação Física, e chama
                    a atenção que 68% dos docentes são homens, e esse desequilíbrio é ainda mais acentuado entre os bolsistas, com 79% sendo do sexo masculino. Para além dos objetivos propostos, outro aspecto preocupante evidenciado pela análise, foi a disparidade no número de doutorados entre as regiões, sendo o Nordeste a que
                    apresentou menor quantidade. Os resultados sugerem um possível impacto da pandemia na produção científica dos pesquisadores em Educação Física em todas as regiões e de ambos os sexos. Agências de financiamento devem considerar os desafios associados à pandemia ao avaliar o trabalho acadêmico e os programas de
                    pesquisa.
                    Efeito da eletroestimulação trancutânea do nervo tibial sobre os sintomas urinários neurogênicos e qualidade de vida em mulheres com esclerose múltipla
                    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                    Tipo Dissertação
                    Data 01/04/2024
                    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                    Orientador(es)
                    • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Fabio Roberto Barbosa Saiki
                      Banca
                      • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                      • Cristine Homsi Jorge Ferreira
                      • Gustavo Christofoletti
                      • Néville Ferreira Fachini de Oliveira
                      Resumo A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crônica, autoimune, inflamatória e desmielinizante que causa alterações motoras e disfunções no Trato Urinário Inferior (TUI). Objetivo: Verificar a eficácia da Eletroestimulação Transcutânea do Nervo Tibial (EETT) associado com Treinamento Muscular do Assoalho Pélvico (TMAP) nos Sintomas do Trato Urinário Inferior (STUI) em mulheres com EM. Método: Estudo de Ensaio Clínico controlado foi desenvolvido com 29 mulheres com idade entre 18 a 59 anos, com diagnóstico clínico de EM no Ambulatório de Urologia do HUMAP/UFMS, que foram distribuídos em dois grupos: Grupo Experimental (G1) e Grupo Controle (G2). O G1 (n=13) foi submetido a duas sessões semanais de EETT associado com TMAP durante doze semanas. O G2 (n=16) realizou TMAP em âmbito domiciliar duas vezes por semana durante doze semanas. As avaliações ocorreram no início e final das intervenções (12 semanas) através dos respectivos instrumentos: OAB-V8 que avalia o nível de comprometimento dos STUI e Q-FS que avaliação da Qualidade de Vida (QV). A análise estatística se deu pelo uso de média e desvio-padrão para caracterizar os dados e a comparação do tamanho amostral na qual foi realizada pelo teste qui-quadrado. A Idade e Escala Expandida da Doença (EDSS) foram avaliadas pelo teste t Student independente. Os efeitos das terapias sobre o OAB-V8 foram realizados pelo teste de Análise de Variâncias para Medidas Repetidas. Significância foi admitida em 5% e tamanho do efeito (ƞ2p) foram reportados quando houve diferença significativa entre grupos. Resultados: O G1 apresentou média de idade de 33,4 anos e G2 de 36,9 anos. Os grupos eram homogêneos no início do estudo. Em relação aos sintomas urinários (OABV-8), os grupos apresentaram diferenças (P = 0,009; ƞ2p = 0,228). Houve uma oscilação com melhora nos dois grupos (P = 0,001; ƞ2p = 0,606), mas a melhora foi maior no G1 que realizou a EETT associado a TMAP (P = 0,001; ƞ2p = 0,353). Em relação a qualidade de vida de forma geral os grupos apresentaram padrões semelhantes (P = 0,115). Houve uma oscilação dos valores nos dois grupos (P = 0,001; ƞ2p = 0,456), mas a melhora foi maior no grupo G1 (P = 0,001; ƞ2p = 0,353). Conclusão: Os resultados reforçam os benefícios da EETT associado ao TMAP na redução dos STUI e na melhora da QV no quesito preocupações com as limitações e sentimentos negativos associados em mulheres com EM.
                      AVALIAÇÃO ELETROMIOGRÁFICA DOS MÚSCULOS DO ASSOALHO PÉLVICO DE MULHERES PRATICANTES DE CROSS TRAINING: UM ESTUDO TRANSVERSAL
                      Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                      Tipo Dissertação
                      Data 11/03/2024
                      Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                      Orientador(es)
                      • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Sidinéia Silva Pinheiro Cavalcante Franco
                        Banca
                        • Adélia Correia Lúcio Girardi
                        • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                        • Gustavo Christofoletti
                        • Juliana Prati Salvador
                        Resumo Introdução: A Incontinência Urinária de Esforço (IUE) é definida, como a queixa de qualquer perda involuntária de urina durante esforço, prática de exercício, ao tossir ou espirrar. Uma das modalidades mais praticadas na atualidade por mulheres é o cross training, o que torna importante avaliar a ocorrência da IU nessas mulheres. Objetivo: Comparar a atividade bioelétrica do assoalho pélvico de mulheres sedentárias saudáveis com o de mulheres praticantes de cross training com e sem IU. Métodos: Estudo transversal, composto por mulheres sedentárias e mulheres praticantes de cross training, foi utilizado o questionário Internacional Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form ICIQ-SF para categorizar a amostra em três grupos: grupo sedentárias sem IU - GC (n=16), grupo praticantes de cross training sem IUE - G1 (n=14) e grupo praticantes de cross training com IUE – G2 (n=15). As avaliações também envolveram os questionários sociodemográfico, Questionnaire for Urinary Incontinence Diagnosis- QUID-Br- Version in Portuguese, Three Incontinence Questionnaire- 3IQBbr, e a Eletromiografia de superfície para avaliação da atividade bioelétrica da musculatura do MAP por meio do Protocolo Glazer. Os dados obtidos foram analisados pelo teste de Kruskal-Wallis, seguido pelo pós-teste de Dunn, teste do qui-quadrado, com correção de Bonferroni, quando necessária. Os demais resultados deste estudo foram apresentados na forma de estatística descritiva ou na forma de tabelas e gráficos. Resultados: Foram avaliadas 45 mulheres, com idades médias para os três grupos de 35,19±1,74; 37,20±1,48 e 32,12±1,73 respectivamente. Observou-se que a porcentagem de mulheres que relataram “Perco quando estou fazendo atividades físicas” foi de 66,7%. O questionário QUID-Br e 3IQ-Br mostrou que o tipo de IU mais predominante foi a IUE com 93,3% das mulheres que se queixam de IU. Quanto aos resultados da EMGs obtivemos diferença significativa nos itens tempo(s) da endurance dos músculos do assoalho pélvico, onde esse tempo foi menor entre as mulheres praticantes de cross training com IUE em relação ao grupo de mulheres sedentárias. Outro achado com diferença significativa foi nas médias de picos de contrações rápidas e lentas do MTA que foi maior entre as mulheres praticantes e sem IUE quando comparada as sedentárias. Conclusão: Este estudo verificou correlação entre a ocorrência de IUE com uma baixa atividade bioelétrica do transverso abdominal e um déficit de endurance nos músculos do assoalho pélvico.
                        Influência aguda da irradiação intravascular de sangue a laser modificada (ILIB) sobre a potência anaeróbia e estimadores cardiovasculares em sujeitos ativos
                        Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                        Tipo Dissertação
                        Data 15/09/2023
                        Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                        Orientador(es)
                        • Silvio Assis de Oliveira Junior
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Yann Zurutuza
                          Banca
                          • Gaspar Rogerio da Silva Chiappa
                          • Heloyse Elaine Gimenes Nunes
                          • Rodolfo Andre Dellagrana
                          • Silvio Assis de Oliveira Junior
                          Resumo Introdução: A Irradiação Intravascular de Sangue a Laser (ILIB) é uma técnica de laser de baixa potência, porém, com efeitos sistêmicos. A ILIB apresenta inúmeros efeitos sob diversos mecanismos de ação, como ativação do sistema antioxidante, inibição do processo inflamatório sistêmico, aumento da fluidez do sangue e da propriedade hemorreológica ligada as hemácias. Objetivo: Investigar a influência aguda de ILIB sobre a potência muscular e aspectos cardiovasculares, incluindo a variabilidade da frequência cardíaca (VFC), em indivíduos fisicamente ativos submetidos a uma prova de esforço de alta intensidade. Metodologia: Este estudo é um ensaio clínico cruzado randomizado controlado. Foram avaliados 14 participantes do sexo masculino, estudantes universitários, com média de idade de 23,1 ± 4,1 anos e praticantes de atividade física regular. Os voluntários participaram dos dois grupos de intervenção (ILIB e placebo) em momentos distintos. Para a intervenção com ILIB, foram adotados os seguintes parâmetros, 30 min de irradiação, comprimento de onda de 660nm, potência de 100mW e área de feixe de 3mm. No primeiro momento, os sujeitos foram avaliados para caracterização da amostra e registro de indicadores cardiovasculares, nível de lactato sanguíneo em repouso e em resposta ao teste de Wingate. Logo após, os participantes receberam uma sessão do protocolo experimental, determinado por sorteio. Terminadas as sessões dos protocolos experimentais, foi realizada nova sessão para reavaliação de indicadores cardiovasculares e nível de lactato sanguíneo em repouso e em resposta ao teste de Wingate. Após sete dias, toda a coleta se repetiu, porém, os participantes realizaram o protocolo experimental remanescente. Resultado: Durante o teste de Wingate as variáveis analisadas foram potência máxima, potência máxima relativa, potência média, potência média relativa e índice de fadiga. Apenas o índice de fadiga apresentou diferença estatisticamente significante (p<0,05), para a etapa pós-ILIB (43,2±9,9%) comparado ao grupo pós-PB (52,5±14,9%). A FC de repouso apresentou redução após o uso da ILIB (63,0±8,3 bpm) em comparação as outras etapas. Além disso, para o lactato sanguíneo, o momento de recuperação após uso da ILIB (5,9±2,7 mmol/L) apresentou diferença significativa (p<0,05) para as demais etapas. A VFC os índices RMSSD e pNN50 apresentaram diferença significativa (p<0,05) em repouso pós-ILIB (1,83±0,12 ms; 1,64±0,11 %), comparando ao grupo pré-ILIB (1,53±0,19 ms; 1,21±0,32 %). O índice HF apresentou diferença significativa (p<0,05) da etapa pós-ILIB (1,70±0,03 ms²) para a etapa pós-PB (1,49±0,28 ms). Conclusão: O uso da ILIB retardou o início de fadiga em uma prova de esforço de alta intensidade e reduziu a concentração de lactato sanguíneo em uma recuperação curta. Além disso, a ILIB aumentou a variabilidade da frequência cardíaca, indicando sensibilizar a atividade parassimpática.
                          ESTRATÉGIAS DE COPING ENTRE JOVENS ATLETAS: UMA REVISÃO DE ESCOPO
                          Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                          Tipo Dissertação
                          Data 14/09/2023
                          Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                          Orientador(es)
                          • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Sandro Torales Schulz
                            Banca
                            • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                            • Fabiane de Oliveira Macedo
                            • Hugo Alexandre de Paula Santana
                            • Sarita de Mendonca Bacciotti
                            Resumo Introdução: Os atletas jovens frequentemente enfrentam diferentes tipos de
                            pressões, relacionadas às competições, relações profissionais, pessoais ou
                            familiares. Gerenciar essas ameaças psicológicas é essencial para a garantia de
                            resultados esportivos satisfatórios. Assim, a compreensão de como os atletas lidam
                            com os desafios psicossociais, pode proporcionar aumento da produtividade
                            esportiva, contribuir para o aumento de foco e concentração, além de tomadas de
                            decisões mais assertivas. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo identificar
                            e mapear na literatura científica as estratégias de coping utilizadas por jovens atletas
                            e suas possíveis relações com a idade, sexo, modalidade esportiva e nível competitivo
                            dos atletas. Métodos: Trata-se de uma revisão de escopo, que adotou como
                            referencial teórico a abordagem proposta pelo método Joanna Briggs Institute (JBI) e

                            recomendações da Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-
                            Analyses extension for Scoping Review (PRISMA-ScR). Utilizou a estratégia

                            População-Conceito-Contexto para compor a questão de pesquisa. A busca foi
                            realizada nas bases de dados PUBMED, WEB OF SCIENCE, MEDLINE, LILACS,
                            SCIELO, PsycINFO, Scopus e SPORTDiscus, e os termos utilizados foram “youth
                            athletes” OR “young athletes”, “coping” OR “athletic coping” OR “coping strategies” OR
                            “coping skills” e “Sports” OR “Athletics” OR “Athletic” OR “Youth Sports” NOT “Injuries”,
                            e seus respectivos correspondentes nos idiomas português e espanhol. Sendo
                            realizada por dois pesquisadores de maneira independente. Resultados: Obteve-se
                            4.038 artigos com a busca nas bases de dados e 28 publicações para análise após a
                            aplicação dos critérios de exclusão. Dos 28 artigos, 22 (78,6%) estudos utilizaram
                            análises quantitativas e 6 (21,4%) de análises qualitativas. A revisão revelou que os
                            jovens atletas de modo geral, empregam com maior frequência estratégias de coping
                            focado na emoção, e os atletas um pouco mais velhos, direcionam seus esforços em
                            estratégias com base cognitiva para mudar o evento estressante (ou seja, focado no
                            problema). Os meninos tendem a utilizar mais estratégias de coping focadas no
                            problema, enquanto as meninas utilizam mais estratégias de coping focadas nas
                            emoções e busca por apoio social. Quanto ao tipo de esporte praticado observou-se
                            que atletas de esportes individuais utilizam mais estratégias de coping e
                            especialmente focadas na emoção, como a busca por apoio social, além de
                            estratégias relacionadas à concentração. Enquanto atletas de esportes coletivos

                            apresentaram com maior frequência estratégias de coping focadas no problema,
                            relacionadas a melhores rendimentos esportivos. Atletas de nível competitivo mais
                            elevado, tendem a aplicar com maior frequência estratégias focadas no problema,
                            como controle emocional, rápida recuperação frente ao erro ou fracasso, elevado
                            desempenho frente ao desafio, planejamento e preparo mental, foco, confiança e
                            motivação no desempenho. Conclusão: As estratégias de coping adotadas por
                            jovens atletas parecem ser diferentes conforme sexo, idade, esporte e nível
                            competitivo. Aponta-se a necessidade de estudos futuros realizados de forma
                            longitudinal, para analisar como os jovens atletas de maneira geral lidam com o
                            estresse imposto pelo ambiente esportivo e competitivo, pois as estratégias de coping
                            mudam ao longo da vida, fato este que faz necessárias atualizações constantes.
                            Efeito da maturação biológica nas respostas físicas durante jogos reduzidos de futebol
                            Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                            Tipo Dissertação
                            Data 14/09/2023
                            Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                            Orientador(es)
                            • Rodolfo Andre Dellagrana
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Rita Adriana Stoeterau Moré
                              Banca
                              • Hugo Alexandre de Paula Santana
                              • Rodolfo Andre Dellagrana
                              • Rodrigo Leal de Queiroz Thoma de Aquino
                              • Sarita de Mendonca Bacciotti
                              Resumo Introdução: O desempenho no futebol sofre influência de restrições da tarefa
                              (e.g., modificações no jogo), do indivíduo (e.g., características intrínsecas) e do
                              ambiente (e.g., terreno de jogo). Para jogadores das categorias de base, muitos estudos
                              têm investigado o efeito relacionado à restrição da tarefa no desempenho físico,
                              enquanto que para a restrição do indivíduo estudos têm focado no efeito da idade
                              cronológica sobre o desempenho físico. Entretanto, tem-se evidenciado que a
                              maturação biológica pode apresentar grande influência no desempenho físico de jovens
                              jogadores de futebol. Objetivo: Portanto, o objetivo do presente projeto é investigar os
                              efeitos da maturação biológica nas respostas físicas de jogadores de futebol durante
                              jogos reduzidos. Método: Participaram do estudo 36 jogadores de futebol com idades
                              entre 12 e 15 anos, e foram submetidos a quatro dias de avaliações: 1) medidas
                              antropométricas, determinação do pico de velocidade de crescimento (PVC) e testes
                              físicos (potência muscular e capacidade aeróbia); 2) protocolo de jogos reduzidos para
                              identificação do nível técnico-tático dos atletas, com intuito de compor as equipes para
                              os encontros posteriores; 3) jogos reduzidos com equipes oponentes com jogadores
                              com mesmo PVC; 4) jogos reduzidos com equipes oponentes com jogadores com
                              diferente PVC, para avaliar as respostas físicas (distância total percorrida, distâncias
                              percorridas em diferentes velocidades, frequência cardíaca e percepção subjetiva de
                              esforço). Os encontros 3 e 4 foram randomizados. Para análise estatística, foram
                              utilizadas análises de variância (ANOVA) two-way modelo misto (fator 1 = tempo; fator
                              2 = maturação biológica), seguida pelo teste de post-hoc de Bonferroni para comparar
                              as diferenças entre os níveis maturacionais. Resultados: Na categoria Sub-13, foi
                              observada diferença significativa na interação maturação*jogos, na DT (p =0,042) e na
                              Vméd (p= 0,042), onde os jogadores com maturação tardia, tiveram aumento na DT e na
                              Vméd durante o 2o tempo de jogo, ao jogar contra adversários de diferente nível de
                              maturação biológica. Com relação aos jogos (J1=mesmo estágio de maturação e J2=
                              diferente estágio de maturação), foram encontradas diferenças significativas na DT (p
                              =0,024) e para Vméd (p= 0,026), sendo que no J2 foram produzidas maiores distâncias
                              totais percorridas e maior velocidade média no 2o tempo de jogo. Para maturação foram
                              encontradas diferenças significativas na Vmáx (p=0,037), sendo que os jogadores com
                              maturação avançada alcançaram maior velocidade máxima ao se considerar o tempo total
                              de jogo. Conclusão: Ao jogar com adversários com mesmo estágio de maturação, a
                              demanda física é reduzida em comparação a jogar contra adversários com estágio de
                              maturação diferente. Em resumo, esses resultados sugerem que a maturação biológica
                              afeta as respostas físicas durante o jogo de futebol, dependendo do estado de
                              maturação individual. Jogadores de maturação avançada enfrentam um desafio
                              fisiológico maior manifestado por FCmáx e %FCmáx mais altas na competição com
                              mesmo PVC em comparação com a competição com diferente PVC.
                              NECESSIDADES PSICOLÓGICAS BÁSICAS E A MOTIVAÇÃO NO AMBIENTE ESPORTIVO DE ATLETAS DE ATLETISMO E GINÁSTICA ARTÍSTICA
                              Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                              Tipo Dissertação
                              Data 14/09/2023
                              Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                              Orientador(es)
                              • Sarita de Mendonca Bacciotti
                              Coorientador(es)
                              • Thayse Natacha Queiroz Ferreira Gomes
                              Orientando(s)
                              • ADAN MEDINA RAMIRES
                              Banca
                              • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                              • Fabiane de Oliveira Macedo
                              • José Roberto Andrade do Nascimento Junior
                              • Sarita de Mendonca Bacciotti
                              Resumo Introdução: A motivação é um processo pelo qual o comportamento humano é incentivado e energizado para o cumprimento de objetivos. Segundo a Teoria da Autodeterminação, o indivíduo é um organismo dinâmico que se move para nutrir três necessidades psicológicas básicas (NPB) inatas a todo ser humano (autonomia, competência e relacionamento). Estudos observam fenômenos motivacionais nos mais variados ambientes socioculturais, porém, poucos são os contextos que a ilustram tão bem quanto o esporte. Independentemente do nível competitivo, a motivação será o foco das atenções. Os pais também têm papel de destaque na relação com a motivação para a prática esportiva, sendo eles os primeiros agentes de socialização e influenciadores de atitudes positivas e negativas de seus filhos. Há evidências da influência parental no apoio às NPB em diferentes níveis competitivos. Objetivo: Analisar a percepção de atletas brasileiros das modalidades esportivas do Atletismo (AT) e da Ginástica Artística (GA), quanto às necessidades psicológicas básicas, motivação no esporte e motivação parental. Métodos: No estudo transversal e quantitativo, realizado com 55 atletas do sexo masculino e feminino das modalidades esportivas do Atletismo (n= 24) e da Ginástica Artística (n= 31), foram aplicados os questionários Escala de Satisfação das Necessidades Básicas no Esporte - BNSSS, Escala de Motivação para o Esporte – SMS II e o Clima Motivacional Percebido pelos Pais – PIMCQ-2P, todos em ambiente virtual através do site do Projeto Medalha. Na estatística, foi realizado o teste Shapiro-Wilk para verificação da normalidade dos dados, as análises descritivas (M±DP) e de variância - ANCOVA (p≤0,05). Resultados e Discussão: Referentes às NPB, em todos os atletas foram observados níveis satisfatórios de apoio para as dimensões de Autonomia, Competência e Relacionamento. Quanto à motivação no esporte, no AT em ambos os sexos e na GA para o sexo feminino, os atletas demonstraram estarem mais motivados intrinsecamente. Na percepção do atleta sobre a motivação parental da mãe e do pai, os atletas de ambas as modalidades perceberam a motivação mais intrinsicamente também. Nas comparações, foram observadas diferenças significativas nas NPB somente na comparação entre as modalidades esportivas, na qual atletas do AT apresentaram mais Autonomia (p=0,03) em relação aos da GA. Foram encontradas diferenças significativas na motivação no esporte somente na comparação entre as categorias competitivas, na qual atletas da categoria juvenil apresentaram mais Desmotivação (p=0,01), e por fim, diferenças significativas na motivação parental somente na comparação entre categorias competitivas, onde os atletas da categoria infantil perceberam mais a motivação para o Prazer na Aprendizagem (p=0,01) e os atletas da categoria juvenil perceberam mais a motivação com Ênfase no Erro (p=0,02). Considerações finais: A pesquisa pode ser uma ferramenta útil para uma maior compreensão dos fatores que podem potencializar ou atenuar a vontade de atletas em permanecer em suas modalidades esportivas. Ademais, pode auxiliar os clubes, os treinadores e os pais/responsáveis a refletirem sobre a criação um ambiente mais propício para a satisfação das NPB, auxiliando no crescimento universal e no desenvolvimento pessoal e social dos atletas.
                              Palavras-chave: Necessidades psicológicas. Motivação esportiva. Motivação parental.
                              Os efeitos agudos da ingestão de Tereré (ilex paraguariensis) sobre indicadores de hidratação em judocas
                              Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                              Tipo Dissertação
                              Data 12/09/2023
                              Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                              Orientador(es)
                              • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Felipe Eliezer Ferreira Denarde
                                Banca
                                • Carlos Alexandre Fett
                                • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                • Dayanne Sarah Lima Borges
                                • Jeeser Alves de Almeida
                                Resumo Introdução: A erva-mate (EM) (Ilex paraguariensis), consumida com água gelada,
                                ou seja, tereré, contém compostos químicos (ex. cafeína, polifenóis e saponinas)
                                com propriedades vasodilatadoras, hidratantes e estimulantes que poderiam auxiliar
                                atletas, especialmente os de luta, que costumam experimentar fadiga e desidratação
                                em decorrência da alta intensidade/duração dos treinamentos/competições, do
                                quimono e das estratégias de perda rápida de peso. Entretanto, em nossa revisão,
                                não encontramos estudos envolvendo erva-mate e hidratação de atletas. Objetivo:
                                Avaliar os efeitos agudos da ingestão de tereré (erva-mate) sobre os indicadores de
                                hidratação em judocas. Metodologia: Trata-se de um estudo randomizado, uni-cego
                                e cruzado (já aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa) envolvendo 9 judocas (5
                                homens e 4 mulheres, 18 ± 2,71 anos), saudáveis, federados e experientes no
                                esporte (10,11 ± 3,05 anos). A hidratação foi avaliada por medidas de peso corporal,
                                água corporal total, água intra e extracelular (por bioimpedância elétrica), escala e
                                sensação de sede e gravidade específica da urina. As medidas foram feitas antes
                                (M1 - 0 minuto), após 60 minutos (M2 - 80 minuto) da ingestão de tereré (50g de
                                erva com água gelada 6mL/kg) ou água gelada (6mL/kg) e logo após a realização de
                                uma sessão de treinamento do judô (M3 ~181 minuto). O teste ANOVA Two-way de
                                medidas repetidas não mostrou efeito significante de interação grupo × momento
                                (p > 0,05) para nenhum desfecho analisado. A sensação e escala de sede
                                aumentaram significativamente após a sessão de treinamento, porém sem
                                diferenças entre grupos (p > 0,05). Conclusão: Nossos achados sugerem que a
                                ingestão aguda do tereré (Ilex paraguariensis) foi tão eficaz quanto a água para
                                promover a hidratação dos judocas.
                                Modulação autonômica e capacidade aeróbica em mulheres com fibromialgia segundo nível de atividade física
                                Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                Tipo Dissertação
                                Data 11/09/2023
                                Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                Orientador(es)
                                • Paula Felippe Martinez
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Ana Plácida Marino Chamani Almanza
                                  Banca
                                  • Claudiane Maria Barbosa
                                  • Luiz Carlos Marques Vanderlei
                                  • Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
                                  • Paula Felippe Martinez
                                  Resumo Introdução: A fibromialgia é uma condição de etiologia multifatorial caracterizada por dor
                                  difusa e que está associada com alterações na modulação autonômica. Nesse contexto, há evidências que a capacidade aeróbica e o nível de atividade física podem influenciar a modulação autonômica cardíaca em indivíduos com fibromialgia. Objetivo: Avaliar e comparar a modulação autonômica e a capacidade aeróbica em mulheres com fibromialgia e sem fibromialgia segundo o nível de atividade física. Métodos: Trata-se de estudo transversal com amostra do tipo não probabilístico por conveniência constituída de mulheres com idade de 18 a 50 anos com diagnóstico de fibromialgia (GF, n= 21) e grupo controle pareado por idade de mulheres sem fibromialgia (GC, n= 17). O nível de atividade física (AF) foi avaliado por meio do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) versão curta e pela contagem do número de passos diários por meio de pedômetro. Posteriormente, a combinação dos resultados do IPAQ e do uso do pedômetro foi utilizada para classificar o nível de AF das participantes do GC e GF em ativas e inativas (GC inativa; GC ativa; GF inativa; GF ativa). A capacidade aeróbica foi estimada pelo consumo máximo de oxigênio obtido a partir de teste submáximo em bicicleta ergométrica utilizando protocolo Astrand-Ryhming. A modulação autonômica foi avaliada por meio da análise da variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em repouso nas posições deitado e sentado. Resultados: Os grupos foram homogêneos quanto à idade. O MET-min/semana da atividade vigorosa foi menor em GF que em GC. Não houve influência do nível de AF pelo critério duplo sobre a VFC na posição sentado, porém o GF apresentou menores valores da VFC que o GC. Houve influência do nível de AF sobre VO2máx, sendo que indivíduos ativos apresentam maior VO2máx que indivíduos inativos. O VO2máx não se correlacionou com os índices de VFC da posição sentada e deitada em GF e em GC. Conclusão: Mulheres com fibromialgia apresentam menor variabilidade da frequência cardíaca em repouso na posição sentada comparado ao grupo sem fibromialgia. O nível de atividade física influencia de forma semelhante a capacidade aeróbica dos indivíduos com e sem fibromialgia, porém não influencia a modulação autonômica.
                                  FUNCIONALIDADE E SARCOPENIA EM MULHERES COM FIBROMIALGIA SEGUNDO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA
                                  Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                  Tipo Dissertação
                                  Data 11/09/2023
                                  Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                  Orientador(es)
                                  • Paula Felippe Martinez
                                  Coorientador(es)
                                  • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                  Orientando(s)
                                  • Dayani Silva da Cruz
                                  Banca
                                  • Luís Alberto Gobbo
                                  • Mariana Bogoni Budib
                                  • Paula Felippe Martinez
                                  • Suzi Rosa Miziara Barbosa
                                  Resumo Introdução: A fibromialgia é uma condição crônica de causa desconhecida, caracterizada por ampla sensibilidade dolorosa e fadiga. Há evidências que a fibromialgia, independente da faixa etária traz prejuízos à funcionalidade do indivíduo. Além disso, sabe-se que a sarcopenia e o nível de atividade física podem interferir na funcionalidade, porém, até o presente momento, há escassez de estudos avaliando a associação dessas variáveis em indivíduos com fibromialgia. Objetivo: Avaliar e comparar a funcionalidade e a sarcopenia secundária em mulheres com e sem fibromialgia segundo o nível de atividade física. Métodos: Estudo transversal, realizado na Clínica Escola Integrada da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (CEI/UFMS), cuja amostra é composta por 50 mulheres com idade entre 20 e 50 anos, divididas em dois grupos, fibromialgia (GF; n= 25) e controle (GC; n= 25), pareadas por idade. As participantes foram avaliadas quanto à prática de atividade física (AF) por meio de autorrelato utilizando o Questionário Internacional de Atividade Física – IPAQ versão curta, e por método objetivo por meio do uso do pedômetro. A combinação dos resultados das avaliações objetivas e subjetivas da atividade física (IPAQ e pedômetro) foi utilizada para classificar o nível de AF das participantes do GC e GF em ativa e inativa (GC inativa; GC ativa; GF inativa; GF ativa). A funcionalidade foi avaliada por meio do WHODAS 2.0. Para avaliação da ocorrência de sarcopenia, todas as participantes foram avaliadas quanto à força muscular por meio do teste de sentar e levantar de cinco repetições (5STS), massa muscular esquelética apendicular (ASMM) por meio da análise de bioimpedância (BIA) e desempenho físico por meio do Timed-Up and Go Test (TUG Test). A sintomatologia da doença foi avaliada por meio do Questionário Sobre Impacto da Fibromialgia – QIF e a avaliação da intensidade da dor mensurada por meio da Escala de Avaliação Numérica (NRS). Aspectos Éticos: Protocolo de pesquisa aprovado sob parecer nº 5.265.046 e CAAE nº 53942021.4.0000.0021. Resultados: Não houve diferença quanto ao gasto energético total calculado a partir da atividade física autorrelatada entre o GC e GF, porém houve menor participação do GF em atividade física vigorosa (GC: 800(120-1440); GF: 0(0-960), p= 0,029). Não houve diferença significativa entre os grupos para atividade física avaliada de forma objetiva pelo uso do pedômetro (GC: 7349±3278; GF: 5700±3147 passos/dia, p= 0,07). A ocorrência de pré-sarcopenia foi significativamente maior no grupo fibromialgia (60%) que no grupo controle (8%; p<0,001). Entretanto, não houve ocorrência de sarcopenia e sarcopenia severa em nenhum dos grupos. O GF apresentou pior nível de incapacidade, entre moderada a grave (GC:14±10; GF:54±23, p<0,001), menor força muscular (GC:10±3; GF: 17,5±6,5; p<0,001) e pior capacidade funcional (GC: 6,5±0,8; GF: 9±2,5, p<0,001), em comparação ao GC. Após a subdivisão dos grupos pelo nível de AF (IPAQ e pedômetro), verificamos que a fibromialgia, como fator independente, piora significativamente as variáveis 5STS, TUG Test e WHODAS. Não houve interação significativa entre os fatores doença e nível de atividade física para nenhuma das variáveis. O nível de AF, como fator isolado, influenciou de maneira significativa somente a variável ângulo de fase na análise de bioimpedância. Observamos correlação moderada e significativa entre funcionalidade e aspectos relacionados à sarcopenia, como força muscular (r= 0,720, p<0,001) e desempenho físico (r= 0,714, p<0,001). Conclusão: Mulheres adultas com fibromialgia apresentam pior funcionalidade e maior ocorrência de pré-sarcopenia quando comparadas a mulheres sem fibromialgia com idade semelhante. O nível de AF, como fator isolado, não influenciou a força muscular, a capacidade funcional, a massa muscular e a funcionalidade em ambos os grupos.
                                  Ansiedade pré competitiva e desempenho em atletas de ginástica artística feminina
                                  Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                  Tipo Dissertação
                                  Data 05/09/2023
                                  Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                  Orientador(es)
                                  • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Higor Alexandre Alves de Oliveira
                                    Banca
                                    • Fabiane de Oliveira Macedo
                                    • Joel Saraiva Ferreira
                                    • José Eduardo Fernandes Ferreirinha
                                    • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                    Resumo Introdução: A ginástica artística feminina (GAF) é uma modalidade na qual exige alto desempenho nas capacidades físicas e motoras atribuídas a perfeição técnica em quatro aparelhos, sendo o solo o único que exige alta demanda artística combinada a obrigatoriedade musical, resultando em maior demanda metabólica nas ginastas. Por se tratar de uma modalidade na qual exige muita concentração para realizar séries perfeccionistas torna-se relevante analisar a ansiedade somática, cognitiva e a autoconfiança principalmente durante as competições, e analisar as influências que podem ser benéficas nesse ambiente como o desempenho aeróbio. Objetivo: Analisar a relação do desempenho aeróbio e a gordura corporal na ansiedade pré competitiva de ginastas durante apresentação de série na prova/aparelho solo.
                                    Métodos: O presente estudo descritivo com delineamento transversal, foi conduzido com uma amostragem por conveniência não probabilística constituída por 12 atletas de GAF com idade de 9 a 12 anos de dois centros de treinamento da cidade de Campo Grande – MS, separados em dois grupos de maior e menor desempenho pela mediana do score geral atribuído da combinação desempenho aeróbio com menor percentual de gordura. A coleta dos dados foi realizada por meio de aplicação de questionários as ginastas, a fim de obter dados sobre ansiedade pré competitiva (CSAI-2R) e informações o treinamento. Foram realizadas avaliações antropométricas e de composição corporal, testes de desempenho aeróbio. Resultados: Os valores por grupo de maior e menor desempenho de ansiedade somática foram 20.9±5.6 vs 22.8±9.9, ansiedade cognitiva 24.3 ±5.27 vs 23.3±7.7e autoconfiança 24.0±7.79 vs 20.6±5.1, em relação ao desempenho aeróbio obtivemos os valores de VO2max de 48.4±1.98 vs 45.4±4.0 ml·min-1·kg-1 e percentual de gordura 12±6.4 vs 18.7±5.9%. Conclusão: Apesar de não ter sido encontrado diferença estatística entre os grupos e correlação entre as variáveis, há a necessidade em ter mais estudos para investigar os fatores que permeiam a ansiedade pré competitiva na GA e a influência do desempenho cardiorrespiratório e composição corporal, já que poucos estudos trazem diferenças nesses quesitos e recentemente tem conquistado relevância estudos de desempenho aeróbio nessa modalidade.
                                    EFEITO AGUDO DOS EXERCÍCIOS PRIMORDIAIS NAS RESPOSTAS CARDIORESPIRATÓRIAS, AFETIVAS E DOR LOMBAR DE GESTANTES DE RISCO HABITUAL: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO
                                    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 28/08/2023
                                    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                    Orientador(es)
                                    • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Renata Barbosa Balle Guimarães
                                      Banca
                                      • Adriane Pires Batiston
                                      • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                                      • Chalana Duarte de Sena Fraga
                                      • Silvio Assis de Oliveira Junior
                                      Resumo Introdução: a maioria dos guidelines internacionais tem recomendado o exercício aeróbico para gestantes com a finalidade de prevenir as doenças crônicas não-transmissíveis e melhora da qualidade de vida na gestação. Entretanto, o treinamento com o exercício de contra resistência ainda são escassos na literatura. Objetivo: comparar o efeito agudo do protocolo dos exercícios com movimentos primordiais na dor de gestantes de risco habitual comparando seus resultados com os de uma sessão de caminhada. Materiais e métodos: ensaio clínico do tipo agudo composto por 26 mulheres gestantes, com idade entre 25 e 39 anos no período entre o 2º e o 3º trimestre gestacional. As voluntárias participaram dos seguintes momentos: (a) familiarização, (b) execução do protocolo proposto com movimentos primordiais, (c) execução do protocolo de caminhada. Cada sessão teve duração média de 45 minutos. A percepção subjetiva de esforço foi utilizada antes das sessões para orientar as gestantes. As respostas cardiorrespiratórias como pressão arterial sistólica e diastólica, frequência cardíaca, frequência respiratória, saturação de oxigênio foram registradas antes e após cada sessão experimental; a Escala Visual Analógica foi utilizada para avaliar a intensidade de dor antes e após as sessões. A Feeling Scale e a Physical Activity Enjoyment Scale foram utilizadas após as sessões. Resultados: não houve efeito do momento, do tratamento e nem interação entre as duas variáveis para as variáveis dependentes pressão arterial sistólica e diastólica, frequência cardíaca, frequência respiratória e saturação de oxigênio; no momento depois do tratamento o escore na Escala Visual Analógica foi menor para os movimentos primordiais do que aquele para a caminhada; em relação as escalas de sentimentos e de prazer, no momento após o tratamento os escores para ambas as escalas foi maior após os movimentos primordiais, quando comparados com aqueles após a caminhada. Para avaliação dos dados foi utilizado do teste ANOVA de duas vias de medidas repetitivas, seguido pelo pós-teste de Tukey e do t de Student pareado. A análise estatística foi realizada por meio do programa estatístico SigmaPlot, versão 12.0, considerando um nível de significância de 5%. Conclusão: o protocolo movimentos primordiais não interfere de forma significativa nas respostas fisiológicas cardiorrespiratórias pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e saturação de oxigênio sendo seguros pra a prática das gestantes; promove redução da dor lombar e é uma modalidade mais prazerosa do que a caminhada.
                                      INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO DE SPRINTS CURTOS NAS RESPOSTAS INFLAMATÓRIAS DE PESSOAS COM DEPRESSÃO
                                      Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                      Tipo Dissertação
                                      Data 23/08/2023
                                      Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                      Orientador(es)
                                      • Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Vilma Lima Vilela
                                        Banca
                                        • Claudia Regina Cavaglieri
                                        • Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
                                        • Paulo de Tarso Guerrero Muller
                                        • Silvio Assis de Oliveira Junior
                                        Resumo A depressão é uma doença psiquiátrica que atinge indivíduos à nível mundial e que causa inúmeros transtornos e incapacidades aos seus portadores. Com o passar dos anos, pesquisas em torno da depressão mostram uma relação direta da depressão e da inflamação. Diante disso, são necessárias novas estratégias não farmacológicas para esses pacientes recuperarem sua qualidade de vida. Por essa razão, o treinamento intervalado curto de sprints (short sprint interval training, sSIT) é uma possibilidade de tratamento não farmacológico que poderia auxiliar na diminuição dos sintomas depressivos. Objetivo: Verificar o os níveis séricos de IL1β em mulheres diagnosticadas com transtorno depressivo maior antes e após o sSIT. Materiais e Métodos: Este é um estudo controlado randomizado que avaliou 17 mulheres com diagnóstico de depressão, sedentárias, entre 18 e 60 anos. As participantes foram recrutadas pelo ambulatório de psiquiatria do Hospital Universitário de Campo Grande/MS e randomizadas em dois grupos: experimental e controle. Foram realizadas avaliações através de questionários, antropometria, aptidão cardiorrespiratória e coletas de sangue. Após as avaliações, o grupo experimental foi submetido à 6 sessões em duas semanas, de 4-12 sprints de 5 segundos, com intervalo de descanso de ≥ 30 segundos de forma ativa à 50W, com descanso de 48 horas entre sessões. O grupo controle realizou suas atividades diárias normais sem realizar exercício. Após o período de treinamento, todas as participantes realizaram novamente as mesmas avaliações e coletas de sangue. Por fim, foram realizadas as análises de IL-1β através de kits comerciais de Ensaio Elisa. Resultados: o treinamento intervalado curto de sprints tem obtido resultados promissores como tratamento não farmacológico para sintomas depressivos, porém não houve resultados significativos nas mudanças do marcador IL-1β em ambos os grupos. Conclusão: Para obtermos maiores respostas desse tipo de treinamento em indivíduos depressivos, é necessário um maior número de participantes para analisarmos os sintomas depressivos e os marcadores inflamatórios antes e após o treinamento intervalado curto de sprints.
                                        RESPOSTAS DA FREQUÊNCIA CARDÍACA DURANTE EXERCÍCIO DE SOLO EM ATLETAS DE GINÁSTICA ARTÍSTICA FEMININA
                                        Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 14/08/2023
                                        Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                        Orientador(es)
                                        • Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
                                        Coorientador(es)
                                        • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                        Orientando(s)
                                        • Juliana Fernandes Junqueira
                                        Banca
                                        • Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
                                        • Hugo Alexandre de Paula Santana
                                        • Joel Saraiva Ferreira
                                        • José Eduardo Fernandes Ferreirinha
                                        Resumo Introdução: Dentre os diversos aparelhos que a GAF possui, o exercício de solo é o destaque no presente estudo. Dentre vários parâmetros fisiológicos evidenciados na ginástica, podem-se identificar as alterações na frequência cardíaca (FC), diretamente relacionadas à atividade do sistema nervoso autônomo (SNA), como consequência da retirada parassimpática e ativação simpática dentre outras influências. O desempenho aeróbico representa adaptações fisiológicas protetivas contra o estresse físico e psicológico, contribuindo para um maior desempenho. Objetivo: Descrever e analisar as respostas da FC de atletas de ginástica artística feminina durante competição, no aparelho solo. Métodos: O estudo apresenta delineamento de caráter transversal, com amostragem por conveniência. A pesquisa foi realizada no Centro de Treinamento (CT), CEFAT/FUNESP. O período de coleta ocorreu em novembro de 2021 e dezembro de 2022, com avaliação da composição corporal e desempenho cardiorrespiratório no teste de “vai e vem”. Adicionalmente, foi realizada uma competição na qual se quantificou o desempenho das atletas no aparelho solo e suas respostas da FC com o monitoramento contínuo durante toda a prova. Resultados e Discussão: Os valores descritivos das nove atletas foram representados por média e desvio padrão, idade: 11,7±1,21 em anos, carga horária semanal do treinamento: 19,6±0,88 h/semana, percentual de gordura: 14,1±6,58 %, consumo máximo de oxigênio (VO2máx) estimado: 47,2±2,99 ml·min-1·kg-1, velocidade final (VF) 10,5 ±0,63 km/h, FC média 172,4±12,2 bpm, FC de pico 191,5±10,6 bpm, área sob a curva (AUC) 0,1733±0,04 u.a. A aptidão física foi determinada a partir da velocidade final do teste de pista de “vai e vem” e percentual de gordura, através do score Z. Conclusão: Em geral, os valores apresentados para as respostas da FC foram maiores conforme a aptidão física das atletas era mais alta, não confirmando assim a nossa hipótese.
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