Mestrado em Filosofia

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Trabalhos

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TRABALHO Ações
“A Formação Moral e Intelectual no Ambiente Escolar: Uma Proposta a partir da Ética a Nicômaco de Aristóteles”
Curso Mestrado em Filosofia
Tipo Dissertação
Data 22/05/2026
Área FILOSOFIA
Orientador(es)
    Coorientador(es)
    Orientando(s)
      Banca
      • Marta Rios Alves Nunes da Costa
      • VICTOR HUGO DE OLIVEIRA MARQUES
      Resumo
      “A Formação Moral e Intelectual no Ambiente Escolar: Uma Proposta a partir da Ética a Nicômaco de Aristóteles”
      Curso Mestrado em Filosofia
      Tipo Dissertação
      Data 22/05/2026
      Área FILOSOFIA
      Orientador(es)
      • Marta Rios Alves Nunes da Costa
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Felipe Roeda Sales
        Banca
        • MANOEL CORACY SABOIA DIAS
        • Marta Rios Alves Nunes da Costa
        • Rodrigo Augusto de Souza
        • VICTOR HUGO DE OLIVEIRA MARQUES
        Resumo
        "As escolas helênicas sob a perspectiva de Pierre Hadot: uma proposta de ensino de filosofia para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais".
        Curso Mestrado em Filosofia
        Tipo Dissertação
        Data 22/05/2026
        Área FILOSOFIA
        Orientador(es)
        • Maira de Souza Borba
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Ayra Müller Cândido
          Banca
          • Cristina de Souza Agostini
          • Erickson Cristiano dos Santos
          • Maira de Souza Borba
          • Ricardo Pereira de Melo
          Resumo
          A LINGUAGEM EM WITTGENSTEIN COMO FERRAMENTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE FILOSOFIA"
          Curso Mestrado em Filosofia
          Tipo Dissertação
          Data 08/05/2026
          Área FILOSOFIA
          Orientador(es)
          • Thiago Pedro Pinto
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Amanda Danielle de Oliveira Norbiato
            Banca
            • Marta Rios Alves Nunes da Costa
            • Ricardo Pereira de Melo
            • Thiago Pedro Pinto
            • Valdir Borges
            Resumo
            DIALOGANDO SOBRE AS VIVÊNCIAS: uma proposta metodológica para o ensino médio fundamentada em Sócrates.
            Curso Mestrado em Filosofia
            Tipo Dissertação
            Data 30/09/2025
            Área FILOSOFIA
            Orientador(es)
            • Cristina de Souza Agostini
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Thiago Alvarenga Barbosa
              Banca
              • Cristina de Souza Agostini
              • Fabricio Santiago Almeida
              • Maira de Souza Borba
              • Ricardo Pereira de Melo
              Resumo RESUMO
              BARBOSA, Thiago Alvarenga. Diálogos sobre a vivência: uma proposta metodológica para o ensino médio fundamentada em Sócrates. 2025. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Faculdade de Ciências Humanas, Campo Grande, 2025.

              O método dialógico é a essência da filosofia socrática cujo objetivo é aproximar os interlocutores de questões imprescindíveis para a existência humana e sua relação direta com a vida na polis. Neste sentido, o uso do bom diálogo como ferramenta de construção coletiva do conhecimento se faz necessário devido aos problemas ocasionados pela falta de argumentação. Assim, essa dissertação tem por objetivo partir de uma cuidadosa análise, investigando a importância do método dialógico para o aprendizado dos alunos do ensino médio, utilizando como referencial a figura de Sócrates como autocrítico da forma de dialogar. Como produto será elaborada uma cartilha mediante as questões da existência vivenciadas pelos alunos em seus respectivos cursos técnicos. O resultado consiste em sensibilizar professores e alunos sobre a importância do diálogo como fonte de construção coletiva do saber que, alinhado às questões cotidianas, pode servir de referencial para as aulas de filosofia mais atraentes para os alunos.

              Palavras-chave: Sócrates; ensino; filosofia; diálogo; método.
              PROJETO DE EXISTÊNCIA E TERRITÓRIO EXISTENCIAL: UMA PROPOSTA LÚDICA PARA A SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO A PARTIR DE SARTRE E DELEUZE.
              Curso Mestrado em Filosofia
              Tipo Dissertação
              Data 29/09/2025
              Área FILOSOFIA
              Orientador(es)
              • Cristina de Souza Agostini
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • João batista de souza maia
                Banca
                • Cristina de Souza Agostini
                • Hélio Salles Gentil
                • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                • VICTOR HUGO DE OLIVEIRA MARQUES
                Resumo A dissertação examina a inserção do Projeto de Vida no Novo Ensino Médio diante da lacuna presente no Currículo de Referência de Mato Grosso do Sul. Essa pesquisa formula e aplica um dispositivo didático inspirado no existencialismo de Sartre e na filosofia da diferença de Deleuze e Guattari, corporificado no RPG pedagógico Café de Flore: Quem Matou La Vie?. O percurso didático combina sala de aula invertida, gincana filosófica com quiz e uma trama investigativa mediada por óculos de realidade virtual. Entram em cena dados simbólicos como liberdade, responsabilidade, contingência e um rearranjo do espaço-aula que favorece a autoria e cooperação. A fundamentação dialoga com a psicologia existencial e a psicologia positiva, diferenciando purpose e projeto de existência a partir de fluxo, liberdade, responsabilidade e angústia. Os registros de aplicação indicam engajamento amplo de estudantes, docentes e funcionários; emergem aulas-acontecimentos e “corpos sem órgãos” em deriva criativa. Mais de 80% dos participantes relata ampliação da consciência de si, de afetos e de projetos, além de transferência de aprendizagens para outras unidades curriculares. Observa-se produção de conceitos pelos estudantes, experiências de fluxo e protagonismo. A análise sustenta que o Projeto de Vida ganha potência quando ancorado no devir e em práticas lúdicas desterritorializantes, com ênfase na estabilidade de objetivos e na elaboração de estratégias para alcançá-los; daí decorrem implicações para gestão curricular sensível ao jogo, investimento nos corpos em movimento e desenho de ambientes que liberam o desejo de conhecer.
                O DIÁLOGO PLATÔNICO E A TOLERÂNCIA RELIGIOSA: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO MÉDIO
                Curso Mestrado em Filosofia
                Tipo Dissertação
                Data 26/09/2025
                Área FILOSOFIA
                Orientador(es)
                • Cristina de Souza Agostini
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • PEDRO APRIGIO DOS SANTOS
                  Banca
                  • Cristina de Souza Agostini
                  • Pedro Damasceno Uchoas
                  • Ricardo Pereira de Melo
                  • Walter Valdevino Oliveira Silva
                  Resumo O presente trabalho aborda a importância do método dialógico platônico, apresenta as religiões como manifestações culturais e políticas e a promoção da tolerância religiosa, a partir de discussões trabalhadas no ambiente escolar do Ensino Médio, em uma escola pública de Campo Grande-MS. Serviram de aporte teórico Platão (1975; 2006), que, na figura de Sócrates, enfatiza a dialética em detrimento da retórica; John Locke (2022), Voltaire (2022) e Juan José Tamayo (2004), que discutiram sobre a tolerância religiosa; Milene Cristina Santos (2017), a respeito da intolerância religiosa; Mircea Eliade (2018), acerca da essência das religiões; e Cristina de Souza Agostini (2023) e Juarez Gomes Sofiste (2017), sobre a investigação dialógica, além do embasamento nos documentos oficiais basilares dos direitos humanos, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 2013), a Constituição Federal (Brasil, 2016) e a Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2018). A pesquisa torna-se relevante não somente por pautar o método dialógico platônico, as questões religiosas, na perspectiva filosófica, e as ciências das religiões, mas também por enfatizar uma abordagem pedagógica que busca instrumentalizar professores e estudantes para a cultura da tolerância, da paz, para o diálogo respeitoso e para a valorização da alteridade.


                  Palavras-chave: Diálogo platônico-socrático. Tolerância Religiosa. Pluralidade Religiosa. Direitos Humanos. Filosofia.
                  "REFLEXÕES SOBRE A AUTORIDADE DO PROFESSOR NA PERSPECTIVA DE HANNAH ARENDT"
                  Curso Mestrado em Filosofia
                  Tipo Dissertação
                  Data 25/09/2025
                  Área FILOSOFIA
                  Orientador(es)
                  • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • ODAIR CAMPOS DE SOUZA
                    Banca
                    • Luciano Carlos Utteich
                    • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                    • Pedro Damasceno Uchoas
                    • Rodrigo Augusto de Souza
                    • Walter Valdevino Oliveira Silva
                    Resumo Neste estudo, investiga-se a autoridade do professor à luz do pensamento de Hannah Arendt, tomando como recorte central o ensaio “A Crise na Educação”, presente na obra Entre o Passado e o Futuro. O objetivo principal é compreender como a leitura arendtiana da educação, articulada a conceitos como tradição, autoridade e novidade, é capaz de iluminar a discussão sobre o papel do docente na contemporaneidade, especialmente no ensino médio público brasileiro. Sob essa perspectiva, a autoridade não é concebida como imposição, mas como o fio que sustenta a travessia do novo rumo ao mundo comum, protegendo tanto a criança do mundo quanto o mundo da criança, até que ambos estejam prontos para se encontrar com maturidade e liberdade.Como proposta pedagógica, o trabalho apresenta um produto educacional voltado à formação docente, concebido para auxiliar professores a reconstruírem sua autoridade ética e pedagógica por meio de atividades reflexivas fundamentadas nas ideias de Arendt. Trata-se, pois, de uma defesa da escola como espaço de introdução ao mundo, e não de experimentações políticas, reafirmando a missão do professor de formar seres humanos capazes de pensar, julgar e agir com consciência.

                    Palavras-Chave: Autoridade; Educação; Hannah Arendt; Professor; Tradição.
                    O jovem como leitor e autor da própria vida: contribuições de Paul Ricoeur para o autoconhecimento e o projeto de vida no Novo Ensino Médio"
                    Curso Mestrado em Filosofia
                    Tipo Dissertação
                    Data 26/06/2025
                    Área FILOSOFIA
                    Orientador(es)
                    • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Rafael Zanata Albertini
                      Banca
                      • Luciano Carlos Utteich
                      • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                      • Ricardo Pereira de Melo
                      • VICTOR HUGO DE OLIVEIRA MARQUES
                      • Weiny Cesar Freitas Pinto
                      Resumo O problema do autoconhecimento e a reflexão em torno da identidade pessoal são elementos dos mais importantes para a vida humana. Ambos resistem a simplificações e exigem respostas complexas. Tal tarefa se reveste de significados e de desafios ainda maiores quando se considera a vida dos adolescentes, devido aos processos de transformação pelos quais eles passam e da preocupação em torno do seu futuro. Diante disso, esta pesquisa tem por objetivo compreender de que modo a obra filosófica de Paul Ricoeur pode contribuir para o autoconhecimento e a formulação do projeto de vida dos estudantes do Ensino Médio, de modo a torná-los leitores e autores de si mesmos. Para tanto, três passos são percorridos. Primeiramente, é feita uma exposição crítica dos documentos formativos que regem o Novo Ensino Médio nas esferas federal e estadual, particularmente em torno da noção de projeto de vida que eles apresentam. Em seguida, procede-se à exposição do pensamento filosófico de
                      Ricoeur acerca do problema da identidade pessoal, sobretudo por meio de um de seus conceitos mais notáveis: a identidade narrativa. Por fim, apresenta-se um produto educativo, que visa reunir as contribuições filosóficas ricoeurianas às demandas pedagógicas. O produto constitui numa sequência didática de cinco encontros de aulas duplicadas atrelados à Unidade Curricular Projeto de Vida, que podem ser aplicados nos demais componentes – especialmente nas aulas de Filosofia e nos Itinerários Formativos das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.
                      O MÉTODO FILOSÓFICO DE MARX: Uma proposta de sequência didática para o ensino médio.
                      Curso Mestrado em Filosofia
                      Tipo Dissertação
                      Data 28/03/2025
                      Área FILOSOFIA
                      Orientador(es)
                      • Ricardo Pereira de Melo
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • ANDRÉ LEONARDO PEREIRA DA SILVA
                        Banca
                        • Cristina de Souza Agostini
                        • PEDRO LEÃO DA COSTA NETO
                        • Ricardo Pereira de Melo
                        • Rodrigo Augusto de Souza
                        Resumo Esta dissertação tem como objetivo principal contribuir para a formação de estudantes e profissionais da educação, por meio do estudo do modo de exposição dialético de O Capital, de Karl Marx. Busca-se também reproduzir conceitos existentes no livro, em conjunto com a análise de outros escritores e pesquisadores que detalham alguns dos principais conceitos presentes no capítulo 1 de O Capital, servindo como exemplo os conceitos de trabalho concreto, trabalho abstrato, mercadoria e valor, além do fetichismo da mercadoria. O objetivo é produzir uma sequência didática para incentivar a reflexão sobre o modo de vida econômico no capitalismo e observar, as contradições existentes no dia a dia, questões que podem contribuir de forma significativa para despertar o senso crítico na aprendizagem da filosofia. Pretende-se, então, explicar a exposição e o método dialético utilizado por Marx, presente no capítulo 1 de sua obra magna, O Capital, buscando uma linguagem simples e acessível ao estudante do ensino médio, diferente dos materiais demasiadamente teóricos. Espera-se, com a elaboração dessa sequência didática, mostrar a importância de Marx para a filosofia e como ele moldou a história humana e interferiu em milhares de mentes. Busca-se realizar uma analogia com as situações vivenciadas nos dias atuais, bem como atentar-se ao modo de consumo existente. Pretende-se, então, com essa discussão objetiva e o aprofundamento dos conceitos idealizados por Marx, extrair a multiplicidade de pensamentos que podem contribuir para observações e questionamentos, trazendo, assim, uma grande contribuição reflexiva e filosófica.
                        FILOSOFAR POR MEIO DE MITOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA: PLATÃO NA SALA DE AULA
                        Curso Mestrado em Filosofia
                        Tipo Dissertação
                        Data 26/03/2025
                        Área FILOSOFIA
                        Orientador(es)
                        • Cristina de Souza Agostini
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Renan Souza Rios
                          Banca
                          • Cristina de Souza Agostini
                          • Jovelina Maria Ramos de Souza
                          • Ricardo Pereira de Melo
                          • Walter Valdevino Oliveira Silva
                          Resumo Com a intenção de desenvolver uma proposta complementar para o ensino de filosofia na educação básica, o presente trabalho reflete sobre a utilização dos mýthoi como recursos metodológicos nas aulas de filosofia, recorrendo como referência aos mýthoi em Platão e às suas respectivas temáticas. Em muitos momentos da história, a poesia é o discurso que permite a existência do conteúdo mítico. Ela é uma composição que apresenta uma forma própria de narrar, transmitindo o conteúdo que é aceito como verdade, assim, o próprio poeta é visto como educador. Mas, com Platão, o mýthos se torna recurso metodológico que leva ao pensamento filosófico, não sendo visto como referência da verdade, que só pode ser alcançada por meio da filosofia, por isso, o filósofo critica os poetas, mesmo utilizando os mýthoi. De Hesíodo a Platão, do mýthos ao lógos, o que está em jogo é a busca por respostas, sendo a verdade alvo de dedicação tanto dos poetas, como dos filósofos. A qualidade do discurso muda, movimenta-se. Recorrer aos mýthoi é valorizar o início desse movimento, alcançando os conceitos próprios do discurso filosófico. Assim, analisando o processo realizado por Platão, os questionamentos completam-se e promovem reflexões metodológicas que necessitam de cuidado e de intensa investigação para a aplicação à realidade escolar. Os esforços começam pelo estudo dos textos platônicos e a consonância desses textos com os termos e os temas fundamentais no ensino de filosofia, tendo como referência a educação básica, mais especificamente, o Ensino Médio. Como exemplos, o mito de Theuth (Fedro) formula questionamentos sobre o papel da escrita na busca pelo conhecimento, o Anel de Giges (no livro II da República) permite introduzir temas da Ética, e o mito de Er (República, livro X) auxilia a refletir sobre a existência humana ao buscar ter uma alma limpa de injustiça.

                          Palavras-chave: Mýthos. Platão. Ensino. Filosofia. Alétheia.
                          "O diálogo a Busca da Verdade pela Luz Natural como caminho para introduzir Descartes no ensino médio: uma adaptação do diálogo cartesiano para uma história em quadrinhos"
                          Curso Mestrado em Filosofia
                          Tipo Dissertação
                          Data 09/08/2024
                          Área FILOSOFIA
                          Orientador(es)
                          • Maira de Souza Borba
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • GLEYCE KELLY DE OLIVEIRA DA SILVA
                            Banca
                            • Maira de Souza Borba
                            • Mariana de Almeida Campos
                            • Weiny Cesar Freitas Pinto
                            Resumo RESUMO

                            Esta dissertação tem como objetivo analisar o diálogo A Busca da Verdade pela Luz Natural tendo em vista demonstrar ser esta a maneira mais didática escolhida por Descartes para apresentar sua filosofia, tornando o texto um caminho mais descomplicado para introduzir o filósofo aos alunos do ensino médio. Busca-se ainda explorar a relação entre professor e aluno protagonizada por Eudoxo e Poliandro como via para refletir sobre o papel do professor na busca pelo conhecimento, destacando também esse elemento como meio de identificação dos alunos com o texto. Apesar de seus atributos, trata-se de um texto pouco conhecido, sendo que poucos são os estudos o abordando, sobretudo em língua portuguesa. Atualmente, é praticamente inexistente o uso desse texto por parte de professores do ensino médio. Portanto, esta pesquisa busca divulgar a obra e possibilitar novos estudos acerca do escrito, incentivando também sua leitura nas escolas brasileiras. Tendo isso em vista, esta dissertação é composta de três momentos distintos. Inicialmente, será realizado um estudo da história do diálogo, seguido de uma análise detalhada do texto evidenciando os elementos importantes para a questão pedagógica. No segundo momento do texto, serão aprofundados os elementos pedagógicos ressaltados anteriormente, enquanto o terceiro momento será reservado à apresentação da construção do produto e sua aplicação prática.

                            Palavras-chave: René Descartes. A Busca da Verdade. História em Quadrinhos. Ensino Médio.
                            "Entre o contrato racial e o epistemicídio nas salas de aula: filosofia afroperspectiva por uma África a bordo"
                            Curso Mestrado em Filosofia
                            Tipo Dissertação
                            Data 08/08/2024
                            Área FILOSOFIA
                            Orientador(es)
                            • Thiago Pedro Pinto
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Weslem Gimenez dos Santos
                              Banca
                              • Angela Maria Guida
                              • Daniele Costa Silva
                              • Maira de Souza Borba
                              • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                              • Thiago Pedro Pinto
                              Resumo A Lei 10.639/2003 tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas brasileiras, visando combater o racismo e promover a valorização das contribuições dos afro-brasileiros. O Estado – através do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) – teria, então, a responsabilidade de garantir que os materiais didáticos reflitam essa obrigatoriedade, promovendo uma educação mais inclusiva e representativa. O apagamento desses conteúdos refletiria o que o filósofo Charles W. Mills nomeou por “contrato racial” – referindo-se a um acordo implícito, que sustenta a supremacia racial e a opressão dos não-brancos, moldando as estruturas sociais e políticas. O "epistemicídio" – conceito trabalhado pela filósofa Sueli Carneiro – é um dos elementos do contrato racial, na medida em que a destruição sistemática dos conhecimentos e saberes de grupos subordinados – particularmente dos povos africanos e indígenas – é uma das estratégias para se manter a dominação colonial e racial. Esse conceito destaca a exclusão e a marginalização dos conhecimentos não ocidentais nas esferas acadêmicas e culturais. A "afrocentricidade" proposta por Molefi Kete Asante se aloca como um dos elementos de colocação da cultura e da história africanas no centro das análises acadêmicas, desafiando a visão eurocêntrica dominante. Similarmente, o "afroperspectivismo" do filósofo Renato Noguera enfatiza a importância de entender o mundo a partir das experiências e visões africanas, promovendo uma interpretação diversificada das culturas africanas e suas diásporas. A "Teoria Racial Crítica" (CRT) – movimento de análise e crítica das questões raciais – examina como o racismo está entranhado nas leis e instituições, argumentando que é uma característica estrutural da sociedade, não se caracterizando apenas por atitudes individuais. Por fim, os conceitos de "jogo" e de “África a bordo”, em contextos culturais e sociais, podem envolver atividades recreativas e comunitárias que servem de ferramenta para explorar questões de identidade, poder e resistência.
                              O "VISAR" DA CONSCIÊNCIA: ENSINO DE FILOSOFIA PARA DEFICIENTES VISUAIS A PARTIR DA PERSPECTIVA HEGELIANA
                              Curso Mestrado em Filosofia
                              Tipo Dissertação
                              Data 06/08/2024
                              Área FILOSOFIA
                              Orientador(es)
                              • Ricardo Pereira de Melo
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • THIAGO MOURA CASTRO
                                Banca
                                • Carlos Batista Prado
                                • DANIEL SALESIO VANDRESEN
                                • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                                • Ricardo Pereira de Melo
                                Resumo A presente dissertação busca propor um método de ensino de filosofia para deficientes visuais, a partir da perspectiva hegeliana. A pesquisa parte do seguinte problema: como ensinar adequadamente filosofia para pessoas cegas e com baixa visão? Um público que na maioria das vezes é desassistido do acesso ao conhecimento filosófico, já que é dado pouco espaço para o mesmo no sistema regular de ensino. Outrossim, muitos professores que trabalham com atendimento especial, especialmente pedagogos, acabam por tratar de temas como Ética e Teoria do Conhecimento, sem o devido rigor filosófico para abordá-los. O aprofundamento da pesquisa demonstrou que a linguagem se torna, cada vez mais, o caminho e o veículo através do qual é manifesto o desenvolvimento da consciência. Dessa forma, as bases para nosso método são estabelecidas após compreendermos o início do movimento de desenvolvimento da mesma, manifesto através da linguagem. Esse itinerário de desenvolvimento é extraído da obra Fenomenologia do Espírito de Hegel, e se inicia na superação do “Visar” da Certeza Sensível, passo fundante e necessário para todo o desenvolvimento do Espírito. Dessa forma, a hipótese aqui defendida, é que encontramos na obra hegeliana uma metodologia que pode contribuir com o ensino inclusivo, já que segundo o pensador alemão, além da necessidade de superação da Certeza Sensível, o aprendizado é necessariamente uma atividade mediada, sobretudo através da linguagem. Como produto educacional e parte integrante do nosso método, desenvolvemos dois audiobooks e dois livros em braile, intitulados Aulas de Pensamento para Adultos e Aulas de Pensamento para Crianças, a serem utilizados no Ensino de Filosofia para deficientes visuais.
                                PERSPECTIVAS DO ESCLARECIMENTO KANTIANO NA SALA DE AULA A PARTIR DO ENSINO DE FILOSOFIA COMO PROBLEMA FILOSÓFICO
                                Curso Mestrado em Filosofia
                                Tipo Dissertação
                                Data 06/08/2024
                                Área FILOSOFIA
                                Orientador(es)
                                • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Wanessa Fernandes de Albuquerque
                                  Banca
                                  • Luciano Carlos Utteich
                                  • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                                  • Ricardo Pereira de Melo
                                  Resumo O presente trabalho de pesquisa tem como objetivo aplicar na sala de aula os princípios do texto Resposta à pergunta: Que é Esclarecimento? de Kant, a fim de proporcionar ao educando, por meio de um problema filosófico, o exercício do pensar autônomo. A partir das sequências didáticas propostas, o docente leitor deste texto encontrará um exemplo de práticas possíveis para trabalhar alguns conceitos kantianos. Oferecemos uma reflexão acerca da importância da liberdade de pensar e agir buscando aperfeiçoar uma prática filosófica que convide o estudante ao exercício do pensar por si mesmo e de incorporar os princípios a uma cidadania responsável.
                                  Palavras-chave: Autonomia. Ensino de Filosofia. Kant. Professor.
                                  PERSONAGENS CONCEITUAIS COMO ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE FILOSOFIA: UMA PROPOSTA A PARTIR DE DELEUZE E GUATTARI
                                  Curso Mestrado em Filosofia
                                  Tipo Trabalho de Conclusão de Curso
                                  Data 30/07/2024
                                  Área FILOSOFIA
                                  Orientador(es)
                                  • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • MENSSIOS LEONI ARAUJO ELOY
                                    Banca
                                    • Antonio Edmilson Paschoal
                                    • Cristina de Souza Agostini
                                    • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                                    Resumo Fundamentando-se na obra intitulada O que é a Filosofia?, de Gilles Deleuze e Félix Guattari, na qual os autores expõem que o construcionismo filosófico ocorre por meio de três atividades inter-relacionadas (traçar um plano de imanência – criar conceitos - inventar personagens), esta dissertação versa sobre o emprego de personagens conceituais no ensino de filosofia, como estratégia a ser utilizada em sala de aula. O trabalho desenvolve-se em quatro partes sequenciais que tratam, respectivamente, sobre os seguintes assuntos: como os conceitos filosóficos são construídos; como os planos de imanência são traçados pelos filósofos; a presença dos personagens conceituais em estrita relação com os planos e com os conceitos; um exemplo a partir da análise do Legislador rousseauniano, como personagem conceitual. A partir desses pontos, afirma-se a importância dos personagens conceituais no construtivismo filosófico e a possibilidade de serem mais utilizados no ensino de filosofia.
                                    A FILOSOFIA DA PRÁXIS NA FORMAÇÃO POLÍTICA NO ENSINO MÉDIO
                                    Curso Mestrado em Filosofia
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 28/02/2024
                                    Área FILOSOFIA
                                    Orientador(es)
                                    • Jose Carlos da Silva
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • RAQUEL DAIANA ZIELINSKI
                                      Banca
                                      • Heitor Romero Marques
                                      • Jose Carlos da Silva
                                      • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                                      • RENE JOSE TRENTIN SILVEIRA
                                      • Ricardo Pereira de Melo
                                      Resumo ZIELISNKI, Raquel Daiana. A filosofia da práxis na formação política no ensino médio.
                                      2024. 130 f. Dissertação. (Mestrado em Filosofia – PROF-FILO) da Universidade Federal do
                                      Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS, 2024.
                                      A presente dissertação visa a produção de aulas, que poderão ser usadas para a continuação do
                                      assunto de filosofia política, tratado no 2º ano do ensino médio, sugerindo um
                                      sequenciamento didático e estratégias de abordagem que ofereçam alternativas aos
                                      professores que pretendam elucidar a partir do senso-comum o pensamento crítico filosófico,
                                      dos conceitos políticos sobre hegemonia, filosofia da práxis e democracia. Apresenta como
                                      pressuposto a problemática da filosofia política ter seu assunto tratado apenas até a concepção
                                      da teoria Marxista. A intervenção prática acontece na escola Estadual Vespasiano Martins,
                                      situada em Campo Grande - MS, com os alunos do 2º ano do ensino médio de período
                                      integral, durante o ano letivo de 2023, e consistem na apresentação do pensamento do filósofo
                                      Antônio Gramsci, sua trajetória de vida, e a explicação de conceitos chave para a
                                      emancipação do estudante, em relação a sua participação política na sociedade. Com textos
                                      para a interpretação e debates em sala, juntamente com a apresentação do filme ―A Onda‖
                                      como forma de sugestão para discutir os conceitos a serem estudados, com atividade de
                                      escrita e a aplicação de questionário. A forma de pesquisa escolhida é a de pesquisa-ação com
                                      a aferição qualitativa da aprendizagem, obtida pela forma de avaliação escrita.
                                      Palavras-chave: Gramsci; Hegemonia; Filosofia da práxis; Democracia.
                                      O kitch como forma de educação estética
                                      Curso Mestrado em Filosofia
                                      Tipo Dissertação
                                      Data 29/04/2023
                                      Área FILOSOFIA
                                      Orientador(es)
                                      • Thiago Pedro Pinto
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Albert Miranda Kerschbaum
                                        Banca
                                        • Lucas Fernando Goncalves
                                        • Ricardo Pereira de Melo
                                        • Thiago Pedro Pinto
                                        Resumo Visto a estética ser um dos pilares fundamentais da filosofia e parte dos conteúdos programáticos da disciplina de filosofia no ensino médio brasileiro, a proposta deste trabalho coloca o kitsch como objeto de estudo na educação básica. Friedrich Schiller na Educação Estética do Homem (1794) aponta que o perfeito equilíbrio entre as pulsões se dá pela arte e pela apreciação do belo, sendo essa a única forma de evitar no futuro a degeneração dos governos em violência e fracassos como presenciado na Revolução Francesa; autores como Clement Greenberg, Milan Kundera, Abraham Moles e outros autores, cada qual de forma particular, veem o kitsch como elemento estético manipulador das sensações, que leva ao engano seus consumidores. Com base em tais pensadores que abordam o kitsch, é analisada de forma histórica e conceitual de que modo cada um deles aborda este fenômeno estético, tais como seus impactos na sociedade e seus usos. Após análise do kitsch é feita a discussão entre a proposta de Friedrich Schiller (1794) e as possíveis congruências com o ensino brasileiro atual e se a abordagem do kitsch nas escolas contribui para uma educação estética do indivíduo. Como produto da pesquisa, foi produzido cartilha informativa e plano de aula para aplicação em aula de filosofia para o ensino médio e blog como produto secundário. A aplicação gerou relato, do professor autor, sobre a recepção do conteúdo pelos alunos, sendo o relato de caráter positivo.

                                        Palavras-chave: educação estética; ensino de filosofia; kitsch; Schiller.
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                                        Prática de Ensino com a Disciplina Eletiva: uma experiência filosófica sob o viés do cuidado de si na perspectiva de Michel Foucault
                                        Curso Mestrado em Filosofia
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 21/03/2023
                                        Área FILOSOFIA
                                        Orientador(es)
                                        • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Thiago Fróes Acosta
                                          Banca
                                          • Antonio Edmilson Paschoal
                                          • Cristina de Souza Agostini
                                          • Marta Rios Alves Nunes da Costa
                                          Resumo A presente dissertação objetiva apresentar um percurso filosófico desenvolvido na Disciplina Eletiva, componente curricular instituído na reforma do atual ensino médio. No curso A hermenêutica do sujeito, Michel Foucault expõe uma análise histórico-conceitual da noção grega de “cuidado de si” (epiméleia heautoû), demonstrando a sua evolução desde a cultura grega até o início da era cristã. Esse conceito compreende uma parte significativa da vida do indivíduo e resulta de inúmeros exercícios, sendo um elemento essencial para o engajamento em uma vida melhor. Desse modo, Foucault entende o cuidado de si como aspecto essencial para a formação do indivíduo e para a filosofia. Neste trabalho, consideramos o elemento formativo do cuidado de si como uma experiência possível para a formação do jovem no ensino médio. O exercício de si mesmo proposto na análise de Foucault traz uma concepção de filosofia que pode ser útil para atender à demanda formativa do aluno do ensino médio. Considerando as mudanças radicais no cenário educacional por meio da reforma do ensino médio – que tem em sua proposta a formação integral do estudante, a ampliação da carga horária e a divisão entre Formação Geral Básica e Itinerário Formativo –, propomos uma prática de ensino com a disciplina Eletiva, componente curricular da nova Matriz Curricular. Pretendemos com isso mostrar que, diante do cenário atual, o professor de filosofia em Mato Grosso do Sul tem muitas possibilidades de desenvolver um trabalho filosófico na escola.
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                                          ALIENAÇÃO, REIFICAÇÃO E FETICHE DA MERCADORIA: Experiência da vida cotidiana e filosofia em sala de aula"
                                          Curso Mestrado em Filosofia
                                          Tipo Dissertação
                                          Data 30/09/2022
                                          Área FILOSOFIA
                                          Orientador(es)
                                          • Ricardo Pereira de Melo
                                          Coorientador(es)
                                            Orientando(s)
                                            • Jonathan Rodrigues Louveira
                                            Banca
                                            • Cristina de Souza Agostini
                                            • Jadir Antunes
                                            • Ricardo Pereira de Melo
                                            Resumo A presente dissertação tem por objetivo analisar e desenvolver em sala de aula aspectos da dialética do cotidiano desenvolvida por Karl Marx, que posteriormente também foi trabalhada por Karel Kosik, Agnes Heller, Henri Lefebvre, entre outros. Conhecer e desenvolver aspectos dessa filosofia pode ser de grande valia para a análise e mudança da realidade concreta no cotidiano. O cotidiano é um mundo no qual o ser humano vive e se desenvolve. Quando se nasce ele já é imposto. É algo dado, mas não significa que não pode ser alterado, tanto em relação ao aspecto individual quanto ao aspecto social. O cotidiano esconde o mundo da pseudoconcreticidade, também conhecido como práxis fetichizada na linguagem marxista. Um mundo de aparências, de ações mecanizadas. Essa alteração pode ocorrer, portanto, através de um desvio (détour), isto é, da análise e reflexão sobre a realidade do cotidiano, sobre um prisma materialista. Esse desvio do cotidiano pode ser operado por meio da filosofia, arte e literatura. Deve, sobretudo, buscar relações do cotidiano mais transparentes e igualitárias, procurando dissipar a alienação e os antagonismos impostos pela sociedade capitalista, que reduz as relações humanas à relações de produtos, à reificação da mercadoria em detrimento do humano.
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