Mestrado em Saúde da Família

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TRABALHO Ações
PERFIL DE SAÚDE DE GESTANTES ASSISTIDAS NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
Curso Mestrado em Saúde da Família
Tipo Dissertação
Data 02/06/2017
Área SAÚDE COLETIVA
Orientador(es)
  • Ana Tereza Gomes Guerrero
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Camila Rodrigues Pacheco
    Banca
    • Ana Tereza Gomes Guerrero
    • Rosangela dos Santos Ferreira
    • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
    • Silvia Yoko Hayashi
    Resumo A gestação é um período vulnerável da vida no que se refere ao estado nutricional das mulheres. Além disso, o consumo alimentar e o estado nutricional das mulheres antes e durante a gestação influenciam consideravelmente o desenvolvimento do feto, consequentemente, o desfecho da gravidez. Considerando as implicações nutricionais das alterações fisiológicas na gestação e o risco de desenvolvimento de distúrbios nutricionais surge à necessidade de avaliar e monitorar durante a gestação com o intuito de prevenir e tratar as possíveis complicações que possam surgir no período gestacional. Este estudo tem como objetivo avaliar o perfil nutricional de gestantes de unidades de saúde de Campo Grande-MS. Metodologia: A pesquisa foi realizada em Unidades Básicas com equipes de Estratégias de Saúde da Família de Campo Grande. Para traçar o perfil nutricional foram utilizados dados de peso e altura obtidos através da caderneta da gestante e a classificação foi determinada pelo IMC pré-gestacional e de acordo com a semana gestacional. Resultados: A amostra foi composta por 94 gestantes. Como resultado 10 (10,6%) das gestantes apresentaram baixo peso, 50 (53,2%) das gestantes apresentaram peso adequado, 22 (23,4%) das gestantes apresentaram sobrepeso e 12 (12,8%) apresentaram obesidade pré-gestacional; Os fatores de risco que poderiam agravar a saúde neste período como o sedentarismo e hábitos alimentares inadequados contribuíram para que as gestantes mantivessem o peso inadequado, observando a curva do IMC de acordo com a semana gestacional 21 (22,3%) estavam com baixo peso, 34 (36,2%) eutróficas, 25 (26,6%) com sobre peso e 14 (14,9%) obesas. Conclusão: Uma grande parte das gestantes (46,8%) apresentaram estado nutricional inadequado antes de engravidarem o que demonstra a necessidade e importância da melhora na conscientização dessa população para um adequado planejamento familiar, com a importância da adesão ao pré-natal e o controle do adequado ganho de peso durante a gestação já que 63,8% delas estavam com o peso inadequado para a idade gestacional.
    COMPETÊNCIAS, VALORES E PRÁTICAS DO FISIOTERAPEUTA: ASPECTOS RELACIONADOS COM A FORMAÇÃO E COM O MUNDO DO TRABALHO
    Curso Mestrado em Saúde da Família
    Tipo Dissertação
    Data 24/05/2017
    Área SAÚDE COLETIVA
    Orientador(es)
    • Adriane Pires Batiston
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Aline Gangi Turino Battini Basso
      Banca
      • Adriane Pires Batiston
      • Fernando Pierette Ferrari
      • Lais Alves de Souza Bonilha
      • Maria Elizabeth Araujo Ajalla
      Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a percepção dos profissionais fisioterapeutas atuantes no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian sobre as competências, valores e práticas essenciais ao fisioterapeuta para a atuação resolutiva e compreender, tanto a visão desses profissionais sobre a contribuição da formação profissional no desenvolvimento de sua prática profissional, como sua visão sobre a experiência cotidiana no desenvolvimento de sua prática profissional. Estudo de natureza descritiva exploratória no qual participaram 18 fisioterapeutas atuantes em um Hospital Escola. Para fins de caracterização dos participantes, eles preencheram um questionário estruturado com informações sociais e profissionais. Para a coleta dos dados, utilizou-se a técnica do grupo focal, conduzido por um mediador, sendo as sessões registradas por meio de gravação de áudio. Cada uma das duas sessões de grupo focal durou em média 60 minutos, sendo que uma sessão contou com onze participantes e a outra com sete. Os dados foram analisados pela técnica de Análise de Conteúdo de Bardin, a partir da qual, estabeleceram-se três categorias temáticas: 1. A prática profissional: o conhecimento técnico e científico; 2. O trabalho do fisioterapeuta: o encontro com o outro e 3. Ser fisioterapeuta: por eles mesmos. Os resultados do estudo demonstram a forte valorização do conhecimento teórico científico e habilidades técnicas como essenciais a um bom fisioterapeuta, e embora mais timidamente, as habilidades relacionais também emergiram como fundamentais ao profissional. Foram apontados como espaços privilegiados de aprendizado: a residência, o cotidiano do trabalho e o estágio curricular durante a graduação. Os participantes consideram o fisioterapeuta um profissional dotado de características, como: detentor do conhecimento técnico e científico, criatividade, perseverança, resolutividade, humanidade e capacidade de adaptação ante as novas situações. Em outra direção, na visão dos próprios fisioterapeutas, esse profissional apresenta dificuldades relacionadas à autonomia e à participação sociopolítica na profissão. Entre os participantes da pesquisa, percebe-se grande valorização de competências cognitivas e motoras e em menor intensidade das competências afetivas. O curso de graduação em Fisioterapia não é relacionado com a maior aquisição de competências para a prática profissional, sendo as experiências práticas, proporcionadas pelo trabalho, as mais significativas para os profissionais. Apesar de se considerarem profissionais dotados de valores, comportamentos e práticas singulares, destacam desafios como a necessidade de união e fortalecimento da categoria profissional. Os resultados deste trabalho contribuirão para reflexões sobre o processo formativo e atuação profissional do fisioterapeuta.
      REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE CORUMBÁ-MS: PERSPECTIVA DE PROFISSIONAIS
      Curso Mestrado em Saúde da Família
      Tipo Dissertação
      Data 23/05/2017
      Área SAÚDE COLETIVA
      Orientador(es)
      • Sonia Maria Oliveira de Andrade
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Silvia de Medeiros Vieira
        Banca
        • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
        • Luiza Helena de Oliveira Cazola
        • Maria Gorette dos Reis
        • Sonia Maria Oliveira de Andrade
        Resumo A saúde mental precisa ser entendida como uma questão complexa e que necessita de estratégias de trabalho em rede, sendo essencial a interlocução dos serviços que compõem a Rede de Atenção Psicossocial do município. Este trabalho resulta de análise da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), através de pesquisa quantitativa, seccional e descritiva, realizada no município de Corumbá, Mato Grosso do Sul, com objetivo de conhecer e identificar a percepção dos profissionais das equipes de estratégia de saúde da família (ESF), núcleos de apoio a saúde da família (NASF) e centros de apoio psicossocial (CAPS) sobre a articulação e integração dos serviços componentes da RAPS e acolhimento e cuidado continuado dos pacientes com transtornos mentais. A coleta de dados foi realizada de outubro a dezembro de 2015, através de questionários padronizados para cada serviço analisado, respondidos por 63 profissionais. Os resultados apresentam demanda em saúde mental para atendimento das equipes de ESF (81,2%) e NASF (100%). Os resultados referentes às articulação e integração entre os serviços apontam que a RAPS em Corumbá, apesar de estruturada, encontra-se fragmentada. Na perspectiva dos profissionais da ESF, apenas 25,0% se articula com as equipes de CAPS e 48% com as equipes de NASF. Os CAPS têm melhor articulação com outros serviços componentes da rede quando comparados com a ESF, principalmente o CnaRua e o RT. As ferramentas utilizadas para o atendimento e acompanhamento dos pacientes com transtorno mental como apoio matricial, clínica ampliada e projeto terapêutico singular não fazem parte da rotina, nas unidades. Os resultados revelam que apenas 21% dos profissionais da ESF e 50% dos profissionais dos CAPS utilizam o apoio matricial em sua rotina de atendimento; 75% dos profissionais das equipes de ESF não usam a clínica ampliada e 67% não tem o projeto terapêutico singular como ferramenta de apoio. Com relação a prática do acolhimento, os resultados apontam falta de entendimento e planejamento. As equipes se apoiam no atendimento ao paciente com sofrimento mental, porém, a lógica do encaminhamento é prática na rotina das equipes, o que leva a tratamentos pouco efetivos e pacientes com sofrimento mental mal atendidos nas suas necessidades de saúde. O estudo identificou que a participação da família no tratamento do paciente de saúde mental ainda é incipiente.
        ANÁLISE DAS AÇÕES DE SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO BÁSICA: A PROVOCAÇÃO DE UM ENCONTRO
        Curso Mestrado em Saúde da Família
        Tipo Dissertação
        Data 23/05/2017
        Área SAÚDE COLETIVA
        Orientador(es)
        • Alessandro Diogo de Carli
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Ana Carolina Ametlla Guimarães
          Banca
          • Alessandro Diogo de Carli
          • Anita Guazzeli Bernardes
          • Leila Simone Foerster Merey
          • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
          Resumo A necessidade de ampliação e fortalecimento da Rede de Atenção
          Psicossocial (RAPS) esta diretamente vinculada à capacidade da Atenção Básica
          (AB) em desenvolver um trabalho em rede, voltado também para o sofrimento
          psíquico da população. Buscando compreender quais seriam essas ações e como o
          fluxo de atendimento às pessoas com sofrimento psíquico se dá no Município de
          Campo Grande, planejamos o desenvolvimento deste trabalho de pesquisa. Sendo a
          Estratégia de Saúde da Família (ESF) o principal norteador das politicas de saúde
          na Rede de Atenção a Saúde (RAS), sabemos que a forma como estas equipes
          organizam o trabalham e como lidam com as diferentes demandas da população
          impactam diretamente na estruturação das linhas de cuidado dos agravos à saúde.
          O objetivo deste estudo foi de analisar a capacidade de resposta da rede de atenção
          a saúde frente à demanda dos usuários portadores de transtornos mentais e/ou com
          problemas relacionados ao consumo de álcool ou outras drogas a partir da admissão
          destes na Rede de Urgência e Emergência (RUE). Trata-se de um estudo
          quantitativo de intervenção, baseado em dados primários e secundários, que foi
          realizado no município de Campo Grande (Mato Grosso do Sul), no período de
          agosto de 2015 a janeiro de 2017. Os sujeitos da pesquisa foram os indivíduos com
          demandas relacionadas à Saúde Mental que ingressaram na RUE deste município.
          Foram entrevistados 98 usuários que deram entrada na RUE com demandas
          relacionadas a algum tipo de sofrimento psíquico, os quais foram submetidos a um
          questionário estruturado que inqueriu quais os serviços que foram acionados pelo
          usuário antes da procura pela RUE e se houve propostas de intervenção que
          antecederam essa demanda. Além disto, o pesquisador intermediou a
          contrarreferência dos casos avaliados para a Atenção Básica e, transcorrido três
          meses, constatou, por meio de dados secundários (prontuário eletrônico) quais as
          ações haviam sido realizadas pelas equipes da AB. Com os dados obtidos na
          pesquisa, foram realizadas oficinas com os gerentes das Unidades Básicas de
          Saúde e da Saúde da Família para elaboração de um fluxograma de atendimento às
          demandas de saúde mental a partir da AB. Este fluxograma foi ainda validado pelos
          trabalhadores e usuários em seis seminários realizados em parceria com os
          dispositivos da RAPS. Observamos que a questão norteadora deste trabalho, a qual
          diz respeito à capacidade da Atenção Básica em responder as demandas de Saúde
          Mental do seu território, apresentou importante fragilidade quando comparada com a
          percentagem de usuários que passaram a ser acompanhados pelas equipes da AB.
          Apenas 33,89% dos usuários avaliados no seguimento realizado, foram
          acompanhados pelas equipes ao qual foram referenciados. A maioria dos usuários
          avaliados (61,02%) já realizavam tratamento prévio para o sofrimento apresentado,
          entretanto apenas 22,04% destes referiram abordar as questões de Saúde Mental
          com a AB. A maioria dos usuários (54,23%) declarou não manter nenhum contato
          com as equipes da AB. Apenas 10,17%, das pessoas procuraram outro serviço de
          saúde antes de recorrer à RUE e somente 5,09%, destes usuários, tiveram sua
          proposta terapêutica modificada nos últimos sete dias antecedentes; 93,22% se quer
          estiveram em outro serviço de saúde na semana que antecede sua admissão nos
          serviços da RUE. A regressão logística realizada para analisar a continuidade do
          tratamento na AB, após a contrarreferência intermediada, revelou que esta
          apresentou relação estatística significativa quando: os pacientes já realizavam
          tratamento prévio; já haviam tido qualquer contato com a AB e se já haviam sido
          hospitalizados anteriormente por demandas relacionadas ao sofrimento psíquico.
          Além dos dados quantitativos, também consideramos como resultado deste estudo a
          elaboração coletiva do fluxograma norteador da atenção em Saúde Mental na RAPS
          de Campo Grande, fruto das oficinas e seminários, o qual passou a ser utilizado
          como instrumento norteador das ações de saúde mental na AB. Concluiu-se que
          existe uma grande dificuldade das equipes da AB em realizarem o atendimento para
          os usuários com demandas relacionadas ao sofrimento psíquico e uma fragilidade
          muito evidente na organização da rede de cuidado para o atendimento a estes
          usuários em situações de crise e para seu seguimento. Nesse sentido, esta pesquisa
          pode auxiliar na elaboração de novas estratégias de atuação para o atendimento
          desta demanda, provocando através das oficinas e seminários a construção de
          espaços de discussão e encontros necessários para o surgimento de novos arranjos
          objetivando que a rede de cuidado amplie sua capacidade de atuação e de resposta,
          colocando em destaque a importância e o papel da ESF.
          Conhecimentos, atitudes e práticas dos profissionais da estratégia de saúde da família de Mato Grosso do Sul
          Curso Mestrado em Saúde da Família
          Tipo Artigo Científico
          Data 31/03/2017
          Área SAÚDE COLETIVA
          Orientador(es)
          • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Daniela Margotti dos Santos
            Banca
              Resumo
              AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DO FUMANTE DO MUNICÍPIO DE ÁGUA CLARA: A PERCEPÇÃO DO USUÁRIO
              Curso Mestrado em Saúde da Família
              Tipo Dissertação
              Data 30/03/2017
              Área SAÚDE COLETIVA
              Orientador(es)
              • Adriane Pires Batiston
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Cíntia Juliana da Silva Bettio
                Banca
                • Adriane Pires Batiston
                • Fernando Pierette Ferrari
                • Lais Alves de Souza Bonilha
                • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                Resumo O tabagismo é considerado um problema de saúde pública mundial já que causa inúmeros agravos à saúde, sendo a principal causa de mortes evitáveis no mundo. O Brasil é pioneiro nas ações de combate ao tabagismo, e entre suas ações, está a implantação de programa de cessação do tabagismo, que, por meio de abordagem cognitivo-comportamental e medicações, visa auxiliar o fumante a deixar esse hábito, melhorando sua qualidade de vida e prevenindo futuros agravos em sua saúde. O objetivo deste estudo foi avaliar o Programa de abordagem e tratamento do fumante do município de Água Clara/MS, caracterizando os usuários que fazem uso desse serviço e conhecendo a percepção que eles possuem sobre as diferentes etapas do programa. Trata-se de pesquisa transversal do tipo descritivo-exploratória baseada em dados primários e secundários, sendo os dados primários analisados por meio de abordagem qualitativa mediante o método de coleta de grupo focal e os dados secundários analisados utilizando-se a análise estatística. Para conhecer o perfil do usuário que faz uso do programa, foram utilizados dados secundários oriundos da entrevista inicial que fazem quando são inseridos no programa, totalizando 173 pessoas atendidas de 2012 a 2015. Para conhecer a percepção do usuário sobre o programa, foram realizadas 2 reuniões de grupo focal, para as quais foram convidadas pessoas que haviam participado do programa nos últimos 12 meses antes da coleta de dados e que tivessem participado de no mínimo 3 reuniões de abordagem cognitivo-comportamental, totalizando 15 pessoas que responderam ao convite. Os dados qualitativos foram analisados por meio da técnica de análise de conteúdo. Os resultados foram apresentados por intermédio de dois artigos que atenderam aos objetivos desta pesquisa. O primeiro artigo buscou caracterizar o usuário que procura por esse serviço no município e identificou a predominância do sexo feminino (63,6%), com idade média de 45,99 anos, média de idade de início do hábito de fumar de 14,38 anos e média de tempo de uso do cigarro de 31,62 anos. Dos sintomas apresentados, predominaram os transtornos emocionais (75,1%), com confirmação de 38,2% para depressão. Graus elevado e muito elevado de dependência da nicotina totalizaram 68,2%, com destaque para os que referem problemas emocionais, cujo grau ato de dependência atinge 72,3%. O segundo artigo visou conhecer a percepção dos usuários sobre o programa no município, e os resultados encontrados foram de que o processo grupal é considerado muito importante no tratamento, já que ali recebem o acolhimento necessário do profissional de saúde, além de troca de experiências que servem como suporte para manterem-se abstinentes; sua importância se estende também à etapa de manutenção, a ponto de sugerirem que tanto o número de reuniões obrigatórias como as de manutenção sejam aumentadas para não perderem o vínculo e terem um ponto de apoio por mais tempo, evitando recaídas. Observou-se também que existe uma crença de que a medicação é um fator que determina o sucesso do tratamento, sugerindo o prolongamento do tempo de uso de medicações e a adesão de medicações mais fortes. A fragilidade do programa está no difícil acesso à figura do médico, que percebem como importante para melhorar a qualidade do serviço. De maneira geral, consideram a estrutura do programa satisfatória, porém identificam pontos que podem ser melhorados, como a troca de experiência com usuários que já passaram pelo programa, atendimento individualizado com a psicóloga, uso de metodologias mais dinâmicas durante as reuniões e a agilidade nos atendimentos para diminuir a fila de espera. Conclui-se que quem procura o programa com mais frequência são mulheres, com idade mais acima de 40 anos e tempo de uso do tabaco prolongado. A maior parte dos usuários apresenta ansiedade ou depressão, o que demonstra que o estado emocional do indivíduo pode estar associado ao hábito de fumar. Além disso, essa condição também influencia no grau de dependência que o paciente desenvolve do tabaco, o que aponta para a importância de mais investimentos na área de saúde mental como forma de prevenção e redução de danos, de inúmeros agravos, entre eles, o tabagismo. Embora a percepção dos usuários seja de que o programa possui características positivas, pontuam a necessidade de mudanças no programa para que este atenda melhor às suas necessidades. Esses anseios são coincidentes com a proposta da atenção primária, que é desenvolver ações de prevenção trabalhando de acordo com as necessidades locais, porém ainda se percebe a dificuldade dos profissionais em colocá-la em prática, devido ao acúmulo de funções, excesso de demanda, deficiências na formação e o despreparo para o trabalho multiprofissional, fazendo com que os resultados de suas ações estejam aquém do esperado pelos usuários.
                GEOPROCESSAMENTO DA PROMOÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE EM CAMPO GRANDE/MS
                Curso Mestrado em Saúde da Família
                Tipo Dissertação
                Data 16/02/2017
                Área SAÚDE COLETIVA
                Orientador(es)
                • Joel Saraiva Ferreira
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Joel Carlos Valcanaia Ferreira
                  Banca
                  • Joel Saraiva Ferreira
                  • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                  • Marina Brasiliano Salerno
                  • Sandra Helena Correia Diettrich
                  Resumo O processo de transição epidemiológica ocorrido com a população brasileira desde o
                  século XX é decorrente de um conjunto de fatores, tais como as melhorias de
                  condições socioeconômicas e a evolução tecnológica, resultando em modificações
                  nas causas de adoecimento e mortalidade entre os adultos no país, passando a
                  prevalecer as doenças crônicas não transmissíveis, em detrimento das doenças
                  infectocontagiosas. Nesse sentido, o desenvolvimento de ações destinadas ao
                  controle de fatores determinantes e condicionantes da saúde passou a ter espaço nas
                  políticas públicas de saúde. Uma dessas ações é a oferta de práticas corporais e
                  atividades físicas à população atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
                  Considerando esse contexto, realizou-se o presente estudo, que teve como objetivo
                  analisar o padrão da distribuição geográfica das ações de promoção de atividades
                  físicas na atenção primária à saúde em Campo Grande/MS. Para isso, foi utilizado o
                  geoprocessamento para analisar as variáveis de interesse para o estudo, a partir da
                  seleção das unidades de saúde da atenção primária à saúde (APS) onde havia a
                  oferta de práticas corporais e atividades físicas (PCAF). Informações referentes às
                  unidades de saúde (logradouro, número e bairro) e distribuição dos PEF (unidade de
                  lotação) foram obtidas junto a Secretaria Municipal de Saúde Pública de Campo
                  Grande/MS (SESAU). Já as coordenadas geográficas (latitude e longitude) das
                  unidades de saúde foram obtidas por meio do programa Google Earth, enquanto o
                  quantitativo de população e a malha digital dos setores censitários do município foram
                  obtidos pelo website do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Utilizou-se o
                  programa estatístico Epi-Info 7 para identificar valores absolutos e percentuais das
                  variáveis obtidas, assim como o sistema de informação geográfica (SIG) TerraView
                  4.2.2 para a análise das informações que geraram mapas temáticos, para os quais as
                  unidades de análises espaciais foram as unidades de saúde (UBS, UBSF e NASF)
                  com e sem oferta de PCAF. Assim, foram produzidos mapas de pontos e de Kernel
                  de todas as unidades de saúde do perímetro urbano do município de Campo
                  Grande/MS e das unidades de saúde com ofertas de atividades físicas. Além disso,
                  foi produzido mapa temático das unidades com ofertas de atividades físicas e da
                  população por bairro. Os resultados analisados indicaram que, no que se refere à
                  distribuição espacial da população e unidades de saúde, houve um padrão na relação
                  população versus unidades de saúde, sendo possível afirmar que a APS do município
                  está presente nos bairros onde há maior risco e vulnerabilidade social. No entanto, a
                  oferta de PCAF não se fez presente da mesma forma nesses mesmos bairros, o que
                  requer ajustes na política pública de oferta de PCAF na localidade estudada. Apesar
                  do número limitado de profissionais atuantes, as PCAF estão sendo ofertadas em
                  aproximadamente 30% das unidades de saúde da APS. Quanto aos tipos de
                  intervenções realizadas pelos PEF na APS, conforme nomenclatura adotada pela
                  Política Nacional de Promoção da Saúde, observou-se que os PEF que atuam no
                  âmbito da APS da SESAU desenvolvem suas intervenções abrangendo os três tipos
                  de intervenções (ações, divulgação e aconselhamento), com destaque para o item
                  ações, seguido de divulgação. Concluiu-se que a distribuição geográfica das ações
                  de promoção de atividades físicas na APS do município de Campo Grande/MS se
                  mostrou bastante dispersa, sendo que as PCAF estão distribuídas pelos diversos
                  bairros do município, mas sem apresentarem um “padrão” quanto ao seu
                  ordenamento.
                  Do consultório ao domicílio: o uso de medicamentos no ambiente domiciliar por usuários do Programa Hiperdia de uma Unidade Básica de Saúde da Família
                  Curso Mestrado em Saúde da Família
                  Tipo Dissertação
                  Data 15/01/2017
                  Área SAÚDE COLETIVA
                  Orientador(es)
                  • Edson Mamoru Tamaki
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Deuzimar Cordeiro Calado
                    Banca
                    • Claudia Du Bocage Santos Pinto
                    • Edson Mamoru Tamaki
                    • Maria de Lourdes Oshiro
                    • Maria Elizabeth Araujo Ajalla
                    Resumo Os medicamentos de uso contínuo constituem uma referência essencial no controle das doenças crônicas, no entanto, observa-se que um conjunto de fatores socioeconômicos, culturais e assistenciais interferem, dificulta e faz com que o tratamento prescrito pelos serviços de saúde nem sempre seja seguido pelo paciente de forma criteriosa, aumentando os riscos à sua saúde. A falta do conhecimento sobre: a posologia, tratamento, interação medicamentosa, dentre outros, são fatores geradores de dúvidas que podem levar ao uso inadequado dos medicamentos, comprometendo o tratamento. A condição socioeconômica e cultural dos indivíduos, como: renda, alfabetização, hábitos e acesso à obtenção do produto, são fatores que indicam a vulnerabilidade dos indivíduos que precisam continuamente usar os medicamentos para o tratamento do Diabetes Mellitus e/ou da Hipertensão Arterial Sistêmica. A pesquisa teve por objetivo investigar fatores que estejam interferindo na adesão ao tratamento com o uso de medicamentos prescritos aos usuários diagnosticados com diabetes e hipertensão cadastrados no Programa HIPERDIA. Foi aplicado um questionário semiestruturado a 298 usuários, uma amostra representativa dos usuários cadastrados com DM e/ou HAS da Unidade Básica de Saúde da Família localizada na região do Lagoa em Campo Grande, MS. Os dados foram tabulados, descritos e analisados de forma exploratória. Verificou-se nos resultados que dos 298 entrevistados, 266 (89,3%) eram alfabetizados e 32 (10,7%) não alfabetizados, destes mulheres são 197 (66,1%) e homens 101 (33,9%). Na identificação do estado civil aparecem os seguintes resultados: casados 179 (60,1%), viúvos 54 (18,1%), separados 35 (11,7%) e solteiros 30 (10,1%). Quanto ao diagnóstico, 67,5% da população pesquisada tem hipertensão, 25,8% tem dupla morbidade (diabetes e hipertensão) e 6,7% são diabéticos; a maioria está na faixa etária de 41 a 60 (39,9%) e 61 a 80 (47,0%) anos; mais da metade (54,4%) fazem uso de 1 a 3 e 32,2% de 4 a 6 medicamentos por dia; e 43,3% já tinham sido internados por causa da doença. Os mais jovens (18 a 40 anos) tem maiores percentuais no descumprimento da prescrição com o uso dos medicamentos, abandonando o uso dos fármacos ou usando-os apenas em parte. Identificou-se que o baixo nível de renda e de alfabetização, a dependência do sistema público e os efeitos adversos à saúde constituem fatores que aumentam a vulnerabilidade da população pesquisada ao uso inadequado ou abandono do uso dos medicamentos, assim como a credibilidade no medicamento, o comprometimento com o tratamento, e a autonomia de modificar o seu tratamento, fatores estes passíveis de intervenção na Atenção Básica.
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                    ENFERMEIROS DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NA ATENÇÃO ONCOLÓGICA
                    Curso Mestrado em Saúde da Família
                    Tipo Dissertação
                    Data 08/12/2016
                    Área SAÚDE COLETIVA
                    Orientador(es)
                    • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Geize Rocha Macedo de Souza
                      Banca
                      • Luciana Contrera
                      • Renata Palopoli Picoli
                      • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                      • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                      Resumo O atendimento ao paciente oncológico é complexo em função das características peculiares do adoecimento e dos diversos tipos de cânceres, requerendo do enfermeiro responsabilidades, competência e conhecimento técnico-científico. Este estudo teve por objetivo conhecer a atuação dos enfermeiros da estratégia saúde da família na atenção oncológica no município de Campo Grande – MS. Trata-se de um estudo seccional, descritivo, de abordagem quantitativa, constituído por 77 enfermeiros inseridos em unidades de estratégia saúde da família (ESF) de Campo Grande (MS). A coleta de dados primários realizou-se por meio de entrevista estruturada, com análise descritiva. Os resultados apontam que 95% dos enfermeiros realizavam atendimentos aos pacientes oncológicos, sendo a visita domiciliar (91%) e a consulta de enfermagem (54%) as ações mais citadas; 96% destes profissionais desconhecem a Política Nacional de Atenção Oncológica e 65% não possuem capacitação específica, o que evidenciou fragilidades na assistência prestada pelo enfermeiro a este paciente e potencializou a necessidade de investimento neste profissional com vistas a qualificá-lo para garantir ao paciente oncológico e seus familiares uma assistência que contemple suas características singulares.
                      Aspectos sociodemográficos, epidemiológicos e comportamentais dos usuários de crack e similares em Campo Grande e regiões de fronteira de Mato Grosso do Sul
                      Curso Mestrado em Saúde da Família
                      Tipo Dissertação
                      Data 29/09/2016
                      Área SAÚDE COLETIVA
                      Orientador(es)
                      • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Elizeu Ferreira da Silva
                        Banca
                        • Ana Rita Coimbra Motta de Castro
                        • Mauricio Antonio Pompilio
                        • Paulo Cesar Duarte Paes
                        • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                        Resumo O consumo de crack é um problema social e de saúde pública. A rede de assistência à saúde, entre elas a Estratégia de Saúde da Família, deve ser preparada para o acolhimento, ações de promoção, recuperação e reabilitação. O presente estudo tem por objetivo caracterizar os aspectos sociodemográficos, epidemiológicos e comportamentais dos usuários de crack e similares, em Campo Grande e em regiões de fronteira de Mato Grosso do Sul; Corumbá divisa com a Bolívia e Ponta Porã divisa com o Paraguai. Foi realizado uma pesquisa analítica, observacional, de corte transversal com pesquisa de dados primários junto a 730 usuários de crack e similares em situação de rua e também com indivíduos institucionalizados, no período de novembro de 2013 a julho de 2015. A idade variou de 18 a 68 anos, com média de 32,8 anos (DP±9,8 anos), predominou o sexo masculino (84,7%), ser solteiro (78,9%), não branco (67,10%) e com baixa escolaridade. Houve diferença estatística entre indivíduos em situação de rua que eram do sexo feminino, informavam não ter religião, ter escolaridade de 5 a 9 anos, e nenhuma renda (p≥0,005). O uso do crack foi relatado por 40,0% dos entrevistados e similares do crack foi relatado por 79,7%, sendo que 54,3% relataram tempo de uso de 2 a 10 anos, e 34,9% consumo de 1 a 5 gramas por dia. Houve diferença estatística para maior entre indivíduos que estavam em situação de rua em relação à presença de tosse por mais de uma semana, ser sintomático respiratório, presença de sudorese noturna (p≤0,000), ser fumante e consumir álcool (p≤0,000). A presença de corrimento vaginal foi maior entre as mulheres institucionalizadas do que entre mulheres em situação de rua (p≤0,000), bem como ter parceiro fixo nos últimos 6 meses ( p≤0,041). O acesso a cuidados de saúde não teve diferença entre pessoas em situação de rua ou institucionalizadas. O estudo revelou que as características sociodemográficas, epidemiológicas e comportamentais entre usuários de crack e similares em situação de rua e institucionalizados podem ter diferenças e a vulnerabilidade para doenças infecciosas parece ser maior entre pessoas em situação de rua, exigindo maior atenção da rede de atenção psicossocial e do fortalecimento da estratégia de saúde da família na área de abrangência dessa população.
                        Avaliação da atenção pré-natal na estratégia saúde da família no município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul
                        Curso Mestrado em Saúde da Família
                        Tipo Artigo Científico
                        Data 31/08/2016
                        Área SAÚDE COLETIVA
                        Orientador(es)
                        • Alessandro Diogo de Carli
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Ana Claudia Rocha Geronimo
                          Banca
                            Resumo
                            A continuidade dos cuidados à saúde nos pacientes que participaram do projeto Cuidados Continuados Integrados no Hospital São Julião
                            Curso Mestrado em Saúde da Família
                            Tipo Dissertação
                            Data 24/08/2016
                            Área SAÚDE COLETIVA
                            Orientador(es)
                            • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Joliani Alves de Moraes
                              Banca
                              • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                              • Leila Simone Foerster Merey
                              • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
                              • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                              Resumo Acompanhando tendência mundial, têm-se observado no Brasil, a partir das últimas quatro décadas do século passado, processos de transição que produziram e ainda produzem importantes mudanças no perfil das doenças ocorrentes na população, impondo para a Saúde Publica novos desafios. Neste contexto foi criada em muitos Países a linha de Cuidados Continuados Integrados (CCI), como uma resposta ao aumento do número de pessoas em situação de dependência funcional. Em Campo Grande (Brasil) esta linha de cuidados está sendo realizada no Hospital São Julião, para atender os pacientes procedentes do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, Santa Casa e Hospital Universitário/UFMS. Após um período de no máximo sessenta dias de internação para reabilitação sob responsabilidade da equipe multiprofissional, os pacientes recebem alta para o domicilio com contra referência para a atenção primária e centro de reabilitação. Assim, surge a preocupação com a continuidade aos cuidados após a alta do Hospital São Julião, questionando-se como está ocorrendo a atenção à saúde desses indivíduos e a evolução do quadro de dependência funcional.
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                              Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas: Análise da implementação no município de Campo Grande - MS
                              Curso Mestrado em Saúde da Família
                              Tipo Dissertação
                              Data 09/08/2016
                              Área SAÚDE COLETIVA
                              Orientador(es)
                              • Edson Mamoru Tamaki
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Geisa Alessandra Cavalcante de Souza
                                Banca
                                • Edson Mamoru Tamaki
                                • Renata Palopoli Picoli
                                • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                                • Soraya Solon
                                Resumo
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                                DIABETES MELLITUS: Conhecimentos, Atitudes e Hábitos Alimentares de Portadores da Doença no município de Bodoquena/MS
                                Curso Mestrado em Saúde da Família
                                Tipo Dissertação
                                Data 09/08/2016
                                Área SAÚDE COLETIVA
                                Orientador(es)
                                • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Flávia Gilda Zanetti
                                  Banca
                                  • Adriane Pires Batiston
                                  • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
                                  • Rafael Aiello Bomfim
                                  • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                                  Resumo Diabetes Mellitus caracteriza-se como uma doença crônica de expansão em nível global, com elevada prevalência, importante morbidade decorrente a complicações agudas e crônicas, com altas taxas de hospitalização e mortalidade. Este estudo teve como objetivo compreender, por meio de uma pesquisa exploratória seccional, os conhecimentos de pessoas com Diabetes Mellitus sobre sua doença, bem como as atitudes e hábitos alimentares autorreferidos. O estudo contou com a participação de cento e quarenta e sete usuários com diagnóstico de diabetes (tipos 1 e 2), inseridos no Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos – HIPERDIA da rede municipal de saúde de Bodoquena estado de Mato Grosso do Sul, em atendimento no período de maio a setembro de 2015. Para a coleta de dados utilizou-se um questionário com variáveis sobre dados sociodemográficas e hábitos alimentares, além do Questionário de Conhecimento em Diabetes (DKN-A), o Questionário de Atitudes Psicológicas (ATT-19) e o Questionário de Frequência Alimentar (QFA). Para a verificação da análise dos dados, aplicou-se o Teste de Qui-quadrado (Chi square) para as análises bivariadas e modelos de regressão logística múltipla para análise conjunta dos fatores associados (p<0.05). Calculou-se o Odds ratio bruto (OR), com os respectivos intervalos de confiança de 95% para cada variável. Em relação às variáveis, a dieta prudente foi classificada como variável dependente e as variáveis como renda, escolaridade, idade, entre outras foram classificadas como variável independente. Os valores a partir de Odds Ratio (OR) identificavam risco ou proteção à dieta prudente, portanto quando os valores de OR eram maiores indicavam maior risco para uma dieta conservativa (dieta nutricionalmente inadequada) e quando o OR apresentavam valores menor indicavam fator de proteção para a dieta prudente (dieta nutricionalmente adequada). Valores de p < 0.05 foram considerados estatisticamente significativos. Dentre os 147 sujeitos com idade média de 59,5 anos, a maioria era do sexo feminino (63,45%), casada ou em relação estável (75,16%) e possuía hipertensão arterial associada ao diabetes pré-existente (57,24%). No que diz respeito a escolaridade, 44,13% tinham o ensino fundamental incompleto, e a maior prevalência (66,89%) tinham renda entre 1 a 2 salários mínimos. Já no que tange às variáveis relacionadas aos hábitos alimentares, notou-se que 61,60% dos entrevistados realizam apenas três refeições ao dia. Apesar de 95,5% possuírem consciência dos benefícios da alimentação no controle metabólico da doença, o quesito dieta destacou-se como principal dificuldade no tratamento, sendo que 34,25% dos entrevistados relataram a proibição do consumo de doces como a principal dificuldade na adesão ao tratamento nutricional. Através do QFA identificou-se que 81,63% dos usuários entrevistados relataram consumir alimentos pertencentes ao padrão alimentar denominado conservativo, constituído por alimentos ricos em gorduras saturadas, carboidratos simples, industrializados e hipercalóricos. Não houve estatisticamente associação entre o consumo alimentar do padrão alimentar prudente em relação aos conhecimentos e atitudes dos entrevistados relacionados a sua patologia. Em relação ao conhecimento sobre a doença, a maior parte dos usuários (82,50%) obteve escores menores que oito em relação ao diabetes no questionário DKN-A. Quanto aos escores de atitude, 93% dos participantes apresentaram escores menores que 70 pontos no questionário ATT-19. Os resultados apontam que os indivíduos com diabetes, obtiveram baixo nível de conhecimento sobre a doença e suas complicações, apenas 17,5% dos entrevistados possuíam escores acima de 70 pontos, indicando um bom conhecimento em relação a sua patologia. Em relação à atitude, observouse que apenas 7% possuía escore acima de 8 pontos, classificando os resultados como valores inferiores ao desejado sobre a atitude de enfrentamento da doença. O nível de conhecimento esteve relacionado positivamente à renda familiar do diabético, sua escolaridade, número de refeições realizadas diariamente e a percepção do individuo em relação aos benefícios da alimentação para o controle glicêmico, sendo que a alta escolaridade apresentou-se como o maior fator de risco para ter hábitos de padrão alimentar conservativo. Não houve associação entre o consumo alimentar do padrão prudente, conhecimentos e atitudes dos entrevistados relacionados ao Diabetes Mellitus. Diante disso, o presente estudo nos revela que os entrevistados apresentaram dificuldade no enfrentamento de sua doença, quando relacionado seu conhecimento e sua atitude perante o diabetes mellitus. Os resultados apontam para a necessidade de uma estruturação efetiva nas ações de educações em saúde direcionadas aos pacientes com diabetes mellitus, que atendam as exigências dos pacientes, assim como também da necessidade do surgimento de novas pesquisas com foco em melhorias nas ações de educações em saúde e relacionadas as outras variáveis que podem refletir a adesão terapêutica, como o hábito de realizar atividade física, saúde mental, saúde bucal, religiosidade, crenças, entre outras, buscando assim melhorias nas dificuldades cotidiana no controle do diabetes.
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                                  Diabetes autorreferido em idosos de Dourados, Mato Grosso do Sul
                                  Curso Mestrado em Saúde da Família
                                  Tipo Dissertação
                                  Data 04/08/2016
                                  Área SAÚDE COLETIVA
                                  Orientador(es)
                                  • Rosangela da Costa Lima
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Roseana Soares da Silva
                                    Banca
                                    • Karine de Cassia Freitas Gielow
                                    • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                                    • Rosangela da Costa Lima
                                    • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                                    Resumo O Diabetes Mellitus é uma doença crônica não transmissível que representa um notório problema de saúde pública no mundo, principalmente em idosos. A Atenção Básica, especificamente a Estratégia Saúde da Família, abrange o cuidado integral, visando à promoção da saúde e prevenção de complicações pelo diabetes. O objetivo deste estudo foi estudar a associação entre características sociodemográficas, Índice de Massa Corporal (IMC), sedentarismo, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo e pressão arterial inadequados e a presença de diabetes mellitus. Foi realizado um estudo casos e controles, avaliando 1020 idosos com ≥60 anos do estudo populacional “Saúde de Idosos da cidade de Dourados, MS de 2012. Casos (n=251) foram considerados idosos que referiram terem sido diagnosticados com diabetes mellitus e como controles (n=769) os demais entrevistados. Foi observada a frequência de exposição para casos e controles das variáveis: sexo, faixa etária, cor de pele, situação conjugal, escolaridade, nível econômico, tabagismo, consumo de bebida alcoólica, sedentarismo, índice de massa corporal e níveis pressóricos altos. Foram calculados testes para associação (Exato de Fisher, Qui-quadrado de Pearson e Qui-quadrado de Tendência Linear) e Razões de Odds (RO) e seus intervalos de confiança de 95% através de Regressão Logistica não condicional. Todas as variáveis com p< 0,20 na análise bruta foram incluídas no modelo multivariável. Do total de idosos, 24,6% (IC95% 21,8% - 27,7%) referiram diabetes. Aproximadamente metade dos entrevistados eram mulheres na faixa etária entre 60-69 anos, de cor de pele branca, casados (as) e pertencia ao nível econômico C, não havendo diferenças estatisticamente significativas entre casos e controles para estas variáveis. A baixa escolaridade (até três anos de estudo) foi mais frequente entre os casos (59,2%) do que entre os controles (50,9%), p<0,01. No que se refere ao tabagismo, 8,0% dos casos e 14,4% dos controles fumavam, (p<0,001) enquanto que aproximadamente 30,0% dos casos e controles fizeram uso de bebidas alcóolicas nos últimos 30 dias (p=0,63). Em relação ao sedentarismo, 69,7% dos casos e 63,6% dos controles referiram não fazer algum tipo de exercício físico. O excesso de peso foi verificado em 75,2% dos casos e 53,4% dos controles, p<0,01. Os níveis pressóricos altos foram encontrados em 45% dos casos e 37,3% dos controles, p=0,34. Após o ajuste, em comparação aos idosos com menor escolaridade, aqueles com 4-7 anos e ≥ 8 anos completos de escola tiveram uma proteção de 13,0% e 49,0% para diabetes mellitus, respectivamente. Os indivíduos com IMC <24 e 24-26 kg/m2 apresentaram uma RO de 0,44 e 0,24, respectivamente quando comparados àqueles com sobrepeso. As demais variáveis não estiveram significativamente associadas. Sendo assim, o estudo evidenciou que aproximadamente 10,0% dos diabéticos eram fumantes, um terço consumia bebidas alcóolicas, 70,0% eram sedentários, apresentaram excesso de peso e metade níveis pressóricos elevados. Destas características apenas o excesso de peso foi significativamente maior nos casos do que nos controles. Desta forma, fica clara a importância da Estratégia Saúde da Família em fomentar mudanças comportamentais que visem reduzir complicações decorrentes do diabetes.
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                                    Sífilis adquirida, sífilis em gestante e sífilis congênita na população indígena do Mato Grosso do Sul: Análise comparativa entre as notificações no SINAN e DSEI-MS
                                    Curso Mestrado em Saúde da Família
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 23/06/2016
                                    Área SAÚDE COLETIVA
                                    Orientador(es)
                                    • Rivaldo Venancio da Cunha
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Zuleica da Silva Tiago
                                      Banca
                                      • Érika Kaneta Ferri
                                      • Renata Palopoli Picoli
                                      • Rui Arantes
                                      • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                                      Resumo A Sífilis continua sendo um grave problema de saúde pública, atingindo cerca de 12 milhões de pessoas no mundo, anualmente (OMS, 2008). A subnotificação dos casos de sífilis é um problema recorrente em diversos países e constituem um dos principais fatores que contribuem para a persistência da sífilis como um problema de saúde pública na América Latina e Caribe. O estado do Mato Grosso do Sul, é o segundo maior estado do Brasil em número de indígenas, com 77.025 pessoas autodeclaradas indígenas, das quais 61.158 vivem em aldeias (79,4%). O presente estudo descreve a incidência e a distribuição de Sífilis em Gestante, Congênita e Adquirida na população indígena que vive nas aldeias do Mato Grosso do Sul por meio da análise de duas fontes de dados secundários, uma oriunda do SINAN e outra dos registros da Área Técnica de Saúde Sexual e Infecção Sexualmente Transmissíveis do DSEI-MS, no período de 2011 a 2014.Trata-se, portanto de um estudo descritivo de coorte retrospectivo. A comparação entre as duas fontes de dados permitiu identificar as subnotificações em cada uma delas e gerar uma planilha com o total de casos de Sífilis ocorridos entre 2011 e 2014, calcular as taxas de detecção e de incidência para cada tipo de sífilis, e avaliar a distribuição absoluta e relativa dos casos por Polo base e etnia. As taxas de incidência de Sífilis Congênita variaram de 6,0 casos/1.000 nascidos vivos para 10,7 casos/1.000 nascidos vivos. A taxa de incidência de Sífilis em Gestante mostrou-se elevada para todos os anos do estudo, o maior valor ocorreu em 2013 quando a incidência foi de 45,5/1.000 nascidos vivos. A análise da distribuição dos casos de Sífilis (adquirida, congênita e em gestantes) entre indígenas no Mato Grosso do Sul mostrou uma concentração significativa da doença na Região Sul do estado (91,3%), em especial, nos Polos Base de Amambaí e Iguatemi. Esses dois Polos Base juntos concentram 65,3% dos casos de Sífilis em Gestantes e 63,6% dos casos de Sífilis Congênita. Do total de 473 casos de todos os tipos de Sífilis registrados nas duas fontes de dados entre 2011 e 2014, as maiores taxas subnotificações ocorreram no SINAN quando comparado ao DSEI-MS. Para a Sífilis em gestantes as subnotificações foram de 45,9% no SINAN e 15,2%, no DSEI-MS. Em relação à Sífilis Adquirida, 42,2% e 35,9% e Sífilis Congênita 33,3% e 19,7%, respectivamente. O presente estudo demonstrou que a sífilis constitui um grave problema de saúde pública entre os povos indígenas do Mato Grosso do Sul, principalmente entre os Guarani Ñhandeva e Guarani Kaiowá. As características epidemiológicas da doença na população, determinadas por fatores socioeconômicos e culturais específicos impõe desafios na organização e estruturação dos serviços de saúde para fortalecer a vigilância epidemiológica da sífilis e diminuir a incidência da doença entre indígenas no Mato Grosso do Sul.
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                                      Enfrentamento do HIV/AIDS em idosos: Perspectiva de agentes comunitários de saúde e de médicos da saúde da família, Campo Grande, MS
                                      Curso Mestrado em Saúde da Família
                                      Tipo Dissertação
                                      Data 31/05/2016
                                      Área SAÚDE COLETIVA
                                      Orientador(es)
                                      • Mauricio Antonio Pompilio
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Valdirene Silva Pires Macena
                                        Banca
                                        • Mauricio Antonio Pompilio
                                        • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                                        • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                                        • Vanessa Terezinha Gubert
                                        Resumo O Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) causa a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (Aids). A Aids é uma pandemia de difícil controle. E, nos últimos anos, vem crescendo entre os idosos. Estima-se que até 2025, o Brasil será o sexto país no mundo em população idosa. Alguns fatores e condições de vida dos idosos como: aumento das relações sexuais ligada ao preconceito do uso de preservativos, os mitos, os tabus e a falta de divulgação sobre a doença, são determinantes para a incidência da Aids na terceira idade. A pesquisa foi realizada nas UBSF de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, no período de julho a outubro de 2015. A população de estudo foram Agentes comunitários de saúde (ACS) e médicos da Estratégia de Saúde da Família (ESF). A coleta de dados dos ACS foi feita por amostra estratificada proporcional com fração de amostra de n/N =0,2035, totalizando 140 ACS. Todos os médicos vinculados a ESF dos ACS sorteados foram convidados a participar da pesquisa (n=48). Foi aplicado um questionário para os ACS contendo questões norteadoras fechadas, para identificar as estratégias e ações dos ACS do enfrentamento do HIV/Aids na terceira idade. Aos médicos foram aplicados questionários com questões sobre a vulnerabilidade dos idosos as DST/HIV. Aproximadamente 55,7% dos ACS participaram de alguma capacitação/treinamento, entretanto, quase todos (95,0%) referiram a necessidade de capacitar-se para melhor atuação neste tema. Foi relatado por 70,0% dos ACS realização de campanhas educativas de prevenção de DST/Aids para a comunidade em geral, mas, destacando-se as gestantes e adolescentes. Observou-se que 100% das UBSF tem distribuição regular de preservativos, entretanto, as ações que contemplam idosos para prevenir DST/Aids são mais limitadas (39,3%). A maioria dos ACS (96,4%) percebem a vulnerabilidade do idoso ao risco de infecção pelo HIV, no entanto, 70,0% relataram ter dificuldade em dialogar com os idosos sobre este assunto e, apenas 13,6% dos ACS orientam frequentemente esta população sobre o uso de preservativos. A maioria dos médicos (83,3%) atendem idosos para orientação de disfunção erétil nas UBSF. Destes, 47,9% já prescreveram medicamentos para controle deste problema de saúde. Apenas 6,2% dos médicos não orientam os idosos para o uso de preservativos. Cerca de 72,9% dos médicos já diagnosticaram casos de DST nesta faixa etária e 87,5% deles oferecem o teste do HIV para estes pacientes. Apesar dos ACS identificarem a vulnerabilidade para o HIV em idosos precisam de mais capacitação na abordagem da sexualidade e prevenção do HIV nesta população. Os médicos da Estratégia de Saúde da Família compreendem que tanto a disfunção erétil quanto as DST/Aids são problemas concretos de saúde entre os idosos, porém é necessário ampliar as estratégias/ações educativas destes profissionais em suas práticas. Espera-se que o resultado da pesquisa possa contribuir para que as estratégias e ações dos ACS sejam reformuladas a fim de prestar ação preventiva aos idosos, orientando e incentivando a população idosa a se proteger melhor do HIV/Aids.
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                                        Do modelo biomédico à clínica ampliada: Influência do SPE na formação médica
                                        Curso Mestrado em Saúde da Família
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 24/05/2016
                                        Área SAÚDE COLETIVA
                                        Orientador(es)
                                        • Maria Celina Piazza Recena
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Socorro Andrade de Lima Pompilio
                                          Banca
                                          • Dario Xavier Pires
                                          • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
                                          • Maria Celina Piazza Recena
                                          • Renata Palopoli Picoli
                                          Resumo Inserir novas práticas nos currículos médicos que atendam às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para área da saúde pode colaborar para a capacitação de profissionais, de forma que se tornem mais qualificados e competentes para o cuidado humanizado. A Clínica Ampliada desponta como eixo norteador da Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde como promotora de responsabilização, singularidade, autonomia, solidariedade e vínculos saudáveis e requer para sua efetivação práticas inovadoras. O programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), inserido nesse contexto de intersetorialidade entre saúde e educação, pode auxiliar no desenvolvimento de competência clínica abrangente e resolutiva. Diante disso, os principais objetivos dessa pesquisa foram delinear os parâmetros da competência para a Clínica Ampliada, com base nos saberes indicados nos quatro pilares da educação para o século XXI propostos por Delors e identificar a incorporação desses parâmetros, após o desenvolvimento do programa SPE, entre os estudantes de medicina. O trabalho foi delineado como pesquisa qualitativa, tanto para a abordagem de análise teórica documental como para a investigação da percepção de estudantes e docentes sobre o tema. A pretensão foi dirigida à compreensão das bases teóricas da Clínica Ampliada e à apreensão da percepção dos acadêmicos e docentes sobre a influência do SPE na formação médica para a incorporação de parâmetros da competência para Clínica Ampliada. Como produto da pesquisa, são apontados os parâmetros da competência para Clínica Ampliada pautada nos domínios conhecer, fazer, ser e conviver, após uma correlação teórica entre Clínica Ampliada e Delors, sendo referência para reflexões na formação em saúde. Os resultados indicam que o projeto SPE influenciou na incorporação de parâmetros da competência para Clínica Ampliada entre os estudantes de medicina. Para os docentes o SPE demonstrou-se como uma ferramenta positiva na formação médica, oferecendo meios de efetivação para as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos da área da saúde. Os achados do grupo focal evidenciaram satisfação dos acadêmicos com as intervenções propostas pelo programa SPE, senso de autonomia, trabalho em equipe, comunicação, percepção ampliada do processo saúde doença, dentre outros. Essa atividade se configura também como apoio da expressão das subjetividades, importantes para o aprender a ser e a conviver. Tais percepções dos parâmetros da Clínica Ampliada colaboram para a formação dos futuros profissionais da rede de atenção à saúde, em especial da Estratégia Saúde da Família.
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                                          Fatores associados à prática de atividade física em adultos atendidos em unidades básicas de saúde da família
                                          Curso Mestrado em Saúde da Família
                                          Tipo Dissertação
                                          Data 20/05/2016
                                          Área SAÚDE COLETIVA
                                          Orientador(es)
                                          • Joel Saraiva Ferreira
                                          Coorientador(es)
                                            Orientando(s)
                                            • Ana Cristina Gomes de Lima
                                            Banca
                                            • Crhistinne Cavalheiro Maymone Goncalves
                                            • Joel Saraiva Ferreira
                                            • Sandra Helena Correia Diettrich
                                            • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                                            Resumo
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                                            Linha de base dos cirurgiões-dentistas das equipes de saúde da família: Conhecimento das demandas de teleodontologia em Mato Grosso do Sul
                                            Curso Mestrado em Saúde da Família
                                            Tipo Dissertação
                                            Data 31/03/2016
                                            Área SAÚDE COLETIVA
                                            Orientador(es)
                                            • Alessandro Diogo de Carli
                                            Coorientador(es)
                                              Orientando(s)
                                              • Paula Oda Haddad
                                              Banca
                                                Resumo
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