Mestrado em Saúde da Família

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TRABALHO Ações
O TRABALHO INTERPROFISSIONAL NAS EQUIPES DO NÚCLEO AMPLIADO DE SAÚDE DA FAMÍLIA E ATENÇÃO BÁSICA EM DUAS CAPITAIS BRASILEIRAS
Curso Mestrado em Saúde da Família
Tipo Dissertação
Data 25/08/2021
Área SAÚDE COLETIVA
Orientador(es)
  • Adriane Pires Batiston
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Pâmela Karine Bravin
    Banca
    • Adriane Pires Batiston
    • Arthur de Almeida Medeiros
    • Fernando Pierette Ferrari
    • Geraldo Eduardo Guedes de Brito
    • Guilherme Rodrigues Barbosa
    Resumo O trabalho interprofissional visa superar a hierarquização do trabalho coletivo, através de relações democráticas e do compartilhamento de objetivos, identidades e responsabilidades. A Atenção Primária à Saúde (APS) a partir do arranjo integrado entre as equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e as do Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB), se encontra em um cenário ideal de consolidação do trabalho interprofissional no Sistema Único de Saúde (SUS). O NASF-AB, sob a lógica do apoio matricial, detém seu espaço como ferramenta de transformação da visão curativista e fragmentada do cuidado, através do trabalho em equipe baseado na retaguarda assistencial especializada e suporte técnico-pedagógico às equipes da ESF. Este estudo teve por objetivo principal analisar e comparar a orientação para o trabalho interprofissional de trabalhadores dos NASF-AB em duas capitais brasileiras, João Pessoa (PB) e Campo Grande (MS). Para tal, foi realizado um estudo de corte transversal, com aplicação de questionário estruturado a um total de 182 profissionais dos NASF-AB, no qual 120 eram de João Pessoa e 62 de Campo Grande. O questionário se estruturou em três dimensões, a primeira referente à caracterização geral dos entrevistados, a segunda destinou-se a caracterizar alguns aspectos do processo de trabalho e relacionados a interprofissionalidade e a terceira dimensão foi a Escala Jefferson de Atitudes Relacionadas à Colaboração Interprofissional (EJARCI). Os resultados foram divididos em dois artigos científicos. O primeiro artigo intitulado “Caracterização dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica: um estudo comparativo de duas capitais brasileiras” corresponde aos dados obtidos a partir das duas primeiras dimensões do questionário. Os resultados neste artigo apontaram que na amostra geral o sexo feminino foi predominante (83%) e a idade média era de 37,1±9,03 anos. O tempo de formação profissional foi maior em Campo Grande (66,1% há mais de 11 anos) quando comparado a João Pessoa (65% há menos de 11 anos). Cerca de dois terços da amostra geral (67%) haviam concluído pelo menos uma pós-graduação lato sensu. Foram observadas com maior frequência na amostra geral os Fisioterapeutas (25,3%), os Psicólogos (16,5%) e os Nutricionistas (16,5%). Entretanto, em Campo Grande os Profissionais de Educação Física (14,5%) são em maior quantidade que os Nutricionistas (12,9%) e são observados Médicos Pediatras (8,1%) e Ginecologistas e obstetras (9,7%), profissões não encontradas em João Pessoa. Os profissionais Assistentes Sociais estão presentes apenas nas equipes de João Pessoa e correspondem a 13,3% das categorias no município. O vínculo trabalhista em João Pessoa se dá em sua maioria por contratos temporários (98,3%) enquanto em Campo Grande a maior parte dos profissionais segue o regime estatutário (85,5%). Na amostra geral a experiência acumulada no NASF-AB da maioria é de até cinco anos (63,7%) e o vínculo com a atual equipe se apresenta inferior a dois anos (57,1%). Quanto as características do processo de trabalho, a maior parte dos profissionais em Campo Grande (42,6%) dedicam mais tempo da agenda semanal (51-75%) com atendimentos coletivos que em João Pessoa (31,5%, 26-50% da agenda semanal). O mesmo ocorre com os atendimentos individuais, nos quais em Campo Grande 59% dos profissionais dedicam de 26-50% de suas agendas semanais enquanto, em João Pessoa a maioria deles (46,8%) afirmam dedicar menor tempo (0-25%) da carga horária. Quanto ao desenvolvimento de atividades com outros profissionais, verificou-se uma distribuição similar do percentual de 26-50% do tempo de trabalho semanal dedicado tanto ao desenvolvimento de atividades com profissionais de sua equipe NASF-AB (41,9%), quanto para as desenvolvidas com as equipes da ESF (47,2%). Em ambas as capitais a maioria dos profissionais (76,9%) avaliaram satisfatoriamente o trabalho interprofissional da equipe e as competências colaborativas. No segundo artigo intitulado “O trabalho interprofissional nos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica” consta a análise dos dados obtidos a partir da EJARCI. O escore médio dos profissionais do NASF-AB na EJARCI foi de 118,63 (±10,12), com mediana de 120 e variação de 77 a 140 pontos. Em Campo Grande foi possível observar que os profissionais apresentaram uma média superior (120,84±8,56) ao observado em João Pessoa (117,48±10,69). Quando relacionados, as variáveis individuais e os escores da EJARCI não implicaram em diferenças estatísticas, mas as maiores medianas foram observadas entre os profissionais do sexo feminino, os mais jovens, os com menos experiência, com maior tempo de vínculo com a equipe e na categoria dos Terapeutas Ocupacionais. Ao comparar os dados obtidos por meio de questionários aplicados aos profissionais do NASF-AB de duas capitais brasileiras, foi possível identificar características comuns e especificidades que fomentaram a produção do conhecimento sobre o arranjo organizacional da APS com a inserção dessas equipes. Os elevados escores dos profissionais do NASF-AB, próximos ao máximo esperado na EJARCI, demonstram que estes se apropriam das atitudes colaborativas interprofissionais como norteadoras do processo de trabalho na APS. Dessa forma, reforça o potencial das equipes NASF-AB em mobilizar mudanças do paradigma assistencial tradicional e favorecer a efetivação do trabalho interprofissional na APS. Os resultados desta pesquisa contribuem para o reconhecimento da experiência desses profissionais, aos gestores locais e formuladores de políticas públicas, na definição de estratégias de educação permanente em saúde e capacitação que direcionem a competências mais colaborativas no exercício do trabalho entre as equipes na APS.
    PLANEJAMENTO DE AÇÕES DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL EM UMA ESCOLA INDÍGENA URBANA
    Curso Mestrado em Saúde da Família
    Tipo Dissertação
    Data 08/03/2021
    Área SAÚDE COLETIVA
    Orientador(es)
    • André Barciela Veras
    Coorientador(es)
    • Paulo de Tarso Coelho Jardim
    Orientando(s)
    • Anaiza Cesar Romero
    Banca
    • Alessandro Diogo de Carli
    • Ana Tereza Gomes Guerrero
    • André Barciela Veras
    • Antonio José Grande
    • Paulo de Tarso Coelho Jardim
    Resumo A alimentação e nutrição são fatores essenciais na determinação da condição de saúde de uma
    população devido à relação diretamente proporcional do estado nutricional dos indivíduos com
    o surgimento de doenças. Um estado nutricional ideal proporciona prevenção quanto à
    instalação de doenças e comorbidades cada vez mais frequentes em populações específicas
    como a população indígena. Haja vista o abandono da caça, pesca, agricultura de subsistência
    e o consumo frequente de alimentos ultraprocessados em substituição a essas práticas de
    aquisição de comida tradicionais dos povos indígenas, o impacto nutricional torna-se relevante
    quando essas mudanças de comportamento no hábito e estilo de vida influenciam o processo
    saúde-doença dessa população. Considera-se, então, que as estratégias apresentadas no modelo
    de atividades de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) são medidas pertinentes de
    intervenção no tratamento e prevenção das doenças crônicas não-transmissíveis. A escola tem
    a configuração de um ambiente estrategicamente promotor desse contexto, favorecendo prover
    e aprimorar atividades de EAN ali desenvolvidas por meio da promoção de hábitos alimentares
    saudáveis. O desafio está em incorporar a atuação do nutricionista, tanto protagonizando quanto
    coordenando, planejando e capacitando os demais profissionais da Atenção Primária em Saúde
    (APS) em consonância com a comunidade escolar, na execução das ações de alimentação e
    nutrição, principalmente, em território indígena. Assim, o objetivo deste estudo foi sistematizar
    informações da vida cotidiana de crianças e adolescentes indígenas, para posterior
    planejamento, formulação e aplicação de ações de EAN em uma escola indígena urbana como
    proposta de intervenção nutricional no âmbito de APS no território. Trata-se de estudo
    longitudinal prospectivo de caráter quantitativo descritivo por meio da ferramenta de Concept
    Mapping (Mapeamento de Conceitos). Através de oficinas de Mapeamento de Conceitos com
    um grupamento de 20 escolares, entre 9 e 17 anos de idade, criou-se um brainstorming (debate)
    com esses indivíduos a fim de gerar palavras-chaves relacionadas aos objetivos de
    encorajamento às práticas alimentares saudáveis, promoção e prevenção a saúde. Após
    definição e recrutamento da amostra, o grupo de pesquisadores construiu um prompt (frase
    disparadora) o qual seria o foco para a criação dos depoimentos sobre nutrição e saúde. O
    prompt criado foi: “Para ter um corpo saudável é necessário o que?”. As declarações foram
    ordenadas em categorias com base na similaridade entre elas e, finalmente, classificadas
    segundo grau de importância e viabilidade na aplicação prática do cotidiano dos estudantes na
    forma de atividades em EAN na escola. Foram gerados 38 enunciados, as quais 24 foram de
    modo escrito, enquanto 14 declarações foram criadas a partir dos desenhos. Os resultados desse
    estudo demonstraram que as declarações formadas diante do prompt expressaram mapas
    conceituais explicativos capazes de transmitir informações objetivas utilizados na formulação
    e planejamento de ações em EAN. As declarações formadas foram determinadas pelos próprios
    escolares em eixos temáticos (Atividade Física, Alimentação, Ambiente local e Bem-estar) pela
    ferramenta de Concept Mapping, os quais direcionaram a elaboração de um manual com
    descrição minuciosa de atividades em EAN aplicáveis na escola. Por viabilidade, o grupo de
    atividade física também foi classificado em primeiro lugar, seguido por alimentação,
    relacionamento e interação com o meio ambiente. Nenhum grupo foi considerado sem
    importância ou inviável pelos participantes. Quando os participantes foram divididos de acordo
    com a idade (9-11 e 12-18), as percepções de importância e viabilidade variam entre os grupos.
    Os participantes mais jovens avaliaram todos os grupos como mais importantes do que os
    participantes mais velhos; para viabilidade, o grupo de alimentação foi classificado como mais
    viável pelos adolescentes. Os hábitos alimentares regionais e culturais saudáveis, promovidos
    segundo a oferta de ações de incentivo à alimentação adequada nas escolas indígenas, são um
    dos desafios e metas para o trabalho intersetorial (saúde e educação) em EAN. A orientação
    nutricional com finalidade de se produzir conhecimento acerca de uma alimentação equilibrada
    e saudável, veiculada por meio de dinâmicas de ensino-aprendizagem, possibilita
    conhecimentos fundamentais para a prevenção de doenças e para a promoção da saúde. A
    fragilidade da saúde indígena reflete o quão objetiva precisa ser a condução da resolutividade
    dos problemas, através de intervenções práticas e concisas, principalmente, quando se trata de
    ações de incentivo às práticas alimentares saudáveis na escola as quais despertem o interesse
    do autocuidado, valorização da cultura, empoderamento e autonomia nas escolhas alimentares.
    Com isso, o Concept Mapping desempenhou um processo importante na detecção de possíveis
    necessidades em saúde da comunidade, com a demonstração aprimorada da capacidade
    interpretativa dos dados no desenvolvimento de ações em saúde. É necessária uma maior
    utilização dessa ferramenta que contempla a escuta dos indivíduos, considera as demandas
    locais e que direciona as atuações intersetoriais.
    CARACTERÍSTICAS DA EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: UMA EXPLORAÇÃO CARTOGRÁFICA
    Curso Mestrado em Saúde da Família
    Tipo Dissertação
    Data 19/02/2021
    Área SAÚDE COLETIVA
    Orientador(es)
    • Mara Lisiane de Moraes dos Santos Barone
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Marcia Naomi Santos Higashijima
      Banca
      • Alessandro Diogo de Carli
      • Emerson Elias Merhy
      • Laura Camargo Macruz Feuerwerker
      • Mara Lisiane de Moraes dos Santos Barone
      • Nathalia Silva Fontana Rosa
      Resumo A educação permanente em saúde (EPS) é um conceito-ferramenta utilizado como estratégia de transformação das práticas do cotidiano de trabalho, onde a Atenção Básica, ordenadora do cuidado, é espaço potente para o desenvolvimento de movimentos de EPS. Se torna política pública no ano de 2004 e desde então aglutina características de quem a gesta e executa, por vezes, desvirtuando a intencionalidade para o qual foi criada e a própria concepção de EPS. Deste modo, esta dissertação explora o forjamento da PNEPS e a concepção de EPS, com narrativas produzidas a partir dos encontros com seus criadores e militantes. A cartografia e a pesquisa interferência foram utilizadas como percurso metodológico, proporcionando encontros com trabalhadores e gestores de unidades de básicas de saúde e gestores das áreas técnicas de educação e da atenção básica de uma capital brasileira, produzindo afecções, em parte, incômodas. Nesses encontros os relatos sobre EPS estavam vinculados a momentos assistemáticos e tecnicistas, que pouco produziam sentido a quem deles participavam, em discursos em que o usuário não aparecia ou era um receptor de informações. Isso fez emergir o desejo de identificar e sistematizar as características de EPS de modo que pudesse ser instrumento de uso ao se fazer movimentos de EPS, e mesmo para identificá-los. Juntando o desejo com a imobilidade dos encontros presenciais em tempos pandêmicos, a cartografia pegou um atalho, tornando-se caminho central os encontros virtuais com Laura Feuerwerker, Ricardo Ceccim e Emerson Merhy. Assim, a partir dos encontros com os forjadores da PNEPS e da concepção de EPS, e do encontro com as produções bibliográficas disponíveis, esta dissertação é composta por nove capítulos. Um deles cumpre o papel de me apresentar como cartógrafa e como estou implicada com a temática da educação em e na saúde desde a minha graduação, acarretando no desejo de me aprofundar na EPS, tendo como produto está dissertação. Em outro, apresento o percurso cartográfico e como ao longo dos encontros a ausência da visibilidade de movimentos de EPS me afetou, fazendo com que novos percursos fossem traçados, a fim de que fosse possível trazer a luz características palpáveis para o reconhecimento de movimentos de EPS. Como capítulo principal, em um esforço de identificação, destrincho os princípios e características da EPS, descrevendo e exemplificando uma a uma. Apresento a revisão bibliográfica que foi sendo construída e atualizada no percurso, em que problematizo os resultados encontrados, onde não se propõe uma análise do contexto e da condução da política, tão pouco sugerem soluções para os problemas identificados. Coloco em questão a formulação e implementação da PNEPS, em um movimento de compreender como foi sendo forjada por cada gestão que passou por ela, e como isso reflete no fazer da EPS. Descrevo a EPS não apenas como política do Sistema Único de Saúde ou de aprendizagem no/pelo trabalho, mas um campo em disputas de sentido para a EPS e para o que ela produz no cotidiano dos serviços. E exponho o fato da EPS não ser apenas teoria, um vocabulário ou um conjunto fixo de práticas e rotinas, mas um conceito-ferramenta. Desse modo, essa dissertação colabora de forma sistemática para compreensão do conceito-ferramenta da EPS e para a sua implementação na Atenção Básica e em toda a Rede de Atenção à Saúde, contribuindo para que trabalhadores, gestores e usuários possam concretizar a EPS na produção subjetiva do cuidado, na qualidade do cuidado compartilhado, transformando sujeitos em protagonistas, e o trabalho em desejante.
      CUIDADO COMPARTILHADO ENTRE AS EQUIPES DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE E ATENÇÃO DOMICILIAR NO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE/MS
      Curso Mestrado em Saúde da Família
      Tipo Dissertação
      Data 11/02/2021
      Área SAÚDE COLETIVA
      Orientador(es)
      • Elen Ferraz Teston
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Joice Lourenço da Silva
        Banca
        • Adriane Pires Batiston
        • Bianca Cristina Ciccone Giacon Arruda
        • Elen Ferraz Teston
        • Sonia Maria Oliveira de Andrade
        • Sonia Silva Marcon
        Resumo
        COLABORAÇÃO INTERPROFISSIONAL E CLIMA DO TRABALHO EM EQUIPE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
        Curso Mestrado em Saúde da Família
        Tipo Dissertação
        Data 10/02/2021
        Área SAÚDE COLETIVA
        Orientador(es)
        • Alessandro Diogo de Carli
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Jader Vasconcelos
          Banca
          • Albert Schiaveto de Souza
          • Alessandro Diogo de Carli
          • Livia Fernandes Probst
          • Mara Lisiane de Moraes dos Santos Barone
          • Marcelo Viana da Costa
          Resumo
          FATORES ASSOCIADOS AO USO DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS EM ADOLESCENTES ESCOLARES NO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
          Curso Mestrado em Saúde da Família
          Tipo Dissertação
          Data 07/12/2020
          Área SAÚDE PÚBLICA
          Orientador(es)
          • Rafael Aiello Bomfim
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Danieli Laguna Francisco
            Banca
            • Adriane Pires Batiston
            • Edilson Jose Zafalon
            • Elen Ferraz Teston
            • Rafael Aiello Bomfim
            • Valeria Rodrigues de Lacerda
            Resumo As doenças bucais são um grande problema de saúde pública global que afeta mais de 3,5
            bilhões de pessoas. As desigualdades socioeconômicas no uso de serviços de atendimento
            odontológico são menos acentuadas em países com alguma cobertura de serviços públicos
            de saúde, o que aponta os benefícios potenciais dos sistemas odontológicos que dependem
            da cobertura pública. Este estudo teve o objetivo de analisar fatores associados ao uso de
            serviços odontológicos em adolescentes escolares de 12 anos no Estado do Mato Grosso
            do Sul, Brasil. Trata-se de um estudo transversal, envolvendo pesquisa epidemiológica
            realizada no estado de Mato Grosso do Sul. Adolescentes na faixa etária de 12 anos
            participaram do estudo no período de março de 2018 a fevereiro de 2019. A variável de
            exposição principal foi a cobertura da Estratégia Saúde da Família, e as covariáveis foram:
            tipo de serviço usado (público/privado), motivo do uso (prevenção/tratamento),
            frequência de consumo de alimentos não saudáveis (>2 x por semana), status
            socioeconômico (escolaridade dos pais e renda), e características individuais (sexo e cor
            da pele autorreferida). O referencial teórico de Sisson conduziu todas as análises. Modelos
            de equações estruturais foram realizados para testar a associação do uso de serviços
            odontológicos nos últimos 3 anos. Dos 615 participantes, 4.0% utilizaram serviços
            odontológicos nos últimos 3 anos. Os fatores associados ao uso de serviços odontológicos
            por adolescentes escolares foram: a maior cobertura pela Estratégia Saúde da Família com
            Equipes de Saúde Bucal (>50%) foi associada ao maior uso de serviços públicos do que
            privados, menos consultas para prevenção do que tratamentos e maior consumo alimentar
            inadequado; a maior escolaridade dos pais esteve associada ao maior uso de serviços
            odontológicos. Ainda, autodeclarados brancos usaram mais serviços privados e para
            prevenção. Os resultados deste estudo demonstraram que a maior cobertura pela Estratégia
            Saúde da Família com equipes de saúde bucal está diretamente relacionada ao maior uso
            de serviços públicos, porém com menor procura de consultas para prevenção do que para
            tratamentos curativos, e ainda a um maior consumo alimentar inadequado. As equipes de
            saúde bucal devem qualificar o processo de trabalho para atendimentos preventivos,
            organizar serviços com programas para prevenção que cumpram os atributos da atenção
            primária a saúde, realizar trabalhos interdisciplinares, realizar abordagem do indivíduo na
            totalidade atento ao contexto socioeconômico e cultural no qual ele está inserido
            alcançando mudanças familiares produzindo assim mudanças não só nos adolescentes,
            mas nas famílias. Sugere-se à gestores, profissionais de saúde, pais e educadores
            intervenções nas escolas que visem melhorar a importância da alimentação saudável que
            inclua mais alimentos frescos e menos produtos industrializados, utilizar abordagens
            educativas e inovadoras e não estar engessadas as ações antigas como apenas cumprir
            metas exigidas como flúor semanais, escovação e palestras. Desenvolver princípios
            norteadores das ações como: gestão participativa, acesso universal, acolhimento:
            considerar o usuário com integralidade bio-psico-social, e garantia de um atendimento
            multiprofissional nas condutas de receber, escutar, orientar, atender e acompanhar,
            intersetorialidade: realizando ações de promoção de saúde efetivas incluindo escola,
            família, trabalho, mídia, instituições, integralidade da atenção: a equipe deve ser capaz de
            realizar conjuntamente ações de promoção, proteção, prevenção, tratamento, cura e
            reabilitação nos níveis individuais e coletivos.

            Palavras-chave: Uso de Serviços de Saúde Bucal; Epidemiologia; Saúde bucal;
            Estratégia Saúde da Família; Adolescentes.
            O cuidado domiciliar a familiar restrito ao domicílio por deficiência adquirida - caminhos cartográficos com a cuidadora-guia e trabalhadores da Estratégia Saúde da Família
            Curso Mestrado em Saúde da Família
            Tipo Dissertação
            Data 20/10/2020
            Área SAÚDE COLETIVA
            Orientador(es)
            • Mara Lisiane de Moraes dos Santos Barone
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Amanda Medeiros Gomes
              Banca
              • Alcindo Antonio Ferla
              • Alessandro Diogo de Carli
              • Débora Cristina Bertussi
              • Kátia Santos de Oliveira
              • Mara Lisiane de Moraes dos Santos Barone
              Resumo
              Atenção fisioterapêutica ambulatorial no SUS: georreferenciamento, tempo de espera, absenteísmo e demanda reprimida em uma capital brasileira
              Curso Mestrado em Saúde da Família
              Tipo Dissertação
              Data 07/10/2020
              Área SAÚDE COLETIVA
              Orientador(es)
              • Mara Lisiane de Moraes dos Santos Barone
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Andréa Godoy Pereira
                Banca
                • Albert Schiaveto de Souza
                • Alessandro Diogo de Carli
                • Fernando Pierette Ferrari
                • Leila Simone Foerster Merey
                • Mara Lisiane de Moraes dos Santos Barone
                Resumo
                Ações para prevenção da sífilis em gestantes na atenção primária à saúde: uma revisão sistemática
                Curso Mestrado em Saúde da Família
                Tipo Dissertação
                Data 09/09/2020
                Área SAÚDE COLETIVA
                Orientador(es)
                • Alessandro Diogo de Carli
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Vanessa Calmont Gusmão Gigante
                  Banca
                  • Alessandro Diogo de Carli
                  • Darlisom Sousa Ferreira
                  • Livia Fernandes Probst
                  • Mara Lisiane de Moraes dos Santos Barone
                  • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                  Resumo
                  ADOECIMENTO POR TUBERCULOSE EM PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS NO MATO GROSSO DO SUL, BRASIL
                  Curso Mestrado em Saúde da Família
                  Tipo Dissertação
                  Data 08/09/2020
                  Área SAÚDE COLETIVA
                  Orientador(es)
                  • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Letícia de Araujo Gomes
                    Banca
                    • Ana Tereza Gomes Guerrero
                    • Erivaldo Elias Junior
                    • Everton Ferreira Lemos
                    • Mauricio Antonio Pompilio
                    • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                    Resumo A tuberculose é a doença oportunista mais freqüente em pessoas vivendo com
                    HIV/AIDS. A redução da tuberculose e do HIV/AIDS são compromissos mundiais
                    destacando a importância do tratamento da infecção latente, sendo a mesma uma
                    das metas prioritárias para reduzir casos novos. A articulação entre a rede
                    especializada e a atenção básica é fundamental para alcançarmos sucesso nessa
                    estratégia. OBJETIVO: Analisar o adoecimento por tuberculose entre pessoas
                    vivendo com HIV acompanhados na rede de atenção especializada municipal de
                    Campo Grande, MS. MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, retrospectivo e
                    de natureza quantitativa com análise de dados secundários por meio do Sistema de
                    Controle Logístico de Medicamentos, com pacientes vinculados ao serviço municipal
                    de referência de TB-HIV em Mato Grosso do Sul, que adoeceram por tuberculose no
                    período de 2011-2018. RESULTADOS: O adoecimento por tuberculose foi de 5,1%,
                    ou seja, 161 casos entre 3169 pessoas vivendo com HIV/AIDS, o valor mediano de
                    linfócitos T CD4 no momento da infecção era de 138 (67 a 224 – quartil 25 e 75%,
                    respectivamente) células por milímetro cúbico (mm3),a taxa de abandono e a
                    irregularidade da TARV o presente estudo demonstra que dos 81,7% (n=80) em
                    tratamento irregular da terapia antirretroviral o desfecho de abando do tratamento de
                    TB foi de 8,0% (n=7). Receberam tratamento para a ILTB 40 indivíduos e apenas
                    32,5% (n=13) deles foram submetidos ao teste tuberculínico. CONCLUSÕES: Na
                    população estudada, o adoecimento entre pessoas vivendo com HIV correspondeu a
                    5,1% (n=161) e entre aqueles que trataram para ILTB, 25% (n=10) adoeceram. A
                    irregularidade da terapia antiviral expõe uma fragilidade no manejo de ambos os
                    agravos, observasse que 81,7% (n=80) em tratamento irregular da terapia
                    antirretroviral o desfecho de abando do tratamento de TB foi de 8,0% (n=7), são
                    múltiplos fatores associados com o adoecimento, a irregularidade da terapia
                    antirretroviral é uma delas, é sabido que pode impactar em desfecho desfavorável
                    para o paciente.
                    Palavras-chave: Tuberculose; Teste Tuberculínico; HIV.
                    FATORES ASSOCIADOS À AIDS EM JOVENS E IDOSOS BRASILEIROS
                    Curso Mestrado em Saúde da Família
                    Tipo Dissertação
                    Data 02/09/2020
                    Área SAÚDE COLETIVA
                    Orientador(es)
                    • Alessandro Diogo de Carli
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Acácia Gimenez Barreto
                      Banca
                      • Albert Schiaveto de Souza
                      • Alessandro Diogo de Carli
                      • Edilson Jose Zafalon
                      • Livia Fernandes Probst
                      • Simone Schneider Weber
                      Resumo Este estudo teve como objetivo estimar as taxas de incidência de aids em jovens e idosos nos estados brasileiros, descrever a caracterização sociodemográfica e analisar sua associação a fatores contextuais. Trata-se de estudo quantitativo, ecológico, analítico, baseado em dados secundários do Sistema de Informação de Agravos de Notificação- SINAN- (n=116.393); as taxas de incidência de aids foram relacionadas a variáveis individuais e contextuais na série temporal de 2007-2017. Dos 116.393 casos filtrados segundo as variáveis de interesse, 86.247 correspondiam a jovens e 30.146 idosos. Os dados individuais analisados foram: sexo, raça/cor, escolaridade, unidade federativa de residência, provável modo de transmissão e categoria de exposição. Verificou-se que em relação às variáveis individuais, a ocorrência de aids é mais frequente em homens, tanto no grupo de jovens quanto no de idosos, com predominância de raça branca para ambos, sendo a categoria de exposição mais frequente para os jovens a homossexual e para os idosos, a heterossexual. A taxa média anual de incidência de aids no Brasil a cada 100 mil habitantes foi de 21.126 para jovens e 12.877 para idosos. A região brasileira com maior taxa anual de incidência de aids foi a região Sul para idosos e região Norte para jovens. Os determinantes contextuais relacionados foram o coeficiente de Gini, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a cobertura populacional de equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF). A análise de associação entre as taxas de incidência de aids entre jovens e idosos e cada variável contextual foi analisada estatisticamente e os dados submetidos à regressão de Poisson, com variância robusta. Foram considerados estatisticamente significativos resultados com p<0,05. Quanto aos aspectos contextuais, verificou-se que a incidência de aids apresentou-se inversamente proporcional à cobertura de ESF nos estados de mais baixo IDH, independente do efeito de distribuição de renda (análise ajustada pelo índice de Gini). Quanto aos idosos, nas regiões de mais baixo IDH, este grupo repete o padrão encontrado nos jovens nas regiões de mais alto IDH. A incidência de aids foi inversamente associada à cobertura de USF, havendo maior taxa de incidência de aids em regiões com concentração de renda maior. Concluiu-se que a taxa de incidência de aids no Brasil é alta, com tendência crescente entre homens tanto do grupo de jovens quanto de idosos, podendo estar relacionada às iniquidades sociais que interferem no processo saúde-doença. No que se refere aos fatores contextuais, há influência da cobertura de ESF na taxa de incidência de aids em jovens em capitais mais desfavorecidas economicamente, não sendo o índice de Gini preponderante em nenhuma faixa etária, embora estes não sejam fatores específicos isolados relacionados à doença, pois a mesma atinge indivíduos mais e menos vulneráveis no território brasileiro, mesmo que com intensidades diferentes. Percebe-se que a cobertura de equipes de ESF em regiões mais vulneráveis permite uma ação mais específica, dado o vínculo estabelecido entre o usuário e os profissionais da unidade a qual está inserido, sendo a ele ofertado tanto o atendimento curativo quanto a possibilidade de participação em grupos de promoção à saúde e prevenção a infecções sexualmente transmissíveis, as quais poderiam ser evitáveis. A atenção primária à saúde, como ordenadora do cuidado e pela integralidade de sua atuação, necessita assumir esse papel de acolhimento, aconselhamento e tratamento dos estágios iniciais da doença aids e também trabalhar de forma coordenada aos centros especializados de IST/AIDS, impactando positivamente no cuidado ao usuário.
                      Palavras-chave: Fatores socioeconômicos. Aids. Jovens. Idosos. Estratégia Saúde da Família. Cobertura de Serviços Públicos de Saúde.
                      ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO E SATISFAÇÃO DO PROFISSIONAL FARMACÊUTICO NA ATENÇÃO BÁSICA E ESPECIALIZADA EM UM MUNICÍPIO BRASILEIRO
                      Curso Mestrado em Saúde da Família
                      Tipo Dissertação
                      Data 10/07/2020
                      Área SAÚDE COLETIVA
                      Orientador(es)
                      • Ana Tereza Gomes Guerrero
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Américo Basilio Nogueira
                        Banca
                        • Ana Tereza Gomes Guerrero
                        • Livia Fernandes Probst
                        • Maria de Lourdes Oshiro
                        • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                        • Soraya Solon
                        Resumo O Sistema Único de Saúde brasileiro (SUS) tem passado por amadurecimento e aperfeiçoamento que incluem a gestão de custos com vistas à melhor qualidade dos serviços prestados e a segurança dos pacientes. A gestão clínica da farmacoterapia e dos desfechos em saúde é parte imprescindível para o alcance dos resultados esperados com o uso dos medicamentos, para restabelecer a saúde dos pacientes ou melhorar a sua qualidade de vida. A satisfação profissional tem despertado relevante interesse e pelas implicações que tem na sua saúde e na qualidade de vida, e pelas repercussões nas organizações, ao nível da produtividade. A pesquisa tem por objetivo verificar o nível de satisfação do profissional farmacêutico do setor público em um ambiente de prática clínica. Utilizou-se se um instrumento já validado de caráter descritivo, prospectivo, quantitativo e qualitativo, seguido pela análise de associação entre satisfação e o ambiente de trabalho farmacêuticos da rede municipal de saúde de Campo Grande-MS. Participaram da pesquisa 47 farmacêuticos, correspondente a 74,6% dos farmacêuticos lotados na atenção especializada de saúde e atenção básica de saúde. Os níveis de satisfação foram classificados pela escala de Likert e percentualmente variando de “ruim” a “excelente” e em termos de porcentagem, sendo considerados satisfeitos quem respondeu “bom”, “muito bom” ou “excelente”, ou acima de 69,9% em termos percentuais. A satisfação profissional foi classificada como “regular” (62,7%), a relação com chefe imediato e o estado de espírito das equipes com distribuição “muito bom” (91,1%) e “bom” (89,1%) respectivamente. O salário e a relação com os órgãos superiores de gestão que obtiveram avaliação “ruim” com 19,6% e 26,1% nesta ordem. A satisfação global também foi avaliada “bom” com 91,2% de respostas positivas. Não houve diferença estatisticamente significativa de satisfação entre os sexos entre as respostas obtidas, e nem entre quem trabalha na Atenção Básica de quem trabalha na Atenção Especializada., contudo as mulheres estão ligeiramente mais satisfeitas com o trabalho (61,1%) do que os homens (57,1%). Quanto ao sentimento em relação a formação que o profissional e acadêmica foi adequada para 80,85%. Apenas a faceta que tratou da adequação entre o número de profissionais do serviço e a quantidade de trabalho, obteve resposta com diferença estatisticamente relevante e apontou que os profissionais da Atenção Especializada estão menos satisfeitos.
                        Palavras-chave: Satisfação Profissional; Cuidado Farmacêutico; Farmácia Clínica; Atenção Farmacêutica; Serviços Clínicos Farmacêuticos.
                        Aleitamento materno e prevenção à má oclusão dentária na Estratégia Saúde da Família
                        Curso Mestrado em Saúde da Família
                        Tipo Dissertação
                        Data 11/03/2020
                        Área SAÚDE PÚBLICA
                        Orientador(es)
                        • Adriane Pires Batiston
                        Coorientador(es)
                        • Rafael Aiello Bomfim
                        Orientando(s)
                        • Pedro Igor Cardozo
                        Banca
                        • Adriane Pires Batiston
                        • Albert Schiaveto de Souza
                        • Edilson Jose Zafalon
                        • Franklin Delano Soares Forte
                        Resumo
                        Institucionalização do uso de evidências científicas na tomada de decisão em atenção primária em saúde
                        Curso Mestrado em Saúde da Família
                        Tipo Dissertação
                        Data 10/03/2020
                        Área SAÚDE PÚBLICA
                        Orientador(es)
                        • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                        Coorientador(es)
                        • Jorge Otávio Maia Barreto
                        Orientando(s)
                        • Andressa de Lucca Bento
                        Banca
                        • Anamaria Mello Miranda Paniago
                        • Antonio José Grande
                        • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                        • Jorge Otávio Maia Barreto
                        • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                        Resumo
                        PROJETO MAIS MÉDICOS PARA O BRASIL: ANÁLISE DOS EFEITOS NO MODO DE VIDA E DE TRABALHO DOS MÉDICOS CUBANOS
                        Curso Mestrado em Saúde da Família
                        Tipo Dissertação
                        Data 27/01/2020
                        Área MEDICINA PREVENTIVA
                        Orientador(es)
                        • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Daiane de Souza Pupin
                          Banca
                          • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                          • Érika Kaneta Ferri
                          • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                          • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                          Resumo
                          Percepção das mulheres integradas no Programa Academia da Saúde sobre o efeito da prática de atividade física regular na saúde mental
                          Curso Mestrado em Saúde da Família
                          Tipo Dissertação
                          Data 18/12/2019
                          Área SAÚDE PÚBLICA
                          Orientador(es)
                          • Ana Tereza Gomes Guerrero
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Patrícia Arruda Barros
                            Banca
                            • Adriane Pires Batiston
                            • Ana Tereza Gomes Guerrero
                            • André Barciela Veras
                            • Vicente Sarubbi Junior
                            Resumo
                            Atenção ao Pré-Natal e Parto em cidades Fronteiriças de Mato Grosso do Sul
                            Curso Mestrado em Saúde da Família
                            Tipo Dissertação
                            Data 12/12/2019
                            Área SAÚDE PÚBLICA
                            Orientador(es)
                            • Renata Palopoli Picoli
                            Coorientador(es)
                            • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                            Orientando(s)
                            • Kaciane Corrêa Mochizuke
                            Banca
                            • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                            • Edson Mamoru Tamaki
                            • Elenir Rose Jardim Cury
                            • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                            Resumo A atenção adequada ao pré-natal e ao parto sobressai como fator primordial
                            para a redução de morbimortalidade materna e infantil. A delicadeza do
                            assunto se aprofunda quando se trata da utilização do Sistema Único de
                            Saúde em situações em que os estrangeiros residem e trabalham em seu
                            país de origem, mas, buscam ser atendidos no sistema de saúde dos
                            municípios no Brasil, o atendimento dessa população itinerante afeta a
                            qualidade do serviço prestado, além de aumentar os custos da gestão
                            municipal. Objetivo: Analisar a atenção ao pré-natal e parto prestada às
                            mulheres em cidades fronteiriças de Mato Grosso do Sul. Método: Trata-se
                            de uma pesquisa de corte transversal de abordagem qualiquantitativa,
                            baseada em dados primários e secundários, realizada nos 12 municípios de
                            fronteira do Estado de Mato Grosso do Sul. Os dados secundários foram
                            coletados por meio das Declarações de Nascidos Vivos (DNV),
                            disponibilizadas no Sinasc, referentes ao período de 1o janeiro de 2015 a 31
                            de dezembro de 2017, totalizando 399 DNV . Os dados primários foram
                            obtidos por meio de entrevistas de 20 enfermeiros da APS, 7 enfermeiros da
                            atenção hospitalar e 10 gestores municipais em saúde. Todas as entrevistas
                            foram gravadas, transcritas na íntegra e o material tratado utilizando-se a
                            técnica de Análise de Conteúdo de Bardin, tendo como referencial teórico o
                            Programa Nacional de Humanização do Pré-Natal e Nascimento (PNHPN) e
                            seus desdobramentos legais e a Portaria de Consolidação No 2/2017 .
                            Manifestações bucais em pacientes acometidos por chikungunya: uma revisão sistemática
                            Curso Mestrado em Saúde da Família
                            Tipo Dissertação
                            Data 07/12/2019
                            Área SAÚDE PÚBLICA
                            Orientador(es)
                            • Ana Tereza Gomes Guerrero
                            Coorientador(es)
                            • Alessandro Diogo de Carli
                            Orientando(s)
                            • Daniela Brostolin da Costa
                            Banca
                            • Ana Tereza Gomes Guerrero
                            • Crhistinne Cavalheiro Maymone Goncalves
                            • Julio Henrique Rosa Croda
                            • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                            Resumo
                            Análise da Mortalidade Materna nas Fronteiras Brasil/Paraguai e Brasil/Bolívia em Mato Grosso do Sul
                            Curso Mestrado em Saúde da Família
                            Tipo Dissertação
                            Data 02/12/2019
                            Área SAÚDE COLETIVA
                            Orientador(es)
                            • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Rosemarie Dias Fernandes da Silva
                              Banca
                              • Elen Ferraz Teston
                              • Elenir Rose Jardim Cury
                              • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                              • Renata Palopoli Picoli
                              Resumo
                              Acompanhamento pré-natal no Sistema Único de Saúde na Fronteira Brasil-Paraguai: percepções das gestantes sobre oferta, acesso e adesão
                              Curso Mestrado em Saúde da Família
                              Tipo Dissertação
                              Data 13/08/2019
                              Área SAÚDE COLETIVA
                              Orientador(es)
                              • Adriane Pires Batiston
                              Coorientador(es)
                              • Lais Alves de Souza Bonilha
                              Orientando(s)
                              • Tatianne dos Santos Perez Both
                              Banca
                              • Adriane Pires Batiston
                              • Elen Ferraz Teston
                              • Fernando Pierette Ferrari
                              • Maria Elizabeth Araujo Ajalla
                              Resumo
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