Mestrado em Saúde da Família

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TRABALHO Ações
FATORES ASSOCIADOS AO USO DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS EM ADOLESCENTES ESCOLARES NO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
Curso Mestrado em Saúde da Família
Tipo Dissertação
Data 07/12/2020
Área SAÚDE PÚBLICA
Orientador(es)
  • Rafael Aiello Bomfim
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Danieli Laguna Francisco
    Banca
    • Adriane Pires Batiston
    • Edilson Jose Zafalon
    • Elen Ferraz Teston
    • Rafael Aiello Bomfim
    • Valeria Rodrigues de Lacerda
    Resumo As doenças bucais são um grande problema de saúde pública global que afeta mais de 3,5
    bilhões de pessoas. As desigualdades socioeconômicas no uso de serviços de atendimento
    odontológico são menos acentuadas em países com alguma cobertura de serviços públicos
    de saúde, o que aponta os benefícios potenciais dos sistemas odontológicos que dependem
    da cobertura pública. Este estudo teve o objetivo de analisar fatores associados ao uso de
    serviços odontológicos em adolescentes escolares de 12 anos no Estado do Mato Grosso
    do Sul, Brasil. Trata-se de um estudo transversal, envolvendo pesquisa epidemiológica
    realizada no estado de Mato Grosso do Sul. Adolescentes na faixa etária de 12 anos
    participaram do estudo no período de março de 2018 a fevereiro de 2019. A variável de
    exposição principal foi a cobertura da Estratégia Saúde da Família, e as covariáveis foram:
    tipo de serviço usado (público/privado), motivo do uso (prevenção/tratamento),
    frequência de consumo de alimentos não saudáveis (>2 x por semana), status
    socioeconômico (escolaridade dos pais e renda), e características individuais (sexo e cor
    da pele autorreferida). O referencial teórico de Sisson conduziu todas as análises. Modelos
    de equações estruturais foram realizados para testar a associação do uso de serviços
    odontológicos nos últimos 3 anos. Dos 615 participantes, 4.0% utilizaram serviços
    odontológicos nos últimos 3 anos. Os fatores associados ao uso de serviços odontológicos
    por adolescentes escolares foram: a maior cobertura pela Estratégia Saúde da Família com
    Equipes de Saúde Bucal (>50%) foi associada ao maior uso de serviços públicos do que
    privados, menos consultas para prevenção do que tratamentos e maior consumo alimentar
    inadequado; a maior escolaridade dos pais esteve associada ao maior uso de serviços
    odontológicos. Ainda, autodeclarados brancos usaram mais serviços privados e para
    prevenção. Os resultados deste estudo demonstraram que a maior cobertura pela Estratégia
    Saúde da Família com equipes de saúde bucal está diretamente relacionada ao maior uso
    de serviços públicos, porém com menor procura de consultas para prevenção do que para
    tratamentos curativos, e ainda a um maior consumo alimentar inadequado. As equipes de
    saúde bucal devem qualificar o processo de trabalho para atendimentos preventivos,
    organizar serviços com programas para prevenção que cumpram os atributos da atenção
    primária a saúde, realizar trabalhos interdisciplinares, realizar abordagem do indivíduo na
    totalidade atento ao contexto socioeconômico e cultural no qual ele está inserido
    alcançando mudanças familiares produzindo assim mudanças não só nos adolescentes,
    mas nas famílias. Sugere-se à gestores, profissionais de saúde, pais e educadores
    intervenções nas escolas que visem melhorar a importância da alimentação saudável que
    inclua mais alimentos frescos e menos produtos industrializados, utilizar abordagens
    educativas e inovadoras e não estar engessadas as ações antigas como apenas cumprir
    metas exigidas como flúor semanais, escovação e palestras. Desenvolver princípios
    norteadores das ações como: gestão participativa, acesso universal, acolhimento:
    considerar o usuário com integralidade bio-psico-social, e garantia de um atendimento
    multiprofissional nas condutas de receber, escutar, orientar, atender e acompanhar,
    intersetorialidade: realizando ações de promoção de saúde efetivas incluindo escola,
    família, trabalho, mídia, instituições, integralidade da atenção: a equipe deve ser capaz de
    realizar conjuntamente ações de promoção, proteção, prevenção, tratamento, cura e
    reabilitação nos níveis individuais e coletivos.

    Palavras-chave: Uso de Serviços de Saúde Bucal; Epidemiologia; Saúde bucal;
    Estratégia Saúde da Família; Adolescentes.
    O cuidado domiciliar a familiar restrito ao domicílio por deficiência adquirida - caminhos cartográficos com a cuidadora-guia e trabalhadores da Estratégia Saúde da Família
    Curso Mestrado em Saúde da Família
    Tipo Dissertação
    Data 20/10/2020
    Área SAÚDE COLETIVA
    Orientador(es)
    • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Amanda Medeiros Gomes
      Banca
      • Alcindo Antonio Ferla
      • Alessandro Diogo de Carli
      • Débora Cristina Bertussi
      • Kátia Santos de Oliveira
      • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
      Resumo
      Atenção fisioterapêutica ambulatorial no SUS: georreferenciamento, tempo de espera, absenteísmo e demanda reprimida em uma capital brasileira
      Curso Mestrado em Saúde da Família
      Tipo Dissertação
      Data 07/10/2020
      Área SAÚDE COLETIVA
      Orientador(es)
      • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Andréa Godoy Pereira
        Banca
        • Albert Schiaveto de Souza
        • Alessandro Diogo de Carli
        • Fernando Pierette Ferrari
        • Leila Simone Foerster Merey
        • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
        Resumo
        Ações para prevenção da sífilis em gestantes na atenção primária à saúde: uma revisão sistemática
        Curso Mestrado em Saúde da Família
        Tipo Dissertação
        Data 09/09/2020
        Área SAÚDE COLETIVA
        Orientador(es)
        • Alessandro Diogo de Carli
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Vanessa Calmont Gusmão Gigante
          Banca
          • Alessandro Diogo de Carli
          • Darlisom Sousa Ferreira
          • Livia Fernandes Probst
          • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
          • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
          Resumo
          ADOECIMENTO POR TUBERCULOSE EM PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS NO MATO GROSSO DO SUL, BRASIL
          Curso Mestrado em Saúde da Família
          Tipo Dissertação
          Data 08/09/2020
          Área SAÚDE COLETIVA
          Orientador(es)
          • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Letícia de Araujo Gomes
            Banca
            • Ana Tereza Gomes Guerrero
            • Erivaldo Elias Junior
            • Everton Ferreira Lemos
            • Mauricio Antonio Pompilio
            • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
            Resumo A tuberculose é a doença oportunista mais freqüente em pessoas vivendo com
            HIV/AIDS. A redução da tuberculose e do HIV/AIDS são compromissos mundiais
            destacando a importância do tratamento da infecção latente, sendo a mesma uma
            das metas prioritárias para reduzir casos novos. A articulação entre a rede
            especializada e a atenção básica é fundamental para alcançarmos sucesso nessa
            estratégia. OBJETIVO: Analisar o adoecimento por tuberculose entre pessoas
            vivendo com HIV acompanhados na rede de atenção especializada municipal de
            Campo Grande, MS. MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, retrospectivo e
            de natureza quantitativa com análise de dados secundários por meio do Sistema de
            Controle Logístico de Medicamentos, com pacientes vinculados ao serviço municipal
            de referência de TB-HIV em Mato Grosso do Sul, que adoeceram por tuberculose no
            período de 2011-2018. RESULTADOS: O adoecimento por tuberculose foi de 5,1%,
            ou seja, 161 casos entre 3169 pessoas vivendo com HIV/AIDS, o valor mediano de
            linfócitos T CD4 no momento da infecção era de 138 (67 a 224 – quartil 25 e 75%,
            respectivamente) células por milímetro cúbico (mm3),a taxa de abandono e a
            irregularidade da TARV o presente estudo demonstra que dos 81,7% (n=80) em
            tratamento irregular da terapia antirretroviral o desfecho de abando do tratamento de
            TB foi de 8,0% (n=7). Receberam tratamento para a ILTB 40 indivíduos e apenas
            32,5% (n=13) deles foram submetidos ao teste tuberculínico. CONCLUSÕES: Na
            população estudada, o adoecimento entre pessoas vivendo com HIV correspondeu a
            5,1% (n=161) e entre aqueles que trataram para ILTB, 25% (n=10) adoeceram. A
            irregularidade da terapia antiviral expõe uma fragilidade no manejo de ambos os
            agravos, observasse que 81,7% (n=80) em tratamento irregular da terapia
            antirretroviral o desfecho de abando do tratamento de TB foi de 8,0% (n=7), são
            múltiplos fatores associados com o adoecimento, a irregularidade da terapia
            antirretroviral é uma delas, é sabido que pode impactar em desfecho desfavorável
            para o paciente.
            Palavras-chave: Tuberculose; Teste Tuberculínico; HIV.
            FATORES ASSOCIADOS À AIDS EM JOVENS E IDOSOS BRASILEIROS
            Curso Mestrado em Saúde da Família
            Tipo Dissertação
            Data 02/09/2020
            Área SAÚDE COLETIVA
            Orientador(es)
            • Alessandro Diogo de Carli
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Acácia Gimenez Barreto
              Banca
              • Albert Schiaveto de Souza
              • Alessandro Diogo de Carli
              • Edilson Jose Zafalon
              • Livia Fernandes Probst
              • Simone Schneider Weber
              Resumo Este estudo teve como objetivo estimar as taxas de incidência de aids em jovens e idosos nos estados brasileiros, descrever a caracterização sociodemográfica e analisar sua associação a fatores contextuais. Trata-se de estudo quantitativo, ecológico, analítico, baseado em dados secundários do Sistema de Informação de Agravos de Notificação- SINAN- (n=116.393); as taxas de incidência de aids foram relacionadas a variáveis individuais e contextuais na série temporal de 2007-2017. Dos 116.393 casos filtrados segundo as variáveis de interesse, 86.247 correspondiam a jovens e 30.146 idosos. Os dados individuais analisados foram: sexo, raça/cor, escolaridade, unidade federativa de residência, provável modo de transmissão e categoria de exposição. Verificou-se que em relação às variáveis individuais, a ocorrência de aids é mais frequente em homens, tanto no grupo de jovens quanto no de idosos, com predominância de raça branca para ambos, sendo a categoria de exposição mais frequente para os jovens a homossexual e para os idosos, a heterossexual. A taxa média anual de incidência de aids no Brasil a cada 100 mil habitantes foi de 21.126 para jovens e 12.877 para idosos. A região brasileira com maior taxa anual de incidência de aids foi a região Sul para idosos e região Norte para jovens. Os determinantes contextuais relacionados foram o coeficiente de Gini, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a cobertura populacional de equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF). A análise de associação entre as taxas de incidência de aids entre jovens e idosos e cada variável contextual foi analisada estatisticamente e os dados submetidos à regressão de Poisson, com variância robusta. Foram considerados estatisticamente significativos resultados com p<0,05. Quanto aos aspectos contextuais, verificou-se que a incidência de aids apresentou-se inversamente proporcional à cobertura de ESF nos estados de mais baixo IDH, independente do efeito de distribuição de renda (análise ajustada pelo índice de Gini). Quanto aos idosos, nas regiões de mais baixo IDH, este grupo repete o padrão encontrado nos jovens nas regiões de mais alto IDH. A incidência de aids foi inversamente associada à cobertura de USF, havendo maior taxa de incidência de aids em regiões com concentração de renda maior. Concluiu-se que a taxa de incidência de aids no Brasil é alta, com tendência crescente entre homens tanto do grupo de jovens quanto de idosos, podendo estar relacionada às iniquidades sociais que interferem no processo saúde-doença. No que se refere aos fatores contextuais, há influência da cobertura de ESF na taxa de incidência de aids em jovens em capitais mais desfavorecidas economicamente, não sendo o índice de Gini preponderante em nenhuma faixa etária, embora estes não sejam fatores específicos isolados relacionados à doença, pois a mesma atinge indivíduos mais e menos vulneráveis no território brasileiro, mesmo que com intensidades diferentes. Percebe-se que a cobertura de equipes de ESF em regiões mais vulneráveis permite uma ação mais específica, dado o vínculo estabelecido entre o usuário e os profissionais da unidade a qual está inserido, sendo a ele ofertado tanto o atendimento curativo quanto a possibilidade de participação em grupos de promoção à saúde e prevenção a infecções sexualmente transmissíveis, as quais poderiam ser evitáveis. A atenção primária à saúde, como ordenadora do cuidado e pela integralidade de sua atuação, necessita assumir esse papel de acolhimento, aconselhamento e tratamento dos estágios iniciais da doença aids e também trabalhar de forma coordenada aos centros especializados de IST/AIDS, impactando positivamente no cuidado ao usuário.
              Palavras-chave: Fatores socioeconômicos. Aids. Jovens. Idosos. Estratégia Saúde da Família. Cobertura de Serviços Públicos de Saúde.
              ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO E SATISFAÇÃO DO PROFISSIONAL FARMACÊUTICO NA ATENÇÃO BÁSICA E ESPECIALIZADA EM UM MUNICÍPIO BRASILEIRO
              Curso Mestrado em Saúde da Família
              Tipo Dissertação
              Data 10/07/2020
              Área SAÚDE COLETIVA
              Orientador(es)
              • Ana Tereza Gomes Guerrero
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Américo Basilio Nogueira
                Banca
                • Ana Tereza Gomes Guerrero
                • Livia Fernandes Probst
                • Maria de Lourdes Oshiro
                • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                • Soraya Solon
                Resumo O Sistema Único de Saúde brasileiro (SUS) tem passado por amadurecimento e aperfeiçoamento que incluem a gestão de custos com vistas à melhor qualidade dos serviços prestados e a segurança dos pacientes. A gestão clínica da farmacoterapia e dos desfechos em saúde é parte imprescindível para o alcance dos resultados esperados com o uso dos medicamentos, para restabelecer a saúde dos pacientes ou melhorar a sua qualidade de vida. A satisfação profissional tem despertado relevante interesse e pelas implicações que tem na sua saúde e na qualidade de vida, e pelas repercussões nas organizações, ao nível da produtividade. A pesquisa tem por objetivo verificar o nível de satisfação do profissional farmacêutico do setor público em um ambiente de prática clínica. Utilizou-se se um instrumento já validado de caráter descritivo, prospectivo, quantitativo e qualitativo, seguido pela análise de associação entre satisfação e o ambiente de trabalho farmacêuticos da rede municipal de saúde de Campo Grande-MS. Participaram da pesquisa 47 farmacêuticos, correspondente a 74,6% dos farmacêuticos lotados na atenção especializada de saúde e atenção básica de saúde. Os níveis de satisfação foram classificados pela escala de Likert e percentualmente variando de “ruim” a “excelente” e em termos de porcentagem, sendo considerados satisfeitos quem respondeu “bom”, “muito bom” ou “excelente”, ou acima de 69,9% em termos percentuais. A satisfação profissional foi classificada como “regular” (62,7%), a relação com chefe imediato e o estado de espírito das equipes com distribuição “muito bom” (91,1%) e “bom” (89,1%) respectivamente. O salário e a relação com os órgãos superiores de gestão que obtiveram avaliação “ruim” com 19,6% e 26,1% nesta ordem. A satisfação global também foi avaliada “bom” com 91,2% de respostas positivas. Não houve diferença estatisticamente significativa de satisfação entre os sexos entre as respostas obtidas, e nem entre quem trabalha na Atenção Básica de quem trabalha na Atenção Especializada., contudo as mulheres estão ligeiramente mais satisfeitas com o trabalho (61,1%) do que os homens (57,1%). Quanto ao sentimento em relação a formação que o profissional e acadêmica foi adequada para 80,85%. Apenas a faceta que tratou da adequação entre o número de profissionais do serviço e a quantidade de trabalho, obteve resposta com diferença estatisticamente relevante e apontou que os profissionais da Atenção Especializada estão menos satisfeitos.
                Palavras-chave: Satisfação Profissional; Cuidado Farmacêutico; Farmácia Clínica; Atenção Farmacêutica; Serviços Clínicos Farmacêuticos.
                Aleitamento materno e prevenção à má oclusão dentária na Estratégia Saúde da Família
                Curso Mestrado em Saúde da Família
                Tipo Dissertação
                Data 11/03/2020
                Área SAÚDE PÚBLICA
                Orientador(es)
                • Adriane Pires Batiston
                Coorientador(es)
                • Rafael Aiello Bomfim
                Orientando(s)
                • Pedro Igor Cardozo
                Banca
                • Adriane Pires Batiston
                • Albert Schiaveto de Souza
                • Edilson Jose Zafalon
                • Franklin Delano Soares Forte
                Resumo
                Institucionalização do uso de evidências científicas na tomada de decisão em atenção primária em saúde
                Curso Mestrado em Saúde da Família
                Tipo Dissertação
                Data 10/03/2020
                Área SAÚDE PÚBLICA
                Orientador(es)
                • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                Coorientador(es)
                • Jorge Otávio Maia Barreto
                Orientando(s)
                • Andressa de Lucca Bento
                Banca
                • Anamaria Mello Miranda Paniago
                • Antonio José Grande
                • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                • Jorge Otávio Maia Barreto
                • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                Resumo
                PROJETO MAIS MÉDICOS PARA O BRASIL: ANÁLISE DOS EFEITOS NO MODO DE VIDA E DE TRABALHO DOS MÉDICOS CUBANOS
                Curso Mestrado em Saúde da Família
                Tipo Dissertação
                Data 27/01/2020
                Área MEDICINA PREVENTIVA
                Orientador(es)
                • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Daiane de Souza Pupin
                  Banca
                  • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                  • Érika Kaneta Ferri
                  • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                  • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                  Resumo
                  Percepção das mulheres integradas no Programa Academia da Saúde sobre o efeito da prática de atividade física regular na saúde mental
                  Curso Mestrado em Saúde da Família
                  Tipo Dissertação
                  Data 18/12/2019
                  Área SAÚDE PÚBLICA
                  Orientador(es)
                  • Ana Tereza Gomes Guerrero
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Patrícia Arruda Barros
                    Banca
                    • Adriane Pires Batiston
                    • Ana Tereza Gomes Guerrero
                    • André Barciela Veras
                    • Vicente Sarubbi Junior
                    Resumo
                    Atenção ao Pré-Natal e Parto em cidades Fronteiriças de Mato Grosso do Sul
                    Curso Mestrado em Saúde da Família
                    Tipo Dissertação
                    Data 12/12/2019
                    Área SAÚDE PÚBLICA
                    Orientador(es)
                    • Renata Palopoli Picoli
                    Coorientador(es)
                    • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                    Orientando(s)
                    • Kaciane Corrêa Mochizuke
                    Banca
                    • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                    • Edson Mamoru Tamaki
                    • Elenir Rose Jardim Cury
                    • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                    Resumo A atenção adequada ao pré-natal e ao parto sobressai como fator primordial
                    para a redução de morbimortalidade materna e infantil. A delicadeza do
                    assunto se aprofunda quando se trata da utilização do Sistema Único de
                    Saúde em situações em que os estrangeiros residem e trabalham em seu
                    país de origem, mas, buscam ser atendidos no sistema de saúde dos
                    municípios no Brasil, o atendimento dessa população itinerante afeta a
                    qualidade do serviço prestado, além de aumentar os custos da gestão
                    municipal. Objetivo: Analisar a atenção ao pré-natal e parto prestada às
                    mulheres em cidades fronteiriças de Mato Grosso do Sul. Método: Trata-se
                    de uma pesquisa de corte transversal de abordagem qualiquantitativa,
                    baseada em dados primários e secundários, realizada nos 12 municípios de
                    fronteira do Estado de Mato Grosso do Sul. Os dados secundários foram
                    coletados por meio das Declarações de Nascidos Vivos (DNV),
                    disponibilizadas no Sinasc, referentes ao período de 1o janeiro de 2015 a 31
                    de dezembro de 2017, totalizando 399 DNV . Os dados primários foram
                    obtidos por meio de entrevistas de 20 enfermeiros da APS, 7 enfermeiros da
                    atenção hospitalar e 10 gestores municipais em saúde. Todas as entrevistas
                    foram gravadas, transcritas na íntegra e o material tratado utilizando-se a
                    técnica de Análise de Conteúdo de Bardin, tendo como referencial teórico o
                    Programa Nacional de Humanização do Pré-Natal e Nascimento (PNHPN) e
                    seus desdobramentos legais e a Portaria de Consolidação No 2/2017 .
                    Manifestações bucais em pacientes acometidos por chikungunya: uma revisão sistemática
                    Curso Mestrado em Saúde da Família
                    Tipo Dissertação
                    Data 07/12/2019
                    Área SAÚDE PÚBLICA
                    Orientador(es)
                    • Ana Tereza Gomes Guerrero
                    Coorientador(es)
                    • Alessandro Diogo de Carli
                    Orientando(s)
                    • Daniela Brostolin da Costa
                    Banca
                    • Ana Tereza Gomes Guerrero
                    • Crhistinne Cavalheiro Maymone Goncalves
                    • Julio Henrique Rosa Croda
                    • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                    Resumo
                    Análise da Mortalidade Materna nas Fronteiras Brasil/Paraguai e Brasil/Bolívia em Mato Grosso do Sul
                    Curso Mestrado em Saúde da Família
                    Tipo Dissertação
                    Data 02/12/2019
                    Área SAÚDE COLETIVA
                    Orientador(es)
                    • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Rosemarie Dias Fernandes da Silva
                      Banca
                      • Elen Ferraz Teston
                      • Elenir Rose Jardim Cury
                      • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                      • Renata Palopoli Picoli
                      Resumo
                      Acompanhamento pré-natal no Sistema Único de Saúde na Fronteira Brasil-Paraguai: percepções das gestantes sobre oferta, acesso e adesão
                      Curso Mestrado em Saúde da Família
                      Tipo Dissertação
                      Data 13/08/2019
                      Área SAÚDE COLETIVA
                      Orientador(es)
                      • Adriane Pires Batiston
                      Coorientador(es)
                      • Lais Alves de Souza Bonilha
                      Orientando(s)
                      • Tatianne dos Santos Perez Both
                      Banca
                      • Adriane Pires Batiston
                      • Elen Ferraz Teston
                      • Fernando Pierette Ferrari
                      • Maria Elizabeth Araujo Ajalla
                      Resumo
                      RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO BÁSICA: TRAJETÓRIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL NA PERSPECTIVA DOS EGRESSOS
                      Curso Mestrado em Saúde da Família
                      Tipo Dissertação
                      Data 13/08/2019
                      Área SAÚDE COLETIVA
                      Orientador(es)
                      • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Moysés Martins Tosta Storti
                        Banca
                        • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                        • Inara Pereira da Cunha
                        • Luiza Helena de Oliveira Cazola
                        • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
                        Resumo Residência Multiprofissional em Saúde é uma estratégia de formação de especialistas, pela educação no trabalho, historicamente orientada à transformação do modelo de atenção e aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Neste estudo, objetivou-se analisar a trajetória profissional e acadêmica e a percepção sobre a qualificação profissional e a trajetória formativa de egressos de Programas de Residência Multiprofissional em Atenção Básica (PRMAB). Trata-se de um estudo transversal quanti-qualitativo realizado com 77 egressos de 17 PRMAB concluintes entre os anos de 2012 a 2017. Os participantes responderam ao questionário online no período entre junho e agosto de 2018. Na análise, foram utilizadas a estatística descritiva e a técnica de Análise do Conteúdo à luz do referencial teórico do Quadrilátero da Formação em Saúde. Os resultados demonstraram a predominância de egressos do sexo feminino (85,7%) e das regiões Nordeste (51,9%) e Sudeste (40,3%). Identificou-se que 58,4% dos egressos realizaram outra pós-graduação em nível de especialização e 40,3%, de mestrado. Foi verificado que a Atenção Básica foi a área de maior ocupação profissional antes do curso (20,8%), depois (29,9%) e no momento de realização da pesquisa (27,3%) e, também, o aumento da ocupação em outras áreas de atuação no SUS, em especial a docência (13%) e a pesquisa em Saúde Coletiva (9,1%), a atenção em média/alta complexidade do SUS (7,8%) e a gestão municipal em saúde (5,2%). Verificou-se que o vínculo predominante foi o estatutário (22,1%). Os resultados evidenciaram que, segundo a percepção dos egressos, os PRMAB tem potencialidades para mudanças na atenção à saúde contribuindo na construção da perspectiva da integralidade do cuidado, no trabalho interprofissional e em núcleo profissional. Em relação ao ensino em saúde, os cursos contribuíram para a aproximação entre a teoria e prática nas atividades vivenciadas, com destaque para as metodologias ativas de aprendizagem e para aquisição de competências para práticas educativas. Em relação à gestão em saúde, os resultados indicam potencialidades em parcerias e diálogos entre os diversos atores no cotidiano do SUS na produção de gestão compartilhada. Em relação ao controle social, foram encontradas potencialidades nas intervenções comunitárias junto aos usuários do SUS e ocupação de espaços de representação. Foram apontadas limitações nos processos de educação permanente, como a qualificação de preceptores e na falta de um projeto de gestão que inclua residentes e egressos. Os egressos não mencionaram atuação no controle social na sua trajetória profissional após o término do curso. Conclui-se que a residência favoreceu a continuidade da trajetória acadêmica em cursos de pós-graduação e a trajetória profissional pela qualificação da atuação, inserção no SUS em vínculos de trabalho em nível predominantemente municipal, em diferentes áreas de atenção, no ensino e na gestão.
                        ADESÃO À VACINAÇÃO CONTRA O PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) NO ASSENTAMENTO SANTA MÔNICA EM TERENOS-MS
                        Curso Mestrado em Saúde da Família
                        Tipo Dissertação
                        Data 13/08/2019
                        Área SAÚDE COLETIVA
                        Orientador(es)
                        • Cacilda Tezelli Junqueira Padovani
                        Coorientador(es)
                        • Marisa de Fatima Lomba de Farias
                        Orientando(s)
                        • Zilda Alves de Souza
                        Banca
                        • Cacilda Tezelli Junqueira Padovani
                        • Camila Mareti Bonin Jacob
                        • Débora Dupas Gonçalves do Nascimento
                        • Marco Antonio Moreira Puga
                        Resumo O câncer do colo do útero é o terceiro mais comum entre as mulheres, sendo considerado como a segunda principal causa de morte por câncer em mulheres no mundo. Está fortemente correlacionado com a infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV) e no Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS) por intermédio do Programa Nacional de Imunização (PNI), no ano de 2014, incluiu a vacina contra o HPV, onde disponibiliza e adota estratégias de vacinação para os grupos previstos de contemplação da vacina. Desde a implantação da vacina quadrivalente contra o HPV, o programa tem buscado alcançar 80% de cobertura vacinal, contribuindo, dessa forma, para a redução da incidência e mortalidade por diferentes tipos de cânceres de ambos os sexos. Crianças e adolescentes residentes em assentamentos devem ter assegurada a garantia da vacinação contra o HPV, uma vez que a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta visa atender as necessidades de atenção à saúde da população dos assentamentos. Sendo assim, este trabalho teve como objetivo compreender a adesão à vacinação contra o Papilomavírus humano (HPV) no assentamento Santa Mônica em Terenos, Mato Grosso do Sul (MS), através de metodologias quantitativa, mediante consulta em cartões vacinais e registros manuais pelas Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) da Unidade de Saúde. E a qualitativa através da Técnica de Grupo Focal (GF) para coleta de dado. O período da coleta de dados foi de abril a agosto de 2018. Analisou-se os principais fatores de recusa vacinal do HPV. E as estratégias da equipe de saúde local para imunização do HPV na área adstrita. A abordagem quantitativa mostrou que dentre as 121 crianças e adolescentes, 81 (66,94%) receberam o esquema vacinal completo (1º e 2º doses). A cobertura vacinal completa feminina foi 73,17% (60/82), superior à masculina com 53,8% (21/39). Estes resultados são superiores àqueles observados para o estado de Mato Grosso do Sul e no Brasil, mas ainda inferiores à meta preconizada. Foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) com o nº 2.685.410. A análise qualitativa mostrou que embora sejam adotadas estratégias para a promoção da vacina do HPV, como ações volantes e vacinação nas escolas, o público alvo ainda encontra-se resistente por conhecimento superficial sobre a vacina e sua utilização em faixa etária precoce, mostrando-se susceptíveis à influencia negativa da mídia e ao tabus estabelecidos pela sociedade. Foram encontradas dificuldades relacionadas ao uso do cartão do SUS e escassez de profissionais nos postos de saúde. Os resultados encontrados nesta população justificam a cobertura vacinal abaixo da meta preconizada e reforçam a necessidade de ações que promovam o conhecimento acerca do HPV e a vacinação, fortalecido pela Estratégia de Saúde da Família considerando os fatores condicionantes e determinantes desta população, por meio da Educação Permanente e Continuada dos profissionais de modo à conhecer a realidade da comunidade.
                        Conhecimento e prática de profissionais da Estratégia Saúde da Família nas ações de pré-natal na Fronteira Brasil-Paraguai
                        Curso Mestrado em Saúde da Família
                        Tipo Dissertação
                        Data 12/08/2019
                        Área SAÚDE COLETIVA
                        Orientador(es)
                        • Adriane Pires Batiston
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Luana Viott dos Santos
                          Banca
                          • Adriane Pires Batiston
                          • Elen Ferraz Teston
                          • Lais Alves de Souza Bonilha
                          • Mathias Weller
                          Resumo
                          INVESTIGAÇÃO DO USO DO XILITOL E LARANJA NO CONTROLE DA HIPOSSALIVAÇÃO
                          Curso Mestrado em Saúde da Família
                          Tipo Dissertação
                          Data 12/08/2019
                          Área SAÚDE COLETIVA
                          Orientador(es)
                          • Ana Tereza Gomes Guerrero
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Bárbara Toledo Machado de Morais
                            Banca
                            • Ana Tereza Gomes Guerrero
                            • Edilson Jose Zafalon
                            • Livia Fernandes Probst
                            • Marcia Rodrigues Gorisch
                            • Rui Arantes
                            Resumo
                            Download
                            CARACTERIZAÇÃO DAS AÇÕES DE PROMOÇÃO DE SAÚDE NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO BÁSICA DE CAMPO GRANDE-MS
                            Curso Mestrado em Saúde da Família
                            Tipo Dissertação
                            Data 12/08/2019
                            Área SAÚDE COLETIVA
                            Orientador(es)
                            • Alessandro Diogo de Carli
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Halex Mairton Barbosa Gomes e Silva
                              Banca
                              • Alessandro Diogo de Carli
                              • Edilson Jose Zafalon
                              • Maria Celina Piazza Recena
                              • Sonia Maria Oliveira de Andrade
                              Resumo A Política Nacional da Promoção da Saúde fala que a promoção da saúde não se refere a alguma doença e sim um trabalho voltado para o coletivo. Esse estudo tem por objetivo caracterizar as ações de promoção da saúde nas escolas municipais de educação básica de Campo Grande - MS. Trata-se de um estudo quantitativo, seccional, realizado em todas as 85 escolas municipais de educação básica de Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul, realizado com um gestor de cada escola (n=85). Os dados foram coletados por meio da aplicação do instrumento de avaliação da promoção a saúde, utilizando-se de um questionário previamente validado, composto por 28 perguntas, sendo 20 delas classificadas como questionadas, as quais as respostas foram limitadas em “SIM” ou “NÃO”, e as outras oito perguntas ordenadas como observadas, que também tinham por respostas “SIM” ou “NÃO”, porém possibilitavam ao entrevistador emitir sua opinião, sem que houvesse interferência na resposta do entrevistado, pois nesse caso levou-se em conta o olhar crítico do pesquisador durante a aplicação da entrevista e na observação dos diversos cenários e ambientes escolares. Por meio da aplicação do instrumento de avaliação, foi possível observar que os gestores escolares realizavam atividades de promoção à saúde com os seus estudantes. No entanto, assuntos como diversidade sexual e homofobia foram explorados por apenas 36,7% das escolas. Em 72,9% das escolas inexiste monitoramento por porteiro ou vigilante de modo permanente. Conclui-se que as escolas que aderiram ao PSE têm três vezes mais chance de requisitar o profissional de saúde da Unidade de Saúde de referência. É perceptível a preocupação dos gestores escolares em realizar ações de promoção à saúde, inclusive, a maioria dos gestores escolares pensam sobre a importância de promover parcerias com a comunidade, sendo que a maior parte delas conta com apoio dos profissionais das unidades de saúde de referência da sua região. As escolas que fazem ou já fizeram parte do PSE fazem mais parcerias com as lideranças locais e ONG para melhor efetivação de suas ações de promoção à saúde, entendem a necessidade das ações intersetoriais educação-saúde e conta com o apoio das Unidades Básicas de Saúde da Família. Atuar em Promoção da saúde no ambiente escolar, é uma tarefa ousada, que deve ser vista por sua potencialidade, poder de ação, no impacto de vida destes escolares.
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