| Assessoria de imprensa 2.0: O uso das mídias sociais nas eleições municipais 2012, em Campo Grande - MS |
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| Curso |
Mestrado em Comunicação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
09/09/2013 |
| Área |
COMUNICAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Elizabeth Nicolau Saad Corrêa
- Gerson Luiz Martins
- Mario Luiz Fernandes
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| Resumo |
Identificar o uso das mídias sociais, especificamente Facebook e Twitter, nas
campanhas eleitorais dos candidatos a prefeito de Campo Grande, em 2012, é o
objetivo central deste estudo. Para as análises, foram selecionados Edson Giroto,
Vander Loubet, Alcides Bernal, Reinaldo Azambuja e Marcelo Bluma. A escolha foi
baseada naqueles que possuíssem perfis ou páginas estabelecidos no Twitter e no
Facebook, no dia seis de julho de 2012, início oficial da campanha eleitoral. Por meio
de Análise de Conteúdo (BARDIN, 2010), a categorização dos resultados, definida a
priori, teve base nos estudos em ciberjornalismo de Palácios (1999), sob os aspectos
de suas características de forma e conteúdo (hipertextualidade, interatividade,
multimidialidade, personalização, memória e instantaneidade). A investigação
apontou que o conceito de comunicação digital foi adotado em todos os sítios web de
redes digitais dos candidatos, em maior e menor escala.
Palavras-chave: assessoria de imprensa; eleições; política; mídias sociais. |
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| Ruralistas e ambientalistas em confronto: as estratégias argumentativas nos artigos de opinião sobre a reforma do código florestal no jornal Correio do Estado |
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| Curso |
Mestrado em Comunicação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
30/08/2013 |
| Área |
COMUNICAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Igor Pinto Sacramento
- Marcia Gomes Marques
- Mario Luiz Fernandes
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| Resumo |
O presente trabalho parte da compreensão de que a retórica está presente nos processos comunicativos contemporâneos. O discurso jornalístico, por sua vez, não escapa aos procedimentos dessa natureza, uma vez que pretende convencer o leitor da veracidade da informação veiculada, seja por meio de um texto dito informativo ou opinativo. Assim, a pesquisa tem como apoio teórico-metodológico a Teoria Retórica do Discurso (TRD), que permitirá identificar como ruralistas e ambientalistas justificaram e sustentaram o posicionamento favorável e contrário na argumentação em torno da aprovação do novo Código Florestal. Oito artigos opinativos do jornal Correio do Estado, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, publicados após a aprovação do relatório de Aldo Rebelo na Câmara dos Deputados em 2011, constituem o corpus de análise. O intuito é, a partir do aporte teórico, identificar o teor dos argumentos utilizados (legitimadores, técnicos, sensibilizadores), com vistas à legitimação da tese proposta e consequente persuasão do público-leitor.
Palavras-chave: argumentação, Teoria Retórica do Discurso, jornalismo, artigo de opinião, código florestal. |
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| Entre a Literatura e a História: a adaptação de Agosto, de Rubem Fonseca, para a televisão |
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| Curso |
Mestrado em Comunicação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
29/08/2013 |
| Área |
COMUNICAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Fabricio Barbosa Cassiano
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| Banca |
- Marcia Gomes Marques
- Maria Adelia Menegazzo
- Sérgio Araújo de Sá
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| Resumo |
O presente trabalho apresenta um estudo de caso sobre a adaptação do romance Agosto (1990), do escritor brasileiro Rubem Fonseca, em minissérie de mesmo título, exibida pela Rede Globo em 1993, tendo como objetivo geral analisar os deslocamentos de conteúdo e forma que se dão no aproveitamento de obras literárias para a composição de atrações no audiovisual televisivo. O referido romance traz em sua narrativa a confluência de dois gêneros literários, a metaficção historiográfica e o romance policial. Dessa forma, ao mesmo tempo em que cria uma trama fictícia, com crimes e investigações, inspirada pelo noir americano, o autor também abre espaço nessa obra para rediscutir episódios reais da história do país, bem como oferece a sua versão-testemunho ao leitor sobre o período em que se passa a trama, no caso, o mês de agosto de 1954, focando os últimos dias de vida do presidente Getúlio Vargas. Sabendo que a minissérie já é um formato consolidado no audiovisual televisivo brasileiro, discute-se de que maneira a obra de Rubem Fonseca foi recriada durante sua transposição para a TV e como os gêneros policial e histórico foram reposicionados durante essa passagem. Para tal, faz-se um apanhado das prin-cipais teorias sobre adaptação, intertextualidade e relações interartes, a fim de refletir acerca da produção de atrações para a televisão brasileira e propor discussões sobre o aproveitamento de obras literárias e a reproposição dos gêneros em um novo suporte, aplicando tais conceitos em uma análise comparativa entre os textos do romance e da minissérie.
Palavras-chave: adaptação; ficção seriada televisiva; metaficção historiográfica; minissérie; romance policial. |
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