| PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO DE INDÍGENAS GUARANI-KAIOWÁ EM ESCOLAS PÚBLICAS DE ARAL MOREIRA-MS |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
20/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Lilian Raquel Ricci Tenório
- Mariana Pereira da Silva
- Victor Ferri Mauro
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| Resumo |
O presente artigo tem como finalidade estudar o processo de escolarização e aprendizagem
dos alunos Guarani-Kaiowá da aldeia Guassuty em escolas públicas não indígenas no
município de Aral Moreira. Verificar também se os alunos indígenas da aldeia conseguem
desenvolver o conhecimento curricular apresentado na escola formal, e verificar se também na
escola há espaço para desenvolver suas culturas tradicionais por meio da pedagogia da
oralidade recebida na aldeia ou os mesmos devem ser apresentados ao currículo de forma
integracionista, ou seja, os mesmos devam assimilar os conteúdos sem que haja pouco ou
nenhum esforço dos responsáveis diretos por esses alunos no intuito de respeitar as suas
especificidades e os processos educativos tradicionais. O fazer acontecer o processo de ensino
aprendizagem deixa muito além do que a própria proposta de uma escola indígena específica,
diferenciada, bilíngüe, intercultural.
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| RETOMADA DE TERRAS INDÍGENAS EM MATO GROSSO DO SUL: A TRAJETÓRIA DOS GUARANI E KAIOWÁ |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
20/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- Lilian Raquel Ricci Tenório
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Rosivaldo dos Santos Ramos
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| Banca |
- Lilian Raquel Ricci Tenório
- Mariana Pereira da Silva
- Victor Ferri Mauro
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| Resumo |
No presente artigo, realizamos levantamento bibliográfico acerca da história do Povo
Guarani e Kaiowá, que vive na região sul do estado de Mato Grosso do Sul, enfatizando
a trajetória que culminou com a perda de seus territórios e como iniciou a tentativa de
retomada dessas áreas por parte desse Povo, com base em teóricos renomados, em
especial, historiadores e antropólogos, que se dedicaram a essa temática. Utilizou-se
como metodologia pesquisa bibliográfica na qual se destacam como principais
referências as obras de Antônio Brand (1997), Levi Pereira Marques (1999), Kátya
Vietta (2007) e Thiago Leandro Vieira Cavalcanti (2013). A pesquisa está centrada nos
municípios de Dourados e Ponta Porã, tendo em vista a dificuldade de abranger toda a
região ocupada pelos Kaiowá e Guarani. Como resultado, percebe-se os impactos que
foram causados às comunidades Guarani e Kaiowa no sul do estado de Mato Grosso do
Sul diante da perda de seus territórios e os processos de retomada de algumas áreas que
já pertenciam a essas comunidades. |
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| “POVO VERDADEIRO, POVO AUTÊNTICO”: VIVENDO ENTRE OS XAVANTE DE PARABUBURE |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
19/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- Marcelo Casaro Nascimento
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Felipe de Oliveira Jacinto
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| Banca |
- Carlos Magno Naglis Vieira
- Fernando Augusto Azambuja de Almeida
- Marcelo Casaro Nascimento
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| Resumo |
Este artigo apresenta um relato de experiência de cunho etnográfico sobre a vivência junto ao povo indígena Xavante da Aldeia Daritidzé, Terra Indígena Parabubure, Mato Grosso, Brasil. O objetivo principal foi relatar o cotidiano das relações abrangendo aspectos como sociabilidades, alimentação e cultura, saúde, educação e a relação com a sociedade não-indígena do entorno. Observação participante, entrevistas e análises de documentos foram os principais métodos utilizados, apoiados por registros fotográficos e de cunho pessoal. O texto se propõe a apresentar a realidade cotidiana vivenciada pela comunidade, sob a perspectiva do pesquisador, problematizando aspectos cruciais para a melhor compreensão da realidade local e das dinâmicas entre as sociedades indígena e não-indígena no Brasil.
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| PRIVADOS DE LIBERDADE: os indígenas no sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
19/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- Carlos Magno Naglis Vieira
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Joanezio da Guia de Jesus
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| Banca |
- Carlos Magno Naglis Vieira
- Fernando Augusto Azambuja de Almeida
- Marcelo Casaro Nascimento
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| Resumo |
Com este artigo, pretendo provocar reflexões, visando compreender, em estimativas
percentuais, o universo carcerário em Campo Grande, MS, envolvendo os indígenas como
autores de crimes que culminaram em condenações. Fiz algumas considerações, a partir de
pesquisas bibliográficas, nas quais foram consultados autores que abordaram o tema ou
situações correlatas, tomando como base o relatório “Situação dos Detentos Indígenas no
Estado de Mato Grosso do Sul3
”, corroborada por pesquisa a campo, através de entrevista
informais com pessoas ligadas à Agência Estadual de Administração do Sistema PenitenciárioAGEPEN,
que é parte integrante vinculada à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança
Pública - SEJUSP. Tenho a pretensão de trabalhar com os dados estatísticos, tais como me
foram apresentados, atendo-me à cidade de Campo Grande, MS, gerando números para traçar
comparativo com os dados referentes a Mato Grosso do Sul. |
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| Sexualidade infantil: um estudo introdutório |
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| Curso |
Especialização em Docência na Educação Infantil |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
19/05/2017 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Anecy de Fatima Faustino Almeida
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Arilma Maria De Almeida Spindola
- Silvana Alves da Silva Bispo
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| Resumo |
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| Os donos do poder: patrimonialismo estamento ou modernização da política coxinense KOHL e MOCHI 1992-2017 |
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| Curso |
Especialização em Teoria e Metodologia do Ensino de História |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
15/05/2017 |
| Área |
HISTÓRIA REGIONAL DO BRASIL |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Marcelo Rocha Barros Goncalves
- Renato Jales Silva Junior
- Samuel de Jesus
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| Resumo |
Ao procurarmos o entendimento relativo à natureza do poder recorremos inicialmente a uma grande obra escrita por um grande pensador, estamos falando de "Os donos do poder" escrito por Raymundo Faoro. Nesta bela obra Faoro busca as raízes ibéricas (portuguesas) para compreender as origens das estruturas do poder que herdamos dos portugueses, tais como o Patrimonialismo e o Estamental. Iremos estudar dois líderes do cenário político da região Kohl e Mochi para o entendimento da política da cidade de Coxim, por ser uma cidade com mais de cem anos de emancipação, sua história política está atrelada aos moldes descritos por Faoro, essa que poderemos discorrer melhor a visão em sua proposta estamental e que adere ao patrimonialismo. |
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| APRISIONAMENTO DE INDÍGENAS SUL-MATO-GROSSENSES NO PERÍODO NEOLIBERAL COM TOQUES DA FICÇÃO DE STAN LEE |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- Lilian Raquel Ricci Tenório
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Ariovaldo Toledo Penteado Junior
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| Banca |
- Lilian Raquel Ricci Tenório
- Marinês Soratto
- Micilene Teodoro Ventura
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| Resumo |
Na ficção de Stan Lee percebemos o debate envolvendo opressão, preconceito e violência em torno da raça. Na vida real, desde a chegada dos europeus, os indígenas são alvo de muita violência. No atual bloco neoliberal, o estado do Mato Grosso do Sul lidera o número de assassinatos e aprisionamento de indígenas no Brasil. Quando encarcerados, os mesmos sofrem além o estado falimentar que constitui o sistema prisional brasileiro. Direitos reconhecidos (presunção de inocência, falta de intérpretes e da aplicação do direito consuetudinário) são esquecidos; o que leva-nos a perceber que qualquer semelhança com incrível poder da invisibilidade não é mera ficção. |
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| ENCARCERAMENTO INDÍGENA NO MATO GROSSO DO SUL: UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA E JURÍDICA |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- Lilian Raquel Ricci Tenório
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Tayran Valiente Dias de Oliveira
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| Banca |
- Lilian Raquel Ricci Tenório
- Marinês Soratto
- Micilene Teodoro Ventura
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| Resumo |
A prática de restrição da liberdade dos povos indígenas com o fim de modificar-lhes a cultura vista através da herança jurídica de abandono é um ciclo que se repete ao longo da história brasileira. Ainda que existamvários instrumentos jurídicos úteis à pluralidade e constitucionalmente mais corretos, o Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul mostra-se, através de sua jurisprudência entre os anos de 2008-2016, inclinado à aplicação de preceitos morais ou éticos, e muitas vezes preconceituosos para determinar seu entendimento. Neste sentido, a flagrante diferença entre as justiças Federais e Estaduais merece atenção destacada, através da análise de um caso concreto e da interpretação constitucional. |
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| O PROFESSOR E A POSSIBILIDADE DE DIÁLOGO SOB À LUZ DA LEI Nº 11.645/2008 |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Alisson de Souza Pereira
- Jose Henrique Prado
- VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
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| Resumo |
O presente artigo aborda o tema “O professor e a possibilidade de diálogo sob á luz da lei nº 11.645/2008”, e é requisito parcial para a conclusão do curso de Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas (AHPI) oferecido pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O artigo buscou apresentar uma breve pesquisa, de como a lei 11.645/2008, que trata da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”, está sendo tratada na sala de aula. A pesquisa foi realizada em uma escola pública municipal de Sidrolândia/MS, na classe do 7º ano do ensino fundamental. Foram elencados três objetivos para este trabalho: observar como o professor mobiliza os alunos frente à lei; caracterizar quais são os materiais didáticos utilizados para dar o suporte às aulas; e constatar como os alunos viam/vêem os povos indígenas. De acordo com os dados obtidos foi verificado que os alunos pouco sabem sobre a historiografia indígena, e que ainda carregam estereótipos sobre os povos indígenas. Os dados também revelam que os alunos tem interesse em aprender sobre o tema. De acordo com a observação realizada também foi verificado que o professor trata a historiografia de forma genérica e rápida, utilizando apenas do livro didático. Conclui-se que apenas a legislação, não garante a eficácia da implementação, mas que o diálogo pode promover processos de mudança em conjuntos com diferentes grupos, oportunizando a criação de pontes, gerando riquezas, respeito à alteridade e o lugar do outro na historiografia. |
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| MULHERES INDÍGENAS: UM DIÁLOGO SOBRE GÊNERO, LIDERANÇA E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Alisson de Souza Pereira
- Jose Henrique Prado
- VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
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| Resumo |
O artigo trata sobre a liderança das mulheres indígenas, buscando, em sua compreensão, a relação com as temáticas: gênero e participação política. A trajetória social e política das mulheres indígenas e as complexidades vivenciadas em meio ao processo de despertar destas lideranças femininas, em busca de autonomia e reconhecimento dentro e fora das comunidades, suscitou interesse de reflexão. Objetivou-se compreender como ao longo de sua trajetória as mulheres indígenas tem conseguido enfrentar a invisibilidade que lhe foi imputada e caminhar em um processo de empoderamento e de representação que culmina na incidência política a favor de seus direitos e de seus povos. A partir desta reflexão, verifica-se a necessidade de (re)pensar posturas existentes referentes ao reconhecimento do movimento social articulado pelas mulheres indígenas e o desenvolvimento de ações que possibilitem contribuições efetivas e assertivas para suas demandas. |
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| DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS NO MATO GROSSO DO SUL: RAZÕES DO DESCASO |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Miriam Casanovas de Barros Reis
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| Banca |
- Alisson de Souza Pereira
- Jose Henrique Prado
- VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
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| Resumo |
O artigo em questão tem como objetivo discutir as razões do descaso no
tocante à demarcação de terras indígenas no Mato Grosso do Sul. Buscou responder às
indagações como a quem interessa a morosidade do estado sul-mato-grossense na
resolução das questões atinentes à demarcação de terras indígenas? Seria as razões do
descaso uma questão meramente de cunho econômico, ou outras vertentes também
influenciam na dinâmica dessas ações? Considerando que a problemática da
demarcação não é privilégio apenas do Mato Grosso do Sul, mas nacional, que fatos
fazem com que isso ocorra? Toda dinâmica da pesquisa foi desenvolvida como caráter
bibliográfico, por intermédio da análise de autores renomados e conhecedores da
temática. Conclui-se que o processo de demarcação de terras indígenas, na maioria das
vezes, é acompanhado de intensos conflitos de interesses seja das classes políticas,
econômicas associadas à classe indígena, dentro de tumultuados processos que acabam
por tornar todo o processo moroso e muitas vezes envolto no descaso e que somente se
efetivará quando interesses particulares não suplante o interesse do povo indígena,
detentor original das terras nacionais. |
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| O ASSISTENTE SOCIAL NO ACOMPANHAMENTO DOS ALUNOS INDIGENAS NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO NA ESCOLA PADRE THOMAZ GHIRARDELLI DE CAMPO GRANDE MS : REALIDADE , DESAFIOS E SUAS POSSIBILIDADES |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Marcia Cristina Arguelho Mendes
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| Banca |
- Alisson de Souza Pereira
- Jose Henrique Prado
- VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
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| Resumo |
O presente trabalho vem ao encontro da necessidade de reconhecer os problemas sociais que os alunos indígenas encontram nas escolas urbanas, a desvalorização da cultura indígena que vem perdendo gradativamente sua identidade, e aprendendo outros costumes no seu dia a dia na pratica pedagógica. Para Bauman,(2001), descreve as práticas de ensino que impregnam a vida desses índios nesse tempo de “modernidade liquida”.
As reflexões acerca da inserção do Serviço Social na área da Educação é hoje, uma demanda emergencial na política de educação, no que se refere aos benefícios prestados aos alunos, ao atendimento social às suas famílias e à orientação para a organização social.
E o profissional de serviço social é indispensável nas escolas, porque eles atuam de um modo construtivo na vida desses alunos indios e não indios, orientando, e fortalecendo vínculos entre alunos, pais e escolas. Segundo os dados da (SEMED, 2016) matriculados nas 95 escolas municipais da cidade, as pesquisas apontam a necessidade de uma maior aproximação epistemológica com a temática, e uma pratica pedagógica de exclusão, forte resultado de preconceito que assombram os povos indígenas desde o inicio de suas lutas históricas que tem sido, e vem se alastrando nos dias atuais, essas lutas pelos seus direitos.
O fruto dessa pesquisa tem como objetivo principal apresentar algumas práticas pedagógicas de exclusão dos docentes com relação as crianças e os adolescentes indígenas matriculadas na escola Padre Tomaz Ghirardelli em Campo grande/MS. |
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| A IMPORTÂNCIA DA INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INDÍGENA |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Alisson de Souza Pereira
- Jose Henrique Prado
- VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
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| Resumo |
O presente trabalho foi realizado por meio de pesquisa bibliográfica qualitativa mediante levantamento bibliográfico e tem como finalidade discorrer sobre o tema: A importância da inserção do profissional de Serviço Social nas unidades Básicas de saúde indígena, este artigo tem como objetivos, primeiramente apresentar a importância da Política Nacional Assistência Social - PNAS na Estratégia da Saúde indígena, no mesmo identificar as contribuições e desafios do Assistente Social na estratégia da saúde indígena refletir acerca da introdução do profissional de Serviço Social no atendimento à saúde indígena, considerando a Lei Orgânica da Saúde e apresentar a atuação do assistente social já inserido na estratégia de saúde indígena. Cabe salientar que esta pesquisa estará fundamentada nas leis que regem as Políticas Publicas de Assistência Social e Saúde Indígena e outras legislações que sejam pertinentes ao assunto do tema abordado tendo como base a Constituição federal de 1988. Neste trabalho será apresentado um referencial teórico baseado e fundamentado em autores de renome que abordam a temática supracitada. A relevância do tema é pertinente já que a questão da saúde indígena tem sido alvo de diversas discussões e debates por diversos segmentos profissionais da sociedade e levando em consideração que o Serviço Social é uma profissão de intervenção nas várias expressões da questão social e por estar inserida na divisão sócio técnica do trabalho coletivo, o qual se utiliza instrumentos científicos e multidisciplinares para atuar nesta política em seus diferentes espaços sociais. Para melhor compreensão, foi realizado um estudo teórico sobre a temática apresentada que é requisito necessário para elaborar novas propostas de implementação de um modelo efetivo de prestação de serviços de saúde para a população indígena e demais usuários das políticas publicas, com promoção e proteção integral, haja vista que questão social é o objeto de trabalho deste profissional que visa primariamente a garantia dos direitos universais. |
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| OS DISCURSOS QUE “MATAM”! AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOS INDÍGENAS NO JORNAL “O PROGRESSO” |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Esmael Alves de Oliveira
- Silvana de Jesus Nascimento
- Sonia Elias Comar
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| Resumo |
O presente artigo visa refletir sobre o modo como os indígenas são descritos e narrados pela imprensa na cidade de Dourados-MS. Em específico no jornal “O Progresso” que tem relevante circulação e divulgação na região. O estado de exceção retrata os discursos que matam ligado ao sentido de extermínio formulado por Agamben no termo „estado de exceção‟. Como podemos entender a categorização do indígena para e na sociedade a partir da mídia? É com esta indagação que os artigos jornalísticos publicados nos cadernos policiais das edições serão analisados. Partindo da produção de estereótipos pelo jornal em questão, iremos trabalhar com métodos das Representações Sociais em relação à contribuição antropológica. A partir de pesquisa documental, em diálogo com o campo das Ciências Sociais, em especial com a Antropologia, buscou-se compreender os papéis que estes discursos noticiosos apresentam, constroem e reiteram. |
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| O que é arte indígena? Reflexões a partir do o ensino de arte na Escola Municipal Indígena Lacui Roque Isnarde, Aldeia Bororó, Dourados/MS |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- Silvana de Jesus Nascimento
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Esmael Alves de Oliveira
- Silvana de Jesus Nascimento
- Sonia Elias Comar
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| Resumo |
Este artigo apresenta alguns aspectos do ensino de arte que vem sendo
desenvolvido na Escola Indígena Lacui Roque Isnarde. Trata-se de um estudo de caso
que tem por objetivo observar e descrever o que é ensinado na escola Lacui como Arte
Indígena Guarani e Kaiowá. A partir da análise dos documentos que orientam o ensino
de arte para a escola indígena compreendemos as diferenças entre o ideal e a prática de
ensino diferenciado. As metodologias utilizadas para este fim consistiram na pesquisa
bibliográfica, entrevista com os professores e pessoas que trabalham na escola, e o
acompanhamento das aulas de arte. Dentre os resultados observados destacamos as
tensões entre as orientações de ensino de arte indígena indicados pelos documentos
oficiais e desenvolvido pela professora indígena versus a compreensão dos pais e dos
alunos sobre o que querem que seja ensinado pela escola no âmbito desta disciplina. |
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| AS CONQUISTAS E OS DESAFIOS DO MOVIMENTO DE PROFESSORES INDÍGENAS GUARANI E KAIOWÁ NA BUSCA POR UMA EDUCAÇÃO DIFERENCIADA |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
- Silvana de Jesus Nascimento
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Maurício José dos Santos Silva
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| Banca |
- Esmael Alves de Oliveira
- Silvana de Jesus Nascimento
- Sonia Elias Comar
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| Resumo |
Diante do processo de escolarização dos povos indígenas no último século, percebe-se
um grande avanço conquistado da educação formal para esses povos, em busca do
respeito às suas práticas culturais, línguas, crenças e costumes e que promova o diálogo
com as demais culturas, numa educação intercultural. Para alcançar estes objetivos foi
necessário ao longo da história a atuação dos movimentos sociais junto aos órgãos
governamentais para que o direito à educação fosse garantido e que respeite as
características étnicas de cada povo indígena, tendo no Estado de Mato Grosso do Sul
(MS) como referência desta luta o Movimento de Professores Indígenas Guarani e
Kaiowá (MPGK). Objetiva-se neste trabalho conhecer os caminhos do MPGK na luta por
uma educação escolar verdadeiramente indígena e os desafios enfrentados por eles para
a oferta de uma educação de qualidade nas escolas indígenas da região conhecida como
Cone sul do MS. Apoiados em pesquisa bibliográfica e entrevista semiestruturada
buscou-se conhecer algumas características desses indígenas que fizeram e ainda fazem
parte do MPGK a fim de compreender suas percepções quanto à situação do movimento
e da educação indígena na atualidade, tanto a nível estadual como nacional. |
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| UM ESTUDO DE CASO SOBRE OS JOVENS INDÍGENAS DA 1° CONGREGAÇÃO DA TERRA INDÍGENA DE DOURADOS |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
13/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
|
| Orientando(s) |
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| Banca |
- Esmael Alves de Oliveira
- Silvana de Jesus Nascimento
- Sonia Elias Comar
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| Resumo |
O presente artigo é resultado da pesquisa que compreende o papel da 1°
Congregação presbiteriana, na aldeia Jaguapirú, Terra Indígena Horta Barbosa, no
município de Dourados na vida dos jovens indígenas, Terena, Guarani e Kaiowá. Com o
foco na participação dos jovens e na formação de lideranças Terena, nesse espaço
religioso. Comparar a vida das juventudes indígenas da 1° Congregação com os não
adeptos, buscando perceber se essa participação produz especificidades no grupo. Este
artigo é resultado da elaboração de trabalho de conclusão do curso da Especialização em
Antropologia e História dos Povos Indígenas EAD/UFMS fomentada pela Universidade
Federal do Mato Grosso do Sul/ Campus Rio Brilhante. |
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| PASSOS E PERCALÇOS DO ESTUDO DAS CULTURAS, HISTÓRIAS E SABERES INDÍGENAS EM ESCOLAS DE ENSINO BÁSICO DE CAMPO GRANDE-MS |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
12/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Esmael Alves de Oliveira
- Jose Henrique Prado
- Saulo Conde Fernandes
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| Resumo |
Esta pesquisa parte da necessidade de verificar o cumprimento prático dos aparatos legislativos no que tange ao estudo das histórias, culturas e saberes das diversas etnias indígenas na sala de aula não indígena. Dito isso, os objetivos dessa se direcionam a: constatar o cumprimento dos aparatos legislativos que asseguram um ensino plural acerca da diversidade dos povos indígenas de Mato Grosso do Sul em escolas não indígenas de Campo Grande-MS; apresentar os resultados obtidos por meio da aplicação de questionários nestas últimas; interpretar os dados obtidos com base na legislação; constatar se a escola tem priorizado um ensino que contemple a dinamicidade das culturas dos povos indígenas de MS, como maneira de combater a discriminação contra estes povos; suscitar a reflexão acerca dos problemas de não se privilegiar a questão indígena na escola e, discutir percalços e possibilidades que permeiam o ambiente escolar que contempla a diversidade. Para isso, a metodologia está pautada nas teorias antropológicas, por meio das quais discuto conceitos como interculturalidade, multiculturalidade, etnocentrismo, alteridade, estereótipo, entre outros que dão estofo à abordagem qualitativa e quantitativa, a fim de contribuir com a investigação sobre o intercâmbio entre a sala de aula não indígena e as diversas cosmologias indígenas. Portanto, por meio deste trabalho, apresento algumas conclusões preliminares quanto aos problemas ocasionados pelo distanciamento físico e, principalmente, epistemológico entre a escola não indígena e os povos indígenas de Mato Grosso do Sul, de modo a chamar atenção para a importância de uma educação pautada na desconstrução de paradigmas. |
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| A ESCOLA COMO UM ESPAÇO INTERÉTNICO: CRIANÇAS NÃO INDÍGENAS E CRIANÇAS INDÍGENAS NA ESCOLA URBANA DA ALDEIA TERERÉ |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
12/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Lourenço Rodrigues Mamedes
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| Banca |
- Esmael Alves de Oliveira
- Jose Henrique Prado
- Saulo Conde Fernandes
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| Resumo |
O Presente Artigo é uma pesquisa no âmbito de Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas de Mato Grosso do Sul EaD/UFMS, Campo Grande 2016/2017. A pesquisa foi realizada na Escola Municipal Indígena Cacique João Batista Figueiredo situada na Aldeia Tereré no município de Sidrolândia/MS. Que implicara sobre a criança não-indígena e a criança indígena no contexto escolar indígena, como é esse contato? A metodologia que vai embasar está pesquisa: em primeiro momento fazer um levantamento bibliográfico do assunto abordado; em segundo momento será feito um questionário e entrevista para fazer uma análise na qual pretende analisar a crianças não indígenas e crianças indígenas juntamente com seus pais para refletirmos como é esse contato da criança não - indígena com o contexto da educação escolar indígena, Quais os impactos para ambas crianças? Isso afeta a o Desenvolvimento na aprendizagem dos educandos? De qual conhecimento partir? Saberes Universal ou os saberes tradicionais? Eis alguns questionamentos para melhor compreender o contexto intercultural da Escola já citada acima. Para o embasamento teórico desta pesquisa, destacamos Vieira (2015) e Ricardo (2011) e Eloy Amado/2014/, dentre outros teóricos que abordam sobre o tema acima. |
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| A bebida psicoativa Ayahuasca e a presença de indígenas nos circuitos xamânicos contemporâneos |
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| Curso |
Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
12/05/2017 |
| Área |
ANTROPOLOGIA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Walterisio Gonçalves Carneiro Júnior
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| Banca |
- Esmael Alves de Oliveira
- Jose Henrique Prado
- Saulo Conde Fernandes
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| Resumo |
A bebida psicoativa Ayahuasca é utilizada milenarmente por diversas etnias da porção ocidental da floresta amazônica, para rituais, caçadas, curas, adivinhações etc. Na contemporaneidade, essa bebida se configura como elemento ritualístico principal de diversas religiões brasileiras, em especial Santo Daime, União do Vegetal e Barquinha. Também é utilizada em segmentos religiosos/espiritualistas denominados pela literatura antropológica de Neoxamanismos ou Xamanismos Urbanos. No presente artigo, pretendo abordar a relação que indígenas, em especial oriundos de etnias do tronco linguístico Pano, mantém com indívíduos urbanos pertencentes aos segmentos (neo)xamânicos. Jovens indígenas assumem status de pajés nas cidades em que realizam rituais, mesmo que nas aldeias não possuem o mesmo reconhecimento. Nesse território de trocas simbólicas, indíviduos oriundos das classes médias urbanas se lançam a iniciações xamânicas com indígenas, transformando seus hábitos e cosmogonias, ao passo que os indígenas aderem aos benefícios da tecnologia capitalista, adotando valores típicos da vida urbana. |
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