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A TRAJETÓRIA DO POVO OFAIÉ: DOS PRIMEIROS VIAJANTES AOS DIAS ATUAIS
Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
Tipo Artigo Científico
Data 03/06/2017
Área ANTROPOLOGIA
Orientador(es)
  • CARLOS ALBERTO DOS SANTOS DUTRA
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Simoni Santos Siqueira
    Banca
    • CARLOS ALBERTO DOS SANTOS DUTRA
    • Fabio Silva Martinelli
    • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
    Resumo Este trabalho aborda uma pesquisa sobre o povo Ofaié, cuja reserva esta localizada na região
    de Brasilândia no Estado de Mato Grosso do Sul. Esse povo habitou tradicionalmente, por
    muitas décadas, a margem direita do rio Paraná, fato este guardado na memoria e nas
    lembranças de um passado muito distante. Na década de 1950, por ocasião de sua expulsão da
    fazenda Boa Esperança, localizada em Brasilândia, aproximadamente 200 índios passaram a
    ocupar as margens úmidas do Rio Verde, ainda no tempo do Serviço de proteção ao Índio
    (SPI). No entanto, foram muitas andanças e lutas até fixarem território. Em 1956, insatisfeitos
    com a área, retornaram a Brasilândia buscando fixar-se nas terras onde estavam sepultados
    seus parentes. Praticamente extintos, perseguidos e ameaçados pelos fazendeiros, na década
    de 60 já não passavam de poucas dezenas segundo Darcy Ribeiro (1977). O principal objetivo
    deste trabalho é analisar porque os Ofaié foram tão pouco assistidos, e uma das hipóteses seria
    em razão da localização geográfica, atribuo. Entretanto, se observarmos os primeiros
    aldeamentos Ofaié localizados na região Nordeste do Estado (Rio Verde, Sucuri e Pardo),
    sempre foram os menos estudados e/ou visitados pela academia. Porém, ao contrario, foi uma
    das regiões mais visitadas pelos exploradores bandeirantes e monçoneiros, que provocam o
    seu quase extermínio. Hoje, os Ofaié ainda lutam com dificuldade na recuperação de seus
    territórios, mas a situação nem de longe lembra os anos de angustia, perseguição e morte.
    A PERMANÊNCIA NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: NOS DIZERES DOS ACADÊMICOS INDÍGENAS
    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
    Tipo Artigo Científico
    Data 03/06/2017
    Área ANTROPOLOGIA
    Orientador(es)
    • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Maria Regina Martins de Barros
      Banca
      • CARLOS ALBERTO DOS SANTOS DUTRA
      • Fabio Silva Martinelli
      • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
      Resumo Este artigo objetiva refletir com os dizeres de acadêmicos indígenas quanto às
      dificuldades que enfrentam em sua permanência na Educação Superior em cursos
      regulares nas Universidades do Mato Grosso do Sul, bem como procura trazer para
      análise, a necessidade de um aprimoramento das políticas públicas e ações afirmativas
      voltadas para a sua permanência nas IES, que atuam hoje no Estado. Tem como
      referência pesquisa bibliográfica e documental, bem como se inspira na analise das
      informações advindas das vozes de acadêmicos indígenas e profissionais índios com
      formação recente, visando buscar alguns deslocamentos que possam contribuir para sua
      permanência. Recorreu-se ao procedimento de entrevistas semiestruturadas, e meios não
      formais como as redes sociais. As falas foram unanimes em citar a sustentabilidade
      econômica como principal desafio, já que a grande maioria vem de aldeias,
      acampamentos e ocupações no meio rural, em luta pela posse de suas terras e em
      situação de extrema vulnerabilidade social. Também foram relatados dificuldades de
      adaptação sociocultural e de enfrentamento de preconceito. A pesquisa foi desenvolvida
      tendo como aporte teórico autores como Aguilera Urquiza (2013 e 2016), Amaral
      (2010), Brand (1997), Brand e Calderoni (2010 e 2012), Calderoni (2016), Brito (2009),
      Amaral e Bergamaschi (2013) Faria e Bittar (2013), Mussi (2016).
      A PRESENÇA DOS GUARANI E KAIOWÁ NAS REDES SOCIAIS: discursosmidiáticos que compartilham saberes e denúncias, lançam novas flechas edemarcam território
      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
      Tipo Artigo Científico
      Data 03/06/2017
      Área ANTROPOLOGIA
      Orientador(es)
      • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Nanci Aparecida da Silva
        Banca
        • CARLOS ALBERTO DOS SANTOS DUTRA
        • Fabio Silva Martinelli
        • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
        Resumo O avanço das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs), das
        possibilidades de suas redes e conexões e consequentes intervenções na
        sociabilidade global têm afetado a todos, e criou-se um novo território que está
        sendo ocupado por uma infinidade de tribos, sejam elas urbanas, rurais ou
        indígenas, e com interesses diversos. Com base teórica dos Estudos Culturais,
        vinculada ao conceito de interculturalidade, este artigo analisa a participação dos
        Guarani e Kaiowá nas redes sociais e discute como novas flechas estão sendo
        lançadas, por meio de smartphones e computadores (artefatos culturais). Adotou-se
        como procedimento metodológico para este caminho investigativo a “etnografia
        digital” ou “netnografia’, que possibilitou analisar os fluxos, as conexões e os
        discursos digitais de lideranças Guarani e Kaiowá nas redes sociais, apontando que,
        em defesa dos seus territórios tradicionais, das suas culturas e identidades, ao
        mesmo tempo em que fazem um deslocamento cultural e de território, podem
        influenciar o ambiente digital e também podem receber influências das redes e suas
        conexões e, nestas relações cambiáveis, não deixam de ser quem são, e acabam
        por reforçar sua identidade indígena.
        DA HISTÓRIA E CULTURA INDÍGENA, O QUE É ENSINADO EM NOSSAS ESCOLAS?
        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
        Tipo Artigo Científico
        Data 03/06/2017
        Área ANTROPOLOGIA
        Orientador(es)
        • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Benedito de Jesus Bogéa Lopes Filho
          Banca
          • CARLOS ALBERTO DOS SANTOS DUTRA
          • Fabio Silva Martinelli
          • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
          Resumo Este artigo tem como objetivo levantar os resultados da implementação da Lei nº 11.645/2008
          em um espaço temporal definido, obtidos a partir de uma série de entrevistas semiestruturadas
          e que foram realizadas com alunos de escolas públicas das redes municipal, estadual e federal
          e, subsidiariamente, contribuir nas discussões relacionadas às novas demandas produzidas.
          Adotou-se como procedimento teórico-metodológico a pesquisa qualitativa, pelo seu caráter
          exploratório que perfeitamente se alinha ao objeto do trabalho. A proposta do artigo é analisar
          se os alunos possuem o conhecimento acerca do tema - História e Cultura Indígena - e se são
          capazes de compreendê-lo. Atesta-se que a maioria dos entrevistados possui conhecimentos
          equivocados ante as indagações construídas e que ainda, mesmo essa superficialidade pouco
          advém de informações tidas em sala de aula. Como indicações conclusivas, podemos afirmar
          que há significativo interesse por parte dos alunos referente à temática indígena e que sentem
          que a escola poderia mais, haja vista esta questão ser recorrentemente trazida à discussão em
          nosso estado, principalmente quanto à questão da posse da terra.
          O INDÍGENA NO LIVRO DIDÁTICO: UMA ANÁLISE DAS REPRESENTAÇÕES DO ÍNDIO NOS LIVROS DIDÁTICOS DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE MATO GROSSO DO SUL – 2013/2016
          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
          Tipo Artigo Científico
          Data 03/06/2017
          Área ANTROPOLOGIA
          Orientador(es)
          • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Ana Cristina Ferreira Piccini
            Banca
            • CARLOS ALBERTO DOS SANTOS DUTRA
            • Fabio Silva Martinelli
            • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
            Resumo O presente artigo busca analisar as representações sobre os povos indígena, contidas nos
            livros didáticos de História, do ensino fundamental, utilizados em escolas publicas de Campo
            Grande/MS, com recorte no PNLD /2014. Trata -se de uma pesquisa de caráter qualitativa,
            recorreu-se como aporte teórico - metodológico aos estudos pós-colonialistas, tendo como
            procedimento a revisão bibliográfica e documental. Os autores que dão sustentação teórica as
            reflexões desta pesquisa são: Cunha (1986), Coelho (2005), Grupioni (1996), Oliveira (2003).
            Ao analisar as fontes documentais pudemos perceber que temos essa representação sobre os
            povos indígenas atrelado ao contexto colonial, estamos nos eximindo de projetar essas
            populações para o presente e futuro, deixando assim, perpetuar a imagem criada pelo europeu
            colonizador. Conclusões provisórias desta pesquisa indicam que a herança cultural que
            legamos do período colonial, ainda não nos permite olhar a diferença do outro respeitando sua
            alteridade.
            CONTEXTO URBANO: O QUE PENSAM OS ALUNOS INDÍGENAS SOBRE SUA IDENTIDADE
            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
            Tipo Artigo Científico
            Data 03/06/2017
            Área ANTROPOLOGIA
            Orientador(es)
            • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Eder Gomes de Souza
              Banca
              • CARLOS ALBERTO DOS SANTOS DUTRA
              • Fabio Silva Martinelli
              • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
              Resumo Pretende-se com este artigo apresentar resultados de uma pesquisa realizada
              em uma escola pública de educação básica do município de Campo Grande, MS.
              Objetivou-se analisar e problematizar a existência de possíveis silenciamentos de
              estudantes indígenas em um espaço de educação institucionalizado. Algumas questões
              intrigavam-me, dentre elas: saber de forma sucinta como esses alunos se sentem dentro
              de um espaço escolar ocidental, dado o fato de serem eles pertencentes a outras etnias e
              grupos. O que realmente esses alunos pensam e sentem para buscarem a estratégia da
              invisibilidade. Adotou-se como procedimento metodológico a pesquisa qualitativa,
              recorrendo como procedimento de pesquisa à análise documental, como também a
              entrevista semiestruturada com alunos matriculados em uma escola pública. Para
              buscar sustentação teórica, a produção do artigo ancorou-se em autores como:
              Woodward (2006), Bonin (2008), Brand (2010), entre outros. Como indicações
              conclusivas, mesmo que temporárias, entendemos que constatar a existência na
              comunidade escolar de alunos indígenas, nos faz perceber que há – tanto nos
              documentos oficiais como nas relações – uma invisibilidade dos alunos indígenas.
              A ESCOLA DA MISSÃO INDÍGENA EVANGÉLICA CAIUÁ: ABORDAGENS HISTÓRICAS SOBRE O PROCESSO DE CRIAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO
              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
              Tipo Artigo Científico
              Data 03/06/2017
              Área ANTROPOLOGIA
              Orientador(es)
              • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Cristiane Pereira Peres
                Banca
                • Lilian Raquel Ricci Tenório
                • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                Resumo O objetivo deste artigo é realizar um estudo histórico sobre a escola da Missão Evangélica Caiuá criada
                no século XX pelos professores/as missionários na Reserva Indígena de Dourados. Busca por meio de
                revisão bibliográfica e da análise de documentos oficiais, em especial do Posto Indígena Francisco Horta,
                apresentar seu funcionamento a partir do ano 1929, período em que os missionários iniciaram as
                primeiras experiências de alfabetização com os indígenas da Reserva. Sua atuação objetivava “civilizar”,
                integrar e evangelizar as etnias indígenas por meio de estratégias escolares religiosas que priorizaram um
                ensino que negava e desvalorizava a cultura indígena impondo uma cultura não indígena como única e
                desenvolvida.
                A PRESENÇA DE ALUNOS INDÍGENAS EM SALA DE AULA: O CASO DA ESCOLA MUNICIPAL SULIVAN SILVESTRE OLIVEIRA
                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                Tipo Artigo Científico
                Data 03/06/2017
                Área ANTROPOLOGIA
                Orientador(es)
                • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Ellen Milka Pinheiro Quito da Silva Borges
                  Banca
                  • Lilian Raquel Ricci Tenório
                  • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                  • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                  Resumo O artigo em questão tem como objetivo apresentar e discutir as representações dos
                  professores, indígenas e não indígenas, a respeito do preconceito enfrentado pelos alunos
                  indígenas na Escola Municipal Sulivan Silvestre Oliveira. Buscou-se, também, identificar e
                  analisar as estratégias adotadas por estes docentes para combater o preconceito em sala. Os
                  professores participantes da pesquisa são aqueles que ministram aulas na 5ª série do ensino
                  fundamental na referida escola. A metodologia utilizada para a realização do trabalho foi o
                  estudo de caso, método qualitativo que consiste, geralmente, em uma forma de aprofundar uma
                  unidade individual. Este método é útil quando o fenômeno a ser estudado é amplo e complexo e
                  não pode ser estudado fora do contexto em que naturalmente ocorre. Ele é um estudo de caráter
                  empírico que tem, via de regra, o objetivo de determinar ou testar uma teoria, tendo como uma
                  das fontes de informações mais relevantes, as entrevistas. A teoria das representações sociais de
                  Serge Moscovici; e a teoria das representações coletivas de Émile Durkheim foram utilizadas
                  para a interpretação dos dados. Como resultados, tem-se que as representações verbalizadas são
                  fruto da vivência desses professores em sala de aula; e demonstram que apesar dos esforços
                  envidados no sentido de romper com estereótipos e preconceitos estes ainda são muito
                  flagrantes no cotidiano escolar das instituições de ensino no Brasil.
                  Gestão de Pessoas: Da Nomeação à Aposentadoria e seus problemas contemporâneos
                  Curso Especialização em Gestão Pública
                  Tipo Trabalho de Conclusão de Curso
                  Data 31/05/2017
                  Área ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
                  Orientador(es)
                  • Milton Augusto Pasquotto Mariani
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Andréa Duarte de Oliveira
                    • Evaldo Neves Barbosa
                    • Fabiana Diekmann Mantovani
                    Banca
                    • Elcio Gustavo Benini
                    • Milton Augusto Pasquotto Mariani
                    • Vilma Ribeiro da Silva
                    Resumo
                    A Importância da Implantação do Núcleo de Segurança do Paciente em Hospitais de Setor Privado.
                    Curso Especialização em Gestão em Saúde
                    Tipo Artigo Científico
                    Data 30/05/2017
                    Área ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
                    Orientador(es)
                    • Patricia Moita Garcia Kawakame
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Ariane Conceição Carloto de Souza
                      Banca
                      • Elcio Gustavo Benini
                      • Milton Augusto Pasquotto Mariani
                      • Vilma Ribeiro da Silva
                      Resumo
                      PEDAGOGIA PARA UMA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA
                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                      Tipo Artigo Científico
                      Data 27/05/2017
                      Área ANTROPOLOGIA
                      Orientador(es)
                      • Marinês Soratto
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Ademir Leite Adorno
                        Banca
                        • Lilian Raquel Ricci Tenório
                        • Marinês Soratto
                        • Saulo Conde Fernandes
                        Resumo Ratificando com um olhar crítico, após visitas in loco, que as aldeias indígenas situadas no lado oeste do estado de Mato Grosso do Sul, mais precisamente no município de Miranda, o desenvolvimento pedagógico proposto por uma estrutura educacional estabelecida na década de 70, a partir de uma realidade indígena estabelecida e consolidada na Constituição Federal de 1988, referenciada por artigos que pretende contextualizar a vivência destes nas localidades indígenas. Onde a Educação Escolar Indígena em Mato Grosso do Sul, procura descrever o processo de ensino-aprendizagem da etnia indígena, apresentando aspectos relevantes desta construção que influenciara diretamente no desenvolvimento social e econômico destes povos, propondo mudanças culturais e abandono histórico de suas tradições, causando desequilíbrio e insegurança sobre as pessoas indígenas, promovendo rótulos, descriminalização, preconceito e vitimização deste grupo étnico.
                        A FORMAÇÃO SOCIO-HISTÓRICO DA CIDADE DE POXORÉU E OS CONFLITOS INTERÉTNICOS
                        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                        Tipo Artigo Científico
                        Data 27/05/2017
                        Área ANTROPOLOGIA
                        Orientador(es)
                        • Antonio Hilario Aguilera Urquiza
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • David Rodrigues Santana
                          Banca
                          • Antonio Hilario Aguilera Urquiza
                          • Lourival dos Santos
                          • Sonia Rocha Lucas
                          Resumo Os objetivos deste artigo é analisar a importância e o valor histórico da cidade de Poxoréu, a
                          sudeste do estado de Mato Grosso, demonstrando suas bases sócio históricas, destacando os
                          índios Bororo e a importância dos garimpeiros. Por meio dessa perspectiva, o trabalho será
                          desenvolvido através de pesquisa bibliográfica. Existem poucos artigos relacionados ao
                          processo sócio histórico de povoamento de Poxoréu, desafiando o desenvolvimento dessa
                          pesquisa, visando entender os aspectos antropológicos dos habitantes da cidade, tendo como
                          base as antigas civilizações e a população garimpeira.
                          TERRITORIALIDADE GUARANI EM MATO GROSSO DO SUL: ABORDAGENS PARA O ENSINO MÉDIO TÉCNICO E CURSOS SUPERIORES DE AGRÁRIAS
                          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                          Tipo Artigo Científico
                          Data 27/05/2017
                          Área ANTROPOLOGIA
                          Orientador(es)
                          • Lourival dos Santos
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Silvana Colombelli Parra Sanches
                            Banca
                            • Antonio Hilario Aguilera Urquiza
                            • Lourival dos Santos
                            • Sonia Rocha Lucas
                            Resumo
                            MEMÓRIA CULTURAL, UMA CONSTITUIÇÃO IDENTITÁRIA DA PROFESSORA DA ETNIA TERENA
                            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                            Tipo Artigo Científico
                            Data 27/05/2017
                            Área ANTROPOLOGIA
                            Orientador(es)
                            • Lilian Raquel Ricci Tenório
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Marlyse Shiroma Lopes
                              Banca
                              • Lilian Raquel Ricci Tenório
                              • Marinês Soratto
                              • Saulo Conde Fernandes
                              Resumo Neste artigo, em que tratamos da identidade e memória cultural de uma
                              professora Terena, procuramos abordar no primeiro momento uma pequena explanação
                              da história indígena no conceito amplo das etnias. Na busca da valorização da cultura, e
                              de forma sucinta o processo de migração para o estado de Mato Grosso do Sul. Nesse
                              sentido, abordamos no entrelace da construção da pesquisa conceitos sobre “memórias”.
                              Lembranças positivas e negativas de sua vivência enquanto professora e mulher.
                              Recolhemos os relatos e fizemos uma reflexão com uma abordagem técnica, tendo
                              como suporte teórico alguns pesquisadores relacionados aos objetivos da pesquisa,
                              como as pesquisadoras Ecléa Bosi e Belmira Bueno. Utilizamos como metodologia de
                              estudo o referencial teórico da pesquisa bibliográfica e história de vida.
                              VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER INDÍGENA E A LEI MARIA DA PENHA
                              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                              Tipo Artigo Científico
                              Data 27/05/2017
                              Área ANTROPOLOGIA
                              Orientador(es)
                              • Lilian Raquel Ricci Tenório
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Paulo Cesar Rodrigues de Moura
                                Banca
                                • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                • Marinês Soratto
                                • Saulo Conde Fernandes
                                Resumo A Lei Maria da Penha é uma grande conquista da sociedade brasileira no tocante
                                ao combate à violência contra a mulher. Nessa problemática, se insere a violência contra a
                                mulher indígena dentro e fora de suas comunidades. A proposta deste artigo é discutir a
                                violência contra as “mulheres indígenas”, que são duplamente vítimas de preconceitos e
                                discriminações numa sociedade que ainda é machista e racista. Considerando que essa
                                legislação foi proposta para proteger as mulheres de forma geral, trazemos a experiência da
                                Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, com a publicação da Lei Maria da Penha em
                                Guarani e utilizamos a pesquisa bibliográfica sobre o tema e entrevistas informais com
                                servidoras da Casa da Mulher Brasileira para discutir essa problemática. Percebemos que é
                                somente com uma educação em Direitos Humanos que se pode atuar no sentido de trazer
                                encaminhamentos que possam solucionar esse problema multifatorial que é a “violência contra
                                a mulher indígena”.
                                A temática indígena na escola: uma breve reflexão dos povos indígenas no ensino de história
                                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                Tipo Artigo Científico
                                Data 27/05/2017
                                Área ANTROPOLOGIA
                                Orientador(es)
                                • Marinês Soratto
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Natalia Scarabeli Zancanari
                                  Banca
                                  • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                  • Marinês Soratto
                                  • Saulo Conde Fernandes
                                  Resumo
                                  A FEITIÇARIA NAS OBRAS DO VISCONDE DE TAUNAY: AS REPRESENTAÇÕES DO XAMANISMO CHANÉ-GUANÁ NO SUL DA PROVÍNCIA DO MATO GROSSO
                                  Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                  Tipo Artigo Científico
                                  Data 27/05/2017
                                  Área ANTROPOLOGIA
                                  Orientador(es)
                                  • Saulo Conde Fernandes
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Hugo Cezar Fernandes Gondim
                                    Banca
                                    • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                    • Marinês Soratto
                                    • Saulo Conde Fernandes
                                    Resumo No século XIX, a corrente literária do romantismo lançara sua visão acerca
                                    dos povos tradicionais e suas práticas xamânico-religiosas. Dentre os autores,
                                    encontramos Alfredo d’Escrangnolle Taunay, com seus contos regionalistas Ierecê a
                                    Guaná e Camiran a Kinikináo, que são pouco conhecidos do público em geral. Em
                                    ambas as obras, encontramos a sutileza de algumas personagens em suas performances
                                    ritualísticas inseridas no cenário anterior e pós Guerra do Paraguai. A proposta deste
                                    trabalho é realizar uma análise sobre as representações da feitiçaria e do xamanismo nas
                                    obras do Visconde de Taunay, construindo uma leitura entre história, etnografia e
                                    literatura.
                                    Culturas indígenas e comércio eletrônico: uma análise do Site Tucum Brasil
                                    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                    Tipo Artigo Científico
                                    Data 27/05/2017
                                    Área ANTROPOLOGIA
                                    Orientador(es)
                                    • Saulo Conde Fernandes
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • João Antonio da Silva Rodrigues
                                      Banca
                                      • Lilian Raquel Ricci Tenório
                                      • Marinês Soratto
                                      • Saulo Conde Fernandes
                                      Resumo O artigo aqui apresentado é resultado de estudo geográfico e etnográfico que toma como
                                      referência a temática do consumo, por meio da prática do comércio eletrônico de
                                      artefatos indígenas. Comércio eletrônico ou e-commerce é entendido nesta pesquisa,
                                      como as transações e/ou negociações efetuadas eletronicamente através do acesso à
                                      internet. Por meio de pesquisa bibliográfica e etnográfica, objetivou-se analisar tais
                                      transações e/ou negociações realizadas eletronicamente, tendo como foco a ação do site
                                      Tucum Brasil, que se estabelece como um e-commerce brasileiro voltado à
                                      comercialização de artigos indígenas. Assim, este estudo busca compreender como se
                                      manifesta esta especificidade de consumo em ambiente virtual na contemporaneidade,
                                      bem como, as novas dinâmicas espaciais que são possibilitadas quando há o
                                      compartilhamento de uma cultura, em que as relações sociais estão alicerçadas nas
                                      tecnologias da informação e do conhecimento.
                                      A QUESTÃO INDÍGENA FUNDIÁRIA NO MS: INVASÃO DE TERRA, OU RESISTÊNCIA HISTÓRICA?
                                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                      Tipo Artigo Científico
                                      Data 20/05/2017
                                      Área ANTROPOLOGIA
                                      Orientador(es)
                                      • Fabio Silva Martinelli
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Rodrigo José Scatolin
                                        Banca
                                        • Fabio Silva Martinelli
                                        • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                        • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                                        Resumo A questão indígena no Estado de Mato Grosso do Sul tem apresentada, a cada ano que
                                        se passa números assustadores sobre a quantidade de vítima que tem produzido, sem
                                        que o conflito chegue ao fim de maneira satisfatória para todos. Essa questão envolve o
                                        entendimento de que o índio não quer apenas a terra como sendo propriedade dele, mas
                                        sim como sendo parte integrante de toda uma “cosmogonia” que envolve questões
                                        religiosas, culturais, linguísticas, folclóricas e de identidade como um povo. Apesar
                                        disso, os conflitos estão cada vez maiores fruto de um processe de ocupação de terra que
                                        remonta a muitos séculos, mas, mais especificamente pela atuação do Estado brasileiro
                                        que deveria agir como agente pacificador, porém age como agente desestabilizador do
                                        tema. Tendo Mato Grosso do Sul a maior população indígena do país, a solução de
                                        aldeamento urbano, ou rural, transformou-se em um processo segregacional de
                                        “guetização” do indígena em relação à população não indígena. Este trabalho busca
                                        analisar a questão fundiária indígena que envolve todos os temas acima e compreender
                                        como a luta pela terra se tonou, em tese, uma luta pela preservação da identidade e da
                                        ligação do índio com o seu espaço tradicional de vida. Conclui-se que, a resistência
                                        apresentada pelo índio em relação à terra liga-se à negativa de anulação de seu ser, de
                                        sua identidade como povo e como cultura, e não apenas como a luta pelo uso do espaço
                                        territorial.
                                        Educação escolar indígena específica e diferenciada
                                        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                        Tipo Artigo Científico
                                        Data 20/05/2017
                                        Área ANTROPOLOGIA
                                        Orientador(es)
                                        • Fabio Silva Martinelli
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Tânia Silva de Souza
                                          Banca
                                          • Fabio Silva Martinelli
                                          • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                                          • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                                          Resumo Como eixo a reflexão acerca da educação escolar indígena no Brasil e os
                                          processos que configuraram a escola específica e diferenciado, vem sendo construída
                                          por diversos povos indígenas do país desde a promulgação da Constituição Federal
                                          (1988), marco de sua conquista pelo direito à diferença. A categoria de escola indígena
                                          foi criada para garantir a aplicação desse direito a uma educação diferenciada, com
                                          projeto político-pedagógico elaborado pelos próprios indígenas e professores de acordo
                                          com seus modos de vida.
                                          O desafio de garantir uma escola nestes termos significa concretizar a proposta de um
                                          projeto de educação escolar para os povos indígenas, constituído por especificidades de
                                          como trabalhar, pelo reconhecimento de suas tradições, das línguas e da memória
                                          coletiva. Distante de apresentar respostas conclusivas propõe uma educação escolar,
                                          coletiva e participativa, que critica e dialoga com todos os envolvidos no processo
                                          educativo.
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