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A AQUISIÇÃO DA LÍNGUA INGLESA PELOS ESTUDANTES INDÍGENAS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO: O CASO DE SIDROLÂNDIA – MS
Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
Tipo Artigo Científico
Data 24/06/2017
Área ANTROPOLOGIA
Orientador(es)
  • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Gustavo Gracioli da Silva
    Banca
    • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
    • Ilda de Souza
    • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
    Resumo o presente artigo pretende colocar em evidência e discutir a experiência de trabalhar a língua inglesa em sala de aula, em turmas de 6º a 9º ano da rede pública de ensino, no que tange aos resultados e respostas produzidas pelos alunos indígenas, que significam, no município de Sidrolândia – MS, parte expressiva dos estudantes. Discutem-se também questões relacionadas ao preconceito e questões acerca das políticas nacionais de ensino/aprendizagem da língua inglesa. A intenção principal deste breve estudo é localizar as questões que surgem nesta interação entre a matéria, o professor e os estudantes, de modo que se possam traçar estratégias pedagógicas que solucionem ou aprimorem o trabalho didático para melhor aproveitamento das aulas para o público deste recorte. É importante ressaltar que a maioria dos estudantes indígenas do município é da etnia Terena, porém existem outras etnias que se fazem presentes nas salas de aula do município. O corpus teórico que sustenta a discussão aqui apresentada é tomado de empréstimo de várias áreas do conhecimento, tais como Letras e Linguística, História e Antropologia. O trabalho conclui, sem a pretensão de ser lapidar, no sentido de dar respostas definitivas e soluções impossíveis diante da realidade da educação no Brasil, que o ensino de língua inglesa, ou de qualquer outra, só se torna efetivo com investimentos de toda sorte, desde logístico até humanístico. Os alunos indígenas têm as mesmas capacidades, e até mais – a depender do indivíduo –, dos membros da sociedade envolvente. Mas é preciso investimento maciço para aprimorar o material didático-pedagógico utilizado em sala de aula; aumento expressivo da carga horária do ensino de línguas; investimento no treinamento continuado dos professores indígenas, e não indígenas, de língua inglesa; realização de intercâmbios entre as escolas de nações que têm o inglês como língua materna; criação de políticas públicas de valorização do profissional bilíngue, tanto social quanto econômica – por exemplo: salários diferenciados àqueles que apresentem excelência no domínio da língua inglesa.
    Estudo Anatomopatológico do Ligamento Amarelo na Coluna Vertebral Lombar Normal e Estenótica.
    Curso Especialização em Medicina e Cirurgia da Coluna Vertebral
    Tipo Monografia
    Data 20/06/2017
    Área ORTOPEDIA
    Orientador(es)
    • Augustin Malzac
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Ricardo Marques Miranda
      Banca
      • Augustin Malzac
      • Marcio Cley Fernandes dos Reis
      • Rafael Kmiecik
      Resumo
      EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: (DES)CAMINHOS PERCORRIDOS POR ALUNOS INDÍGENAS ORIUNDOS DA ESCOLA INDÍGENA ARANDU RENDA GUARANI KAIOWÁ NO MUNICÍPIO DE ARAL MOREIRA AO FINALIZAREM OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
      Tipo Artigo Científico
      Data 16/06/2017
      Área ANTROPOLOGIA
      Orientador(es)
      • Thiago Moessa Alves
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Anildo Soares Flôr
        Banca
        • Jose Henrique Prado
        • Lilian Raquel Ricci Tenório
        • Thiago Moessa Alves
        Resumo Esta pesquisa buscou verificar a percepção da comunidade escolar não indígena do Município de Aral Moreira-Ms, bem como também maior compreensão do percurso dos alunos oriundos da Escola Municipal Indígena Arandu Renda Guarani Kaiowá localizada na Aldeia Guassuty no Município de Aral Moreira, pois no referido município há somente uma escola indígena, que oferece somente os anos iniciais do Ensino Fundamental, bem como analisar as dificuldades enfrentadas por esses alunos na interação com alunos não indígenas nas escolas urbanas ao dar continuidade de seus estudos. Como metodologia de pesquisa optou-se pelo modelo de pesquisa exploratória. Este tipo de pesquisa busca proporcionar familiaridade ou uma nova visão do problema pesquisado, facilitando sua compreensão. Para esta pesquisa foi utilizado como técnica de coleta de dados: questionários, observações, entrevistas e debate com os professores das duas escolas da rede estadual de ensino que oferece o Ensino Fundamental anos finais e Ensino Médio a fim de verificar suas formações, o trabalho em sala de aula com os alunos indígenas. Verificou-se que a escola não está preparada para ensinar o aluno indígena. Além das dificuldades oriundas da diferença cultural ainda sofrem atitudes de preconceito e de discriminação, presentes de forma sutil no cotidiano escolar. A investigação permitiu averiguar a necessidade de preparação da escola e professores para tratar com a diversidade cultural na tentativa de combater e acabar com o
        preconceito e a discriminação e, por conseguinte, a exclusão dos alunos, em direção a uma escola que realmente seja acolhedora e comprometida com um ensino de qualidade
        ESCOLA: ESPAÇOS E TEMPOS DE REPRODUÇÃO E RESISTENCIAS DA POBREZA, PROGRAMA BOLSA FAMILIA EM CAMPO GRANDE - MS
        Curso Especialização em Educação, Pobreza e Desigualdade Social
        Tipo Artigo Científico
        Data 15/06/2017
        Área EDUCAÇÃO
        Orientador(es)
        • Ana Carolina Pontes Costa
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Ariel Vargas de Oliveira
          Banca
          • Ana Carolina Pontes Costa
          • Daiani Damm Tonetto Riedner
          • Marcos Sergio Tiaen
          Resumo
          AS CONTRIBUIÇÕES DOS SABERES TRADICIONAIS DOS INDÍGENAS TERENA NO DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA NA ALDEIA LAGOINHA/SIDROLÂNDIA-MS
          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
          Tipo Artigo Científico
          Data 10/06/2017
          Área ETNOLOGIA INDÍGENA
          Orientador(es)
          • Sonia Elias Comar
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Jurandir Gabriel Lopes
            Banca
            • Marinês Soratto
            • Sonia Elias Comar
            • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
            Resumo O objetivo desse trabalho é analisar os conhecimentos tradicionais na agricultura Terena e sua importância no sistema de produção agrícola na Aldeia Lagoinha/Sidrolândia-MS. Para compreender a contribuição dos conhecimentos tradicionais no desenvolvimento da agricultura indígena da aldeia Lagoinha/Sidrolândia-MS, recorremos à pesquisa qualitativa mergulhando na etnografia como método, mediante a observação participante, questionário semiestruturado direcionado aos agricultores de várias faixas etárias, jovens e agricultores mais experientes que sobrevivem da agricultura. A partir das informações colhidas em campo, conclui-se que os saberes tradicionais auxiliam muito na produção agrícola Terena desta comunidade indígena.
            Palavras-chave: Etnia Terena;
            POVOS INDÍGENAS NO BRASIL: O ESTUDO DA ANTROPOLOGIA COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O RECONHECIMENTO DA IDENTIDADE INDÍGENA NA SOCIEDADE
            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
            Tipo Artigo Científico
            Data 10/06/2017
            Área ANTROPOLOGIA
            Orientador(es)
            • Marinês Soratto
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Weiner Bondarczuk
              Banca
              • Marinês Soratto
              • Sonia Elias Comar
              • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
              Resumo Este artigo busca analisar por meios de estudos antropológicos índio brasileiro, discorrendo sobre os conceitos de etnia e etnicidade. Para tanto, está pesquisa busca demonstrar a importância de conhecer mais sobre os povos indígenas, não tendo a intenção de finalizar o estudo do tema, haja vista a questão ser ampla. Assim, caminharemos no sentido de breve exposição e desenvolvimento textual para tratar de tão relevante assunto para nossa sociedade, de forma a contribuir com definições importantes sobre os povos indígenas, ampliando a visão sobre o que é ser índio nos tempos atuais.
              O ENSINO DA LÍNGUA TERENA NA ESCOLA POLO MUNICIPAL INDÍGENA ALEXINA ROSA FIGUEREDO NO MUNICÍPIO DE DOIS IRMÃOS DO BURUTI-MS
              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
              Tipo Artigo Científico
              Data 10/06/2017
              Área ANTROPOLOGIA
              Orientador(es)
              • Antonio Carlos Seizer da Silva
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Airtom Belizario da Silva
                Banca
                • Antonio Carlos Seizer da Silva
                • Fabio Silva Martinelli
                • MARIA DE LOURDES ELIAS SOBRINHO
                Resumo A pesquisa é bibliográfica e de campo de caráter qualitativo, que considera a existência de uma relação dinâmica entre mundo real e sujeito. É descritiva e utiliza diário de bordo com informações e roteiro a ser seguido. Devidamente autorizada pelos líderes da comunidade indígena da Aldeia Buriti e dos gestores municipais junto a Secretaria de Educação de Dois Irmãos do Buriti –MS para realizar a pesquisa na Escola Polo Municipal Indígena Alexina Rosa Figueredo. Os desafios são enormes para garantir o processo de ensino aprendizagem da língua materna Terena, necessitando de mais subsídios para a capacitação dos profissionais que atuam na disciplina de Língua Terena
                EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: A busca da educação diferenciada, e autonomia na TI Cachoeirinha
                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                Tipo Artigo Científico
                Data 10/06/2017
                Área ANTROPOLOGIA
                Orientador(es)
                • Antonio Carlos Seizer da Silva
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Gerson José Rodrigues
                  Banca
                  • Antonio Carlos Seizer da Silva
                  • Fabio Silva Martinelli
                  • MARIA DE LOURDES ELIAS SOBRINHO
                  Resumo O presente artigo trata da Escola Indígena enquanto sistema diferenciado em função da cultura e da língua própria de cada etnia. Já a partir da Constituição de 1988 começava a ser definido o direito às comunidades indígenas a uma educação que estivesse mais voltada para sua realidade. Diversos documentos, leis e normatizações foram sendo elaborados no decorrer do tempo, moldando um modelo de escola que ainda não está completo, principalmente porque não há autonomia de gestão ou financeira. O artigo faz um apanhado dessa legislação, dos avanços e dos entraves que ainda persistem. Nos resultados apresenta uma experiência exitosa nessa caminhada, que é a elaboração do Livro Kalivonô, elaborado pela comunidade docente da TI de Cachoeirinha, em Miranda.
                  ARTESANATO DO POVO GUATÓ DE CORUMBÁ - MS
                  Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                  Tipo Artigo Científico
                  Data 10/06/2017
                  Área ANTROPOLOGIA
                  Orientador(es)
                  • Fabio Silva Martinelli
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Josielle Arruda Castello
                    Banca
                    • Antonio Carlos Seizer da Silva
                    • Fabio Silva Martinelli
                    • MARIA DE LOURDES ELIAS SOBRINHO
                    Resumo Este trabalho tem por finalidade analisar o artesanato produzido por parte da população Guató residente na cidade de Corumbá no estado de Mato Grosso do Sul no período de 2015 a 2017.Apresentar os registros da resistência cultural do povo Guató que podem ser observados na busca pelo resgate de práticas e costumes próprios deste povo, como neste caso, através do artesanato.Bem como, identificar as influências e as mudanças resultantes da inserção do povo Guató no contexto da sociedade não indígena que resultam no direcionamento da produção artesanal , uma vez que, na atualidade assume forma de ganho econômico e trabalho na cidade de Corumbá- Mato Grosso do Sul.A divulgação da arte e resistência cultural do povo Guató se expande através da circulação dos produtos artesanais nas feiras, festivais e no comércio local quando são adquiridos por pessoas de diversas regiões do Brasil ou de outros países.O aproveitamento dos produtos industrializados na confecção do artesanato evidencia a mescla com a sociedade não indígena. No entanto, a utilização de aguapés, argila, madeira e objetos com detalhes variados revelam aspectos específicos do povo Guató e a resistência cultural indígena.
                    RELIGIÃO PROTESTANTE ENTRE OS POVOS GUATÓ NA ALDEIA UBERABA CORUMBÁ - MS
                    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                    Tipo Artigo Científico
                    Data 10/06/2017
                    Área ANTROPOLOGIA
                    Orientador(es)
                    • Fabio Silva Martinelli
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Lucelia Arruda Castello
                      Banca
                      • Antonio Carlos Seizer da Silva
                      • Fabio Silva Martinelli
                      • MARIA DE LOURDES ELIAS SOBRINHO
                      Resumo Este trabalho tem por objetivo mostrar os resultados das transformações da religião primitiva indígena Guató na religião protestante no município de Corumbá- MS, assim sendo, o presente trabalho traz em seu corpo uma analise da pratica da religião protestante pelos indígenas, tanto na aldeia Uberaba quanto na cidade de Corumbá, pois os indígenas que estão na cidade frequentam varias igrejas evangélicas em diferentes pontos da cidade. Na aldeia Uberaba a pratica dos costumes da religião protestante vem substituindo a pratica da religião primitiva, pois a maioria dos indígenas da aldeia, e mesmo aqueles que estão na cidade se converteram a religião evangélica. A religião protestante é considerada religião dos “brancos” e possui conceitos totalmente diferentes da religião indígena. A religião é um dos costumes culturais mais importantes das manifestações do Homem, pois, ela pode caracterizar um determinado grupo, lembrando
                      que a religião e um ritual praticado pelo homem, em Corumbá a uma expansão das religiões, os Guató conhecidos como povos das águas, tornam- se parte do contexto das “novas religiões”, no caso a protestante.
                      ALFABETIZAÇÃO INDIGENA NA ESCOLA FELIPE ANTÔNIO: VIVENCIANDO OS DESAFIOS
                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                      Tipo Artigo Científico
                      Data 10/06/2017
                      Área ANTROPOLOGIA
                      Orientador(es)
                      • MARIA DE LOURDES ELIAS SOBRINHO
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Marlene Rodrigues
                        Banca
                        • Antonio Carlos Seizer da Silva
                        • Fabio Silva Martinelli
                        • MARIA DE LOURDES ELIAS SOBRINHO
                        Resumo O presente trabalho é fruto de pesquisa bibliográfica e observação do processo educacional na Escola Municipal Indígena Felipe Antônio, localizada na Aldeia Argola, Município de Miranda. Os Autores como Ladeira (2003), Ferreira (2001), Bitencourt e Ladeira (2000), assim como documentos inerentes à educação, mostram que a partir da década de 60, buscou-se criar uma escola indígena multicultural e bilíngue, que tivesse condições de oferecer a educação técnica exigida pela sociedade ocidental, mas também pudesse garantir a continuidade da cultura, da língua e das tradições indígenas. Teve início então um processo de busca dessa escola ideal, a partir do primeiro passo que foi a Constituição de 1988, à qual se seguiram Decretos, Resoluções, Pareceres, e outros. Escolas indígenas foram implantadas, mas ainda se busca o modelo ideal, peculiar a cada povo indígena. Mas as dificuldades para alfabetização persistiam exatamente em função do choque das línguas Terena e Português e do material didático elaborado fora da realidade indígena. Diante dessa necessidade, professores dessa escola participaram da elaboração de material didático para a Educação Infantil (livros 1 e 2) e 1º Ano do Ensino Fundamental, voltado inteiramente para a alfabetização na língua terena, passo importante para a superação dos desafios verificados até então.
                        O DESUSO DA LÍNGUA MATERNA TERENA NA TERRA INDIGENA ARGOLA
                        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                        Tipo Artigo Científico
                        Data 10/06/2017
                        Área ANTROPOLOGIA
                        Orientador(es)
                        • MARIA DE LOURDES ELIAS SOBRINHO
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Evanildo Faustino
                          Banca
                          • Antonio Carlos Seizer da Silva
                          • Fabio Silva Martinelli
                          • MARIA DE LOURDES ELIAS SOBRINHO
                          Resumo Este texto tem como objetivo, iniciar trabalho de aprofundamento sobre o problema de desuso da língua terena na Aldeia Argola (Akulea) Município de Miranda e apresentar possíveis soluções sobre a temática apresentada. É importante uma reflexão sobre a relevância de mantermos a nossa língua terena Terena. Meliá (1998, p. 30) observa, contudo, que “não é a escrita que vai salvar uma língua, mas que a sociedade que a fala a continuar falando”. Diante dessa teoria, podemos ver o quanto que a recuperação da língua seja feita de maneira tradicional, ou seja, é extremamente relevante o uso da língua materna no ambiente familiar e nas primeiras fases do desenvolvimento de aquisição cognitiva da criança indígena, pra depois passar a responsabilidade para que a escola possa ensinar a escrita da mesma e nas series mais avançados ensinar a língua portuguesa. Problematizar relação entre comunidade, cultura, língua e escola, aposto que terá um resultado positivo, essa é a trajetória que almejamos construir sobre essa temática escolhida, para que o trabalho empreendido possa se tornar realidade e que possa ser mais um trabalho acadêmico com uma contribuição científica com ótimo resultado.
                          GESTÃO ESCOLAR INDÍGENA, UM ESTUDO DE CASO SOBRE A ESCOLA MUNICIPAL EJIWAJEGI - EXTENSÃO ALDEIA TOMÁZIA
                          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                          Tipo Artigo Científico
                          Data 10/06/2017
                          Área ANTROPOLOGIA
                          Orientador(es)
                          • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Cícera Luiza Teodoro
                            Banca
                            • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                            • Ilda de Souza
                            • Micilene Teodoro Ventura
                            Resumo Durante toda nossa história, os povos indígenas lutaram e alcançaram seu reconhecimento quanto aos seus direitos, seus meios próprios de organização social, suas crenças, tradições, simbolismos, conhecimentos e desenvolvimento da construção de cultura e transmissão de saberes para as futuras gerações. A expansão desses direitos no âmbito educacional proporcionou inúmeras oportunidades aos povos indígenas e a principal delas foi o de se ocuparem de um espaço nas organizações escolares, atribuindo-lhe personalidades e ocupação nos mais diversos níveis dessas instituições. A instituição escolar historicamente conhecida como um local de imposições de valores e onde o individuo busca sua incorporação à economia de mercado e nesse neste sistema, muitas vezes é vista como uma devoradora de identidades passa a ser pleiteada pelas sociedades indígenas como um local de construção de interação social baseada na dinâmica cultural e em sua independência política. Diante do exposto, este trabalho apresenta as dimensões sobre a realidade vivida e gestão escolar realizada na Escola Municipal EJIWAJEGI - Extensão Aldeia Tomázia, localizada na aldeia Tomázia, situada em terras indígenas do município de Porto Murtinho no Estado de Mato Grosso do Sul. Esse estudo teve por objetivo proporcionar através da interação, numa perspectiva pedagógica, que aponte estratégia para melhoria da aprendizagem dos alunos. Identificar os diferentes processos de aprendizagem; Elaborar estratégias, que venham ao encontro das necessidades de trato pedagógico apontada nas avaliações de larga escala; Enfatizar e incentivar a importância da Educação Escolar. Este estudo contempla a pesquisa qualitativa as informações obtidas não podem ser quantificáveis; os dados obtidos são analisados indutivamente; a interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são básicos no processo de pesquisa qualitativa. As metodologias mais utilizadas foram à observação, a entrevista e a análise de documentos. O processo de coleta de dados foi feito de modo interativo durante toda a investigação e as técnicas de coletas de dados utilizadas foram:
                            Pesquisa documental em arquivos da secretária escolar; pesquisa telematizada (sites); pesquisas bibliográficas; pesquisa in loco que ocorreu durante os meses de julho de 2016 e janeiro de 2017. Relatar um pouco sobre o histórico e realidade escolar nesta aldeia e o seu processo de gestão escolar.
                            LÍNGUA MATERNA TERENA: DESAFIOS DO ENSINO APRENDIZAGEM NO ENSINO MÉDIO NA ALDEIA BURITI EM DOIS IRMÃOS DO BURITI
                            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                            Tipo Artigo Científico
                            Data 10/06/2017
                            Área ANTROPOLOGIA
                            Orientador(es)
                            • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Regiane Karine Nogueira Machado
                              Banca
                              • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                              • Ilda de Souza
                              • Micilene Teodoro Ventura
                              Resumo A pesquisa foi de caráter bibliográfico e de campo, com a finalidade de compreender como ocorre o processo de ensino aprendizagem da língua Terena em uma escola estadual na Aldeia Buriti o município de Dois Irmãos do Buriti- MS. Ficou claro na pesquisa o despreparo em relação a formação de professores para o ensino da língua. A comunidade precisa trabalhar em conjunto com a escola para garantir a manutenção de sua língua materna.
                              OS AVANÇOS E DESAFIOS DOS PROFESSORES TERENA NA ESCOLA MUNICIPAL INDÍGENA PILAD REBUÁ NA ALDEIA PASSARINHO/MIRANDA - MS
                              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                              Tipo Artigo Científico
                              Data 10/06/2017
                              Área ANTROPOLOGIA
                              Orientador(es)
                              • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Sônia Acosta Machado
                                Banca
                                • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                                • Ilda de Souza
                                • Micilene Teodoro Ventura
                                Resumo O presente trabalho é de cunho bibliográfico e investigativo e discorre sobre o direito a uma educação escolar diferenciada para os povos indígenas, que vem sendo assegurado pela Constituição Federal de 1988; pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre Povos Indígenas e Tribais, promulgadas no Brasil por meio do Decreto nº 5.051/2004; pela Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 das Organizações das Nações Unidas (ONU); pela Declaração das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas de 2007, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Lei nº 11645/2008, que veio para incluir os conteúdos e história ao currículo do ensino regular, bem como por outros documentos nacionais e internacionais que visam assegurar o direito à educação como um direito humano e social
                                ENSINO DE MATEMÁTICA NA LÍNGUA TERENA: PERSPECTIVAS E DESAFIOS
                                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                Tipo Artigo Científico
                                Data 10/06/2017
                                Área ANTROPOLOGIA
                                Orientador(es)
                                • Antonio Carlos Seizer da Silva
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Ginaldo Muchacho Henrique
                                  Banca
                                  • Antonio Carlos Seizer da Silva
                                  • Fabio Silva Martinelli
                                  • MARIA DE LOURDES ELIAS SOBRINHO
                                  Resumo Como forma de registrar a relevância e a importância e preservação da língua terena,considerando que esta língua materna é a identidade indígena, fazendo com que os mesmos tenham autonomia em educar os seus alunos, para que os mesmos possam abstrair os ensinos, focando na disciplina de Matemática.
                                  O referido artigo destaca, o uso e a importância da língua indígena Terena, e principalmente na escola, durante as explicações dos professores indígenas. O presente trabalho foca a relevância do ensino de Matemática na Língua Terena, por se tratar de um componente curricular que é considerando “difícil” ou “chato” de se estudar. As comunidades indígenas possuem costumes, crenças e línguas próprias, sendo de suma importância sua preservação e revitalização para que essas diferenças nunca desapareçam. A pesquisa mostra que é preciso e tem como, ensinar traduzindo e interpretando a parte teórica da matéria, utilizando a língua terena para os alunos
                                  O RECONHECIMENTO DA DIVERSIDADE SÓCIOCULTURAL E A IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS SOCIAIS: CRAS E A EXPERIÊNCIA DA ALDEIA TE’YIKUÊ DE CAARAPÓ – MS
                                  Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                  Tipo Artigo Científico
                                  Data 09/06/2017
                                  Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                                  Orientador(es)
                                  • Alvaro Banducci Junior
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Étel Marli Sturm
                                    Banca
                                    • Alvaro Banducci Junior
                                    • Antonio Hilario Aguilera Urquiza
                                    • Jose Henrique Prado
                                    Resumo O Artigo em tela é uma abordagem sobre o acesso às políticas sociais, no caso, projetos e programas desenvolvidos no Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. Será citada como referência a implantação do CRAS da Aldeia Te’yikuê, do município de Caarapó Mato Grosso do Sul, onde vivem 936 famílias da etnia Guarani e Kaiowá em 3.594 ha demarcadas em 1924. Interroga-se a importância do conhecimento da cultura local para a implantação de políticas sociais nas aldeias. Para tanto foi realizado pesquisa bibliográfica, instruída pela leitura de livros, artigos, cartilhas, e legislações que tratam do assunto. Ao analisar a organização social desse povo, o objetivo principal foi apontar, se as políticas públicas pensadas para a realidade do não índio podem ser adaptadas para a realidade de uma aldeia indígena. De que forma a equipe técnica da aldeia Te’yikê, lidou com os conflitos na implantação do CRAS e a importância de conhecer e reconhecer as relações internas para superação dos conflitos. As conclusões provisórias indicam que a implantação de políticas sociais através do CRAS da Aldeia indígena Te’yikuê nos moldes da PNAS – Política Nacional de Assistência Social enfrentou inúmeras dificuldades. A análise e compreensão da raiz e superação dessas dificuldades pode apontar para uma nova proposta de ação. Ao mesmo tempo pondera-se que os avanços podem retroceder e as relações advindas do passado, podem ser mantidas.
                                    ETNICIDADE EM SITUAÇÃO DE CONFLITO: PERSPECTIVAS A PARTIR DO CONFLITO DA RETOMADA DE TERRA NA ALDEIA BURITI CAMPO GRANDE - MS
                                    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                    Tipo Artigo Científico
                                    Data 09/06/2017
                                    Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                                    Orientador(es)
                                    • Alvaro Banducci Junior
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Joaze Barbosa de Lima
                                      Banca
                                      • Alvaro Banducci Junior
                                      • Antonio Hilario Aguilera Urquiza
                                      • Jose Henrique Prado
                                      Resumo A discussão proposta neste artigo é uma breve análise do conceito de Etnicidade a partir das realidades encontradas em situação de conflito. O recorte a que se dá o artigo trata sobre um conflito por território entre indígenas, fazendeiros e policiais; especificamente da etnia Terena, daqueles que estão situados na Terra Indígena de Buriti, nos municípios de Sidrolândia e Dois Irmãos do Buriti no estado de Mato Grosso do Sul. Como desenvolve-se a noção e percepção da etnicidade em situações de conflito? Quais perspectivas esse conceito advoga e esclarece para o pesquisador e a sociedade acadêmica ao dar conta de realidades como estas? Em vias de aplicação e esclarecimento este trabalho desenvolve-se na apresentação da situação, discussão do conceito e com a apreciação de imagens do conflito na busca de elementos que corroborem com a discussão proposta.
                                      CONHECENDO A CULTURA DO POVO GUARANI – KAIOWÁ A TRAVES DO CANTO
                                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                      Tipo Artigo Científico
                                      Data 09/06/2017
                                      Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                                      Orientador(es)
                                      • Alvaro Banducci Junior
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Claudia Adriana Martinez Bedoya
                                        Banca
                                        • Alvaro Banducci Junior
                                        • Jose Henrique Prado
                                        • Saulo Conde Fernandes
                                        Resumo Este estudo pretende contribuir com o conhecimento da cultura Guarani
                                        kaiowá a partir da investigação dos cânticos desse povo, tal como acontecem na Aldeia
                                        Água Bonita, de Campo Grande – MS; da tradição musical, de conotações espirituais e
                                        religiosas, presente na atualidade de sua vida em contexto urbano; da reprodução
                                        musical e da atual situação desse grupo indígena.
                                        A DESTILARIA DE ALCOOL DEBRASA, O MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA E A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INDÍGENA: O CASO DO POVO OFAIÉ
                                        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                        Tipo Artigo Científico
                                        Data 03/06/2017
                                        Área ANTROPOLOGIA
                                        Orientador(es)
                                        • CARLOS ALBERTO DOS SANTOS DUTRA
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Clayton Cesar Moreira
                                          Banca
                                          • CARLOS ALBERTO DOS SANTOS DUTRA
                                          • Fabio Silva Martinelli
                                          • Valéria Aparecida Mendonça de Oliveira Calderoni
                                          Resumo O presente artigo busca discorrer sobre uma sociedade indígena do leste sul-matogrossense
                                          localizada na cidade de Brasilândia-MS chamada Ofaié, ponderando
                                          sobre sua cultura e história, mas principalmente salientando seus percalços e
                                          infortúnios do trabalho degradante desempenhado na agroindústria da cana de
                                          açúcar. A temática envolvendo o modo de trabalho indígena corrobora rica para
                                          discussões, em todos os lugares onde esta é explorada possuem formas singulares,
                                          delineadas tanto pela forma como é imposta a exploração, quanto pelas ações dos
                                          indígenas como trabalhadores. Nesse sentido, será analisada exploração da força
                                          de trabalho de índios e as degradantes condições de trabalho impostas a estes na
                                          usina sucroalcooleira Debrasa, em Brasilândia, Mato Grosso do Sul,
                                          empreendimento no qual vem se utilizando de mão-de-obra indígena desde a
                                          década de 1960. Nesta perspectiva, as problemáticas compreendidas em torno
                                          desta atividade laboral serão postas em voga onde salientaremos o que pode ou
                                          deveria ser feito a cerca dessa problemática, refletindo sobre porquê de ainda existir
                                          tal forma de trabalho ainda nos dias atuais e tão próxima a nós.
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