MORTALIDADE MATERNA EM MATO GROSSO DO SUL: CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS NO PERÍODO DE 2010-2014 |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
17/06/2016 |
Área |
ENFERMAGEM DE SAÚDE PÚBLICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Luciana Virginia de Paula e Silva Santana
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Banca |
- Eunice Delgado Comeron de Souza
- Maria de Lourdes Oshiro
- Maria Tereza Ferreira
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Resumo |
Os óbitos maternos representam um grave problema de saúde pública. As estatísticas sobre a mortalidade materna constituem melhor indicador da saúde da população feminina e uma ferramenta fundamental de gestão de políticas públicas voltadas para fundamentar as análises de programas e ações de atenção à saúde. Está associada à negligência da atenção à saúde no momento da gestação, parto e puerpério. Esta pesquisa teve como objetivo caracterizar o perfil epidemiológico dos óbitos maternos no estado de Mato Grosso do Sul. Baseou-se em dados secundários, estudo do tipo transversal, descritivo, no período de janeiro de 2010 a dezembro de 2014. Foi realizado análise das variáveis quantitativas dos óbitos maternos no estado de Mato Grosso do Sul, por meio do Sistema de Informação de Mortalidade. No período estudado, foram identificadas 136 mortes maternas e obteve-se uma Razão de Mortalidade Materna (RMM) média de 65/100.000 nascidos vivos. Verificou-se maior número de óbitos maternos nas mulheres com mais de oito anos de escolaridade (55,1%), da raça/cor parda/preta (61,7%), com estado civil solteira (46,3%) e de 30 a 39 anos de idade (40,4%). O local de ocorrência do óbito foi predominantemente hospitalar (91,2%). Houve o predomínio das causas obstétricas diretas, com acentuada participação da hipertensão. As principais causas dos óbitos maternos foram: edema, proteinúria, transtornos hipertensivos da gravidez parto e puerpério (19,9%), complicações do trabalho de parto e parto (19,9%), complicações relacionadas ao puerpério (11%) e gravidez terminando em aborto (9,6%). Neste estudo, percebeu-se a necessidade de caracterizar o perfil desses óbitos maternos em suas variadas particularidades, podendo resultar na elaboração de pontos de atenção qualificada à saúde materna condizente com o real cenário. A medicalização do parto em conjunto com altas taxas de cesáreas, o excesso de intervenções desnecessárias e a falta de treinamento de equipes especializadas são alguns fatores apontados como barreiras para que as taxas de mortalidade materna não diminua no estado de Mato Grosso do Sul.
Os coeficientes de mortalidade materna apontam para desigualdades sociais, apresentando uma realidade que necessita de intervenções na área da saúde, para que se tenham indicadores satisfatórios no setor materno-infantil, mostrando um cenário em mudança sendo construído por meio de esforços para suprir desfechos evitáveis utilizando assistência qualificada. |
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MORTALIDADE PERINATAL EM CAMPO GRANDE-MS: SÉRIE HISTÓRICA DE 10 ANOS (2004-2013) |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
01/06/2016 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Ana Paula de Assis Sales
- Maria de Lourdes Oshiro
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Resumo |
O presente trabalho teve como objetivo estudar a série histórica da mortalidade perinatal (2004-2013) no município de Campo Grande - MS. Os dados foram provenientes dos Sistemas de Informações sobre Mortalidade e sobre Nascidos Vivos. As variáveis incluídas referem-se as características do feto/recém-nascido, ao perfil socioeconômico materno, às causas de morte e aos critérios de evitabilidade desses óbitos. Os dados foram analisados pela estatística descritiva e analítica. Nesse período ocorreram 1771 óbitos, das quais: 1043 eram fetos e 728 neonatais precoces. Foi observada tendência crescente de aumento no percentual de óbitos (14,7%). A taxa de mortalidade perinatal passou de 12,18 (2004) para 15,02 óbitos em 2005. Nos anos de 2006, 2007 e 2008 manteve valores constantes com média de 14,75. Em 2009 e 2010 voltou a elevar-se (15,10 e 15,07, respectivamente). Após esse período, apresentou declínio: 14,64 (2012) e 10,26 (2013). As perdas fetais representaram cerca de 60% do total de óbitos perinatais. Quanto ao sexo, peso e idade gestacional, apresentaram 48% masculino (10,67 ignorados), 69,50% prematuro e 69,79% baixo peso, respectivamente. Quanto às características maternas foi observado predomínio entre as mães com idade entre 20 e 34 anos (65,38%) e com 8 a 11 anos de estudo (45,45%). As principais causas de óbitos foram concentradas no capítulo das afecções perinatais (86,39%). Destacaram-se os agrupamentos: fatores maternos (37%), hipóxia intrauterina (27%) e septicemia bacteriana (14%). Essas causas possuem importante potencial de redução. Do total de óbitos, 73,48% foram classificados como evitáveis. O componente neonatal precoce da mortalidade perinatal foi responsável por 46% do total de mortes infantis no município. A taxa de mortalidade neonatal vem se mantendo estabilizada em níveis elevados, com pouca modificação. O aumento desse componente pode ser um reflexo da melhoria na notificação dos óbitos e, de falhas na qualidade da atenção pré-natal e no manejo obstétrico. Discute-se o papel dos serviços de saúde na evitabilidade de tais óbitos. |
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A PARTICIPAÇÃO DO PAI NO PROCESSO DE AMAMENTAÇÃO |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
20/04/2016 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
- Luiza Helena de Oliveira Cazola
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Gislaine Recaldes de Abreu
- Luiza Helena de Oliveira Cazola
- Renata Palopoli Picoli
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Resumo |
O aleitamento materno é o modo de alimentação mais antigo e efetivo para a espécie humana. Embora a participação do homem no processo de amamentação esteja ganhando notória importância, ainda é pouco o que se sabe sobre os sentimentos, dificuldades e demandas do homem para que possa ajudar mais e vivenciar de forma positiva esse momento. A pesquisa propôs identificar a participação do pai no processo de amamentação, junto às puérperas atendidas em um Hospital Amigo da Criança, do município de Campo Grande (MS). A coleta de dados foi realizada por meio de entrevista, no período de 17 de dezembro de 2015 a 31 de janeiro de 2016, a partir de um instrumento estruturado aplicado pela própria pesquisadora, tendo como universo 56 pais. Os resultados mostraram a faixa etária de 25 a 31 anos (36%), casados (39,3%), com ensino médio completo (32,14%). A totalidade das gestantes realizaram o pré-natal, sendo que (82,14%) os fizeram na rede pública de saúde e mais da metade dos pais (64,29%) compareceram nas consultas de pré-natal. Quando os pais foram questionados se receberam orientações sobre amamentação, apenas (41,07%) informaram ter recebido, e os profissionais que mais forneceram informações teriam sido as enfermeiras (30,39%), as orientações tiveram uma ótima avaliação de performance (30,36%). O principal fator facilitador para os pais ajudarem na amamentação foi a vontade de apoiar a esposa (66,08%) e as dificuldades citadas foram conciliar o horário de trabalho (33,93%) e manter-se acordado à noite (19,65%). Estar junto da esposa (37,55%) foi apontado como a melhor maneira de favorecer a amamentação. É possível concluir que quando o pai está junto da companheira, apoiando-a, a possibilidade de sucesso na amamentação aumenta. |
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Educação em Saúde no Ciclo Gravídico |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
11/04/2016 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
- Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Ana Paula de Assis Sales
- Eunice Delgado Comeron de Souza
- Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
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Resumo |
Este estudo teve como objetivo identificar as orientações feitas durante o pré-natal, seguindo a sugestão de temas da agenda da gestante do “Programa Mãe morena”. Trata-se de um estudo descritivo, composto por uma amostra não probabilística por conveniência. Participaram da pesquisa 103 mulheres atendidas na maternidade do hospital Regional de Mato Grosso do Sul, no Município de Campo Grande, MS. Foram consultados prontuários e a caderneta de gestante, acerca do perfil sociodemográfico, histórico de consultas, local de acompanhamento e os temas abordados durante o pré-natal. Os resultados revelaram que prevaleceu a faixa etária de 18 a 30 anos (79,61%), vive em união estável (47,57%). Quanto à escolaridade (52,42%) possui de 11 a 13 anos de estudo. A média foi de dois filhos (35,59%), está na primeira ou segunda gestação (66,02%), realizaram seis ou mais consultas no pré-natal (63,11%). A maioria fez acompanhamento de suas consultas na atenção primária (89,32%), destas, (72,82%) classificadas como gestação de baixo risco e (27,18%) foi classificado como de alto risco. As gestantes classificadas como de alto risco estão menos informadas sobre o aleitamento materno do que as gestantes de baixo risco que continuamente estão na atenção primária. As gestantes de alto risco receberam mais informações sobre as principais intercorrências na gestação que as gestantes de baixo risco. Quanto aos demais temas não houve diferença significativa entre o risco gestacional e as informações recebidas durante o pré-natal. Diante destes resultados, a educação em saúde é relevante, investir em espaços coletivos de discussão acerca da gestação, nos profissionais com incentivo de atuação em grupos, buscando o interesse dessas mulheres para que participem ativamente do seu pré-natal, tornando-as empoderadas diante de sua saúde. |
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Práticas Alimentares em Mulheres no Ciclo Gravídico Puerperal |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
06/04/2016 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Eunice Delgado Comeron de Souza
- Everton Ferreira Lemos
- Maria Cristina Mendes Bignardi Pessoa
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Resumo |
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Perfil Assistencial Obstétrico e Caracterização de Parturientes e Recém-Nascidos de dois Hospitais de Ensino: Subsídios para Ferramentas de Monitoramento em Gestão |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
29/06/2015 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
- Sandra Luzinete Felix de Freitas
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Carlos Alberto da Silva Castro
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Banca |
- Eunice Delgado Cameron de Souza
- Maria Auxiliadora de Souza Gerk
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Resumo |
Objetivos: Conhecer as taxas prevalência de tipos de partos ocorridos, e características das parturientes e recém-nascidos no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian
(HUMAP) e Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), de modo a fomentar a
criação e monitoramento de indicadores assistenciais pela gestão e trabalhadores.
Métodos: Estudo transversal com coleta retrospectiva. Foi coletado os dados dos Livros de
Registro de Partos das instituições. Toda coleta foi realizada nas próprias unidades
hospitalares. As variáveis foram agregadas por afinidade em duas categorias: Dados
Maternos, e Dados do Recém-Nascido. Os dados coletados foram arquivados em planilhas
do programa Microsoft Office Excell 2013, e processadas pelo programa Epi Info versão
3.5.2. Os resultados foram tabulados, com suas respectivas distribuições em frequência e
percentuais, utilizando-se a estatística simples, e a análise deu-se pelo conteúdo das
tabelas e agrupamentos dos dados. Resultados: Em ambas as instituições prevaleceu, em
todas as faixas etárias, os nascimentos por cesárea. No HUMAP, apenas 37% dos partos
ocorreram por via vaginal. Um quinto dos partos (20,5%) foram de adolescentes. 50,3% das
adolescentes foram submetidas à cesariana. Em 89,7% das mulheres com história cesárea
passaram pelo procedimento novamente na gestação atual. 56,3% dos nascimentos
vaginais ocorreram em posição litotômica em mesa cirúrgica. 78,7% dos recém-nascidos
obtiveram a nota de Apgar de primeiro minuto de 8 a 10. No quinto minuto, esta nota subiu
para 91,6%. No HRMS, 74,2% das adolescentes realizaram acompanhamento pré-natal
insatisfatório (<06 consultas). 82,7% dos partos vaginais foram em posição semi-sentada,
em leito PPP. 76,7% dos recém-nascidos obtiveram a nota de Apgar de primeiro minuto de
8 a 10. No quinto minuto, os valores desta mesma nota subiram para 85,2%. Percebeu-se
que a proporção de mulheres que buscam acompanhamento pré-natal caiu gradativamente
de acordo com a maior paridade. A perda de informações por falta de registro das variáveis
pelos profissionais ocorreu em média em 25,4% no HUMAP e 19,6% no HRMS.
Conclusões: Na coleta de dados foi percebido que os livros de registros apresentavam
falhas de anotação dos dados. A perda de informações por falta de registro das variáveis
pelos profissionais ocorreu em média em 25,4% no HUMAP e 19,6% no HRMS. Isso reforça
a ideia de que provavelmente os serviços não avaliam os cuidados prestados de maneira
efetiva, mesmo com o incentivo da RC de sistemas de gestão participativos, as dificuldades
de adequação ainda persistem. Se os serviços não conseguem incorporar práticas efetivas
de um programa instituído e incentivado financeiramente, como é possível romper a barreira
da gestão e avançar nas estratégias de acolhimento, educação, humanização e a
incorporação das estratégias de promoção da saúde? Sugere-se: treinamento continuado
dos profissionais e corpo acadêmico na compreensão e uso do partograma; construção de
protocolos e capacitação para registro correto das informações referentes a assistência
prestada; prevenção da cesariana entre primigestas e adolescentes; adoção de protocolos
clínicos e normatizações assistenciais; monitoramento e avaliação das condutas
assistenciais e indicadores de processo. |
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BOAS PRÁTICAS NO TRABALHO DE PARTO, PARTO E NASCIMENTO EM UM HOSPITAL FEDERAL E UM HOSPITAL MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE-MS |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
08/04/2015 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Eunice Delgado Cameron de Souza
- Luciana Contrera Moreno
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Resumo |
As evidências científicas das boas práticas no trabalho de parto, parto e nascimento têm sido amplamente discutidas, porém, ainda há muitas dificuldades na adoção das mesmas, dentre as quais, a resistência dos profissionais que reproduzem em determinadas situações o modelo biomédico na assistência a mulher/parturiente. Conforme recomendam a OMS e o Ministério da Saúde, as boas práticas devem ser adotadas pelos serviços e equipes de saúde em instituições vinculadas ao SUS. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi identificar as boas práticas realizadas no trabalho de parto, parto e nascimento em serviços de saúde hospitalar na cidade de Campo Grande-MS de acordo com recomendações da OMS. Deste modo, foi realizado um estudo transversal entre Dezembro de 2014 e Fevereiro de 2015, com profissionais atuantes na linha de cuidado a mulher e recém-nato, dentre os quais: médicos, enfermeiros, residentes, técnicos e auxiliares de enfermagem. Os dados foram coletados por meio de um questionário semiestruturado, e posteriormente tabulados e analisados por meio de estatística descritiva e apresentados em tabelas e proporções. A amostra compôs-se de 42 entrevistados. O sexo feminino foi o mais encontrado entre os entrevistados. A faixa etária predominante foi de 20 a 30 anos. A grande maioria possui ensino superior completo, com até dez anos de formação. Pôde-se constatar o conhecimento atualizado das evidências científicas em relação às boas práticas, porém o modelo biomédico permanece predominante nas práticas adotadas. A instituição de formação contribuiu em 57,14% do conhecimento dos profissionais, em detrimento da instituição de serviço, que compareceu com 21,42%. As principais dificuldades encontradas para execução das boas práticas estão relacionadas à infraestrutura/ambiência, falta de treinamento, resistência da equipe e da mulher. Conclui-se ser necessário a sensibilização e conscientização dos profissionais, bem como a promoção de um ambiente onde possam expressar suas dúvidas e conhecimentos a fim de promover o protagonismo da mulher e família para a efetivação de um parto humanizado. |
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O QUE ESPERAR QUANDO SE ESTÁ ESPERANDO? A EXPERIÊNCIA DE PUÉRPERAS SOBRE O PARTO NORMAL |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
07/04/2015 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Jullyeth Aparecida Delmondes de Oliveira
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Banca |
- Eunice Delgado Cameron de Souza
- Margarete Knock Mendonça
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Resumo |
O presente estudo teve como objetivo investigar a experiência de puérperas sobre o parto normal, com o intuito de conhecer como vivenciaram este processo, identificar as boas práticas da assistência ao parto e nascimento e verificar a satisfação das mulheres. Trata-se de um
estudo descritivo transversal do tipo quantitativo realizado em uma Unidade Básica de Saúde da Família do município de Campo Grande/MS no período de outubro de 2014 a janeiro de 2015. As entrevistas foram realizadas por meio de um instrumento semiestruturado, participando do estudo
doze puérperas de parto normal entre 18 e 35 anos, com até 30 dias pós parto, cuja gestação tenha sido à termo e de baixo risco. A faixa etária entre 18 e 26 anos de idade corresponde a mais e
xpressiva do estudo, bem como a cor parda, o ensino fundamental incompleto, ensino fundamental completo e ensino médio apareceram nas mesmas proporções, bem como as mulheres com e sem companheiro. Pode-se observar com o estudo que muitas práticas ainda faz em parte da conduta de muitos profissionais, mas são inferiores em comparação a outros estudos. As mulheres com companheiro, as que cursaram o ensino fundamental incompleto e as mulheres na faixa etária entre 18 e 26 anos formaram o grupo das mais satisfeitas com o trabalho de parto e parto. As primigestas foram as que menos ficaram satisfeitas com o trabalho de parto e parto. É de fundamental importância que o profissional de saúde seja porta voz de informação. É preciso resgatar o que é fisiológico e permitir a participação da mulher, devendo os profissionais ser meros expectadores deste momento, devolvendo o papel de protagonista para a mulher, que vivencia o melhor e mais importante papel de suas vidas.
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O SIGNIFICADO DA DIABETES GESTACIONAL PARA A GESTANTE |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
07/04/2015 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
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Banca |
- Eunice Delgado Cameron de Souza
- Gislaine Recaldes de Abreu
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Resumo |
O objetivo é analisar os significados da diabetes gestacional para as gestantes que realizam o controle glicêmico na maternidade em um hospital público. A abordagem metodológica foi qualitativa, do tipo descritiva e com referencial na Análise de Conteúdo segundo Bardin. Foi realizada uma entrevista com sete gestantes, no período de novembro de 2014 a janeiro de 2015. Na análise foram identificadas três categorias: a) percebendo os sentimentos das gestantes; b) vivenciando a diabetes gestacional e c) conhecendo a doença e suas implicações. O estudo desvelou os sentimentos como medo do desconhecido e a preocupação com o bem estar do bebe. Verificou-se que a vivência está relacionada com a mudança nos hábitos de vida, principalmente a alimentação. Denota-se que as entrevistadas desconhecem a implicação da diabetes gestacional sobre a sua própria saúde, além de outras possíveis complicações na criança no período perinatal. Para as gestantes, o cumprimento da dieta é o principal modo de enfrentamento do problema. Concluímos que a doença tem vários desdobramentos psicoemocionais, e demonstra o que as gestantes precisam de uma atenção integral. Este estudo revela que existem lacunas no atendimento às gestantes e apresentam vários graus de vulnerabilidade, assim como a fragilidade do acompanhamento pré-natal. O estudo evidenciou a necessidade de oferta de outras formas de ajuda e apoio para as gestantes com diabetes, com o propósito de promover o empoderamento, visando a sua saúde e o bem estar do seu bebê |
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PERCEPÇÃO DAS PUÉRPERAS SOBRE A LONGITUDINALIDADE DO CUIDADO À SAÚDE |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
18/03/2015 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Dayanne Kallassa Barbosa do Nascimento
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Banca |
- Eunice Delgado Cameron de Souza
- Gislaine Recaldes de Abreu
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Resumo |
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TIPOS DE PARTO: FATORES RELACIONADOS NA ESCOLHA PELA PUÉRPERA. |
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Curso |
Especialização em Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica |
Tipo |
Monografia |
Data |
16/03/2015 |
Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
Orientador(es) |
- Eunice Delgado Comeron de Souza
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Coorientador(es) |
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Orientando(s) |
- Raquel Ramos Pinto do Nascimento
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Banca |
- Ana Paula de Assis Sales da Silva
- Luciana Contrera Moreno
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Resumo |
O Brasil apresenta elevado índice de cesáreas, especialmente no setor privado. As repercussões desse evento são bastante sérias, pois aumentam os riscos de complicações maternas e neonatais. Esta pesquisa teve como objetivo conhecer os fatores relacionados por puérperas na escolha do tipo de parto. Realizou-se uma pesquisa transversal analítica, de natureza qualitativa, sob o enfoque do discurso emitido pelas puérperas, segundo a abordagem metodológica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC) embasada no referencial teórico das representações sociais. Foram realizadas entrevistas episódicas na Maternidade do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (HUMAP) com puérperas que vivenciaram parto normal e cesárea e, que tiveram filho entre os meses de setembro a novembro de 2014, conforme seu consentimento, e consulta em prontuários. A amostra totalizou 25 participantes, determinada por saturação teórica durante a coleta e análise de conteúdo realizados. Os resultados da pesquisa apontam que o parto normal foi o de preferência para 76% das mulheres. Recuperação mais rápida, menos dor e sofrimento, foram as principais justificativas dadas pelas puérperas para suas preferências pelo tipo de parto. Interferiu significativamente na decisão a influência da família e dos profissionais de saúde. É importante o desenvolvimento de pesquisas, a partir da percepção e da opinião de mulheres, para a compreensão desses eventos, para que direcionem, fundamentem e aprimorem a assistência profissional, ao validar as necessidades da clientela. Espera-se que os resultados advindos desta pesquisa possam subsidiar ações de promoção à saúde de acordo com as premissas da humanização do parto e nascimento. |
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