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TRABALHO Ações
Variação temporal da comunidade de helmintos parasitos do morcego Nyctinomops laticaudatus em área urbana
Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
Tipo Dissertação
Data 23/11/2015
Área ECOLOGIA
Orientador(es)
  • Luiz Eduardo Roland Tavares
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Luisa Rodrigues Baraldi
    Banca
    • Cláudia Portes Santos Silva
    • Gustavo Graciolli
    • Marcelo Oscar Bordignon
    • Reinaldo José da Silva
    • Ricardo Massato Takemoto
    Resumo A variação temporal é um dos processos que determinam a montagem das
    comunidades ecológicas, através de variações da disponibilidade de recursos, das
    condições ambientais e das interações biológicas. As modificações que ocorrem ao longo
    do tempo dos fatores bióticos e abióticos podem levar à variação da comunidade de
    helmintos parasitos, tanto em espécies de ciclo de vida direto quanto os de ciclo de vida
    indireto. O presente trabalho busca descrever a comunidade helmíntica parasitária de
    Nyctinomops lataicaudatus (Chiroptera: Molossidae); verificar se essa comunidade é
    influenciada por características morfológicas do hospedeiro, bem como pelo sexo do
    hospedeiro e pelo tempo; e verificar se a composição e a estrutura da comunidade
    parasitária variaram ao longo do tempo. Foram realizadas cinco campanhas durante um
    ano, no Estádio Pedro Pedrossian, no município de Campo Grande-MS. Os descritores
    populacionais (prevalência e abundância) e os comunitários do parasitismo (riqueza,
    diversidade, uniformidade média) foram calculados para cada infracomunidade de todas as
    campanhas realizadas. O coeficiente de correlação por posto de Spearman (rs) foi utilizado
    para verificar uma possível correlação do Índice de Condição Corporal (ICC) com os
    descritores comunitários do parasitismo de cada campanha. Um Modelo Linear
    Generalizado Misto (GLMM) foi utilizado para verificar a relação da riqueza e da
    abundância média com o sexo dos hospedeiros, com o tempo e com a interação entres
    esses dois termos. Além disso, uma análise de Variância Permutacional (PERMANOVA) e
    uma análise de escalonamento multidimensional não métrico (NMDS) foram realizadas
    para verificar se a composição e a estrutura da comunidade endoparasitária variaram ao
    longo do tempo estudado. A comunidade endoparasitária foi composta por uma espécie de
    cestoda e três espécies de nematodas, a abundância total esteve relacionada com o tempo e
    com o sexo dos hospedeiros e tanto a composição quanto a estrutura da comunidade de
    helmintos parasitos variaram ao longo do tempo estudado.

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    Influência da paisagem em diferentes escalas na probabilidade de ocupação de pequenos mamíferos em uma área fragmentada de Mata Atlântica
    Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
    Tipo Dissertação
    Data 08/09/2015
    Área ECOLOGIA
    Orientador(es)
    • Josue Raizer
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Viviane Brito Dias
      Banca
      • Fabio de Oliveira Roque
      • Helena De Godoy Bergallo
      • Luiz Gustavo Rodrigues Oliveira Santos
      • Milton Cezar Ribeiro
      • Renata Pardini
      Resumo A maioria do conhecimento disponível sobre os efeitos da fragmentação e suas
      influências sobre as populações vem de estudos conduzidos na escala de mancha. No
      entanto, manchas de habitat são partes do mosaico da paisagem e a presença de espécies
      em uma mancha pode ser em função não apenas do seu tamanho ou isolamento, mas
      também dos habitats da vizinhança. Ainda assim, poucos estudos investigando a
      influência da estrutura da paisagem na distribuição de vertebrados consideraram a
      heterogeneidade dos tipos de matriz. Nós realizamos um estudo na escala de paisagem
      para avaliar a importância relativa do tipo de habitat, de componentes e da configuração
      da paisagem (considerando a heterogeneidade funcional da matriz) nas probabilidades
      de ocupação do roedor especialista de floresta, Oecomys cleberi, e do marsupial
      generalista de habitat, Didelphis albiventris. Nós amostramos um sítio amostral
      (localizados em área de floresta ou matriz) em 40 paisagens de 500m de raio em uma
      área altamente fragmentada de Mata Atlântica. Os modelos mais plausíveis incluíam a
      quantidade de mata remanescente disponível, com efeitos positivos tanto para a ocupação
      da espécie especialista de floresta quanto para a espécie generalista e, ao
      contrário do esperado a composição da matriz também foi relevante, embora com
      menos força, para a ocupação da espécie especialista, mas não da espécie generalista.
      Ainda que a grande maioria das paisagens apresentaram porcentagens inferiores ao
      limiar de fragmentação (30%) abaixo do qual seria esperado que os efeitos do arranjo
      espacial começassem a aparecer, seu efeito isolado no presente estudo não foi
      corroborado para nenhuma das espécies analisadas. Nossos resultados mostraram que, a
      despeito das diferenças na habilidade de utilizar diferentes tipos de matrizes, a
      quantidade de mata remanescente foi o principal responsável pelos padrões de ocupação
      de ambas espécies analisadas, e reforçam a importância do desenvolvimento de planos
      de conservação que considerem processos na escala de paisagem.


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      O papel das Áreas de Proteção Permanente e da Reserva Legal na conservação de mamíferos de médio e grande porte e como abrigo do javali em duas áreas de agroecossistemas no estado de Mato Grosso do Sul
      Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
      Tipo Dissertação
      Data 28/08/2015
      Área ECOLOGIA
      Orientador(es)
      • Guilherme de Miranda Mourão
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Cynthia Doutel Ribas
        Banca
        • Carlos Henrique Salvador de Oliveira
        • Erich Arnold Fischer
        • Flávio Henrique Guimarães Rodrigues
        • Rita de Cássia Bianchi
        • Ubiratan Piovezan
        Resumo Nas últimas décadas, a atividade agropecuária tem sido responsável por grandes mudanças na paisagem do Brasil, especialmente no Cerrado e Mata Atlântica, configurando
        uma perda exponencial de habitats florestados, bem como matas ciliares e outras áreas de proteção permanente. Muitas espécies de animais e os próprios cursos d’água são ameaçados
        pela atividade agropecuária, colocando em risco o futuro da biodiversidade do país. Além disso, a introdução de espécies exóticas invasoras, como o javali, compromete a qualidade
        do ambiente, além de configurar uma grande ameaça às espécies locais. Os objetivos deste estudo foram averiguar a riqueza e composição da comunidade de mamíferos que ocorre em
        duas áreas de agroecossistema no sul do estado de Mato Grosso do Sul através de armadilhamentos fotográficos, e averiguar se a distância da câmera em relação ao corpo
        d'água mais próximo e em relação ao maior fragmento ordenam a estrutura da comunidade
        de mamíferos, bem como criar um modelo de ocupação para cães e javalis e verificar se as
        duas espécies ocupam os mesmos ambientes ou se evitam. Foi realizado uma Análise de
        componentes principais (Pcoa) a fim de verificar a proximidade ou distância entre as
        comunidades de mamíferos fotografados e, também, verificar a relação entre um gradiente
        de distância da água e do maior fragmento de mata com a composição de espécies. O
        modelo de ocupação para cães e javalis utilizado foi o de uma única estação para duas
        espécies com a parameterização phi/delta, realizado no programa Presence. A riqueza foi de
        26 espécies de mamíferos terrestres, de médio e grande porte, dos quais 22 espécies nativas
        e quatro domésticas (cachorro, cavalo, gado bovino e javali). Dentre essas 22 espécies, 13 encontram-se listadas em alguma das categorias da lista nacional ou das listas estaduais de
        espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente, das quais 4 encontram-se
        como vulnerável na lista da IUCN. As espécies que ocorreram com maior frequência em
        todos os habitats foram javali e anta, respectivamente. As distâncias da água (p=0,002) e do 2
        fragmento mais próximo (p=0,02) ordenaram a comunidade (R²= 0,5), de modo que quanto
        mais próxima da água e quanto mais conectada com um fragmento, mais "completa" a
        comunidade que ocupa o local. Os resultados sugerem a importância de se manter
        preservados os corpos d’água e os fragmentos de mata nativa nessas propriedades rurais. A
        probabilidade de ocupação de um determinado ambiente para javalis (ѱ=0,75) e cães
        (ѱ=0,71) diferiu pouco. A análise de ocupação para duas espécies em uma única estação
        mostrou que elas quase não se evitam (φ=0,95), ocupando praticamente os mesmos
        ambientes. Para javalis e cães, p e r tiveram os mesmos valores (p=0,26; r=0,26), indicando
        que esse resultado pode ser efeito do horário de atividade das duas espécies ou da escala
        temporal utilizada.


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        Variação intraespecífica do fenótipo e da dieta no morcego Noctilio albiventris
        Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
        Tipo Dissertação
        Data 12/08/2015
        Área ECOLOGIA
        Orientador(es)
        • Gustavo Graciolli
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Thiago Mateus Rocha dos Santos
          Banca
          • Carolina Ferreira Santos
          • Erich Arnold Fischer
          • Luiz Eduardo Roland Tavares
          • Marcelo Rodrigues Nogueira
          • Nilton Carlos Caceres
          Resumo A equivalência ecológica entre os indivíduos de uma espécie muitas vezes foi recorrente
          na literatura e serviu de base para várias teorias. Entretanto, diversos trabalhos
          mostraram o papel da variação individual como um importante fator ecológico e
          evolutivo de modo que possam existir indivíduos especializados em diferentes recursos
          em uma população. A competição intraespecífica e a existência de diferentes trocas
          ecológicas (“trade-offs”) podem ser importantes fatores que promovem a especialização
          individual. Noctilio albiventris é um morcego que apresenta grande variação
          interindividual do fenótipo e baseando-se nesta característica este trabalho objetivou verificar o nível de especialização individual em uma população de N. albiventris e se
          ele está ligado à variação fenotípica. Foi realizada uma análise de conteúdo estomacal e
          com esses dados foi verificado o nível de especialização individual da população.
          Características morfológicas de tamanho e de forma foram mensuradas através de
          técnicas morfométricas. Os morcegos comeram apenas ordens de insetos e a população
          apresentou baixo nível de especialização individual e baixa correlação entre a forma e
          dieta. Houve variação de tamanho entre machos e fêmeas, porém alta sobreposição de
          nicho entre esses grupos. A variação sexual, onde machos são maiores que fêmeas pode
          ser explicada pela necessidade de machos defenderem sua permanência nas colônias. A
          sobreposição de nicho entre os sexos indica que embora possuam tamanhos diferentes,os sexos não variam a dieta. O baixo nível de especialização individual da população e a
          baixa diversidade de itens alimentares podem ser explicados pela época da coleta, final
          da estação seca, onde a disponibilidade de recursos pode estar reduzida, forçando os
          indivíduos a comerem o que está disponível e não aquilo para que estão adaptados ou
          especializados.


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          Seleção de áreas para reserva legal baseada em multicritérios: aplicação em projetos de assentamento
          Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
          Tipo Dissertação
          Data 12/08/2015
          Área ECOLOGIA
          Orientador(es)
          • Antonio Conceicao Paranhos Filho
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Gisele Milaré
            Banca
            • Alfredo Marcelo Grigio
            • Jose Marcato Junior
            • Normandes Matos da Silva
            • Roberto Macedo Gamarra
            • Yzel Rondon Súarez
            Resumo Geotecnologias são ferramentas que contribuem para ações de conservação da
            biodiversidade, e se inserem no contexto de planejamento, execução e monitoramento
            dessas ações conservacionistas onde o espaço e o tempo são variáveis essenciais. Entre
            as ações de conservação, podemos citar a seleção de áreas, seja para criação de unidades
            de conservação, para recuperação ou para a delimitação de reserva legal. As
            geotecnologias, porém, nem sempre se encontram disponíveis. Assim, nesse contexto, o
            uso de “softwares” livres se torna uma alternativa viável para planejamento e tomada de
            decisões. O primeiro capítulo apresenta um panorama do uso dos “softwares” livres no
            Brasil, demonstrando uma tendência de aumento no seu uso, destacando a área
            ambiental. Dentro do tema, “softwares” livres, SIG e conservação da biodiversidade, o
            segundo capítulo apresenta um método semi-automático para delimitação de reserva
            legal em projetos de assentamentos que se apresenta como ferramenta acessível para
            ações de conservação da biodiversidade.
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            Metazoários parasitos de peixes: uma metanálise em trabalhos com abordagem temporal e ecologia de comunidades no Pantanal
            Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
            Tipo Dissertação
            Data 30/07/2015
            Área ECOLOGIA
            Orientador(es)
            • Luiz Eduardo Roland Tavares
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Danielle Ajala Cruz
              Banca
              • Cláudia Portes Santos Silva
              • Gustavo Graciolli
              • José Luis Luque Alejos
              • Mauricio Laterça Martins
              • Ricardo Massato Takemoto
              Resumo Uma das principais questões em ecologia é compreender os mecanismos que
              determinam a composição e a montagem de comunidades. Considerando que as
              comunidades ecológicas são reguladas por fatores bióticos e abióticos e que esses
              fatores variam no tempo, o ambiente pode agir como um importante agente estruturador
              de comunidades. Esse trabalho tem por objetivo geral, verificar como as comunidades
              parasitárias respondem às variações temporais do ambiente. O trabalho foi dividido em
              três partes: 1) Uma metanálise foi utilizada para verificar a influência do tempo sobre a
              similaridade das comunidades parasitárias de peixes, bem como para averiguar se há diferença na similaridade e na riqueza parasitária entre ambientes sazonais e não
              sazonais; 2) Um estudo de caso foi realizado com o hospedeiro Psectrogaster
              curviventris, a fim de verificar se há um decaimento temporal na similaridade da
              estrutura das comunidades parasitárias na estação seca, em uma lagoa sob influência do
              pulso de inundação no Pantanal; para o mesmo hospedeiro também foi verificado se as
              comunidades parasitárias estão distribuídas de forma aninhada entre os hospedeiros ao
              longo de estações secas e 3) A fauna parasitária do P. curviventris foi comparada com a
              do hospedeiro sintópico Potamorhina squamoralevis, tanto na seca como na cheia.
              Também testamos se a variabilidade entre as infracomunidades parasitárias é maior na estação cheia do que na seca, para as duas espécies de peixes. Não houve diferença nas
              similaridades e na riqueza entre ambientes sazonais e não sazonais. Com os dados
              obtidos por meio da metanálise e com a fauna parasitária de P. curviventris no Pantanal
              sul, encontramos um decaimento temporal na similaridade da estrutura das comunidades
              parasitárias. A fauna parasitária de P. curviventris não está distribuída de forma
              aninhada entre as estações secas e não é similar à comunidade parasitária de P.
              squamoralevis. Uma maior variabilidade na infracomunidade foi encontrada para P.
              curviventris na estação cheia do que na seca e o contrário ocorreu para P.
              squamoralevis. Nossos resultados fornecem evidências de que as comunidades
              parasitárias respondem às variações no ambiente no decorrer do tempo e que as
              diferenças intraespecíficas dos hospedeiros são cruciais para determinar a montagem
              das comunidades parasitárias em estações seca e cheia do pantanal.


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              Uso do espaço vertical por pequenos mamíferos não voadores em manchas florestais no Pantanal, Mato Grosso do Sul, Brasil.
              Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
              Tipo Dissertação
              Data 28/07/2015
              Área ECOLOGIA
              Orientador(es)
              • Vanda Lucia Ferreira
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Rafael Penedo Ferreira
                Banca
                • Carlos Henrique Salvador de Oliveira
                • Diogo Loretto Medeiros
                • Maron Galliez
                • Nilton Carlos Caceres
                • Rafael Dettogni Guariento
                Resumo A diversidade de espécies em um determinado ambiente reflete as diferenças na
                composição do hábitat, sendo a partição de nicho o processo que permite a coexistência
                entre as espécies. Alguns roedores e marsupiais desenvolveram adaptações que os
                permitiram explorar os estratos superiores de hábitats florestais no Pantanal. Cada uma
                destas espécies deve estar mais associada a um estrato ou a alguma característica do
                hábitat. Portanto, este estudo teve por objetivo: verificar como se dá a distribuição dos
                pequenos mamíferos nos estratos de hábitats florestais e avaliar a influência da
                complexidade ambiental na distribuição dos mesmos. Utilizei 180 armadilhas de captura
                viva dos tipos Tomahawk e Sherman, distribuídas em 20 pontos amostrais e iscadas
                com rodelas de bananas e pasta de amendoim. Medi características ambientais como:
                densidade de ramos e folhas, circunferência a altura do peito das árvores, circunferência
                dos galhos e conectividade entre as árvores. Usei os modelos mistos e a modelagem de
                ocupação para analisar os dados. Meus resultados mostraram que Thrichomys fosteri
                utiliza mais o solo, enquanto Oecomys mamorae e Gracilinanus agilis foram mais
                capturados nos estratos acima do solo (no sub-bosque ou no dossel). A probabilidade de
                ocupação de T. fosteri foi influenciada positivamente pela densidade de ramos e folhas
                em torno do ponto de captura e pela circunferência do galho onde a captura foi
                realizada; a de O. mamorae sofreu influência negativa da circunferência do galho e
                positiva da densidade de ramos e folhas ao redor da armadilha; e a ocupação de G.
                agilis foi influenciada somente pela altura do ponto de captura. Deste modo, as espécies
                estudadas se distribuem diferentemente no espaço tridimensional e existem
                características estruturais dos hábitats florestais que influenciam sua probabilidade de
                ocupação. A diferença no uso do hábitat, aliada à diversificação na dieta, reflete a
                história evolutiva que resultou na segregação de nicho destas espécies.
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                Efeitos da fragmentação florestal sobre comunidades de aves no Planalto da Bodoquena, Mato Grosso do Sul
                Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                Tipo Dissertação
                Data 15/06/2015
                Área ECOLOGIA
                Orientador(es)
                • Andrea Cardoso de Araujo
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Guilherme Dalponti
                  Banca
                  • Danilo Bandini Ribeiro
                  • Danilo Boscolo
                  • Fabio de Oliveira Roque
                  Resumo A fragmentação florestal é um processo que culmina na perda de área e separação dos remanescentes de um determinado
                  hábitat, podendo ter diversas origens, sendo a principal delas a conversão de áreas de hábitat natural em área de ocupação
                  humana, dedicadas majoritariamente a atividades agorpeccuárias. Os efeitos da fragmentação são principalmente a redução de
                  área e mudança na configuração dos remanescentes, ocasionando alterações nos padrões ecológicos regionais, que podem refletir
                  na perda de espécies. As Florestas Estacionais do interior do Brasil passaram por um forte processo de conversão de uso e
                  fragmentação, sendo que atualmente restam poucos remanescentes, a maioria em uma configuração fragmentada. Os objetivos
                  deste trabalho foram avaliar a variação na comunidade de aves em relação à área e isolamento dos ambientes de Florestas
                  Estacionais no Planalto da Bodoquena. Para tanto comparamos a comunidade de aves entre uma reserva de proteção integral
                  federal, o Parque Nacional da Serra da Bodoquena, formado principalmente por áreas de florestas estacionais, com as
                  comunidades de aves de seis fragmentos de mata desta mesma fitofisionomia, com diferentes áreas e graus de isolamento. As
                  amostragens ocorreram em um período descontínuo durante o ano de 2014, totalizando três campanhas onde as áreas amostradas
                  foram visitadas uma vez por campanha. Foram feitas análises de similaridade, aninhamento e de beta-diversidade para identificar
                  o principal fator de diferenciação entre as comunidades (aninhamento ou "turnover"), enquanto análises multivariadas foram
                  realizadas para descrever o grau de fragmentação, a estrutura da vegetação dos pontos de amostragem (PCA). A ordenação das
                  comunidades de aves foi feita por meio de análises de Escalonamento Multidimensional não Métrico (NMDS) E Análise de
                  Coordenadas Principais (PCOA). Modelos Lineares Generalizados (GLM) foram utilizados para relacionar as variáveis
                  ambientais com a riqueza total de aves florestais. Foram registradas 1 22 espécies pertencentes a 33 famílias e nove guildas
                  alimentares. As análises de beta-diversidade mostraram que a substituição de espécies entre os sítios ("turnover") é a principal
                  causa de variação na beta-diversidade. A composição de espécies de aves foi relacionada à fragmentação (tamanho da área, grau
                  de isolamento dos remanescentes) e com a estrutura do hábitat (altura do dossel e densidade de árvores), sendo que 17 espécies
                  foram significativamente correlacionadas com áreas maiores e mais conectadas, enquanto apenas uma espécie com áreas
                  menores e mais isoladas. A riqueza de espécies de aves foi negativamente correlacionada a fragmentação (GLM, n=35;
                  p=0,00054 R² 0,36)., As guildas de insetívoros de sub-bosque, frugívoros e insetívoros de dossel também tiveram suas riquezas
                  relacionadas à fragmentação (GLM n=35; p<0,001; R² = 0,65; GLM n=35; p<0,001; R² = 0,47; GLM n = 35; PCOA1 p = 0,004;
                  R² = 0,37; respectivamente), tendo apresentado maiores riquezas em áreas maiores e mais conectadas. Porém o que melhor
                  explicou a variação na riqueza dos psitacídeos e granívoros foi a estrutura do hábitat, sendo estas duas guildas relacionadas com
                  áreas menos estruturadas, com menor altura de dossel e menor densidade de árvores (GLM n = 35; p<0,001; R² = 0,46; GLM
                  n=35; p<0,001; R² = 0,2, respectivamente). Os resultados aqui apresentados sugerem que a conservação de espécies sensíveis à
                  perda e fragmentação de hábitat, principalmente grandes frugívoros e insetívoros de sub-bosque, assim como a conservação de
                  uma maior riqueza de espécies no Planalto da Bodoquena depende da preservação de áreas florestais grandes e conectadas.

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                  Área de vida de Gracilinanus agilis (Mammalia: Didelphimorphia) em uma área de cerradão, Mato Grosso do Sul, Brasil
                  Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                  Tipo Dissertação
                  Data 12/05/2015
                  Área ECOLOGIA
                  Orientador(es)
                  • Nilton Carlos Caceres
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Patricia Sayuri Shibuya
                    Banca
                    • Emerson Monteiro Vieira
                    • Gustavo Graciolli
                    • Maurício Eduardo Graipel
                    • Natália Oliveira Leiner
                    • Thomas Puttker
                    Resumo A utilização do espaço por machos e fêmeas de mamíferos pode variar de acordo com o dimorfismo
                    sexual, sistema de acasalamento e comportamento territorialista, a fim de garantir a otimização do
                    sucesso reprodutivo de cada sexo e suas interações com outras espécies. No presente estudo,
                    verificamos a área de vida de machos e fêmeas de Gracilinanus agilis em um fragmento de
                    cerradão no centro-oeste do Brasil. Para a captura dos indivíduos, foram utilizadas armadilhas
                    nacional tipo de arame no solo e “Sherman” dispostas no sub-bosque (1-2 metros), utilizando a
                    técnica de captura-marcação-recaptura (cmr). Vinte e quatro indivíduos de G. agilis tiveram suas
                    áreas de vida estimadas pelo método do Mínimo Polígono Convexo. A área de vida estimada para a
                    espécie foi de 0,38 ± 0,41 há, sendo a maior área de vida estimada foi para um macho, com 2,08 ha,
                    e a menor área para duas fêmeas, com 0,08 ha. Os resultados mostraram que o tamanho da área de
                    vida não variou de acordo com a massa dos indivíduos, e nem com os sexos. A sobreposição das
                    áreas de vidas de pares de machos são maiores do que a sobreposição entre pares de fêmeas. A
                    quantidade elevada de sobreposição entre áreas de vida dos machos indica que não há
                    comportamento territorialista para eles, diferentemente do que ocorre para as fêmeas, que quase não
                    tiveram sobreposição de suas áreas de vida. Um dos motivos para uma menor sobreposição entre as
                    fêmeas durante a época reprodutiva pode ser devido à proteção dos filhotes e a competição por
                    alimentos e, durante a época pré-reprodutiva, para as fêmeas, poderia ser atribuída à diminuição de
                    suas áreas de vida, devido à menor demanda energética.
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                    Frugivoria em Vitex cymosa Bertero ex Spreng. (Lamiaceae) em fitofisionomias florestais do Pantanal, Brasil
                    Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                    Tipo Dissertação
                    Data 12/08/2014
                    Área ECOLOGIA
                    Orientador(es)
                    • Rudi Ricardo Laps
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Natália Aguiar Paludetto
                      Banca
                      • Celine de Melo
                      • Geraldo Alves Damasceno Junior
                      • Jose Ragusa Netto
                      • Marco Aurelio Pizo Ferreira
                      • Milene Moura Martins
                      Resumo O tarumã, Vitex cymosa (Lamiaceae), ocorre no Pantanal em regiões florestadas como em mata ciliar e capões. O objetivo desse estudo foi investigar a assembleia de frugívoros do tarumã, bem como compreender a relação da frutificação e da frugivoria com a fragmentação natural da paisagem pantaneira. A produção de frutos foi estimada através da quantificação de frutos caídos abaixo das copas. A assembleia de frugivoros foi registrada em observações de aproximadamente 4 horas por indivíduo de tarumã, totalizando 96 horas de observação em 27 tarumãs e os locais foram georreferenciados para posterior calculo das distâncias entre os fragmentos florestais (capões) e áreas continuas (mata ciliar). A produção média foi 30.895 frutos por tarumã e não diferiu entre os ambientes mata ciliar, borda e capão. Foram registradas 31 espécies de frugívoros, dentre aves (25) e mamíferos (6), sendo os mais frequentes Ortalis canicollis, Primolius auricollis, Aburria cumanensis e Alouatta caraya. O tipo de vegetação e distância entre capões e mata ciliar não foram fatores importantes para selecionar quais frugívoros e a taxa de visita desses ao tarumã. Devido à fragmentação natural do Pantanal e à característica da matriz conter árvores e arbustos esparsos, possivelmente o mosa
                      Ecologia e uso da paisagem por onça parda (Puma concolor) em remanescentes florestais de Mata Atlântica no noroeste do Paraná, Brasil
                      Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                      Tipo Dissertação
                      Data 15/07/2014
                      Área ECOLOGIA
                      Orientador(es)
                      • Fernando César Cascelli de Azevedo
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Vagner Carlos Canuto
                        Banca
                        • Antonio Conceicao Paranhos Filho
                        • Luciano Martins Verdade
                        • Roberto Macedo Gamarra
                        • Ronaldo Gonçalves Morato
                        Resumo A dieta e a abundância relativa de presas de onça-parda (Puma concolor) foram
                        estudadas em fragmentos de Mata Atlântica no noroeste do Estado do Paraná entre os
                        anos de 2012 e 2013. Coletas de amostras fecais foram utilizadas para conhecer a dieta
                        da onça-parda e câmeras fotográficas para estimar a abundância relativa de presas no
                        ambiente com a finalidade de testar a hipótese de seletividade de presas por onça-parda
                        levando-se em consideração as seguintes predições: 1) a onça-parda utiliza presas mais
                        abundantes no ambiente; 2) a sobreposição espacial e temporal da onça parda e suas
                        presas influencia o uso destas pela onça-parda; 3) tipos diferentes de habitat influenciam
                        na utilização de presas por onça-parda. Os habitats monitorados foram categorizados em
                        floresta, (2). floresta e milho,(3). floresta e cana-de-açúcar; (4). Mata Ciliar, e (5).
                        floresta, área alagável e milho. As espécies de presas com maiores abundâncias relativas
                        foram anta (Tapirus terrestris), cachorro-do-mato (Cerdocyon thous) e cateto (T.
                        tajacu), somando 78% dos registros. As espécies de presas mais consumidas tanto em
                        termos de frequência de ocorrência quanto de biomassa relativa consumida foram, na
                        ordem de importância, capivara (Hydrochoerus hydrochaeris); paca (Cuniculus paca); e
                        porco-do-mato (Tayassu tajacu). O Peso Médio de Presas Vertebradas Consumidas
                        (PMPC) foi de 30,2 kg. Com relação ao porte de presas, a onça-parda consumiu 78,6 %
                        de mamíferos de grande porte (≥ 15 kg), 21,1% de mamíferos de médio porte (1-15 kg),
                        e 0,1% de mamíferos de pequeno porte (≥ 1 kg). A relação entre sobreposição temporal
                        e espacial, a riqueza de espécies de presas de cada categoria de habitat, assim como a
                        abundância de presas no ambiente não influenciaram na taxa de predação da onçaparda.
                        Nesse estudo a dieta da onça-parda foi composta aparentemente por espécies que
                        2
                        apresentam maior vulnerabilidade, tanto quanto à estratégia de defesa quanto ao tipo de
                        ambiente em que são mais facilmente encontradas.
                        Desvendando padrões de estrutura filogenética de comunidades biológicas em diferentes escalas
                        Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                        Tipo Dissertação
                        Data 25/04/2014
                        Área ECOLOGIA
                        Orientador(es)
                        • Fabio de Oliveira Roque
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Clarissa de Araujo Martins
                          Banca
                          • Cynthia Peralta De Almeida Prado
                          • Franco Leandro de Souza
                          • Tadeu de Siqueira Barros
                          • Yzel Rondon Súarez
                          Resumo Esta dissertação está dividida em dois capítulos. No primeiro capítulo eu investiguei padrões de comunidades filogenéticas para entender quais os processos que podem influenciar a montagem de comunidades de anuros no Pantanal ao longo do tempo, em uma escala regional e local. No segundo capítulo eu investiguei padrões de estrutura filogenética em uma escala global. Utilizei o framework da filogenética de comunidades para testar a hipótese de instabilidade climática nas regiões tropicais e temperadas. Os dois manuscritos, após devida revisão e tradução, serão submetido aos periódicos “Plos One” (Capitulo 1) e “Biology Letters” (Capitulo 2).
                          On the natural occurrence of uniform predation risk A theoretical formulation and field test with Thrichomys fosteri in a resource abundant savanna
                          Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                          Tipo Dissertação
                          Data 24/04/2014
                          Área ECOLOGIA
                          Orientador(es)
                          • Guilherme de Miranda Mourão
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Jorge Fernando Saraiva de Menezes
                            Banca
                            • Emerson Monteiro Vieira
                            • Fernando Antonio Dos Santos Fernandez
                            • Jana Eccard
                            • Luiz Gustavo Rodrigues Oliveira Santos
                            Resumo Previous studies indicate that when predation risk is uniform across habitats, foragers
                            concentrate their exploitation in fewer patches. Although uniform predation risk may be
                            rare in nature, some scenarios might cause it. Testing all scenarios in a single
                            experiment is unfeasible; therefore, we developed a model that points whether
                            concentration of exploitation in specific habitats due to uniform risk requires parameters
                            values similar to found in literature. This model is based on Brown's (1988) fitness
                            function, but rescaled to multiple habitats and predators, including uniform risk
                            predators. Deriving this function maximum allowed comparisons with giving-up density
                            studies. Results showed that uniform predation risk has a u-shaped effect in habitat
                            exploitation, causing a concentration at mild levels. What is 'mild' depends on the value
                            of safety to forager fitness. Heterogeneous, nonuniform, predation risk decreases habitat
                            exploitation where it is higher, therefore suppressing the effect of uniform risk on prey
                            behavior. Time spent in the focal habitat, and metabolic costs reduce the detectability of
                            habitat concentration, while total time did not. We also found that uniform risk reduces
                            accuracy of heterogeneous risk measurements. Future studies should aim to control all
                            possible predators, as even the mild ones can induce complex behavior.
                            Reproductive ecology, breeding system and ambophily in triplaris gardneriana (polygonaceae) in the brazilian chaco
                            Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                            Tipo Dissertação
                            Data 24/04/2014
                            Área ECOLOGIA
                            Orientador(es)
                            • Andrea Cardoso de Araujo
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Tiana Mara Custodio
                              Banca
                              • Gecele Matos Paggi
                              • Leonardo Galetto
                              • Maria Rosangela Sigrist
                              • Nicolay Leme da Cunha
                              Resumo Despite being a mechanism known to occur in many angiosperms, the prevalence of
                              the simultaneous occurrence of two pollination systems in the same species is not well
                              documented. Reported as frequent in temperate areas but rare in the tropics, it appears to
                              occur with higher frequency than it is generally believed. It was suggested that both
                              insects and wind play a role in the pollination of Triplaris, a dioecious neotropical genus
                              of the Polygonaceae family. In this paper, the reproductive ecology (floral biology,
                              breeding and pollination systems) of a population of T. gardneriana, located in the Chaco
                              formation, Southern Pantanal (Brazil), with special emphasis on ambophily, is reported.
                              In addition to floral morphology measurements, floral biology was studied throughout 30
                              days, aerobiological samplings and different reproductive treatments (apogamy,
                              anemogamy, xenogamy) were conducted in the field and more than 500 floral visits were
                              recorded. On one hand, the occurrence of effective pollinators (carrying pollen grains,
                              high frequency of visits), notably the native bee Scaptotrigona depilis and the exotic bee
                              species Apis mellifera scutellata; the presence of nectar reward and of pollenkitt that
                              facilitates the adherence of pollen to flowers visitors’ body; and the number of fruits
                              produced after insect visitation demonstrate their role in T. gardneriana pollination. On
                              the other hand, airborne pollen reaching 74% of pistillate flowers (up to 600 pollen
                              grains/cm2); the absence of pollen clumping allowing single pollen aerobiological units; a
                              short mean distance between pistillate and staminate individual (7.19 m);
                              and development of fruits when mesh bags forbidden the arrival of insects on pistillate
                              flowers confirm anemophily. All these results suggest ambophily. The combination of
                              wind and insect pollination gives to T. gardneriana an adaptative advantage to provide
                              reproductive assurance while colonizing new areas. Triplaris gardneriana would be an
                              4
                              excellent model for studying the mechanisms related to the maintenance of ambophily
                              and their respective relations to environmental factors in the evolution of angiosperms
                              reproduction.
                              Spatial ecology of crab-eating foxes in a large Neotropical wetland
                              Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                              Tipo Dissertação
                              Data 27/03/2014
                              Área ECOLOGIA
                              Orientador(es)
                              • Guilherme de Miranda Mourão
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Laísa Carvalho Campanha
                                Banca
                                • Beatriz de Mello Beisiegel
                                • Erich Arnold Fischer
                                • Fernando César Cascelli de Azevedo
                                • Rita de Cássia Bianchi
                                • Ronaldo Gonçalves Morato
                                Resumo I investigated home ranges, movements, activity and habitat use of 10 GPS-monitored Crab-eating Foxes in the Pantanal wetland, south-western Brazil. Foxes mass ranged from 3.9–7.6 kg and did not differed between sexes. They exhibited a marked crepuscular-nocturnal pattern, from 1–6 inactive periods per day. Foxes UD tended to stabilize between 10 and 20 days, and sex appears to have no effect on UD sizes. UDs overlapped low between neighboring foxes and in a high degree in some pairs. They traveled a mean of 6.9 km/day and daily traveled distance did not differ between sexes, but was affected by the mean duration of daily activity and marginally by the UD size. Crab-eating Foxes selected Grassland habitat-type and within their UDs they tended to use habitats in different proportions. Shelters varied from 21–139 per day, totalizing 673 shelters for the 10 individuals. Also for sheltering, foxes followed the same pattern of habitat selection, selecting the more open habitats and avoiding the covered ones.
                                Mecanismos de entomotoxidade da lectina de Dioclea violacea durante o desenvolvimento larval de Anagasta kuehniella (Lepidoptera)
                                Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                                Tipo Dissertação
                                Data 06/03/2014
                                Área ECOLOGIA
                                Orientador(es)
                                • Maria Ligia Rodrigues Macedo
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Carolina Turatti Oliveira
                                  Banca
                                  • Gláucia Coelho de Mello
                                  • Gustavo Graciolli
                                  • Luiz Eduardo Roland Tavares
                                  • Maria Das Graças Machado Freire
                                  Resumo Plant lectins have been extensively studied in the past two decades, yet the exact mechanisms underlying their entomotoxic effects remain unknown. This study investigated the mode of action of Dioclea violacea lectin (DVL) on larval development in Anagasta kuehniella. Chronic exposure of larvae (from neonate to the fourth instar) demonstrated that DVL interfered with larval growth, retarding development and decreasing larval mass without affecting survival. DVL inhibited trypsin-like, chymotrypsin-like, and α-amylase activity in vivo and proved resistant to proteolysis by midgut proteases up to 24 h. Shorter exposures to dietary DVL had no effect on midgut enzyme activity. Feeding fourth-instar larvae with rhodamine isothiocyanate covalently coupled to DVL revealed this lectin to bind to the midgut epithelial layer and peritrophic membrane, interfering with normal nutrient absorption. The mechanisms underlying the mode of action of DVL were found to involve resistance to proteolysis, enzyme inhibition, and binding to structures present in the midgut.
                                  Diversidade funcional, taxonômica e filogenética: uma abordagem cienciométrica e empírica em assembleias de peixes de riachos de cabeceira dos rios Paraguai e Paraná
                                  Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                                  Tipo Dissertação
                                  Data 27/02/2014
                                  Área ECOLOGIA
                                  Orientador(es)
                                  • Yzel Rondon Súarez
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Gabriel Nakamura de Souza
                                    Banca
                                    • Fabio de Oliveira Roque
                                    • Fabrício Barreto Teresa
                                    • Lilian Casatti
                                    • Mauricio Cetra
                                    Resumo O reconhecimento do termo biodiversidade como um conceito multifacetado exige maneiras de acessar suas diferentes dimensões componentes. Diferentes dimensões trazem informações distintas e complementares a respeito dos sistemas biológicos, sendo então necessário investigar a forma com que a comunidade científica está acessando estas. No presente estudo lançamos mão da abordagem cienciométrica para investigar como a biodiversidade vem sendo acessada no que diz respeito às suas diferentes dimensões, pelos estudos de ecologia de comunidades desenvolvidos na última década (2002 a 2012). Apesar do predomínio taxonômico na maneira como a biodiversidade é investigada pelos estudos, nota-se uma expansão na utilização de métricas de diversidade funcional e filogenética. Esforços na caracterização das dimensões funcional, filogenética e genética
                                    8
                                    de alguns grupos de organismos devem ser realizados de modo a compreender a diversidade dos sistemas biológicos de maneira mais completa.
                                    IMAGE TEXTURE AT MULTIPLE SCALES AS PREDICTOR OF GRADIENTS OF ENVIRONMENT AND STRUCTURE OF ANURAN COMMUNITY
                                    Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 25/02/2014
                                    Área ECOLOGIA
                                    Orientador(es)
                                    • Vanda Lucia Ferreira
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Larissa Sayuri Moreira Sugai
                                      Banca
                                      • Antonio Conceicao Paranhos Filho
                                      • Fabio de Oliveira Roque
                                      • Milton Cezar Ribeiro
                                      • Victor Lemes Landeiro
                                      Resumo Image texture is a property that represents spatial relationships between components of an image. Since images generated from remote sensing technologies provide useful information about objects on earth, image texture can be used as a measure of variation of structural components of the environment of a given area, however, which of them is still needed to answer to ensure that textures represent biological components of habitat. If they truly represent the structure of habitat of a given biological group and the scale matches the biological requirements of this group, they would be powerfully predictors of patterns of diversity. This is a framework needed to conservation purposes, such as prioritization of areas.
                                      This manuscript is divided in two chapters. The first chapter shows how image texture from different sources of image and scales can explain gradients of environment, using variables that represents gradients of veredas in the state of Mato Grosso do Sul, Brazil. The second chapter presents how image texture can explain anuran communities structure in different scales, including the biological meaning of texture as a proxy. This way provides a new approach to match environmental heterogeneity in multiple scales relations to species diversity.
                                      Efeito de diferentes formulações do herbicida glifosato em Podisus nigrispinus (Dallas, 1851) (Hemiptera: Pentatomidae)
                                      Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                                      Tipo Dissertação
                                      Data 24/02/2014
                                      Área ECOLOGIA
                                      Orientador(es)
                                      • Rudi Ricardo Laps
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Juliana Simonato
                                        Banca
                                        • Alfredo Raul Abot
                                        • Danilo Bandini Ribeiro
                                        • Gustavo Graciolli
                                        • Josue Raizer
                                        • Silvio Favero
                                        Resumo O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de grãos e o maior consumidor 7 mundial de produtos fitossanitários. Dentre os produtos fitossanitários, destacam-se os 8 herbicidas, principalmente aqueles a base de glifosato. No entanto, existem poucas 9 informações a respeito da toxicidade das formulações comerciais sobre as populações de 10 organismos não-alvo. O objetivo deste trabalho foi avaliar a toxicidade de três formulações 11 comerciais de glifosato no percevejo predador Podisus nigrispinus em laboratório. O 12 experimento foi conduzido em blocos casualizados, em esquema fatorial 4x2 (formulação x 13 idade dos ovos) e 10 repetições. Foram utilizados ovos de P. nigrispinus de 24 e 48 horas de 14 idade que foram submetidos ao contato com os herbicidas. Os tratamentos utilizados foram: 15 Glifosato; Glifosato + sal de potássio; Glifosato + sal de isopropilamina, todos em dosagem 16 máxima recomendada pelos fabricantes, e um controle a base de água. Foram avaliadas a taxa 17 de eclosão, a taxa de sobrevivência em cada estádio ninfal, a razão sexual e a biomassa dos 18 adultos recém-emergidos. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e as 19 médias dos tratamentos comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. A formulação 20 com sal de potássio teve maior efeito negativo sobre P. nigrispinus, reduzindo a taxa de 21 eclosão e viabilidade ninfal. Ovos de 24 horas de idade foram mais afetados do que ovos de 22 48 horas, quando expostos aos herbicidas. O herbicida sal de isopropilamina se mostrou mais 23 seletivo ao predador P. nigrispinus, sendo a formulação mais indicada.
                                        Ecologia alimentar de Athene cunicularia (Aves: Strigidae) em áreas próximas e distantes de remanescentes naturais em Campo Grande, MS.
                                        Curso Mestrado em Ecologia e Conservação
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 03/06/2013
                                        Área ECOLOGIA
                                        Orientador(es)
                                        • Jose Ragusa Netto
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Lillian Carolina de Queiroz Modesto Sogabe
                                          Banca
                                          • Alexsander Zamorano Antunes
                                          • Rudi Ricardo Laps
                                          • Sergio Roberto Posso
                                          • Vanda Lucia Ferreira
                                          Resumo A coruja-buraqueira ocorre do Canadá ao Sul da América do Sul, habita áreas
                                          abertas e é encontrada com facilidade em ambientes urbanos. Sua alimentação é
                                          composta de vertebrados e invertebrados, com predomínio de insetos. A pesquisa
                                          teve por objetivo descrever da dieta de Athene cunicularia e suas variações. Para
                                          tanto foram coletadas pelotas regurgitadas encontradas ao redor dos ninhos das
                                          corujas, em locais próximos e distantes de remanescentes florestais, em Campo
                                          Grande – Mato Grosso do Sul. Os restos de presas encontrados nas pelotas foram
                                          identificados e quantificados para posterior análise. A fim de analisar a similaridade
                                          entre as dietas foi feita uma ordenação em HMDS, além de um teste G de
                                          independência para verificar a variação no consumo de presas entre os períodos
                                          seco e chuvoso. A diversidade da dieta foi analisada por meio do índice de
                                          diversidade de Simpson. Por fim a amplitude de nicho alimentar foi calculada usando
                                          o índice de Levins padronizado. Apesar da grande semelhança entre as dietas,
                                          algumas diferenças foram observadas, com predomínio de presas das ordens
                                          Orthoptera em algumas localidades e Isoptera em outras. Entretanto não foi possível
                                          observar clara separação entre a dieta de locais próximos e distantes de
                                          remanescentes. O consumo de presas foi dependente do período do ano, com maior
                                          consumo de Isoptera no período seco e de Coleoptera e Anura no período chuvoso.
                                          A diversidade da dieta e a amplitude de nicho alimentar foram maiores no período
                                          chuvoso. As variações temporais e locais na dieta indicam oportunismo das corujas
                                          ea falta de uma clara separação das dietas de locais próximos e distantes dos
                                          remanescentes sugere que, mesmo estando próximas dos remanescentes, as
                                          corujas podem forragear nas áreas de pasto no entorno do ninho, indicando,
                                          novamente, hábito oportunista deste predador.
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